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Posts com a tag "varejo"

Gaúchos ocupam quinto lugar no ranking de compras pela internet

01 de setembro de 2014 0

O Rio Grande do Sul é o quinto Estado no ranking brasileiro de comércio online. Os gaúchos fizeram 2,2 milhões de pedidos pela internet no primeiro semestre. O faturamento destas vendas alcançou R$ 831 milhões.

O dado foi apresentado pelo vice-presidente do BuscaPé e diretor-geral da E-bit, Pedro Guasti, no Zoom Varejo Digital, realizado pela CDL Porto Alegre.

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Empresa gaúcha vai abrir 24 novas lojas de calçados no Rio Grande do Sul

25 de agosto de 2014 0
Foto: Divulgação.

Foto: Divulgação.

Rede gaúcha de varejo, a Gaston vai abrir 24 novas lojas no Rio Grande do Sul até 2020. Ficarão, principalmente, na Grande Porto Alegre e no interior. O investimento em cada unidade varia de R$ 800 mil a R$ 1 milhão.

Valor semelhante é aplicado para remodelar as lojas que já existem. São 37 do Grupo Paquetá, dono da marca. Quatro já foram renovadas e outras cinco serão reformadas até 2015. O novo padrão da Gaston envolve setorizar os produtos por femininos, masculinos e um espaço exclusivo infantil.

Mão de obra

Toda essa expansão envolve contratação de pessoas. Desde vendedores, passando por estoquistas, caixas e até gerentes. Interessados podem enviar currículos para rh@paqueta.com.br.

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Lojas de material de construção sofrem com endividamento do consumidor e Copa do Mundo

25 de agosto de 2014 0
Foto: Ricardo Duarte/Agência RBS.

Foto: Ricardo Duarte/Agência RBS.

As vendas de material de construção no varejo de Porto Alegre tiveram um tombo em junho, com a Copa do Mundo. A queda foi de 20,7% sobre maio. Em julho, cresceram 11,6%.

- O aumento não chega a compensar todas as perdas. Nem toda a venda fica represada para ocorrer depois. – explica o vice-presidente do Sindilojas Porto Alegre, Paulo Penna Rey, que também é empresário da Multo Ferragem.

Em relação aos meses do ano passado, as lojas vêm apontando queda nas vendas também. Descontando a inflação, o faturamento foi 6,1% menor em julho.

O endividamento do consumidor preocupa. A renda comprometida afasta a reforma da casa.
- Esperamos uma reação agora em setembro. A melhora no clima tradicionalmente aumenta a venda de alguns produtos, como tintas. – projeta Penna Rey.

Além destes dois fatores, a incerteza quanto à economia também respinga no varejo de material de construção. Empresas estão segurando o investimento em obras maiores.

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Gaúchos estão menos seguros quanto ao emprego

25 de agosto de 2014 0

As famílias gaúchas estão menos seguras quanto à situação do emprego. Houve queda de 17% em relação a agosto de 2013 e de 0,7% na comparação com julho deste ano.

A variável faz parte do indicador de consumo divulgado todos os meses pela Fecomércio-RS, que avalia que, embora a taxa de desemprego ainda esteja em níveis muito baixos, o desempenho fraco da atividade econômica vem impactando na redução do otimismo das famílias. Estão se criando menos vagas e aumentando as demissões.

“Apesar do patamar ainda otimista, deve-se mencionar que, mesmo com o crescimento registrado pelas remunerações médias nos últimos meses, a inflação persistentemente alta contribui para redução da percepção da renda real das famílias na comparação com o mesmo período do ano passado. “

No geral, a intenção de consumo das famílias gaúchas apresentou uma queda de 6,1% em agosto em relação ao mesmo período do ano passado. Em relação a julho, aumentou 3,6%.

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Consumidor mudou, dizem fornecedores dos supermercados

22 de agosto de 2014 0

Na tradicional pesquisa realizada todos os anos na Expoagas, a Associação Gaúcha de Supermercados acrescentou algumas perguntas enviadas pelo blog Acerto de Conta$. Confira as respostas dos expositores, que são os mais diversos fornecedores do setor supermercadista:

O comportamento do consumidor mudou nos últimos cinco anos?

78% disseram que sim

A principal mudança:

57,7% acreditam que o consumidor está mais exigente

Como a sua empresa fechará o ano?

