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Posts de novembro 2013

O FASCÍNIO DOS VULCÕES

08 de novembro de 2013 0

Divulgação, Brinque-Book

A natureza tem fenômenos que causam fascínio nas pessoas, como os trovões, a neve… Nessa lista também entram os vulcões, que, além do encantamento, causam medo pelo que são capaz de provocar. E são os vulcões os “personagens” do livro homônimo do fenômeno que estão na sugestão de hoje.

Ficou curioso e quer saber tudo sobre vulcões? No livro escrito por Pierre Winters, você vai encontrar as respostas para todas as dúvidas. Como surgem os vulcões? Como eles se comportam? Qual é a diferença entre magma e lava? Os vulcões são perigosos?

A obra, editada pela Brinque-Book, é superilustrada e informativa. Ela responde às dúvidas das crianças de forma lúdica e sutil. O livro traz exatamente o que as criança querem descobrir.

“VULCÕES”, de Pierre Winters, com ilustrações de Margot Senden e tradução de Arthur Diego van der Geest. Coleção “Descobrindo a Natureza”, série “Brinque-Book Saber”. Editora Brinque-Book, 24 páginas, R$ 29,90.

CLARA E A OLIMPÍADA DE 2016

07 de novembro de 2013 0

Divulgação, Brinque-Book

A sugestão de hoje é para a galerinha que curtos esportes, principalmente os olímpicos. A personagem é uma “velha” conhecida dos pequenos leitores, a Clara. Ela já está se preparando para competir em todos os esportes na Olimpíada de 2016.

Treinando para participar das Olimpíadas, Clara encontra a sua maneira de praticar diversos esportes, seja envolvendo a família, como no levantamento de mãe, ou criando suas próprias modalidades, como o arremesso de boneca, o basquete de meia, o salto de sapo, mergulho de foca, vôlei de peteca e até luta de travesseiros!

Esta divertida história permite trabalhar temas como esportes, brincadeiras e história. Nas primeiras Olimpíadas, que aconteceram na Grécia Antiga, apenas os homens podiam competir, mas para a edição do Rio de Janeiro, em 2016, Clara mostra que os jogos também são coisa de criança.

O livro “CLARA E A OLIMPÍADA DE 2016″ é mais um volume das aventuras dos irmãos Gabriel e Clara, criados pelo escritor Ilan Brenman.

“CLARA E A OLIMPÍADA DE 2016″, de Ilan Brenman, com ilustrações de Silvana Rando. Coleção “Brinque-Book na Mochila”, Editora Brinque-Book, 28 páginas, R$ 24,90.

O DENTE DE LEITE DE GANESHA

06 de novembro de 2013 0

Divulgação, Caramelo

O livro “O DENTE DE LEITE DE GANESHA”, de Sanjay Patel e Emily Haynes, lançado no Brasil pela Editora Caramelo, apresenta ao leitor uma interpretação divertida do deus hindu Ganesha enquanto o introduz no universo da mitologia e cultura da Índia.

Ganesha é uma criança como qualquer outra, exceto pelo fato de ter uma cabeça de elefante e sair por aí montado em um rato mágico. Ele também adora doces, mas, quando insiste em morder um laddu (sobremesa tradicional da Índia) quebra-queixo, um de seus dentes se parte, e Ganesha fica então profundamente chateado.

No entanto, com a ajuda do sábio poeta Vyasa, ele aprende que aquilo que parece quebrado pode acabar sendo muito útil.

“O DENTE DE LEITE DE GANESHA”, de Sanjay Patel e Emily Haynes, com tradução de Mila Dezan. Editora Caramelo, 32 páginas, R$ 42,00.

BÍBLIA SAGRADA - PALAVRA DA VIDA

05 de novembro de 2013 0

Reprodução, Aldo Brasil

Olhe para a capa acima. Não parece uma Bíblia, mas o legal é que é, sim. A “BÍBLIA SAGRADA – PALAVRA DA VIDA”, da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) segue uma tendência de não ser mais aquele livrão de capa escura. Claro que este modelo ainda predomina, mas é inegável também que a Palavra de Deus pode vir em uma roupagem mais descontraída sem perder a essência.

