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Passeando na Feira do Livro

17 de abril de 2012 0

Feira tem opções para todos os gostos. Foto: Aldo Brasil

Nesta segunda-feira de manhã, eu e meu sobrinho Lucas estivemos na Feira do Livro de Joinville. Como não poderia deixar de ser, o Lucas saiu com uma sacolinha com livros e mais alguns produtos que não são livros. Sim, a Feira do Livro não é feita só de livros. Muito bom isso. Incentivo nunca é demais. Aliás, se o número de estudantes indicar o tanto de leitores do futuro, estamos bem, obrigado. Parabéns às escolas, principalmente municipais, que levaram a galerinha para um programa superlegal.

Da visita, algumas impressões ficaram: 1. A feira está a cada edição melhor; 2. Cada vez mais gente está se ligando que visitar o evento é um bom programa; 3. É preciso repensar alguns aspectos. Sobre este item, algumas considerações a seguir.

Como a feira está crescendo, o espaço principal, o Expocentro Edmundo Doubrawa está ficando pequeno. Tarefa para os envolvidos na organização pensarem já como serão as próximas edições em termos de espaço físico. Agrupar o Centreventos e o Teatro Juarez Machado é uma boa ideia, mas o ideal seria concentrar tudo num amplo lugar. Essa divisão, apesar de neste momento ser o remédio, causa dispersão no público, que precisa ir para lá para cá.

O arranjo dos estandes também precisa passar por um upgrade. Um exemplo aconteceu comigo: procurei uma determinada editora, mas, mesmo com a indicação de uma pessoa, não a encontrei. Talvez até mesmo essa pessoa, apesar da boa vontade, não soubesse a localização certa. Uma sugestão seria elaborar um roteiro impresso com a numeração do estande de cada editora/expositor. Ajudaria bastante as pessoas perdidas como eu.

Galerinha na fila para fazer um lanchinho

E por fim, na lista de sugestão, a praça de alimentação também merece uma atençãozinha. Por causa do crescimento da Feira do Livro, creio que o tamanho esteja inadequado. Eu e o Lucas demos uma paradinha para fazer um lanchinho, mas tivemos que ficar em pé, com lata de refrigerante, sanduíche, pasta e livros nas mãos porque as poucas cadeiras estavam ocupadas.

Claro que essas sugestões não tiram o mérito da Feira do Livro, evento que fincou raízes em Joinville e mostra, a cada edição, que é um acontecimento que não deve ser interrompido nunca. Agradeço a Sueli Brandão e ao Ronaldo, que estão por trás de toda a organização da feira. Apesar do corre-corre que um evento assim causa, eles não deixam de dar atenção a quem precisa.


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