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Posts de dezembro 2016

Um post para o querido Jesus

22 de dezembro de 2016 0
Divulgação, Thomas Nelson Brasil

Divulgação, Thomas Nelson Brasil

Galerinha, hoje apresento o último post do ano com um livro sobre a razão de existir do Natal (e de todas as outras coisas, claro): Jesus Cristo. Continue lendo e veja que legal é a dica desta quinta-feira.

Além de ser a Palavra de Deus, a Bíblia é um livro muito legal, cheio de emoções. Tem histórias de aventura, de amizade, de coragem e até de heróis. E o maior deles, o mais poderoso, é Jesus. É ele quem cuida da gente o tempo todo e garante nosso lugar no céu.

A escritora Sarah Young escolheu algumas dessas histórias para contar e comentar de um jeito que a garotada entende e gosta. Com ilustrações de Carolina Farías, o livro “Querido Jesus – Histórias Bíblicas” para crianças ajuda a gente a compreender como Deus ama seus filhos e tem um plano para todas as pessoas, inclusive para você.

“Querido Jesus – Histórias Bíblicas”, de Sarah Young, com ilustrações de Carolina Farías. Editora Thomas Nelson Brasil, 256 páginas, R$ 39,90.

Uma luz na escuridão

21 de dezembro de 2016 0
Divulgação, Mundo Mirim

Divulgação, Mundo Mirim

O Blog do Aldo apresenta hoje um livro que fala de filosofia ao público infantojuvenil: “Uma Luz na Escuridão”, de Glaucia Lewicki. A obra traz, em uma linguagem acessível aos leitores a partir de dez anos, um texto primoroso e que certamente contribuirá para excelentes discussões em sala de aula.

Os irmãos Glauco, Adimanto e Arístocles (Platão) ouvem o grande filósofo Sócrates contar uma história em que homens acorrentados dentro de uma caverna não conhecem o “mundo exterior”, apenas torpes imagens (de objetos e pessoas de fora da caverna) projetadas na parede do fundo. A fuga de um deles à realidade é o mote desta alegoria, que nos faz indagar, por exemplo, qual seria o limite entre realidade e ilusão, e se estaríamos mesmo abertos para enxergar a verdade e a liberdade.

A história é, em grande parte, marcada pelo diálogo filosófico de Sócrates com Glauco e Adimanto. Apesar de se enquadrar prioritariamente como conto, o gênero do texto se aproxima igualmente da estrutura de diálogo socrático, em que, por meio de perguntas orientadas, um sujeito seria capaz de encontrar as respostas para indagações e problemas da vida. À medida que lê a obra, o leitor provavelmente fará a si os mesmos questionamentos que Sócrates fez aos discípulos e imaginará como seria a situação dos prisioneiros dentro da metafórica caverna.

“Uma Luz na Escuridão”, de Glaucia Lewicki, com ilustrações de Edu Cardoso. Editora Mundo Mirim, 32 páginas, R$ 29,90.

Uma lição de vida com superação, motivação e fé

20 de dezembro de 2016 0
Divulgação, Mundo Cristão

Divulgação, Mundo Cristão

Depois de “Me Dá um Abraço”, a Editora Mundo Cristão anuncia o lançamento de “Sonhe Grande”, continuação do belíssimo testemunho de Nick Vujicic, autor best-seller e referência em assuntos relacionados a superação, motivação e fé.

Devido à rara síndrome denominada tetra-amelia, que ocorre por falha na formação embrionária, Nick nasceu sem braços e pernas, mas isso não o impediu de ser um importante evangelista e palestrante internacional. Ele já esteve em mais 50 países e falou para mais de seis milhões de pessoas. Seu exemplo é inspirador e sua vida, uma aventura cheia de desafios e milagres.

Em “Sonhe Grande”, ele volta aos anos de sua infância, relembrando fatos divertidos de sua trajetória, dramas que precisou enfrentar e lições que aprendeu com seus erros e acertos. Em oito capítulos ricamente ilustrados e com uma linguagem envolvente, o autor convida os leitores a embarcarem na jornada que fez em busca da concretização de seu sonho, sempre ressaltando a importância do amor e dos gestos daqueles que o influenciaram positivamente.

Com aventuras emocionantes, repletas de lições de vida, as quais todos estão convidados a conhecer, “Sonhe Grande” é um livro apaixonante, indicado não apenas para as crianças, mas para os adultos também!

