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Posts de julho 2014

A verdadeira história de Cachinhos Dourados

31 de julho de 2014 0
Divulgação, Brinque-Book

Divulgação, Brinque-Book

Então você pensa que conhece a história de Cachinhos Dourados e os Três Ursos? Às vezes, as coisas não são como parecem ser!

No divertido livro “A Verdadeira História de Cachinhos Dourados”, de Sandro Natalini, Papai e Mamãe Urso decidem convidar Cachinhos Dourados para ficar com eles na esperança de que ela seja uma boa influência para seu travesso filhote, o Ursinho. No entanto, Ursinho não gosta nem um pouco dessa menina metida e certinha; e Cachinhos Dourados, por sua vez, acha o filhote um verdadeiro “urso” duro de roer.

Essa pincelada bem-humorada do que acontece antes de a história narrada pelo famoso conto de fadas começar é lotada de novidades (como um pop-up da casa dos Três Ursos) que vão dar vida e adicionar ainda mais diversão à leitura!

“A Verdadeira História de Cachinhos Dourados”, de Sandro Natalini, com ilustrações de Agnese Baruzzi e traduções de Gilda de Aquino. Editora Brinque-Book, 16 páginas, R$ 38,00.

Entre mulheres e Deus

30 de julho de 2014 0

Divulgação, SBB

A Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) está lançando a “Bíblia Sagrada Entre Mulheres e Deus”. Repleta de recursos, a obra foi cuidadosamente elaborada para a mulher que quer descobrir mais sobre o que Deus tem para a sua vida e como ela pode aprender e crescer dia a dia.

Minidevocionais do renomado autor Max Lucado oferecem mensagens de encorajamento e sabedoria para todos os dias do ano. Orações, artigos, introduções a cada livro da Bíblia e notas explicativas completam a série de auxílios, que possibilitam uma leitura bíblica significativa e contextualizada à realidade da mulher brasileira.

Com texto bíblico na Nova Tradução na Linguagem de Hoje, esta publicação também prima por ter uma linguagem acessível e agradável, de fácil compreensão. Outro diferencial da obra é seu projeto gráfico. Com impressão em duas cores, preto e pêssego, a edição recebeu capa em couro sintético vermelho, com estampas delicadas de flores e rendas.

“Bíblia Sagrada Entre Mulheres e Deus”, da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), 1.600 páginas, R$ 69,90.

As histórias de Balbino, homem do mar

29 de julho de 2014 0
Divulgação, Global

Divulgação, Global

Um dos maiores contistas brasileiros, Orígenes Lessa foi um escritor incansável. Em seus 83 anos de vida, publicou cerca de setenta livros, entre romances, contos, ensaios, infantojuvenis e outros gêneros. Produziu também roteiros para cinema e televisão, textos teatrais, adaptações de clássicos, reportagens, textos de campanhas publicitárias, entrevistas e conferências. O livro “BALBINO, HOMEM DO MAR”, que a Global Editora acaba de relançar, é o sétimo livro de contos do autor.

Com coordenação de André Seffrin e texto de apresentação de Eliezer Moreira, o livro reúne 21 contos que trazem histórias narradas de diferentes lugares – bairros do Rio de Janeiro e de São Paulo, outras cidades do País e até do exterior –, refletindo em grande parte a vida do autor, que viajou tanto. Um incidente diplomático num país latino-americano, uma garçonete inesquecível que atende num restaurante mexicano nos Estados Unidos, um motorista de táxi numa ilha do Caribe que divulga aos passageiros os serviços das prostitutas locais, entre tantas outras histórias.

Vários contos de “Balbino, Homem do Mar” foram considerados obras-primas quando publicados e se tornaram clássicos. Entre eles, se destacam o conto-título, adaptado para o cinema e que, como escreve na apresentação Eliezer Moreira, “espelha a leveza do livro, o humor e o lirismo de Orígenes Lessa”; além de “As Cores”, que integra uma antologia recente dos 100 melhores contos da literatura brasileira, “Tio Pedro”, “O Natal de Tia Calu”, “Madrugada”, e ainda o precioso e cômico “Sete-Garfos”.

“BALBINO, HOMEM DO MAR”, de Orígenes Lessa. Global Editora, 272 páginas, R$ 42,00.

Minha avó dizia...

