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Posts de junho 2015

Fator Nerd 2: Missão Improvável

30 de junho de 2015 0
fator nerd

Divulgação

O livro “Fator Nerd 2: Missão Improvável”, de Andy Robb, conta que quando se é um nerd, a vida tem um ritmo todo próprio. Quando se é um nerd apaixonado, então… Archie ainda não esqueceu Sarah. Atraído para ela como um Gollum repugnante, ele tem zero força de vontade. Como se não bastasse, é só chegar perto da linda gótica para que as pernas do garoto enfraqueçam, o coração acelere e o suor invada seu rosto. Mais ou menos a mesma reação ao berro de um Nazgûl. Um pavor insano invade o coração do mais corajoso dos homens. Tudo bem, pelo menos seu Monólogo Interior o repreende e tenta mantê-lo na linha. Claro que é uma batalha perdida. Mais ou menos como enfrentar o Hulk sem um Mjolnir. Ou o Duende Verde sem fluido de teia. Boa sorte com isso!

Sem saber como se comportar perto de Sarah, ele decide entrar na cabine de Dr. Who mais próxima e sumir. Afinal, um fim de semana de RPG, com direito a orelhas de elfo e espadas de espuma, se aproxima.

Com a ajuda de Clare, uma menina com ideias muito próprias, Archie acredita ter encontrado a solução para conseguir conquistar a eterna amada Sarah: ciúmes. Afinal, no cinema isso sempre funciona. Mas essa pequena mentirinha cria uma série de mal-entendidos, nem sempre divertidos.

“Fator Nerd 2: Missão Improvável”, de Andy Robb, com tradução de Alda Lima. Coleção “Fator Nerd”, Editora Galera Record, 304 páginas, R$ 39,00.

Turma da Mônica prega o Evangelho

29 de junho de 2015 0
Divulgação, Boa Nova

Divulgação, Boa Nova

A parceria entre o escritor peruano Luis Hu Rivas (texto) e o criador da Turma da Mônica, Mauricio de Sousa (ilustrações), ainda rende bons frutos ao mercado editorial e, especialmente, à criançada.

O livro “Meu Pequeno Evangelho”, publicado pela Boa Nova Editora e pela Mauricio de Sousa Editora em 2014, superou a marca de 50 mil exemplares vendidos em apenas seis meses. Agora, a obra ganha uma extensão que chega às livrarias neste dia 29 de junho: “Meu Pequeno Evangelho – Livro de Atividades”.

Assim como “Meu Pequeno Evangelho”, o lançamento traz os personagens da Turma da Mônica e ensinamentos de Jesus contidos no Evangelho segundo o espiritismo especialmente voltados para o público infantil. Porém, as mensagens de amor, caridade e humildade acompanham atividades para desenhar, colorir, encontrar objetos no cenário, labirintos, caça-palavras, dentre outros. O livro ainda traz oito supermáscaras com os personagens da Turma da Monica e 30 adesivos.

“Meu Pequeno Evangelho – Livro de Atividades”, de Mauricio de Sousa, Luis Hu Rivas, Alã Mitchell. Boa Nova Editora, 64 páginas, R$ 24,90.

Vendedor de sustos

26 de junho de 2015 0
Vendedor de sustos

Reprodução

Pare (mas pare mesmo!) para pensar: quando foi a última vez em que você parou (mas parou mesmo!) para não fazer nada e dar uma chance ao sossego completo? Difícil lembrar, não é mesmo? A correria do dia a dia não nos dá chance de reparar em pequenas grandes coisas, e assim a vida vai passando e algumas peças do quebra-cabeça, apesar de estarem ali, do nosso lado, vão ficando pelo caminho.

O livro “Vendedor de Sustos”, de João Anzanello Carrascoza, propõe isso: observar as pequenas coisas para as quais ficamos cegos por causa da rotina que não nos deixa contemplar, por exemplo, o vaso de flores no canto da casa (aliás, como ele foi parar ali?). Vale também ficar na janela vendo a menina jogar bola na rua, onde isso é possível, claro; as meninas pulando amarelinha; o cachorrinho correndo atrás de uma borboleta… Enfim, vale a pena dar uma desacelerada e dar um tempo para si.

