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Posts com a tag "varejo"

Jorge Bischoff abre loja em Miami e projeta centro de distribuição para vender calçado gaúcho nos Estados Unidos

17 de janeiro de 2017 0

Foi aberta há pouco a loja de Miami da marca gaúcha Jorge Bischoff. Foi comemorado com um brinde aqui na Couromoda, em São Paulo:

 

 

A loja nos Estados Unidos recebeu um investimento de US$ 800 mil. Venderá calçados produzidos na fábrica que fica em Dois Irmãos.

A Jorge Bischoff tem sede em Igrejinha. A loja de Miami faz parte de um plano bem maior de conquistar o mercado norte-americano. A ideia começou a ser trabalhada há um ano, exatamente aqui na Couromoda.

O próximo passo será ter um centro de distribuição também em Miami. Irá abastecer também a venda dos calçados da marca pela internet.

E Jorge Bischoff já nos adiantou a próxima parada: outra loja e será na Califórnia, provavelmente.

A marca já vende para 60 países. Está super internacionalizada, mas os Estados Unidos são um desafio.

- Exportamos o mesmo sapato que produzimos para vender no Brasil. E o mais importante: fazemos questão de vender com a nossa marca. – ressalta a gerente de comunicação, Denise Pomje.

 

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Rádio Gaúcha e blog Acerto de Conta$ estão a convite na Couromoda, em São Paulo.

Rede de lojas dribla crise com crediário em 10 vezes e entrada em 100 dias

17 de janeiro de 2017 0

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Parcelar a venda para o consumidor em dez vezes e cobrar a entrada só em 100 dias. Essa foi uma das táticas da rede de varejo Dullius para enfrentar a crise econômica, que atingiu em cheio o bolso do cliente.

Dona de 21 lojas de roupas e calçados no Rio Grande do Sul, a Dullius conseguiu fechar 2016 bem. Faturou R$ 60 milhões no ano passado, mantendo o patamar do ano anterior. Três pontos:

- flexibilizou pagamento, estendendo prazo

- manteve o tipo de mercado consumidor sem migrar para produtos mais baratos

- treinou equipe para “segurar” e cativar clientes

Veja mais detalhes na entrevista com o presidente da empresa, Claudir Dullius:

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Rádio Gaúcha e blog Acerto de Conta$ estão na Couromoda, em São Paulo.

Cinco coisas que tiram o sono do diretor das lojas Trópico

11 de janeiro de 2017 7

Guga foi o quarto de seis filhos. Diz que não passou fome nem frio, mas precisou trabalhar quando quis um tênis ou uma camiseta de marca. Então, aos 13 anos, foi vender doce de porta em porta em Porto Alegre.

Um dia, no verão, fugiu para o Litoral e se apaixonou pelo surf. Chegou a consertar pranchas em Cidreira.

Mas também foi servir café no Banco do Brasil aos 15 anos. Logo depois, parou de vender doce, entrou na faculdade de Direito e passou em um concurso do banco. Com o dinheiro, comprou a primeira loja, de surf.

Só que aos 25 anos, pediu demissão, parou de advogar e foi cuidar das três lojas que tinha. Casou, teve dois filhos.

Mas, aos 37 anos, Guga perdeu o pai. Foi assassinado em um assalto a uma das lojas. Aos 40 anos, começou a praticar yoga e ficou conhecido pela posição destas fotos, que chama de invertida. Diz que serve para inverter a circulação do sangue e “lembrar que temos que ver o mundo por ângulos diferentes do que estamos acostumados.”

 

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Guga é Gustavo Schifino, de 49 anos, diretor de expansão da Trópico. Loja de surf, claro. A rede tem 20 operações atualmente. Foi presidente da CDL Porto Alegre e diretor regional da Associação Brasileira do Franchising, onde agora preside a Comissão de Ética.

- Queremos uma empresa divertida, leve, sem pressa. Que promova o lazer e o convívio com família e amigos e não afaste as pessoas.

Guga diz que sonha, prospera, toma tombos e aprende. E aponta cinco pontos que tiram o sono, mas também desafiam:

1 – Tornar-se obsoleto “Você pode acordar amanhã e seu negócio ter perdido a relevância. As pessoas podem encontrar algo mais interessante e mais barato para satisfazer desejos e necessidades, que também podem ter mudado. Isso me provoca um incômido, mas também uma necessidade de transformação que me faz sentir vivo.”

2 – Consumo Consciente “As pessoas vão consumir menos e melhor. Vai se dar bem quem tiver um produto de verdade e que resolva. E as pessoas precisam de muito pouco para serem felizes. No surf, tem o estilo praiano original, meio hippie, que me mostrou que riqueza mesmo é ter tempo para viver bem e na natureza. Não é no dinheiro que encontramos paz e equilíbrio. O consumo consciente fará as pessoas usarem mais cada produto que compram, até o fim, compartilhar, pedir emprestado. Qualquer coisa além disso não será sustentável. O que será o preço? Será a uma divisão entre o custo do que pagou e o número de vezes que vai usar o produto. Só que isso vai trocar o alicerce da economia e dará um trabalho danado. Muitos não darão este salto no seu negócio.”

