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Ajude uma startup brasileira a chegar ao Vale do Silício

15 de julho de 2012 0

Atualização: faltando menos de 24h para a votação se encerrar, o projeto dos brasileiros do Spotwish está na primeira posição, mas continua em disputa com um grupo indiano. Para ajudar a garantir os últimos cliques necessários para a vitória brasileira, vote em http://bit.ly/spotwish (atualizado em 22/07, às 23h39).

Do Campus do Vale, em Viamão (RS), para o Vale do Silício, na Califórnia. Esta é a história que os criadores da rede social Spotwish (lembram que já falamos dela por aqui?) estão prestes a escrever se contarem com a ajuda dos cliques dos brasileiros. O projeto, nascido no Rio Grande do Sul e depois instalado em São Paulo, está entre os mais votados no concurso Evernote DevCup, que elege, por voto popular, o melhor recurso proposto para integração com o famoso (e incrivelmente útil) app Evernote. Ao todo, participam 174 projetos de todo o mundo. O Spotwish está encarando um páreo duro contra indianos e americanos. A votação acontece online até o dia 23 de julho neste link (é possível votar uma vez por dia).

A ideia proposta pela equipe do Spotwish é um recurso que ajuda a guardar “memórias” geolocalizadas na rede. Assim, quando alguém participar de alguma atividade combinada com um amigo pelo Spotwish, será feita uma marcação do evento naquele local. Se você fizer, por exemplo, um piquenique com amigos no parque, será lembrado daquela memória toda vez que passar pelo mesmo lugar e poderá rever fotos e comentários relacionados àquele dia. A marcação também poderá ficar disponível nas suas anotações do Evernote.

Veja abaixo um vídeo que explica o projeto (em inglês):

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Menino de 9 anos monta fliperama de papelão e recebe festa surpresa organizada pela web

12 de abril de 2012 0

Com caixas de papelão descartadas pela loja de auto-peças do pai e alguns rolos de fita adesiva, Caine, de 9 anos, construiu o seu próprio fliperama e conquistou simpatia e merecidas expressões de “óun” do mundo inteiro. A brincadeira criativa, montada em uma garagem do leste de Los Angeles, ficou internacionalmente conhecida quando Nirvan Mullick foi comprar uma peça para o seu carro e reparou nas invenções do garoto, que, de tão bem pensadas, têm até um sistema de organização de ingressos e brindes.

Impressionado, Mullick decidiu produzir um documentário de curta-metragem e promoveu, através de um evento no Facebook e de uma postagem no Reddit, um flash mob que reuniu dezenas de pessoas para brincarem no fliperama do Caine (Caine’s Arcade, em inglês). Disponível há apenas três dias, o vídeo já foi visto mais de 1,7 milhão de vezes.

Além disso, através de páginas em redes sociais (confira o Facebook e o Twitter), o grupo está arrecadando dinheiro para financiar a faculdade do pequeno inventor.

Separe um lencinho e assista ao curta:

Via Ponto Eletrônico e Jovem Nerd

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Campus Party à distância (e sem internet de 20 Gbps)

09 de fevereiro de 2012 0

Cristiano Sant'Anna/Divulgação

Com programação intensa até o próximo domingo, a Campus Party Brasil deste ano criou um alento para quem só pode acompanhar à distância as mais de 500 horas de conteúdo do maior evento de inovação, ciência, entretenimento e cultura digital do mundo. Nas edições anteriores, já havia transmissão de vídeo de algumas palestras, mas, desta vez, a página Campus Live estruturou melhor o streaming e organizou os vídeos de atividades que já aconteceram. A equipe AMV, que tem tradição em assistir à CP de longe, comemora.

Nem todas as palestras têm streaming, mas os principais convidados poderão ser vistos pela Campus Live. Nossos destaques:

- Kul Wadhwa – 9/02 (quinta-feira), 13h: o diretor-gerente da Wikimedia Foundation/Wikipedia promete falar sobre a polêmica SOPA.

