Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts com a tag "Bial"

Recuperando as forças

28 de abril de 2011 0

Quando a sensação é de que as nossas forças se esvaíram, que até para pensar em algo o esforço é imenso, quando o corpo responde, mas com extrema lentidão e o nosso espírito chora a angústia de não vibrar, que é sua função vital, a única maneira de recobrar aos poucos a vitalidade é por meio da positividade.

Sim, ser positivo através de pensamentos bons e dirigir o fluxo destes pensamentos para o foco das situações. Direcionar só ao que é útil e bom, e não deixar as coisas ruins chegarem à nossa imaginação. Focalizar a energia interior lá na caverna de nossos corações e recusar de maneira veemente o desperdício de energia com as coisas da maldade ou o gasto da nossa valiosa força interior com o lixo das más intenções.

Passando do pensamento para nossas ações, procurar ajudar e não prejudicar, agindo com todos, sem exceção e sem gerar conflito. Sim, na busca de ajudar a mostrar para todo mundo o valor da prática natural dos poderes sutis de produzir e gerar alegria e concórdia.

As ações e a interação de nossos atletas-guerreiros no dia de ontem na busca da superação, a criação de um entendimento pela busca desta auto-superação, a luta de verdade consigo mesmo e a certeza de que todos devem buscar em conjunto e com extrema lealdade recíproca entre nossa equipe trouxe um aumento de força e vitalidade para nosso corpo maior, o Basquete de Joinville.

Com extremo cuidado, não podemos querer nos exibir, e por isso mesmo receber a luz. Não exigir para nós, mas sim dar crédito para todos e, de maneira humilde, guardar qualquer tipo de definição ou achar que inventamos algo novo. Devemos seguir sem se achar algo maior do que nossa real importância. Desta forma, consegui recuperar a força tão necessária e armazenar nos nossos propósitos de vida a luta por ela (vida) em nossa sobrevivência.

Com o nosso corpo mais forte, não comprometeremos nossos valores e princípios tão importantes para realizarmos nossos objetivos. Assim, faremos as escolhas corretas e tomaremos decisões mais justas.

O sabor da recompensa

21 de abril de 2011 2

O paladar é um dos sentidos que mais me aguça. Adoro degustar alimentos com alto valor nutritivo e com sabor especial. Mas o alimento mais rico em vitaminas e energia, sem dúvida, estou provando nesta manhã de quinta-feira santa: o delicioso gosto da recompensa.

Depois de todo o esforço, luta e dedicação na preparação de nossos guerreiros, da formatação e da vida em unidade com essas pessoas que formam nossa equipe, posso dizer, do fundo da minha alma, o quanto é bom ver a alegria de todos ao conseguirmos alcançar nossa meta: estar entre as oito melhores equipes do país.

A recompensa de ver milhares de pessoas de Joinville felizes e apoiando nosso basquete, ver uma bola de três no estouro do tempo fazer a trajetória precisa nos levando a uma grande vitória, a alegria estampada no rosto de nossos atletas/guerreiros e a comunhão entre eles após a classificação. Tudo isto me faz entender que a maior recompensa e a mais rica, sem dúvida, não se dá no sentido material, mas sim no crescente sentido de alegria. Colher este resultado de ações nos sacia a fome e a sede do espírito.

Sempre mantive a minha confiança nos homens, assim como o entendimento de que mesmo imperfeitos temos algo divino no coração. Quando caminhamos firmes e nos mantemos incorruptos é porque Ele quis nos dar essa recompensa.

Podemos plantar, sonhar, lutar e trabalhar, mas o crescimento, a colheita, a realização e os resultados são outorgados pelo Bem Maior. Sabendo e sentindo isso, estou muito grato por ser recompensado nesta manhã.

