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Pretinho básico, always

08 de fevereiro de 2011 0

Já pensou usar a mesma roupa todos os dias, por um ano inteiro? Kristy Powell é uma americana de 26 anos, casada, professora de pilates, que decidiu fazer exatamente isso. Amor ao minimalismo? Situação de extrema necessidade? Não. Trata-se de um protesto: o One Dress Protest.

A moça tomou essa estranha decisão no dia do seu aniversário, 3 de janeiro, e resolveu narrar tudo num blog. Ela conta que está se submetendo a essa experiência para entender melhor quem é, independentemente das roupas que veste. "Imagino que em algum lugar ao longo do caminho vou descobrir sentimentos que estão muito além das minha ânsia por tudo que é novo e na moda", diz. Em seguida começa a falar no tom que se espera de alguém que se propõe a um desafio como esse: "Parte do que faz do One Dress Protest um protesto é a forma como estou procurando, durante o próximo ano, resistir às forças insalubres da indústria da moda".

 

"Estou tentando não consumir; estou tentando não identificar minha própria auto-estima com tudo que minha roupa pode falar por mim".

Uma luta de Davi contra Golias, sem dúvida. Kristy vai resistir aos olhares de estranhamento, às piadinhas que certamente vão vir? Amigos e familiares vão pressionar pelo fim do protesto? O vestidinho vai aguentar as lavagens e uso intenso? E o próprio desejo dela, de se ver com uma roupa diferente, será vencido? Usar a mesma roupa durante um ano inteiro, imagino, tem um lado libertador: que glória nunca ter que se preocupar com o que vai vestir no dia seguinte! Mas pode ser deprimente, também, ao olharmo o espelho - e as vitrines - dia após dia como se fôssemos um soldado eternamente de uniforme no meio de um parquinho de diversões...

Ultimamente, Kristy começou a filosofar. Em um de seus posts, ela compara o consumismo à idolatria: "...porque anseamos pela presença do infinito na nossa vida, temos também uma tendência de projetar nossas esperanças de transcendência nos bens materiais. Em outras palavras, começamos a pensar nas coisas que podemos comprar ou possuir como substitutos para a nossa necessidade humana de algo mais. Nós, portanto, nos relacionamos com essas coisas como se fossem a última resposta às nossas infinitas necessidades, como se as coisas em si fossem algo que pudesse nos salvar das vulnerabilidades que todos enfrentamos."

Ainda que não achemos moralmente aceitável, até onde estamos tornando a beleza uma exigência, para os outros e para nós mesmos? E tapando com a aparência os buracos da nossa insatisfação? O que mais me agrada nas idéias de Kristy é o desafio de ter um olhar diferente para ações que se tornaram automáticas no nosso cotodiano. Espero que o One Dress Protest ainda dê muito pano prá manga. Estou curiosa para ver o que mais virá dessa experiência.

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Sobre amor e tragédia

11 de abril de 2010 0

Há corpos sob a montanha de entulhos e lixo. Soterrados em poucos segundos no meio de uma noite até então tranquila. Braços e pernas quebrados, corações partidos. Por todos os lados, apenas dor.

Ouço na TV o grito de um pai que retira dali o corpo do filho morto. É um som terrível. De esperança, ainda que improvável, transformada na fria certeza da morte. Certa noite, lá no Morro do Bumba, no Rio de Janeiro, esse pai se preparava para dormir. Teria dado um beijo de boa noite naquele que amava, sem saber que essa era uma despedida. Sentiu pela última vez o cheiro, o toque na pele macia do menino. No minuto seguinte, tudo desabou.

O chão firme que estava sob os seus pés e onde até então ele pisava confiante se transformou num buraco de lama. A lama rugiu e engoliu seu filho, levando o seu amor para sempre. A vida dele não mais será como antes.

