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Posts de fevereiro 2009

A história de Edilsom e Valdirene

26 de fevereiro de 2009 0


Integrante da coleção Jabuti, o livro “Primeiro Amor”, de Roberto Jenkins de Lemos, traz a história de Edilsom, que gosta de observar os caminhões que passam pela estrada de sua cidade. Empolga-se quando Zacarias, amigo de seu tio, traz novos “causos” da estrada. “Nesse tempo todo, cê nunca repetiu uma história… se elas não tivessem acontecido, cê seria o maior contador de causos deste mundão.”

O tempo passa e finalmente chega o dia de Edílsom. “Ninguém foge de seu destino”, profetiza o tio. Edílsom acompanhará Zacarias pelas estradas. No primeiro carregamento, conhece a filha de seu amigo e novo parceiro. Valdirene é linda e dona de um sorriso exuberante!

A história está montada: um jovem corajoso, um caminhão, o primeiro amor… e um sequestro! Agora, o futuro de Zacarias e de Valdirene está nas mãos de um garoto de 17 anos.

“Primeiro Amor”, de Roberto Jenkins de Lemos, com ilustrações de Shizue. Editora Saraiva, 120 páginas, R$ 22,40.

Postado por Aldo Brasil, Joinville, SC

Aurélio será atualizado ainda no 1º semestre

25 de fevereiro de 2009 0


O Blog do Aldo conversou com a assessoria da Positivo Informática, que detém os direitos sobre o “Dicionário Aurélio”, tanto na versão impressa quanto na eletrônica, para saber os planos para a atualização conforme a nova ortografia.

Em e-mail, a empresa diz que o “Aurélio Eletrônico” (versão em CD-ROM do “Novo Dicionário Aurélio” — Versão 5.0 Edição Revista e Atualizada), o “Novo Corretor Aurélio” e o “Aurélio Mania” estão sendo atualizados e estarão disponíveis ainda no primeiro semestre de 2009, juntamente com a versão impressa. Em conjunto com o trabalho da reformulação do conteúdo, a Positivo Informática está avaliando a melhor opção para atualizar as versões eletrônicas do Aurélio já comercializadas.

Postado por Aldo Brasil, Joinville, SC

A diferença que faz um acento diferencial

24 de fevereiro de 2009 1

Muita gente não gosta dos acentos usados na língua portuguesa. Essas pessoas acham que “deveria ser tudo igual ao inglês: sem acento nenhum”. Tudo bem, não cabe discutir a preferência de cada um, mas que existem casos em que um acento faz diferença, ninguém pode negar.

Eu estava analisando umas frases e títulos de jornais quando vi a palavra para. Antes, tínhamos “duas versões”: para (sem acento), indicando preposição, e pára (com acento diferencial), do verbo parar.

No jornal, saiu uma reportagem sobre um protesto de moradores contra o corte de árvores num local de Joinville. Fiquei imaginando outras formas de montar o título para a matéria. Uma delas ficaria assim: “Protesto para corte de árvores”.

Um título assim, sem se saber o contexto, poderia gerar duas situações bem diferentes uma da outra. Uma delas faria com que o leitor fosse levado a pensar que alguém ou algum grupo estaria querendo suspender o corte de árvores. Escrito do jeito “antigo”, o título com essa linha de raciocínio seria assim: “Protesto pára corte de árvores”. Dessa forma, a palavra “para” tem função de verbo.

Outra versão que poderia ser dada à mesma frase é que alguém estaria protestando justamente porque queria cortar árvores e não estava tendo autorização. Nesse caso, a palavra “para” teria função de preposição.

Viram só como a queda de um acento diferencial faz uma tremeda diferença? Então, olho vivo na hora de escrever uma frase para não gerar dupla interpretação.

Postado por Aldo Brasil, Joinville, SC

A volta do poderoso Overman

23 de fevereiro de 2009 0

Num país como o nosso, onde ter um livro publicado é um feito heroico, chegar a uma segunda impressão exige os poderes de um super-herói. Como o mundo enfrenta hoje uma crise econômica das mais, foi decidido que Overman, o super-herói criado pelo cartunista Laerte, deveria voltar às ruas, pois ele é a última esperança de sair dessa enrascada.

É possível que Overman tenha a força do Super-homem, mas com certeza ele não tem a sagacidade nem a capacidade de dedução do Batman.

A exemplo do colega americano, Overman tem o poder de voar, além de uma força física que lhe permite erguer toneladas com os próprios braços. Seu uniforme, tal como o do Super-homem, é composto de roupas colantes e uma capa, mas tem também uma máscara que ele nunca tira, pelo fato de não ter uma identidade secreta.