- Os filhos da internet – 10/02 (sexta-feira), 13h: reunião que deve render umas boas risadas, já que junta figuras da internet brasileira como Rafinha Bastos, PC Siqueira, Rodrigo Fernandes (Jacaré Banguela), Maurício Cid (Não Salvo) e Rosana Hermann (Querido Leitor).

- Revolução em rede: os movimentos sociais do século 21 – 10/02 (sexta-feira), 16h: mesa-redonda sobre o potencial da internet para mudanças políticas, com os ativistas Charles Lenchner (Occupy Wall Street), Olmo Gálvez (Acampada del Sol) e Leila Nachawati (blogueira sírio-espanhola, atuante nos protestos da Primavera Árabe)

- Michio Kaku – 11/02 (sábado), 13h: físico e professor na Universidade da Cidade de Nova York, Kaku é um dos principais porta-vozes da física atualmente e busca desvendar mistérios do universo através de simples equações.

- Vince Gerardis – 11/02 (sábado), 19h: co-fundador da Created By, empresa que representa grandes nomes da literatura de ficção científica, fantasia e terror. Entre os seus trabalhos mais conhecidos, está a série Game of Thrones.

Paralelamente, para ficar por dentro dos comentários dos campuseiros e visitantes, é bom seguir a hashtag #cpbr5. Pelo Twitter, é que chegam os bastidores do acampamento que, pelo visto, conquista pela internet de 20 Gbps (o dobro da velocidade do ano passado), mas decepciona pela estrutura do Centro de Exposições Anhembi. Apesar de o espaço ser mais amplo do que Centro Imigrantes, onde aconteceram as edições anteriores, desta vez, segundo relatos espalhados nas redes sociais, as duchas dos banheiros não têm água quente, faltam ventiladores e há poucos bebedouros espalhados pelos pavilhões – e a água, para completar, tem a aparência estranhíssima registrada no vídeo abaixo.

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De cara nova

01 de fevereiro de 2012 0

O Admirável Mundo Virtual está com nova aparência. A partir de agora, o blog apresenta um template mais moderno e prático para a leitura. As demais funções da página seguem iguais. Esperamos que vocês gostem do novo visual.

Equipe AMV

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Sites promovem protesto contra SOPA

19 de janeiro de 2012 0

Nesta quarta-feira, mais de 10 mil sites participaram de um protesto online contra a SOPA (Stop Online Piracy Act) e a PIPA (Protect Intelectual Property Act), projetos de lei que estão em discussão no Congresso americano e que pretendem barrar a pirataria e a violação de direitos autorais.

A versão em inglês da Wikipedia e o site Boing Boing exibiram mensagens de protesto e ficaram fora de funcionamento. Em letras brancas contra o fundo preto, a mensagem da equipe da Wikipedia justifica o blecaute: “Imaginem um mundo sem conhecimento gratuito… Atualmente, o Congresso dos EUA está considerando uma legislação que pode prejudicar gravemente a internet gratuita e aberta”.

Páginas de grande tráfego, como a versão em inglês do Google, o agregador de notícias Reddit, a ferramenta para blogs WordPress e a revista de tecnologia Wired, aderiram à manifestação colocando tarjas pretas e mensagens de repúdio às leis propostas. O movimento foi liderado pela organização Fight For The Future, através do site SopaStrike.

Confira abaixo uma seleção de imagens de protesto exibidas nas capas de sites que aderiram ao manifesto

Protestos contra a SOPA

Além da faixa preta colocada sobre o logotipo, o Google organizou um abaixo-assinado que, segundo o New York Times, já reúne mais de 4,5 milhões de assinaturas.

A mobilização parece já ter efeito entre os legisladores americanos. Ao longo da quarta-feira, conforme publicado na Folha de São Paulo, os senadores republicanos Marco Rubio (Flórida) e Roy Blunt (Missouri), antes incentivadores da lei, disseram que não pretendem mais apoiar a mudança. O também republicano John Cornyn (Texas) sugeriu que o Congresso estude a medida por mais tempo antes de votá-la.

O fundador e presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, apesar de não ter feito mudanças na aparência da rede social em função do protesto, publicou uma mensagem de repúdio no seu perfil dentro do site. “O Facebook se opõe à SOPA e à PIPA, e nós vamos continuar a nos opor a quaisquer leis que prejudiquem a internet”, escreveu.

