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Parcelar o cartão de crédito tem juro alto, mas a taxa do rotativo é o triplo

01 de dezembro de 2016 1

 

Foto: Ricardo Duarte / Agência RBS.

Foto: Ricardo Duarte / Agência RBS.

 

Há três formas de pagar a fatura do cartão de crédito. Conforme o Banco Central:

1. Pagar o valor integral da fatura: essa é a opção recomendada, pois, sendo pago o valor integral, o cartão de crédito se restringe a meio de pagamento, não havendo incidência de encargos financeiros.
2. Parcelar o valor da fatura: neste caso, o cartão é utilizado como meio de financiamento, havendo incidência de encargos financeiros. Os juros do parcelamento são menores que os juros do crédito rotativo. Se o consumidor desejar parcelar o valor da fatura, deve seguir as recomendações constantes da sua fatura ou entrar em contato com a
instituição financeira emissora do cartão, para verificar como solicitar o parcelamento.
3. Pagar um valor entre o mínimo, de 15% do valor da fatura, e o integral: nesse caso, o consumidor usa o crédito rotativo, com incidência de encargos financeiros. Essa é a opção menos indicada, pois a taxa de juros aplicada é uma das maiores do mercado.

Pagar o valor todo é sempre o melhor. Mas, no mês de aperto, não deixe de tentar negociar. A diferença é enorme no juro, alerta a economista-chefe da Fecomércio-RS, Patrícia Palermo.

Taxa de juros média ao ano:

Parcelado 156,1%
Rotativo 475,8%

Os dados de juros são do levantamento do Banco Central no mês de outubro. Para se ter uma ideia, o cartão de crédito é o tipo de dívida mais comum entre os consumidores.

Na última pesquisa da Fecomércio-RS, 80,8% dos entrevistados disseram que têm dívidas no cartão de crédito. Não necessariamente, a fatura está ou terá o pagamento atrasado.

Sobre cancelamento, o Banco Central adverte: O contrato do cartão de crédito pode ser cancelado a qualquer momento. Mas NÃO quita ou extingue dívidas pendentes. Negocie o pagamento com a instituição que emitiu o cartão.

Quase otimistas - Confiança dos comerciantes gaúchos tem sexta alta

28 de novembro de 2016 0

É o sexto mês consecutivo de aumento na confiança dos empresários do comércio gaúcho. A pesquisa é feita pela Fecomércio-RS.

Além disso, o indicador atingiu 97 pontos. Aproxima-se do patamar considerado de otimismo: 100 pontos.

Para se ter uma ideia, no ano passado, ficou em 76,2 pontos em novembro. Ou seja, tivemos um crescimento de 27%.

- Os dados revelam a continuidade do processo de recuperação da confiança do empresariado, com a interrupção na queda e estabilização da atividade econômica. – analisa o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

A alta ocorreu em todos os pontos analisados na pesquisa: economia brasileira, comércio e a própria empresa. O índice que mede os investimentos apresentou variação positiva de 8,8% na comparação com novembro de 2015 e alta de 2,3% sobre outubro último, alcançando 90,3 pontos.

- Esse indicador evoluiu de forma mais tímida, porém, o relacionado à contratação de funcionários persiste apresentando taxas elevadas pelo segundo mês consecutivo.

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Shopping de Porto Alegre começa a integrar compras e pagamentos em um aplicativo de celular

18 de novembro de 2016 1

shop

 

 

Ser 100% digital. Essa é a meta do Shopping Total, de Porto Alegre.

Em parceria com a 4all, a empresa desenvolveu um aplicativo para que os consumidores possam “fazer tudo ali”. A ideia é que a pessoa use o celular para pedir a comida, pagar na loja, achar o carro no estacionamento, receber promoções, entre outras funções.

- As pessoas já nem olham mais cartazes. Passam pelos corredores olhando para o celular. Então, fomos para o celular delas. – comenta Carolina Toledo, gerente de Marketing do Shopping Total.

Ainda está sendo implementado. Então, estão sendo feitos vários ajustes. Questões de sistema e também de comunicação com as lojas estão sendo desenvolvidas ainda.

- Queríamos começar logo. Agora, vamos aprimorando conforme recebemos o retorno dos consumidores. E, com isso, os lojistas vão aderindo cada vez mais.