A obra é composta por cinco contos que abordam situações variadas: o menino que vive a alegria do primeiro amor; o pote de ouro que descobre como alcançar o seu desejo; a diferença entre possuir e fruir; a comunicação entre o menino e seu anjo; e o vendedor de um produto inusitado – sustos.

“Vendedor de Sustos”, de João Anzanello Carrascoza, com ilustrações de Juliana Russo. Editora FTD, 64 páginas, R$ 36,00.

Isto é Tóquio, Charlie Brown!

25 de junho de 2015 0
Divulgação, Autêntica

Divulgação, Autêntica

Os fãs brasileiros do beagle mais querido do mundo têm motivos para comemorar. É que está chegando às livrarias e lojas de quadrinhos “Isto é Tóquio, Charlie Brown!”, segundo volume da série “Snoopy” pela Editora Nemo. Em uma história única e inédita, a turma do Minduim, criada por Charles Schulz, viaja a Tóquio para um dos maiores desafios que já enfrentaram: ganhar um jogo de beisebol!

Charlie Brown é um péssimo arremessador e comanda um time que nunca ganhou uma partida sequer, e que para completar tem um cachorro como melhor jogador. Após perder mais um arremesso e deixar seus amigos zangados com a eliminação do time na temporada de beisebol, Charlie Brown recebe uma carta do presidente dos Estados Unidos, convocando-os para representarem o país numa partida de beisebol no Japão.

Ao contar sobre a carta para seus amigos, todos se esquecem das antigas derrotas, e até mesmo Patty Pimentinha, excelente jogadora de uma liga superior, decide integrar a equipe e embarcar na aventura. O próprio Charlie Brown, antes desiludido com o esporte, acaba se animando e ganha novas esperanças de vencer algum jogo e se consagrar entre seus amigos. Em uma semana, todos chegam a Tóquio e aproveitam para conhecer a capital do Japão, divertindo-se ou se admirando com as diferenças culturais. Mas, como não podia deixar de acontecer, Snoopy se mete em algumas confusões, que incluem uma desastrada luta de sumô.

Porém, conforme o tempo passa, Charlie Brown volta a ficar preocupado com a proximidade do jogo e a possibilidade de uma nova derrota, somada à vergonha de perder fora do próprio país. Patty Pimentinha joga muito bem, mas conseguirá ela levar esse time de araque à sua primeira vitória? Enquanto a trama principal acontece, o leitor é apresentado de maneira sutil a costumes, pontos turísticos e detalhes da cultura japonesa, retratada com traços concisos e marcantes ao estilo de Charles Schulz. A narrativa leve utiliza um humor inteligente, conduzido ao longo de toda a HQ, tornando-a ideal para umas boas risadas!

“Snoopy – Isto é Tóquio, Charlie Brown!”, de Charles M. Schulz, com tradução de Wellington Srbek. Editora Nemo, 104 páginas, R$ 28,00.

Tito quer saber!

24 de junho de 2015 0
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Em 2016, haverá Olimpíadas, desta vez no Brasil. E um jeito gostoso de apresentar esse assunto para as crianças é o livro “Tito Quer Saber!”, de Lucia Seixas, que conta as aventuras de um menino muito curioso que adorava fazer perguntas.

Certa vez, na escola, Tito interessou-se pelas Olimpíadas da Antiguidade e não queria mais saber de outro assunto. Ao conhecer o pequeno Zib, vindo do planeta mais antigo do universo, Tito vive um dia delicioso ao lado de Coroebus, o cozinheiro que foi o primeiro campeão olímpico do mundo! E encontra um amigo muito especial, tão curioso quanto ele!

“Tito Quer Saber!” propõe às crianças uma divertida reflexão sobre o valor dos alimentos naturais, que garantem a nossa saúde, e traz ainda informações curiosas sobre os jogos olímpicos da Antiguidade. Por isso torna-se uma ótima leitura para introduzir as crianças no universo das Olimpíadas Modernas que, pela primeira vez, serão realizadas em nosso país.

