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Posts de novembro 2014

Coleção "Vem Comigo!" para a criançada

28 de novembro de 2014 0
abc dos amigos

Divulgação, Autêntica

A iniciação à leitura começa mesmo antes da alfabetização. Pensando nisso, a Autêntica Editora lança a coleção “Vem Comigo!”, destinada a crianças de quatro a seis anos, para leitura compartilhada ou para ser lida pela própria criança já alfabetizada. Com texto de Isa Mara Lando e ilustrações de Mariângela Haddad, os dois primeiros livros trazem temas tirados de situações e ações do cotidiano da criança, para incentivar a alfabetização de maneira divertida e lúdica, com frases curtas, simples e rimadas, para melhor assimilação.

Em “ABC dos Amigos”, para cada letra do alfabeto, uma divertida e sonora rima se forma: Amanda combina com varanda; Dora com Flora; João com avião. E até mesmo os bichinhos, como a gatinha Neca, o cãozinho Oscar, o macaco Quico e o gato Xuim participam da brincadeira. “Meus pais e meus irmãos me ensinaram a ler quando eu tinha só uns três anos. Naquele tempo, não havia computador nem internet, então devorei toneladas de Monteiro Lobato e outros bons livros infantis e juvenis”, conta Isa Mara sobre sua experiência como leitora.

Já em “Eu Vou!”, as rimas acontecem em várias situações de deslocamento e meios de transporte: um vai a pé visitar o seu Zé; outro vai de trem visitar o neném; a menina vai de bicicleta em linha reta, e assim por diante. “Meu maior sonho é oferecer às crianças uma porção de livros gostosos, para que elas possam aprender a ler com a mesma alegria com que eu aprendi!”, complementa a escritora.

“ABC dos Amigos”, de Isa Mara Lando, com ilustrações de Mariângela Haddad. Coleção “Vem Comigo!”, Autêntica Editora, 32 páginas, R$ 34,00.

“Eu Vou!”, de Isa Mara Lando, com ilustrações de Mariângela Haddad. Coleção “Vem Comigo!”, Autêntica Editora, 24 páginas, R$ 34,00.

Divulgação, Autêntica

Divulgação, Autêntica

Brigar, nunca mais!

27 de novembro de 2014 0
Divulgação, Mundo Mirim

Divulgação, Mundo Mirim

Brigar faz parte da vida, por mais estranho que isso possa soar. Porém, podemos aprender a lidar com os sentimentos e as consequências dos nossos atos. Falar sobre aquilo que nos incomoda, sobre raiva, arrependimento, solidão e ouvir como os outros sentem a situação é uma forma saudável de aprender a conviver melhor.

No livro “Brigar, Nunca Mais”, de Taciana C. Ottowitz, a criança vai descobrir que até pode ser difícil viver sem brigar, mas o bom mesmo é ficar em paz. A obra narra em frases curtas e com ricas e expressivas ilustrações as fases da briga, desde a provocação até a reconciliação, com todos os sentimentos envolvidos nela.

O livro permite a pais, professores e outros responsáveis pela educação das crianças a tratar conceitos como afetividade, paz e guerra e respeito às diferenças.

“Brigar, Nunca Mais”, de Taciana C. Ottowitz. Editora Mundo Mirim, 32 páginas, R$ 29,90.

O pássaro do tempo

26 de novembro de 2014 0
Divulgação, Autêntica

Divulgação, Autêntica

Uma casa que mais se parece com uma nuvem cinza de onde saem músicas, luzes, vultos e sombras estranhas; um relógio cuco movido ao som do piano, fazendo o tempo andar para trás e sugando a vida de crianças. É nesse cenário inusitado que se passa “O Pássaro do Tempo”, de Ana Lasevicius, com ilustrações de Sônia Magalhães, lançamento da Autêntica Editora. A narrativa mexe com o imaginário infantil nessa história de uma garotinha fantasiosa e sua relação com uma vizinha misteriosa e assustadora.

Levada pelos boatos da vizinhança, a pequena protagonista morre de medo de se encontrar com dona Isaurinha, pois acredita que ela rouba o futuro das crianças todas as vezes que toca piano e o cuco aparece para sugá-lo. A vizinha nunca recebe visitas, nem visita ninguém da rua. Parece morar no bairro desde sempre, pois não se tem informações de quando chegou lá. Segundo a garotada da rua, ela tem no mínimo trezentos anos. As crianças mais velhas contam histórias aterrorizantes, que fazem as menores saírem correndo toda vez que dona Isaurinha dobra a esquina. Será que ela realmente rouba o tempo das crianças? Qual seria sua idade real? Ninguém sabe.