Mas o consumidor já pode fazer várias coisas a partir da leitura do QR Code, que é tipo um código de barras para celular. Das 302 lojas, 87 já aderiram. São aquelas que têm o cartaz como o da foto acima.

Links:

IOS – Apple

Android – Google Play

 

Veja entrevista com o presidente da 4all, José Renato Hopf:

 

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Caem juros cobrados no crediário de lojas no Rio Grande do Sul

18 de novembro de 2016 0

Os juros do crediário caíram no Rio Grande do Sul em outubro. Poucas vezes isso ocorreu nos últimos dois anos, quando a crise afetou com força o mercado de crédito.

A queda foi de 0,67% sobre setembro. Então, quando as taxas estavam quase batendo 100%, voltaram a recuar para 98,95% ao ano.

A pesquisa é da Associação Nacional de Executivos de Finanças. O levantamento é feito em sete locais do País. A média nacional fica em 98,05% ao ano.

A pesquisa mais recente da Anefac também mostrou queda na taxa média de juros cobrada do consumidor, considerando seis linhas de crédito. Foi o primeiro corte em 24 meses.

Diretor da Anfeac, Miguel Oliveira atribui aos seguintes fatores:

- Redução da taxa básica de juros Selic pelo Banco Central em sua última reunião
- Expectativa de novas reduções da Selic nas próximas reuniões do Copom com um cenário de inflação menor
- Melhora das expectativas econômicas para 2017

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Comércio gaúcho cria empregos pela primeira vez em seis meses

31 de outubro de 2016 0
Foto: Jean Schwarz / Agencia RBS.

Foto: Jean Schwarz / Agencia RBS.

 

 

O comércio gaúcho fechou setembro com 1.538 mais contratações do que demissões. É o primeiro número positivo depois de cinco meses fechando postos de trabalho. O último mês que fechou com criação de empregos foi março.

Os dados são do Ministério do Trabalho. Apontam geração de 1.088 empregos no varejo e mais 450 no atacado.

No entanto, não chega nem perto de reverter o resultado do ano. Os números ainda são muito negativos e puxados para baixo pelo varejo. Em 2016, foram extintos 11.525 empregos com carteira assinada no comércio.

Expectativa de números positivos nos próximos meses, no entanto. Mesmo que em ritmo menor, é esperada a contratação de temporários para o fim do ano.

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Dobra entre gaúchos a vontade de fazer compras pela internet

19 de outubro de 2016 0

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Em 2015, eram 14%. Agora em 2016, foram 39% dos gaúchos entrevistados que disseram ter maior interesse em comprar pela internet.

A pesquisa “Humanização das Cidades” é da Liberty Seguros. O recorte dos dados de Porto Alegre foi feito para o blog Acerto de Conta$.

Pelos dados, houve uma transferência. Isso porque as compras em shoppings eram citadas por 61% dos entrevistados no ano passado. Neste ano, caíram para 37%.

Provavelmente, o principal motivo é preço. A crise fez as pessoas pesquisarem mais em busca de valores menores. Além disso, a tendência é cada vez mais a internet tornar-se mais confiável para os consumidores.

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Lojistas pedirão corte no aluguel e no preço do estacionamento em reunião hoje com BarraShoppingSul

19 de outubro de 2016 0

 

Foto: Adriana Franciosi / Agencia RBS

Foto: Adriana Franciosi / Agencia RBS

 

 

Ocorre hoje, às 15h30, a reunião sobre o desentendimento entre lojistas e o BarraShoppingSul: Lojas param de pagar aluguel de shopping de Porto Alegre e dizem que até preço do estacionamento afasta clientes.

Os empresários reclamam do aluguel e da dificuldade de renegociar com a administração do empreendimento. Afirmam que o valor é cerca de 30% maior do que a média dos aluguéis dos shoppings de Porto Alegre.

Presidente do Comitê CDL POA Shopping, Nilva Bellenzier adianta os principais pontos que serão levados à reunião:

- Pedido de redução no valor do aluguel das lojas.

- Redução do preço do estacionamento para atrair mais clientes.

- Transparência em custos que são repassados aos lojistas, como gastos com energia elétrica.