Outro presente reservado para mim nesse dia 21/4, Tiradentes, quinta-feira santa, foi assistir agora cedo ao desempenho de nossa equipe infanto-juvenil. Muito mais que a vitória, a maneira como os meninos atuaram me deixou muito feliz. Todos dominando bem a técnica do jogo, executando sistemas de jogo e jogando com o coração. Também não é por acaso, já que os dois técnicos, Annibal e Espiga, têm a perseverança dos bons, com muito conhecimento para lecionar, treinar, educar e acreditar na educação esportiva. Eles me dão esse prêmio de ver florir e frutificar aquilo que já foi sonho e hoje é realidade.

Pois me sentindo extremamente recompensado cuidarei com muito zelo destes que juntos, em unidade, entendem que é dando que se recebe e procuram a prática incorruptível do bem, que se armazena nos corações e no espírito. Assim, posso dizer que me sinto satisfeito e contente de entender um pouco mais da origem da felicidade. De como é duro alcançá-la e de como é fácil cair no sofrimento e no descontentamento.

Portanto, a luta continua por outras metas, outros objetivos e sabedores de que nada acontece por acaso e nem trabalhando sozinho, só em unidade e sempre com Ele. Obrigado por mais esse dia.

A importância do esporte

14 de abril de 2011 0

Nesta semana decisiva do Basquetebol de Joinville fui procurado por uma aluna de arquitetura que está em fase de conclusão do curso com uma tese baseada na necessidade de uma arena esportiva em nossa cidade. Nesta conversa, ela me pediu que discorresse um pouco sobre a importância do esporte. Desse papo saíram estas linhas.

O interesse e a pesquisa desta estudante me chamaram a atenção, pois apesar de não ser uma ex-atleta ou ter uma ligação com o esporte entende a grande importância deste para com a sociedade em geral e, principalmente, sente a preocupação de termos estrutura para a funcionalidade dos esportes de rendimento ou esporte profissional aqui de Joinville, que tem no basquetebol e no futsal uma representatividade nacional.

Vamos por parte. O esporte brasileiro procura nos últimos tempos criar uma política que, ao longo dos anos, nunca existiu. O esporte no nosso país foi tutelado pelo Estado desde o começo do século XX, quando era uma atividade marginalizada e esquecida, trazendo resultados devastadores, como nos mostra a história.

Hoje, o esporte no Brasil é visto como a atividade que serve de instrumento de educação, saúde, lazer, cidadania e entretenimento. A partir do final do século XX, a democratização e a socialização deram destaque e a importância devida ao que reputo como a única atividade humana que possibilita a todos a igualdade e a oportunidade de, por meio de uma massificação, transformar e desenvolver o crescimento em patamares mais justos e evolutivos para a população.

Eu hoje vislumbraria o esporte em todas as fases da vida, do nascimento de uma nova vida até as idades mais avançadas do indivíduo, dos primeiros movimentos de um bebê até o idoso de qualquer idade.

Esporte social para todos. Atividades físicas podem ser feitas em qualquer estrutura, contando sempre com professores especializados capazes de instruir, dando oportunidade a todos os nascidos do nosso país. As iniciações esportivas devem apresentar o esporte adequado à aptidão vocacionada de cada indivíduo. O esporte educacional traz os valores de maneira tão clara que a atividade desenvolve cidadania, disciplina, ética e também esporte para pessoas com necessidades especiais. O esporte formativo prepara os talentos para o alto rendimento, onde os atletas com potencial olímpico são preparados e se somam à implantação da gestão esportiva e do marketing, possibilitando ao esporte profissional ter um papel no desenvolvimento econômico (futebol, basquetebol e voleibol).

Chegamos ao início da ideia, onde uma instalação para a prática do esporte de quadra é vital para servir como diversão para os que assistem e negócio para os que administram (gestores) e para dar condição aos atletas formados e às equipes de proporcionarem grande espetáculos à cidade e ao país.

Da inclusão ao profissional, a importância do esporte para nosso país passa por uma mudança de mentalidade de todos, com autoridade (poder público) e responsabilidade para com o crescimento e a evolução da espécie humana.

