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Posts de fevereiro 2011

Uma velha coroca

28 de fevereiro de 2011 0

O livro de hoje, “A Velha Coroca”, de Roberto Athayde, conta a história de um menino de seis anos, Paulinho, que, ao saber que sua bisavó ficaria um tempo em sua casa, espera ansioso sua vinda. Seu desejo era que ela lhe contasse muitas histórias. Porém, ao chegar, a mãe avisa-lhe que Vó Coroca está muito doente e precisa ficar em repouso absoluto. O garoto inconformado obedece.

Veja um trechinho:

Até que um belo dia a mãe tinha saído (…) Paulinho viu a enfermeira se enfiando na cozinha. A empregada passava roupa na área de serviço/. É agora ou nunca (…) O garoto chegou bem pertinho dela. “Vó Coroca me conta uma história”, disse ele bem baixinho (…) Ela arregalou os olhos. E começou a falar…

Contar histórias todos os dias fez tão bem para a bisavó de Paulinho que em pouco tempo ficou boa e voltou para Minas.

“A Velha Coroca”, Roberto Athayde, com lustrações de Cláudia Scatamacchia. Global Editora, 16 páginas, R$ 19,90.

Estudantes encaram desafio na Udesc

25 de fevereiro de 2011 0

Com o objetivo de promover integração entre alunos universitários, a Dual System realizou na última quarta-feira, dia 23 de fevereiro, o 1º Desafio Atto-Udesc. O evento ocorreu durante a semana dos calouros, nas dependências da Universidade do Estado de Santa Catarina – campus de Joinville, e contou com alunos dos cursos de engenharia, matemática, química, computação e tecnologia.

As provas envolveram raciocínio lógico, trabalho em equipe e criatividade em duas etapas. Na primeira parte do desafio, as equipes deveriam montar uma bicicleta equilibrista e fazer com que sua montagem percorresse uma distância de aproximadamente 25 metros sobre uma corda.

Ao final da primeira etapa, as equipes de engenharia elétrica, engenharia mecânica, matemática e química se classificaram para a fase final, dividida em duas atividades. A primeira exigia que os alunos montassem um lançador e que o mesmo fosse utilizado para impulsionar um objeto de madeira sobre um obstáculo. A equipe que conseguisse completar passava para o desafio final, no qual teria que levantar um peso de 1 kg com um contrapeso de 400 g, usando um sistema de roldanas.

A equipe de engenharia mecânica utilizou melhor os recursos físicos e lógicos e venceu o desafio final com o tempo de 19 minutos. No entanto, mesmo com a vitória, o mais importante foi a grande aceitação do novo produto e da interatividade promovida entre os jovens estudantes. “Eu achei o Desafio Atto muito legal. Deu para unir bem o grupo. Desenvolvemos várias habilidades de liderança e trabalho em equipe, além de conhecer o produto, que é bastante interessante. Com ele conseguimos aplicar vários conhecimentos que aprendemos em sala de aula”, disse Débora Kieckhoefel, 22 anos, aluna de matemática da Udesc.

ATIVIDADES ACADÊMICAS COM BRINQUEDO

O 1º Desafio Atto-Udesc foi realizado com o uso de brinquedo lançado pela empresa catarinense. O kit de peças permite a criação de diversas montagens e estimula a criatividade em crianças, jovens e adultos.

Totalmente produzido no Brasil, o Atto é o novo lançamento da Dual System. O brinquedo vem em diferentes tamanhos de caixa e proporciona às pessoas a criação de diversas montagens.  Estimulado pelo desafio, o usuário do Atto consegue transformar uma série de peças em materiais concretos, visuais e funcionais.

“Assim como desenhar dá vazão à expressão interior, o montar proporciona ao usuário a materialização do espírito criativo. O prazer de criar incentiva a aproximação de pessoas de diferentes faixas etárias. Juntas, elas podem estabelecer desafios, desenvolver soluções e compartilhar resultados”, explica Sami Dubena, diretor de marketing da Dual System.

O encontro real e a interatividade humana tornaram-se cada vez mais complicados devido ao advento das tecnologias. O Atto surge como uma forma de interação e concretização de objetivos entre pessoas, na chamada economia da experiência. O manuseio das peças com diferentes formas, tamanhos e cores permite infinitas possibilidades de uso, combinações e montagens. A interação entre as pessoas estimula a construção de habilidade física e mental.

Nos tempos modernos, o encontro entre as pessoas tornou-se cada vez mais complicado. É muito difícil promover atividades que ofereçam interação entre jovens, adultos e até mesmo crianças. No entanto, é notório que o desenvolvimento de habilidades em grupo proporciona recompensas interessantes. Pensando em oferecer estas experiências e recompensas é que o Atto foi criado. O objetivo maior do produto é a integração e o desenvolvimento de raciocínio entre pessoas, além de estimular a criatividade em crianças e jovens.

