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Posts com a tag "varejo"

Fabricante de lingerie planeja mais cinco lojas no Rio Grande do Sul

09 de fevereiro de 2016 0
Foto: Divulgação.

Foto: Divulgação.

A Hope Lingerie pretende inaugurar mais cinco lojas no Rio Grande do Sul em 2016. A fábrica existe desde 1966. A primeira franquia foi inaugurada em 2005.

Duas das lojas já têm data e local. Uma delas será inaugurada em abril no Shopping Iguatemi, em Porto Alegre. A outra unidade será em Passo Fundo, em junho.

Já são sete lojas da Hope no Rio Grande do Sul. Diretor de expansão da marca, Sylvio Korytowski conta que há interesse em ter operações no shopping Praia de Belas, em Porto Alegre, em Canoas, Novo Hamburgo e Pelotas, por exemplo.

A rede estruturou dois modelos de franquia mais compactos, chamados Hope Store e HOPE 1.0. O investimento inicial parte de R$ 180 mil e de R$ 280 mil. Retorno médio de dois anos.

Em entrevista ao programa Destaque Econômico, o diretor falou sobre a estratégia de abrir lojas em ano de crise e quais os requisitos para se tornar um franqueadoa da Hope no Rio Grande do Sul. Confira:

 

Indústria no varejo

Ao ouvir a entrevista no programa, o presidente da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo destacou o fato de a própria indústria estar atuando na ponta, que é a loja. Vilson Noer vê como uma tendência.

- Capta o gosto do consumidor. Este modelo vai crescer porque o varejo está fragilizado. Assim, as margens ficam melhores.

Noer complementa que o modelo de franquias também vai crescer.

 

Ouça o Destaque Econômico, na Rádio Gaúcha. Domingos, às 9h.

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Três dicas para economizar nas compras pela internet

09 de fevereiro de 2016 0
Foto: Divulgação.

Foto: Divulgação.

Em três anos, os gaúchos devem aumentar em 170% as compras pela internet. Além disso, o ranking da consultoria Conversion mostra que o Rio Grande do Sul é o quarto no ranking de faturamento do comércio online no Brasil.

O blog Acerto de Conta$ dá três dicas para economizar mais ainda nas compras:

Comparador de preços

Há sites que comparam preços. O consumidor digita o nome do produto e o site mostra o preço dele em diversas lojas. É possível ordenar os resultados por relevância, preço, etc.

Bons exemplos: Google Shopping, Shopping Uol, Zoom.

Em alguns casos, há até parcerias entre o buscador de preços e o site da loja. Isso proporciona um desconto.

Além de comparar, o Zoom monitora os preços em alguns produtos. Mostra a variação dos últimos meses, permitindo que o consumidor identifique se o preço realmente está bom, além de permitir a criação de “alertas” para quando o alcançar um patamar desejado.

Cupom de desconto

Prática muito usada nos Estados Unidos. Está crescendo no Brasil e alcançando as grandes redes de varejo.

As próprias lojas estão enviando para o e-mail dos consumidores cadastrados. Mas há os sites que são especializados em cupons de desconto. Por exemplo:

Meliuz
Cuponomia
Cupom Valido
Poup

O consumidor pode colocar no Google o nome da loja onde vai comprar e o termo “cupom de desconto”. Então, avalia os resultados que mais se encaixam com a compra que pretende fazer. Copia o código e cola lá no “carrinho virtual” quando estiver finalizando a compra, no próprio site da loja.

Cashback

O cashback é o menos usado, mas não deixa de ser um desconto. O sistema devolve parte do dinheiro ao consumidor.

O usuário não faz a compra direto no site das empresas. Ele entra no site de cashback e é redirecionado para a loja que preferir.

Por levar o cliente à loja, os sites de cashback recebem uma comissão. Parte dessa comissão é dada de volta ao consumidor.

Aí, está o “desconto”. O resgate depende das regras de cada site. Exemplos:

Meliuz
Poup

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Lojistas gaúchos preparam campanha contra a volta da CPMF

03 de fevereiro de 2016 1

 

Imagem: Divulgação.

Imagem: Divulgação.

 

O varejo gaúcho prepara campanha contra a volta da CPMF. São outdoors, cartazes, adesivos e imagens para rolar nas redes sociais repudiando o retorno da cobrança do tributo.

A ideia, antecipada para o blog Acerto de Conta$, é da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo. As peças estão em fase de montagem e aprovação.

A AGV está buscando parcerias para bancar o projeto. O lançamento deve ocorrer na segunda quinzena de fevereiro.

- Imposto atrasa crescimento. Tira o dinheiro das famílias e para para o Estado. – defende o presidente da AGV, Vilson Noer.

