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Acredite: 28% dos brasileiros confessam que não gostam de ler

24 de abril de 2017 0

 

 

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Segundo dados do Instituto Pró-Livro (IPL/2016), a leitura é um hábito de 56% da população brasileira. E o número parece não ter evoluído nos últimos anos: eram 55% em 2007 e 50% em 2011.  Para ser considerado um leitor, pela metodologia do estudo, é necessário ter lido ao menos um livro nos últimos três meses. Segundo o gerente editorial da Editora Positivo, Júlio Röcker Neto (foto), para formar leitores é essencial entender o perfil de leitura do brasileiro e compreender quais são seus hábitos, para focar na criação de livros que se ajustem à demanda dos cidadãos. Isso porque, enquanto 43% dos entrevistados alegaram falta de tempo para leitura, outros 28% (num universo de 5 mil pessoas), declararam — simplesmente — que não gostavam de ler. Ainda segundo a pesquisa, 42% dos entrevistados disseram ler a Bíblia, seguidos por livros religiosos, contos e romances (todos com 22%). Já os livros didáticos aparecem como leitura frequente de 16% dos entrevistados, enquanto os infantis, de 15% do público.

“Fazer com que estes 28% desenvolvam o prazer pela leitura é um grande desafio para o País. Quanto mais cedo as pessoas criarem o prazer pela literatura, mais chances terão de se tornar um leitor assíduo e um cidadão mais crítico”, defende o especialista. Entre os benefícios da leitura, Röcker Neto cita o aprimoramento do vocabulário, a dinamização do raciocínio e da interpretação, além da aquisição de conhecimento e informação. “Ler, antes de tudo, é uma operação de percepção, em que estão envolvidos muitos processos: neurofisiológico, cognitivo, afetivo, argumentativo, simbólico (não necessariamente nessa ordem) — daí a complexidade e abrangência do conceito de leitura”, complementa.

Graduado em Letras, especialista em leitura e múltiplas linguagens, e mestre em literatura, Röcker Neto observa que um dos primeiros passos na formação de leitores é promover o acesso ao livro e estimular a leitura por meio do exemplo. “Facilite o acesso, levando os pequenos à biblioteca ou à livraria e deixe com que escolham o livro que desejam ler ou que querem que você leia para eles. Não se preocupe com o tema. A literatura é um espaço de fantasia, de liberdade, de imaginação. Leia para os pequenos, dê o exemplo em casa e deixe que eles, mesmo que não alfabetizados, leiam para você, aproveitando para conversar sobre o tema e as ideias que surgem a respeito”, sugere.

Segundo o especialista, também é importante chamar a atenção para as imagens que estão nas obras, uma vez que, muitas vezes, sozinhas, elas contam uma outra história, estimulando a criatividade. Ele observa que, para criar o hábito, vale a pena desligar a televisão dez minutos mais cedo e ir para o quarto ler com as crianças, antes de dormir: “Esse momento pode se tornar um tempo de convivência maravilhoso entre pais e filhos”, ressalta.

Para auxiliar aqueles que desejam compreender mais sobre a leitura e as diversas fases das crianças e jovens nesse universo, Röcker Neto apresenta uma sugestão de leitura para cada etapa de desenvolvimento. Na galeria de imagens no topo deste post, você confere as capas dos livros. Para vê-las em tamanho maior, é só clicar sobre elas.

Fases da formação do leitor:

PRÉ-LEITOR (entre 2 e 5 anos): fase dos primeiros contatos da criança com os livros antes da alfabetização, quando o objeto livro e as imagens em situação começam a ser descobertas.  Sugestão de leitura: “O Encontro”, de Michele Iacocca (Editora Positivo, R$ 39,80) — narrativa visual mostra o desenrolar de uma situação intrigante por meio do deslocamento de um personagem não identificado por diversos ambientes de uma casa. É um livro que exige a participação ativa da criança.