Confira o videotrailer sobre o livro:

“Sonhe Grande”, de Nick Vujicic, com ilustrações de Dreamergo. Editora Mundo Cristão, 88 páginas, R$ 29,90.

Boom, cabrum e toc-toc ganham dicionário

19 de dezembro de 2016 0
Divulgação, Autografia

Divulgação, Autografia

Não entendeu nada sobre o título deste post? Sem problema, eu explico: como você já deve ter estudado nas aulas de português, palavras assim são classificadas como onomatopeias. Ainda não se lembra do que isso significa? Então, lá vai: onomatopeia, segundo o “Aurélio”, é uma “palavra cuja pronúncia imita o som natural” de uma coisa. E esses vocábulos acabam de ganhar um dicionário.

O “Dicionário de Onomatopeias e Vocábulos Expressivos”, de Wagner Azevedo, é resultado de uma pesquisa prazerosa do autora nas letras da MPB, nas literaturas, poemas, e nas histórias em quadrinhos. A obra foi dividida em três tópico: Primeira Parte, Segunda Parte e Adendo.

A Primeira Parte reúne os vocábulos gerais que estão registrados nos dicionários como onomatopeia ou vocábulo expressivo. A Segunda Parte está subdividida em Apêndice I e II. O Apêndice I reúne os vocábulos que não estão registrados como onomatopeias e nem como vocábulos expressivos, entretanto, apresentam características muito semelhantes às onomatopeias devido seus redobros e afins. O Apêndice II reúne os vocábulos que não são nem onomatopeias e nem vocábulos expressivos, mas sim expressões informais utilizadas por nós brasileiros no dia a dia. Essa parte é um presente para os estrangeiros que estudam a língua portuguesa do Brasil. O Adendo apresenta vocábulos comuns que não são onomatopeias, entretanto, são usados como tal; e alguns caracteres usados especificamente nos gibis e histórias em quadrinhos.

“Dicionário de Onomatopeias e Vocábulos Expressivos”, de Wagner Azevedo. Editora Autografia, 568 páginas, R$ 77,00.

O presente da Vovó Loba

16 de dezembro de 2016 0
Divulgação, Brinque-Book

Divulgação, Brinque-Book

Numa segunda-feira de manhã, o lobo recebe um presente de sua avó… o que será? Quando o conteúdo do pacote aparenta ser indesejado, o lobo tenta passá-lo para frente, mas os outros animais da floresta também têm suas próprias ideias sobre quem deveria ser o dono desse misterioso presente… Nesta divertida e intrigante história, o leitor permanece sempre em suspense!

A divertida história do livro “O Presente da Vovó Loba”, de Didier Dufresne, permite trabalhar temas como: suspense, humor, boas maneiras e convivência social.

Um dos recursos narrativos utilizado é nunca mostrar ao leitor qual é o presente recebido. Discuta com os alunos qual o efeito desta estratégia e se ela é eficiente. Cada animal da história tem uma reação diferente ao presente misterioso: converse com os alunos sobre suas experiências recebendo presentes indesejados, quais foram suas reações e como lidaram com a situação. O que pensar sobre a atitude do lobo? Ele foi educado?

“O Presente da Vovó Loba”, de Didier Dufresne, com ilustrações de Armelle Modéré e tradução de Gilda de Aquino. Coleção “Brinque-Book na Mochila”, Editora Brinque-Book, 36 páginas, R$ 29,90.

Jingle bells, jingle bells... blog em tempo de Natal

15 de dezembro de 2016 0

 

Já que é tempo de Natal, o post de hoje é temático com belas histórias destes tempos em que se celebra o nascimento de Jesus. O blog sugere quatro livros para todos entrarem no clima de Natal. Para ver as capas em tamanho maior, é só clicar nelas na galeria acima. Confira!

“Uma Canção de Natal” (Editora Caramelo, 40 páginas, R$ 45,50), de Charles Dickens e adaptado por Tatiana Belinky, lembra que Natal é tempo de reunir a família e os amigos para celebrar e partilhar. E só mesmo um velho sovina e rabugento como Ebenezer Scrooge para não gostar dessa data tão especial. Mas, quando ele recebe a visita de três espíritos natalinos dispostos a confrontá-lo com o resultado de suas ações, tudo pode mudar… Publicado pela primeira vez na Inglaterra em 1843, este clássico conto de Natal tem primorosas ilustrações de Laura Michell.

