Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
 

Posts de julho 2017

Autora que chegou a morar em caverna aborda a questão da adoção no livro "Nunca Deixe de Acreditar"

28 de julho de 2017 0
Nunca Deixe de Acreditar

Divulgação, Novo Conceito

Com mais de 6,5 mil crianças e adolescentes para adoção, o Brasil ainda tem muitos sonhos a realizar. Entretanto, para muitos, o sonho é ter em casa apenas um filho adotado, com 70% das famílias não querendo adotar duas crianças (informações do Cadastro Nacional de Adoção). Para a autora Christina Rickardsson, nascida Christiana Mara Coelho, ter consigo seu irmão durante a adoção foi fundamental, e o link que a mantinha forte em meio a tantos conflitos e perdas.

Christina morou com a mãe em uma caverna, em Diamantina-MG, e, após o nascimento de seu irmão, Patrick, foi para São Paulo viver em uma favela. Enquanto a mãe trabalhava, ela rondava pelas ruas da cidade à procura de comida e um lugar para dormir. Em relato emocionante de vida no livro “Nunca Deixe de Acreditar”, lançamento do Grupo Editorial Novo Conceito, Christina revela que o irmão sempre esteve com ela, e que ao serem adotados juntos, o sentimento de família com ele só aumentou.

“Quando cheguei à Suécia, tinha oito anos de idade e o meu irmão tinha um ano e dez meses. Temos a mesma mãe, mas pais diferentes. Nos documentos da adoção está escrito o nome do pai de Patrick, porém no meu documento há um espaço em branco. Queria saber se significa alguma coisa nunca saber quem foi o meu pai. Dizer que eu e Patrick somos meios-irmãos é estranho, talvez por eu não ter conhecido nem o meu pai, nem o dele. A ausência dos nossos pais deve ter feito com que eu sempre visse Patrick como meu irmão de pai e de mãe. Talvez a nossa relação também tenha se fortalecido quando fomos adotados e ganhamos um novo pai e uma nova mãe. Formamos uma família, uma família sem laços de sangue, mas criada pelas circunstâncias, pelo acaso e, quem sabe, por algo inexplicável. De qualquer forma, formamos uma família e Patrick tem curiosidade em saber, por exemplo: de onde ele veio, quem são os seus pais biológicos e por que o abandonaram.”

O livro é um drama emocionante, contado através das memórias ainda inocentes de Christina. Uma história que vai fazer você olhar o mundo com outros olhos. A obra, que será lançada em agosto, está com pré-venda pelo site https://www.saraiva.com.br/nunca-deixe-de-acreditar-9736624.html.

“Nunca Deixe de Acreditar”, de Christina Rickardsson. Editora Novo Conceito, 256 páginas, R$ 44,90.

Conheça a história da verdadeira Bibi Perigosa

27 de julho de 2017 0
Perigosa

Divulgação

A Editora Novo Século lançará em agosto “Perigosa”, obra que narra a verdadeira história de Fabiana Escobar, a Bibi Perigosa. Celebridade na Rocinha — a segunda maior favela da América Latina —, onde também ficou conhecida como a Baronesa do Pó, por seu envolvimento com o tráfico de drogas, Bibi chamou tanto a atenção da autora de novelas Gloria Perez por sua história de vida, que serviu de inspiração para sua personagem homônima, interpretada pela atriz Juliana Paes na novela global “A Força do Querer”.

Na obra, Fabiana Escobar narra suas desventuras em meio ao mundo do crime nas favelas do Rio de Janeiro, refletindo sobre os motivos que levam muitas pessoas a fazerem parte dessa triste realidade, sobretudo mulheres e meninas.

Ora engraçado, ora chocante, o relato da autora propõe um raio X isento de falsos moralismos sobre os pilares da sociedade, do ponto de vista de uma pessoa que cresceu acostumada ao brilho do ouro e ao barulho dos fuzis.

“Perigosa”, de Fabiana Escobar. Editora Novo Século, 256 páginas, R$ 34,90.

