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Posts de abril 2009

Livro faz poesia com pião

30 de abril de 2009 0


Remetendo às brincadeiras de crianças, o livro “Meu Pião”, escrito e ilustrado por Denise Rochael e integrante da coleção “Brincadeiras”, traz um texto poético, rimado e metrificado.

Como toda a coleção, este livro é gracioso, composto por ilustrações grandes, coloridas, e ampliado por vinhetas em preto-e-branco que margeiam todas as páginas no alto e embaixo. O livro já está escrito conforme a nova ortografia.

O personagem, ou melhor, os personagens são um menino e seu pião. Na obra, o rapazinho não tem um nome. Talvez a escolha da autora por esse artifício se deva ao fato de que o enredo pode se encaixar a qualquer menino, seja ele Pedro, João ou Lucas. A autora também tratou de dar uma roupagem popular ao garoto: calção, boné com a aba virada para trás e descalço, correndo por vários lugares com seu inseparável brinquedo.

Por meio das histórias da coleção, Denise busca resgatar as brincadeiras “antigas”, sem aquele monte de tecnologia que cerca a garotada hoje, fazendo inclusive os adultos que lerem os livros voltarem no tempo.

“Meu Pião”, com texto e ilustrações de Denise Rochael. Editora Formato, 16 páginas, R$ 18,50.

Postado por Aldo Brasil, Joinville, SC

Saiu "Monstros vs. Alienígenas — o Livro do Filme"

28 de abril de 2009 1


Para quem já assistiu ao filme da Dreamworks, também vale dar uma olhada na versão em livro da Editora Caramelo. Na história, Susan Murphy, uma garota da Califórnia, aguardava por seu casamento quando um meteorito se chocou contra a Terra e a transformou numa mulher com 15 metros de altura.

Ela foi capturada pelo governo e colocada numa prisão secreta para monstros com outros prisioneiros bem estranhos: o Dr. Barata, o Elo Perdido, o gosmento B.O.B. e o Insetossauro.

A equipe de monstros é convocada para deter um ataque alienígena. Será que eles conseguirão salvar a Terra?

A animação é baseada na revista em quadrinhos “Rex Havoc” e nos clássicos filmes B de terror dos anos de 1950, mas se passa nos tempos atuais e mistura comédia e ação.

“Monstros vs. Alienígenas — o Livro do Filme”, ilustrado por Lawrence Hamashima e traduzido por Rafael Longo. Editora Caramelo, 32 páginas, R$ 24,90.

Postado por Aldo Brasil, Joinville, SC

Tem gente que escreve torto...

27 de abril de 2009 0


O assunto da moda é o acordo ortográfico entre os países que têm o idioma português como língua oficial. Ele entrou em vigor, no Brasil, a partir de 1° de janeiro, mas tem um período de “transição” de três anos, dentro do qual valerão tanto a grafia “antiga” quanto aquela ditada pelo novo acordo.

A reboque desse acordo, a Academia Brasileira de Letras (ABL) teve de elaborar um novo Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, o Volp, para os mais íntimos, que foi publicado praticamente três meses depois da assinatura do presidente Lula que colocou em vigor as novas grafias. Para uma perfeita sincronia, creio que o ideal seria o Volp, que custa R$ 120 na livraria mais perto da sua casa, fazer parte do pacotão ortográfico no começo do ano. Mas tudo bem… antes tarde do que nunca. Para quem achava que a sopa de letrinhas estava completa, digo que ainda falta um ingrediente: a atualização do Volp na página da ABL na internet.

Com perdão à franqueza, acho um atraso absurdo e inadmissível a ABL, que é a “capitã” nessa barca, ainda não ter atualizado o seu site. Se já existem dezenas de sites tentando dar uma forcinha ao pessoal que lida com palavras, por que cargas-d`água a casa dos imortais ainda está com tudo velho em folha?