Não é exagero dizer que o esporte para guerras, gera a paz e a concórdia e pode desenvolver a atitude e os valores tão em falta onde não há possibilidade de conhecer-se melhor e de conhecer os outros. Assim, dentro desta consciência despertada pela educação esportiva, poderemos caminhar realmente, não sei quando, para um mundo mais humano, saudável e puro.

A trajetória de uma grande jornada

07 de abril de 2011 0

Quando terminou o jogo 3 da série contra o Minas no último NBB, veio-me um vazio, quase uma dor. Não pela eliminação no 3 a 0 que acabava de acontecer, mas sim pela forma como nossa equipe havia encarado aquela competição. Eu entendo perfeitamente que as circunstâncias que influenciaram decisivamente nossos atletas possam ter causado algum tipo de desesperança e, com isso, a base de nossa filosofia esportiva foi esquecida e arranhada.

Mas, mesmo assim, tive forças e, despindo-me de qualquer tipo de orgulho e reconhecendo que neste percurso a viagem não tem destino final – assim como a maioria dos caminhos que terminam ao fim de uma competição, missão ou objetivo – naquele mesmo dia arregacei as mangas, comecei a redefinir nosso potencial e fui em busca dessa renovação.

Hoje, quinta-feira (7/4/2011), anti-véspera do jogo 1 das oitavas, justamente contra o Minas, vejo a chance de avaliar esse trabalho iniciado logo após o término daquela série contra o mesmo Minas. Valeu a pena? Sim, valeu nosso recato e ter mantido a humildade ao aprender com o passado. Não estando conformado com aquele momento, passamos a desafiar o futuro, que hoje é o nosso presente.

Não houve interrupção no trabalho. Não paralisamos nossas atividades. Foi dado continuidade no processo e os sinais foram acontecendo ininterruptamente.

Sim, sinais percebidos e que desenvolvidos com as qualidades pessoais de nossos bravos atletas puderam nos levar a um ótimo desempenho durante toda a temporada. Os Jogos Abertos Brasileiros foram uma conquista nossa e a participação se deu num encontro fortuito. A convocação de Audrei ao selecionado brasileiro. O convite para o Torneio Internacional do México e a representação de Joinville pela Seleção Brasileira na viagem à China. As subidas e descidas e a incrível coragem de toda a equipe de arriscar-se, aprendendo com as adversidades e seguindo em frente com a compreensão de que unidos e misturados não criamos forças contrárias, que tinham sido tão maléficas na temporada anterior.

Quando no início desta trajetória, no aeroporto de Cuiabá, reunimos o chamado DNA da equipe; nossa incrível dinâmica em León no jardim de inverno do hotel; o vestiário na China, onde todos nós passamos angústia e medo. Essas e outras diversas situações nos tornaram muito fortes, guerreiros que através da integridade, da força interior e da independência lutam hoje por um bem superior. Sem esquecer, lógico, do cuidado com o desenvolvimento de cada atleta de nossa honrada equipe.

Os problemas que nos levaram a sucumbir para o Minas na última temporada estão por aí. As dificuldades aparecem a toda hora, mas a postura e a forma de encarar os problemas e as dificuldades são outras. Então, posso afirmar que o trabalho está pronto e a tarefa foi realizada. Criamos e alimentados em nossos comandados as parcerias; então, a produtividade acontece. Jogadores e comissão técnica se compreendem e se respeitam.

Esta lealdade aos nossos ideais, aos amigos e ao basquetebol será nosso combustível para mostrarmos a nós mesmos que podemos sim, sermos tranqüilos, íntegros, alegres e responsáveis em qualquer situação e em quaisquer circunstâncias.

Avante, guerreiros!

Avante, Basquete de Joinville!

Viva a vida!