3 – Tecnologia “O cliente sempre vai comprar o que quiser, onde quiser e como quiser. Só que a tecnologia elevou isso a patamares incríveis. A nova geração é formada por nativos digitais e representarão em cinco anos 70% do consumo. Tem que aprender a conversar com essa turma. Como dizia minha vó, “a ligeireza é que assusta”. E não há sinais de que esses processos vão desacelerar. Desapegue. Tudo pode ser mais simples, barato e direto.”

4 – Propósito e Alma “Adoro o exercício do velório. Você imagina quem estaria triste no velório da sua empresa. Se forem só os acionistas e, talvez, os funcionários, a empresa já morreu. Simples assim. Essa é a análise do propósito da sua empresa. Você tem uma alma ou não? Algo que faz falta de verdade para alguém? E atenção: mentir é pior que não ter uma resposta positiva. Buscar um propósito é legítimo e necessário. Humanize as relações. Diminuirá até o consumo de antidepressivos e ansiolíticos. Perca o medo de olhar no olho, de fazer gestão do negócio na horizontal. Para ser bom, tem que ser agora.”

5 – Concorrência “Antes era ‘eu contra eles’. Agora, somos ‘nós contra eles’. E amanhã cedinho será somente ‘nós’. Parcerias e trabalho colaborativo, até mesmo com concorrentes, trazem um novo mundo para os negócios. Otimizar recursos, compartilhar espaços, campanhas, funcionários e até mesmo produtos. Só é preciso definir sua essência e tratá-la bem. A meta é, ao olhar para o lado, encontrar mais do que alguém disputando a atenção e o bolso do seu cliente. Mas sim uma pessoa como você, que pode se transformar em um grande aliado na transição para esse fantástico mundo novo.”

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Preço do aluguel faz Colombo fechar loja em shopping de Porto Alegre

06 de janeiro de 2017 40

Jefferson Bernardes © 2009

 

 

A Lojas Colombo fechou a loja no BarraShoppingSul. As atividades foram encerradas no último dia 26 de dezembro. A unidade vendia eletroeletrônicos.

Em entrevista à Babiana Mugnol, da Gaúcha Serra, o dono da Colombo disse que o motivo foi o aluguel. Segundo Adelino Colombo, a rede de varejo não conseguiu renegociar o valor com a administração do shopping.

Segundo a CDL POA Shopping, outros lojistas cogitam fechar lojas ainda em janeiro. A reclamação contra shoppings de Porto Alegre em geral é sobre o aluguel. Engloba valores, dificuldade de negociação e a cobrança do 13º aluguel no ano.

Leia mais: Lojistas apontam fechamento de operações em shoppings de Porto Alegre e brigam para não pagar 13º aluguel

Atualizando: A CDL POA Shopping marcou reunião com lojistas para o dia dez de janeiro. Diz que tem 70 empresários já confirmados para o encontro.

Aliás, a entrevista completa da Babiana com o empresário vai ao ar no domingo no programa Serra de Negócios, na Gaúcha Serra. Às 9h.

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Procon e Varejo debatem medidas econômicas do Banco Central

26 de dezembro de 2016 1

Preço diferente para cartão de crédito e dinheiro.
Rotativo que vira parcelamento.
Cadastro positivo.

Medidas do Banco Central que geraram polêmica no WhatsApp da blogueira aqui ao longo da semana e viraram debate no programa Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha.

Ouça o debate completo com:

Diretor do Procon Porto Alegre, Cauê Vieira

versus

Presidente da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo, Vilson Noer

 

Intenção de consumo dos gaúchos tem pequena alta mas segue abaixo do Natal passado

20 de dezembro de 2016 0

A intenção de consumo dos gaúchos teve uma leve alta. Foi o quinto aumento consecutivo. Ainda assim, é considerada baixa pela Fecomércio-RS, que faz a pesquisa todos os meses.

Ficou em 64,8 pontos. Abaixo de 100 é considerado patamar pessimista.

As famílias com renda superior a dez salários mínimos estão menos pessimistas (75,4 pontos), mas tiveram recuo na intenção de consumo em dezembro. As que ganham menos aumentaram o indicador (62,3 pontos).

Outra questão observada pela entidade: é véspera de Natal e a intenção de consumo fica abaixo de dezembro de 2015, quando as vendas já caíram.

- Os indicadores de dezembro que medem o otimismo das famílias gaúchas com a economia registraram queda de 15,5% (aos 61,0 pontos) na comparação com o mesmo período do ano passado e 4,8% no confronto com o mês anterior. – informa o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

Segundo ele, alguns fatores são determinantes para o recuo do ICF. Entre eles, o enfraquecimento do mercado de trabalho, queda da renda real das famílias e permanência da taxa de juros em patamares elevados. A baixa confiança das pessoas na manutenção de vagas no mercado de trabalho também impactou o indicador.