A Dual System é uma empresa genuinamente nacional e que surgiu no mercado educacional brasileiro em 1999, como resposta às dificuldades e necessidades percebidas pelos professores em efetivo exercício docente.

Atualmente, a empresa é constituída por uma equipe de professores com ampla experiência didático-pedagógica. A Dual já realizou a idealização, desenvolvimento e aperfeiçoamento de diversos recursos laboratoriais presentes no mercado educacional brasileiro, os quais se destinam à realização de atividades práticas e experimentais na área de educação científica e ambiental.

Mais informações sobre o brinquedo e a empresa podem ser obtidas no e-mail danilo@etideias.com.br ou nos telefones (48) 4104-1294 e (11) 7667-9636.





Estudantes unem teoria e prática com brinquedo Atto






Falando do bem-estar da mulher

24 de fevereiro de 2011 0

Durante séculos, o papel da mulher foi ser mãe, esposa e dona de casa. Ao homem estava destinado um trabalho remunerado no exterior do núcleo familiar. Com a Revolução Industrial, na segunda metade do século 19, muitas passaram a exercer uma atividade remunerada. Hoje, elas representam a maioria da população brasileira. Acredita-se, inclusive, que milhões sejam “chefes” de família.

Com maior participação no mercado de trabalho, aumentou a importância de seu bem-estar em benefício de si mesma e dos homens com quem convive. Pensando nisto e na saúde feminina, o médico Arnaldo Cambiaghi escreveu, junto com 30 especialistas, o livro “Bem-estar da Mulher – a Essência da Vida – Guia da Saúde Feminina para Todas as Idades”.

A obra, uma excelente opção de presente, trouxe um enfoque inédito e diferenciado, e seu conteúdo enfoca a síndrome do coração partido com dez dicas para se “desapaixonar”, as relações afetivas, sexualidade, fertilidade, dermatologia, ansiedade e depressão, obesidade e endometriose, entre outros temas femininos.

“Bem-estar da Mulher – a Essência da Vida – Guia da Saúde Feminina para Todas as Idades”, Arnaldo Schizzi Cambiaghi. Editora LaVida Press, 288 páginas, R$ 62,00.

Guia Saraiva do novo acordo ortográfico

23 de fevereiro de 2011 0

Todo mundo que, de uma forma ou de outra, mexe com as palavras está sabendo do novo acordo ortográfico. Mesmo para quem não sabe, é importante ficar ligado que, a partir do primeiro dia de 2012, algumas palavras da língua portuguesa terão alguma modificação. Por enquanto, estão valendo as grafias “antiga” e nova.

Para ajudar na tarefa de simplificar o entendimento, a Editora Saraiva colocou no ar, via site da editora, um guia bem didático com links que pode ser muito útil na hora em que pintar aquela dúvida. Além do histórico do acordo, a página tem até vídeo para facilitar a compreensão.

Clique aqui e acesse o guia da Editora Saraiva.

Cosac Naify ganha prêmios internacionais

22 de fevereiro de 2011 0

A Cosac Naify recebeu dois prêmios na Feira Internacional do Livro de Bolonha, o mais importante evento de literatura infantojuvenil do mundo. Trata-se da primeira vez que uma editora brasileira recebe dois prêmios na mesma edição do evento. Mais do que isso: é a editora brasileira com o maior número de prêmios na feira (em cinco anos de participação, foram quatro condecorações); o único registro de um outro prêmio brasileiro foi em 2001, para o livro “Nas Ruas do Brás”, de Drauzio Varella, da Cia. das Letrinhas.

A conquista ganha mais significado porque a editora concorreu com toda a produção editorial de Ásia, África e América Latina na categoria novos horizontes e levou a melhor com o livro “Mil-folhas” (foto), de Lucrecia Zappi, que arrematou o prêmio máximo. Na mesma categoria, “A Janela de Esquina do meu Primo” (da linha mais juvenil), de E. T. A. Hoffmann, ilustrado por Daniel Bueno, recebeu menção honrosa. A editora já ganhou outras duas vezes a menção honrosa, pelos livros “Lampião & Lancelote” (2007), de Fernando Vilela, e “Tchibum!” (2010), de Gustavo Borges e Daniel Kondo.