LEITOR INICIANTE (dos 6 aos 7 anos): fase da aprendizagem da leitura; início do processo de socialização e de racionalização da realidade com que a criança entra em contato. Sugestão de leitura: “O Leão e o Pássaro”, de Marianne Dubuc (Editora Positivo, R$ 44,30) — num dia de outono, o leão encontra perto de casa um pássaro machucado. Começa assim uma amizade. Um texto delicado, em que os ritmos da natureza e as estações do ano moldam o curso da vida e impregnam a relação desses dois seres.

LEITOR EM PROCESSO (dos 8 aos 9 anos): fase do domínio relativo do mecanismo da leitura e de agudização do interesse pelo conhecimento das coisas, com o pensamento lógico se organizando em formas concretas que permitem as operações mentais. Sugestão de leitura: “Visita à Baleia”, de Paulo Venturelli (Ed. Positivo, R$ 39,80) — texto emocionante, em que os desejos e as dúvidas de um menino afloram por entre as frestas da imaginação.

LEITOR FLUENTE (dos 10 aos 11 anos): fase de consolidação do domínio da leitura e da compreensão do mundo expresso no livro. Sugestão de leitura: “Marcéu”, de Marcos Bagno (Editora Positivo, R$ 44,30) — com beleza e sensibilidade trata da relação de dois irmãos. O mais novo, que tem um contato íntimo com a natureza, morre em uma enchente. O mais velho, com a trágica experiência, amplia e aprofunda sua visão de mundo e de si mesmo.

LEITOR CRÍTICO (entre 12 e 13 anos): fase de total domínio da leitura, da linguagem escrita, capacidade de reflexão em maior profundidade, podendo ir mais fundo no texto e atingir a visão de mundo ali presente. Sugestão de leitura: “Apenas Tiago”, de Caio Riter (Editora Positivo, R$ 44,30) — Tiago é um jovem que foi abandonado pelos pais, vive com uma tia e é levado por más companhias. Trama envolvente à medida que propõe uma reflexão sobre quem realmente somos em situações adversas.

Ajudinha para incentivar as crianças a lerem

19 de abril de 2017 0
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Olhem só que iniciativa legal de incentivo para as crianças lerem. No dia 18 de abril foi comemorado o Dia do Livro Infantil no Brasil. E é nesta data que iniciou-se a 2ª edição do Projeto Dia Nacional do Livro Infantil, que tem como objetivo fomentar a leitura em nosso País e contribuir para a formação de novos leitores, desde a fase de alfabetização.  E há muitos motivos para isso. Afinal, são inúmeros os benefícios da leitura: a criança que lê tem mais facilidade para aprender, pronuncia melhor as palavras e se comunica melhor. Por meio da leitura, ela desenvolve a criatividade, desperta a imaginação e adquire repertório, cultura e conhecimento. Ler para uma criança contribui para formar leitores e reverter o baixo índice de leitura em nosso País.

Dia Nacional do Livro Infantil

Em 2016, junto com algumas parcerias, a equipe responsável pelo Projeto Dia Nacional do Livro Infantil promoveu uma ação especial de incentivo à leitura em uma escola da rede pública de Curitiba.  As crianças tiveram uma manhã dedicada a histórias, contos e poesias infantis e, ao final das atividades, cada uma recebeu de presente um exemplar de um livro infantil personalizado. Ao levar o livro para casa, cada aluno levou também uma lembrança do evento e ampliou a sua experiência, que foi dividida com a família e os amigos. Esta é uma maneira de manter aceso o interesse pela leitura além do ambiente escolar. Por isso, neste ano, o projeto foi ampliado para a atender mais escolas e impactar um número maior de crianças.

Desta vez, a participação é aberta à sociedade, via plataforma de financiamento coletivo Benfeitoria. Isso quer dizer que qualquer pessoa que se identificar com a causa pode colaborar com o projeto. O objetivo é engajar o maior número de pessoas para promoverem o hábito da leitura.

