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Posts de agosto 2014

Histórias inéditas do gato mais folgado do mundo

29 de agosto de 2014 0
Divulgação, Nemo

Divulgação, Nemo

O gato mais folgado do mundo ganha mais um volume de histórias cheias de confusões. Em “Garfield: Volume 3″, lançamento da Editora Nemo, o leitor vai se deliciar ao longo de quatro capítulos, cada um com duas aventuras inéditas. Produzido por um time de ótimos roteiristas e desenhistas, a partir das criações de Jim Davis, esse título irá prender a atenção das crianças e adultos com uma narrativa irreverente e envolvente.

O volume abre com um “pronunciamento chocante” do egocêntrico gato, que “alerta” os leitores sobre a primeira história que, como é exclusivamente sobre Odie, não seria lá muito interessante… “Uma História do Odie” traz o cão fofinho na missão de guiar a polícia até o criminoso que roubou a casa de seu novo amiguinho. A segunda aventura, “Quarteto Terrível”, traz de volta a Força Pet, um grupo de amigos com superpoderes que se parecem com a turminha de Garfield. Seu objetivo é derrotar a vilã Vetvix e seus comparsas.

O capítulo seguinte começa com uma HQ bastante verossímil para muitos: “Loucura de Segunda”. Aqui, Garfield tenta escapar de todas as maneiras possíveis deste dia tão temido por ele e por tantos de nós; no final, ele acaba livrando seu dono, Jon, de um trapaceiro. A história ainda conta com a participação de Quentin, o ratinho que mora na casa de Jon. Na aventura seguinte, “O Monstro Lasanha”, o gato tem que enfrentar uma abominável mutação que seu prato favorito sofre, transformando-se num monstro que tenta destruí-lo.

“O Novo Fofo” abre o terceiro capítulo, em que Garfield quer dar uma lição no convencido gato Nermal, que se acha fofíssimo demais. A Força Pet aparece mais uma vez em “A Hora do Lanche”, com Garzuca tentando comer seu sanduíche de almôndegas, cebola e molho extra, mas sendo impedido por personagens do futuro que querem evitar a destruição do mundo, que seria causada por essa refeição do herói.

Garfield não é como os gatos normais que gostam de caçar pássaros, mas às vezes até mesmo ele não resiste. Em “O Pássaro-gato”, do quarto capítulo, uma simpática bruxa da vizinhança castiga Garfield transformando-o no que era o alvo de sua caça. Para fechar a edição em grande estilo, “A Volta do Monstro Lasanha” mostra o retorno da lasanha modificada com mais duas parceiras de sabores diferentes.

Aventura, diversão e risadas garantidas são o que o leitor vai encontrar neste volume de Garfield, que conta ainda com uma galeria de capas das edições originais.

“Garfield: Volume 3″, de Jim Davis e escrito por Mark Evanier e Scott Nickel. Editora Nemo, 112 páginas, R$ 29,90.

Concurso de poesias

28 de agosto de 2014 1

Está a fim de mostrar todo seu talento com poesia? Então, olhe isso: a Poeme-se, pioneira em moda poética no Brasil, e o jornal literário “Plástico Bolha”, publicação voltada à divulgação de poesia e prosa de autores contemporâneos, se juntaram para colocar a poesia em movimento. A parceria lança o concurso cultural Inverso do Avesso, que dará a chance a um poeta de ver os seus versos ilustrando uma das camiseta da grife. Para participar, basta enviar um poema inédito ou não, com até 140 caracteres (incluindo os espaços), para o e-mail contato@jornalplasticobolha.com.br. O resultado será anunciado no dia 15 de setembro. O regulamento do concurso está disponível no blog da Poeme-se: http://blog.poemese.com/concurso-cultural-inverso-avesso/

Como uma carta de amor

28 de agosto de 2014 0
Divulgação, Global

Divulgação, Global

A Global Editora acaba de lançar mais uma obra de Marina Colasanti. Trata-se de “Como uma Carta de Amor”, em que a autora nos presenteia com a dança perfeita das suas palavras, que, ao se combinarem, convidam o leitor a deixar-se levar pelo movimento, pelo ritmo e pelas imagens criadas por ela.

Tendo publicado anteriormente vários livros de minicontos, Marina voltou ao gênero com o “Hora de Alimentar Serpentes”, editado em 2013 pela Global Editora e agora lança “Como uma Carta de Amor” para o público infantojuvenil. Neste livro, mais do que qualquer história contada ou de qualquer enredo, o encanto do texto da autora se faz na escolha e na combinação das palavras – no como contar. “As horas não lhe pareciam longas, entrecortadas pelo gritar das gaivotas. Quando a sombra atrás de si já se alongava, ela descia cuidadosa pela escadinha de pedra até a praia. Aproximava-se do mar, os pés já tocados de sal…”

Nos vários contos desse livro, mulheres apaixonadas, reis, príncipes, nômades, homens comuns e animais passeiam de lá para cá nas histórias, construindo enredos fantásticos, que apelam para a imaginação e a fantasia do leitor e provocam as mais diferentes sensações e os mais profundos sentimentos.

