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Posts com a tag "taxa"

Corte no juro pelo Banco Central demora até oito meses para chegar ao consumidor e para empresas

20 de fevereiro de 2017 0

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O impacto da redução da Selic demora meses até chegar ao consumidor ou às empresas. A gente percebe isso, tanto que as pesquisas demoram para mostrar o movimento de corte dos juros iniciado em outubro pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central.

Aliás, nesta semana, tem nova reunião do Copom. Mercado aposta em redução de até um ponto percentual.

Estudo do economista-chefe da Farsul, Antônio da Luz, mostra demora de até oito meses para o corte no juro chegar na sua totalidade ao consumidor, por exemplo, no cheque especial. No caso do crédito pessoal, leva sete meses. O repasse mais rápido apareceu no crédito para compra de veículo, com o maior impacto ainda no primeiro mês.

O levantamento considerou também linhas de crédito para empresas. Nos descontos de duplicatas, o maior impacto fica no segundo mês. Nos empréstimos para capital de giro, o repasse total também leva oito meses.

- Muitas vezes as pessoas acham que basta o Copom se reunir e anunciar uma nova taxa para que no outro dia tenham mudanças nas condições creditícias, na inflação e em tudo aquilo que a taxa afeta colateralmente. Não é verdade.

Ouça entrevista com Antônio da Luz no programa Destaque Econômico, da Rádio Gaúcha:

 

 

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Cai número de desempregados, mas taxa se mantém na Região Metropolitana

19 de dezembro de 2016 0

Novembro fechou com três mil desempregados a menos na Região Metropolitana de Porto Alegre. O contingente estimado está em 206 mil pessoas sem trabalho.

Apesar disso, a taxa de desemprego se manteve em 10,8%, a mesma de outubro. A redução da ocupação (menos 25 mil pessoas, -1,4%) foi inferior ao número de pessoas que saíram do mercado de trabalho (menos 28 mil, -1,4%).

- O nível ocupacional continua se retraindo em consequência da recessão econômica, desestimulando a procura por trabalho. A saída de pessoas do mercado de trabalho tem arrefecido o crescimento da taxa de desemprego. – explica a economista da FEE Iracema Castelo Branco, coordenadora do Núcleo de Análise Socioeconômica e Estatística.

Indústria de transformação (menos 22 mil ocupados, ou -7,6%)
Comércio (menos 8 mil ocupados, ou -2,3%)
Construção (menos 5 mil ocupados, ou -3,8%)
Serviços (mais 14 mil ocupados +1,5%)

O rendimento médio real subiu para os ocupados e para os assalariados. A pesquisa é feita junto com Dieese e FGTAS.

Tendência 2017

- Diante da perspectiva de um cenário de fraco crescimento econômico para 2017, a tendência mais provável é de que a taxa de desemprego se mantenha elevada, o que contribui para um agravamento do processo de deterioração do mercado de trabalho. – analisa Iracema Castelo Branco.

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Juro nas lojas gaúchas volta a subir e quase bate 100%

14 de dezembro de 2016 0

Foi só de um mês o alívio no juro do crediário. As taxas voltaram a subir nas lojas em novembro, segundo a pesquisa da Associação Nacional de Executivos de Finanças.

Aqui no Rio Grande do Sul, também. Com isso, está quase batendo 100%. Acima da média nacional.

Juro no crediário no Rio Grande do Sul:

5,94% ao mês

99,86% ao ano

Ou seja, se não pagar a dívida, o valor dobra em um ano.

O Comitê de Política Monetário reduziu a taxa de juros Selic nas duas últimas reuniões. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, observou que instituições financeiras não estão fazendo o repasse do corte para consumidores e empresas. Com o argumento de aumento do risco de inadimplência, estou aumentando o que chama-se de “spread bancário”.

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Caem juros cobrados no crediário de lojas no Rio Grande do Sul

18 de novembro de 2016 0

Os juros do crediário caíram no Rio Grande do Sul em outubro. Poucas vezes isso ocorreu nos últimos dois anos, quando a crise afetou com força o mercado de crédito.

A queda foi de 0,67% sobre setembro. Então, quando as taxas estavam quase batendo 100%, voltaram a recuar para 98,95% ao ano.

A pesquisa é da Associação Nacional de Executivos de Finanças. O levantamento é feito em sete locais do País. A média nacional fica em 98,05% ao ano.

A pesquisa mais recente da Anefac também mostrou queda na taxa média de juros cobrada do consumidor, considerando seis linhas de crédito. Foi o primeiro corte em 24 meses.