 

Uma família é uma família é uma família

26 de julho de 2017 0
uma família é uma família é uma família

Divulgação, Brinque-Book

O que constitui uma família? Há um jeito certo? Uma quantidade exata de pessoas? Uma fórmula ideal? De forma afetuosa e  bem-humorada, este livro faz uma exploração de diversas formações familiares e demonstra, de maneira sutil, que ao  mesmo tempo em que existem infinitas famílias diferentes é o  afeto entre seus integrantes que as une e as torna especiais.

A história de “Uma Família é uma Família é uma Família”, de Sara O’Leary, começa de forma bem familiar: dentro da sala de aula. Então, para os professores, a sugestão é perguntar aos alunos como é a família de cada um: se moram com ambos os pais ou apenas um, se têm irmãos etc. Alguém tem uma família igual à alguma representada no livro?

Debata com eles: cada família apresentada na história é singular, mas há algo em comum em todas elas? O quê? O que significa para os alunos a palavra “família”?

“Uma Família é uma Família é uma Família”, de Sara O’Leary, com ilustrações de Qin Leng e tradução de Gilda de Aquino. Editora Brinque-Book, 36 páginas, R$ 35,00.

Chance para escritores brasileiros participarem do 1º Salão do Livro do Canadá

25 de julho de 2017 0
Divulgação

Divulgação

Mais do que vender livros, os escritores buscam levar seu conceito, sua arte e sua maneira de ver o mundo para o universo de leitores. Pensando nisso, o 1º Salão do Livro do Canadá está com inscrições abertas para autores brasileiros. Organizado pela ZL Editora, o evento ocorrerá nos dias 9 e 10 de setembro, em Montreal. Os interessados precisam se inscrever, até dia 30 de agosto, pelo e-mail zlcomunicacao8@gmail.com.

Além de disseminar a literatura brasileira para fora de nossas fronteiras, haverá palestras com escritores que irão destacar sobre os desafios do mercado editorial, a importância do trabalho coletivo, como definir objetivos quando se decide editar uma obra entre outros assuntos.

Segundo Jô Ramos, idealizadora do projeto, o salão vai reunir também artistas plásticos, estudantes e professores. “O principal objetivo é promover propostas inovadoras para a literatura brasileira, como um aliado no aprofundamento e extensão das feiras internacionais”.

Ela diz que os escritores independentes precisam construir novas pontes para acessar o mercado editorial que hoje se fecha em apenas alguns nomes. “Por isso, queremos instigar a geração de intercâmbios mais eficazes entre os dois países”, ressalta.

— A ideia é fazer com que o autor leve seu trabalho a um público maior, conquistando novos leitores, além de acessar novas formas de divulgação da sua obra — conclui.

Serviço:

1º Salão do Livro do Canadá
Inscrições pelo e-mail zlcomunicacao8@gmail.com
Prazo: até 30 de agosto.
Data do evento: 9 e 10 de setembro.
Cidade: Montreal.
Local: Padoca Pâtisserie Brésilienne.
Endereço: 1440, rue Amherst H2L, 3L3.

Aprenda e se divirta com o "Aquabook Animazoo"

24 de julho de 2017 0
Divulgação, Vale das Letras

Divulgação, Vale das Letras

Toda criança gosta de ouvir uma boa historinha. Os olhinhos brilham com narrativas de princesas, heróis, bichos e outros personagens. Imagine se, além da história, ela puder interagir com o livro?

Pois é essa uma das propostas do “Aqua Book”, como este da “Animazoo”, publicado pela Editora Vale das Letras. Trata-se de um livro de colorir com pincel à base de água. As páginas revelam as ilustrações conforme pintadas com o pincel mágico.

Para a magia acontecer, basta adicionar água em seu pincel para que as ilustrações, atividades, desafios e surpresas mágicas apareçam!

A obra ajuda no desenvolvimento de habilidades, coordenação motora, estímulo visual, imaginação e criatividade.