A publicação vem xom 80 páginas encartadas com ilustrações assinadas por Michel França, tem texto na Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH) e marcações de Fonte de Bênçãos. As ilustrações são cheias de personalidade e humor, auxiliando o jovem leitor no entendimento e compreensão da mensagem bíblica.

Contém, ainda, entre seus recursos, vocabulário, o que a Bíblia diz sobre o perdão de Deus, como encontrar ajuda na Bíblia e leitura para dias especiais. Com formato mais compacto, tem letra maior, mapas e índice impresso colorido.

“BÍBLIA SAGRADA – PALAVRA DA VIDA”, da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), com ilustrações de Michel França, 1.392 páginas, R$ 26,90.

CLARICE, MINHA MENINA

04 de novembro de 2013 0

Divulgação, Novo Século

Certamente, a história da humanidade jamais seria a mesma se o espírito aventureiro do homem não estivesse presente em seu dia a dia. Colombo, Vasco da Gama, Marco Polo, Gaspar de Carvajal, Hans Staden, Jean de Léry, Jean Debret, Visconde de Taunay e Curt Nimuendaju, até chegarmos aos dias atuais com Amyr Klink e a Família Schürmann.

Todos esses conhecidos viajantes têm agora, como integrante dessa seleta galeria de aventureiros, o cidadão sergipano IVAN COSTA, que, entre abril e outubro de 2012, com Thiago Nuts, músico e amigo de longa data, percorreu cerca de 10 mil quilômetros por terras brasileiras em uma Kombi (os últimos 3,6 mil quilômetros, Ivan percorreu sozinho). Uma Kombi muito especial, batizada de Clarice, em homenagem a Clarice Lispector, toda “tatuada” com poemas e com um largo sorriso na lataria dianteira”.

O resultado dessa empreitada romanesca está devidamente registrado no livro “CLARICE, MINHA MENINA“, publicado pela Editora Novo Século, no selo Novos Talentos da Literatura Brasileira.

De saída, Ivan Costa sintetiza sua maneira de ver o mundo e seu espírito aventureiro: “Quando minha mãe estava grávida de mim, no início da década de 80, jamais poderia imaginar que, quando eu me debatia em sua barriga, às vezes com força, já era uma briga pela minha liberdade. No dia 21 de agosto, lá estava eu inserido nisto que chamamos de vida, e que até hoje ninguém soube explicar de onde viemos, para onde vamos e para que estamos aqui. Não chorei… E logo me deram uns tapas, que é para mostrar como funcionam as coisas por aqui”.

Narrado em primeira pessoa, entre versos e prosa, o livro registra os quase 10 mil km percorridos por serras e curvas perigosas, em cidades de todas as dimensões, desde as metrópoles como São Paulo e Salvador, até as diminutas, como Arembepe (BA) e Paraty (RJ), onde o autor se envolveu com pessoas de todas as idades, classes sociais e sotaques, além de ter conhecido pessoas legais e até ilegais.

Entremeando momentos de angústia e euforia máxima, o autor discorre sobre uma viagem que, para muitos, pode ser nada convencional, mas, para ele, que sempre sentiu e viveu a vida fugindo das normas estabelecidas, foi o máximo. Assim, o poeta sergipano do asfalto conta sua viagem em três capítulos, nomeados Saber, Dor e Ria, além de presentear o leitor com um apêndice com mais de 100 imagens de sua apaixonada viagem feita com o volante de uma Kombi nas mãos e muitos sonhos e ideias na cabeça.

“CLARICE, MINHA MENINA”, de IVAN COSTA. Editora Novo Século (selo Novos Talentos da Literatura Brasileira), 200 (144 de textos e 56 com imagens), R$ 34,90.

