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Posts de abril 2017

A cabeça de Medusa e outras lendas gregas

28 de abril de 2017 0
a cabeça de medusa

Divulgação, Global

A rica mitologia grega, com seus deuses e heróis, é referência até os dias atuais, em várias áreas de estudo. Em “A Cabeça de Medusa e Outras Lendas Gregas”, Orígenes Lessa, baseado na obra do escritor norte-americano Nathaniel Hawthorne, reconta seis narrativas maravilhosas.

Nessa obra estão presentes algumas das mais famosas lendas gregas, como: “A Cabeça de Medusa”, “A Caixa de Pandora”, “O Toque de Ouro, “O Cântaro Milagroso”, “A Quimera” e “As Três Maçãs de Ouro”. A linguagem ágil de Orígenes nos transporta à história da civilização da Grécia Antiga e à origem de mitos importantes e significativos presentes até hoje na cultura ocidental.

O livro conta com as belíssimas ilustrações de Cláudia Scatamacchia. É leve, divertido e atual como todo clássico. Um livro para ser lido com a imaginação.

“A Cabeça de Medusa e Outras Lendas Gregas”, de Orígenes Lessa, com ilustrações de Cláudia Scatamacchia. Global Editora, 136 páginas, R$ 45,00.

Crianças travessas também podem gostar de ler

27 de abril de 2017 0
Divulgação, Penalux

Divulgação, Penalux

Foto: Tiberius Drumond, divulgação

Foto: Tiberius Drumond, divulgação

Mostrar que o mundo das crianças é recheado de travessuras e também de muito aprendizado, essa é a proposta do livro “Xandrinha em: O Jardim aberto”. A obra faz parte de uma série ilustrada produzida pela escritora e poeta Alexandra Vieira de Almeida (f0t0) juntamente com a artista plástica Giselle Vieira.

A história apresenta os personagens Xandrinha e Beto brincando com a imaginação no jardim durante um fim de tarde. No local, eles realizam muitas traquinagens, mas também aprendem a importância da leitura.

Segundo a escritora, o jardim é um local simbólico das aventuras das crianças, além de ser um espaço de descobertas. “Isso mostra que o brincar de aprender pode acontecer em qualquer lugar, mas quem proporciona o espaço lúdico e questionador são os livros”.

Um dos trechos que revelam isso é quando, no meio da bagunça de Beto, ele deixa de lado as peraltices para prestar atenção na Xandrinha enquanto ela lê alguns poemas para sua florzinha Cecília.

— Apesar de Beto ser sapeca, no fundo ele quer aprender. O intuito é mostrar que meninos bagunceiros também podem gostar de ler — comenta.

Próxima edição

O volume 3 da série ilustrada “Xandrinha e seus Amigos” será online. O livro em formato PDF ficará disponível durante o mês de julho no site www.xandrinhaeseusamigos.com.br. A história acontecerá numa colônia de férias, onde Xandrinha conhecerá novos amiguinhos.

Ferramenta pedagógica

Segundo a escritora Alexandra, as obras têm grande importância pedagógica, fornecendo aos leitores a aprendizagem a partir do lúdico e da imaginação. “Pretendemos ainda incentivar que os pais leiam mais para os filhos e que as crianças estudem mais e desenvolvam a criatividade”.

“Xandrinha em: O Jardim Aberto”, de Alexandra Vieira de Almeida, com ilustrações de Giselle Vieira. Coleção “Xandrinha e seus Amigos”, Editora Penalux, 16 páginas, R$ 35,00.

Passeie pelo mundo dos dinossauros

26 de abril de 2017 0
Divulgação, Vale das Letras

Divulgação, Vale das Letras

Dinossauros são animais extintos há muito tempo. Mas até hoje esses seres causam admiração, espanto e encantamento, principalmente entre as crianças.

Para quem gosta destes bichos, o Blog do Aldo sugere o livro “Tricerátope”, que faz parte da coleção “Meu Livro Favorito”, que tem ainda os títulos “Pterossauro”, “Velociraptor” e “Tiranossauro”.

A série, editada pela Vale das Letras, de Blumenau, vai fazer o leitor viajar pelo mundo da imaginação e conhecer os dinossauros mais famosos de todos os tempos. Com a coleção, você será transportado para aventuras pré-históricas.

Os livros ainda ajudam no aperfeiçoamento das habilidades em leitura, imaginação, criatividade e estímulo visual.