Certo dia, quando sua avó fica doente e sua mãe precisa levá-la ao pronto-socorro, a menina tem de ficar com dona Isaurinha. O medo é enorme: o que vai acontecer? Será que ela vai ser sugada pelo cuco quando a a velha tocar aquela estranha melodia ao piano? O encaminhamento e o desfecho da história são surpreendentes.

Segundo a autora, dona Isaurinha realmente existiu, e seu pavor pelo relógio cuco era real. “Juntei as duas coisas e o resultado está aí”, conta Ana Lasevicius. As ilustrações de Sônia Magalhães, colagens de tecidos, papéis, resíduos de impressos e imagens antigas, complementam o texto.

Os jovens leitores certamente vão se identificar com os medos e a rica imaginação da protagonista desse envolvente e cativante livro.

“O Pássaro do Tempo”, de Ana Lasevicius, com ilustrações de Sônia Magalhães. Autêntica Editora, 32 páginas, R$ 34,00.

 

Vulgar, o Viking, e o Show de Talentos Tenebroso

24 de novembro de 2014 0
Divulgação, Brinque-Book

Divulgação, Brinque-Book

Com o objetivo de amenizar o longo inverno que teriam pela frente, o rei Olaf de Lorota anuncia a seus súditos a decisão de promover um show de talentos. Vulgar sabe que é a sua hora de brilhar. Ele apresentará sua música de “sovaco” ou fará algum malabarismo com cocô de alce? Não! Ele atuará como um lendário viking, com lutas, dragões, gigantes e todas aquelas coisas. E ele vai vencer! Não vai?

O livro “Vulgar, o Viking, e o Show de Talentos Tenebroso”, de Odin Barba-Ruiva, permite trabalhar temas como humor, artes e cooperação. Pode-se, por meio da leitura da obra, levantar uma discussão sobre os talentos inerentes a cada indivíduo. É possível desenvolver uma especialidade em algo, ou já nascemos com predisposição a fazer melhor algumas coisas do que outras?

“Vulgar, o Viking, e o Show de Talentos Tenebroso”, de Odin Barba-Ruiva, com ilustrações de Sarah Horne e tradução de Alexandre Boide. Editora Escarlate, 96 páginas, R$ 19,90.

Flora Hen, uma heroína

21 de novembro de 2014 0
Divulgação, Geração

Divulgação, Geração

Prepare-se, leitor, para se comover, chorar e, fechada a última página, voltar à primeira, cheio de vontade de ler de novo e pensar no quão bela e difícil é a vida nessa terra. Mas também como é enriquecedor tirar lições valiosas das coisas que acontecem e poder seguir em frente, confortado pela esperança. Ainda que com lágrimas no rosto.

Alguns livros marcam seu tempo e seguem vida afora emocionando gerações inteiras. É o caso de “O Pequeno Príncipe”, de Antoine de Saint-Exupéry, escrito há 71 anos, o terceiro livro mais traduzido depois da Bíblia. Ou de “Fernão Capelo Gaivota”, de Richard Bach, de 1970. O primeiro, escrito originalmente para crianças, encanta também adultos por seu conteúdo filosófico e poético. O segundo, ao tratar da liberdade, tocou com delicadeza em tema central de nossa existência.

“Leafie” (derivado de Leaf, “folha”), “A Galinha que Sonhava que Podia Voar”, título do original coreano, ou “Sprout” (broto), na versão inglesa, ganhou entre nós o título de “Flora Hen”. Flora é uma galinha poedeira, condenada a apenas botar ovos que jamais chocará e que sonha, na verdade, não só com a liberdade (voar), mas também em chocar um ovo, ser mãe.

De seu posto no galinheiro, ela olha com inveja todos os demais bichos da granja, até que, enfraquecida, ela é retirada de sua gaiola para ser descartada — para morrer. Mas não é isso o que acontece: ela cai no mundo, enfrenta a indiferença ou a hostilidade dos outros bichos,torna-se mãe do ovo de outra e, de peripécia em peripécia, corajosa como só ela, nos encanta com sua coragem e suas fantásticas lições de vida.

Talvez não exista um livro em que uma personagem tão doce e carismática fosse um animal tão prosaico quanto uma galinha. Daí que o mistério deste livro reside no fato de que sua autora, Hwang Sun-mi, conseguiu colocar na personagem tanta doçura e grandeza que o resultado não poderia ser outro: 2 milhões de exemplares vendidos só na Coreia!