“Como uma Carta de Amor”, texto e ilustrações de Marina Colasanti. Global Editora, 80 páginas, R$ 27,00.

"Histórias Clássicas da Bíblia", uma novidade para os adolescentes

27 de agosto de 2014 0
Reprodução, Aldo Brasil

Reprodução, Aldo Brasil

As mais fantásticas e conhecidas histórias bíblicas estão reunidas neste lançamento da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), que tem como alvo o público adolescente.

Com ilustrações realistas e repletas de dramaticidade, que transportam o leitor a cada uma das narrativas, “Histórias Clássicas da Bíblica” reúne 24 passagens do Antigo Testamento e 19 do Novo Testamento.

Impresso em papel cuchê e com texto bíblico na Nova Tradução na Linguagem de Hoje, este livro tem um texto de fácil compreensão e uma linguagem visual surpreendente, que despertará no jovem leitor mais interesse pela mensagem bíblica e pelos propósitos de Deus para a sua vida.

“Histórias Clássicas da Bíblia”, da Sociedade Bíblica do Brasil, 208 páginas, R$ 19,90.

A Cilada - Cidade das Sombras 2

22 de agosto de 2014 0
Divulgação, Geração

Divulgação, Geração

A distopia, marca registrada de livros de ficção científica nos anos recentes, é a antiutopia por excelência, mostrando um futuro em que os valores humanos estão destruídos e as metrópoles gigantescas são autênticos infernos multirraciais e multiétnicos, povoados por multidões sujeitas a rígidas divisões de classe, corrupção, policiais tão indignos de fé quanto os bandidos, drogas, marginalidade descontrolada e desespero. É num cenário assim que se situa a cidade de Rigus, suntuosa, gigantesca e rica, onde a Cidade Baixa é a parte sombria, escura, por onde vagam os dejetos sociais mais imprevisíveis e perigosos.

É na Cidade Baixa que circula o Guardião, ex-combatente de guerra, ex-agente secreto e policial da Casa Negra, negociante de drogas e também dependente delas para atenuar o tédio e o desgosto, morando num quarto acima de um bar imundo. Nesse mundo do Guardião, tal como nos melhores livros de detetives noir ao estilo de Raymond  Chandler, Dashiel Hammett e James M. Cain, ninguém é digno de confiança, nem mesmo o próprio detetive, um compêndio ambulante dos mesmos defeitos que encontra nos outros, mas com uma vantagem: a lucidez. É devido à lucidez com que enxerga o mundo que ele se torna capaz de narrá-lo com precisão e também um humor negro desesperado.

“A Cilada – Cidade das Sombras – Livro 2″, de Daniel Polansky, é assim, um livro escrito na primeira pessoa, na tradição dos melhores de Chandler & Cia. Mas é também um romance fantástico, uma fantasia noir, em que o Guardião surge como uma variação do J.J. Gittes, de “Chinatown” ou do Dick Deckard, de “Blade Runner — Caçador de Androides” num futuro sem esperanças. Convocado pelo general Edwin Montgomery, que, tal como ele, esteve numa guerra inglória em que muitos morreram à toa a serviço de uma monarquia indiferente ao destino dos cidadãos das Treze Terras, o Guardião terá a missão de reaver para o veterano herói de guerra a filha adolescente, Rhaine, que desapareceu. A garota quer saber a verdade sobre a morte de seu irmão, Roland, presidente da Associação dos Veteranos da Grande Guerra, assassinado num bordel da Cidade Baixa, e se envolverá num mundo perigoso, onde nem mesmo o Guardião poderia protegê-la, até porque, teimosa, ela decide enfrentar os perigos, traficantes, prostitutas, negociantes de  comércio indefinido, e procurar o irmão sozinha.

Ela sobreviverá? Um monte de pessoas diferentes, nenhuma delas confiável, está de olho na garota, e o Guardião, mesmo sem querer e sem acreditar em nada que não seja duvidoso, aceitou a missão e se pôs a caminho, deparando-se com inúmeros tipos esquisitos num mundo onde raças novas surgiram, e gangues urbanas proliferam. Cadáveres e lances imprevisíveis, tramados por figurões no escuro da Cidade Baixa, que tem confluências com a Cidade Velha e seus nobres decadentes, esperam por ele, porque cidadãos do mundo “limpo” costumam fazer uso da Cidade Baixa para finalidades sexuais ou outras menos previsíveis, usando pessoas que se prestam a expedientes mais sórdidos por alguns ocres — moeda de Rigus — a mais, e o Guardião conhece bem os meandros do mundo em que se move, mas sua experiência não garante que ele não poderá ser escaldado de novo a qualquer momento.