“Tito Quer Saber!”, de Lucia Seixas, com ilustrações de Fran Junqueira. Matrix Editora, 48 páginas, R$ 24,00.

O Pavoroso Gargalhão

23 de junho de 2015 0
Divulgação

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Para quem gosta de histórias com bichos esquisitos, “O Pavoroso Gargalhão”, de Stella Carr, é uma boa sugestão. Aliás, até a forma como a criatura surgiu é esquisita… eu conto.

Dona Maricota estava lavando a louça na cozinha. Mas, em vez de usar detergente de boa qualidade, os chamados biodegradáveis, desses que não poluem porque a espuma se desmancha na água, usou outro comum.

Daí a espumarada toda entrou pelo buraco da pia e foi rolando pelo encanamento até parar debaixo da padaria, onde seu Juvenal, o padeiro, atirou pelo esgoto um resto de farinha velha e bolorenta, em vez de jogar dentro do saco de lixo. O monte de espuma se misturou com a farinha e a massa ensaboada foi seguindo pelos canos da cidade.

A estranha criatura atravessou os esgotos da cidade, impressionou os moradores do vilarejo vizinho e bagunçou certos contos de fada. Mas será que o pavoroso é tão mau assim? Onde ele estará agora?

“O Pavoroso Gargalhão”, de Stella Carr, com ilustrações de Laurent Cardon. Editora FTD, 64 páginas, R$ 37,00.

O Fantasma da Alameda Santos

22 de junho de 2015 0

Divulgação, Global

O Pancho deu o aviso. Desde cedinho ele olhava para o céu e latia de maneira estranha – um presságio, algo de ruim aconteceria em breve. Trata-se de mais uma missão para Gordo e seus amigos, que, desta vez, precisarão desvendar um mistério do além. Em “O Fantasma da Alameda Santos”, o autor João Carlos Marinho nos presenteia com mais uma obra da Turma do Gordo, que já desvendou diversos casos desde a publicação de sua primeira história, “O Gênio do Crime”, em 1969.

Dessa vez, Gordo se muda para um casarão na Alameda Santos, e descobre que Marta, uma jovem que morava ali, morreu misteriosamente. Agora, o fantasma da garota está preso em seu quarto, e a turma do gordo se engaja para descobrir a verdadeira história por trás desse assassinato.

Nesta obra, João Carlos Marinho se mostra um autor atemporal e, mais uma vez, justifica o porquê de suas obras encantarem tantas gerações. Ainda sob o seu estilo de escrita único, apresenta o cotidiano atual dos pré-adolescentes, com uso das novas tecnologias por meio de smartphones e redes sociais.

“O Fantasma da Alameda Santos”, de João Carlos Marinho, com ilustrações de Mauricio Negro. Global Editora, 96 páginas, preço não divulgado.

A Mansão da Pedra Torta

19 de junho de 2015 0
Divulgação, Petit

Divulgação, Petit

Médium dedicada à psicografia há mais de trinta anos, Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho, nascida em São Sebastião do Paraíso, em Minas Gerais, já lançou mais de 50 obras, ultrapassando a marca de mais de 5 milhões de exemplares vendidos. Dentre eles, 2,2 milhões só do livro “Violetas na Janela”.

“A Mansão da Pedra Torta”, uma história repleta de emoção e suspense, conta a história da jovem Ana Elizabeth, que, ao se mudar para a Mansão da Pedra Torta, descobre ter sido ali brutalmente assassinada em outra existência. O local, apesar de encantador e cheio de mistérios, fora, na verdade, cenário do seu martírio.

Publicação de sucesso da Petit Editora, a obra apresenta uma narrativa envolvente e descritiva, que leva o leitor a imaginar com riqueza de detalhes os lugares citados. Ao longo das 192 páginas, o público vai se encantar com a história da jovem Ana Elizabeth, que, depois de ler um anúncio no jornal, não pensa duas vezes e decide dar outro rumo à sua vida.