28 de julho de 2014 0

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Quem nunca ouviu alguma das seguintes frases: “Não pode comer bolo quente porque dá dor de barriga”; “Misturar manga com leite faz mal”; “Se engolir o chiclete ele gruda na parede do estômago”? Difícil passar a infância sem ter recebido alguma dessas dicas da vovó. E é sobre isso que o livro “MINHA AVÓ DIZIA” fala.

A obra reúne expressões e crenças populares conhecidas e cristalizadas nos hábitos e nos costumes do povo brasileiro. A autora Débora Slikta propõe ao leitor descobrir o que é verdade e o que é mentira em ditos, explicando suas origens e fundamentos.

“Não coma sorvete no frio que dá resfriado” – O sorvete em si NÃO faz mal. Os resfriados e gripes são causados por vírus. O que acontece é que algumas pessoas têm mais propensão a ficarem doentes devido a mudanças bruscas de temperatura. Esse choque térmico pode ser provocado se você estiver com o corpo quente e tomar algo gelado, como um sorvete.

Publicação da Editora Mundo Mirim, o livro é composto por frases (uma a cada duas páginas) que complementam a sentença-título “Minha avó dizia”. Essas frases ditas em expressões ou crenças populares são sempre seguidas de uma explicação científica, história ou prática. As ilustrações, provocativas, retratam com humor as situações propostas.

“MINHA AVÓ DIZIA”, de Débora Slikta. Editora Mundo Mirim, 32 páginas, R$ 29,90.

Deus não está morto

25 de julho de 2014 0
Divulgação, Thomas Nelson

Divulgação, Thomas Nelson

“Eu já me atormentei demais tentando provar para mim mesmo que Deus não existia. Tentei de todas as formas desconstruir Deus da minha psique. Entretanto, depois de milhares de análises compreendi que o “nada existencial” é eternamente estéril. A existência só pode ser construída a partir da própria existência. Deus, portanto, deixou de ser uma pequena hipótese”, afirma Augusto Cury.

É com essas e outras palavras que o escritor best-seller brasileiro prefacia um livro polêmico que acaba de chegar ao Brasil: “Deus não Está Morto – Provas da Existência e da Ação de Deus num Mundo de Descrentes”. Com ele, o autor Rice Broocks – fundador do ministério Every Nation com mais de mil igrejas espalhadas em sessenta países e doutor em missologia – procura trazer constatações sobre os manifestos do Senhor no dia a dia das pessoas. O livro vai virar filme e chegará aos cinemas em agosto.

Para desenvolver suas argumentações, Broocks se utiliza de importantes estudiosos ateístas internacionais, entre eles Richard Dawkins e Christopher Hitchens, desconstruindo seus argumentos céticos. “Em seu livro ‘Deus, um Delírio’, Richard Dawkins afirma que Deus deve ser uma ilusão, porque Deus não poderia existir. Dawkins, que talvez seja o mais famoso ateu do mundo, faz a afirmação de que, embora o universo pareça ter sido projetado, não o poderia ser porque, ainda que o fosse, restaria a pergunta: ‘Quem projetou o projetista?’. Esse é um exemplo da posição irracional e inflexível da mente ateísta”, diz ele.

Simples para quem se dispõe a crer e complexo para as mentes puramente científicas, o conceito de um Criador e Sustentador de todo o universo já suscitou as mais diversas reações ao longo da História. Se a morte de Deus um dia foi decretada pela intelectualidade, a experiência de milhões atesta e reafirma a vitalidade do cristianismo diariamente. Diante disso, dá para imaginar um acordo entre ciência e fé quanto a esse tema? Rice Broocks garante que sim.

Neste livro, trata de uma fé intelectualmente satisfatória e, ao mesmo tempo, espiritualmente realizadora. São 10 capítulos e notas complementares nos quais ele fala sobre o sentido e propósito da vida, o testemunho das escrituras, a ressurreição de cristo e apresenta provas vivas da existência divina, citando dados, pesquisas e referência contundentes de nações do mundo inteiro.

“DEUS NÃO ESTÁ MORTO”, de Rice Broocks. Editora Thomas Nelson, 304 páginas, preço não divulgado.

O que eu vi por aí

24 de julho de 2014 0
Divulgação, Biruta

Divulgação, Biruta

“Aí, eu vi o sol que acordava lá onde o céu faz uma curva. Abria seu olho enorme para ver se ainda restavam algumas sombras da noite nos passos da madrugada”.

Essa é a história de uma criança sonhadora passeando pelo mundo. Aquilo que seus olhos enxergam pode se transformar em um cenário magnífico, onde as ondas do mar são leões com jubas brancas e os raios de sol são as pernas finas e compridas de uma aranha dourada.