No pé da página na internet há o seguinte aviso:

“Observação: esta versão digital ainda não foi atualizada conforme a nova ortografia em vigor. No momento, a Academia Brasileira de Letras desenvolve um nova versão do VOLP e, em breve, ela estará disponível nesta seção para consulta.”

Com a devida vênia do José António Baço, cronista de “AN”, como diz o velho deitado, tem gente que escreve torto por linhas retas.

Postado por Aldo Brasil, Joinville, SC

Tataraneta descobre os tesouros de Monifa

22 de abril de 2009 0


Todo mundo já teve curiosidade de bisbilhotar as caixinhas que a vovô guarda com um monte de bugiganga. No livro “Os Tesouros de Monifa”, de Sonia Rosa, uma menina brasileira descendente de africanos herda uma dessas caixinhas que guarda verdadeiro tesouro para a família e que pertenceu a sua tataravó Monifa. Esse nome, no idioma dos antepassados da menina, significa “eu tenho sorte”.

Monifa que chegou ao Brasil, vinda do outro lado do oceano, em um navio negreiro. Mesmo escrava, aprendeu a escrever e, por meio das letras que aprendeu, deixou “para os meus filhos e os filhos dos meus filhos!!!” o maior de todos os tesouros que alguém pode herdar.

Por meio dessa história, a autora busca resgatar valores familiares, como o amor, relacionamento entre gerações e a preservação da memória dos antepassados.

“Os Tesouros de Monifa”, de Sonia Rosa, com ilustrações de Rosinha. Editora Brinque-Book, 32 páginas, R$ 27,50.

Postado por Aldo Brasil, Joinville, SC

Senac dá dica sobre nova ortografia

21 de abril de 2009 0

Desde que o acordo ortográfico da língua portuguesa entrou em vigor, digitar textos exige mais atenção, já que o corretor ortográfico disponível na maioria dos computadores ainda não está programado para corrigir as palavras conforme as novas regras. O professor de operação de computador do Senac TI em Florianópolis, David Bräscher, adianta que já existe no mercado uma ferramenta atualizada chamada Vero.

O Vero é o nome dado ao verificador ortográfico do BrOffice, que é a versão brasileira do pacote OpenOffice, no qual estão reunidos aplicativos de texto, planilhas e apresentação. Segundo o coordenador do Projeto Verificador Ortográfico do BrOffice.org, Raimundo Santos Moura, a atualização começou assim que Portugal assinou o acordo, em julho de 2008.

Segundo Brascher, o pacote OpenOffice pode ser baixado gratuitamente pela internet. A Microsoft ainda não atualizou o corretor do Word — programa utilizado pela maioria das pessoas — e, em comunicado por e-mail, o gerente de produtividade e colaboração da Microsoft Brasil, Eduardo Campos, esclarece que ainda não há data definida para a atualização e disponibilização ao consumidor, mas a empresa pretende oferecer a ferramenta dentro do prazo estabelecido pelo governo, que encerra-se em 2012. Até lá, quem quiser escrever corretamente deve apelar para uma gramática ou para o BrOffice.

Postado por Aldo Brasil, Joinville, SC

Inserção social no trabalho é tema de livro

20 de abril de 2009 0

A inserção social de pessoas com necessidades especiais, conhecidas como PNDE, é um assunto cada vez mais debatido e tema do livro que será lançado dia 22, na Megastore da Livrarias Curitiba em Joinville. “Trabalho e Pessoas com Deficiência” é resultado do desenvolvimento de pesquisas e de articulações entre pesquisadores que têm investigado sobre a inserção de pessoas com deficiência no mercado de trabalho em várias regiões do Brasil.

Traz ainda pesquisas desenvolvidas com pessoas que apresentam deficiência, tanto em situações de desemprego quanto inseridas no mercado de trabalho; práticas de inclusão desenvolvidas em organizações; perspectivas de análise do processo e instrumentos de diagnóstico que poderão ser utilizados tanto em pesquisas quanto em intervenções.