95% terão crescimento

1% acredita que terá queda

1% fica no zero a zero

3% não quiserem opinar

Manlec entra em recuperação judicial

20 de agosto de 2014 25
Foto: Divulgação.

Foto: Divulgação.

A Manlec entrou em recuperação judicial. A rede de lojas do Rio Grande do Sul teve o pedido autorizado à noite passada pela Justiça gaúcha. A ação havia sido ajuizada na última sexta-feira.

A empresa enfrenta uma crise financeira há anos. O passivo atinge R$ 100 milhões. Deste montante, R$ 56 milhões são débitos somente com bancos. Outros R$ 35 milhões são com fornecedores. Há ainda cerca de R$ 5 milhões que são dívidas trabalhistas.

Com a autorização da Justiça, a empresa tem 60 dias para apresentar o plano de recuperação judicial, que terá que ser aprovado por credores. Todo este prazo deverá ser usado. Por 180 dias, as ações de cobrança e execução ficam suspensas. O próximo passo será fazer o diagnóstico da situação da Manlec. O que deve demandar mais esforço será a renegociação com bancos, prevê o advogado Laurence Bica Medeiros, sócio-diretor da SMR Assessoria e Consultoria Empresarial, que está atuando no caso.

- A Manlec quer manter o negócio. O nosso objetivo é fazer a reestruturação e deixar a empresa saudável.

A figura jurídica da recuperação judicial substituiu a antiga concordata. O objetivo é dar um período para as empresas arrumarem o negócio e voltarem a operar, evitando a falência.

Nos últimos dias, a Manlec demitiu 117 pessoas, segundo o tesoureiro-geral do Sindicato dos Comerciários de Porto Alegre, Luis Carlos Barbosa. A maioria ficava em Porto Alegre e o restante, em outros sete municípios.

As verbas rescisórias não foram pagas ainda e, apesar de terem prioridade sobre as demais dívidas, a recuperação judicial dá prazo de um ano para a quitação. Segundo o advogado João Medeiros, da Medeiros Fernandes Jr. Advogados – escritório contratado pela Manlec -, o pagamento não ocorreu por absoluta falta de recursos.

- Explicamos a situação para o Sindicato dos Comerciários de Porto Alegre. Fomos pedir a homologação das demissões mesmo assim para que os trabalhadores tenham acesso ao seguro desemprego e ao FGTS. A Manlec segurou os empregos até por mais tempo que podia. Muitos funcionários estavam ociosos pela baixa atividade da empresa. A empresa adiou o que pode as demissões.

A empresa cogita injeção de capital externo. Os advogados, no entanto, esclarecem que isso não é venda da Manlec.

- Estamos trabalhando. Estamos estudando uma reestruturação. – diz o diretor da Manlec, Atílio Manzoli Júnior.

A Manlec foi fundada em 1953, com uma pequena fábrica de móveis no Bairro Bom Fim. A entrada no varejo ocorreu em 1967. Atua no comércio de eletroeletrônicos, móveis, entre outros itens.

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Economia movida a confiança

19 de agosto de 2014 0

Coluna Acerto de Conta$, no Diário Gaúcho. Todas as terças.

A economia tem indicadores só para medir confiança. Seja ela do consumidor, dos industriais, do comércio, do setor imobiliário…

Mas por que a confiança é tão importante? Porque serve como um indicador de tendência. As famílias compram quando estão confiantes na economia e no seu emprego. O consumidor assume um parcelamento porque está tranquilo que poderá pagar.

O empresário confiante, então, pode mover montanhas! Quando aposta na economia, ele investe, amplia produção, contrata trabalhadores, faz a máquina da economia girar para frente e mais rápido.

O que está acontecendo agora no Brasil é que os níveis de confiança estão baixos. Como já faz algum tempo, os efeitos já são sentidos na prática. Tanto que os indicadores gerais da economia brasileira estão com desempenho preocupantemente negativos. Fora os dias parados da Copa do Mundo, os analistas atribuem o freio na economia exatamente ao baixo otimismo – e até pessimismo – de empresários e consumidores.

Quando deve melhorar?

Espera-se que, terminadas as eleições, a coisa melhore. Com o cenário político definido, os empresários tendem a retomar investimentos. Segurança no emprego pode fazer com que as famílias voltem a comprar.

