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Posts com a tag "varejo"

Pesquisa mostra aposta do varejo gaúcho para o governo Temer

23 de maio de 2016 1
Foto: Ronald Mendes / Agencia RBS.

Foto: Ronald Mendes / Agencia RBS.

 

O governo Michel Temer não é unanimidade para o varejo gaúcho. Longe disso.

A Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo fez uma pesquisa com os lojistas.

- Queríamos também identificar como cada empresário avalia o comportamento do mercado macroeconômico nos próximos meses. – explica o presidente, Vilson Noer.

Acredita em afastamento definitivo de Dilma?
Sim 87,1%
Não 12,9%

Temer fará um bom governo?
Sim 61,3%
Não 38,7%

Iniciativas necessárias:
Reforma tributária 83,9%
Reforma política 74,2%
Controle da inflação 71%
Reforma trabalhista 38,7%
Pacote de incentivo a investimentos 38,7%

Henrique Meirelles no Ministério da Fazenda fará economia voltar a crescer?
Sim 67,7%
Não 32,3%

Voltará a investir no negócio?
Sim 64,5%
Não 35,5%

Qual aposta para a economia no segundo semestre de 2016?
54.8% Retomada do crescimento
51.6% Política de estabilidade econômica e linhas de crédito para consumo
38.7% Reequilíbrio das finanças públicas
38.7% Política de atração de investimentos
12.9% Volta dos investimentos públicos em grandes obras de infraestrutura

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Oito em cada dez namorados pagarão presente à vista

23 de maio de 2016 0
 Foto: Edu Cavalcanti / Agencia RBS.

Foto: Edu Cavalcanti / Agencia RBS.

 

Pesquisa do Dia dos Namorados mostra que quase 81% dos consumidores gaúchos pagarão o presente à vista. Para a Fecomércio-RS, é um destaque do levantamento, mostrando que os consumidores estão evitando maior endividamento. Ainda entre os menos de 20% que pretendem parcelar, a maioria vai fazer o pagamento em até três vezes.

Pela pesquisa, a entidade que representa o comércio está apostando em vendas fracas. As vendas do varejo gaúcho para o Dia dos Namorados devem apresentar uma queda real – já descontada a inflação – entre 3,5% e 4,5% em relação à mesma data do ano passado.

O gasto médio deve ficar em R$ 129,44. Mais alto entre os homens:

Homens: R$ 133,88
Mulheres: R$ 125,58

A pesquisa ouviu 385 pessoas em Porto Alegre, Caxias do Sul, Santa Maria, Pelotas e Ijuí.

 

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"Meu sentimento é de um otimismo cauteloso" - diz presidente da Federasul

12 de maio de 2016 0

Repercussão econômica da aprovação do processo de impeachment no Senado e afastamento da presidente Dilma Rousseff:

 

Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil.

Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil.

 

Presidente eleita da Federasul, Simone Leite:

“Michel Temer tem uma inclinação mais pró-mercado. Então, esperamos uma maior rejeição da intervenção do governo no setor privado. Desejamos que o Estado passe a ter um papel de indutor do crescimento e não mais determinar a alocação de recursos da economia. E também: abertura da economia, alianças mais vantajosas, concessões , teto para a taxa de crescimento dos gastos, limitado ao crescimento do PIB, autonomia do Banco Central e saneamento da previdência.

Passamos por um forte furacão. Nossa casa foi destruída. O governo Temer vai limpar a lama, fazer a faxina, mas dificilmente conseguirá reerguer os pilares que foram destruídos pelo vento. Portanto, posso dizer que meu sentimento é de um otimismo cauteloso. Se Michel Temer conseguir preparar o terreno para que um novo presidente, eleito pelo povo, politicamente forte, tocar a agenda ideal, já estará marcado positivamente na nossa história.”

A posse de Simone Leite na presidência da Federasul está marcada para o dia 16 de maio. A entidade representa associações comerciais, industrias e de serviços.

 

Leia mais:

Mercado financeiro com tendência de alta e de olho nos discursos da nova equipe econômica

“Varejo é sensível e reagirá rápido a medidas econômicas” – diz empresário

FT: Nova equipe tem que enfrentar economia encolhendo e milhões de desempregados

 

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"Varejo é sensível e reagirá rápido a medidas econômicas" - diz empresário

12 de maio de 2016 0

Repercussão econômica da aprovação do processo de impeachment no Senado e afastamento da presidente Dilma Rousseff:

 

Foto: Diego Vara / Agencia RBS.

Foto: Diego Vara / Agencia RBS.