Overman também é moralmente orientado de acordo com a mesma fórmula bipolar do Super-homem, ou seja, ele compreende o mundo através da ótica do bem e do mal. Daí advém a maior parte da comicidade de suas histórias: sua noção moral simplista torna-o inepto a viver dentro da sociedade brasileira, onde com muita frequência as noções de ordem e moral precisam ser “cordialmente” burladas em favor da mera sobrevivência do indivíduo. Overman, travestido de super-herói, privado de uma identidade secreta, é incapaz de entender isso.

Como todo super-herói, Overman também tem um “ajudante” chamado Ésquilo, com quem ele divide uma vaga em uma pensão decadente, que fica ao lado de um estacionamento. Overman recebe os pedidos de socorro através de um telefone público e de um mural de recados. Apesar de combater supervilões, Overman passa a maior parte de suas aventuras resolvendo problemas cotidianos. O contraste entre a função principal do personagem — a de herói, divulgador do bom exemplo, realizador de proezas — e as pressões da vida cotidiana brasileira – desemprego, contas a pagar, inflação, etc. – dão argumento à maior parte das piadas. Apesar dos problemas conjunturais, Overman ainda consegue um tempinho para combater inimigos como:

Maníaco Flatulento: foi uma criança de intelecto superior desprezada pelos amigos. Buscando vingança, ingeriu um agente químico flatulínico, desenvolvido por ele mesmo; desde então, passou a praticar atos de terrorismo em locais com grande concentração de pessoas. Depois de capturá-lo em um estádio lotado, Overman conclui que não havia como realmente detê-lo, decidindo assim “largá-lo sem querer” na boca de um vulcão.

Space Ghost: este não é exatamente um vilão: Overman apenas insiste em dizer que teve o design de seu uniforme roubado por este personagem da Hanna-Barberas. Space Ghost surge muitas vezes nas tiras de Overman.

Pane: uma garota desejada por todos, mas que foi abandonada pelo noivo, o que desencadeou nela um “choque elétrico”, responsável por dotar o olhar dela de um “estranho poder”. Desde então, Pane tornou-se capaz de causar panes em aparelhos e motores, a distância e incógnita.

“Overman, o Álbum, o Mito”, de Laerte. Devir Livraria, 48 páginas, R$ 24,00.

Postado por Aldo Brasil, Joinville, SC

Leia e ouça "A Arte do "Ensinar", por Rubem Alves

20 de fevereiro de 2009 0


Ensinar é uma arte. Mas para saber dominá-la é preciso aprender. Aprender muito. E, para Rubem Alves, “professor bom é aquele que aprende o tempo todo”. Para ajudar nessa tarefa de aprendizado infinito, o educador, em parceria com Marcílio Menezes, preparou um CD com canções que ensinam professores e crianças.

O audiolivro “A Arte do Ensinar” é um misto de histórias e muita música, que se completam, facilitando a compreensão. Com letras inteligentes e melodias com ritmo brasileiro, suaves e encantadoras, que falam de alegria, crianças, brinquedos e desafios, o CD é recomendado para qualquer idade, para quem tem fome e sede de conhecimento. E não quer parar nunca.

Com o trabalho, Rubem Alves busca mostrar que é possível — e eu iria além: é necessário — reaprender a ensinar. Isso não significa largar de vez o que já se assimilou, ou deixar de ensinar o bê-á-bá, mas, sim, buscar um novo jeito de repassar as coisas. Existe fórmula pronta? Logicamente que não, porque cada professor e cada professora encontra uma realidade diferente em cada cidade, em cada bairro, em cada escola, em cada família e, finalmente, em cada um daqueles a que chamamos alunos, mas que também têm algo a ensinar.

Rubem Alves, autor de mais de 70 títulos, como “Se eu Pudesse Viver Minha Vida Novamente…”, resgata coisas simples, como na áudio-história em que conta sobre um carrinho feito de lata de sardinha e rodas de sandálias Havaianas, que ele ganhou e o conserva há 20 anos.

Na composição do audiolivro, Alves conta com a parceria de Marcílio Menezes, músico e produtor cultural, autor de várias obras, como o CD “Pequeno Jeito de Ser” (2000).

Audiolivro (livreto e CD) “A Arte do Ensinar”, com textos de Rubem Alves e músicas de Marcílio Menezes. Nossa Cultura Editora, R$ 28,00.

Postado por Aldo Brasil, Joinville, SC

Um é pouco, dois é bom...

19 de fevereiro de 2009 1

O verbo ser fica no singular quando antecede palavras como muito, pouco, demais, suficiente, bom, ruim , etc. Por exemplo: a frase fica correta quando se diz ou escreve que “dois meses é pouco (tempo) para aprender inglês”. E não “dois meses são pouco (tempo) para aprender inglês”.