Planejamento Estratégico das Escolas

01 de novembro de 2013 0

Divulgação, Atlas

Um dos quesitos mais importantes para qualquer atividade dar certo se chama planejamento, que sempre anda de mãos dadas com a estratégia para alcançar os resultados pretendidos. E na educação isso não é diferente. Em que pesem as condições da maioria das escolas, principalmente as públicas, é necessário ter um instrumento que norteie as ações. É isso que mostram Diego Calegari e Maurício Fernandes Pereira no livro “Planejamento e Estratégias das Escolas: o que leva as escolas a ter alto desempenho”.

De acordo com os padrões estabelecidos por organizações internacionais, como a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a educação básica brasileira está entre as mais fracas do mundo. Essa é uma constatação para além de contestação: avaliações como a do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa, na sigla em inglês) – que mede o desempenho de estudantes de 15 anos em nível mundial e realizada a cada três anos pela OCDE – demonstram claramente que o Brasil ainda precisa avançar muito e a passos largos se quiser se posicionar entre o seleto grupo de países enquadrados no que se convencionou chamar de “Primeiro Mundo”.

É com vistas a mudar essa realidade que as políticas públicas brasileiras começam a se voltar cada vez mais para a qualidade da educação. Com a criação do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) em 2007, pela primeira vez pôde-se ter uma avaliação de larga escala sobre a qualidade da educação de nível básico em todas as escolas brasileiras, permitindo estudos mais avançados sobre os fatores que levam uma escola a ser bem-sucedida no seu papel de ensinar.

É considerando essas perspectivas e recomendações que Calegari e Pereira empreenderam uma pesquisa com o objetivo de mensurar e descobrir o que faz escolas com boas avaliações no Ideb atingirem tais resultados, pesquisa cujos resultados estão materializados no presente livro.

Após a pesquisa, identificaram-se algumas características que levam essas escolas a atingirem alto desempenho, que os autores chamam de práticas básicas de gestão das escolas de alto desempenho (PBGEAD):

  • Sistema de gestão pedagógica estruturado com foco nos resultados (entregas mensuráveis) do trabalho pedagógico;
  • Professores comprometidos genuinamente com sua missão profissional (o propósito de educar);
  • Cultura organizacional voltada para os resultados, com forte preocupação com a aprendizagem de todos os alunos;
  • Supervisoras que atuam como lideranças facilitadoras do fazer pedagógico, apoiando com competência os professores nas suas necessidades diárias;
  • Institucionalização da aprendizagem organizacional, na forma de práticas, valores e formas de atuar capazes de levar ao alto desempenho.

É evidente que cada escola vive um contexto social e organizacional próprio, contexto esse que deve ser levado em consideração quando da busca de meios para promover melhoria no seu desempenho frente à avaliação do Ideb ou qualquer outra referência de performance que for adotada. Algumas características comuns das escolas estudadas devem ser levadas em consideração na eventual aplicação dos métodos ou resultados obtidos para outros contextos, que Calegari e Pereira chamam de práticas secundárias de gestão das escolas de alto desempenho (PSGEAD):

  • Contexto socioeconômico favorável, tanto no que se refere às condições materiais dos alunos, quanto ao ambiente cultural e familiar ao qual estão expostos;
  • Escolas com condições materiais e estruturais adequadas ao ensino, incluindo biblioteca, auditório, equipamento audiovisual, salas de informática e afins;
  • Forte alinhamento das escolas, seus gestores e seus professores com as diretrizes emanadas do órgão gestor – Secretaria Municipal de Educação;
  • Continuidade nas políticas públicas para a educação no município de Joinville, com progressos incrementais acumulados ao longo de mais de vinte anos;

A pesquisa mostrou que, apesar de as condições sociais e econômicas das escolas influenciarem muito os resultados da aprendizagem dos alunos, a atuação da equipe pedagógica se faz igualmente importante para se chegar a uma escola de alto desempenho. Isso sinaliza para uma responsabilidade ainda maior sobre os gestores públicos, que podem, sim, fazer a diferença dentro das instituições que trabalham.

“PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIA DAS ESCOLAS: o que Leva as Escolas a Ter Alto Desempenho”, de Maurício Fernandes Pereira e Diego Calegari. Editora Atlas, 168 páginas, R$ 45,00.