“O conteúdo do livro tangencia tópicos da psicologia organizacional e do trabalho, da administração, da ergonomia, da educação corporativa, da educação especial e das políticas públicas. Trata-se de uma fonte inédita e valiosa para todos os interessados na inserção de pessoas com deficiência no mundo do trabalho”, afirma Valdirene Daufemback, uma das autoras da obra.

Aprofundar e dar visibilidade às possibilidades de inclusão das pessoas com deficiência no mercado do trabalho, bem como apresentar a comunidade o resultado de pesquisas científicas realizadas na área são os objetivos central da obra.

“Durante a formação universitária, a convivência com a diversidade foi tema de interesse em várias matérias, porém em um estágio extracurricular realizado no Manicômio Judiciário em Piraquara (PR), fiquei sensibilizada ao constatar que a sociedade cria meios para afastar aqueles que de certa forma são o resultado do seu próprio insucesso”, afirma. ”Essa análise foi transportada para outros espaços institucionais e quando comecei a trabalhar na Associação dos Deficientes Físicos de Joinville (Adej) em 1997, pude intervir diretamente nessa questão”, completou.

Valdirene é psicóloga, especialista em gestão de pessoas, mestre em psicologia. Atualmente, é responsável pelo Programa da Valorização da Diversidade na Embraco, professora da Univille no curso de Direito, integra a diretoria colegiada do Centro de Defesa de Direitos Humanos de Joinville, o Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária e a Comissão Nacional de Fomento aos Conselhos da Comunidade, ambos do Ministério da Justiça.

O LANÇAMENTO

“Trabalho e Pessoas com Deficiência” (Ed. Juruá, 303 páginas, R$ 64,00) será lançado dia 22, a partir das 19h30, na Megastore da Livrarias Curitiba em Joinville. Mais informações: (47) 3433-6400.

Postado por Aldo Brasil, Joinville

Quadrinhos com Duque e Chuchu

17 de abril de 2009 0


Duque, o cão, e Chuchu, o gato, são dois dos personagens mais queridos dos quadrinhos de hoje em dia. Eles são os astros de “Mutts”, tira em quadrinhos que traz uma mensagem positiva e divertida.

A tira é baseada no dia-a-dia de dois animais de estimação, um cachorro chamado Duque e um gato chamado Chuchu. Duque e Chuchu interagem um com o outro, com seus donos humanos e um grande elenco de animais da vizinhança.

A amizade deles está focada nas diferenças entre cães e gatos como animais de estimação. Duque é um animal amigável, gosta da companhia de humanos e adora brincar no quintal. Chuchu normalmente mostra-se indiferente em relação aos humanos, a não ser quando é alimentado e prefere ficar dentro de casa e brincar sozinho.

Criada em 1994 por Patrick McDonnell, escritor de livros infantis campeão de vendas e antigo ativista ambiental e dos direitos dos animais, “Mutts” é publicada em mais de 700 jornais em 20 países, com aproximadamente 180 milhões de leitores diários.

Além de ser uma unanimidade nos jornais, “Mutts” também é um grande sucesso editorial, com 20 livros publicados até hoje. O livro lançado pela Editora Devir é o primeiro da série.

“Mutts — os Vira-latas”, de Patrick McDonnell. Editora Devir, 128 páginas em branco-e-preto, R$ 23,00.

Postado por Aldo Brasil, Joinville, SC

Educação infantil é tema de livro de joinvilenses

15 de abril de 2009 1


As formas, as linguagens e as experiências vividas com a aprendizagem das crianças são o material de estudo do livro “Uma Educação pela Infância: Diálogo com o Currículo do 1º Ano do Ensino Fundamental”, da Editora Univille, que será lançado nesta quinta-feira (dia 16), às 19h, no anfiteatro 1 do campus universitário de Joinville. O livro, de autoria das professoras Silvia Pillotto, Leda Pereira, Carla Ropelato, Berenice Garcia, Letícia Bohn e Gabriela Fischer, é patrocinado pela Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina (Fapesc) e vai ser distribuído gratuitamente nas escolas. 