Respeito ao Basquete de Joinville. Respeito ao basquetebol. Respeito à vida

31 de março de 2011 0

Quando penso no significado desta palavra tão forte e poderosa, eu também sinto o quanto ela anda em desuso. O poder do respeito no mais amplo sentido da palavra: o cuidado consigo mesmo, com seu espírito, com sua mente, com seus pensamentos e com o corpo físico, que muitas vezes é tratado com tão pouco cuidado.

O respeito e a lealdade entre os homens são demonstrados pelo povo japonês, que passa por um momento onde milhares morreram, milhares estão desaparecidos e mais milhares encontram-se desabrigados e com dificuldades extremas com o clima, agora muito frio no Japão, além de problemas com o abastecimento de centros que distribuem elementos de necessidade básica: comida, roupas e até água.

O respeito com que os japoneses tratam esse momento terrível daquela nação – não houve um caso registrado de saque, roubo ou qualquer tipo de comportamento selvagem – denota o quanto aquela cultura milenar e a educação transmitida de geração para geração elevam esse sentimento tão nobre de respeito e lealdade pelo próximo, de uma convivência pautada pelo espírito da coletividade.

Os cuidados e o respeito entre cada um para consigo mesmo, de cada indivíduo para com seus próximos está ligado diretamente ao respeito dispensado ao nosso planeta Terra. Ao longo das últimas décadas, nossa casa tem sofrido com o aumento desmedido da população e da ganância do homem. Percebemos que os indivíduos ocupam-se apenas com seus interesses individuais e particulares, pouco se importando com as conseqüências do desmatamento, da poluição das águas e da contaminação através do lixo acumulado por cada um, além dos lixos industriais e atômicos.

De tanto ser agredida, a nossa casa berra, agita-se e chora por cuidados. Com a seriedade que o assunto deve ser tratado por nós seres humanos preocupados com o respeito à vida, aproveito para trazer esse questionamento sobre nós mesmos para minha equipe (para o nosso modo de agir), resolvendo, de imediato, essa falta ou esquecimento de respeito.

Hoje, nosso grupo de jogadores tem consciência que a questão fundamental é estabelecer relacionamentos saudáveis através do respeito. Nossa equipe quer fazer história e ganhar os louros da glória com extrema lealdade para com os adversários, demonstrando que com toda nossa preparação física, mental, afetiva e principalmente com nossa preocupação social podemos, sim, ser referência de uma equipe esportiva diferente, vitoriosa, respeitosa a todos os princípios básicos da vida humana e que combate o descaso, o oportunismo e a mesmice chata do egoísta e sem respeito com nada.

A proposta do Basquete de Joinville neste momento é conseguir resultados expressivos e seguir na sua missão de formar, educar, treinar pessoas e, acima de tudo, ter em sua equipe a alegria responsável e do respeito para consigo mesma e ser respeitada como uma referência no nosso basquetebol!

Basquetebol de Joinville é uma organização social

24 de março de 2011 1

Ontem, durante a palestra que proferi à Ajos (Associação Joinvilense de Organizações Sociais) aconteceram momentos incríveis de interação, alquimia entre as entidades participantes, emoção nas minhas trocas com os participantes e a nossa filiação à associação, criando, assim, mais uma parceria para o Basquete de Joinville.

Se olharmos com atenção, somos uma entidade esportiva com relativa competência técnica na sua atuação como equipe representativa de nosso Estado e cidade, cumprindo com o desenvolvimento de nossos atletas. Mas, mais do que nossa atividade específica com o basquetebol, não podemos deixar de lembrar sempre que somos originários de ações sociais, ou melhor, de uma ação, eu diria, que nos fez uma associação e nos deu possibilidades de crescimento em todas as áreas. Mas que, principalmente, agregou valor a essa marca que hoje assume – ainda mais com essa parceria com a Ajos – suas obrigações com a área social, tão nobre e ainda tão pouco entendida pelos homens.

Alguém poderia diminuir nossa entidade por diversificarmos nossa ação na área do esporte em relação à área social. Mas é justamente o contrário. Nós somos o que somos por nos preocupar também com o todo e com nossos próximos. Assim, tudo depende de uma maior responsabilidade e compromisso com aquilo que realmente foi o que permitiu a existência de nosso projeto.