E o que fazer com o amor por alguém que não existe? O menino vivo seria arteiro, desobediente; iria mal na escola, brigaria com o vizinho. Faria das suas e causaria várias noites de preocupação. Morto, ele é perfeito: eternizado em sua melhor lembrança. Mas não pode mais sorrir.

Agora, noites não serão mais dormidas. Tudo que se prova perderá o sabor. Levantar, caminhar, respirar, se tornarão apenas tarefas a serem cumpridas ao longo do dia.

Ele ama alguém que não vai voltar. E que ainda assim estará sempre ali, em sua lembrança irreal. Num dia de sol, num almoço de domingo, na sala da casa soterrada, vendo televisão. A casa tão sólida não existe mais: tinha pilares de sal.

Amar às vezes é como morar na casa desse pai, lá no Morro do Bumba. Construída pedra por pedra com tanta dedicação, com o suor que transforma nossos sonhos em realidade.

E então, temos que viver com eles.

Dizem que a perda é ferida que se cura com o tempo. Eu queria saber calcular quanto tempo é preciso para cicatrizar um amor soterrado. Certamente não apenas o tempo de um velório.

Mas ele passa.

Ele passa, e também vai deixar para trás esse amanhecer.

Que não sejam eternas como o menino, as dores do amor transformado em tragédia. Espero que encontrem logo esse corpo enterrado na lama.

Foto: Felipe Dana/ AP - Zero Hora

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Gimp, um substituto (de graça) para o Photoshop

29 de março de 2010 0

Tudo aquilo que você tem para vender... Pode ter certeza: alguém vai dar de graça.

GIMP é a sigla para o nome, em Inglês, desse programa para manipulação de imagens que você pode usar se não quiser pagar pelo famoso Adobe Photoshop. Funciona em GNU/Linux (i386, PPC), Microsoft Windows (XP, Vista), Mac OS X, Sun OpenSolaris e FreeBSD, e suporta desde formatos mais comuns como JPEG (JFIF), GIF, PNG e TIFF até outros, de uso especial. Você pode fazer o download aqui para experimentar. Facilita se estiver bem afiado no idioma anglo-saxão.

O GIMP permite compensar imperfeições e fazer retoques nas fotos, além de compor imagens. Pode também ser usado como conversor de formato, e tem uma série de plug-ins para adaptar-se ao que você precisa fazer.

Foto: reprodução GIMP

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Um conto de fadas para Isabella Nardoni

27 de março de 2010 2
Foto:Sebastião Moreira, EFE

Princesinha do povo: manifestação do público em frente ao fórum, em SP

Apesar da paixão com que populares de acotovelaram durante cinco dias na frente do Fórum de Santana, em São Paulo, e da alegria com que saudaram a condenação de Alexandre e Anna Carolina, esse está longe de ser um desfecho inesperado. Semanas antes do julgamento do casal Nardoni, o advogado de defesa Roberto Podval já previa o veredito. Sabia que seus clientes não seriam absolvidos, e que pouco podia fazer para mudar isso. Só lhe resta recorrer.

Foto:  Reprodução / Arte ZH
 

Se mantida a decisão atual, Alexandre cumprirá 31 anos um mês e 10 dias de reclusão. Para Anna Carolina, 26 anos e oito meses de prisão.

A morte de Isabella Nardoni causou um furor poucas vezes visto na mídia e na opinião pública. Foi uma overdose de exposição de tudo que se referia ao caso. Agora, talvez a única dúvida que continue seja essa: de onde nasceu tanta mobilização?

Não que o assassinato cruel da linda e sorridente menina não mereça atenção. Merece, e toda. Assim como merecem atenção os casos de violência covarde e absurda contra crianças indefesas que acontecem nesse país diariamente. Maldades cometidas muitas vezes por integrantes da própria família. Mas o caso Isabella teve um algo mais no imaginário popular... O que será? Me vem à cabeça um bom e velho conto de fadas.