Mas e se não melhorar?

Se a economia não reagir ainda no primeiro trimestre de 2015, há um receio de demissões em massa. O mais grave é o chamado efeito dominó no mercado de trabalho. Na expectativa, algumas empresas seguram seus funcionários mesmo sem ter produção suficiente para mantê-los trabalhando. Até porque demitir é caro e treinar novos empregados é mais caro ainda.

Por exemplo:

Um exemplo desse receio é a projeção da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo para o Natal. É a principal data de vendas do ano, mas, ainda assim, as lojas devem contratar 7 mil trabalhadores temporários a menos do que no ano passado.

- O primeiro semestre não foi favorável para o varejo, com resultados abaixo do esperado em vendas. Isso afetou o custo das empresas, cujos resultados finais estão menores. As projeções de vendas do segundo semestre são moderadas e a tendência é que o aumento seja tímido. – comenta Vilson Noer, presidente da AGV.

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Lojas gaúchas vão contratar 7 mil temporários a menos para o fim do ano

18 de agosto de 2014 0
Foto: Fabrício Barreto/Divulgação Walmart.

Foto: Fabrício Barreto/Divulgação Walmart.

O comércio do Rio Grande do Sul vai reduzir a contratação de trabalhadores temporários para o fim de ano. A projeção é da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo.

Segundo o cálculo da AGV, serão 18 mil vagas. Ano passado, foram 25 mil temporários.

O Natal é a principal data de vendas do varejo. No entanto, a redução de 28% nas contratações também terá como objetivo compensar as perdas do primeiro semestre.

- O primeiro semestre não foi favorável para o varejo, com resultados abaixo do esperado em vendas. Isso afetou o custo das empresas, cujos resultados finais estão menores. – comenta Vilson Noer, presidente da AGV.

As projeções de vendas do segundo semestre são moderadas e a tendência é que o aumento seja tímido. Deve ficar em 8,5% e 9% nominais, lembrando que a inflação deve fechar o ano acima de 6%.

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Queda na venda de calçados chega no varejo

15 de agosto de 2014 0
Foto: Alan Pedro / Agencia RBS.

Foto: Alan Pedro / Agencia RBS.

A venda de calçados vem caindo no mercado interno brasileiro. O comportamento já registrado na indústria está agora se repetindo no varejo.

Em junho, houve queda de 2,5% nas lojas, enquanto as vendas gerais do varejo ainda têm uma pequena alta de 0,8% nesta comparação. No semestre, o varejo de calçados acumula recuo de 0,7% no volume comercializado.

A tendência é continuar em declínio, segundo o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados. Heitor Klein atribui à inflação e ao alto endividamento, piorados pela queda na competitividade dos produtos brasileiros.

O desaquecimento do consumo apareceu também nas importações. A trajetória de alta foi interrompida. Em julho, as compras de calçados fabricados no exterior caiu 25%.

- Não observamos recuperação alguma depois da Copa do Mundo. A eleição é um fenômeno atípico que, da mesma forma, produzirá efeito negativo nas vendas do varejo. Infelizmente, a previsão é de que 2014 seja um ano complicado para a indústria calçadista do início ao fim, com todos indicadores abaixo do aceitável para a saúde das empresas.

O mercado de trabalho sente mais este impacto. De janeiro a junho, o nível de emprego na indústria calçadista caiu 7,6%. Em dois meses, foram cortados 7 mil empregos com carteira assinada.

A Abicalçados pede uma solução urgente. Heitor Klein sugere flexibilização da jornada de trabalho, que está sendo estudada pelo Governo Federal. A medida permitiria a diminuição da jornada com redução salarial.

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Água contaminada: São Lourenço tem apenas 0,5% do mercado gaúcho

15 de agosto de 2014 0
Foto: Divulgação.

Foto: Divulgação.

A marca São Lourenço responde por apenas 0,5% do mercado de água mineral no Rio Grande do Sul. A informação é da Associação Gaúcha de Supermercados.

A Anvisa proibiu a venda de um lote da água fabricada pela Nestlé. A determinação foi publicada no Diário Oficial da União. Um laudo identificou a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa acima do limite estabelecido na legislação.

Lote contaminado: 32966047S1, com validade em 23/10/2014.

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