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Preço do leite sobe e pode aumentar mais

28 de fevereiro de 2017 0

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A alta no preço do leite ocorreu no campo em fevereiro após uma sequência de quatro quedas e uma estabilidade em janeiro. O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da Esalq/USP, pesquisa as principais bacias leiteiras do País.

Na média nacional, a alta foi de 2,2% em relação a janeiro e de 17% na comparação com fevereiro do ano passado. O preço recebido pelo produtor foi de R$ 1,22 por litro.

Segundo pesquisadores do Cepea, o motivo é a oferta menor com queda na captação de leite.

“Além do clima adverso, especialmente excesso de chuvas, em algumas bacias produtoras, que vem refletindo em queda na produção desde janeiro, os menores investimento na atividade leiteira – reforma e manutenção das pastagens, compra de animais, medicamentos – reforçam a diminuição na disponibilidade do produto. O típico aquecimento do consumo com o retorno das aulas contribuiu para as valorizações do leite, embora a demanda continue abaixo do esperado por agentes.”

A pesquisa da Associação Gaúcha de Supermercados aponta que o preço do leite já vem aumentando para o consumidor gaúcho. O litro do longa vida está custando em média R$ 2,58. Alta de 8% em dois meses.

Para março, a expectativa é que os preços do leite sigam em alta no campo, diz o Cepea. A entressafra começa em março ou abril. Ainda assim, não é esperada uma elevação tão forte de preços como ocorreu no ano passado. Por meses, o preço do leite foi a principal pressão sobre a inflação do consumidor.

“Isso porque os menores custos, influenciados principalmente pela desvalorização dos concentrados, podem estimular produtores de leite a aumentar a quantidade de ração fornecida aos animais, elevando o volume de leite produzido.”

 

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Mercado reduz aposta em todos os índices de inflação da pesquisa do Banco Central

06 de fevereiro de 2017 0

O mercado reduziu a previsão para todos os índices de inflação que integram a pesquisa Focus, do Banco Central. São eles IPCA, IGPDI, IGPM e IPC-Fipe.

Considerado a inflação oficial do País, o IPCA deve fechar o ano em 4,64%. É a quinta semana consecutiva de redução na projeção pelos analistas. Estava em 4,81% há um mês.

A previsão para o PIB teve uma leve redução. Passou de 0,50% para 0,49% a projeção de expansão da economia brasileira em 2017.

Outras previsões:
Dólar R$ 3,40
Taxa de juros Selic 9,50% ao ano
Produção industrial +1%

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Inflação sobe, mas tem o menor resultado de janeiro desde 1994

19 de janeiro de 2017 3

O alívio na inflação segue se confirmando. Prévia do indicador oficial do País, o IPCA-15 até avançou em janeiro. Passou para 0,31% em janeiro, frente a 0,19% em dezembro.

Mas foi abaixo do esperado. E mais: o menor percentual desde 1994, na pesquisa do IBGE. Foi o ano do Plano Real.

- E o IPCA veio novamente abaixo do esperado. Veio em 0,31%, enquanto que o esperado era de 0,38%. Quem ainda dúvida em Selic a um dígito no final de 2017? No nosso cenário base, Selic fechará em 9,75%. No nosso cenário otimista, fechará em 9,25%. E o cenário otimista vai aumentando a sua probabilidade. – comenta o estrategista-chefe da XP Investimentos, Celson Plácido.

Recuando desde setembro, o grupo alimentação e bebidas teve alta de preços. Alguns produtos subiram bastante, como óleo de soja (8,04%), farinha de mandioca (4,53%), ovos (3,10%) e frutas (2,38%).

“Isoladamente, a gasolina foi o item com o maior impacto (0,10 pp) sobre o IPCA-15. O preço do litro subiu, em média, 2,43%, refletindo, nas bombas, o reajuste de 8,1% autorizado pela Petrobras nas refinarias, desde 06 de dezembro.” – acrescenta o IBGE.

Com o resultado baixo para o mês, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15, no acumulado dos últimos doze meses, desceu para 5,94%.