“Aquabook Animazoo” — acompanha pincel mágico. Editora Vale das Letras, oito páginas em material cartonado, R$ 19,90.

Marcos Laffin e Rita de Cássia Alves lançam duas obras em Joinville no dia 25

21 de julho de 2017 0
Divulgação

Divulgação

No próximo dia 25, os autores Marcos Laffin e Rita de Cássia Alves apresentam ao mercado dois novos títulos literários. E a data foi uma escolha especial: comemorar o Dia Nacional do Escritor e compartilhar em versos e prosas os novos livros dos autores. O evento será na O Sebo Livraria, no Centro de Joinville. A noite artística contará ainda com a exposição e música.

O poeta Marcos Laffin lança seu 17º livro, entre publicações científicas e literárias. Esta nova obra, intitulada “Cio de Pássaros” (Apoio Editora, 156 páginas, R$ 20) é um livro de poemas que tem como estrutura o verso livre. Muitos dos textos assumem a narrativa do microconto. Nesta forma os poemas expressam uma unidade linguística tendo a síntese como constitutiva de uma linguagem que assume a intencionalidade dos seus sentidos e significados. “Cio de Pássaros” tem como centralidade a condição humana. Fatos que marcam diferentes formas de nascimento, seus conflitos, desafios, conquistas e sobretudo, a sua condição de refugiado.

“A condição humana enfrenta seu ‘mito de Sísifo’, se mostra multifacetada, plural, porém constituída de realidade histórica e com um lastro de liberdade. Liberdade da qual nos fala Hanna Arendt como um elemento político de decisão sempre em favor do humano. E a primeira evidência de que a realidade não é apreendida na sua totalidade, e nela a contradição existente, como movimento de refazer-se, são os títulos dos poemas, apenas como possíveis indícios de uma dialética que neles se instituí’, destaca o autor Marcos Laffin.

A obra é composta por três partes:

1 parte: Espigão de Luz: Ancestral — 2 parte: Brejos, Troncos e Esgrima — e 3 parte: Assobios Eternos: Migratórios. As epígrafes de cada parte constituem um gesto de reconhecimento aos seus autores pelo conjunto de revoadas que neles e em suas obras residem.

Espigão de Luz: ancestral, indica a necessidade de humanizar-se na linha sucessiva e a histórica do humano genérico. Os textos se voltam para o nascimento, como origem, eclosão de fenômenos que se insinuam como ocultos, mas que ardilosamente se instituem como realidade existente.  No espigão de luz, toda uma ancestralidade de elementos biológicos, sensíveis e emocionais se abrem para o apreender a vida em seu cotidiano. O espigão de luz carrega o gameta de vida que se lança em voos espalhando ancestralidade para uma nova anunciação.

Brejos, Troncos e Esgrima são elementos que constituem o palco do acasalamento. É o corpo com seu instinto, lugar em que o desejo é princípio e fim. Não há nenhum movimento de censura ao corpo. O corpo como lugar a ser profanado em contraste com a mercadoria que nele se aloja. O humano fez do desejo também um cotidiano de perversidade. Perversidade também como estranhamento, mas jamais como pecado, pois que este se anuncia na batina. O corpo constitui a mais lúdica abstração do instinto humano.

Assobios Eternos e Migratórios é o canto do pássaro que busca o pouso na humanidade. O canto que comunica, confessa, insiste, renúncia e ainda se comove com as tragédias humanas do cotidiano. É um canto migratório que busca a paz e a liberdade no mais íntimo da possibilidade humana. Anuncia a vida e a morte, os ganhos e as perdas daquilo que se cerca a civilização. Os assobios constantes sobre a vida de onde a modernidade olha com assombros para o que virá, e a morte, com seu ‘bezerro de ouro’ mostra a falência da humanidade, convertida em mais-valias.

