Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts de julho 2017

Marcos Laffin e Rita de Cássia Alves lançam duas obras em Joinville no dia 25

21 de julho de 2017 0
Divulgação

Divulgação

No próximo dia 25, os autores Marcos Laffin e Rita de Cássia Alves apresentam ao mercado dois novos títulos literários. E a data foi uma escolha especial: comemorar o Dia Nacional do Escritor e compartilhar em versos e prosas os novos livros dos autores. O evento será na O Sebo Livraria, no Centro de Joinville. A noite artística contará ainda com a exposição e música.

O poeta Marcos Laffin lança seu 17º livro, entre publicações científicas e literárias. Esta nova obra, intitulada “Cio de Pássaros” (Apoio Editora, 156 páginas, R$ 20) é um livro de poemas que tem como estrutura o verso livre. Muitos dos textos assumem a narrativa do microconto. Nesta forma os poemas expressam uma unidade linguística tendo a síntese como constitutiva de uma linguagem que assume a intencionalidade dos seus sentidos e significados. “Cio de Pássaros” tem como centralidade a condição humana. Fatos que marcam diferentes formas de nascimento, seus conflitos, desafios, conquistas e sobretudo, a sua condição de refugiado.

“A condição humana enfrenta seu ‘mito de Sísifo’, se mostra multifacetada, plural, porém constituída de realidade histórica e com um lastro de liberdade. Liberdade da qual nos fala Hanna Arendt como um elemento político de decisão sempre em favor do humano. E a primeira evidência de que a realidade não é apreendida na sua totalidade, e nela a contradição existente, como movimento de refazer-se, são os títulos dos poemas, apenas como possíveis indícios de uma dialética que neles se instituí’, destaca o autor Marcos Laffin.

A obra é composta por três partes:

1 parte: Espigão de Luz: Ancestral — 2 parte: Brejos, Troncos e Esgrima — e 3 parte: Assobios Eternos: Migratórios. As epígrafes de cada parte constituem um gesto de reconhecimento aos seus autores pelo conjunto de revoadas que neles e em suas obras residem.

Espigão de Luz: ancestral, indica a necessidade de humanizar-se na linha sucessiva e a histórica do humano genérico. Os textos se voltam para o nascimento, como origem, eclosão de fenômenos que se insinuam como ocultos, mas que ardilosamente se instituem como realidade existente.  No espigão de luz, toda uma ancestralidade de elementos biológicos, sensíveis e emocionais se abrem para o apreender a vida em seu cotidiano. O espigão de luz carrega o gameta de vida que se lança em voos espalhando ancestralidade para uma nova anunciação.

Brejos, Troncos e Esgrima são elementos que constituem o palco do acasalamento. É o corpo com seu instinto, lugar em que o desejo é princípio e fim. Não há nenhum movimento de censura ao corpo. O corpo como lugar a ser profanado em contraste com a mercadoria que nele se aloja. O humano fez do desejo também um cotidiano de perversidade. Perversidade também como estranhamento, mas jamais como pecado, pois que este se anuncia na batina. O corpo constitui a mais lúdica abstração do instinto humano.

Assobios Eternos e Migratórios é o canto do pássaro que busca o pouso na humanidade. O canto que comunica, confessa, insiste, renúncia e ainda se comove com as tragédias humanas do cotidiano. É um canto migratório que busca a paz e a liberdade no mais íntimo da possibilidade humana. Anuncia a vida e a morte, os ganhos e as perdas daquilo que se cerca a civilização. Os assobios constantes sobre a vida de onde a modernidade olha com assombros para o que virá, e a morte, com seu ‘bezerro de ouro’ mostra a falência da humanidade, convertida em mais-valias.

“As partes não são estanques, são polissêmicas e polifônicas, se expandem e recuam entre os fenômenos de suas constelações. É pelo genérico humano contido nas epígrafes que constroem e atravessam a ponte discursiva, para que o poema, consciente do tempo, da palavra-ação e do cotidiano, possa voar poesia como trabalho humano e no pouso, sempre migratório, possa se encantar com a palavra humana”, completa Laffin.