Na internet brasileira, também houve mobilização contra SOPA e PIPA. Entre outros, o site do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) apresentou na sua página inicial um aviso de adesão. No Twitter, as mensagens de apoio dos brasileiros vêm acompanhadas da hashtag #SOPAblackoutBR.

Assista ao vídeo abaixo, que está sendo divulgado pela organização Fight For The Future e explica como funcionariam as leis (com legendas em português)


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Spotwish: nova rede social que valoriza o "mundo real"

25 de dezembro de 2011 0

É só acessar a página para sentir-se cercado de gente disposta a sair de casa e fazer algo. No ar, apenas para convidados, há um mês e aberta publicamente na última semana, a rede social Spotwish – com sua nuvem que mostra, por uma escala no tamanho das fotos de perfil, os que estão mais próximos naquele instante – pode ser descrita como uma ferramenta baseada em geolocalização para descobrir oportunidades e combinar atividades no “mundo real”. Os criadores são os gaúchos João Otero e Rafael Jannone, sócios na empresa Bullb, que, no maior espírito da rede, aceitaram o convite da reportagem para um lanche-entrevista.

Uma possível semelhança com outras redes também baseadas na localização do usuário, segundo os criadores, deve ser esquecida. “A geolocalização é o que mais chama a atenção agora, mas isso todas as redes podem oferecer daqui a pouco. O nosso diferencial é descobrir o que é legal para ti e te informar exatamente isso, como se fosse uma rede de avisos”, explica João. O destaque fica com a ferramenta “convide-me para…”, que facilita que, ao navegar pela nuvem, já se veja o interesse do amigo naquele momento e logo engate um papo para combinar a atividade.

Por enquanto, a rede só está em funcionamento para a web, mas o foco, no futuro, será o uso em celulares. O aplicativo do Spotwish para Android e iPhone deve estar pronto até o Carnaval. “As coisas mais legais a gente nem lançou ainda”, anuncia Rafael.

A ideia de criar o Spotwish surgiu no início de 2011, depois de a Bullb quase acabar, como confessam os sócios. Com a conta da empresa quase zerada, decidiram que a melhor forma de trabalhar intensamente no verão, para salvar os negócios, seria alugar uma casa na praia. O destino foi Imbé, a 130 km de Porto Alegre, levando dois estagiários (neste instante, quem viu o filme “A Rede Social” ou leu o livro “Bilionários por acaso” deve lembrar-se da casa que Mark Zuckerberg alugou na Califórnia para trabalhar, em tempo integral, no aprimoramento do Facebook – esqueça o glamour, a semelhança só vale para o trabalho pesado). “É, tinha que ser Imbé por que era a mais perto daqui, para economizar”, ri Rafael.

“Só fomos para a beira da praia cinco dias depois de estarmos lá”, lembra João. Foi, então, de frente para o mar, em 5 de fevereiro – recordam com precisão –, que João comentou “tive uma ideia”. Rafael só disse “então fala baixo” e escutou a descrição da “nuvem” que mostraria os amigos mais próximos. A partir daí, foram nove meses e 20 dias de trabalho até o lançamento.

Os sócios conheceram-se em aulas do curso de informática da UFRGS. Após a formatura em 2002, a dupla só começou a trabalhar junta sete anos depois, quando João retornava de uma temporada de trabalho em uma multinacional de TI nos Estados Unidos. A Bullb foi aberta às pressas, para cumprir o prazo e participar da seleção do programa Prime (concurso do Governo Federal para empresas de inovação), do qual acabaram saindo vencedores e, assim, ganharam financiamento para os primeiros projetos e instalações da empresa no Campus do Vale da UFRGS, localizado no município de Viamão (é, esta história de rede social envolve um “vale”, diga-se de passagem, bem menos famoso que o Vale do Silício).

Em fevereiro, a Bullb deve mudar-se para São Paulo, onde ficará incubada e receberá apoio financeiro e coaching da Telefonica, como premiação do concurso Wayra. De lá, a rede deve receber uma série de novidades nos próximos meses – todas focadas em tentar facilitar a reunião de pessoas no mundo físico. “Se não tiver ninguém usando, a gente nunca vai saber se é porque deu muito certo ou muito errado”, brinca João.