Os homens são muitas vezes inconseqüentes, irracionais e profundamente egoístas. Nem por isso deixaremos de acreditar no ser humano e de amar os nossos próximos. Essa prática de procurar atuar nas áreas onde existe muita carência, pouco afeto, discriminação nos permite praticar o bem. Por isso mesmo, às vezes somos criticados ou mal-entendidos, porém, o Basquete de Joinville vai continuar à procura da prática do bem.

A construção de toda essa engrenagem, a reunião de pessoas formando uma equipe sólida e unida e os resultados obtidos nos fazem mais convictos de que devemos continuar construindo com sangue, suor e dedicação. Ainda assim, se nos destruírem e nos demolirem, continuaremos nossa obra sem desistir nunca de nossos sonhos e idealizações.

A minha sinceridade e em alguns momentos minha ingenuidade me fazem bastante vulnerável e alguns tiram proveito por um tempo. Mas, mesmo assim, continuarei franco, honesto e sincero na liderança do Basquete de Joinville.

Não importa o quanto teremos que lutar por uma vida mais justa e o quanto de determinação deveremos impor a nossos fiéis componentes de equipe. A luta pelo que é justo e a confiança, que segue a trilha do bem, nos levarão a alcançar os objetivos, as metas e os sonhos que sempre foram e serão o corpo e a alma do Basquete de Joinville.

A habilidade da auto-adaptação

10 de março de 2011 1

Às vezes, sofremos com algum tipo de injustiça, em certos momentos não recebemos a consideração devida e por vezes notamos que somos vítimas de algum tipo de traição. Seja qual for a injustiça, a desconsideração ou a traição recebida, o que realmente importa é você com você mesmo, pois estes sentimentos e situações de vida não podem interferir naquilo que é o que nos conduz durante nossa existência: a nossa individualidade e o nosso eu. Devo muito rápido me adaptar às situações expostas e não deixar abalar a minha essência e o meu ser.

O autoconhecimento se dá verdadeiramente nesses momentos de negação, de desconforto com um próximo ou de uma súbita perda de confiança naquilo em que acredito.  Tudo isso em conjunto agitou meu corpo, minha mente e meu espírito durantes os dias de Carnaval. Mas, quantas vezes vivi feliz, alegre e motivado durante minha vida sem perceber o sofrimento de tantos indivíduos, de tantas pessoas que estavam sendo vítimas de injustiça, da fome, da mentira, da injúria e da total falta de consideração entre as relações humanas de determinadas pessoas?

Portanto, a mensagem que desejo para mim e para meus amigos é a do conhecimento maior de nós mesmos, pois todos nós mudamos, inclusive nós mesmos. Eu era um no começo da competição, em outubro, e hoje sou um pouco diferente. Não há problema nenhum nisso. O problema é ficar estacionado no seu ego e não ter uma visão coletiva de mundo sem pensar na evolução e no desenvolvimento do bem comum.

Minha missão à frente do Basquete de Joinville está muito bem definida. Sei exatamente da minha responsabilidade e de meus compromissos com todos de minha equipe, com cada um dos atletas em seus preparativos e em suas possibilidades, com cada integrante da parte administrativa e no cerne do nosso corpo de equipe, onde as decisões e escolhas são sempre influenciadas pelos valores que tanto praticamos e desenvolvemos.

Sofri mais do que deveria, me preocupei mais do que preciso, dei atenção ao que deveria ser ignorado e fiquei com muitas dúvidas. Mas, agora, ao escutar com clareza nesta manhã de 10 de março a minha consciência e o meu coração, vou agir novamente pautado em minha fé, nas boas ações e na boa conduta. Vou seguir até o destino desejado através de um caminho livre, bem sinalizado, sem me perder naquele caminho alternativo que me fez perder por uns dias o foco da simplicidade e da complexidade com que deve ser vivida a vida. Adaptar-me às situações deste momento me farão mais forte, mais feliz e é o que realmente eu, minha equipe e meus amigos verdadeiros precisávamos para na Páscoa, daqui a 40 dias, após uma quaresma de trabalho, externar a alegria e o amor. Sem dúvida, o melhor momento para abraçar e amar a vida é agora.