 

Varejo

Presidente da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo, Vilson Noer:

“O impeachment foi consequência de um governo que fracassou com um modelo econômico intervencionista. A projeção agora é para um modelo que privilegie a livre iniciativa e empreendedorismo. Há amplas condições de melhorar a grave situação econômica do País em um curto prazo.
A estabilidade política e econômica será possível priorizando o equilíbrio fiscal, controle da inflação, volta de investimentos para geração de empregos e, acima de tudo, restauração da confiança das pessoas, consumidores e agentes econômicos.
O varejo é muito sensível e reage muito rápido e em sintonia com o crescimento da economia com mais empregos, renda, redução do endividamento familiar e volta do crédito com juros ‘palatáveis’.
Neste cenário, teremos condições de perceber melhoras no varejo em dezembro de 2016.”

O varejo sentiu a crise econômica depois da indústria. Por algum tempo, ainda foi beneficiado pelas medidas de incentivo ao consumo iniciadas ainda no governo Lula.

No entanto, a dificuldade nas finanças de governos afetou a “renda certa” que vinha do setor público. Além disso, a dificuldade enfrentada pela indústria se refletiu no mercado de trabalho e, por consequência, na renda. Com isso, as vendas caíram e a inadimplência subiu. Para o varejo, o pior dos mundos.

 

Leia também: FT: Nova equipe tem que enfrentar economia encolhendo e milhões de desempregados

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Vendas do varejo gaúcho caíram mais de 5% no primeiro trimestre

11 de maio de 2016 0
Foto: Ronald Mendes / Agencia RBS.

Foto: Ronald Mendes / Agencia RBS.

 

As vendas do varejo do Rio Grande do Sul caíram 5,1% no primeiro trimestre do ano. O dado é do IBGE e considera o volume comercializado. No País todo, o recuo foi de 7%.

Os piores desempenhos:

Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação -22%
Eletrodomésticos -17,4%
Combustíveis e lubrificantes -14,6%

Onde teve aumento nas vendas:

Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos +7,9%
Móveis +3,1%

Março

Em março, no entanto, o comércio gaúcho teve desempenho pior que a média nacional. Enquanto no País, o volume de vendas foi 0,9% menor do que em fevereiro, a queda aqui foi de 1,5%.

 

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Interior ganha mais espaço nas projeções de consumo para o Rio Grande do Sul

10 de maio de 2016 0
Foto: Ronald Mendes / Agencia RBS.

Foto: Ronald Mendes / Agencia RBS.

 

A atualização do estudo IPC Maps mostra que segue o fenômeno da interiorização do consumo. Inclusive, no Rio Grande do Sul:

Em 2010, o interior do Rio Grande do Sul detinha 54,5% no potencial de consumo do Estado. Eram R$ 80,6 bilhões, em valores daquele ano.

Já em 2016, a participação do interior subiu para 58,6% do total do Rio Grande do Sul. O potencial de consumo é estimado em R$ 152,7 bilhões.

Responsável pelo estudo, Marcos Pazzini explica que o custo alto das Capitais é o motivo:

- As empresas optam por instalar suas unidades no interior. Com isso, levam empregos e a renda.

Leia mais: 10 municípios gaúchos com maior potencial de consumo em 2016

 


Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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Confiança dos comerciantes gaúchos melhora pela primeira vez desde agosto de 2014

09 de maio de 2016 0
Foto: Diego Vara/Agencia RBS

Foto: Diego Vara/Agencia RBS

 

A confiança dos empresários gaúchos teve, em abril, a primeira melhora desde agosto de 2014. A comparação é feita com o mesmo mês do ano anterior e, no mês passado, o avanço foi de 1,1%.

O Índice de Confiança do Comércio é calculado pela Fecomércio-RS. Ficou em 81,8 pontos. Apesar da alta, ainda fica em patamar bastante pessimista, segundo a entidade.

“O que motivou o registro de um número positivo para essa comparação, em abr/16, foi o fato de que completamos um ano da data em que o ICEC começou a “afundar”, chegando ao patamar dos 80 pontos. Com isso, a partir de agora, começamos a compará-lo com valores bastante reduzidos, o que pode resultar em números por vezes negativos e em outras vezes positivos, conforme suas oscilações. Em outras palavras, o que acontece é que completamos um ano “estacionados” nesse nível de pessimismo ao redor dos 80 pontos.” - esclarece a Fecomércio-RS.

As expectativas em relação ao futuro apresentaram melhora sutil em relação ao mesmo mês de 2015, mas permanecem ainda muito abaixo do nível médio histórico.