Ali estão Cinderela, seu pai ausente, e a indefectível madrasta má. Isabella, inocência pura em seus cinco aninhos, repetiu nessa curta vidinha o mito da incômoda primogênita, lembrança viva do passado, de outro amor, de outro relacionamento. Alexandre assume a imagem torpe de um homem movido apenas pela paixão física, abandonando por isso seu primeiro casamento e seus deveres de pai, só para ficar com ela... a madrasta. E nesse papel, Anna Carolina Jatobá se saiu muito bem.

Relatos da instabilidade e do ciúme da mulher foram abundantes nos testemunhos apresentados pela promotoria. Como a madrasta má de Cinderela, Anna Jatobá não se contentou em "ganhar a parada" da ex, Ana Oliveira. Casou-se com Alexandre, teve dois filhos dele, e ainda assim não bastava. Vivia às turras com o marido, cobrando uma fidelidade cega, capaz até mesmo de apagar o passado.

E, aparentemente, conseguiu. O passado foi apagado na noite de 29 de março de 2008.

Não há resgate possível para a morte. Nenhum príncipe encantado virá beijar o rosto de Isabella e trazê-la de volta de um mundo de sonhos como Branca de Neve ou a Bela Adormecida. Mas, na ausência do final feliz, pelo uma coisa é inevitável: a madrasta má será punida. E o povo desse reino, tão enganado, ignorado e órfão de justiça, vai ter finalmente seu momento de redenção.

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Notas do cárcere

16 de fevereiro de 2010 4

Foram 69 horas de cárcere privado, o mais longo da história no Rio Grande do Sul. Desde que invadiu a pequena casa da rua 11, no bairro Guajuviras, em Canoas, Rodrigo Luciano Luz, 30 anos, aterrorizou sua ex-esposa, Josiane Pontes, e toda família, mobilizou a polícia e a imprensa e transtornou a vida de centenas de amigos e vizinhos.


O cárcere só terminou na noite da segunda-feira.


Nós, jornalistas, ficamos a 60 metros de distância. Minha equipe chegou à rua 11 no sábado, por volta das 9 horas da manhã. A Brigada Militar estava no local desde as 5 e meia, depois de chamada pela família da moça. A princípio, Rodrigo não permitia que ninguém entrasse ou saísse da casa. Lá dentro, além de Josiane, estavam os dois filhos do casal: uma menina de 8 e um menino de 11 anos de idade.


O vigilante atirou quando percebeu a chegada da polícia. Acertou de raspão o pescoço do namorado da cunhada. O jovem tapou o ferimento com um band-aid. Teve muita sorte. Logo, as crianças foram libertadas e Rodrigo ficou mesmo apenas com o que queria: Josiane, indefesa, ameaçada por uma arma.


As horas passavam e o calor era escaldante. Para se proteger, apenas a sombra de uma árvore, disputada pela imprensa e por muitos curiosos. Os policiais não tinham escolha: ficavam no sol mesmo.


De repente, um barulho me chamou a atenção. Olhei para trás e vi uma cena inusitada. Um jovem dava piruetas de skate, bem no meio do povaréu, no meio da rua... Sem a menor noção.


E não era só isso: um senhor pilchado bebia algo, numa garrafa envolta em papel de embrulho. Um casal "passeava" com dois bebês. Duas jovens usando biquini conversavam animadamente, debruçadas num carro. Uma turma de garotos de bicicleta fazia gracinhas. Dezenas de pessoas admiravam os movimentos da polícia. "O senhor mora por aqui?", perguntei para um deles. "Ah, não, moro longe. Vim só ver o que está acontecendo". Posso apostar que mais de 90% das pessoas que se ajuntaram na rua 11 responderiam o mesmo.


A boateira corria solta. "Ela está amarrada a um botijão de gás", me segredou uma senhora. "Se acontecer qualquer coisa, ele vai tacar fogo e explodir tudo!" Finalmente, a Brigada decidiu desfazer o circo. No domingo, quando voltamos ao Guajuviras, a área de isolamento havia aumentado, afastando a curiosidade alheia também de parte da rua perpendicular.