Em “O que eu vi por aí”, indicado para crianças a partir de oito anos, o autor Cyro de Mattos aproxima os pequenos (e grandes) leitores de um universo mágico e divertido, com direito às ilustrações vivas e coloridas da polonesa Marta Ignerska. Cada página traz um novo ângulo de visão, onde o texto se mistura com a arte e conduz o leitor como se fosse o guia de um city tour.

“O que eu vi por aí”, de Cyro de Mattos, com ilustrações de Marta Ignerska. Editora Biruta, 44 páginas, R$ 35,00.

Quem conta um conto aumenta um ponto

23 de julho de 2014 0
Divulgação, Autêntica

Divulgação, Autêntica

Provérbios, também conhecidos como ditados populares, resumem a sabedoria de um povo. Baseados no senso comum, eles são por vezes engraçados, outras vezes são maliciosos, doutrinários, literais ou metafóricos, mas são, decididamente, conhecidos por todos aqueles que partilham da mesma tradição oral, propagada por gerações por meio da fala, de pai para filho, de pessoa para pessoa. “Quem Conta um Conto Aumenta um Ponto: Histórias Criadas a Partir de Ditados Populares”, escrito por Bel Assunção Azevedo e ilustrado por Sônia Magalhães, apresenta alguns ditados como ponto de partida para poemas e pequenos contos que brincam com seus significados.

A obra desperta a atenção para questões e temas da realidade a partir de um rico material, acessível à maioria das pessoas – os provérbios populares. Faz isso, porém, de forma divertida e leve, brindando o leitor com um repertório que ele já conhece e, ao mesmo tempo, convidando-o para uma imersão em novas histórias, em que contos e poemas são mesclados aos ditados para brincar com seus significados e, ao mesmo tempo, “concretizá-los” em situações verossímeis.

O livro tem 25 capítulos, cada um com uma história. Logo no título, a autora apresenta ao leitor qual o provérbio será central no poema ou conto. São eles: “água mole em pedra dura tanto bate até que fura”, “quem senta na garupa não pega na rédea”, “quando rico mata pobre o defunto é que vai preso”, “em boca fechada não entra mosca”, “por fora bela viola, por dentro pão bolorento”, “quem não tem cão caça com gato”, “de grão em grão a galinha enche o papo”, “nem tudo o que reluz é ouro”, “quem tudo quer tudo perde”, “pimenta no olho do outro é colírio”, “quem disso uso, disso cuida”, “quem conta um conto aumenta um ponto”, “quem canta seus males espanta”, “quem fala o que quer ouve o que não quer”, “o apressado come cru”, “mais vale um pássaro na mão do que dois voando”, “devagar se vai longe”, “macaco velho não bota a mão em cumbuca”, “a união faz a força”, “quem semeia vento colhe tempestade”, “quem nunca comeu melado, quando come, se lambuza”, “em terra de cego quem tem olho é rei”, “casa de ferreiro, espeto de pau”, “quem entra na chuva, é pra se molhar” e, finalmente, “o pior cego é aquele que não quer ver”. No conto que dá título ao livro, a escritora narra a história de um boato espalhado em um pequeno povoado de que uma professora e um morador estariam de caso, talvez namorando, talvez noivos. Cada um que decide contar a história aumenta um detalhe – e, no final, o leitor descobre que, na realidade, não era nada daquilo que haviam espalhado.

Assim, com textos curtos, alegres, fluentes e agradáveis, Bel Assunção Azevedo resgata uma importante parte da cultura popular para apresentá-la novamente na realidade dos contos ou na métrica dos poemas, contribuindo para a divulgação da tradição oral e, principalmente, convidando o leitor para o divertimento e a reflexão por meio da literatura.

“Quem Conta um Conto Aumenta um Ponto: Histórias Criadas a Partir de Ditados Populares”, de Bel Assunção Azevedo, com ilustrações de Sônia Magalhães. Autêntica Editora, 80 páginas, R$ 34,00.

De Rubem Braga para os jovens

22 de julho de 2014 0
Divulgação, Global Editora

Divulgação, Global Editora

Dando sequência à publicação da coleção “Crônicas para Jovens”, a Global Editora traz agora um volume dedicado a Rubem Braga. A seleção, o prefácio e as notas biobibliográficas ficaram a cargo da professora Antonieta Cunha, como nas demais obras já publicadas nessa mesma coleção.