Diretor da Anfeac, Miguel Oliveira atribui aos seguintes fatores:

- Redução da taxa básica de juros Selic pelo Banco Central em sua última reunião
- Expectativa de novas reduções da Selic nas próximas reuniões do Copom com um cenário de inflação menor
- Melhora das expectativas econômicas para 2017

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Cinco tarifas bancárias que só paga quem gosta de rasgar dinheiro

11 de outubro de 2016 21
Foto: Maicon Damasceno / Agência RBS.

Foto: Maicon Damasceno / Agência RBS.

 

 

Espante a preguiça e analise seu extrato bancário. Pode estar pagando tarifas sem necessidade.

“Ah, mas são só R$ 20 por mês. Pouca coisa… Dá trabalho ir até a agência.”

São R$ 240 por ano. E se forem R$ 40 por mês? São R$ 480 por ano. E por aí vai…

Os bancos têm aumentado bastante as tarifas. É uma forma de compensar o aumento da inadimplência e fazer todo mundo arcar com o prejuízo.

O IBGE mostra aumento de 11,5% das tarifas no último ano. É maior do que a inflação do período.

Então, informe-se com o gerente para eliminar ao máximo estes custos. Peça, por exemplo, limites isentos de TED ou DOC por mês.

Também pergunte quais os critérios para eliminar tarifas geral de conta. Em alguns casos, concentrar aplicações em uma instituição pode melhorar a relação com o banco e permitir estes “agrados”.

Pois o planejador financeiro e editor-chefe do Infomoney, João Sandrini, fez uma lista muito bacana das cinco tarifas bancárias que só paga quem gosta de rasgar dinheiro. Nos autorizou a compartilhar aqui alguns tópicos. Confira:

 

1 – Tarifas de conta corrente

No primeiro semestre, as mensalidades dos pacotes de serviços foram reajustadas, em média, em 12%. O dado é do Banco Central. Entre os maiores bancos, Bradesco elevou 6% e o Banco do Brasil, 24%!

- A verdade é que só paga tarifas bancárias quem quer. – alerta o planejador financeiro.

Dá como exemplo o Itaú e Bradesco. Ambos têm conta digital, que é totalmente isenta para pessoas físicas se não usar serviço na agência nem emitir cheque.

Veja mais sobre o assunto aqui: Oito serviços bancários que são gratuitos para o cliente

 

2 – Anuidade do cartão de crédito

Tem cartão de crédito por aí cobrando anuidades de R$ 1,2 mil. Será que os benefícios são tão bons assim? Qual a relevância para você do acesso a salas VIP em aeroportos?

Negocie e barganhe com o banco. Simule o cartão de crédito com outras instituições financeiras.

- O Nubank é um cartão sem anuidade e que atende quem não tem renda muito alta. É um Mastercard Gold. – cita João Sandrini.

Não tem os benefícios, como programa de milhas, por exemplo. Também é preciso ficar atento aos juros do rotativa.

 

3 – Taxa de administração de fundos

Como é mais cômodo, a maioria dos investidores aplica em fundos pelos bancos tradicionais. Tanto que os três maiores bancos brasileiros (Banco do Brasil, Itaú e Bradesco) controlam 55% do dinheiro investido em fundos. Só que cobram bem nas taxas de administração e de performance.

- Não há fundos de renda fixa sem taxa de administração, mas gestoras que não estão atreladas a grandes bancos costumam cobrar bem menos. É possível achar percentuais bem baixos, a partir de 0,15% ou 0,30% ao ano. – alerta Sandrini.

Ao escolher um fundo de investimento, o principal é comparar as taxas de administração. Elas podem corroer a rentabilidade da aplicação financeira.

 

4 – Taxa de custódia para Tesouro Direto

Investimento em títulos públicos, que tem dado boa rentabilidade. Tem a taxa cobrada pela Bovespa, que é de 0,3% e não tem como fugir. Mas é possível investir por corretoras que não cobra a taxa de custódia. Confira a tabela retirada hoje do site do Tesouro Direto:

 

taxas

 

Os maiores bancos brasileiros cobram de 0,4% a 0,5%.

- Como no primeiro ano a taxa é cobrada no momento da compra do título, ao invés de aplicar R$ 100.000, vai comprar R$ 99.502. Ou seja, já perde R$ 500 logo de cara. – exemplifica Sandrini.

No decorrer dos anos, são milhares de reais pagando taxas desnecessárias para investir no Tesouro Direto.