Quem será beneficiado?

A ação é proposta a alunos da pré-escola e do 1º ano do ensino fundamental. Tanto as escolas, quanto os professores que serão beneficiados pela ação foram escolhidos por apresentarem práticas interessantes e que refletem um bom uso do material do Trilhas(www.portaltrilhas.org.br), projeto de formação de iniciativa do Instituto Natura que apoia docentes no trabalho com alfabetização.

Por que o uso da plataforma colaborativa?

Porque é o exercício da ideia de que juntos é possível conquistar um objetivo maior. É a velha “vaquinha” só que na forma virtual, e com o princípio da recompensa. Ou seja, quem contribui recebe algo em troca. Quem participar do Projeto Dia Nacional do Livro Infantil contribuirá com alunos de instituições públicas e apoiará também a disseminação da ideia, fomentando, assim, o desenvolvimento da leitura no país.

Como participar do projeto Dia Nacional do Livro Infantil?
Para participar do projeto Dia Nacional do Livro Infantil basta acessar o site Benfeitoria pelo link http://benfeitoria.com/DiaNacionalDoLivroInfantil. Na página do projeto, você encontrará todas as informações necessárias para colaborar com a ação.

Quem apoia?
O projeto é capitaneado pela equipe APRENDER.digital, da Editora eTrix, com o apoio de empresas parceiras, que cederam kits de recompensas para as contribuições. Entre elas, a CIA Infantil, Edições SM, Fundação SM e Savannah Kids.

A infância contada em uma caixa de brinquedos

18 de abril de 2017 0
Divulgação, SM

Divulgação, SM

Hoje, 18 de abril, é o Dia Nacional do Livro Infantil, nada melhor para comemorar do que sugerir uma obra para os pequenos, não é mesmo? Então, olha só!…

Em novo livro voltado ao público infantil, o autor João Anzanello Carrascoza mostra, na obra “Caixa de Brinquedos”, a capacidade imaginativa das crianças na superação dos problemas.

Para iluminar o escuro da noite, o menino põe o mundo no papel. Longe das coisas esquecidas em casa, faz da praia sua caixa de brinquedos. Com saudades do mar, recria o oceano… Quantos universos mais ele é capaz de inventar?

Com um olhar poético sobre a infância, o livro reúne contos curtos tendo como eixo a capacidade imaginativa e os recursos lúdicos por meio dos quais as crianças veem e lidam com o mundo. O premiado autor aborda ainda outros temas importantes para o desenvolvimento infantil, como percepção de si mesmo e dos outros, ciclo da vida, autonomia e criatividade.

Tão delicadas quanto os contos, as ilustrações de Larissa Ribeiro, feitas de colagem, conseguem captar o espírito poético do texto, expandindo seus sentidos narrativos.

“Caixa de Brinquedos”, de João Anzanello Carrascoza, com ilustrações de Larissa Ribeiro. Coleção Barco a Vapor, Editora SM, 56 páginas, R$ 41,00.

 

Padre Reginaldo Manzotti conversa com fiéis e promove livro em Joinville

17 de abril de 2017 0
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Foto: Felipe Gusso, divulgação

Foto: Felipe Gusso, divulgação

Em maio, Joinville receberá um dos padres mais famosos do país. Reginaldo Manzotti estará na cidade para realizar um momento de espiritualidade com os fiéis catarinenses e promover seu mais novo livro: “Batalha Espiritual – Entre Anjos e Demônios”, lançado em março e que lidera a lista dos mais vendidos de autoajuda e esoterismo do Grupo Livrarias Catarinense e Livrarias Curitiba. Padre Reginaldo estará na cidade no dia 12 e deve receber mais de duas mil pessoas no estacionamento coberto do Garten Shopping.