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Preço da banana dispara e média passa dos R$ 5

07 de janeiro de 2017 4

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O preço da banana disparou. Considerando 2016, o aumento supera 40%, conforme pesquisa do IEPE, da UFRGS, na Região Metropolitana de Porto Alegre.

O levantamento mostrou preço médio de R$ 5,07 em dezembro. Um ano antes, o quilo da banana custava R$ 3,54 em média.

A elevação apareceu também no levantamento da Associação Gaúcha de Supermercados, que considera a banana caturra. O quilo passou de R$ 3,52 para R$ 4,80 em média em um ano.

Sim, sabemos que tem supermercado cobrando já mais de R$ 7 pelo quilo da banana. As pesquisas apontam médias.

E o motivo para a banana não estar mais a preço de banana? Teve quebra de safra. Norte de Santa Catarina e o Litoral de São Paulo são regiões produtoras da caturra e foram afetadas por geada. Já a banana-prata, do Norte de Minas Gerais, foi atingida pela seca.

E para driblar a alta?

Pesquisar. A feira ontem estava com caturra a R$ 3,20 e prata a R$ 4,80.

Uma dica: pesquisa da Ceasa nesta semana mostrou quilo da banana até a R$ 2. E, se pegar a xepa, que é o fim de feira, consegue ainda mais barato.

 

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Desconto para pagamento à vista deve chegar a 10% e ser exposto na vitrine

28 de dezembro de 2016 5

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Praticado há tempo no pequeno comércio mesmo com a discordância dos Procons, está legalizado o desconto para pagamentos diferentes. Leia sobre a medida provisória publicada pelo Governo Federal:

Legalizado preço diferente para pagamentos com dinheiro, cheque e cartão

O desconto pode chegar a 10%, segundo o presidente da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo, Vilson Noer. Isso na comparação com o cartão de crédito. Se for em relação ao cartão de débito, desconto de 5%, diz o presidente.

- Mas dependo muito do segmento. Acredito que vai de 5% a 10% nas pequenas lojas.

Noer acredita na honestidade dos comerciantes, que vão repassar a redução de preço e não aumentar os valores para os clientes que pagarem a prazo. Esta era uma ponderação dos Procons.

Diretor do Procon Porto Alegre, Cauê Vieira reforça as orientações que foram repassadas para as entidades que representam o varejo:

- Os preços diferentes devem ser expostos de forma clara. Também nas vitrines.
- Dar o desconto para pagamento em dinheiro e não aumento para os outros modos de pagamento.
- Não pode ter preço diferente conforme a bandeira do cartão de crédito e débito. Se não, vira uma salada de frutas.
- No caso de fiscalização e reclamação do consumidor, o lojista terá que comprovar as taxas cobradas pela administradora do Procon.

Lojista de Nova Petrópolis, Gerson Holz conta que já está calculando o desconto que vai oferecer aos clientes:

- O preço normal continuará sendo feito em até seis vezes sem juros nos cartões. No débito e no dinheiro, teremos desconto.

O percentual do desconto está sendo definido:

- Temos taxas distintas para débito, crédito em uma vez e crédito de duas a seis vezes. Logo, teremos escalas de desconto para cada tipo de pagamento.

Exemplo: Produto de R$ 300.

Nos cartões em 2x a 6 x pelo valor de R$ 300.

Nos cartões em 1x, pelo valor de R$300 – 1,5% = R$295,50.

Nos cartões no débito, pelo valor de R$300,00 – 2,5% = R$292,50.

No dinheiro pelo valor de R$ 300 – 5% = R$285.

E diz, lindamente:

- Mas uma coisa que precisamos ter em mente, nós lojistas: temos que repassar ao consumidor.  

Atualizando:

Presidente da CDL Porto Alegre, Alcides Debus, e Procon da Capital e Estadual têm reunião na semana que vem para acertar os ponteiros sobre como deverá ser informado o desconto para o consumidor.

Leia mais:

Procon e Varejo debatem medidas econômicas do Banco Central

Velha polêmica: Preço menor para pagamento em dinheiro e cheque deve ser legalizado

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Legalizado preço diferente para pagamentos com dinheiro, cheque e cartão

27 de dezembro de 2016 1
Foto: Porthus Junior/Agencia RBS.