Parcerias e sinergias

25 de fevereiro de 2011 0

Em todo início de ano letivo, a parceria entre o Basquete de Joinville e a Univille, a universidade da região de Joinville, é fortalecida e alimentada com as boas vindas aos calouros.

Este ano estive fazendo a saudação aos primeiroanistas dos mais de 27 cursos oferecidos. Aconteceu uma sinergia extraordinária entre o reitor, os professores, os funcionários administrativos, os alunos e eu, representando o Basquete de Joinville.

Fizemos a recepção em duas etapas. Pela manhã, com um ambiente festivo e caloroso. À noite, com mais de mil alunos, a consagração à educação, ao educador e àqueles que vem ganhar conhecimento e capacitação através do estudo para trilharem suas vidas e a vida de nossa região.

A necessidade de mudanças, a transformação de nossa sociedade passa diretamente pela educação. Aqueles dois momentos em que tentei transmitir aos novos alunos ensinamentos e condições de comandar seus destinos, sua saúde e como se preparar para esta longa jornada acadêmica foram, para mim e para os que participaram do evento, um aprofundamento de nossas paixões que nos possibilitou saber ainda mais o que queremos da vida.

A escolha da profissão, a inclusão em uma nova escola, a participação em novas turmas. Tudo é novo para estes jovens e alunos, não tão jovens. O olhar e a maneira com que encaram esta nova empreitada foi meu enfoque nas boas vindas. Fazer com paixão e entusiasmo, sentir no seu íntimo a propriedade de sua individualidade, ouvir seu coração, cuidar de seu corpo e entender que a vida é algo extraordinário e que deve ser planejada, muito bem cuidada e respeitada acima de tudo.

“Viva a vida” eram os brados finais de minhas duas palestras. Viva a vida com integridade, com simplicidade. Veja como é maravilhoso estar vivo. A vida é cheia e vocês, eu e todos nós estamos repletos de vida.

Ao final da palestra da manhã, aconteceu um fato emocionante, que carregarei para sempre comigo. Um aluno de Educação Física veio atrás de mim quando me dirigia ao estacionamento. Chama-se Digmar e é funcionário da Fundição Tupy.

Ele já tinha ouvido minhas palavras quando palestrei em sua fábrica. Visivelmente emocionado, levou-me às lágrimas ao dizer que havia mexido muito com seu íntimo e que havia tido um entendimento muito importante para sua existência. Comovido, agradeci e desejei sorte, pois a garra de um trabalhador como ele, ingressando na carreira de Educação Física, tenho certeza que culminará num grande cidadão, que se tornará um profissional exemplar da área.

Parcerias, amizades, a busca do crescimento coletivo, universidade, Basquete, cidade, Estado, Brasil, mundo. Nosso grande sonho!

A busca por resultados bons em tempos ruins

17 de fevereiro de 2011 0

Numa competição difícil como o NBB 3, o desempenho vencedor depende de uma execução muito bem realizada. Para vencer jogos, os desafios maiores estão em se manter equilibrados nos bons e maus momentos e, acima de tudo, ter uma equipe totalmente envolvida no processo natural que permite fontes de paz e tranqüilidade, reagindo sempre positivamente aos resultados e aos fatos do dia-a-dia.

As metas apresentadas aos nossos atletas e componentes da equipe são simples, com alvos claros e sempre com um forte acompanhamento meu e da comissão técnica. A busca é incessante por executar com extrema precisão aqueles objetivos e ações que todos os membros sabem exatamente quais são e como realizá-los.