Ali, Flora se tornou heroína nacional. Conquistou crianças e adultos, confortou deprimidos, levantou o ânimo de fracassados, reaproximou enamorados e animou empreendedores que o consideraram tão estimulante quanto “A Arte da Guerra”, de Sun Tzu. A vida pode ser dura e cruel e há sempre uma doninha — ou um leão ou a máquina urbana neurótica — prontos para nos engolir. No entanto…

Mas sempre há um “no entanto”. Flora se rebela contra a tradição, a indiferença pelo sofrimento alheio, o egoísmo, a violência dos predadores, o medo, os preconceitos e condicionamentos da vida em sociedade. Ela enfrenta o mundo cruel, luta por sua liberdade, briga para superar-se, defende seu bebezinho das durezas da vida. E vence? Bom, para isso você precisa ler o livro. Ele tem ressonância universal e uma personagem inesquecível, capaz de lhe ensinar muitas coisas em poucas palavras, tocando sua mente e seu coração. Se chorar muito ao final, não se envergonhe. É por meio da catarse, já pregavam os gregos, que purgamos nossos defeitos e podemos seguir em frente, transformados, pelos insuspeitos e perigosos caminhos da vida.

“Flora Hen”, de Hwang Sun-mi, com ilustrações de Yasmin Mundaca e tradução de Lidia Luther. Geração Editorial, 148 páginas, R$ 29,90.

Os vira-latas do sucesso

20 de novembro de 2014 0
Divulgação, Autêntica

Divulgação, Autêntica

Divulgação, Autêntica

Divulgação, Autêntica

Desde criança, o escritor e dramaturgo José Carlos Aragão tinha um sonho: ter um cachorro como animal de estimação. Essa paixão o acompanhou por toda a vida. Hoje tem dois. Seus nomes – Miguilim e Diadorim (como o de sua antecessora, Capitu) – foram retirados de outra paixão que também vem da infância: os livros. Talvez por isso fosse inevitável que seu amor por cães um dia se cruzasse com seu amor por literatura. Assim surgiu “Os Vira-latas do Sucesso”, que escreveu como peça de teatro e, depois, converteu em prosa narrativa. Os dois textos – a versão dramatúrgica e a narrativa – podem ser conferidos no livro de mesmo nome, lançamento da Autêntica Editora, com ilustrações de Weberson Santiago.

Mais do que apenas mostrar amor, carinho e respeito pelos cães, o livro também denuncia crueldades frequentemente cometidas contra “o melhor amigo do homem”, como maus-tratos e abandono. Aqui, nossos heróis são os próprios cachorros: Totó, um cãozinho vira-lata que se perde de família no dia da mudança; Caçula, uma pequena e dócil poodle; Lord, um elegante galgo-inglês; Dado, um alegre e hiperativo dálmata; Pitty e Bulla, duas irmãs românticas da raça pit bull; Xereta, um fox-paulistinha alegre e agitado; e Nick, mestiço de uma pacata são-bernardo com um rabugento pinscher.

A aventura começa num sábado, quando a família muda de casa e Totó cai do caminhão. Ele fica conhecendo a cachorrada que vive nas ruas e com os novos amigos forma um grupo de cães cantores. Em meio a canções, o leitor vai conhecer e se emocionar com a nada fácil vida de cachorro, mesmo quando são celebridades caninas.

De um lado do livro está o texto dramatúrgico, pronto para ser encenado na escola, em casa, para a família, no clube, na vizinhança; de outro, virando-se o livro ao contrário, o texto narrativo. Um livro com duas capas, dois registros de uma mesma história − que diverte, enternece e faz pensar − que dialogam entre si e com o leitor.

“Os Vira-latas do Sucesso”, de José Carlos Aragão, com ilustrações de Weberson Santiago. Autêntica Editora, 104 páginas, R$ 39,00.

Pipo e Póli - a Superpatinete

18 de novembro de 2014 0
Divulgação, Brinque-Book

Divulgação, Brinque-Book

Póli quer muito andar na patinete de Pipo, então ela a pega para passear! É claro que as coisas não dão muito certo para Póli, e ela vai precisar da ajuda de Pipo…

“Pipo e Póli – a Superpatinete”, de Axel Scheffler, é uma charmosa história para os pequenos, com delicadas lições sobre como ser um bom amigo e aprender a pedir desculpas.
O livro, integrante da série “Pipo e Póli”, fala sobre o cotidiano das crianças bem pequenas.

