Com programação intensa até o próximo domingo, a Campus Party Brasil deste ano criou um alento para quem só pode acompanhar à distância as mais de 500 horas de conteúdo do maior evento de inovação, ciência, entretenimento e cultura digital do mundo. Nas edições anteriores, já havia transmissão de vídeo de algumas palestras, mas, desta vez, a página Campus Live estruturou melhor o streaming e organizou os vídeos de atividades que já aconteceram. A equipe AMV, que tem tradição em assistir à CP de longe, comemora.
Nem todas as palestras têm streaming, mas os principais convidados poderão ser vistos pela Campus Live. Nossos destaques:
- Kul Wadhwa – 9/02 (quinta-feira), 13h: o diretor-gerente da Wikimedia Foundation/Wikipedia promete falar sobre a polêmica SOPA.
- Os filhos da internet – 10/02 (sexta-feira), 13h: reunião que deve render umas boas risadas, já que junta figuras da internet brasileira como Rafinha Bastos, PC Siqueira, Rodrigo Fernandes (Jacaré Banguela), Maurício Cid (Não Salvo) e Rosana Hermann (Querido Leitor).
- Revolução em rede: os movimentos sociais do século 21 – 10/02 (sexta-feira), 16h: mesa-redonda sobre o potencial da internet para mudanças políticas, com os ativistas Charles Lenchner (Occupy Wall Street), Olmo Gálvez (Acampada del Sol) e Leila Nachawati (blogueira sírio-espanhola, atuante nos protestos da Primavera Árabe)
- Michio Kaku – 11/02 (sábado), 13h: físico e professor na Universidade da Cidade de Nova York, Kaku é um dos principais porta-vozes da física atualmente e busca desvendar mistérios do universo através de simples equações.
- Vince Gerardis – 11/02 (sábado), 19h: co-fundador da Created By, empresa que representa grandes nomes da literatura de ficção científica, fantasia e terror. Entre os seus trabalhos mais conhecidos, está a série Game of Thrones.
Paralelamente, para ficar por dentro dos comentários dos campuseiros e visitantes, é bom seguir a hashtag #cpbr5. Pelo Twitter, é que chegam os bastidores do acampamento que, pelo visto, conquista pela internet de 20 Gbps (o dobro da velocidade do ano passado), mas decepciona pela estrutura do Centro de Exposições Anhembi. Apesar de o espaço ser mais amplo do que Centro Imigrantes, onde aconteceram as edições anteriores, desta vez, segundo relatos espalhados nas redes sociais, as duchas dos banheiros não têm água quente, faltam ventiladores e há poucos bebedouros espalhados pelos pavilhões – e a água, para completar, tem a aparência estranhíssima registrada no vídeo abaixo.



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