Confira o vídeo de apresentação do Spotwish:


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Em flash mob, frequentadores da Cidade Baixa dançam pela paz no bairro

20 de dezembro de 2011 0

No último domingo, quem passou pelo chafariz do Parque da Redenção, por volta das 16h, encontrou uma multidão dançando ensaiada ao som do hit “Hello” (Martin Solveig & Dragonette). O momento de descontração, no entanto, pretendia chamar a atenção para uma questão séria. O flash mob foi promovido por frequentadores da Cidade Baixa que pediam paz na região e um melhor convívio entre moradores, comerciantes e visitantes do bairro boêmio da Capital, que, nas últimas semanas, teve diversos estabelecimentos fechados em função de irregularidades apontadas pela Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (SMIC).

Veja como foi o flash mob (em alta resolução):

A mobilização foi feita através da divulgação de vídeos que ensinavam a coreografia detalhada para quem quisesse treinar em casa. A ação foi organizada pela produtora Pé na Lata, em parceria com o bar Casa do Lado.

Confira o vídeo que foi lançado para mobilizar os frequentadores do bairro:

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Cia. aérea cria recurso para escolha de companheiro de assento pelo Facebook

15 de dezembro de 2011 0

A experiência – muitas vezes, desagradável – de sentar ao lado de um desconhecido em uma viagem de avião pode ser facilitada com um recurso que a companhia aérea holandesa KLM pretende colocar em funcionamento a partir do início do ano que vem, segundo informações do jornal Daily Mail. Os passageiros que viajam sozinhos poderão escolher seus companheiros de assento pelo Facebook e pelo LinkedIn. A ferramenta já foi batizada de “meet and seat” (conheça e sente, em português).

Nem todo mundo precisa aderir ao novo sistema e autorizar a visualização do seu perfil, mas quem desejar fazer essa escolha prévia poderá checar as páginas de outros solitários do voo. Daí, é só dar uma de stalker (sem culpa:  é stalking autorizado) e tentar descobrir afinidades que tornem o convívio poltrona-poltrona mais amigável. Menos do velho papo do “será que chove” e mais casais que se conhecem no avião, será?

(com informações da Época Negócios – via Ana Brambilla)

Foto: momentcaptured1/Flickr (CC)

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Argentino reencontra filho por meio do Facebook após dez anos sem contato

08 de junho de 2011 0

O Facebook vem aparecendo por uma nova função: GPS familiar (como apelidou a jornalista Leila Cordeiro). No dia 31 de maio, o argentino Adrián Unchalo, 33 anos, da cidade de City Bell (província de Buenos Aires) soube pela atual cunhada que seu filho Federico havia sido localizado na rede social. Hoje com 13 anos e vivendo em Barcelona, na Espanha, Federico foi levado pela mãe, Claudia Avila, à Europa quando ele tinha apenas 3 anos.

O contato ocorreu depois que o menino viu que a cunhada de Unchalo era da cidade de La Plata, segundo o portal argentino do Terra. “Eu vivi em La Plata, disse o menino por Facebook à irmã da nova esposa de Adrián, e ela começou a lhe fazer perguntas para saber se era ele quem buscávamos”, contou a Érica Unchalo, tia de Federico. As respostas do menino condiziam com os fatos de dez anos atrás, em 2001. “Fui embora aos 3 anos, mas não sei por quê.  Vivo com minha mãe, que se chama Claudia. Meu pai se chama Adrián, e não sei por que não o vejo nem sei onde está”, teria explicado.

A família adotou medidas legais para restabelecer o vínculo com o menino. Até agora, o juiz cassou o passaporte de Federico – para que a mãe não possa sair do país com ele. No último dia 05/06, Unchalo viajou à Espanha para encontrar-se com psicólogos e com o juiz. Só então será decidida a data do reencontro entre pai e filho. Claudia, desde o primeiro contato entre a cunhada de Unchalo e o filho, eliminou os perfis dela e de Federico na rede social.