Armadilhas e tentativas de sabotagem, a inveja dos fracos e a incrível e inexplicável atuação de alguns veículos de inventar ou criar situações totalmente fora da realidade. Dificuldades criadas pelos homens de pouca vontade são contidas com alto nível de confiabilidade entre todos, atletas e membros da equipe. Só com o nível de confiança crescente e elevado grau de querer bem é que vamos acelerar nossa produção e conquistar as vitórias, nos colocando ainda melhor na tabela.

Em momentos difíceis, numa competição tão exigente, nossa equipe focaliza e agrega ainda mais valor em nossas relações humanas, fazendo ainda mais com menos. Mais o quê?

Mais integridade em nossas ações de trabalho e, fundamentalmente, na forma de agir em nosso dia-a-dia. Outro valor já estabelecido e que exige a cada dia maior desenvolvimento é a busca do aperfeiçoamento de forma deliberada e constante. Persistir de forma bem intencionada tem nos levado para o sucesso e resultado positivos.

Portanto, nestes tempos imprevisíveis, quando se criam preocupações que não existem, distrações seriam fatais e nosso foco é total na competição. Nossa equipe sabe perfeitamente aonde pode chegar e em que e em quem deve acreditar, transformando a ansiedade e algumas inverdades em ótimos resultados.

Reduziremos qualquer tipo de distração, olharemos para algumas oportunidades e impulsionaremos nosso lado fiel aos nossos propósitos para, em épocas difíceis, buscar a simplicidade para voarmos e não termos dúvidas em nada que realizamos.

Pensamento positivo, desempenho positivo

10 de fevereiro de 2011 1

O pensamento de qualquer pessoa pode ser extremamente limitador por pressupostos ou pensamentos inadequados, portanto, o nosso desempenho está diretamente ligado ao nosso pensamento. Somente pensando de forma positiva e adequada formamos o alicerce de nossas ações e, portanto, dá-se origem a um bom desempenho.

Tivemos uma má atuação originada por uma série de fatores que limitaram nossos pensamentos e tiraram nossa alegria e confiança. Mas a quantidade de boas atuações anteriores a este mau desempenho nos dá a certeza que nosso grupo de guerreiros, depois de limparmos nossas mentes e ingerirmos ingredientes que fazem parte de nosso caráter e personalidade, voltará a exercitar a paciência, a força e a calma. A autoconfiança nos tornará mais livres para jogarmos em harmonia com as imagens transformadas num espelho perfeito de nossa capacidade.

Os tropeços que tivemos são lições com as quais nos aperfeiçoamos. Passamos a conhecer ainda melhor quem são nossos adversários e quem se aproveita covardemente para analisar a situação de forma maldosa. Injúrias e maledicências que fazem parte de pequena parte dos invejosos e pessoas ruins de espírito, que mostram que, na verdade, são apenas invejosos.

A adversidade me traz uma força interior e tenho certeza de que minha equipe crescerá na superação deste momento difícil. Amanhã é um novo dia. Agiremos com bons pensamentos, aprendendo com as dificuldades e conhecendo ainda melhor o nosso caminho.

Assim como depois da tempestade vem a bonança, os períodos de progresso são precedidos por tempos de confusão. O sucesso chegará, pois permanecemos firmes durante a tempestade. O maior desafio agora e o mais importante para qualquer indivíduo ou coletividade é viver imbuído do espírito da paixão por aquilo do seu interesse, deixando-se envolver pelo espírito do amor.

A força do amor, quando descoberta pelos homens, nos torna muito forte para superar as resistências e obstáculos do nosso caminho. As dúvidas e a solidão desaparecerão, pois nosso entusiasmo pela vida, pelo basquetebol e por nossa participação no NBB3 nos dará a energia e o impulso para expandir ainda mais nossa mente e nosso corpo.

Estamos muito vivos e cheios de vida. Aguardem! O futuro é de quem pratica e vive o amor. Viva a vida! Viva o Basquete de Joinville!