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Posts com a tag "varejo"

Justiça autoriza falência da Via Uno, mas operação continua

23 de março de 2015 1
Foto: Divulgação.

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A Justiça transformou a recuperação judicial da Via Uno em falência. O pedido partiu da própria empresa.

No entanto, a Justiça autorizou a continuidade do negócio mesmo com a falência. O objetivo é manter a marca e as franquias ativas e não desvalorizar o negócio para uma futura venda.

- A legislação permite a continuidade do negócio. É positivo porque possibilita que alguém compre e dê continuidade. – explica o administrador judicial no processo da Via Uno, Laurence Bica Medeiros.

Com a falência, os diretores são afastados. O administrador judicial vai vender os ativos da empresa e pagar os credores. O licenciamento da marca segue sob supervisão do administrador judicial.

A fabricante e varejista de calçados foi fundada em Novo Hamburgo em 1991. Recentemente, fechou a última fábrica em operação no País e estava vendendo produção feita por terceiros.

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Começa fórum para discutir Imposto de Fronteira

23 de março de 2015 0

Ocorre no início da tarde a instalação do fórum para discutir o Imposto de Fronteira. Foi criado pelo governo gaúcho por decreto. A reunião ocorre na Secretaria Estadual da Fazenda, com a presença do secretário Giovani Feltes.

A ideia da Fazenda é apresentar um cronograma de trabalho. O varejo quer um prazo de 90 dias para uma solução que acabe com a cobrança do Diferencial de Alíquota de ICMS sobre mercadorias compradas de fora do Estado.

Presidente da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo, Vilson Noer conta que o Movimento Chega de Mordida reuniu-se pela manhã sobre o assunto.

- Vamos ouvir. Queremos olhar os dados.

Noer refere-se aos dados solicitados ainda em dezembro e ainda não repassados. Informam a arrecadação do Estado com o imposto pago por pequenos e médios empresários, que são optantes do Simples Nacional.

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"Parece que não voltamos do Carnaval", diz lojista gaúcho

17 de março de 2015 3
Foto: Adriana Franciosi / Agencia RBS

Foto: Adriana Franciosi / Agencia RBS

- Tenho 17 anos de empresa e nunca vi isso. Parece que não voltamos do Carnaval. Tudo parado.

A constatação é do presidente da CDL Viamão. Maurício Carravetta conta que não está fácil para o comércio e que o dinheiro sumiu do mercado.

Com característica de ser quase sempre otimista, o varejo demorou para falar sobre a desaceleração da economia. A indústria alertava bem antes para a crise.

Em 2014, o volume de vendas do varejo cresceu 2,2%, o pior desempenho em 11 anos. A perspectiva para 2015 é de que o consumo das famílias feche o ano com queda. Seria a primeira vez de resultado negativo desde 2003, quando a inflação atingiu 9,3%. O consumo responde por cerca de 60% do PIB.

Com economia ruim, empresas fazem liquidações. As ofertas vão desde descontos, brindes e aumento de prazos de pagamento. No geral, os dados ainda mostram a inadimplência baixa, o que abre mais espaço para o crediário.

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Varejo gaúcho recupera parte das vendas perdidas em dezembro

13 de março de 2015 0
Foto: Adriana Franciosi / Agencia RBS

Foto: Adriana Franciosi / Agencia RBS

O varejo do Rio Grande do Sul vendeu 0,4% mais em janeiro em volume. O aumento, no entanto, vem depois da forte queda (-4,7) registrada em dezembro, apesar do Natal.

O aumento de vendas em janeiro recuperou parte das vendas perdidas no mês anterior. No entanto, o comércio não chega perto de retomar o patamar de novembro ainda.

No acumulado de 12 meses, o crescimento é de 1,6%. Também é menor do que o avanço que tem sido atingido na média nacional, segundo a pesquisa do IBGE.

Maior aumento: Outros artigos de uso pessoal e doméstico +7,3%

Maior queda: Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação -14,6%

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Juro no crediário de lojas subiu 14% no Rio Grande do Sul

12 de março de 2015 0
Foto: Porthus Junior/Agencia RBS.

Foto: Porthus Junior/Agencia RBS.

Os juros cobrados no crediário de lojas subiram 14% no Rio Grande do Sul nos últimos 12 meses. A tendência é aumentar ainda mais, acompanhando outras taxas de juros de operações de crédito para pessoa física.