Não é uma missão assim tão diferente daquelas que Philip Marlowe, de Chandler, teve que enfrentar, exceto que se passa num futuro em que o cinismo é total e tudo — principalmente o pior — pode acontecer para os incautos, inocentes ou confiantes demais em si mesmos. Sem dispensar meia ampola de Sopro de Fada, ou fumar um pouco de vinonífera, o Guardião precisará de todas as suas forças, habilidades e dúvidas para resolver este caso.

“A Cilada (Cidade das Sombras – Livro 2)”, de Daniel Polansky, com tradução de Mariana Mesquita. Geração Editorial, 416 páginas, R$ 39,90. Disponível também na versão eletrônica por R$ 14,90.

Angelina em O Balé da Cidade Grande

21 de agosto de 2014 0
Divulgação, Caramelo

Divulgação, Caramelo

A Caramelo, selo editorial da Saraiva, traz o livro “Angelina em O Balé da Cidade Grande”. O lançamento faz parte da série de grande sucesso, escrita pela autora norte-americana Katharine Holabird, baseada na animação Angelina Bailarina.

A obra conta a história da ratinha Angelina, que está em férias na casa de sua tia Violeta e decide participar do Espetáculo de Dança de Grande Queijo. Com sua prima Jeanie, a bailarina precisa antes solucionar um conflito: qual estilo as duas irão adotar na performance? O sapateado, maior paixão da Jeanie, ou o tradicional balé de Angelina?

Ao final, os pequenos ainda encontram figuras dos personagens para serem destacadas e um palco pop-up para montar seu próprio espetáculo de dança. O recurso torna a experiência de leitura ainda mais rica, lúdica e interativa.

“Angelina em O Balé da Cidade Grande”, de Katharine Holabird, com ilustrações de Helen Craig. Editora Caramelo, 32 páginas, R$ 73,00.

O que eles pensam de Rubem Alves

20 de agosto de 2014 0
Reprodução, Aldo Brasil

Reprodução, Aldo Brasil

Rubem Alves, morto recentemente, não foi o engenheiro que seu pai sonhou, mas alcançou o sucesso em tudo o que fez. Mineiro, nascido na cidade de Boa Esperança, era bacharel e mestre em teologia, doutor em filosofia e psicanalista pela Associação Brasileira de Psicanálise de São Paulo.

Para homenagear sua trajetória e seu incansável trabalho e colaboração com a educação do País, a Paulus Editora lançou em 2007 um livro que não perde sua atualidade: “O que Eles Pensam de Rubem Alves e de seu Humanismo na Religião, na Educação e na Poesia”. A obra foi organizada por Antônio Vidal Nunes, doutor em filosofia, e conta com a colaboração de mais 13 colegas que se empenharam em escrever um livro que aborda vários pontos da vida, do trabalho e do pensamento de Rubem Alves.

O primeiro capítulo do livro evidencia as três etapas do desenvolvimento do pensamento de Rubem Alves: a teológica, a filosófica e, finalmente, a poética. Na primeira fase, Rubem Alves procurou desenvolver um pensamento teológico que pudesse justificar e motivar a participação dos cristãos e da Igreja. Na segunda, ele desenvolveu o humanismo e na última, Rubem Alves deixou as palavras científicas e passou a se dedicar a um trabalho leve, carregado de emoção e poesia.

Antônio Vidal Nunes, o organizador do livro, afirma que há muitas pessoas investigando a obra de Rubem Alves. As primeiras pesquisas sobre seu pensamento se iniciam por volta de 1974, nos Estados Unidos. Também existem trabalhos na Itália e em alguns países latino-americanos. No Brasil, as pesquisas acadêmicas começam em 1996. “O que Eles Pensam de Rubem Alves…” é uma obra que mostra muito além de um homem, de um teólogo, de um filósofo e de um poeta. Ela permite que o leitor conheça os mais profundos ideais de um homem que lutou para conquistar o conhecimento, a sabedoria e que não se cansou de repassar, a cada livro que escreveu, um pouco do que aprendeu.

“O que Eles Pensam de Rubem Alves e de seu Humanismo na Religião, na Educação e na Poesia”, organizado por Antônio Vidal Nunes. Editora Paulus, 296 páginas, preço não divulgado.