Após se candidatar a uma vaga de emprego, despede-se dos pais e muda-se para outra cidade. Chegando à Mansão da Pedra Torta, entre visões, sonhos e desdobramentos espirituais, descobre ter sido Vitória, a mulher morta naquela luxuosa residência.

Psicografado por Vera Lúcia por intermédio do espírito Antônio Carlos, “A Mansão da Pedra Torta” tem um texto intrigante que seduz o leitor desde o início da narrativa.

“A Mansão da Pedra Torta”, de Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho. Petit Editora, 192 páginas, R$ 31,90.

Um livro para meninas corajosas

18 de junho de 2015 0
Divulgação, Thomas Nelson Brasil

Divulgação, Thomas Nelson Brasil

Muitas vezes, a coragem parece ser característica distante. Pensá-la em indivíduos que marcaram momentos históricos ou em heróis de livros e filmes é mais simples e aceitável do que quando tentamos enxergá-la em nosso interior. No entanto, a coragem não significa ausência de medo, mas, sim, capacidade de enfrentar situações difíceis ainda que despertem um frio na barriga.

O livro infantojuvenil “Meninas Corajosas”, da Editora Thomas Nelson Brasil, mostra como, com esperança, graça, glória, fé e honra, garotas comuns com personalidades distintas e que enfrentam problemas diversos, como dislexia, divórcio dos pais e bullying, são consideradas corajosas ao lidar com essas situações sem esmorecer.

A obra contempla o cotidiano das meninas com os amigos e a família em ambientes diversos, perpassado por situações protagonizadas por mulheres simbólicas.

Descobrindo particularidades de Eva, Sara, Ester, Débora, Rute, Maria e tantas outras figuras femininas da história, as cinco garotas percebem como é importante reconhecer e aceitar a própria personalidade e ter coragem para enfrentar as adversidades mantendo valores e respeitando sua identidade sem desvio de caráter.

Além de aprendizado e diversão, o livro traz um teste para a leitora descobrir de qual das Meninas Corajosas mais sua personalidade se aproxima.

“Meninas Corajosas”, com ilustrações de Olga Ivanov e Aleksey Ivanov. Editora Thomas Nelson Brasil, 208 páginas, R$ 39,90.

Memória das Palavras Indígenas

17 de junho de 2015 0
Aldo Brasil

Aldo Brasil

Abacaxi, Açaí, e Anhembi,
Caju, Caramuru e Curumim,
Ibiúna, Iguaçu e Ipiranga,
Mandioca, Maracujá e Muriçoca,
Paca, Pacaembu e Pindorama.
Você sabia que todas essas palavras são de origem indígena?

O Brasil é o país que abriga a maior diversidade linguística no contexto sul-americano. Conhecer a riqueza e a variedade das línguas faladas hoje é um passo importante para reconhecer a diversidade cultural que marca a sociedade brasileira. Em “Memórias das Palavras Indígenas”, Luís Donisete Benzi Grupioni apresenta ao leitor palavras de origem indígena que fazem parte do nosso vocabulário, que usamos no dia a dia para designar a fauna, a flora, os lugares, os alimentos e outras coisas.

No Brasil, além do idioma oficial, o português, e outros estrangeiros, são também faladas mais de 180 línguas indígenas. Ainda que muita gente pense que todos os índios falam a mesma língua e que todos eles se entendem, isso não é verdade. Guarani, ianomâmi, bororo e diversas outras tribos não falam a mesma língua.

Essa diversidade de línguas faladas pelos índios já foi maior no passado: estima-se que na época da conquista fossem faladas aqui mais de 1.200 línguas pelos povos indígenas que habitavam aquilo que viria a ser o Brasil. No processo de colonização, muitas línguas deixaram de existir, assim como os povos que as falavam. A obra também apresenta diversas informações sobre a realidade atual do índio no Brasil.

“Memória das Palavras Indígenas”, de Luís Donisete Benzi Grupioni, com ilustrações de Walther Moreira Santos. Global Editora, 68 páginas, preço não divulgado.