O varejo gaúcho estava cobrando, em média, 5,12% de juros por mês em fevereiro. Ao ano, a dívida atrasada gera juros médios, portanto, de 82,06%.

Em fevereiro do ano passado, a taxa média mensal ficava em 4,49%. Por ano, 69,39%.

Ainda assim, o juro no comércio não está entre os mais altos do mercado. O ranking é liderado pelo cartão de crédito, cheque especial e empréstimo com financeiras.

A pesquisa é da Associação Nacional de Executivos de Finanças. A expectativa é de novos aumentos, motivados pelo cenário econômico que aumenta o risco de inadimplência, com alta da Selic e inflação elevada afetando a renda das famílias.

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Comércio espera "pé no freio" nas compras de Páscoa no Rio Grande do Sul

12 de março de 2015 0
Foto: Agencia RBS.

Foto: Agencia RBS.

As vendas de produtos para a Páscoa deverão repetir o ano passado ou até mesmo cair. A projeção é da Fecomércio-RS, que aposta que o consumidor vai “pisar no freio”.

Para preservar o orçamento, os gaúchos darão preferência a produtos de menor valor. É o contrário de anos anteriores, em que itens como ovos de tamanho grande e produtos premium ganharam destaque. Além disso, a entidade salienta o aumento significativo nos preços dos chocolates.

- Os aumentos expressivos na conta de energia elétrica e nos combustíveis aumentaram ainda mais a inflação, resultando numa redução da renda disponível das famílias gaúchas para o consumo em geral. – acrescenta o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

Para minimizar perdas, a indústria do chocolate vem apostando na associação de chocolates a brinquedos e outros brindes. O objetivo é chamar o interesse dos consumidores em época de baixa confiança e cautela no consumo.

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Lojistas enviam pedidos sobre Imposto de Fronteira para o governo gaúcho

11 de março de 2015 0
Foto: Jocimar Farina/Rádio Gaúcha.

Foto: Jocimar Farina/Rádio Gaúcha.

Entidades do Movimento Chega de Mordida enviaram para o governo gaúcho um documento com reivindicações sobre o Imposto de Fronteira. A ação tinha ficado combinada em reunião ontem dos lojistas com o governador José Ivo Sartori. Também foi encaminhada para a Casa Civil.

Primeiro, o documento reforça o pedido dos dados detalhados sobre o quanto da arrecadação do Diferencial de Alíquota de ICMS (chamado de Imposto de Fronteira) se refere a pequenos lojistas, que integram o Simples Nacional. Presidente da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo, Vilson Noer explica que é o mesmo pedido entregue ainda em dezembro passado para o secretário da Fazenda, Giovani Feltes. Os empresários seguem esperando as informações para elaborar uma proposta ao governo para o fim da cobrança.

- Esperamos estas informações até sexta-feira. Em até 30 dias, devemos ter a proposta para o governo. Ainda dentro da ideia de uma agenda positiva. O interior vai esperar, mas segue preparado para mobilizações contra o Imposto de Fronteira.

Diz o documento:

“Solicitamos ao governador o fornecimento, até 13/03/2015, dos dados referente ao Imposto de Fronteira, constantes na carta entregue pelo movimento no dia 29/12/2014, os quais transcrevemos:
a.    Identificar o número de contribuintes do SIMPLES, segmentado por atividade econômica por CNAE (ou equivalente, como CAE), ao menor grau de detalhamento possível;
b.    Identificar o número de empresas do SIMPLES inadimplentes e valores em inadimplência das empresas do SIMPLES com o Diferencial de Alíquotas, segmentado por atividade econômica por CNAE (ou equivalente, como CAE), ao menor grau de detalhamento possível – antes e após a promulgação do Decreto Legislativo número 11.182/2013 e da Lei Estadual número 14.436/2014;
c.    Histórico de arrecadação de ICMS, referente ao Diferencial de Alíquotas, junto as empresas do SIMPLES (potencial perda de Receita do governo, conforme a legislação acima) segmentado por atividade econômica por CNAE (ou equivalente, como CAE), ao menor grau de detalhamento possível;
d.    Estimar o impacto na arrecadação, em curto e longo prazo, com a redução da alíquota interna de ICMS para 12%, para empresas do Regime Geral e SIMPLES.”