Aliás, custos de condomínio também estão sendo pauta de reuniões do comitê de lojistas com outros shoppings da Capital.

O BarraShoppingSul foi procurado pela Rádio Gaúcha e blog Acerto de Conta$, mas disse que não se manifestaria.

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Supermercado tem que pagar R$ 135 mil para funcionária presa em operação que achou produtos vencidos

14 de outubro de 2016 0

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Uma funcionária tem que ser indenizada em R$ 135 mil por danos morais por ter sido presa em operação policial no supermercado onde trabalhava. O caso ocorreu em São Borja, em uma loja do Nacional, da rede Walmart. Foi em 2013.

Na operação, foram encontrados 3,5 quilos de carne com validade vencida. Como o gerente da loja não estava presente, a empregada foi levada pela polícia como responsável pela irregularidade. Só que trabalhava no setor de contabilidade do supermercado. Depois, foi ainda indiciada criminalmente.

A indenização tem que ser paga pelo Walmart. Foi definida em primeira instância, na Vara do Trabalho de São Borja, e mantida pelos desembargadores da 3ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região. Ainda cabe recurso ao Tribunal Superior do Trabalho.

Durante a operação, a trabalhadora chegou a apresentar para a polícia notas fiscais para comprovar a origem lícita das carnes inspecionadas. Só que foi presa pela carne estar vencida, considerado crime em flagrante. Ficou detida por mais de dez horas em cela compartilhada com outras presas. Então, ajuizou ação na Justiça do Trabalho em busca de reparo pelos danos.

A Justiça entendeu que a funcionária não era responsável. Para a relatora, juíza Angela Chapper, a empregada foi presa devido à conduta culposa da empresa em deixar a loja sem responsável adequado e, além disso, com produtos vencidos em seu interior.

- A reclamada (Walmart) foi negligente em relação à forma de funcionamento de eventuais escalas de substituição ou responsabilização pela loja, deveres atinentes ao empregador, que logicamente decorrem do poder diretivo, o qual, além de facultar ao empregador a direção do empreendimento econômico, lhe atribui o dever de fazê-lo de modo organizado, a fim de evitar danos aos empregados”, argumentou a magistrada.

Decisão unânime.

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Varejo gaúcho acha que crise deixou consumidor mais consciente

13 de outubro de 2016 0
Foto: Jessé Giotti / Agência RBS.

Foto: Jessé Giotti / Agência RBS.

 

- O consumidor está mais confiante na economia, mas também está mais consciente ao gastar.

A percepção é do presidente da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo, que vê mais racionalidade na escolha dos produtos e presentes. Ao ser provocado pelo blog Acerto de Conta$, Vilson Noer sondou algumas redes de varejo sobre as vendas de Dia da Criança.

Chamado de ticket médio pelos lojistas, o gasto por consumidor ficou em torno de R$ 60 a R$ 70. É um pouco maior do que 2015, mas é importante lembrar que o resultado já foi baixo no ano passado.

Noer lembra que novembro tem a Black Friday. No ano passado, muitos consumidores até anteciparam as compras de Natal para aproveitar as promoções da campanha.

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Rio Grande do Sul foi o quinto estado que mais cortou empregos no varejo em 2015

03 de outubro de 2016 1
Foto: Ricardo Duarte / Agência RBS.

Foto: Ricardo Duarte / Agência RBS.

 

 

O varejo do Rio Grande do Sul fechou 2015 com 14.221 postos de trabalho a menos. Foi o quinto maior corte do País. O ranking negativo foi liderado por São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paraná.

A redução foi de 2,6% no número de funcionários nas lojas gaúchas. Com isso, o número de empregos caiu para 532.740.

O levantamento é da Confederação Nacional do Comércio. A entidade também identificou uma mudança no perfil do profissional do varejo. Trabalhadores jovens e menos qualificados foram os mais afetados pelas demissões ou suspensão de contratações.

- O emprego dos jovens é, historicamente, o mais vulnerável em momentos de recessão econômica. – comenta o economista da CNC, Bruno Fernandes.

Nacionalmente, do total das vagas cortadas no varejo, mais de 91,6% ocorreu entre trabalhadores com até 24 anos de idade. Na contramão, foram gerados postos de trabalho ocupados com pessoas com 50 anos ou mais de idade.