Questionado se “Cio de Pássaros” é uma obra de ficção ou uma releitura da realidade o autor explica que para ele a poesia é sempre uma realidade, porque é humana. “A poesia para mim é síntese da realidade. Nesse livro há um movimento entre o nascimento do humano em sua condição humana que segue o instinto e necessidade de perpetuar pelas relações de amor e paixão e de se eternizar em seu movimento de amplitude. É o movimento do humano em suas diversas dimensões que se expressa em Cio de Pássaros’“. E completa: “O cotidiano é marcado de vida, logo a poesia é vida real. Não consigo estar imobilizado, sem refletir no eu, no outro, no  estar aqui e no cotidiano que nos cerca e que nós cercamos. Registrar essas percepções da realidade é fazer o registro de uma memória. A memória adormecida se transmuta em poesia”.

Contador, professor universitário, a curiosidade levou Marcos Laffin ao mundo das poesias. “A curiosidade mobilizou a vontade de conhecer, de ter o que dizer e de dizer sobre o já dito. Essa curiosidade se transformou em exercício de escrita. E a escrita buscou as formas e a estética da palavra”, justifica Laffin.

Rita de Cássia Alves lança a obra “Abajur de Cabeceira” (Apoio Editora, 70 páginas, R$15), uma obra em tributo a sua mãe, contendo poesias em frascos de mínimos contos. São textos em prosa poética, retratando a intimidade de quem se vê no dentro da pele-coração. Este é o décimo livro que autora apresenta ao mercado.

“Uma releitura da poesia, que é sempre um estado de atenção. Recortes do olhar que vão pontilhando o cotidiano. Vozes que surgem do Outro, da sensibilidade nas ruas e nos contatos da natureza”, destaca Rita.

A mensagem que autora busca transparecer também é fruto de sua vivência. “Que a escrita é uma catarse, uma fase de ebulição. Tudo pode ser imagético, sensorial, do avesso, mas é a palavra que da conta do significado. Um novo livro é sempre uma página aberta, as entrelinhas. Reescrever é preciso!”

Além do lançamento das duas novas obras literárias, em comemoração ao Dia Nacional do Escritor, uma exposição de abajures de Luiz Antonio Costa Gomes, uma exposição de pintura de Luís Contreras e uma apresentação do coletivo popular e fotos e música. O evento está marcado para as 19h30 e a entrada é gratuita.

Serviço
O QUÊ: lançamento das obras “Cio de Pássaros” e “Abajur de Cabeceira”.
QUANDO: 25 de julho.
ONDE: O Sebo Livraria — rua João Colin, 572 — Centro — Joinville.
HORÁRIO: 19h30.
QUANTO: entrada gratuita.

Divulgação

Divulgação

Livro infantil "Xandrinha em: a Fogueira de Constelações" resgata a alegria das colônias de férias

20 de julho de 2017 0
Divulgação

Divulgação

Crianças brincando ao ar livre, contações de histórias, música ao som do violão e muitas travessuras. Esses são os elementos principais do novo livro infantil da escritora e poeta Alexandra Vieira de Almeida, com ilustrações da artista plástica Giselle Vieira. A obra “Xandrinha em: a Fogueira de Constelações” e foi lançada gratuitamente pelo site da personagem (http://xandrinhaeseusamigos.com.br/) e promete resgatar as tradicionais atividades das colônias de férias.

Segundo a autora, o título do livro é uma metáfora do que acontece nesses locais ao ar livre, onde todos podem admirar o céu estrelado. “Num mundo onde se ‘respiram’ os computadores e os jogos eletrônicos, achei importante destacar a verdadeira beleza que se encontra na natureza, como, por exemplo, as estrelas e as árvores”.

A história começa com a personagem principal, Xandrinha, ansiosa para terminar a aula para poder ir viajar para a colônia de férias. Lá, ela conhece dois novos amigos, os irmãos gêmeos Dudu, que gosta de tocar violão, e Duda, que ama dançar. Na colônia também estará Beto, que aprontará todas.

Nesta colônia, à noitinha, Xandrinha cria um novo jogo em que todos vão ter que dizer o que mais gostam de fazer. Então, ela declama o poema “Sol e Lua”. “A menina quer mostrar também seu dom, que é a poesia, trocando figurinhas com os novos amigos e recitando suas poesias para eles”.

— O poema ‘Sol e Lua’, escrevi durante minha infância. Dessa forma, aproveito para dar vida e realidade dentro da ficção. Outra poesia que está nesse livro como sendo de autoria da personagem é o ‘Circo da Alegria’. Assim, misturo o inventivo, quando a Xandrinha cita o poema enquanto o Dudu toca o violão, com o real, o meu trabalho como poeta desde pequena — ressalta.