Cercado por árvores altas e esplendorosas em meio à floresta, um pinheirinho passa o tempo todo sonhando em crescer e ser tão majestoso quanto suas companheiras. Ao saber que muitas delas eram derrubadas para virarem árvores de Natal, este passa a ser o seu maior desejo. Mas, quando ele finalmente se realiza, o pinheirinho acaba aprendendo uma inesperada lição. Publicado pela primeira vez na Dinamarca em 1844, “O Pinheirinho de Natal” (Editora Caramelo, 32 páginas, R$ 45,50), clássico conto de Hans Christian Andersen, chega agora ao público brasileiro recontado por Tatiana Belinky e com belíssimas ilustrações de Claudia Degliuomini.

Todo mundo conhece a história dos três reis magos. Mas poucos ouviram falar da saga de Artaban, o quarto rei mago, que não conseguiu se juntar ao grupo por ter parado para ajudar um doente. É isso que revela o livro “O Maior dos Presentes” (Editora Ática, 32 páginas, R$ 42,50, com adaptação de Susan Summers e ilustrações de Jackie Morris.

Era uma vez uma princesa que não tinha reino. Tudo o que ela possuía era um pônei, uma carruagem e um guarda-chuva vermelho para protegê-la da chuva. O que ela não tinha em bens materiais, no entanto, ela possuía em educação, inteligência e beleza — qualidades que a tornavam muito mais atraente do que várias princesas com um belo reino. Vários reis se encantaram por ela e até a pediram em casamento. Mas ela sempre pensava: para que ter um reino se nele não houver amor? “A Princesa que não Tinha Reino” (Editora Caramelo, 32 páginas, R$ 50,50) foi escrito por Ursula Jones.

Quem quer ficar, quem quer partir

14 de dezembro de 2016 0
Divulgação, Ática

Divulgação, Ática

Denise, Dália e Lúcia, personagens do livro “Quem Quer Ficar, Quem Quer Partir”, de Marcia Kupstas, eram tão amigas que se nomeavam com uma sigla: DEDALU. Porém, um mistério as separou na pequena cidade de Pedra Alta, onde muitas vidas se cruzaram. Vinte anos depois, elas se reencontram na triste despedida de uma pessoa querida: a professora Madu. O novo encontro servirá para conferir as lembranças, revelar um grande mistério que envolvia a amizade dessas três amigas de infância e, sobretudo, acertar as contas com o passado. Quem quer ficar, quem quer partir é enfrentar ou esquecer, ganhar ou perder, ficar ou fugir, viver ou morrer.

A obra de Marcia destaca-se por conseguir tocar em temas delicados, como o preconceito, os problemas de família e o alcoolismo. Traz uma questão ambiental que divide opiniões: a construção de uma usina hidrelétrica. Narrada em terceira pessoa e repleta de diálogos informais, a história é dinâmica e apresenta linguagem acessível aos jovens.

A estrutura do livro é dividida em dois tempos narrativos – passado e presente –, o que permite conhecer a infância e a vida adulta das personagens principais, as quais refletem, na atualidade, sobre o que aconteceu no passado. “Há vários elementos autobiográficos na infância de DEDALU. Foi uma revelação, para mim mesma, lembrar de onde morei na infância, como convivia na escola, as brincadeiras que fazia com colegas… Talvez você tenha algo como DEDALU na sua vida, ou perceba que superar mágoas do passado é o melhor modo de se conviver consigo hoje, de modo mais sereno e feliz”, diz Marcia.

“Quem Quer Ficar, Quem Quer Partir”, de Marcia Kupstas, com ilustrações de Bernardo França. Editora Ática, 184 páginas, R$ 45,90.

Os Pingos agora em história em quadrinhos

13 de dezembro de 2016 0
Divulgação, Global

Divulgação, Global

Os Pingos, um grupo de personagens criado por Mary e Eliardo França, já brincaram com as cores, já cuidaram de plantações e até já saíram juntos para pescar. Dessa vez, o casal reúne histórias curtas e divertidas desses sete amigos inseparáveis na novidade “Os pingos em Quadrinhos” e traz uma forma lúdica para o público infantil refletir sobre amizade e diferenças.