Aquele foi um dia agitado: várias vezes Rodrigo havia sinalizado que iria se entregar. A polícia se posicionava... e nada acontecia. No fim da noite, cansado e abatido, o subcomandante-geral da Brigada Militar, Coronel Jones Calixtrato, dizia: "Ele é bipolar. Diz que vai se entregar e muda de idéia logo em seguida."


O

 

Meus tênis estavam encharcados. A chuva que caia não afastava o calor, o que nos obrigava a vestir e desvestir a capa de chuva a toda hora. O abrigo era a casa de Dona Zilá, que virou um verdadeiro quartel general da imprensa. Entrei pela garagem para não molhar o interior da residência e fui direto para a porta da cozinha, flagrando fotógrafos e cinegrafistas que se deliciavam com a comida da dona da casa.


Dona Zilá, seu carreteiro e um filão.


Quase me obrigaram a "filar" o carreteiro de churrasco, delicioso. Não foi muito difícil depois do prolongado jejum. É, a autêntica mãe brasileira mora na rua 11.


O cinegrafista Caco, fazendo uma boquinha na madrugada.


Ao redor dela, filhos e netos comandados com mão de ferro. Não pense que a casa não tinha controle. "Aquele não entra aqui!", disse ela, apontando para um apresentador que já se preparava para usufruir dos seus préstimos sem ser convidado. Barrada também foi uma colega, conforme me contaram. Não sei de quem se trata, mas teria feito um comentário jocoso sobre os moradores do bairro. Para ela, dona Zilá não emprestou o banheiro. "Procura outro, minha filha. Aqui só tem banheiro de pobre".


Para os soldados da Brigada, o QG era a casa de dona Cláudia. Lá encontraram abrigo quando a chuva apertou, na tarde da segunda. Sim, tarde de segunda-feira, e nós ainda lá...


Alguns vizinhos, aos poucos, foram se sentindo mais confiantes para fazer comentários "em off". Rodrigo não era assim tão pacato como diziam. Já teria expulsado a tiros uma família que tentou invadir a casa onde Josiane morava, numa época em que o imóvel estava desocupado.


Para a polícia, Rodrigo tinha mesmo a intenção de matar Josiane. Apontou a arma para o peito da ex-esposa, ameaçando. Confundia o barulho dos gatos, em cima do telhado, com a movimentação de atiradores de elite que estariam prontos para matá-lo. Ouvia gente caminhando no pátio, onde não havia ninguém. Era, ele mesmo, refém da situação que criou.


Josiane foi sedada. Rodrigo a teria feito tomar tranquilizantes. Já o vigilante ficou 3 dias sem dormir. Oficiais que comandaram as negocições acreditam que ele tomou anfetamina, o popular rebite. O homem não dormia e não dava sinais de cansaço. Se comprovado, o uso desses medicamentos e a compra da arma com numeração raspada, 24 horas antes do crime, mostram que ele premeditou o que iria fazer com a ex-esposa.


Em frente à casa de Josiane, a ação de negociadores e do GATE.


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Esperar era a estratégia. Não havia prazo para resolver a situação. Enquanto isso, mesmo apavorada, Josiane conseguiu enviar mensagens de texto pelo celular sem que seu agressor percebesse. Em uma delas, contou que os contatos que fazia com a polícia eram odos ouvidos por Rodrigo, que colocava o telefone no viva voz. Na outra, revelou estar sendo torturada. "Mas vou ser forte e reagir na hora certa" escreveu, conforme me contou uma parente.


Já era noite e eu esperava por uma possível entrada ao vivo no JN, caso algo acontecesse. Havia alguma ação da polícia, como a que já tínhamos visto várias vezes durante aquele Carnaval: o pessoal do GATE se posicionava junto ao muro, próximo ao cativeiro, e o negociadores falavam ao telefone, movimentando-se na frente da casa. Mas parecia que não ia dar em nada e, depois do jornal, a equipe foi liberada.