A obra propõe uma reflexão sobre as relações estabelecidas com crianças e sobre as proposições educativas que podem ou não potencializar o conhecimento sensível na infância: imaginação, criação, emoção, intuição e percepção. “Essa experiência interroga a infância que convive conosco e nos instiga a cada momento a refletir. São interrogações que nunca se encerram — pois a infância será sempre uma presença enigmática — provocando rupturas, aberturas, novos olhares… Um exercício em que todos são autores — crianças/alunos, professores, comunidades — formando uma rede de desejo de aprender compartilhadamente”, explica uma das organizadoras e autoras do livro, professora Silvia Sell Duarte Pillotto.

Segundo a professora, trata-se de um plano que não diz o que fazer, não oferece as coordenadas e não se fixa em um único propósito. “Antes de tudo, liberta a infância, pois escuta e conversa, levando a situações inusitadas. Nessa aventura, observamos vontades, dificuldades, alegria e tantos outros sentimentos que contribuem para que sejamos ou não afetados por algo ou alguém, interagindo e produzindo saberes, provocando múltiplas conexões que abrem possibilidades a trajetórias inventivas, pois dialogam com a infância que aprende, sente, inventa, brinca, improvisa”, completa.

O projeto do livro inclui a possibilidade de treinar gratuitamente grupos de professores interessados em desenvolver projetos escolares de educação infantil.

SERVIÇO

O QUÊ: lançamento do livro “Uma Educação pela Infância: Diálogo com o Currículo do 1º Ano do Ensino Fundamental”, de Silvia Pillotto, Leda Pereira, Carla Ropelato, Berenice Garcia, Letícia Bohn e Gabriela Fischer. Editora Univille. ONDE: anfiteatro 1 do campus universitário de Joinville. QUANDO: nesta quinta-feira (dia 16), às 19h. QUANTO: distribuição gratuita às escolas.

Postado por Aldo Brasil, Joinville, SC

Historiadora joinvilense lança livro na Curitiba

14 de abril de 2009 1

Neste dia 14, Giane Maria de Souza lança na Megastore da Livrarias Curitiba, em Joinville, sua obra “A Cidade Onde se Trabalha — a Propagação Ideológica do Autoritarismo Estadonovista em Joinville”.

O livro é resultado da dissertação de mestrado em Filosofia e História pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) intitulada “Educação para o Trabalho: Sindicatos Amarelos e a Pedagogia Estadonovista”. A obra aborda o Estado Novo (1937-1945) em Joinville e as raízes autoritárias desenvolvidas pelo Estado de Vargas para a aceitação social dos trabalhadores em prol das políticas getulistas.

Desenvolve uma análise histórica sobre os sindicatos e suas organizações em relação às indústrias e a formação ideológica da defesa do capital honesto e do trabalho ordeiro. “O livro chama-se `A Cidade Onde se Trabalha` porque em 1940, quando Getúlio Vargas visitou Joinville no seu 75º aniversário, todos os trabalhadores, industriais, foram convocados para recepcionar o presidente da República — foi dada uma ordem pelos líderes políticos da cidade de se manter todas as chaminés acesas e sirenes ligadas para demonstrar ao presidente da República ser Joinville uma cidade onde se trabalha”, afirma a autora.

“Venho desenvolvendo pesquisas nessa área desde minha graduação. Ao entrar no mestrado, comecei a desenvolver o projeto com um rígor intelectual e um aprofundamento empírico e teórico que desse conta de resolver as problemáticas levantadas no decorrer da pesquisa de graduação”, afirma.

A AUTORA

Giane Maria de Souza nasceu em Joinville, é graduada em História pela Universidade da Região de Joinville e mestre em Filosofia e História pela Universidade Estadual de Campinas. Atualmente, é professora universitária na Sociesc no curso de Arquitetura e Urbanismo.