Desde que foi lançado, “Batalha Espiritual” figura entre as obras mais procuradas no País em listas importantes como as da revista “Veja” e do PublishNews. Em seu site oficial, o padre explica que a publicação é uma arma contra os inimigos que querem nos desviar do caminho para Deus. “É uma obra para estar à mão sempre. A sociedade requer atenção na luta diária entre o bem e o mal para que o bem prevaleça, e eu atribuo a isso o sucesso das vendas, inclusive foi o que me motivou a escrever”, conta Reginaldo Manzotti em seu site.

Os convites para participar do momento de espiritualidade em Joinville serão entregues a partir do dia 20 de abril. A compra do livro “Batalha Espiritual” em qualquer uma das lojas da Livrarias Curitiba na cidade – no Garten Shopping ou no Shopping Mueller – garante a entrada no evento, que inicia-se às 19h, no estacionamento coberto do Garten Shopping. O livro desfaz os mitos que rodeiam a luta entre o céu e o inferno e revela a natureza do adversário e as armas humanas e sobrenaturais para assegurar a vitória. O livro é publicado pela “Editora Petra”.

Serviço:

  • O QUÊ: Momento de espiritualidade com o padre Reginaldo Manzotti.
  • QUANDO: dia 12 de maio, às 19h.
  • ONDE: estacionamento coberto do Garten Shopping, em Joinville (avenida Rolf Wiest, 333, bairro Bom Retiro).
  • CONVITES: podem ser adquiridos na compra do livro “Batalha Espiritual” em uma das lojas da Livrarias Curitiba no Garten Shopping ou no Shopping Mueller, em Joinville.
  • QUANTO: R$ 22,40.
  • MAIS INFORMAÇÕES: (47) 3145-2600 ou 3043-9402.

Monteiro Lobato é o tema dos 20 anos do Prolij

13 de abril de 2017 0
Professora Gilmara Goulart dará palestra na Univille. Foto: Divulgação

Professora Gilmara Goulart dará palestra na Univille. Foto: Divulgação

As obras e os personagens de um dos maiores ícones da literatura infantil brasileira, o escritor Monteiro Lobato, vão integrar o tema das comemorações na Univille do Dia Nacional do Livro Infantil e dos 20 anos do Programa de Literatura Infantojuvenil (Prolij), ligado ao curso de letras. A data foi criada justamente em homenagem ao escritor de “O Sitio do Picapau Amarelo”, uma de suas mais emblemáticas obras. Ele nasceu há 135 anos, no dia 18 de abril de 1882, em Taubaté (SP).

Para celebrar a data, o Prolij vai promover uma palestra comemorativa com as professoras Gilmara Goulart, coordenadora do Grupo Uni Duni Tê de Contadores de Histórias da Fundação Cultural de Timbó, e Sueli Cagneti, ex-coordenadora do Prolij, escritora, crítica e consultora literária. O encontro, aberto à comunidade e gratuito, está marcado para as 19h do dia 18, no auditório da Univille.

Que preço você pagaria para esquecer algo?

11 de abril de 2017 0
Divulgação, Pavana

Divulgação, Pavana

Contado a partir de quatro pontos de vista e com uma narrativa não linear, o livro “A Garota que não Queria Lembrar”, de Maggie Lehrman, traz a história de jovens que têm que lidar com a verdade por trás da morte de um dos amigos e com as consequências da magia hekamista que os envolve desde crianças. As hekamistas são bruxas que podem preparar feitiços para ajudar quem está passando por dificuldades. Porém, a magia têm consequências claras e um tanto imprevisíveis. Um feitiço desenvolvido para melhorar o desempenho em atividades físicas, por exemplo, pode prejudicar a parte acadêmica. A vida, é claro, funciona de forma semelhante e é precisamente nesse ponto que o livro se aproxima da realidade de forma poética e fascinante.

Após a morte do namorado, Ari recorre a um feitiço para apagar Win da memória. Mas esquecer o rapaz não é tão simples, ainda mais depois que Ari percebe que entre seus amigos, seu namorado e até ela mesma há segredos demais.

