Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts de agosto 2011

Gabriel e a torre de pedra

31 de agosto de 2011 6

Gabriel passa os dias no computador jogando “Torre de Pedra”, uma aventura medieval. O pai viaja muito, a mãe vive ocupada e ninguém tem tempo para ele. Essa rotina muda quando Francisco, avô de Gabriel, vai morar com a família. O senhor tenta se aproximar do neto, mas Gabriel está fechado em seu mundo, confuso e cheio de problemas.

Aos poucos, Francisco apresenta a Gabriel conhecimentos básicos de filosofia e mostra o quanto podem ser úteis na vida prática. Avô e neto partem para uma jornada que se transforma em uma prova de vida ou morte.

Gabriel, um adolescente de 13 anos, tem de encarar então perigos bem diferentes daqueles que enfrenta no jogo “Torre de Pedra”. Nesse confronto com a realidade, ele percebe que crescer pode ser uma grande aventura.

O livro “Gabriel e a Torre de Pedra”, de Max Velati, leva a comparar a situação do menino com a de muitas crianças e adolescentes da atualidade: pais superocupados com trabalho e outras atividades, mas que acabam “entregando” os filhos para o mundo. Justamente quem mais precisa de atenção, de convívio e de lições para a vida acaba ficando por último na fila das prioridades. Mas, diferentemente da obra de Velati, não é todo mundo que tem a sorte de ter um Francisco por perto.

“Gabriel e a Torre de Pedra”, texto e ilustrações de Max Velati. Editora FTD, 128 páginas, R$ 27,60.

Crise dos 40 é tema de livro

30 de agosto de 2011 0

Psicólogos e pesquisadores apontam: a mais poderosa crise psíquica acontece, no homem, por volta dos 40 anos de idade. O motivo, segundo os especialistas, recai sobre o fato de eles, nessa época, se perceberem “ficando velhos”. Por causa disso, é muito comum, nessa idade, uma avaliação reflexiva da vida. Mas muito mais do que identificar onde se está e onde se quer ainda chegar, a marca do tempo revela a necessidade de se buscar novos desafios capazes de transformar o cenário em algo positivo.

Uma das formas de se passar pela crise sem maiores traumas é buscar inspiração na experiência de quem já passou por ela. No livro “A Oportunidade dos 40″, lançamento que a Editora Hagnos apresenta durante a 15ª Bienal do Livro do Rio, o autor, Carlos Damberg, empresário e especialista em assuntos relacionados à área de recursos humanos, fornece, senão a receita, orientações preciosas, muitas delas experimentadas pelo próprio autor, para quem está a caminho de alcançar a marca dos 40 anos.

Escrito de forma objetiva, com exemplos bastante elucidativos, o livro convida o leitor a identificar quais são os seus pontos fortes e suas potencialidades e a explorá-los nesta fase. Para início de conversa, o autor desmistifica a ideia de que, aos 40, a vida já está “ganha” e destaca a importância de se valorizar o momento presente. “No momento presente, você possui influência, pode atuar, pode agir. As informações estão acessíveis e possíveis de serem analisadas”, pondera.

Autoanálise

O autor sugere um roteiro mental para análise das conquistas de vida já alcançadas e aquelas que ainda estão em vias de construção. Para facilitar o raciocínio e contribuir para a organização dos novos traços que contornarão a vida após os 40, ele propõe um plano de ação que depende, diretamente, do equilíbrio de quatro áreas específicas da vida: físico, relacional, mental e espiritual. Manter este conjunto em harmonia significa, segundo o autor, zelar pelo patrimônio mais importante do ser humano: “Revise, pelo menos uma vez por semana, essas quatro áreas. Essa prática irá lhe proporcionar uma vida com qualidade”, recomenda.

No transcorrer dos capítulos, o leitor vai descobrir que a estratégia para chegar aos 40 anos com gana para encarar, com vivacidade, outros 40, é manter a mente aberta e não se acomodar com padrões pré-estabelecidos. O que o autor pretende, com a obra, é mostrar que, a partir de uma percepção diferenciada das situações, com a eliminação de alguns bloqueios e com estímulos adequados, é possível aprimorar a maneira de pensar e, consequentemente, ser ainda mais feliz  na maturidade. Vale a pena tentar.

“A Oportunidade aos 40″, de Carlos F. Damberg. Editora Hagnos, selo United Press, R$ 22,50.