Segundo Noer, a volta da CPMF retiraria o equivalente a 5% do faturamento mensal do varejo do Rio Grande do Sul. Arrecadação de R$ 100 bilhões no País, sendo R$ 6 bilhões no Rio Grande do Sul.

- Isso e mais o ICMS… Não há como não ser cruel em uma fase de queda geral de vendas. – observa o presidente da AGV.

À tarde passada, a presidente Dilma Roussef defendeu a volta da CPMF ao participar da abertura do ano legislativo no Congresso Nacional.

 

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Crise cria novos perfis de consumidores. Qual o seu?

02 de fevereiro de 2016 0
Foto: Emílio Pedroso / Agencia RBS.

Foto: Emílio Pedroso / Agencia RBS.

O comportamento do brasileiro mudou com a crise econômica. Com aumento de preço e redução do crédito, se adaptou para manter conquistas de consumo.

Em pesquisa, a agência de publicidade nova/sb identificou um aumento no uso do smartphone. O celular potencializou a capacidade de pesquisar e comparar do consumidor. Segundo o levantamento, metade passou a buscar opinião nos sites e aplicativos especializados para ser mais racional no consumo.

A agência criou o índice popsynergy, que é dividido em quatro perfis:

49% – Smart Buyers ou Consumidores Inteligentes - É planejado e metódico. Pesquisa muito, pois tem receio de correr o risco de não obter a mesma qualidade ao experimentar marcas que nunca usou antes. As classes B e C têm mais indivíduos nesse grupo e a escolaridade é de nível médio. É o que sente menos os efeitos da crise.

26% – Pé no Chão - Também praticam o consumo racional, mas não abrem mão de uma certa dose de conveniência. O perfil mais aberto a experimentar novos produtos e marcas. Também cortam o supérfluo, mas ajustam o consumo sem grandes sacrifícios. É um grupo qualificado pela sua alta escolaridade, em média. Participam dessa categoria a classe A e alguns membros das classes B e C.

17% – Sobrevivente - Não está em posição de escolher muito. Teve de cortar muitos gastos para não se endividar. Com pouca margem de manobra, opta pelos produtos mais baratos, mesmo que tenha que abrir mão de qualidade. Costuma cortar a alimentação fora de casa e a bebida alcoolica. Predominância das classes D e E, porém, também são encontrados indivíduos da classe B.

8% – Ostentação - Tem dificuldade em abrir mão de gastos e do estilo de vida que tinha antes da crise financeira. Mais impulsivo e indulgente. O consumidor ostentação quer saber de continuar consumindo todos os produtos e serviços que sempre buscava antes da crise. É mais evidente em alguns jovens das classes A e D.

Foram entrevistadas mais de 2,6 mil pessoas em todo o Brasil no fim de 2015.

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Temporal reduzirá em 5% faturamento do comércio de Porto Alegre em janeiro

01 de fevereiro de 2016 0
Foto: Jefferson Botega / Agencia RBS.

Foto: Jefferson Botega / Agencia RBS.

O fechamento de lojas no final de semana, devido ao temporal, reduzirá em 5% o faturamento do comércio de Porto Alegre em janeiro. A estimativa é do Sindilojas da Capital. Falta de energia elétrica e rede de internet, perdas de mercadoria e danos materiais, como destelhamentos, alagamentos e vidros quebrados, foram os principais prejuízos apontados pelo comércio.

- A consequência de não abrir a loja vai muito além da queda no faturamento, pois impacta na arrecadação da contribuição do mês – que será necessária para a reconstrução da cidade, por exemplo – e, inclusive, influencia na renda do trabalhador do comércio. Para os vendedores, que em sua maioria trabalham por comissão, ficar sem trabalhar é o mesmo que ficar sem sua bonificação. – comenta Paulo Kruse, presidente do Sindilojas Porto Alegre.

Supermercados muito danificados ou que não tinham geradores também fecharam as portas. Principalmente, no sábado. Foram casos como do Brasco (Rua Florêncio Ygartua), Gecepel (Avenida Independência) e do Asun (Avenida Azenha). As empresas relataram perdas de congelados, sorvetes, resfriados e laticínios, segundo a Associação Gaúcha de Supermercados. Algumas lojas de grandes redes também não abriram ou fecharam mais cedo.

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Luigi Bertolli pede recuperação judicial, mas garante que manterá duas lojas de Porto Alegre

01 de fevereiro de 2016 1
Foto: Reprodução.

Foto: Reprodução.

Dona da marca Luigi Bertolli, o Grupo GEP pediu recuperação judicial. O processo correrá na Justiça de São Paulo.

A empresa alega que pretende continuar com as atividades. Queda no consumo e alta do dólar estão entre os motivos apontados para os problemas financeiros da empresa.

