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Jingle bells, jingle bells... blog em tempo de Natal

15 de dezembro de 2016 0

 

Já que é tempo de Natal, o post de hoje é temático com belas histórias destes tempos em que se celebra o nascimento de Jesus. O blog sugere quatro livros para todos entrarem no clima de Natal. Para ver as capas em tamanho maior, é só clicar nelas na galeria acima. Confira!

“Uma Canção de Natal” (Editora Caramelo, 40 páginas, R$ 45,50), de Charles Dickens e adaptado por Tatiana Belinky, lembra que Natal é tempo de reunir a família e os amigos para celebrar e partilhar. E só mesmo um velho sovina e rabugento como Ebenezer Scrooge para não gostar dessa data tão especial. Mas, quando ele recebe a visita de três espíritos natalinos dispostos a confrontá-lo com o resultado de suas ações, tudo pode mudar… Publicado pela primeira vez na Inglaterra em 1843, este clássico conto de Natal tem primorosas ilustrações de Laura Michell.

Cercado por árvores altas e esplendorosas em meio à floresta, um pinheirinho passa o tempo todo sonhando em crescer e ser tão majestoso quanto suas companheiras. Ao saber que muitas delas eram derrubadas para virarem árvores de Natal, este passa a ser o seu maior desejo. Mas, quando ele finalmente se realiza, o pinheirinho acaba aprendendo uma inesperada lição. Publicado pela primeira vez na Dinamarca em 1844, “O Pinheirinho de Natal” (Editora Caramelo, 32 páginas, R$ 45,50), clássico conto de Hans Christian Andersen, chega agora ao público brasileiro recontado por Tatiana Belinky e com belíssimas ilustrações de Claudia Degliuomini.

Todo mundo conhece a história dos três reis magos. Mas poucos ouviram falar da saga de Artaban, o quarto rei mago, que não conseguiu se juntar ao grupo por ter parado para ajudar um doente. É isso que revela o livro “O Maior dos Presentes” (Editora Ática, 32 páginas, R$ 42,50, com adaptação de Susan Summers e ilustrações de Jackie Morris.

Era uma vez uma princesa que não tinha reino. Tudo o que ela possuía era um pônei, uma carruagem e um guarda-chuva vermelho para protegê-la da chuva. O que ela não tinha em bens materiais, no entanto, ela possuía em educação, inteligência e beleza — qualidades que a tornavam muito mais atraente do que várias princesas com um belo reino. Vários reis se encantaram por ela e até a pediram em casamento. Mas ela sempre pensava: para que ter um reino se nele não houver amor? “A Princesa que não Tinha Reino” (Editora Caramelo, 32 páginas, R$ 50,50) foi escrito por Ursula Jones.

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