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Juro nas lojas gaúchas volta a subir e quase bate 100%

14 de dezembro de 2016 0

Foi só de um mês o alívio no juro do crediário. As taxas voltaram a subir nas lojas em novembro, segundo a pesquisa da Associação Nacional de Executivos de Finanças.

Aqui no Rio Grande do Sul, também. Com isso, está quase batendo 100%. Acima da média nacional.

Juro no crediário no Rio Grande do Sul:

5,94% ao mês

99,86% ao ano

Ou seja, se não pagar a dívida, o valor dobra em um ano.

O Comitê de Política Monetário reduziu a taxa de juros Selic nas duas últimas reuniões. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, observou que instituições financeiras não estão fazendo o repasse do corte para consumidores e empresas. Com o argumento de aumento do risco de inadimplência, estou aumentando o que chama-se de “spread bancário”.

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Vendas do varejo gaúcho interrompem queda

14 de dezembro de 2016 0

As vendas do varejo gaúcho não cresceram, mas também não caíram em outubro. A pesquisa é do IBGE e considera o volume comercializado.

Ao menos, interrompeu a sequência de quedas. Em setembro, tinha caído 0,5% sobre agosto. No mês anterior, 1,3%.

No acumulado de janeiro a outubro, a queda chega a 5,5%. Recuo, no entanto, menos intenso do que a média nacional.

Maior retração:
Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação -22,6%

Maior crescimento:
Móveis +9,8%

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Mais um Natal de queda nas vendas, dos pequenos presentes e do carnê

12 de dezembro de 2016 0
Foto: Félix Zucco / Agência RBS.

Foto: Félix Zucco / Agência RBS.

 

Devemos ter mais um Natal de pequenos presentes e com compras no carnê. A previsão do presidente da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo, Vilson Noer.

- Cosméticos, produtos mais baratos de moda e até livros de valor baixo. Presentes mais baratos fecham com o atual quadro de penúria financeira.

Quanto à forma de pagamento, carnês e dinheiro devem se destacar. O crédito está mais restrito e o acesso ao parcelamento fica mais fácil no carnê, que depende mais do lojista.

- Mesmo com a inflação mais baixa, continuamos a vender abaixo do ano passado.

Conforme a AGV, o comércio gaúcho espera movimentar R$ 6,1 bilhões com o Natal no Rio Grande do Sul. É um valor 3,4% acima do ano passado. Descontando a inflação, queda real de cerca de 3,5%.

Segundo a AGV, o site Adzuna.com.br tem 336 vagas no varejo do Rio Grande do Sul. A média salarial é de R$ 1.344.

Porto Alegre tem o maior número de vagas. A Capital é seguida por Caxias do Sul, Cachoeirinha, Gravataí, São Leopoldo, Novo Hamburgo e Canoas.

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Parcelar o cartão de crédito tem juro alto, mas a taxa do rotativo é o triplo

01 de dezembro de 2016 1

 

Foto: Ricardo Duarte / Agência RBS.

Foto: Ricardo Duarte / Agência RBS.

 

Há três formas de pagar a fatura do cartão de crédito. Conforme o Banco Central:

1. Pagar o valor integral da fatura: essa é a opção recomendada, pois, sendo pago o valor integral, o cartão de crédito se restringe a meio de pagamento, não havendo incidência de encargos financeiros.
2. Parcelar o valor da fatura: neste caso, o cartão é utilizado como meio de financiamento, havendo incidência de encargos financeiros. Os juros do parcelamento são menores que os juros do crédito rotativo. Se o consumidor desejar parcelar o valor da fatura, deve seguir as recomendações constantes da sua fatura ou entrar em contato com a
instituição financeira emissora do cartão, para verificar como solicitar o parcelamento.
3. Pagar um valor entre o mínimo, de 15% do valor da fatura, e o integral: nesse caso, o consumidor usa o crédito rotativo, com incidência de encargos financeiros. Essa é a opção menos indicada, pois a taxa de juros aplicada é uma das maiores do mercado.

Pagar o valor todo é sempre o melhor. Mas, no mês de aperto, não deixe de tentar negociar. A diferença é enorme no juro, alerta a economista-chefe da Fecomércio-RS, Patrícia Palermo.

Taxa de juros média ao ano:

Parcelado 156,1%
Rotativo 475,8%

Os dados de juros são do levantamento do Banco Central no mês de outubro. Para se ter uma ideia, o cartão de crédito é o tipo de dívida mais comum entre os consumidores.

Na última pesquisa da Fecomércio-RS, 80,8% dos entrevistados disseram que têm dívidas no cartão de crédito. Não necessariamente, a fatura está ou terá o pagamento atrasado.

Sobre cancelamento, o Banco Central adverte: O contrato do cartão de crédito pode ser cancelado a qualquer momento. Mas NÃO quita ou extingue dívidas pendentes. Negocie o pagamento com a instituição que emitiu o cartão.