Fonte: “Corrija-se! de A a Z”, de Luiz Antonio Sacconi.

Postado por Aldo Brasil, Joinville, SC

Barney: da televisão para os livros

18 de fevereiro de 2009 0


Muita gente, principalmente a miúda, já deve ter assistido ao personagem Barney pela televisão. Mas não é o Barney amigo do Fred Flintstones, e sim o dinossauro roxo amigo da criançada, que agora vai para os livros. A coleção “Barney e Você”, da Editora Caramelo, é composta por 12 livros que ensinam algo às crianças e mostram o personagem em situações do dia-a-dia.

O Blog do Aldo mostra hoje o livro “No Mercado”, escrito por Donna Cooner e fotos de Dennis Full. Na história, Barney e Baby Bop vâo ensinar às crianças como selecionar os alimentos no mercado. Com as compras bem feitas, Barney fica orgulhoso de sua amiguinha.

Outros títulos da coleção: Na Biblioteca; Na Fazenda; No Médico; No Corpo de Bombeiros; No Restaurante; No Zoológico; Na Escola; No Dentista; No Parque; No Departamento de Polícia; e No Pet Shop.

Coleção “Barney e Você”. Editora Caramelo, 24 páginas, R$ 17,00 cada.

Postado por Aldo Brasil, Joinville, SC

Ajuda para os universitários

17 de fevereiro de 2009 0

Começo de ano tem sempre aquela correria para comprar livros. Isso dá um peso danado no orçamento. Mas para a turma da mochila que quer livrar uns trocados, há uma boa opção: a Rede Livrarias Catarinense e Livrarias Curitiba está com uma promoção especial para universitários. Nas compras de livros técnicos, os estudantes têm desconto que variam de 20% no pagamento à vista, 15% para pagamento em até três vezes e 10% com pagamento em cinco vezes. A promoção vai até o final do mês de março e é preciso comprovar a matrícula para ganhar o desconto nos livros técnicos.

Postado por Aldo Brasil, Joinville, SC

Para quem gosta de uma floresta de histórias

16 de fevereiro de 2009 0

Os sete contos do livro “Uma Floresta de Histórias — Contos de Árvores Mágicas do Mundo Todo”, de Rina Singh, inspiram-se no folclore de sete povos diferentes. Cada um deles tem como personagem central uma árvore dotada de poderes mágicos. 

Essas belas histórias com certeza levarão o jovem leitor a olhar com maior ternura e respeito as árvores reais que o cercam. Talvez este seja o primeiro passo para uma reflexão sobre os critérios e normas que devem nortear a ação do homem sobre a natureza. Com texto bem cuidado e acessível, esta edição se destaca principalmente pela refinada beleza das ilustrações e do projeto gráfico.

“As árvores sempre tiveram um lugar especial nos contos populares. Espero que ao longo da leitura do livro cada um se aproxime das árvores e sinta toda a sua magia”, diz a autora Rina Singh.

“Uma Floresta de Histórias — Contos de Árvores Mágicas do Mundo Todo”, de Rina Singh, com ilustrações de Helen Cann e tradução de Monica Stahel. Editora Martins Fontes, 64 páginas, R$ 39,80.

Postado por Aldo Brasil, Joinville, SC

"Eu Sou Maria / Os Doze Trabalhos de Hércules"

12 de fevereiro de 2009 0

 

O livro, sétimo título da coleção Reconstruir e que tem “duas capas”, é o sétimo título da coleção Reconstruir e uma atualização do mito de Hércules e seus doze trabalhos. Primeiro, conta a história de Maria, uma adolescente de 15 anos, moradora de uma favela do Rio de Janeiro, sem nenhum envolvimento com drogas ou crime. Uma jovem que se esforça para estudar, arranjar emprego, não usar drogas, no meio de tantos que se perdem.

Ela vê a oportunidade de uma nova vida em um concurso de redação que oferece uma bolsa em um colégio de renome na capital e, posteriormente, os estudos de nível médio e faculdade. Mas precisará de muito esforço e coragem para vencer as dificuldades e atingir sua meta.

Hércules foi o herói grego perseguido por causa da sua origem, tinha bom coração, era generoso e valente. Foi daí que surgiu a inspiração para a criação de Maria, que, como Hércules, precisou de muito esforço para “matar um leão por dia” e conseguir vencer o concurso.

“Eu Sou Maria / Os Doze Trabalhos de Hércules”, de Sonia Rodrigues, com ilustrações de Angelo Abu. Editora Formato, 136 páginas, R$ 21,90.

Postado por Aldo Brasil, Joinville, SC