Incentivo para as crianças

Além de fornecer aos jovens leitores a aprendizagem por meio do lúdico e da imaginação, a escritora Alexandra destaca que suas obras também têm como objetivo resgatar as coisas boas da infância, como a pureza das brincadeiras saudáveis. “As crianças precisam viver mais o ‘mundo real’ e ficar menos prostradas diante da TV ou de computadores”.

— Para isso, os pais precisam ajudar os filhos a desenvolver melhor a criatividade. E isso só acontece por meio da leitura — conclui.

“Xandrinha em: a Fogueira de Constelações”, de Alexandra Vieira de Almeida, com ilustrações de Giselle Vieira. O livro pode ser baixado de graça em http://xandrinhaeseusamigos.com.br/.

Editora Vale das Letras comemora 15 anos

19 de julho de 2017 0
Fachada da Editora Vale das Letras

Fachada da Editora Vale das Letras

Nesta terça-feira, dia 18, após um bom tempo cumpri a promessa de visitar a Editora Vale das Letras, em Blumenau. E a ocasião veio bem a calhar porque no dia 15 a empresa completou 15 anos levando leitura para a criançada.

Comandada por Enias Paschoal Jr., a equipe conta com 27 funcionários. Apesar de Enias dizer que ela é “pequena” em relação a muitas editoras, confesso que me surpreendi com o tamanho da estrutura (a foto acima mostra em destaque o prédio principal. Mas o empreendimento tem outro imóvel ao lado, que aparece parcialmente na imagem).

Dois momentos legais foram visitar o local onde ficam os livros (encaixotados já para serem despachados) e as amostras de publicações. Um verdadeiro parque de diversão para quem curte o gênero e para professores, pais e demais responsáveis pela educação dos pequenos. A editora publica os livros em diversos formatos: cartonado, de capa dura, almofadado, pop-up, brinquedo, quebra-cabeça, de banho, de pano, dedoche, infantojuvenil, literatura, atlas, dicionário etc.

No momento, Enias e equipe tocam dois projetos: a participação na 31ª Feira Escolar Office Paper, em São Paulo, entre os dias 23 e 26 de julho — evento dedicado aos setores livreiro e de papelaria — e o Programa Educar Vale Mais, voltado ao poder público. Pelo projeto, prefeitos ou responsáveis pela aquisição de literatura podem comprar um baú (ou mais) que contém 58 títulos em diversos formatos, um tapete em EVA, além do baú, obviamente, para distribuir às unidades que trabalham com a educação infantil.

Então, desejo boa sorte à editora nos seus projetos e que cada vez mais crianças adquiram o hábito da leitura.

Livro retrata a reconciliação histórica entre a Igreja e padre Cícero

14 de julho de 2017 0
Divulgação, Paulinas

Divulgação, Paulinas

A reabilitação histórica e canônica de um dos personagens mais emblemáticos do Brasil, o padre Cícero Romão Batista, é o tema central do livro “Padre Cícero: Santo dos Pobres, Santo da Igreja”, de Annette Dumoulin, lançamento da Paulinas Editora.

O livro apresenta a “nova imagem” do padre retratada nos documentos recolhidos pela Comissão de Estudos, a pedido da Congregação para a Doutrina da Fé, em 2001. Montou-se, então, a verdadeira história do padre, confirmando os relatos dos devotos, que, como diz a autora, compõem “a epopeia sofrida por este humilde sacerdote da Igreja Católica Apostólica Romana”.

O pedido de reabilitação de padre Cícero foi entregue pela comissão da Diocese do Crato-CE à Santa Sé em 2006. Em 5 de setembro de 2014, o papa Francisco não só aprovou a recomendação de reabilitação histórica, como também enviou uma mensagem oficial aos fiéis do “Padim Ciço”, como ele é carinhosamente chamado. A reabilitação cumpre uma previsão do padre Cícero, que dizia: “A própria Igreja vai me fazer justiça… O papa vai dizer a verdade sobre mim”.

Segundo a Santa Sé, padre Cícero Romão Batista é “uma figura a ser valorizada do ponto de vista pastoral e religioso”. O Vaticano reconhece no padre “um possível instrumento de evangelização”, uma vez que “deixou marcas profundas no povo nordestino a intensa devoção do padre à Virgem Maria”.

A devoção a padre Cícero leva aproximadamente dois milhões de pessoas todos os anos à basílica do Santuário de Nossa Senhora das Dores, em Juazeiro do Norte, no Ceará, onde há uma grande estátua do padre. Segundo a autora, “o verdadeiro padre Cícero é aquele de quem os devotos sempre falaram”, e é essa descrição que o livro quer apresentar aos leitores. A obra está disponível na Rede Paulinas de Livrarias, pelo 0800 70 100 81 e no site www.paulinas.com.br.