Guardávamos o equipamento no carro quando escutei um murmúrio: "ele vai soltar ela, vai soltar!" Voltei para a rua, onde carros da polícia estavam posicionados, e os negociadores se aproximavam da casa. Dessa vez, era sério.


O final pareceu rápido, depois de tantas horas de espera. Ouvi alguns gritos e vi uma maca com alguém sendo levado para a ambulância do SAMU. Era Josiane, ilesa mas muito abalada. Depois, entre um bolo de homens do GATE vestidos de preto, Rodrigo foi levado para a viatura. Então, policiais comemoraram a ação bem sucedida. Fim de um drama. Começo de outro.


A história que continua é a de como a moça e sua família vão lidar com a agressão sofrida. De como o vigia vai ser punido, e o que isso vai mudar na vida dele e dela. Para os policiais que participaram do cerco, a paciência rendeu resultados louváveis. Para os vizinhos, a vida voltou ao normal. Para mim, além do cansaço e da sensação de ossos moídos, só a confirmação de uma certeza antiga: amor obrigado é coisa que não existe. Nem com jóias e flores, muito menos sob a mira de uma arma.

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Desmaios: Batista não foi a unica vítima

04 de fevereiro de 2010 1

Já ficou famosa na Internet a queda de pressão que driblou o ex-jogador da Seleção Brasileira ao vivo, ontem, na TVCom. Batista se recupera bem do susto, preço pago por tentar resistir à sensação térmica de quase 45° na tarde portoalegrense sem se hidratar bem.

 

A dupla queda apareceu no RBS Notícias. Justamente naquela tarde, fazíamos uma matéria sobre o calor:

 

 

Batista se junta ao grupo dos que desmaiaram diante das câmeras. Esta apresentadora de TV da Bósnia caiu ao vivo, e levou junto parte do cenário. O que mais me impressionou foi  jeito impassível da colega dela, que não moveu um fio de cabelo durante a cena...

 

 

No próximo vídeo, a "vítima" do desmaio avisa o entrevistador que não está se sentindo bem. Ele se move de um lado para o outro, como que tentando se equilibrar. Mas não consegue evitar a queda:

 

 

Enfrentar um grande esforço físico, passar por emoções fortes e sentir-se sob pressão são situações que também podem levar a um desmaio. Um pouco disso está nos próximos vídeos. Juliana, do BBB8, não aguentou a prova do líder:

 

 

Já a concorrente do Dancing with the Stars foi abaixo diante dos juízes:

 

 

A entrevistada desse programa de TV enrola a língua e desmaia, deixando os apresentadores sem saberem o que fazer:

 

 

Nem a aparentemente inabalável Madonna escapou de ficar grogue no palco. O dançarino fica assustado quando ela dá sinais de que não está se sentindo bem:

 

 

Mas, claro, ela é Madonna. Quase indestrutível.

 

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Livros para ler online, sem download!

01 de fevereiro de 2010 0

Eu adoro o Scribd! É o site onde passo a maior parte do meu tempo na Internet, ultimamente. Livros, manuais, teses, artigos... Literatura nacional ou estrangeira... Apresentações, jogos, receitas... Ufa, a lista do que se pode encontrar é imensa! São dez milhões de documentos publicados em várias línguas, a maioria, de graça. Impossível não achar algo que interesse.

Tem autor que coloca trecho de seu último lançamento prá divulgação, tem trabalhos escolares, tem gente que ensina a fazer yoga e artesanato. Basta fazer uma busca e o escrito desejado abre direto na página, prontinho para ler. Trata-se de um site de publicação social, ou seja, você também pode fazer um perfil e mandar seu brilhante romance de estréia para lá. O povo todo vai ler e, o que é melhor, compartilhar em blogs, no Twitter ou no Facebook.