“As partes não são estanques, são polissêmicas e polifônicas, se expandem e recuam entre os fenômenos de suas constelações. É pelo genérico humano contido nas epígrafes que constroem e atravessam a ponte discursiva, para que o poema, consciente do tempo, da palavra-ação e do cotidiano, possa voar poesia como trabalho humano e no pouso, sempre migratório, possa se encantar com a palavra humana”, completa Laffin.

Questionado se “Cio de Pássaros” é uma obra de ficção ou uma releitura da realidade o autor explica que para ele a poesia é sempre uma realidade, porque é humana. “A poesia para mim é síntese da realidade. Nesse livro há um movimento entre o nascimento do humano em sua condição humana que segue o instinto e necessidade de perpetuar pelas relações de amor e paixão e de se eternizar em seu movimento de amplitude. É o movimento do humano em suas diversas dimensões que se expressa em Cio de Pássaros’“. E completa: “O cotidiano é marcado de vida, logo a poesia é vida real. Não consigo estar imobilizado, sem refletir no eu, no outro, no  estar aqui e no cotidiano que nos cerca e que nós cercamos. Registrar essas percepções da realidade é fazer o registro de uma memória. A memória adormecida se transmuta em poesia”.

Contador, professor universitário, a curiosidade levou Marcos Laffin ao mundo das poesias. “A curiosidade mobilizou a vontade de conhecer, de ter o que dizer e de dizer sobre o já dito. Essa curiosidade se transformou em exercício de escrita. E a escrita buscou as formas e a estética da palavra”, justifica Laffin.

Rita de Cássia Alves lança a obra “Abajur de Cabeceira” (Apoio Editora, 70 páginas, R$15), uma obra em tributo a sua mãe, contendo poesias em frascos de mínimos contos. São textos em prosa poética, retratando a intimidade de quem se vê no dentro da pele-coração. Este é o décimo livro que autora apresenta ao mercado.

“Uma releitura da poesia, que é sempre um estado de atenção. Recortes do olhar que vão pontilhando o cotidiano. Vozes que surgem do Outro, da sensibilidade nas ruas e nos contatos da natureza”, destaca Rita.

A mensagem que autora busca transparecer também é fruto de sua vivência. “Que a escrita é uma catarse, uma fase de ebulição. Tudo pode ser imagético, sensorial, do avesso, mas é a palavra que da conta do significado. Um novo livro é sempre uma página aberta, as entrelinhas. Reescrever é preciso!”

Além do lançamento das duas novas obras literárias, em comemoração ao Dia Nacional do Escritor, uma exposição de abajures de Luiz Antonio Costa Gomes, uma exposição de pintura de Luís Contreras e uma apresentação do coletivo popular e fotos e música. O evento está marcado para as 19h30 e a entrada é gratuita.

Serviço
O QUÊ: lançamento das obras “Cio de Pássaros” e “Abajur de Cabeceira”.
QUANDO: 25 de julho.
ONDE: O Sebo Livraria — rua João Colin, 572 — Centro — Joinville.
HORÁRIO: 19h30.
QUANTO: entrada gratuita.

Divulgação

Divulgação

Livro infantil "Xandrinha em: a Fogueira de Constelações" resgata a alegria das colônias de férias

20 de julho de 2017 0
Divulgação

Divulgação

Crianças brincando ao ar livre, contações de histórias, música ao som do violão e muitas travessuras. Esses são os elementos principais do novo livro infantil da escritora e poeta Alexandra Vieira de Almeida, com ilustrações da artista plástica Giselle Vieira. A obra “Xandrinha em: a Fogueira de Constelações” e foi lançada gratuitamente pelo site da personagem (http://xandrinhaeseusamigos.com.br/) e promete resgatar as tradicionais atividades das colônias de férias.

Segundo a autora, o título do livro é uma metáfora do que acontece nesses locais ao ar livre, onde todos podem admirar o céu estrelado. “Num mundo onde se ‘respiram’ os computadores e os jogos eletrônicos, achei importante destacar a verdadeira beleza que se encontra na natureza, como, por exemplo, as estrelas e as árvores”.