Foto: Porthus Junior/Agencia RBS.

 

Está legalizado preço diferente para pagamentos com dinheiro, cheque e cartão. A medida provisória foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira. Já está em vigor.

A medida tinha sido anunciada na semana passada pelo Banco Central e na semana anterior pelo Ministério da Fazenda. Trata de uma velha polêmica envolvendo Procons e lojistas.

O pequeno varejo já praticava, mas o desconto era considerado ilegal pelos órgãos de defesa do consumidor. Uma orientação está sendo emitida pelo Procon de Porto Alegre paraos lojistas. Na prática, vai ter que ter um preço para cada tipo de pagamento.

- O que não pode é ter preços diferentes para cada bandeira de cartão, por exemplo. – explica o diretor do Procon Porto Alegre, Cauê Vieira.

E avisa: no caso de fiscalização e reclamação do consumidor, o lojista terá que comprovar as taxas cobradas pela administradora do Procon.

Veja o texto da MP:

MEDIDA PROVISÓRIA No – 764, DE 26 DE DEZEMBRO DE 2016
Dispõe sobre a diferenciação de preços de
bens e serviços oferecidos ao público, em
função do prazo ou do instrumento de pagamento
utilizado.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição
que lhe confere o art. 62 da Constituição, adota a seguinte Medida
Provisória, com força de lei:
Art. 1º Fica autorizada a diferenciação de preços de bens e
serviços oferecidos ao público, em função do prazo ou do instrumento
de pagamento utilizado.
Parágrafo único. É nula a cláusula contratual, estabelecida no
âmbito de arranjos de pagamento ou de outros acordos para prestação
de serviço de pagamento, que proíba ou restrinja a diferenciação de
preços facultada neste artigo.
Art. 2º Esta Medida Provisória entra em vigor na data da sua
publicação.
Brasília, 26 de dezembro de 2016; 195º da Independência e
128º da República.
MICHEL TEMER
Eduardo Refinetti Guardia
Ilan Goldfajn

Os Procons entendiam que o Código de Defesa do Consumidor é claro ao proibir a diferenciação de preços para quem paga à vista, em cheque ou parcela a compra no cartão de crédito. O Judiciário ia nesta linha.

- É uma medida vantajosa para o consumidor, que vai poder pagar menos à vista. Além disso, a medida regulariza uma prática do pequeno comércio, que já faz isso. – disse o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

Apesar da interpretação dos órgãos de defesa do consumidor, o varejo argumenta que o consumidor sairá ganhando. Receberá em forma de desconto a taxa que é cobrada pelas operadoras de cartão de crédito, que pode passar de 10%.

Já os Procons questionam se esse repasse ocorrerá. Ou seja, o comércio apenas elevaria o preço de quem optar por comprar com cartão de crédito.

Leia mais:

Procon e Varejo debatem medidas econômicas do Banco Central

Velha polêmica: Preço menor para pagamento em dinheiro e cheque deve ser legalizado

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Porto Alegre tem mais uma semana com deflação

26 de dezembro de 2016 0

Porto Alegre teve, novamente, deflação. O Índice de Preços ao Consumidor ficou em -0,10%.

Na pesquisa anterior da Fundação Getúlio Vargas, ficou em -0,13%. São duas semanas seguidas de deflação.

O indicador considera a variação de preços dos últimos 30 dias. A principal influência, disparada, é a queda da conta de luz da CEEE.

Principais influências de queda:

Tarifa de eletricidade residencial -17,93%

Condomínio residencial -2,88%

Batata -22,02%

 

Principais influências de alta:

Passagem aérea +33,05%

Refeições em bares e restaurantes +1,52%

Show musical +2,34%

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Polêmica da Pizza - Orientação sobre preço não é a mesma para todos os Procons do Rio Grande do Sul

16 de novembro de 2016 4

O blog Acerto de Conta$ volta à polêmica sobre a cobrança da pizza com mais de um sabor. Publicamos no início da semana: Procon POA alerta: É ilegal cobrar pizza de dois sabores pelo preço do mais alto

Pelo Código de Defesa do Consumidor, a interpretação do diretor do Procon de Porto Alegre, Cauê Vieira, é que a cobrança tem que ser proporcional. Até demos esse exemplo:

- A pizza de coração é R$ 50 e a de queijo é R$ 40.
- O cliente pede uma pizza meio a meio.
- Ele não vai pagar R$ 50, como costumam cobrar.
- O consumidor tem pagar R$ 25 mais R$ 20. Ou seja, R$ 45.