Escolhi aleatoriamente um exemplo de documento compartilhado pelo Scribd: um livro de receitas para crianças com alergia alimentar. Vejam como é:

receitas-culinarias

Não é dos deuses? Você só faz o download se quiser.

Só tem uma coisa que pode, para alguns, ser inconveniente: a página do Scribd é em Inglês. Para quem tem dificuldade, uma dica: entre na página de busca e procure a caixa de idiomas, que está pré-marcada em English. Basta colocar o mouse em cima e mudar a língua desejada para os resultados.

Boa leitura à todos!

Postado por Guacira Merlin, Porto Alegre

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Colorados e Gremistas em caminhada pela Paz

31 de janeiro de 2010 2

Na pose para a foto, as cores da paz são branco, azul e vermelho.

Nesse domingão de Gre-Nal, torcedores uniram os dois estádios numa caminhada pedindo mais espírito esportivo nas arquibancadas. "As torcidas podem voltar a andar juntas, pegar ônibus juntas. É só querer", disse o colorado Lisandro de Andrade. "É um absurdo hoje torcida ter que chegar escoltada num estádio, é uma falta de civilidade", completou o gremista Fernando Junqueira. Os dois entraram em contato pela Internet, onde surgiu a idéia da manifestação que começou no Olímpico e terminou no Beira-Rio.

Além de uma torcida pacífica, os pais têm saudades dos tempos em que crianças podiam ir sem medo assistir ao clássico. Muita gente boa se ressente de não ter segurança para levar filhos pequenos ou adolescentes a um Gre-Nal. E a garotada sente falta desse momento saudável: torcer junto com a família. "Todo mundo tem que ser amigo", pediu Jean Flores, de 8 anos, com seu rostinho pintado em listras tricolores. Ele garante "adorar os colorados". Bruna Perdigão, a colorada de 13 anos, tem esperanças: "Vamos ver se essa campanha conscientiza todo mundo, né?"

Afinal, aqui todos tem o mesmo hino no coração:

Postado por Guacira Merlin, Porto Alegre

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Metallica em Porto Alegre

29 de janeiro de 2010 1

São Pedro deu uma folga e garantiu uma bela lua cheia para a apresentação de ontem do Metallica no Parque Condor, em Porto Alegre. Os caras começaram o show com Creeping Death, do álbum Ride the Lightning, de 84, uma música que tem sido muito usada pela banda para a abertura das apresentações. Era só o que o povo queria! Um som pesado, remetendo ao thrash metal original do quarteto.

A imprensa pôde gravar o comecinho do show. A gente ficou bem na frente do palco, e tinha que esticar o pescoço para ver bem. Mas estávamos bem pertinho deles! A matéria foi pro Jornal da Globo:

Tudo bem que a noite foi boa, mas o aguaceiro da tarde cobrou seu preço. O chão era uma lama só. Muita gente me parou para reclamar das (más) condições do Parque Condor. Uma moça estava indignada com falta de banheiros para quem ficou horas esperando na fila. O único que tinha, segundo ela, era um lixo.

Os pezinhos da véia ficaram uma lama só!

Vamos convir: todo mundo sabe que a galera passa noites nas filas de entrada dos shows. Está na hora de dar condições melhores para esse público! Foi-se o tempo em que fã de rock não se importava em sofrer. Tinha gente chamando o lugar de Woodstock, e não era elogio.

Agora, mais umas fotinhas da noite. Meu celular novo não é tão bom nisso quanto o anterior mas, enfim, é 3G. E tem televisão. Por que não fazem eles bons em tudo de uma vez só?

Eu sei, eu sei... Prá isso, tem que pagar mais caro.

Postado por Guacira Merlin, Porto Alegre

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Coloradas no Mais Você

04 de dezembro de 2009 0

Julgue você mesmo: quais as torcedoras mais fanáticas? A matéria no programa de Ana Maria Braga com a torcida feminina do Inter foi ao ar nessa sexta, véspera de um fim de semana da grande decisão!

Postado por Guacira Merlin, Porto Alegre

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