“Padre Cícero: Santo dos Pobres, Santo da Igreja – Revisões Históricas e Reconciliação”, de Annette Dumoulin. Edições Paulinas, 264 páginas, R$ 25,80.

"Sósia" espera sua ajuda em evento neste dia 14

13 de julho de 2017 0
Divulgação

Divulgação

Divulgação

Divulgação

Galera, faço a última chamada para que todos colaborem com o escritor joinvilense Renan Cardozo (foto ao lado), que busca colocar, via financiamento coletivo, o livro “Sósia” na praça. E você não precisa desembolsar uma soma astronômica para ajudar o escritor nessa empreitada: sabe aqueles R$ 10 adormecidos na carteira? Pois é! Essa quantia já vai dar um tremendo empurrão no projeto.

Também para impulsionar as contribuições, Renan fará nesta sexta-feira, dia 14, às 20h, na Livraria O Sebo da rua Dr. João Colin, 572, realizará um evento de divulgação do financiamento coletivo e da obra. Antes que me esqueça, o prazo fatal para o jovem escritor conseguir seu intento é o dia 19.

Quer ajudar o projeto a sair do plano das ideias e do papel, mas não tem como ir ao evento? Fica frio (ou fria), porque a contribuição é feita pelo site do Catarse-me, que explica tintim por tintim os passos e os mimos que cada doação oferece. O link é o https://www.catarse.me/sosia.

Sobre o livro

“Sósia” é um suspense psicológico, inspirado pelos clássicos lovecraftianos, como O Caso de Charles Dexter Ward”, que pretende questionar os laços com nossa própria identidade.

A história começa com um conjunto de relatos, do médico Johnas Spirandelle, enquanto ele e seu amigo, o oficial Ten. Carvalho, tentam descobrir que bizarra relação ocorre entre, uma série de assassinatos e a histeria religiosa causada por uma misteriosa ressurreição.

O romance discute o tema da “Sombra”, desenvolvido pelo psicólogo Carl Jung, sobre a natureza selvagem do ser humano. A arte da capa, criada pelo artista Walter Pax (autor das ilustrações da edição brasileira de “O Chamado de Cthulhu”) descreve esse conflito.

As peripécias de Jennifer

12 de julho de 2017 0
Divulgação, Fons Sapientiae

Divulgação, Fons Sapientiae

Quando um jovem monge beneditino resolve — por meio de uma história lúdica de uma ratinha — contar para o público leitor o quanto é necessário “sair do buraco” para nos encontrarmos, acaba tendo como resultado a obra “As Peripécias de Jennifer — das Trevas à Luz”. O percurso de uma conversão, que as Edições Fons Sapientiae, selo editorial da Distribuidora Loyola de Livros acaba de levar às livrarias.

Dom João Baptista Barbosa Neto, o autor, lembra que estamos diante de uma obra que, embora tenha em sua narrativa um conteúdo divertido, não é destinada às crianças e sim aos adultos, pois traz nas entrelinhas instruções complexas e difíceis para o entendimento das crianças. Por outro lado, o livro apresenta a possibilidade de os pais ou qualquer adulto contar aos pequenos, podendo ser esta a possibilidade de cada um contar a história, criativamente, à sua maneira. “Você nem imagina a reviravolta na vida de uma ratinha quando esta se depara com um monge no jardim de um mosteiro beneditino. Pode ser que esta ratinha seja você ou qualquer um de nós. Às vezes, é necessário sair do buraco para nos encontrarmos. A luz pode nos revelar quem realmente somos”, diz o monge, que completa: “Nestas peripécias, o leitor descobrirá um belo caminho a seguir, assim como fez Jennifer. O convite a sair das trevas é feito a todos. Muitos não sabem como ir em direção à luz de Deus. Aqui tem uma fórmula.”

“As Peripécias de Jennifer” é apresentada em 25 capítulos distribuídos em 176 páginas e contém muitas ilustrações de Jennifer e de sua vida no mosteiro. O responsável pelos desenhos é o multiartista Ermeson Paiva. A obra é prefaciada pela cantora Ziza Fernandes. Dentre as diversas funções que Dom João Baptista exerce no mosteiro em que reside, ele é bibliotecário. Este universo em meio aos livros o ajudou a escrever na obra, um capítulo especialmente dedicado à biblioteca.