O romance navega entre passado e presente em uma narrativa que mistura amor, mistério e drama e, aos poucos, o livro vai desmanchando os estereótipos que, a princípio, o leitor possa ter criado.

Além disso, a obra se vale da premissa de que quanto mais poderoso o feitiço, piores os seus efeitos colaterais, para ressaltar, sem moralismo, que não há atalhos para superar as grandes dores da vida, não há solução milagrosa sem consequências, às vezes bem piores do que a dor original, para todos os envolvidos.

“A Garota que não Queria Lembrar”, de Maggie Lehrman, com tradução de Guilherme Miranda. Editora Pavana, 352 páginas, R$ 42,50.

Joinvilense fala para a criançada sobre o nojo

10 de abril de 2017 0
Divulgação, SM

Divulgação, SM

Todo mundo já sentiu nojo de alguma coisa, seja pelo seu aspecto, cheiro ou sabor: tem quem não suporte barata ou rato e aqueles que não podem passar perto de um chulé… mas a verdade é que o que é nojento para um pode não ser para o outro, como os mortos-vivos dos filmes de zumbi ou aqueles queijos mofados, bem fedidos, que muita gente adora!

No terceiro livro da série “Humores”, da psicóloga Carolina Michelini e do ilustrador Michele Iacocca, os autores exploram o nojo em suas diversas formas, enfatizando aspectos culturais e abrindo discussões sobre a diversidade de gosto e costumes.

O tema, de grande apelo às crianças a partir dos seis anos, é tratado de maneira leve, por meio de personagens divertidos. As ilustrações, em linguagem de quadrinhos, complementam a narrativa com o humor típico de Iacocca, autor e ilustrador italiano consagrado no mercado brasileiro de literatura infantojuvenil, com mais de duzentos títulos publicados.

A obra, em conjunto com as outras duas da série (“Alegria” e “Raiva”), tem tudo para contribuir com o desenvolvimento das habilidades socioemocionais — competência cada vez mais em voga na educação.

A autora nasceu em Joinville e vive em São Paulo. É psicóloga, com especialização em psicopedagogia e mestrado em filosofia, e também musicista. Além da carreira de violoncelista, dedica-se à escrita de livros para crianças e adolescentes, abordando temas artísticos, filosóficos e subjetivos como música, liberdade e emoções. Tem mais de quinze livros publicados.

“Nojo”, de Carolina Michelini, com ilustrações de Michele Iacoca. Série “Humores”, Editora SM, 24 páginas, R$ 37,00.

Séries de TV inspiram para que você seja o herói da sua vida

06 de abril de 2017 0
Divulgação, Benvirá

Divulgação, Benvirá

Hoje em dia, é difícil achar uma pessoa que não esteja acompanhando alguma série de TV. Principalmente a partir dos anos 2000, esse tipo de entretenimento passou a contar com o roteiro de diretores e a participação de atores tão talentosos que atraíram fãs do mundo todo.

Ambientadas nos mais diversos cenários (em hospitais, no Congresso americano, numa agência de publicidade dos anos 1960, no mundo da Máfia, entre outros), as séries apresentam personagens tão bem construídos que alguns telespectadores se sentem íntimos por acompanharem suas angústias, suas alegrias e seus dilemas, além de se reconhecerem neles, aprendendo com seus erros e acertos.

Nesse contexto, por que não usar os elementos das séries de TV para ensinar algo e servir de inspiração em momentos difíceis? Pensando nisso e com o objetivo de mostrar um pouco da influência das séries na vida das pessoas, a coach francesa Yaël Gabison preparou o livro “Seja o Herói da sua Vida”.