“Triceratope”, textos de Patricia Amorim e ilustrações de Jean C. Ferreira. Coleção “Meu Livro Favorito”, Editora Vale das Letras, 16 páginas, R$ 7,90.

Livro mostra como nasce a poesia

25 de abril de 2017 0
Divulgação, Penalux

Divulgação, Penalux

A poesia nasce de qualquer coisa. Pode ser da observação, da doença, da alegria, da calmaria, do inusitado, do estudo e do impensável. É o que afirma o escritor Severino Antônio em seu novo livro, “Nascentes”.

Publicado pela Editora Penalux, a obra pretende mostrar a origem desse gênero literário, ou seja, onde realmente nascem os poemas. Para o autor, o livro tem o objetivo de apresentar o brotar da poesia e as nascentes do fazer poético.

Segundo o escritor Tarcísio Bregalda, autor do prefácio, os poemas de Severino parecem de nascimento fácil, como se fossem água brotando daquela mina d’água da infância. Ao mesmo tempo, são textos pensados, escritos e reescritos, o que permite a sensação de que eles podem emergir e varar os séculos.

Para os editores Tonho França e Wilson Gorj, o autor de “Nascentes” é um dos maiores nomes atuais quando se trata de pedagogia infantil no Brasil, além de ser um dos melhores poetas brasileiros vivos. “Sua obra é bastante valorizada pelos cultos de educação e poesia“.

“Nascentes”, de Severino Antônio. Editora Penalux, 90 páginas, R$ 40,00.

Acredite: 28% dos brasileiros confessam que não gostam de ler

24 de abril de 2017 0

 

 

Divulgação

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Segundo dados do Instituto Pró-Livro (IPL/2016), a leitura é um hábito de 56% da população brasileira. E o número parece não ter evoluído nos últimos anos: eram 55% em 2007 e 50% em 2011.  Para ser considerado um leitor, pela metodologia do estudo, é necessário ter lido ao menos um livro nos últimos três meses. Segundo o gerente editorial da Editora Positivo, Júlio Röcker Neto (foto), para formar leitores é essencial entender o perfil de leitura do brasileiro e compreender quais são seus hábitos, para focar na criação de livros que se ajustem à demanda dos cidadãos. Isso porque, enquanto 43% dos entrevistados alegaram falta de tempo para leitura, outros 28% (num universo de 5 mil pessoas), declararam — simplesmente — que não gostavam de ler. Ainda segundo a pesquisa, 42% dos entrevistados disseram ler a Bíblia, seguidos por livros religiosos, contos e romances (todos com 22%). Já os livros didáticos aparecem como leitura frequente de 16% dos entrevistados, enquanto os infantis, de 15% do público.

“Fazer com que estes 28% desenvolvam o prazer pela leitura é um grande desafio para o País. Quanto mais cedo as pessoas criarem o prazer pela literatura, mais chances terão de se tornar um leitor assíduo e um cidadão mais crítico”, defende o especialista. Entre os benefícios da leitura, Röcker Neto cita o aprimoramento do vocabulário, a dinamização do raciocínio e da interpretação, além da aquisição de conhecimento e informação. “Ler, antes de tudo, é uma operação de percepção, em que estão envolvidos muitos processos: neurofisiológico, cognitivo, afetivo, argumentativo, simbólico (não necessariamente nessa ordem) — daí a complexidade e abrangência do conceito de leitura”, complementa.

Graduado em Letras, especialista em leitura e múltiplas linguagens, e mestre em literatura, Röcker Neto observa que um dos primeiros passos na formação de leitores é promover o acesso ao livro e estimular a leitura por meio do exemplo. “Facilite o acesso, levando os pequenos à biblioteca ou à livraria e deixe com que escolham o livro que desejam ler ou que querem que você leia para eles. Não se preocupe com o tema. A literatura é um espaço de fantasia, de liberdade, de imaginação. Leia para os pequenos, dê o exemplo em casa e deixe que eles, mesmo que não alfabetizados, leiam para você, aproveitando para conversar sobre o tema e as ideias que surgem a respeito”, sugere.

Segundo o especialista, também é importante chamar a atenção para as imagens que estão nas obras, uma vez que, muitas vezes, sozinhas, elas contam uma outra história, estimulando a criatividade. Ele observa que, para criar o hábito, vale a pena desligar a televisão dez minutos mais cedo e ir para o quarto ler com as crianças, antes de dormir: “Esse momento pode se tornar um tempo de convivência maravilhoso entre pais e filhos”, ressalta.

