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Amélia, o peixe e a diferença entre afeto e posse

12 de dezembro de 2016 0
Amélia e o peixe

Divulgação, Brinque-Book

Em seu primeiro dia à beira-mar, Amélia, protagonista do livro “Amélia e o Peixe”, de Helga Bansch, se sente intimidada pelo novo ambiente: as ondas e o cheiro da maresia a deixam um pouco desconfortável. A súbita aparição de um simpático peixinho, que se transforma num colega de brincadeiras, deixa-a mais à vontade, mas quando a menina decide tomar o peixe para si, precisa aprender os limites e as diferenças entre afeto e posse. Amélia passa pela situação muito comum de querer ser dona de algo de que gosta muito.

Para os professores, a sugestão é conversar ou desenvolver atividades com os alunos sobre a reação do peixe ao ser preso e depois de solto, e a atitude da menina antes e depois de pegá-lo. Por que aprisionar o peixe é uma má ideia? O que Amélia poderia ter feito diferente? A menina está passando férias na praia pela primeira vez. Os alunos já conhecem o mar? Converse com eles sobre ter ido à praia pela primeira vez e se suas impressões foram parecidas com as de Amélia.

O livro traz uma história que trata, de maneira sensível e delicada, temas importantes como amizade e respeito às diferenças.

“Amélia e o Peixe”, texto e  ilustrações de Helga Bansch, com tradução de José Feres Sabino. Editora Brinque-Book, 28 páginas, R$29,90.

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