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Posts do dia 9 abril 2010

Giro pela Feira do Livro de Joinville

09 de abril de 2010 1

Hoje pela manhã, tirei um tempinho para dar uma circulada pela Feira do Livro de Joinville. A intenção não era comprar alguma obra, embora isso não fosse totalmente descartado. O objetivo era sentir o “clima” da feira, que está na sétima edição e, pelo jeito, veio para ficar. Por falar em clima, o tempo ensolarado ajudou na “tarefa” de dar uma bisbilhotada.

Ao chegar lá, muitos estudantes, tanto de escolas públicas quanto particulares. No palco da feira, a estrela da manhã era a escritora Maria Tereza Maldonado (foto). Sob o olhar atento de estudantes e professores, ela debateu o tema “bullying e cyberbullying“, alertando para os perigos aos quais as crianças e adolescentes estão expostos ao navegar na web. Ela foi enfática ao dizer que a prática “dá cadeia”. Existem até delegacias com especialistas em crimes cibernéticos. Também abriu espaço para que os estudantes se manifestassem.

Pegando carona no tema de Maria Tereza Maldonado, é importantíssimo que pais ou responsáveis monitorem o que os filhos andam acessam na grande rede. Um passo em falso pode ter consequências desastrosas para a criança/adolescente. Fazer de conta que isso está longe de acontecer em casa é fechar os olhos para o mundo e abrir as portas para a entrada de pessoas que podem transformar a vida da família numa teia de tormento.

Voltando à vaca-quente da feira, é preciso dizer que ela cresceu. São muitas obras, editoras e escritores colocando-se na vitrine do evento. São livros de todos os tipos, tamanhos e preços. Há até obras de R$ 1,00. Pena que, no estande no qual as vi, pelo menos na minha opinião, abordam temas que não são focados para a literatura em si. Na maioria, são livrinhos sobre horóscopo. Não vi nenhum título literário que me chamasse atenção. Mas tudo bem: o importante é que dá oportunidade de leitura a preço acessível para muita gente.

Como o evento cresceu, creio que a praça Nereu Ramos se tornou pequena. É necessário repensar o local, afinal, os corredores são muito estreitos e não permitem que se aprecie adequadamente os estandes e os livros expostos. Dá-se a impressão de que estamos atrapalhando as outras pessoas quando paramos para analisar as obras. Mesmo assim, vale a visita.