O livro reúne 30 crônicas agrupadas em cinco subtítulos: “Amor… ou quase”; “Parece que foi hoje!”; “Confidências, quase confissões”; “De plantas e bichos”; e “Em qualquer lugar”. Com um olhar atento e sensível, Rubem Braga deixa registrado em suas crônicas, criadas com inegável valor estético, os fatos do cotidiano, seu sentimento pela natureza, as inquietantes questões da política, as contradições do amor, o apreço pela amizade, o afeto pelas pessoas, os problemas sociais e o agitado espaço urbano.

“O que impressiona nas crônicas de Braga é que, escritas muitas vezes há mais de 50 anos, suas questões mostram, para o bem e para o mal, que a vida mudou menos do que imaginávamos”, diz Antonieta Cunha na apresentação.

Em suas crônicas, Rubem Braga assume a diversidade do gênero, fazendo narrativas próximas do conto, reportagem, prosa poética ou valendo-se de seu espaço para uma correspondência sem retorno com figuras do mundo político ou empresarial, destacando as injustiças sociais, a insensatez das guerras, os desencontros e desvarios da vida moderna e também a amizade, a mulher e o amor, lugares e a natureza, representada por bichos e plantas. A leitura de suas crônicas possibilita ao leitor um contato com a existência humana de forma lírica, leve e bem-humorada.

RUBEM BRAGA – CRÔNICAS PARA JOVENS”, de RUBEM BRAGA. Coleção “Crônicas para Jovens”. Global Editora, 112 páginas, R$ 31,00.

Deus tem mais de um nome

21 de julho de 2014 0
Vale das Letras, Divulgação

Vale das Letras, Divulgação

A coleção “Deus Tem mais de um Nome”, da Editora Mundo Mirim,é composta de cinco livros que explicam os aspectos que caracterizam as diferentes religiões. São elas: cristianismo, budismo, judaísmo, islamismo e hinduísmo.

Pela comparação, as crianças perceberão o que há de comum em todas elas. O texto, em primeira pessoa, faz do narrador um amigo que conta sua experiência pessoal de fé. Os livros valorizam a diversidade e ajuda os pequenos a conhecerem e a respeitarem as várias religiões e culturas, questões fundamentais na sociedade pluralizada em que vivemos.

Vale das Letras, Divulgação

Vale das Letras, Divulgação

Hinduísmo: este livro, que tem 32 páginas, ajudará a entender melhor sobre o hinduísmo. Seus costumes e aspectos diferentes do que somos acostumados a ver todos os dias. Aumentará por parte das crianças o respeito às pessoas que o praticam.

Vale das Letras, Divulgação

Vale das Letras, Divulgação

Budismo: zen, nirvana… são palavras que se costuma ouvir, mas muita gente não sabe da origem budista dessas expressões. Nesse livro de Maria Rius, budistas explicam sua fé, seus rituais e a cultura que surgiu a partir de suas crenças. O leitor poderá identificar e apreciar também valores universais cultivados pelo Budismo, como o amor pela natureza e o cuidado com as plantas e animais. O livro apresenta curiosidades como no que os budistas acreditam e como eles expressam a fé.

Vale das Letras, Divulgação

Vale das Letras, Divulgação

Judaísmo: você sabe o que é uma sinagoga? Qual é a saudação mais comum entre os judeus? No livro, é explicado aos jovens leitores, como se estivesse falando com seus filhos, que significado tem para seu povo crer e ser praticante desta religião.

Vale das Letras, Divulgação

Vale das Letras, Divulgação

Cristianismo: o cristianismo tem como modelo e ponto supremo de referência a pessoa de Jesus de Nazaré. Para Jesus, a pessoa mais religiosa não é a que multiplica gestos religiosos externos, orações e ritos, mas sim aquela que tem atitude acolhedora, aberta a Deus e a todas as pessoas. Nessa obra, o narrador explica a fé cristã, suas origens e o que é ser cristão hoje.

Islamismo: você já ouviu falar em Alá? Sabe o que é uma mesquita? Vários são os elementos da cultura muçulmana apresentados nesse livro. O narrador mostra ao leitor o Islã e os aspectos mais importantes da sua fé: o livro sagrado (o Corão), os costumes, as festas e os sacramentos.

Budismo: zen, nirvana… são palavras que se costuma ouvir, mas muita gente não sabe da origem budista dessas expressões. Nesse livro, budistas explicam sua fé, seus rituais e a cultura que surgiu a partir de suas crenças. O leitor poderá identificar e apreciar também valores universais cultivados pelo Budismo, como o amor pela natureza e o cuidado com as plantas e animais. O livro apresenta curiosidades como no que os budistas acreditam e como eles expressam a fé.