Para auxiliar aqueles que desejam compreender mais sobre a leitura e as diversas fases das crianças e jovens nesse universo, Röcker Neto apresenta uma sugestão de leitura para cada etapa de desenvolvimento. Na galeria de imagens no topo deste post, você confere as capas dos livros. Para vê-las em tamanho maior, é só clicar sobre elas.

Fases da formação do leitor:

PRÉ-LEITOR (entre 2 e 5 anos): fase dos primeiros contatos da criança com os livros antes da alfabetização, quando o objeto livro e as imagens em situação começam a ser descobertas.  Sugestão de leitura: “O Encontro”, de Michele Iacocca (Editora Positivo, R$ 39,80) — narrativa visual mostra o desenrolar de uma situação intrigante por meio do deslocamento de um personagem não identificado por diversos ambientes de uma casa. É um livro que exige a participação ativa da criança.

LEITOR INICIANTE (dos 6 aos 7 anos): fase da aprendizagem da leitura; início do processo de socialização e de racionalização da realidade com que a criança entra em contato. Sugestão de leitura: “O Leão e o Pássaro”, de Marianne Dubuc (Editora Positivo, R$ 44,30) — num dia de outono, o leão encontra perto de casa um pássaro machucado. Começa assim uma amizade. Um texto delicado, em que os ritmos da natureza e as estações do ano moldam o curso da vida e impregnam a relação desses dois seres.

LEITOR EM PROCESSO (dos 8 aos 9 anos): fase do domínio relativo do mecanismo da leitura e de agudização do interesse pelo conhecimento das coisas, com o pensamento lógico se organizando em formas concretas que permitem as operações mentais. Sugestão de leitura: “Visita à Baleia”, de Paulo Venturelli (Ed. Positivo, R$ 39,80) — texto emocionante, em que os desejos e as dúvidas de um menino afloram por entre as frestas da imaginação.

LEITOR FLUENTE (dos 10 aos 11 anos): fase de consolidação do domínio da leitura e da compreensão do mundo expresso no livro. Sugestão de leitura: “Marcéu”, de Marcos Bagno (Editora Positivo, R$ 44,30) — com beleza e sensibilidade trata da relação de dois irmãos. O mais novo, que tem um contato íntimo com a natureza, morre em uma enchente. O mais velho, com a trágica experiência, amplia e aprofunda sua visão de mundo e de si mesmo.

LEITOR CRÍTICO (entre 12 e 13 anos): fase de total domínio da leitura, da linguagem escrita, capacidade de reflexão em maior profundidade, podendo ir mais fundo no texto e atingir a visão de mundo ali presente. Sugestão de leitura: “Apenas Tiago”, de Caio Riter (Editora Positivo, R$ 44,30) — Tiago é um jovem que foi abandonado pelos pais, vive com uma tia e é levado por más companhias. Trama envolvente à medida que propõe uma reflexão sobre quem realmente somos em situações adversas.

Ajudinha para incentivar as crianças a lerem

19 de abril de 2017 0
Divulgação

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Olhem só que iniciativa legal de incentivo para as crianças lerem. No dia 18 de abril foi comemorado o Dia do Livro Infantil no Brasil. E é nesta data que iniciou-se a 2ª edição do Projeto Dia Nacional do Livro Infantil, que tem como objetivo fomentar a leitura em nosso País e contribuir para a formação de novos leitores, desde a fase de alfabetização.  E há muitos motivos para isso. Afinal, são inúmeros os benefícios da leitura: a criança que lê tem mais facilidade para aprender, pronuncia melhor as palavras e se comunica melhor. Por meio da leitura, ela desenvolve a criatividade, desperta a imaginação e adquire repertório, cultura e conhecimento. Ler para uma criança contribui para formar leitores e reverter o baixo índice de leitura em nosso País.

Dia Nacional do Livro Infantil

Em 2016, junto com algumas parcerias, a equipe responsável pelo Projeto Dia Nacional do Livro Infantil promoveu uma ação especial de incentivo à leitura em uma escola da rede pública de Curitiba.  As crianças tiveram uma manhã dedicada a histórias, contos e poesias infantis e, ao final das atividades, cada uma recebeu de presente um exemplar de um livro infantil personalizado. Ao levar o livro para casa, cada aluno levou também uma lembrança do evento e ampliou a sua experiência, que foi dividida com a família e os amigos. Esta é uma maneira de manter aceso o interesse pela leitura além do ambiente escolar. Por isso, neste ano, o projeto foi ampliado para a atender mais escolas e impactar um número maior de crianças.