No documento ainda, o Movimento Chega de Mordida pede um ajuste no decreto do Governo do Estado publicado na última sexta-feira e que cria um fórum para discutir o Imposto de Fronteira. Os lojistas querem que seja estabelecido um prazo máximo de 90 dias a conclusão das discussões para que não seja apenas protelatório.

Outros pedidos: inclusão da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo como integrante do fórum e suspensão imediata das ações de exclusão dos optantes do Simples e das medidas executórias às micro e pequenas empresas.

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Governador promete dados do Imposto de Fronteira até sexta-feira para lojistas

10 de março de 2015 1
Foto: Jocimar Farina/Rádio Gaúcha.

Foto: Jocimar Farina/Rádio Gaúcha.

Lojistas reuniram-se no início da tarde com o governador José Ivo Sartori, no Palácio Piratini. O encontro foi para debater os rumos do Imposto de Fronteira e ocorreu após uma reunião fechada entre as entidades do chamado Movimento Chega de Mordida.

Participou do encontro o presidente da CDL Porto Alegre. Gustavo Schifino conta que Sartori requisitou que a Secretaria Estadual da Fazenda forneça até sexta-feira aos lojistas os dados do impacto do Imposto de Fronteira sobre a arrecadação do Estado.

O objetivo é saber quanto exatamente do Diferencial de Alíquota de ICMS é pago pelos pequenos lojistas, que estão no Simples Nacional e não conseguem recuperar os valores com crédito tributário. Com isso, elaborar uma proposta para o governo gaúcho interromper a cobrança.

- Vamos bater na ideia de que ele ajudar os micro e pequenos empresários vai ampliar a arrecadação. – reforça Schifino.

Schifino​ acrescentou que o Movimento Chega de Mordida participará do fórum de discussões criado por decreto se houver prazo para uma solução. Também pediram uma proposta para refinanciar dívidas de lojistas que não pagaram o Imposto de Fronteira por apostarem na vigência da lei estadual suspendendo a cobrança. Esses requisitos serão repassados para a Casa Civil. Na sexta-feira, o governo gaúcho publicou um decreto criando o chamado Fórum de Estudos sobre o Imposto de Fronteira. A medida foi criticada por lojistas do interior do Estado.

- Isso é para protelar a solução. Não tem mais o que discutir sobre o assunto. Os lojistas estão de saco cheio. – disse no dia um lojistas que não quer se identificar.

Também querem que a Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo participe do fórum com uma vaga própria. O presidente da AGV, Vilson Noer, conta que a reunião deu mais um tempo para o assunto, já que o encontro da manhã já falava em retomada das mobilizações.

- As manifestações ficam em “stand by” com a expectativa de uma solução. – conta Noer.

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Nova queda na confiança do empresário do comércio

09 de março de 2015 1

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio do Rio Grande do Sul voltou a cair em fevereiro. Recuo de 16,7% na comparação com o mesmo mês do ano passado e um decréscimo de 3,2% em relação a janeiro.

A retração do indicador reflete o comportamento dos três índices avaliados pela Fecomércio-RS: percepção quanto às condições atuais da economia, expectativas para os próximos seis meses e investimentos.

- A confiança do comerciante gaúcho atingiu um mínimo histórico. A pesquisa reflete claramente a percepção de que a situação atual da economia brasileira é pior do que há meses atrás e que a perspectiva de melhora fica cada vez mais distante. – destaca o presidente da entidade, Luiz Carlos Bohn.

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Nove em cada dez lojistas gaúchos estão vendendo menos

09 de março de 2015 2
Foto: Genaro Joner / Agencia RBS.

Foto: Genaro Joner / Agencia RBS.

- O varejo está operando no vermelho.

É a conclusão do presidente da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo. Vilson Noer analisa os dados de uma pesquisa feita em fevereiro com o comércio gaúcho.

Conforme o levantamento, 92% dos lojistas fecharam o mês vendendo menos do que no mesmo período do ano passado.

42%: queda de até 5%
24%: prejuízo de até 10%
26%: queda superior a 10%
8%: aumento de vendas

- O desempenho tímido se deve aos fatores macroeconômicos que impactaram diretamente o setor, como os aumentos da energia elétrica, dos combustíveis e da carga tributária, além dos problemas no abastecimento, que geraram falta de produtos generalizados, e o Carnaval, que reduziu os negócios por uma semana. – analisa o presidente da AGV, Vilson Noer.

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