Embora tenham a mesma forma, cada um dos personagens possui uma cor e um traço forte de personalidade, tornando impossível não se identificar com nenhum deles. Juntos, Pingo-de-Fogo, Pingo-de-Ouro, Pingo-de-Sol, Pingo-de-Mar, Pingo-de-Céu, Pingo-de-Flor e Pingo-de-Lua vão garantir o riso e estimular a imaginação da criançada!

“Os Pingos em Quadrinhos”, de Mary França, com ilustrações de Eliardo França. Global Editora, 24 páginas, R$ 27,00.

Amélia, o peixe e a diferença entre afeto e posse

12 de dezembro de 2016 0
Amélia e o peixe

Divulgação, Brinque-Book

Em seu primeiro dia à beira-mar, Amélia, protagonista do livro “Amélia e o Peixe”, de Helga Bansch, se sente intimidada pelo novo ambiente: as ondas e o cheiro da maresia a deixam um pouco desconfortável. A súbita aparição de um simpático peixinho, que se transforma num colega de brincadeiras, deixa-a mais à vontade, mas quando a menina decide tomar o peixe para si, precisa aprender os limites e as diferenças entre afeto e posse. Amélia passa pela situação muito comum de querer ser dona de algo de que gosta muito.

Para os professores, a sugestão é conversar ou desenvolver atividades com os alunos sobre a reação do peixe ao ser preso e depois de solto, e a atitude da menina antes e depois de pegá-lo. Por que aprisionar o peixe é uma má ideia? O que Amélia poderia ter feito diferente? A menina está passando férias na praia pela primeira vez. Os alunos já conhecem o mar? Converse com eles sobre ter ido à praia pela primeira vez e se suas impressões foram parecidas com as de Amélia.

O livro traz uma história que trata, de maneira sensível e delicada, temas importantes como amizade e respeito às diferenças.

“Amélia e o Peixe”, texto e  ilustrações de Helga Bansch, com tradução de José Feres Sabino. Editora Brinque-Book, 28 páginas, R$29,90.

"Aurelinho" conquista Prêmio Brasileiro de Excelência Gráfica

09 de dezembro de 2016 0
Aurelinho

Divulgação, Positivo

Neste post, quero mostrar para vocês que o Blog do Aldo só traz coisa boa. Quer uma prova? Então, olhe essa notícia sobre o Dicionário Aurelinho:

Dicionário Ilustrado Aurelinho (428 páginas, R$ 66,20), da Editora Positivo, conquistou o 26º Prêmio Brasileiro de Excelência Gráfica Fernando Pini, promovido pela Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf) e pela Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica (ABTG). A premiação aconteceu na última semana, em São Paulo. Impresso pela Posigraf, o Aurelinho foi o último dicionário escrito por Aurélio Buarque de Holanda Ferreira. O caráter didático, a riqueza de detalhes nas definições e os exemplos apropriados formam a base da obra.

O livro é indicado para crianças recém-alfabetizadas, em via de alfabetização, em fase de consolidação dos processos de leitura e de escrita, ou que estão sendo introduzidas na vivência da língua e da linguagem pelas portas do letramento (1º e/ou 2º ano/3-6anos).

O “Aurelinho” traz como recursos ilustrações contextualizadas, feitas em esculturas e colagens de papel; abertura de letras que homenageiam os Estados brasileiros; linguagem realmente acessível e simples, com exemplos que demonstram como a palavra é usada, num contexto conhecido da criança; entrada das palavras em cores, segundo a categoria gramatical; caráter didático com clareza e simplicidade nas informações; adaptado à realidade infantil do mundo; e mais de 4.700 verbetes.

A gráfica paranaense Posigraf levou também o Grand Prix da Indústria Gráfica na categoria melhor impressão offset rotativa Heatset, com o impresso “Gastronomia”, do Supermercado Angeloni. Criada em 1991, a premiação tem como objetivo prestigiar as gráficas que trabalham dentro do mais alto padrão de qualidade e de profissionalismo e que mais contribuem para o desenvolvimento do setor no país. De lá para cá, a Posigraf já conquistou 16 prêmios.

Atuando há mais de 40 anos no mercado, a Posigraf, gráfica do Grupo Positivo, é uma das maiores gráficas da América Latina. Instalada em uma área de 50 mil m2, a companhia tem um centro de distribuição em São Paulo, representações em todo o Brasil e Mercosul e atende clientes nos Estados Unidos, Japão e Europa. Seu portfólio de serviços compreende a produção de livros didáticos e publicações especiais, tabloides e materiais promocionais, além de revistas e periódicos.