 

5 – Taxa de custódia da Bovespa

Quem investe em ações e opções pelo banco e pela maioria das corretoras paga taxa de custódia mensal. Os grandes bancos cobram de R$ 7,59 a R$ 30.  Só que há corretoras que isentam da cobrança de taxa de custódia. É o caso da XP Investimentos e a Clear Corretora, informa João Sandrini. O Banco do Brasil também isenta para investimentos de até R$ 300 mil. Fugindo desta taxa, sobra a taxa de corretagem e emolumentos para a Bovespa.

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Leia mais:

É possível viver de renda com R$ 1 milhão?

Como juntar R$ 1 milhão?

Cobranças abusivas de dívidas crescem com a crise. Até onde as empresas podem ir?

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Juro do cartão de crédito ultrapassa 450% ao ano

12 de setembro de 2016 0
Foto: Cleber Gomes / Agencia RBS.

Foto: Cleber Gomes / Agencia RBS.

 

Caiu no rotativo? Se não pagar dívida do cartão de crédito, vai ter que encarar um juro de 451,44% ao ano. Por mês, 15,29%.

O juro do cartão de crédito é tradicionalmente o mais alto entre as taxas pesquisadas pela Associação Nacional de Executivos de Finanças. O cheque especial vem em seguida, com juro anual de 296,33%.

A pesquisa da Anefac de agostou ainda que o juro no crediário das lojas do Rio Grande do Sul voltou a subir. Em julho, tinha caído após 22 meses em alta.

Em agosto, a média das taxas de juros das operações de crédito voltou a ter elevação, o que já ocorre há 23 meses consecutivos. São pesquisadas linhas para pessoa física e jurídica.

Diretor executivo da Anefac, Miguel Oliveira atribui as elevações à inadimplência:

- Isso se dá por causa dos índices de inflação que estão mais elevados, o aumento de impostos e o de juros maiores, que reduzem a renda das famílias em todo o Brasil. Além disso, com certeza, a recessão econômica, que deve aumentar ainda mais o crescimento dos índices de desemprego. Tudo isto somado e o fato de que as expectativas para 2016 serem igualmente negativas, quanto a todas estes fatores leva as instituições financeiras a aumentarem suas taxas de juros para compensar prováveis perdas com a elevação da inadimplência.

Tendência, portanto, de novas altas nos próximos meses. O que pode mudar esta expectativa é o Banco Central reduzir a taxa Selic, usada como referência para os juros do mercado.

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Leitor pergunta - Vale a pena vender o carro com "troco na troca"?

23 de agosto de 2016 1

Leitor pergunta. Acerto de Conta$ responde.

Foto: Flávio Neves / Agencia RBS

Foto: Flávio Neves / Agencia RBS

 

Leitor Carlos pergunta:

Vale a pena essa promoção “troco na troca” que as concessionárias de carros anunciam? Estou precisando pegar um empréstimo.

 

Com a crise e o crédito bem mais restrito, os anúncios de “troco na troca” cresceram. Ou então, a “troca com troco”.

O blog Acerto de Conta$ buscou ajuda da Associação de Consumidores ProTeste para responder à dúvida do leitor.

Funciona assim: o consumidor tem um carro que vale R$ 10 mil. Vai comprar outro de R$ 20 mil. Só que, em vez de entregar o seu carro antigo valendo R$ 10 mil, entrega valendo R$ 5 mil. Recebe, então, os R$ 5 mil restantes em dinheiro.

Só que… O financiamento, que era para ser de R$ 10 mil, vira de R$ 15 mil.

Como não tem dinheiro de graça, o financiamento tem juros e taxas. E estes percentuais incidirão em cima dos R$ 15 mil e não dos R$ 10 mil se o carro antigo fosse dado na íntegra.

É um empréstimo e, como qualquer um, precisa ser avaliado. Realmente é necessário antecipar esse dinheiro? Será para quitar dívidas mais caras? Comparou as taxas para saber disso?

O custo dessa modalidade de financiamento tem sido de 33% ao ano. É mais baixo do que o empréstimo pessoal, de 150% ao ano. Mas ainda assim: compare!!

Para o vendedor, é bom. Ele financia para ti um bem que ele vai revender e, provavelmente, financiar para outro também.

A ProTeste chegou a testar o serviço neste ano. Visitou quatro concessionárias e duas revendedoras.

Chegou propondo vender o carro e refinanciar outro mais barato. Não conseguiu. Só aceitavam por outro mais caro.

As concessionárias também avaliaram o carro de R$ 22 mil a R$ 25 mil. A tabela Fipe apontava valor de R$ 28 mil.