Psicólogose pesquisadores apontam: a mais poderosa crise psíquica acontece, no homem, porvolta dos 40 anos de idade. O motivo, segundo os especialistas, recai sobre ofato deles, nessa época, se perceberem “ficando velhos”. Por contadisso, é muito comum, nessa idade, uma avaliação reflexiva da vida. Mas muitomais do que identificar onde se está e onde se quer ainda chegar, a marca dotempo revela a necessidade de se buscar novos desafios capazes de transformar ocenário em algo positivo.

Umadas formas de se passar pela crise sem maiores traumas é buscar inspiração naexperiência de quem já passou por ela. No livro A Oportunidade dos 40, lançamento que aEditora Hagnos apresenta durante a XVBienal do Livro Rio, o autor, Carlos Damberg, empresário e especialista emassuntos relacionados à área de Recursos Humanos fornece, senão a receita, orientaçõespreciosas, muitas delas experimentadas pelo próprio autor, para quem está acaminho de alcançar a marca dos 40 anos.  

Escritode forma objetiva, com exemplos bastante elucidativos, A Oportunidade dos 40convida oleitor a identificar quais sãoos seus pontos fortes e suas potencialidades e a explorá-los nesta fase. Para iníciode conversa, o autor desmistifica a ideia de que, aos 40, a vida já está“ganha” e destaca a importância de se valorizar o momento presente.“No momento presente você possui influência, pode atuar, pode agir. Asinformações estão acessíveis e possíveis de serem analisadas”, pondera.

Auto-análise

Oautor sugere um roteiro mental para análise das conquistas de vida jáalcançadas e aquelas que ainda estão em vias de construção. Para facilitar oraciocínio e contribuir para a organização dos novos traços que contornarão avida após os 40, ele propõe um plano de ação que depende, diretamente, doequilíbrio de quatro áreas específicas da vida: físico, relacional, mental eespiritual. Manter este conjunto em harmonia significa, segundo o autor, zelarpelo patrimônio mais importante do ser humano: “Revise, pelo menos umavez por semana, essas quatro áreas. Essa prática irá lhe proporcionar uma vidacom qualidade”, recomenda.

Notranscorrer dos capítulos, o leitor vai descobrir que a estratégia para chegaraos 40 anos com gana para encarar, com vivacidade, outros 40, é manter a menteaberta e não se acomodar com padrões pré-estabelecidos. O que o autor pretende,através da obra, é mostrar que, a partir de uma percepção diferenciada dassituações, com a eliminação de alguns bloqueios e com estímulos adequados, épossível aprimorar a maneira de pensar e, consequentemente, ser ainda maisfeliz  na maturidade. Vale a pena tentar.

A história de Pochê

29 de agosto de 2011 0

Pochê é uma jovem tartaruga que partiu para viver a vida. Ela sai pelo mundo e vai viver como uma pessoa adulta. Nas andanças, encontra um amigo, chamado Polegar. Mas um dia ela se vê sozinha porque Polegar morre.

Ela fica muito triste, escreve cartas para ele, pensa nele o tempo todo. Um outro dia, um caracol bate à sua porta. Pochê não está com muita vontade de receber visitas, mas mesmo assim ela abre. Outro dia ainda ela resolve viajar. Anda muito, tem muitos encontros e acha uma casa nova para morar. E muitos dias depois, já avó, Pochê conta a história de sua vida para as netas.

Enriquecido por suaves ilustrações a bico de pena, este livro repassa com emoção e humor os momentos cruciais da vida de uma tartaruga. A obra, de Florence Seyvos, remete o leitor a sentimentos como solidão, amizade e o quanto é importante ter alguém ao lado para ser chamado de amigo. O livro poderia muito bem ser a vida de qualquer um de nós.

“Pochê, a Tartaruga que Viveu a Vida”, de Florence Seyvos, com ilustrações de Claude Ponti e tradução de Monica Stahel. Editora WMF Martins Fontes, 64 páginas, R$ 18,00.

Joinvilense lança livro na Bienal do Rio

26 de agosto de 2011 0

Todo mundo sabe que, para qualquer coisa dar certo, se vender, ela precisa de uma boa vitrine. O joinvilense Rodrigo Baptista não perdeu tempo e mandou ver: o seu livro “Cultivados” será lançado no dia 3 de setembro, na Bienal do Livro do Rio de Janeiro, que ocorre de 1º a 11 de setembro, no Riocentro.