Coleção “Deus Tem mais de um Nome” (cinco livros), Editora Mundo Mirim, R$ 27,90 cada.

 

Leia para o seu bebê. Ele vai agradecer

18 de julho de 2014 0

Que a leitura faz bem, todo mundo sabe. O que talvez muitos não saibam é que o contato com a literatura mesmo com poucos meses de vida é considerado fundamental para o crescimento dos pequenos.

Os livros são tidos por especialistas como excelentes ferramentas para o desenvolvimento das crianças. Mas, e para os bebês, será que o contato desde cedo com as palavras também é importante? Estudos revelam que sim, já que até dois anos de idade o desenvolvimento cerebral ocorre de forma acelerada e, por isso, a leitura, neste período, é um relevante mecanismo para o crescimento saudável dos pequenos.

Recentemente, a Academia Americana de Pediatria (AAP) recomendou aos pais que leiam para os filhos a partir do nascimento e até os três anos de idade, bem como incentivou os pediatras a destacarem em suas consultas sobre a importância da leitura aos pequenos. Segundo os profissionais da AAP, o exercício regular da leitura para os bebês estimula o cérebro, desenvolve a linguagem e as capacidades socioemocionais, prepara para o futuro processo de alfabetização e, ainda, reforça a relação entre pais e filhos.

Na opinião da pedagoga da Editora Vale das Letras, Adriana Pering Battisti, a infância é o melhor momento para exercitar o gosto pela leitura e esse hábito é fundamental para o crescimento das crianças. “O contato com as histórias, imagens e palavras estimula a imaginação e a expressão dos pequenos, seja de maneira escrita ou falada. Por isso, o papel dos adultos em apresentar as crianças aos livros é muito importante”, explica.

Diversidade em livros

Mais do que boas histórias que envolvem o universo infantil, contadas através de linguagem de fácil compreensão, os livros precisam chamar a atenção. Crianças, em especial os bebês, são curiosos e descobrem um mundo novo a cada dia, por isso, o contato com os livros precisa estar relacionado com esta fase de novidade diária.

A pedagoga ressalta que durante os primeiros meses e anos da infância, é preciso dar aos bebês livros criados especialmente para esta fase, com palavras simples, acessórios em alto relevo, que contribuam para o toque e proporcionem atividades lúdicas. Segundo Battisti, há diversas opções diferenciadas e apropriadas para o desenvolvimento dos pequenos, com destaque para os livros com texturas, para banho e sonoros.

Texturas

Divulgação, Vale das Letras

Divulgação, Vale das Letras

Detalhes diferentes nos livros, através de variadas texturas, são muito importantes para os bebês, pois garantem a eles o toque e a descoberta do desconhecido. Por exemplo, há livros de pano, como o “Quando Eu Crescer” (Editora Vale das Letras), com os personagens em formato de pelúcia, e o “O Crocodilo Guloso” (Editora Vale das Letras), em formato de fantoche, ou os livros que possuem partes da história e personagens em materiais diferentes, como “A Ovelhinha Lilly” (Editora Vale das Letras), que é feita de lã, para representar seu pelo.

Divulgação, Vale das Letras

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Para banho

O momento do banho dos bebês é superespecial para proporcionar descobrimento do corpo, aproximação com os pais e ainda interatividade, por meio do contato com a água, que é algo que os bebês adoram. Desta forma, os livros também podem ser ótimos brinquedos para divertir o banho, como a obra “Dani Golfinho” (Editora Vale das Letras), que conta a história de um golfinho e acompanha o personagem em formato de plástico para brincar na banheira, deixando esse momento ainda mais divertido para os pais e as crianças, e o “Peixinho” (Editora Vale das Letras), livro no formato de um peixe e que fica cintilante quando está embaixo da água.

Divulgação, Vale das Letras

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Sonoros

Desde poucos meses de vida, quando ainda não sabem falar e são curiosos por tudo que acontece ao redor, os diversos tipos de sons chamam a atenção dos pequenos. Por isso, durante esta fase os livros sonoros podem contribuir com o processo de descobertas, como o “Cantando na Estrada” (Editora Vale das Letras), que diverte e proporciona o contato com música, e o “Cadê a Minha Mamãe?” (Editora Vale das Letras), que acompanha um gravador para registrar as falas das crianças.