A história começa com a personagem principal, Xandrinha, ansiosa para terminar a aula para poder ir viajar para a colônia de férias. Lá, ela conhece dois novos amigos, os irmãos gêmeos Dudu, que gosta de tocar violão, e Duda, que ama dançar. Na colônia também estará Beto, que aprontará todas.

Nesta colônia, à noitinha, Xandrinha cria um novo jogo em que todos vão ter que dizer o que mais gostam de fazer. Então, ela declama o poema “Sol e Lua”. “A menina quer mostrar também seu dom, que é a poesia, trocando figurinhas com os novos amigos e recitando suas poesias para eles”.

— O poema ‘Sol e Lua’, escrevi durante minha infância. Dessa forma, aproveito para dar vida e realidade dentro da ficção. Outra poesia que está nesse livro como sendo de autoria da personagem é o ‘Circo da Alegria’. Assim, misturo o inventivo, quando a Xandrinha cita o poema enquanto o Dudu toca o violão, com o real, o meu trabalho como poeta desde pequena — ressalta.

Incentivo para as crianças

Além de fornecer aos jovens leitores a aprendizagem por meio do lúdico e da imaginação, a escritora Alexandra destaca que suas obras também têm como objetivo resgatar as coisas boas da infância, como a pureza das brincadeiras saudáveis. “As crianças precisam viver mais o ‘mundo real’ e ficar menos prostradas diante da TV ou de computadores”.

— Para isso, os pais precisam ajudar os filhos a desenvolver melhor a criatividade. E isso só acontece por meio da leitura — conclui.

“Xandrinha em: a Fogueira de Constelações”, de Alexandra Vieira de Almeida, com ilustrações de Giselle Vieira. O livro pode ser baixado de graça em http://xandrinhaeseusamigos.com.br/.

Editora Vale das Letras comemora 15 anos

19 de julho de 2017 0
Fachada da Editora Vale das Letras

Fachada da Editora Vale das Letras

Nesta terça-feira, dia 18, após um bom tempo cumpri a promessa de visitar a Editora Vale das Letras, em Blumenau. E a ocasião veio bem a calhar porque no dia 15 a empresa completou 15 anos levando leitura para a criançada.

Comandada por Enias Paschoal Jr., a equipe conta com 27 funcionários. Apesar de Enias dizer que ela é “pequena” em relação a muitas editoras, confesso que me surpreendi com o tamanho da estrutura (a foto acima mostra em destaque o prédio principal. Mas o empreendimento tem outro imóvel ao lado, que aparece parcialmente na imagem).

Dois momentos legais foram visitar o local onde ficam os livros (encaixotados já para serem despachados) e as amostras de publicações. Um verdadeiro parque de diversão para quem curte o gênero e para professores, pais e demais responsáveis pela educação dos pequenos. A editora publica os livros em diversos formatos: cartonado, de capa dura, almofadado, pop-up, brinquedo, quebra-cabeça, de banho, de pano, dedoche, infantojuvenil, literatura, atlas, dicionário etc.

No momento, Enias e equipe tocam dois projetos: a participação na 31ª Feira Escolar Office Paper, em São Paulo, entre os dias 23 e 26 de julho — evento dedicado aos setores livreiro e de papelaria — e o Programa Educar Vale Mais, voltado ao poder público. Pelo projeto, prefeitos ou responsáveis pela aquisição de literatura podem comprar um baú (ou mais) que contém 58 títulos em diversos formatos, um tapete em EVA, além do baú, obviamente, para distribuir às unidades que trabalham com a educação infantil.

Então, desejo boa sorte à editora nos seus projetos e que cada vez mais crianças adquiram o hábito da leitura.

Livro retrata a reconciliação histórica entre a Igreja e padre Cícero

14 de julho de 2017 0
Divulgação, Paulinas

Divulgação, Paulinas

A reabilitação histórica e canônica de um dos personagens mais emblemáticos do Brasil, o padre Cícero Romão Batista, é o tema central do livro “Padre Cícero: Santo dos Pobres, Santo da Igreja”, de Annette Dumoulin, lançamento da Paulinas Editora.