A obra também faz parte da iniciativa “Ler e Ouvir”, um recurso de leitura compartilhada que pode ser acessado gratuitamente, escaneando-se o QR code no interior do livro.

“Pipo e Póli – a Superpatinete”, texto e ilustrações de Axel Scheffler, com tradução de Gilda de Aquino. Coleção “Pipo e Póli”, Editora Brinque-Book, 32 páginas, R$ 29,90.

O Galo Cantou por Engano

17 de novembro de 2014 0
Reprodução, Aldo Brasil

Reprodução, Aldo Brasil

A sugestão desta segunda-feira, para começar bem a semana, mostra que a poesia envolve o inusitado do cotidiano.

O livro “O Galo Cantou por Engano” conta que um eclipse de sol abre cortinas para o jogo, para o humor e para o olhar que confunde até um galo que canta, cocoricando alto, outro bom-dia, no mesmo dia, digo, na mesma noite, nem sabemos mais o que era…

Um conto poético e encantador, “declamado” pela escritora peruana naturalizada brasileira Gloria Kirinus e “desenhado” pela ilustradora Cris Eich.

“O Galo Cantou por Engano”, de Gloria Kirinus, com ilustrações de Cris Eich. Editora DCL, 32 páginas, R$ 27,00.

A Grande Corrida, uma fábula indonésia

14 de novembro de 2014 0
Divulgação, Caramelo

Divulgação, Caramelo

Kanchil é um cervo-rato, uma espécie de mamífero não muito grande, porém bastante veloz, encontrada nas florestas tropicais do Sudeste asiático. E é dessa região, mais especificamente da Indonésia, que vem a fábula que inspirou o livro “A Grande Corrida”, do autor Nathan Kumar Scott e do ilustrador Jagdish Chitara, lançamento da Caramelo, selo editorial infantil da Saraiva.

O personagem Kanchil sempre se gabou de sua velocidade. Certo dia, ele decide organizar uma corrida e desafia todos os animais da floresta a vencê-lo, para assim comprovar sua superioridade. A arara Kakatua anuncia o evento e, quando chega o grande dia, todos os bichos comparecem, porém apenas para assistir, pois ninguém queria ser humilhado. O único corajoso o suficiente para enfrentar o ágil cervo foi Pelan, o caracol.

O livro reconta a fábula “A Lebre e a Tartaruga” por meio do cervo e do caracol, animais típicos da Indonésia, mas, nesta versão, com um final inusitado e divertido.

“A Grande Corrida”, de Nathan Kumar Scott e ilustrações de Jagdish Chitara. Editora Caramelo, 32 páginas, R$ 40,00.

A história dos adeptos da tática Black Bloc

13 de novembro de 2014 0
Divulgação, Geração

Divulgação, Geração

Uma invasão inusitada surpreendeu São Paulo em junho de 2013: misturados aos ingênuos manifestantes que reclamavam de tarifas de transportes, mascarados quebravam portas de bancos e enfrentavam com violência a própria polícia. Quem eram eles?

“Mascarados — a Verdadeira História dos Adeptos da Tática Black Bloc” leva o leitor para dentro das manifestações que tiraram o sono das autoridades do Brasil. Com entrevistas de ativistas, realizadas no calor das manifestações, a pesquisadora, socióloga e professora da Unifesp Esther Solano Gallego entrou no mundo, na cabeça e no cotidiano dos jovens protagonistas das cenas de selvageria que assustaram a cidade.

Desse contato, emerge a visão que os adeptos do Black Bloc têm de nosso país, da sociedade, das autoridades e de si mesmos. A pesquisa é reforçada pela narrativa do jornalista Bruno Paes Manso, que relata como passou a entender o raciocínio desse grupo ao longo da cobertura jornalística feita para o jornal “O Estado de S. Paulo”.

Na terceira e quarta partes, por meio de diferentes relatos dados ao jornalista Willian Novaes, o livro dá a palavra a adeptos da tática que mostram as origens distintas dos membros do Black Bloc e, também, o discurso convergente contra o sistema político-social vigente no País e a versão do coronel da PM que foi agredido pelos mascarados.

“Mascarados — a Verdadeira História dos Adeptos da Tática Black Bloc”, de Esther Solano, Bruno Paes Manso e Willian Novaes. Coleção História Agora, Geração Editorial, 336 páginas, R$ 34,90.