A obra, lançada pela novata Editora Subtítulo, que nasceu de um blog literário, propõe: esqueça a Terra como você a conhece. A paisagem, os sons, os mares, as florestas, os animais, os seres humanos… Nada mais é como você imagina. Após uma série de eventos catastróficos que assolaram o planeta, a humanidade teve que se reinventar para poder sobreviver. E essas novas regras são o pilar de uma nova sociedade. Menos humana. Menos reflexiva. Mais egoísta. “Visualizar os fatos os tornava muito mais próximos, factíveis. Era diferente de simplesmente ouvir e continuar seguindo a vida normalmente, ignorando as atrocidades – no fundo ela sabia que esse incidente fora apenas mais um dentre tantos outros que nunca viriam a público oficialmente. Desde criança ouvira boatos sobre a Redoma, com episódios semelhantes, mas nenhum com essa magnitude. Nunca eram confirmados, e com o tempo a massa esquecia, ou ignorava tudo. O próprio conceito da existência da Redoma – essencial para a sobrevivência de Domi – era algo distante, sem implicações na consciência dos cidadãos. Fechavam os olhos para a realidade que os sustentava, ignorando o seu significado sádico.”

Quando uma misteriosa pestilência assola o planeta e extingue praticamente todos os recursos disponíveis, a civilização por pouco não chega ao fim. Uma fração sobrevivente consegue se manter pulsante e estável por décadas, mas para isso, escolhas tiveram de ser feitas e aceitas. Em “Cultivados”, a capacidade de adaptação e reinvenção da humanidade é explorada, em uma história sobre sobrevivência, ignorância e determinação.

“Cultivados”, de Rodrigo Baptista. Editora Subtítulo, 180 páginas. A obra, em sua pré-venda até 31 de agosto, custa R$ 19,90. Após essa data, será comercializada a R$ 24,90. Mais informações: http://bit.ly/cultivados.

Como falar sobre a morte às crianças

25 de agosto de 2011 0

Muitos assuntos, como a morte, são difíceis de explicar aos mais novos. Se é um grande desafio para os adultos lidar com a perda de um ente querido, para as crianças não é diferente. Elas sofrem por não compreenderem a tristeza das pessoas que amam.

Pensando em ajudar os pequenos a entender os mistérios sobre o luto e as cerimônias que acontecem durante esse delicado momento, a autora Michaelene Mundy lança, pela Paulus, “O que Acontece Quando Alguém Morre? – um Guia para as Crianças Lidarem com a Morte e os Funerais”.

Cheio de belíssimas ilustrações, o livro, integrante da coleção “Terapia Infantil”, é um excelente guia para os mais novos e ótimo instrumento para os pais tirarem as dúvidas das crianças a respeito da ocasião. Por meio de textos acessíveis, a obra explica o que é o enterro, a cremação e as celebrações realizadas na igreja, além de oferecer respostas para questões como: “Por que as pessoas morrem?”; “Morrer dói?”; “Com o que o céu se parece?”; e “Por que algumas pessoas ficam felizes e sorridentes num funeral?”.

“(…) nós podemos contar histórias engraçadas dos momentos felizes que tivemos com a pessoa que morreu. Isso nos faz sentir melhor. (…) Talvez você ouça as pessoas dizerem algumas coisas sobre o falecido, do tipo: ‘Ele viveu bastante’, ou ‘Ela sempre sorria e estava de bom humor, não é mesmo?’. Essas constatações podem nos alegrar, mesmo que estejamos muito tristes por causa da saudade que sentiremos”, explica Michaelene.

A autora também mostra às crianças a importância de se cultivar o otimismo. Para isso, ela as incentiva a não ter medo de sorrir novamente e a ser amorosas com o próximo para também ajudá-lo a superar essa fase. “Ser feliz e brincar ajudam as pessoas que estão perto de você a se sentirem melhor”, destaca.

“O que Acontece Quando Alguém Morre? – um Guia para as Crianças Lidarem com a Morte e os Funerais”, de Michaelene Mundy, com ilustrações de R. W. Alley. Coleção Terapia Infantil, Editora Paulus, 32 páginas, R$ 15,00.

Alienígenas: por que eles estão aqui?