O livro apresenta a “nova imagem” do padre retratada nos documentos recolhidos pela Comissão de Estudos, a pedido da Congregação para a Doutrina da Fé, em 2001. Montou-se, então, a verdadeira história do padre, confirmando os relatos dos devotos, que, como diz a autora, compõem “a epopeia sofrida por este humilde sacerdote da Igreja Católica Apostólica Romana”.

O pedido de reabilitação de padre Cícero foi entregue pela comissão da Diocese do Crato-CE à Santa Sé em 2006. Em 5 de setembro de 2014, o papa Francisco não só aprovou a recomendação de reabilitação histórica, como também enviou uma mensagem oficial aos fiéis do “Padim Ciço”, como ele é carinhosamente chamado. A reabilitação cumpre uma previsão do padre Cícero, que dizia: “A própria Igreja vai me fazer justiça… O papa vai dizer a verdade sobre mim”.

Segundo a Santa Sé, padre Cícero Romão Batista é “uma figura a ser valorizada do ponto de vista pastoral e religioso”. O Vaticano reconhece no padre “um possível instrumento de evangelização”, uma vez que “deixou marcas profundas no povo nordestino a intensa devoção do padre à Virgem Maria”.

A devoção a padre Cícero leva aproximadamente dois milhões de pessoas todos os anos à basílica do Santuário de Nossa Senhora das Dores, em Juazeiro do Norte, no Ceará, onde há uma grande estátua do padre. Segundo a autora, “o verdadeiro padre Cícero é aquele de quem os devotos sempre falaram”, e é essa descrição que o livro quer apresentar aos leitores. A obra está disponível na Rede Paulinas de Livrarias, pelo 0800 70 100 81 e no site www.paulinas.com.br.

“Padre Cícero: Santo dos Pobres, Santo da Igreja – Revisões Históricas e Reconciliação”, de Annette Dumoulin. Edições Paulinas, 264 páginas, R$ 25,80.

"Sósia" espera sua ajuda em evento neste dia 14

13 de julho de 2017 0
Divulgação

Divulgação

Divulgação

Divulgação

Galera, faço a última chamada para que todos colaborem com o escritor joinvilense Renan Cardozo (foto ao lado), que busca colocar, via financiamento coletivo, o livro “Sósia” na praça. E você não precisa desembolsar uma soma astronômica para ajudar o escritor nessa empreitada: sabe aqueles R$ 10 adormecidos na carteira? Pois é! Essa quantia já vai dar um tremendo empurrão no projeto.

Também para impulsionar as contribuições, Renan fará nesta sexta-feira, dia 14, às 20h, na Livraria O Sebo da rua Dr. João Colin, 572, realizará um evento de divulgação do financiamento coletivo e da obra. Antes que me esqueça, o prazo fatal para o jovem escritor conseguir seu intento é o dia 19.

Quer ajudar o projeto a sair do plano das ideias e do papel, mas não tem como ir ao evento? Fica frio (ou fria), porque a contribuição é feita pelo site do Catarse-me, que explica tintim por tintim os passos e os mimos que cada doação oferece. O link é o https://www.catarse.me/sosia.

Sobre o livro

“Sósia” é um suspense psicológico, inspirado pelos clássicos lovecraftianos, como O Caso de Charles Dexter Ward”, que pretende questionar os laços com nossa própria identidade.

A história começa com um conjunto de relatos, do médico Johnas Spirandelle, enquanto ele e seu amigo, o oficial Ten. Carvalho, tentam descobrir que bizarra relação ocorre entre, uma série de assassinatos e a histeria religiosa causada por uma misteriosa ressurreição.

O romance discute o tema da “Sombra”, desenvolvido pelo psicólogo Carl Jung, sobre a natureza selvagem do ser humano. A arte da capa, criada pelo artista Walter Pax (autor das ilustrações da edição brasileira de “O Chamado de Cthulhu”) descreve esse conflito.