Foi contemplada pelo Edital da Fundação Cultural de Joinville pelo Sistema de incentivo e desenvolvimento da Cultura (Simdec) 2008 com o livro “A Cidade Onde se Trabalha” e o documentário “Burguesa — Histórias de Gente e de Lixo”. Tem diversos artigos publicados em congressos e revistas acadêmicas sobre história de Santa Catarina e Joinville. Trabalha como especialista cultural na Estação da Memória — Fundação Cultural de Joinville. Participa do grupo de pesquisa Histedbr — História, Educação e Sociedade, da Unicamp.

“Desde pequena, minha mãe lia livros para eu dormir. Isso de certa forma reafirma no crescimento intelectual o hábito da leitura. Sempre fui uma leitora voraz, desde Machado de Assis a poesia e a textos históricos e políticos. Acho, profundamente, que a música está intrinsecamente ligada ao mundo literário”, completa.

O objetivo da publicação é tornar acessível e democratizado uma produção acadêmica — que geralmente é elitizada e se restringe às bibliotecas universitárias. Nesse sentido, o livro vem ao encontro daqueles que de fato se tornaram objetivos de investigação científica e teórica – os trabalhadores. 

O LANÇAMENTO

A Cidade Onde se Trabalha — a Propagação Ideológica do Autoritarismo Estadonovista em Joinville”, Editora Maria do Cais, 203 páginas, R$ 32,50. O lançamento ocorrerá neste dia 14, a partir das 19 horas, na Megastore da Livrarias Curitiba em Joinville, no Shopping Mueller. Mais informações: (47) 3433-6400.

Postado por Aldo Brasil, Joinville

Ambira, embira, taturana... que bicho é esse?

09 de abril de 2009 1

Um inseto, várias denominações

Chegaram à redação de “AN”, por e-mail, opiniões de leitores, alguns irados, outros mais ponderados, questionando a grafia usada pela redação para se referir à espécie de lagarta que infestou algumas casas em Joinville. No site, a reportagem sobre a invasão das lagartas (outro nome dado ao bicho) somou 13 mil acessos em 24 horas.

Realmente, se formos adotar os dicionários “Aurélio” e “Houaiss” como “documentos oficiais”, a palavra correta para designar esses insetos seria ambira. Porém, pesa a favor da pronúncia “embira” o fato de que é a mais comum em Santa Catarina, pelo menos na região Norte.

Dando uma olhadinha a mais nos dois dicionários, vamos encontrar outra curiosidade a respeito do nome desse bicho: o “Aurélio”, por exemplo, dá a definição de ambira:

Substantivo feminino. 1.Bras. SP Zool. TATARANA, em certas regiões.

Isso mesmo: tatarana, quando a maioria das pessoas fala taturana. Está errado falar taturana? Claro que não. Afinal, é uma forma popular que se consolidou. O dicionário até registra a palavra taturana, mas remete àquela usada na definição de ambira.

Já a palavra embira é definida, pelo “Aurélio, como:

Substantivo feminino. Bras. 1.Bot. Designação comum a várias espécies arbustivas da família das timeleáceas e do gênero Daphnopsis, de flores inconspícuas, e que se caracterizam por produzir boa fibra na entrecasca. Ocorrem nas matas úmidas. 2.A casca da embira-branca. 3.Qualquer casca ou cipó usado para amarrar. [Var.: envira.]

Veja que até mesmo essa palavra tem a variante envira, conforme o tópico 3.

Para emendar a prosa, o inseto recebe mais um nome: mandorová. Essa palavra também tem variações na escrita (e na pronúncia) conforme a região: mandruvá, druvá, manduruvá, mandarová, mandaruvá, marandová. São diversas as formas de escrever e falar o nome de um mesmo ser. Por isso, “AN” fez uma brincadeira no título da contracapa da edição desta quinta-feira.

Postado por Aldo Brasil, Joinville, SC