Mas a diretora do Procon Estadual, do Rio Grande do Sul, entende diferente. Flávia do Canto Pereira acredita que é uma intervenção muito grande na economia, que fere o princípio da livre concorrência, que está na Constituição Federal.

- Devemos equilibrar as relações de consumo e intervir somente quando há ilegalidade. Jamais interferir no mercado em relação a preço. Devemos ponderar as práticas de mercado e avaliar as questões econômicas e concorrenciais envolvidas. Iniciativas como esta acaba prejudicando o consumidor, pois naturalmente o mercado vai aumentar o valor da pizza.

E agora?

A posição do Procon Porto Alegre segue valendo para a Capital. O órgão recebe as reclamações dos consumidores e prometeu conversar com as pizzarias.

Já a posição do Procon RS vale diretamente para municípios onde não há orgão próprio de defesa do consumidor. Mas a diretora Flávia diz que a sua interpretação também está sendo adotada por vários Procons municipais que pediram orientação.

O ideal é que, tanto consumidores quanto pizzarias, consultem a orientação do Procon do seu município. Enquanto isso, aguarda-se futuras decisões judiciais sobre o assunto.

 

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Procon POA alerta: É ilegal cobrar pizza de dois sabores pelo preço do mais alto

14 de novembro de 2016 0

Não pode cobrar as pizzas de mais de um sabor pelo preço do mais alto. A polêmica ganhou força na semana passada após uma operação do Procon de Fortaleza, no Ceará.

Pois sabia que esse entendimento é o mesmo do Procon de Porto Alegre?

Ou seja, tem que calcular o valor de cada metade, de acordo com o sabor.

Por exemplo:

- A pizza de coração é R$ 50 e a de queijo é R$ 40.
- O cliente pede uma pizza meio a meio.
- Ele não vai pagar R$ 50, como costumam cobrar.
- O consumidor tem pagar R$ 25 mais R$ 20. Ou seja, R$ 45.

Diretor do Procon Porto Alegre, Cauê Vieira é direto e claro:

- Não vejo grandes polêmicas. A interpretação correta é que a cobrança tem que ser proporcional. Quando o consumidor pede quatro sabores, por exemplo, pode ser mais prejudicado ainda.

O entendimento é o mesmo do Conselho Nacional de Justiça. Para o órgão, é tirar vantagem “manifestadamente excessiva”:

 

Divulgação CNJ.

Divulgação CNJ.

 

 

No ano passado, o Procon teve uma reunião com o Sindicato da Gastronomia. E já foi passada esta orientação.

A sua pizzaria não está cobrando proporcionalmente? É fácil reclamar para o Procon Porto Alegre e o órgão vai entrar em contato com a pizzaria. Se a empresa não se adequar, pode ser feito um procedimento administrativo contra ela.

Como denunciar:

Site www.proconpoa.rs.gov.br
Aplicativo Procon App no aparelho celular, disponível para sistema Android e IOS. Só baixar no smartphone.
Sede do Procon Porto Alegre, na Rua dos Andradas, 686, das 10h às 16h.

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Inflação avança de novo em Porto Alegre

09 de novembro de 2016 0

A inflação para o consumidor começou novembro com alta. Novamente.

A pesquisa é da Fundação Getúlio Vargas. Apesar do aumento, é a mais baixa entre as sete capitais consideradas no levantamento.

O Índice de Preços ao Consumidor passou para 0,24%. Estava em 0,21%.

Principais pressões de alta:

Plano e seguro de saúde +1,03%

Bergamota +9,12%

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