Nele, a autora utiliza frases extraídas de dez famosas produções de TV para dar dicas importantes para a vida profissional: “Breaking Bad” (que, ao longo de cinco temporadas, foi indicado a 230 prêmios), “House of Cards” (grande sucesso de audiência na plataforma de exibição), “Game of Thrones” (recordista do Emmy Awards com 38 prêmios), “Mad Men” (considerada por três anos consecutivos a melhor série de drama), “House (que conquistou fãs pela inteligência e singularidade do personagem principal, que dá nome à série), “Empire” (uma das séries mais assistidas da TV americana em 2015), “Família Soprano” (série muito famosa no início dos anos 2000, com seis temporadas), “Orange Is the New Black” (bem-sucedida série de comédia adaptada de um best-seller), “Dexter” (cada episódio tinha média de mais de 2 milhões de espectadores) e “True Detective” (bateu recordes de audiência no canal em que era exibido na TV paga).

Abordando temas como “Proteja seu território”, “Imponha respeito”, “Não tente fazer com que gostem de você”, “Desconfie mais de seus amigos do que de seus inimigos” e “Aprenda a detectar mentiras”, o livro busca influenciar a forma de pensar na vida profissional, sugerindo  dicas de como o leitor pode alcançar seus objetivos no trabalho, controlando seu próprio destino.

“Seja o Herói da sua Vida”, de Yaël Gabison. Editora Benvirá, 184 páginas, R$ 29,90.

A poesia e o lúdico de mãos dadas no livro em "Cada Coisa que Parece"

05 de abril de 2017 0
Divulgação, Cortez

Divulgação, Cortez

Vinte oito poemas compõem o livro “Cada Coisa que Parece”, do escritor e ilustrador catarinense Sérgio Meurer, publicado pela Cortez Editora. De maneira lúdica e poética, as poesias do  livro abordam vários temas, em torno de um eixo em comum: as relações de analogia — entre palavras, formas, sons, narrativas etc.

Sua leitura permite potencializar a observação de semelhanças e contrastes, elementos fundamentais da poesia. Assim, trata-se de um livro de poemas infantil sobre a criatividade e sobre a própria percepção poética. A relação marcante entre poemas e ilustrações é também uma característica evidente do livro, permitindo a apreciação criativa tanto do texto quanto das imagens.

Há muitas referências a vários temas: artes, ciências, mitologia, com riquíssimo e vasto conteúdo, podendo ser apreciado em várias fases da  infância e inclusive pelo público adulto. “Cada Coisa que Parece” venceu, anos atrás, o Prêmio Adolfo Aizen de literatura infantil e serviu de base para o encontro Entre Formas e Rimas, realizado pelo autor em escolas e instituições de vários Estados brasileiros.

“Cada Coisa que Parece”, textos e ilustrações de Sérgio Meurer. Cortez Editora, 44 páginas, R$ 38,00.

 

Livro trata do tamanho da imaginação

04 de abril de 2017 0

Divulgação, Paulinas

Depois de uma longa temporada na Inglaterra, o escritor e ilustrador , autor de “No Mundo do Faz de Conta”, “Ki-som-será?”, “Brinconto” e “O Reizinho Comilão”, todos publicados pela Paulinas Editora, está de volta ao Brasil e lança mais um livro infantil.

“Cabe…”, que é parte da coleção “Criantiva”, é um convite à diversão, à criatividade e ao lúdico. Com texto descontraído, as crianças descobrem que na barriga de um gatinho guloso cabe tudo o que a imaginação quiser. As ilustrações são divertidas e misturam imagens reais com desenhos e traços feitos à mão, técnicas de recorte e colagem.

, que é conhecido por aproximar as histórias das crianças de maneira bem lúdica, afirma que “a literatura infantil, bem como o teatro, tem a fantasia como mola e motor da existência. É a fantasia que põe a literatura infantil em movimento. Sem fantasia não há literatura infantil, não há criação”.

O livro “Cabe…” já está à venda em todas as livrarias Paulinas, pelo telefone 0800 701-0081 e pelo site www.paulinas.com.br.

“Cabe”, texto e ilustrações de Fê. Editora Paulinas, 34 páginas, R$ 34,50.