UMA HISTÓRIA ILUSTRADA DO DOCE

Nos quatro cantos do mundo, a gastronomia influenciou diversas culturas. “Mil-folhas”, sexto livro da coleção “Prismas”, é um passeio geográfico, artístico e literário pela história do doce. A jornalista Lucrecia Zappi, com experiência no suplemento infantil do jornal “Folha de S. Paulo”, faz aqui um recorte histórico do doce, valendo-se de uma vasta bibliografia. A edição tem patrocínio da doceria Dulca, uma das mais tradicionais do Brasil, que em 2011 completa 60 anos.

Com as navegações – motivadas pela procura do açúcar, uma das cobiçadas especiarias – desenvolveu-se uma verdadeira política econômica também no continente americano, pela exploração das ilhas açucareiras do Caribe e da costa brasileira. Mas o intercâmbio não era só comercial. E, neste vaivém do mar, o pão de ló produzido no Brasil, mas de origem portuguesa, foi parar no Japão. O livro também traça o caminho do xicltl consumido pelos maias e astecas ao chiclete da Adam’s, do al-fahua dos árabes ao tradicional alfajor argentino; lembra a invasão dos turcos no império otomano, sua derrota e a criação do croissant para comemorar a vitória; explica como os doces foram parar nos tabuleiros de rua no Brasil; passeia pela Idade Média, com suas docerias de conventos e os mata-frades e barrigas-de-freira; narra o famoso banquete no Castelo de Chantilly e a criação do famoso creme; entre outras histórias que contêm as “mil folhas” do livro.

O objetivo da coleção Prismas é trazer ao pequeno leitor temas como moda, balé, tatuagem e ioga, com uma análise sociológica e através das artes. Além de percorrer os séculos de história desses temas, os livros atualizam cada um deles, permitindo um novo significado no presente.

Assim, a iconografia de “Mil-folhas” foi inteiramente baseada em cartazes de época, além de imagens informativas que demonstram como a apreciação e feitura dos doces são elementos do comportamento cultural. Mais que apenas ilustrar o texto, o projeto gráfico do livro é uma narrativa à parte, que complementa e enriquece o texto escrito.

A chef Mari Hirata, que nasceu em São Paulo mas, em 2001 voltou ao Japão a convite da confeitaria oficial da família imperial japonesa para a abrir do Toraya Café, fala sobre o livro no texto de quarta capa: “Além dos fatos históricos, Lucrecia recheia o livro com as delícias do açúcar e com as cores e sabores que despertaram a criatividade de grandes chefes também inventores. Como Vatel que, numa noite, criou o chantilly”.

Um livro delicioso de ser lido.

Desmonte a bicharada

21 de fevereiro de 2011 0

Hoje, mais uma dica legal para e pais e profes lerem e se divertirem com os pequerruchos. “Desmontando a “Anta”, de Renata Bueno, brinca com papéis coloridos, linhas e palavras. O livro, da coleção “Desmontando”, desmonta a anta criando outras figuras. Desmonta palavras juntando os pedacinhos em outras combinações e até cria novas palavras!

Além de contribuir para a apreciação literária e artística (letramento literário e artístico), os livros da coleção despertam a percepção das crianças para a sonoridade das palavras – o que os especialistas chamam consciência fonológica – contribuindo, assim, para o processo de alfabetização.

Cada volume traz também um breve texto informativo sobre cada animal. Os outros livros da coleção são: “Desmontando a Arara”; “Desmontando o Tatu”; e “Desmontando o Boto”.

“Desmontando a Anta”, texto e ilustrações de Renata Bueno. Editora FTD, 16 páginas, R$ 24,00.

Os sonhos não envelhecem

18 de fevereiro de 2011 0

Romance de geração, memórias de um Brasil conturbado e trágico, mas culturalmente rico? Autobiografia política e artística de um grupo – os músicos mineiros que romperam as fronteiras com sua arte universal? Biografia não-autorizada de Milton Nascimento, um dos maiores músicos do mundo? É dificíl definir o livro “Os Sonhos não Envelhecem – Histórias do Clube da Esquina”, de Márcio Borges, do qual Milton Nascimento é o personagem central. Como num filme delicado e arrebatador, o poeta e publicitário Márcio Borges, primeiro parceiro de Milton, reconstrói com paixão a história do País nos últimos 30 anos, a partir das lembranças dos meninos que um dia se encantaram com a música.

O livro está dividido em três partes: Pré-história, História e Outra História, subdivididas em capítulos curtos e arrasadores. Para ilustrar, a obra conta com dezenas de fotos da turma, feitas nos bastidores do show bizz ou ainda na inocência de meninos e meninas que fizeram deste um país um lugar melhor para se viver, pelo menos culturalmente.