Desta vez, a participação é aberta à sociedade, via plataforma de financiamento coletivo Benfeitoria. Isso quer dizer que qualquer pessoa que se identificar com a causa pode colaborar com o projeto. O objetivo é engajar o maior número de pessoas para promoverem o hábito da leitura.

Quem será beneficiado?

A ação é proposta a alunos da pré-escola e do 1º ano do ensino fundamental. Tanto as escolas, quanto os professores que serão beneficiados pela ação foram escolhidos por apresentarem práticas interessantes e que refletem um bom uso do material do Trilhas(www.portaltrilhas.org.br), projeto de formação de iniciativa do Instituto Natura que apoia docentes no trabalho com alfabetização.

Por que o uso da plataforma colaborativa?

Porque é o exercício da ideia de que juntos é possível conquistar um objetivo maior. É a velha “vaquinha” só que na forma virtual, e com o princípio da recompensa. Ou seja, quem contribui recebe algo em troca. Quem participar do Projeto Dia Nacional do Livro Infantil contribuirá com alunos de instituições públicas e apoiará também a disseminação da ideia, fomentando, assim, o desenvolvimento da leitura no país.

Como participar do projeto Dia Nacional do Livro Infantil?
Para participar do projeto Dia Nacional do Livro Infantil basta acessar o site Benfeitoria pelo link http://benfeitoria.com/DiaNacionalDoLivroInfantil. Na página do projeto, você encontrará todas as informações necessárias para colaborar com a ação.

Quem apoia?
O projeto é capitaneado pela equipe APRENDER.digital, da Editora eTrix, com o apoio de empresas parceiras, que cederam kits de recompensas para as contribuições. Entre elas, a CIA Infantil, Edições SM, Fundação SM e Savannah Kids.

A infância contada em uma caixa de brinquedos

18 de abril de 2017 0
Divulgação, SM

Divulgação, SM

Hoje, 18 de abril, é o Dia Nacional do Livro Infantil, nada melhor para comemorar do que sugerir uma obra para os pequenos, não é mesmo? Então, olha só!…

Em novo livro voltado ao público infantil, o autor João Anzanello Carrascoza mostra, na obra “Caixa de Brinquedos”, a capacidade imaginativa das crianças na superação dos problemas.

Para iluminar o escuro da noite, o menino põe o mundo no papel. Longe das coisas esquecidas em casa, faz da praia sua caixa de brinquedos. Com saudades do mar, recria o oceano… Quantos universos mais ele é capaz de inventar?

Com um olhar poético sobre a infância, o livro reúne contos curtos tendo como eixo a capacidade imaginativa e os recursos lúdicos por meio dos quais as crianças veem e lidam com o mundo. O premiado autor aborda ainda outros temas importantes para o desenvolvimento infantil, como percepção de si mesmo e dos outros, ciclo da vida, autonomia e criatividade.

Tão delicadas quanto os contos, as ilustrações de Larissa Ribeiro, feitas de colagem, conseguem captar o espírito poético do texto, expandindo seus sentidos narrativos.

“Caixa de Brinquedos”, de João Anzanello Carrascoza, com ilustrações de Larissa Ribeiro. Coleção Barco a Vapor, Editora SM, 56 páginas, R$ 41,00.

 

Padre Reginaldo Manzotti conversa com fiéis e promove livro em Joinville

17 de abril de 2017 0
Divulgação

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Foto: Felipe Gusso, divulgação

Foto: Felipe Gusso, divulgação

Em maio, Joinville receberá um dos padres mais famosos do país. Reginaldo Manzotti estará na cidade para realizar um momento de espiritualidade com os fiéis catarinenses e promover seu mais novo livro: “Batalha Espiritual – Entre Anjos e Demônios”, lançado em março e que lidera a lista dos mais vendidos de autoajuda e esoterismo do Grupo Livrarias Catarinense e Livrarias Curitiba. Padre Reginaldo estará na cidade no dia 12 e deve receber mais de duas mil pessoas no estacionamento coberto do Garten Shopping.

Desde que foi lançado, “Batalha Espiritual” figura entre as obras mais procuradas no País em listas importantes como as da revista “Veja” e do PublishNews. Em seu site oficial, o padre explica que a publicação é uma arma contra os inimigos que querem nos desviar do caminho para Deus. “É uma obra para estar à mão sempre. A sociedade requer atenção na luta diária entre o bem e o mal para que o bem prevaleça, e eu atribuo a isso o sucesso das vendas, inclusive foi o que me motivou a escrever”, conta Reginaldo Manzotti em seu site.