Em Porto Alegre, a Luigi Bertolli informa que pretende manter as duas lojas que ainda estão abertas, no BarraShoppingSul e no Shopping Praia de Belas. A loja do Bourbon Wallig, no entanto, já tinha fechado no início do ano.

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Alvorada é a única cidade gaúcha com inauguração de shopping prevista para 2016

29 de janeiro de 2016 5
Foto: Divulgação Rua da Praia Shopping

Foto: Divulgação Rua da Praia Shopping

O Rio Grande do Sul tem uma inauguração de shopping prevista para 2016. Segundo a associação do setor, a Abrasce, será o Praça Alvorada Shopping Center. Previsão de abertura em setembro.

Em 2015, também houve apenas uma inauguração. Foi o Partage Shopping Rio Grande.

Atualmente, o Rio Grande do Sul tem 38 shoppings. Sendo que 16 deles ficam em Porto Alegre.

O Estado é o quarto em número de shoppings no ranking brasileiro. Fica atrás de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

O setor deu uma desacelerada, acompanhando o desaquecimento da economia. Assim como a crise bateu no varejo, os shoppings também sentiram. Há projetos que chegaram a ser lançados, mas que estão em suspenso.

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Endividamento cresceu 50% entre os gaúchos

26 de janeiro de 2016 1
Foto: Emílio Pedroso / Agencia RBS.

Foto: Emílio Pedroso / Agencia RBS.

O endividamento entre as famílias gaúchas cresceu 50% em um ano. O nível medido em janeiro pela Fecomércio-RS ficou em 67,1% dos entrevistados. No mesmo mês do ano passado, apenas 44,8% diziam estar endividados.

A cada cem, 18 pessoas dizem estar muito endividadas. Essa incidência é maior entre as famílias com renda até dez salários mínimos.

Para a Fecomércio, o aumento é reflexo da queda do emprego, da renda e pela inflação elevada. Observa ainda que a elevação só não é maior porque, ao mesmo tempo, o consumo caiu e o acesso ao crédito está mais restrito.

Preocupação

O que preocupa é que o maior endividamento ocorre no cartão de crédito, que é apontado por mais de 80% das famílias. É a linha de crédito com o maior juro do mercado, disparado.

Outro ponto é que o mercado de trabalho pode não segurar as pontas. Há um aumento no desemprego.

Estes dois fatores podem fazer com que muitas contas não sejam pagas, transformando o endividamento em inadimplência.

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Inadimplência engata nova alta no Rio Grande do Sul

22 de janeiro de 2016 0
Foto: Carlos Edler / Agencia RBS.

Foto: Carlos Edler / Agencia RBS.

A inadimplência voltou a subir entre os gaúchos. Fechou 2015 em 12,8%. Significa que esse é o número de nomes com restrição de crédito a cada cem consultas ao SCPC, cadastro de inadimplentes.

É a mais alta dos quatro anos da pesquisa da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo. Em relação a dezembro do ano anterior, o índice avançou 7,5%.

Em dezembro, costuma ter um recuo na inadimplência. O trabalhador usa o 13º salário para pagar dívidas atrasadas.

Mas os próximos três meses geram uma expectativa ruim, segundo o presidente da AGV. Vilson Noer lista como motivos o aumento do desemprego, aperto nos empréstimos, juros mais alto, queda na renda média e a inflação elevada.

Curiosidade

A pesquisa divide o Rio Grande do Sul em sete regiões. Somente uma mantém uma média abaixo de dois dígitos. Essa região abrange O Vale do Taquari e o Vale do Rio Pardo.

- Acreditamos que é uma questão cultural. É uma região onde as pessoas detestam ficar com o nome sujo. Consideram vergonhoso.

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BNDES financia construção de cinemas em Gravataí

22 de janeiro de 2016 2
Foto: Patrick Rodrigues / Agencia RBS.

Foto: Patrick Rodrigues / Agencia RBS.

O BNDES aprovou financiamento para construção de cinemas em Gravataí, na Região Metropolitana. O dinheiro será destinado para as obras de um complexo cinematográfico com cinco salas de cinema. Juntas, somarão 939 assentos.

O crédito faz parte de um financiamento total de R$ 12,6 milhões para o Grupo Econômico Arcoplex. Parte do montante vai para a construção de outro complexo cinematográfico, em Araranguá (SC), e modernização de cinemas nas cidades catarinenses de Itajaí e Jaraguá do Sul.

Segundo a Arcoplex, todas as novas salas terão bilheteria e bombonière informatizadas, poltronas numeradas e vendas de ingressos antecipada. A projeção será digital e algumas salas terão projeção 3D.

O investimento total da empresa no projeto está estimado em R$ 18,7 milhões. Considerando as salas criadas com a expansão em Jaraguá do Sul e em Itajaí e os novos projetos de Araranguá e Gravataí, o grupo contará com 29 complexos e 93 salas em 23 cidades.

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