Unchalo trabalha como taxista e fotógrafo em La Plata. Para juntar o dinheiro da passagem, ele e sua atual esposa fizeram rifas e arrecadaram entre amigos. ”Vou pedir ao juiz que me deixe vê-lo ao menos por uma hora”, disse o pai. E completou: “Estou ansioso. Comprei uma farda completa da seleção argentina, e os avôs, tios e primos mandaram outros presentes. Espero poder entregá-los”.

Encontro embaraçoso

Em março, os irmãos britânicos Sarah Kemp, 42 anos, e George Bentley, 47, se encontraram por meio de um site de relacionamentos após mais de 35 anos sem se ver. Os dois haviam se visto pela última vez quando ainda viviam junto com os pais, que se separaram em 1975.

A coincidência veio à tona quando Sarah viajou de Edimburgo, na Escócia, onde vive, para visitar Bentley em Londres. Em um pub, os dois começaram a contar coisas de infância e, após cerca de uma hora de conversa, confirmaram a origem em comum. O inusitado, porém, é que o site de encontros amorosos que propiciou o reencontro promete “diversão sem compromisso, ação quente e encontros eróticos”. Ambos associaram-se em novembro do ano passado.

“Você pode imaginar a surpresa, a alegria e o embaraço que nós dois sentimos?”, comentou Sarah. “Foi uma coisa muito louca. Tínhamos tanto em comum, e realmente aproveitamos a companhia um do outro”, acrescentou. No entanto, os dois fazem questão de esclarecer que a descoberta ocorreu antes de qualquer beijo ou “amasso”.

Com informações de Estadão e G1.

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Veganos protestam contra testes em animais e acusam Unilever de censurar comentários

07 de junho de 2011 0

No último 25 de maio, ativistas em defesa dos direitos dos animais realizaram uma ação na página da multinacional Unilever no Facebook, Cada Gesto Conta. A página, que pretende reunir depoimentos e ideias para construir um mundo melhor, foi alvo de um chamado “Facebocaço”. Durante cerca de 15 minutos, os usuários comentaram sobre o uso de animais em testes de toxicidade de produtos pela Unilever. Segundo o site VegTemas, o objetivo era conscientizar os mais de 56 mil membros sobre as práticas da empresa.

A convocação foi feita no próprio site do VegTemas e orientava os membros a postarem comentários informativos e sem conteúdo ofensivo, respeitando, dessa maneira, as normas de postagem. O horário previsto para o início da ação, 18h, também foi calculado para que não fosse período comercial e a página não estivesse sendo monitorada. Mesmo assim, os ativistas relataram que foram bloqueados e tiveram seus comentários apagados, acusando a Unilever de censurar as opiniões do grupo sobre o tema. O assunto foi parar no Twitter, com a hashtag #BoicoteUnilever, e uma nova página foi criada no Facebook, promovendo o boicote às marcas mantidas sob a guarda da multinacional.

Após o episódio, no entanto, a Unilever acrescentou à sua página no Facebook esclarecimentos sobre os testes em animais. Outra medida adotada foi a abertura de fóruns para que o tema fosse discutido – não nos comentários do mural, como vinha sendo feito. Atualmente, todos os nove temas de debate abertos na página tratam do assunto. A companhia, contudo, vem rebatendo com respostas-padrão. Procurada pela equipe do AMV, a assessoria institucional da Unilever Brasil assegura que ”a empresa abriu diálogo com os internautas e já esclareceu que a Unilever Brasil não realiza testes em animais e que, globalmente, está empenhada na eliminação total destes testes.” Ainda segundo a assessoria, o diálogo “sincero e pacífico é sempre muito bem-vindo”. Entretanto, ninguém se manifestou diretamente sobre o porquê de terem eliminado os comentários do mural.

Os protestos contra os testes em animais seguem na página Boicote Unilever.

Obrigada pelas informações, @ThalesBarreto_.

Outras ações promovidas pelo Facebook:

Aos 90 anos, cartões, bolos e um grande aniversário: dos internautas para William J. Lashua

- Argentinos mobilizam para doação de alimentos via Facebook

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