 

Para finalizar, a entidade dá dicas para quem pretende encarar o “troco na troca”:

- Consulte a tabela Fipe antes de negociar. Ela é a melhor referência de preços de automóveis.

- Não feche negócio logo na primeira proposta que receber. Visite várias lojas, faça um levantamento de preços e compare.

- Avalie bem o estado do veículo a ser comprado, testando seus principais itens antes de concluir a transação.

- Tente vender para particular, para não ter seu carro subavaliado em lojas.

 

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Universidade Federal de Santa Maria lança concurso para professor com salários que superam R$ 9 mil

15 de agosto de 2016 0
Foto: Piero Ragazzi / Agencia RBS.

Foto: Piero Ragazzi / Agencia RBS.

A Universidade Federal de Santa Maria lançou concurso público para contratação de professores. São dez vagas.

O edital foi publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira. As vagas são para Santa Maria, Frederico Westphalen, Cachoeira do Sul e Palmeira das Missões.

Tem vaga de dedicação exclusiva e também para 40 horas semanais. As áreas são Nutrição, Ciências Agrárias, Engenharia, Ciências da Saúde e Ciências Biológicas.

A remuneração varia de R$ 3.359 a R$ 9.114.

A taxa de inscrição no concurso vai de R$ 83 a R$ 227. A inscrição começa hoje e vai até 13 de setembro. Só pela internet.

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Desinflação está mais lenta que o esperado, diz Copom

26 de julho de 2016 0

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O cenário de mercado aponta para desinflação em velocidade menor do que a perseguida pelo Comitê de Política Monetária. A ata do Copom foi divulgada nesta terça-feira pelo Banco Central, detalhando a última reunião.

O encontro ocorreu na semana passada e foi o primeiro com Ilan Goldfajn na presidência do Banco Central. Por unanimidade, decidiram manter a taxa básica de juros Selic em 14,25% ao ano.

“Há riscos de curto prazo para a inflação no Brasil. A elevação recente nos preços de alimentos pode se mostrar persistente, dado o processo de transmissão dos preços do atacado para o varejo.”

Mas…

“Em contrapartida, o período sazonalmente favorável pode contribuir para uma reversão rápida desses preços.”

No entanto, como os riscos de inflação ainda pesam, o Copom entendeu não haver espaço para flexibilização monetária. O mercado está apostando em redução de juros a partir de outubro. O relatório Focus projeta fechamento do ano com Selic a 13,25% ao ano.

No cenário trabalhado pelo Banco Central, a inflação fica próxima da meta de 4,5% em 2017. Atualmente, o IPCA de 12 meses está o dobro disso.

 

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Finanças pessoais - Quais são as taxas e impostos cobrados em investimentos de renda fixa

20 de julho de 2016 0

 

Foto: Mateus Bruxel / Agencia RBS.

Foto: Mateus Bruxel / Agencia RBS.

 
Investimentos têm a cobrança de taxas. Às vezes, são percentuais que parecem pequenos, mas tiram boa parte da rentabilidade das aplicações. E, portanto, devem ser consideradas com calma na hora de escolher o investimento.

Diretor da Easynvest, Amerson Magalhães detalha o custo embutido nas principais aplicações de renda fixa:

 

Tesouro Direto

Há a taxa de custódia de 0,30% ao ano cobrada pela BM&F Bovespa sobre o valor dos títulos, referente aos serviços de guarda dos títulos e às informações e movimentações dos saldos. Outro custo é a chamada taxa de administração, que varia conforme a instituição financeira. Algumas, por exemplo, não têm esse tipo de cobrança. Tem cobrança de Imposto de Renda, conforme a tabela abaixo.

 

CDBs e LCs

Podem ter a cobrança de taxa de administração e custódia, cujo valor varia de acordo com a instituição. O custo pode variar de zero a um valor mensal. Assim como nos títulos públicos distribuídos na plataforma do Tesouro Direto, os CDBs e as LCs têm incidência de Imposto de Renda sobre os ganhos, conforme a tabela regressiva:
- 22,5%: para investimentos de até 180 dias
- 20%: para aplicações entre 181 a 360 dias
- 17,5%: para investimentos entre 361 a 720 dias
- 15%: para aplicações a partir de 721 dias

Existe também a cobrança de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) para aplicações com prazo inferior a 30 dias. Em alguns casos, resgatar o CDB antes do vencimento pode acarretar no pagamento de taxas.

 

LCIs e LCAs

Entre as maiores vantagens das Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs), está a isenção do Imposto de Renda para as pessoas físicas. A diferença no retorno passa pela escolha da instituição, já que ela pode ou não cobrar taxa de custódia.

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