Os convites para participar do momento de espiritualidade em Joinville serão entregues a partir do dia 20 de abril. A compra do livro “Batalha Espiritual” em qualquer uma das lojas da Livrarias Curitiba na cidade – no Garten Shopping ou no Shopping Mueller – garante a entrada no evento, que inicia-se às 19h, no estacionamento coberto do Garten Shopping. O livro desfaz os mitos que rodeiam a luta entre o céu e o inferno e revela a natureza do adversário e as armas humanas e sobrenaturais para assegurar a vitória. O livro é publicado pela “Editora Petra”.

Serviço:

  • O QUÊ: Momento de espiritualidade com o padre Reginaldo Manzotti.
  • QUANDO: dia 12 de maio, às 19h.
  • ONDE: estacionamento coberto do Garten Shopping, em Joinville (avenida Rolf Wiest, 333, bairro Bom Retiro).
  • CONVITES: podem ser adquiridos na compra do livro “Batalha Espiritual” em uma das lojas da Livrarias Curitiba no Garten Shopping ou no Shopping Mueller, em Joinville.
  • QUANTO: R$ 22,40.
  • MAIS INFORMAÇÕES: (47) 3145-2600 ou 3043-9402.

Monteiro Lobato é o tema dos 20 anos do Prolij

13 de abril de 2017 0
Professora Gilmara Goulart dará palestra na Univille. Foto: Divulgação

Professora Gilmara Goulart dará palestra na Univille. Foto: Divulgação

As obras e os personagens de um dos maiores ícones da literatura infantil brasileira, o escritor Monteiro Lobato, vão integrar o tema das comemorações na Univille do Dia Nacional do Livro Infantil e dos 20 anos do Programa de Literatura Infantojuvenil (Prolij), ligado ao curso de letras. A data foi criada justamente em homenagem ao escritor de “O Sitio do Picapau Amarelo”, uma de suas mais emblemáticas obras. Ele nasceu há 135 anos, no dia 18 de abril de 1882, em Taubaté (SP).

Para celebrar a data, o Prolij vai promover uma palestra comemorativa com as professoras Gilmara Goulart, coordenadora do Grupo Uni Duni Tê de Contadores de Histórias da Fundação Cultural de Timbó, e Sueli Cagneti, ex-coordenadora do Prolij, escritora, crítica e consultora literária. O encontro, aberto à comunidade e gratuito, está marcado para as 19h do dia 18, no auditório da Univille.

Que preço você pagaria para esquecer algo?

11 de abril de 2017 0
Divulgação, Pavana

Divulgação, Pavana

Contado a partir de quatro pontos de vista e com uma narrativa não linear, o livro “A Garota que não Queria Lembrar”, de Maggie Lehrman, traz a história de jovens que têm que lidar com a verdade por trás da morte de um dos amigos e com as consequências da magia hekamista que os envolve desde crianças. As hekamistas são bruxas que podem preparar feitiços para ajudar quem está passando por dificuldades. Porém, a magia têm consequências claras e um tanto imprevisíveis. Um feitiço desenvolvido para melhorar o desempenho em atividades físicas, por exemplo, pode prejudicar a parte acadêmica. A vida, é claro, funciona de forma semelhante e é precisamente nesse ponto que o livro se aproxima da realidade de forma poética e fascinante.

Após a morte do namorado, Ari recorre a um feitiço para apagar Win da memória. Mas esquecer o rapaz não é tão simples, ainda mais depois que Ari percebe que entre seus amigos, seu namorado e até ela mesma há segredos demais.

O romance navega entre passado e presente em uma narrativa que mistura amor, mistério e drama e, aos poucos, o livro vai desmanchando os estereótipos que, a princípio, o leitor possa ter criado.

Além disso, a obra se vale da premissa de que quanto mais poderoso o feitiço, piores os seus efeitos colaterais, para ressaltar, sem moralismo, que não há atalhos para superar as grandes dores da vida, não há solução milagrosa sem consequências, às vezes bem piores do que a dor original, para todos os envolvidos.

“A Garota que não Queria Lembrar”, de Maggie Lehrman, com tradução de Guilherme Miranda. Editora Pavana, 352 páginas, R$ 42,50.