Música, Mente e Educação

19 de agosto de 2014 0
Divulgação, Autêntica

Divulgação, Autêntica

O livro “Música, Mente e Educação”, de Keith Swanwick, explora as dimensões psicológicas e sociológicas da experiência musical e suas implicações para a educação em uma sociedade pluralista. Para tanto, o autor, que é professor emérito de educação musical na Universidade de Londres, elabora na obra uma teoria que abarca todos os níveis de ensino e que enfatiza a importância da música e das artes em geral no desenvolvimento da mente.

Keith aprimora teorias de educação musical formuladas anteriormente, por ele e por outros educadores, relacionando a investigação da natureza da experiência com a música, a maturação, a educação e o desenvolvimento de jovens ao fato de que as sociedades são inegavelmente multiculturais. Sua pesquisa, direcionada ao entendimento da base estética e psicológica da música e da experiência musical, ajuda a reunir e interpretar trabalhos que têm sido feitos nesse campo e a tornar possível uma educação mais propositiva nas escolas e faculdades.

“Música, Mente e Educação” oferece ao leitor uma inovadora teoria de educação musical por meio de uma análise das bases cognitivas e psicológicas da experiência com a música. Uma obra voltada para todos os interessados na natureza da música e na educação de jovens, especialmente músicos, pais e educadores.

“Música, Mente e Educação”, de Keith Swanwick, com tradução de Marcell Silva Steuernagel. Autêntica Editora, 208 páginas, R$ 43,00.

Andersen e suas histórias

18 de agosto de 2014 0
Divulgação, Mundo Mirim

Divulgação, Mundo Mirim

Hans Christian Andersen é considerado o “pai” da literatura infantil, sendo o primeiro a escrever livros para crianças. Existe até uma data dedicada aos livros desse gênero literário: no 2 de abril é comemorado o Dia Internacional do Livro Infantojuvenil. Essa data foi criada em homenagem ao dinamarquês Hans Christian Andersen. As obras escritas por ele são conhecidas no mundo todo. Entre elas estão: “A Pequena Sereia”, “Soldadinho de Chumbo” e “Patinho Feio”.

A sugestão de hoje tem o nome do autor até no título do livro: “Andersen e suas Histórias”, publicado no Brasil pela Editora Mundo Mirim, com seis histórias recontadas por Regina Drummond. Essas narrativas romperam a barreira do tempo e ainda encantam as crianças.

Regina Drummond deixou intactas as histórias de Andersen, mantendo a leveza e a poesia que as caracterizam. O ilustrador da obra, André Neves, usou toda sua arte e um toque brasileiro, de modo a aproximar as imagens do coração das crianças e de pessoas de todas as idades.

Este livro é uma oportunidade para conhecer ou relembrar as histórias de “O Soldadinho de Chumbo”, “A Roupa Nova do Rei”, “Miudinha”, “O Boneco de Neve”, “O Anjo” e “O Patinho Feio”. Além de ser um incentivo para que crianças e adolescentes leiam cada vez mais livros.

“Andersen e suas Histórias”, com histórias recontadas por Regina Drummond e ilustrações de André Neves. Editora Mundo Mirim, 56 páginas, R$ 34,90.

Sequestro em Parada de Lucas

15 de agosto de 2014 0
Divulgação, Global

Divulgação, Global

Autor de clássicos do gênero infantojuvenil, como “Confissões de um Vira-lata” e “Memórias de um Fusca”, Orígenes Lessa surpreende por sua originalidade em criar histórias bem-humoradas e profundamente reflexivas e críticas.

Em “Sequestro em Parada de Lucas”, da Global Editora, o autor mais uma vez traz a história de Napoleão, o mesmo personagem de “Memórias de um Cabo de Vassoura”, livro em que narra sua vida como árvore e como vassoura, até o momento em que, terminada sua vida “útil”, é promovido a cavalo de pau pelo garoto da casa. Neste “Sequestro em Parada de Lucas”, Napoleão conta suas peripécias como cavalo de pau com seu dono, Marquinhos, que mora em Parada de Lucas, na zona Norte do Rio de Janeiro, onde viverá sua primeira e empolgante aventura.

Nesta história, o narrador também é o próprio personagem que conta, com humor, os altos e baixos de sua vida. Seu maior medo era virar fogueira, porém sentia-se feliz em ser o que era. No entanto, um dia, a avó do menino, dona Eufrásia, decide se livrar de umas tralhas e lá se vai o cabo de vassoura. Começa, então, para Napoleão, mais um capítulo na história de sua vida, o sequestro.

O livro é mais um exemplo do equilíbrio entre o lirismo e a fantasia com que Orígenes Lessa escreve suas histórias.

“Sequestro em Parada de Lucas”, de Orígenes Lessa, com Ilustrações de Dave Santana. Global Editora, 136 páginas, R$ 31,00.