“As Peripécias de Jennifer — das Trevas à Luz”, de Dom João Baptista Barbosa Neto. Edições Fons Sapientiae, 176 páginas, R$ 44,80.

Giselle Vieira mostra o encanto das belas histórias de livros infantis

11 de julho de 2017 0
Divulgação, Penalux

Divulgação, Penalux

A autora e ilustradora Giselle Vieira

A autora e ilustradora Giselle Vieira

Olá, galerinha. Depois de uma pausa por causa de probleminhas técnicos, o Blog do Aldo volta a publicar as dicas de leitura. E para tirar um pouco do atraso, vão duas ao mesmo tempo. Vamos lá?

Mostrar o poder encantador do que há de mais belo nas histórias: esta é a proposta dos livros infantis de estreia da artista plástica Giselle Vieira. Ela lançará dois livros simultaneamente, “O Menino e a Estrela” e “A Menina do Cabelo Azul”. As obras têm como proposta divertir e fazer sonhar, além de formar jovens leitores.

A autora esteve envolvida recentemente num trabalho infantil em parceria com a escritora e poeta Alexandra Vieira de Almeida, como ilustradora da série “Xandrinha e seus Amigos”.

Segundo Giselle, a beleza das histórias infantis se traduz na frase hipnótica “era uma vez…”. Para ela, as obras infantis têm de mostrar o lado lúdico com a finalidade de encantar e emocionar crianças e pais, além de apresentar um viés educativo e empolgante. “Meus livros são para pessoas que gostam de contar histórias para seus filhos, netos, sobrinhos e alunos“.

Giselle comenta que as duas histórias mostram, que apesar das mazelas e contradições na vida das pessoas, é possível superá-las com o belo toque da surpresa e do prazer que se revela num sonho possível de se tornar real. Realidade e sonho são as duas faces destes lindos contos infantis de Giselle Vieira.

O primeiro livro, “O Menino e a Estrela”, é sobre um garoto de rua que, apesar das dificuldades da vida, sonha em ter uma família. O objetivo é promover a caridade e o amor ao próximo, além de fazer com que as crianças reflitam sobre as pessoas que não têm onde morar.

O segundo, “A Menina do Cabelo Azul”, conta sobre uma menina determinada a fazer valer as suas escolhas, como brinquedos e o amor à cor azul. Segundo Giselle, a ideia é fazer com que os leitores possam compreender a importância de se respeitar as escolhas diferentes dos outros e que cada um tem o direito de gostar do que quiser.

“O Menino e a Estrela”, texto e ilustrações de Giselle Vieira. Editora Penalux, 10 páginas, R$ 35,00.

“A Menina do Cabelo Azul”, texto e ilustrações de Giselle Vieira. Editora Penalux16 páginas, R$ 34,00.

Divulgação, Penalux

Divulgação, Penalux

O guardião da floresta e outras histórias que você já conhece

03 de julho de 2017 0
Divulgação

Divulgação, Brinque-Book

Olá, galerinha. Hoje, quero sugerir uma obra que, como o próprio título diz, tem história que você já conhece.

No belo livro “O Guardião da Floresta e Outras Histórias que Você já Conhece”, a autora Heloisa Prieto e a ilustradora Laurabeatriz propõem novas leituras de contos clássicos como “Chapeuzinho Vermelho”, “Os Três Porquinhos” e o “Gato de Botas”, entre outros. Leitores jovens, ou nem tanto, irão se surpreender com as versões aqui apresentadas, que mantêm o espírito das histórias tradicionais ao mesmo tempo em que atualizam seus contextos.

Para os professores, a sugestão é, junto aos alunos, se ater ao título do livro: “O Guardião da Floresta e Outras Histórias que Você já Conhece”. Que histórias são essas que os alunos “já conhecem”? Eles conseguem identificar as diferenças entre as versões tradicionais dos contos e aquelas apresentadas no livro? O que pensam sobre as alterações feitas pela autora? Conhecem também outras versões das mesmas histórias?

Na introdução, a autora afirma, em relação às histórias tradicionais, que “o que importa é o prazer de torná-las nossas ao modulá-las segundo a nossa voz a narrar”. Segundo essa lógica, peça aos alunos para, individualmente ou em grupo, escolherem um conto “clássico” que não está no livro para criarem sua própria versão.

“O Guardião da Floresta e Outras Histórias que Você já Conhece”, de Heloisa Prieto, com ilustrações de Laurabeatriz. Editora Brinque-Book, 72 páginas, R$ 39,90.