24 de agosto de 2011 0

Estará a Terra sendo invadida por alienígenas? Em uma sensacional análise do fenômeno óvni, Rupert Matthews avalia a crescente ameaça da vigilância extraterrestre sobre a Terra. Desde os primeiros avistamentos registrados até os contatos e abduções mais recentes, o livro “Óvnis – uma História da Atividade Alienígena”, de Rupert Matthews, esmiúça as evidências e faz uma pergunta crucial: por que eles estão aqui?

Para começar a obra, o autor conta uma experiência pessoal que teve ao esbarrar com desconhecidos discos vermelhos, em uma noite de verão, na praia de Port Gaverne, Cornwall, na Inglaterra. Apesar de estudar há 15 anos óvnis e alienígenas, Rupert nunca havia presenciado algo parecido. O fato é que a situação aguçou mais ainda a vontade de desvendar esses casos minuciosamente desconhecidos.

Entre os casos minuciosamente examinados, estão: “Detectado no radar – o avistamento de Rendlesham”; “O caso crucial – Roswel”; “Visitantes na calada da noite – os Homens de Preto; “Antônio Villas Boas – contato íntimo com ovnionautas”.

Caso você esteja convicto da presença de visitantes extraterrestres na Terra ou seja um cético inveterado, este livro proporciona uma perspectiva equilibrada dos eventos ocorridos até a data em que foi escrito.

“Óvnis – uma História da Atividade Alienígena”, de Rupert Matthews. Editora Madras, 256 páginas, R$ 34,90.

Viagem ao centro da Terra

23 de agosto de 2011 0

A sugestão de hoje é um clássico da literatura mundial: “Viagem ao Centro da Terra”, escrita originalmente por Júlio Verne. Nesta edição da coleção “Reencontro Infantil”, da Editora Scipione, a história tem adaptação feita por Lúcia Tulchinski.

A história começa quando o professor Otto Lidenbrock, respeitado cientista alemão, encontra um misterioso pergaminho em um livro antigo. Isso ocorreu no dia 24 de maio de 1863, em Hamburgo, Alemanha.

Depois de decifrar a enigmática mensagem contida no precioso documento, o professor convoca o sobrinho e assistente Axel para uma fantástica viagem ao centro da Terra, revivendo, assim, a mesma aventura Arne Saknussemm, um importante alquimista do século 16.

O autor Júlio Verne nasceu em Nantes, França, em 1828. Estudou Direito, mas nunca exerceu a profissão. Desde muito jovem, manifestou inclinação para a carreira literária. Trabalhou com Alexandre Dumas e escreveudiversas peças teatrais. Alguns anos mais tarde, começou a escrever romances. Seu primeiro livro foi “Cinco Semanas em um Balão”, publicado em 1863. Entre suas obras mais conhecidas estão “Vinte Mil Léguas Submarinas” (1870), “A Volta ao Mundo em Oitenta Dias” (1873) e “Viagem ao Centro da Terra” (1864). Júlio Verne morreu na cidade francesa de Amiens, em 1905.

“Viagem ao Centro da Terra”, de Júlio Verne, com adaptação de Lúcia Tulchinski e ilustrações de Cláudia Ramos. Coleção Reencontro Infantil, Editora Scipione, 48 páginas, R$ 31,50.


Folclore com dobraduras

22 de agosto de 2011 0

Hoje, 22 de agosto, é Dia do Folclore. Para não deixar a data virar apenas uma lenda, o Blog do Aldo tem uma sugestão bem legal: o livro “Folclore e Lendas – Brincando com Dobraduras”, de Gláucia Lombardi.

A obra conta as histórias das lendas brasileiras mais famosas, como o uirapuru, pirarucu e a lenda da tartaruga. A criança poderá fazer origamis (aquela técnica japonesa de dobradura de papel) com essas personagens. Ao final do livro, a autora sugere outras obras que mostram mais sobre as lendas do folclore brasileiro.

O livro tem esse lado interessante, de dar alternativa para os professores trabalharem com algo além da teatralização das lendas e mitos do folclore nacional. Não que o teatro não seja importante, longe disso, ele é superimportante. Mas é uma perspectiva pedagógica que se abre para ensinar e divertir ao mesmo tempo, ajudando inclusive a aprimorar a coordenação motora das crianças, além de deixar as aulas com uma boa interação entre texto e trabalhos práticos.

“Folclore e Lendas – Brincando com Dobraduras”, de Gláucia Lombardi, com ilustrações de Fabio Sgroi. Editora Paulus, 24 páginas, R$ 10,50.