Comovente, sensível, capaz de fazer vibrar e chorar, Márcio Borges nos surpreende com um livro encantador. O CD-brinde que acompanha essa edição especial contém dez músicas clássicas do Clube da Esquina: “Clube da Esquina 1″; “Ela”; “Alunar”; “Canto Latino”; “Equatorial”; “Gira Girou”; “Gran Circo”; “Girassol”; “Tudo que Você Podia Ser”; “Clube da Esquina 2″.

“Os Sonhos não Envelhecem – Histórias do Clube da Esquina” (com CD-brinde), de Márcio Borges, Geração Editorial, 376 páginas, R$ 29,90.

A princesa que não queria aprender a ler

17 de fevereiro de 2011 1

Você conhece alguém que não quer aprender a ler? Pode ser que sim, o que é uma pena, porque ler traz um monte de coisas boas, como se informar e divertir. Mas agora pare e pense um pouquinho mais: será possível que uma princesa não queira aprender a ler de jeito nenhum? Complicado, não é mesmo? Pois o livro “A Princesa que não Queria Aprender a Ler”, de Heloisa Prieto, traz uma história assim.

No livro, a personagem principal se chama Rosa, uma linda princesa que adorava cantar pelos jardins do palácio em que vivia ao lado de seus pais, o rei Tancredo e a rainha Serena. Só que, embora fosse muito meiga e inteligente, Rosa se recusava a aprender a ler. Seus pais tentavam de tudo, mas não tinha jeito: a garota não queria saber de livros! Mas o passeio com seu gato Chiado e o encontro com a bruxa Serpentina fazem Rosa mudar de ideia. O que será que eles fizeram para convencer a princesa?

Com o livro, a escritora Heloisa Prieto ganhou o primeiro lugar do Prêmio Viriato Côrrea, nomeação dada para a categoria literatura infantil e juvenil. A obra adaptada por Heloisa é uma história de uma coletânea de contos de fadas portugueses e teve um especial significado para a autora: ela ganhou uma versão de seu tio quando, em uma fase de sua vida, era agitada demais e não tinha paciência de ler. Foi paixão à primeira lida.

“A Princesa que não Queria Aprender a Ler”, de Heloisa Prieto, com ilustrações de Janaina Tokitaka. Editora FTD, 40 páginas, R$ 27,90.

Livro para as coisinhas mais fofas da casa

16 de fevereiro de 2011 0

Hoje, o Blog do Aldo indica um livro bem legal para o papai e a mamãe lerem com as coisinhas mais fofas da casa. E com certeza os pequerruchos vão ficar superfelizes com as ilustrações coloridas de Kate Sheppard, reconhecida internacionalmente pela qualidade de suas produções.

A obra “Que Animal eu Vejo?” é um livro-brinquedo divertido, em que os pequenos leitores aprendem as características dos seus animais favoritos. Oito patas, pintinhas pelo corpo, chifre na cabeça, pescoço coooommmmpriiiiiiiidoooo! Quem são eles? Vamos descobrir?

Além de tudo isso, o livro, recomendado para a galerinha de um a sete anos, traz capa almofadada resistente e adequada às mãozinhas dos pequenos leitores. As páginas do miolo também são em material rígido, o que garante maior durabilidade à obra.

“Que Animal eu Vejo?”, de Kate Sheppard, com tradução de Gabriela Degen. Editora Brinque-Book, 18 páginas, R$ 26,00.

História da astronomia em quadrinhos

14 de fevereiro de 2011 0

O objetivo do livro “Ombros de Gigantes”,  de Annibal Hetem Junior e Jane Gregorio-Hetem, é promover o aprendizado de conceitos básicos de física e história da ciência de forma atrativa e instigante e estimular a popularização da astronomia, além de promover a melhoria da educação científica.

Na obra, são apresentadas as ideias de Aristarco e Eratóstenes, na antiga Grécia, além de passagens das vidas de três astrônomos importantíssimos: Johannes Kepler, Galileu Galilei e Isaac Newton. Há também relatos de alguns momentos importantes da astronomia no Brasil.

O formato de história em quadrinhos foi escolhido para transmitir em linguagem simples os conhecimentos que formam a base da astronomia. Os fatos históricos são narrados em ordem cronológica, enfatizando o aspecto humano dos personagens, sem perder de vista a abordagem científica. Assim, os personagens são apresentados em locais públicos, conversando com amigos e exercendo sua profissão por meio de aulas, publicações e palestras.

Ao final de cada capítulo é apresentada uma descrição formal do que foi discutido nos quadrinhos, seguida de uma atividade prática que convida o leitor a experimentar, de forma lúdica, o papel de um cientista.

“Ombros de Gigantes”,  de Annibal Hetem Junior e Jane Gregorio-Hetem, com arte de Marlon Tenório. Devir Livraria, 104 páginas, R$ 29,90.