- O que sustenta esse otimismo é a expectativa dos empresários em relação às suas próprias empresas e ao comércio. – comenta o presidente, Luiz Carlos Bohn.

 

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Gaúchos gastaram mais com o presente de Dia das Mães

09 de maio de 2016 0
Foto: Rafaela Martins / Agencia RBS.

Foto: Rafaela Martins / Agencia RBS.

Os gaúchos gastaram mais com o presente de Dia das Mães. E o grande motivador foi o frio, assegura o presidente da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo, Vilson Noer.

Aliás, a AGV já havia antecipado a previsão em levantamento feito para o blog Acerto de Conta$ e Rádio Gaúcha: Frio salva vendas de Dia das Mães no comércio gaúcho

O tíquete médio do consumidor neste ano ficou em R$ 107. No ano passado, foi de R$ 95. Ou seja, o aumento ficou acima da inflação do período.

- Além de temperaturas mais baixas, grande fator de elevar vendas nesta época, sentimos que melhorou o ânimo das pessoas. Há mais confiança para comprar. Há segmentos com 50% mais venda do que em 2015.

Com isso, as vendas do comércio gaúcho quase alcançaram R$ 380 milhões. Em volume, crescimento de até 7%.

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10 municípios gaúchos com maior potencial de consumo em 2016

05 de maio de 2016 0
Foto: Ricardo Wolffenbüttel/ Agência RBS.

Foto: Ricardo Wolffenbüttel/ Agência RBS.

 
1 – Porto Alegre R$ 44,5 bilhões
2 – Caxias do Sul R$ 14,9 bilhões
3 – Canoas R$ 8,3 bilhões
4 – Santa Maria R$ 6,9 bilhões
5 – Pelotas R$ 6,8 bilhões
6 – Gravataí R$ 6,1 bilhões
7 – Novo Hamburgo R$ 6,05 bilhões
8 – São Leopoldo R$ 6 bilhões
9 – Passo Fundo R$ 5 bilhões
10 – Viamão R$ 4,9 bilhões

Este é o ranking dos municípios gaúchos com maior potencial de consumo em 2016. É elaborado todos os anos como recorte do estudo IPC Maps, que aponta o consumo potencial do País em R$ 3,9 trilhões. Crescimento principalmente no interior.

Porto Alegre manteve a sétima posição no ranking nacional. A Capital lidera o Estado.

Duas mudanças no ranking na passagem de 2015 para 2016:

- Gravataí passou na frente de Novo Hamburgo.
- Passo Fundo ultrapassou Viamão.
Rio Grande do Sul

Fica em quarto lugar no País em potencial de consumo. O consumo per capita é de R$ 24.392 para moradores de áreas urbanas. Para quem mora na área rural, a expectativa da IPC Marketing projeta R$ 16.010.

O total do consumo potencial dos gaúchos para 2016 é de R$ 260.571.586.605.

Os itens onde mais os gaúchos gastarão:

Manutenção do lar 25,3% (Classes B e C lideram)
Alimentação em casa 11,9%
Gastos com veículo próprio 5,5%
Materiais de construção 5,2%
Alimentação fora de casa 4,5%
Medicamentos 3,4%
Vestuário 3,3%
Saúde 2,8%
Eletrodomésticos 2,3%
Móveis e artigos para o lar 2,1%
Higiene e cuidados pessoais 2%
Transportes urbanos 1,8%
Matrículas e mensalidades 1,7%
Recreação e cultura 1,7% (Classe B lidera)
Viagens 1,7%
Bebidas 1,6% (Classe C lidera)
Calçados 1,6%
Fumo 0,7% (Classe C lidera)
Artigos de limpeza 0,6%
Livros e material escolar 0,4%

 

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O que a mãe quer ganhar e o que os filhos vão comprar

04 de maio de 2016 0
Foto: Rafaela Martins / Agencia RBS.

Foto: Rafaela Martins / Agencia RBS.

Pesquisa do Sindilojas e CDL Porto Alegre para o Dia das Mães:

O que você gostaria de ganhar no Dia das Mães?

23% Acessório
Bolsa, joia, bijuteria, relógio, carteira (nesta ordem)
18,9% Roupa
13,7% Artigos de perfumaria ou maquiagem
13% Eletrodoméstico/Eletrônico
Celular, TV, geladeira, microondas, computador, fogão (nesta ordem)

O que você pretende dar de presente para a mãe?

29,3% Roupa
14,7% Acessório
Bolsa, joia, bijuteria
12,7% Artigo de perfumaria ou maquiagem
12,3% Eletrodoméstico/Eletrônico
TV, celular, microondas, computador, geladeira, fogão

 

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