Uma breve história da economia

19 de agosto de 2011 1

Couro, peixe seco, sal grosso, pinga, tabaco. Tudo isso já foi moeda. Mas a que deu certo mesmo foi outra: o dinheiro falso – uma criação da Grécia antiga que você carrega na carteira até hoje. Já o fenômeno que rouba a sua carteira, a inflação, é mais recente: cortesia dos romanos. As estratégias para enfrentá-la também vêm de lá: um César instituiu um congelamento de preços. Outro, um Plano Real.

Mas se inflação é ruim, deflação é pior. Quedas exageradas de preço destroem a grande propriedade do dinheiro: a incrível capacidade que ele tem de gerar mais dinheiro. É o que houve na Grande Depressão. E que quase aconteceu em 2008.

Crises econômicas, por sinal, não têm nada de novas. Elas existem desde antes da criação do dinheiro. Mesmo coisas que parecem absurdamente contemporâneas, como bolsa de valores, mercado de derivativos ou “títulos podres” têm uma história longa: nasceram nos becos das capitais europeias do século 17. Uma história longa e que teima em se repetir: quanto maior a euforia econômica, quanto mais possibilidades de dinheiro fácil aparecem, maior a chance de queda. As bolhas financeiras são como uma lei da natureza: elas vão continuar aparecendo, vão enriquecer muita gente e fazer outros tantos perderem tudo. Não tem jeito: e a culpa é do nosso cérebro. Ele vem com um grande erro de fabricação: a incapacidade de pensar racionalmente quando o assunto é dinheiro.

É isso, enfim, que você encontra em “Crash! Uma Breve História da Economia – da Grécia antiga ao século XXI. Como o Dinheiro, a  Falta de Dinheiro, da Insanidade e da Safadeza Construíram o Mundo mais Próspero de Todos os Tempos”. Você vai saber:
♦ Como a crise das tulipas, da Holanda do século 17, explica a subida de 400% em cinco anos que a Bovespa viveu no início do século 21.
♦ Como moedas falsas salvaram a Grécia antiga de uma tragédia e deram origem ao papel que você carrega na carteira.
♦ Como um congelamento de preços arrasou o Império Romano e, dois mil anos depois, faria o mesmo no Brasil.
♦ Como funcionam os bancos centrais, as bolsas de valores, a política monetária… Os assuntos mas áridos na linguagem mais acessível – e 100% livre de jargões.

“Crash! Uma Breve História da Economia – da Grécia antiga ao século XXI. Como o Dinheiro, a  Falta de Dinheiro, da Insanidade e da Safadeza Construíram o Mundo mais Próspero de Todos os Tempos”, de Alexandre Versignassi. Editora Leya, 320 páginas, R$39,90.

Saiba tudo sobre a vampirologia

18 de agosto de 2011 0

A sugestão de hoje vai para aquele pessoal que adora ler histórias sobre aquelas criaturas adoradoras de pescoços alheios… sim, são eles, os vampiros.

“Vampirologia – a Verdadeira História dos Anjos Caídos”, de Nicky Raven e lançado pela Brinque-Book, é a verdadeira história de vampiros, ou “Anjos Caídos”, que viveram entre nós desde o início dos tempos. Escrito em 1900, pelo Guardião, Archibald Brooks, o manuscrito inédito cai nas mãos de Joshua T. Kraik, quando Brooks é assassinado em 1920.

Kraik investiga a história aterrorizante contida no manuscrito e é incumbido da tarefa de publicar o livro, para que todos saibam do perigo que ronda a humanidade. Ele estará perto de descobrir a verdade sobre os vampiros e sobre a misteriosa condessa Madalena?

O livro, de capa dura, é interativo, com acabamento especial e duas joias incrustadas. O miolo contém cartas, abas, amostras e histórias marcantes sobre vampiros ao longo dos séculos.

O autor trabalhou com editoras voltadas à literatura infantil durante 20 anos antes de se tornar escritor. “Vampirologia” é a primeira contribuição de Nicky na série “Logia”. Ele mora em Greenwich, Londres, com sua companheira que também se chama Nicky, e seus dois gatos siameses, Ra e Tut.

“Vampirologia – a Verdadeira História dos Anjos Caídos” (série “Logia”,) de Nicky Raven, com ilustrações de Gary Blythe, Anne Yvonne Gilbert, Nicki Palin, Colin Stimpson e Helen Ward. Tradução de Regina Dell’Aringa, Editora Brinque-Book, 28 páginas, R$ 65,00.