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Pollyanna cresceu e continua ensinando gerações

28 de março de 2017 0
Divulgação, Via Leitura

Divulgação, Via Leitura

O segundo livro da série de sucesso “Pollyanna” ganha uma versão especial do selo Via Leitura, da Edipro, editora especializada em clássicos da literatura. Esta nova versão traz à obra “Pollyanna Moça”, da escritora norte-americana Eleanor Porter, um visual colorido, leve e charmoso, ao estilo do texto primoroso de Eleanor.

Escrito em 1915, a continuação da história da menina órfã, que encantou e influenciou o mundo por diversas gerações, a mostra já crescida e enfrentando novas adversidades, que testam seu otimismo e o maior ensinamento de seu falecido pai, “o jogo do contente”. No livro, Pollyanna é sempre encantadora e tem atitudes positivas, transforma a vida de quem a conhece. Desde que foi morar com a tia, no primeiro livro, não se contentou em ultrapassar os limites de Beldingsville, cidadezinha que mora com sua tia Polly. A protagonista, na segunda publicação, foi em busca de novos horizontes em Boston, para ajudar uma rica viúva a superar as tristezas da perda de um filho e de uma vida solitária. Nesta nova aventura, Pollyanna conhece pessoas novas e incríveis, encontra um grande amor e, junto a isso, a inquietação, a dúvida e as emoções que só uma jovem apaixonada pode sentir.

A adolescente linda e gentil continua ensinando o “jogo do contente”, trazendo a todos os leitores uma lição de amor e otimismo e reforça a ideia de que o pensamento positivo pode influenciar na vida das pessoas. A protagonista contagia leitores de todas as idades, com seu “jeito Pollyanna de ser”. Uma leitura indispensável para que todos possam conhecer o verdadeiro sentido da alegria em viver.

“Pollyanna Moça”, de Eleanor Porter, com tradução de Marina Petroff. Editora Via Leitura, 256 páginas, R$ 37,90.

Leia e brinque com sua princesinha

27 de março de 2017 0
Divulgação

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Contos de fada sempre encantaram as crianças. Prova disso é que eles vêm se mantendo vivos na memória das pessoas geração após geração. E que tal se, com as belas histórias, pais e filhos possam interagir brincando com o livro?

Essa é uma das propostas do livro “Cinderela”, publicado pela Editora Vale das Letras, de Blumenau. Com texto de Patrícia Amorim e ilustrações de Jean C. Ferreira, a obra traz a história da moça que perdeu a mãe e, nas mãos da madrasta, passa por maus bocados. Até que a sorte lhe sorri e ela encontra um príncipe que vai amá-la para sempre. Além de contar esta bela história, a publicação tem os cenários em seis quebra-cabeças, permitindo que pais e filhos interajam.

O livro faz parte da coleção “Princesas”, que tem ainda as histórias da “Bela Adormecida”, “Pequena Sereia” e “Rapunzel”. As obras são feitas com material acartonado, o que o deixa mais resistente, e capa almofadada.

“Cinderela”, texto de Patrícia Amorim e ilustrações de Jean C. Ferreira. Editora Vale das Letras, 12 páginas, R$ 19,90.

 

Livro com a Turma da Mônica apresenta Chico Xavier às crianças

24 de março de 2017 1
Divulgação, Boa Nova

Divulgação, Boa Nova

Comemorando o mês de aniversário de Francisco Cândido Xavier, depois de mais de 100 mil exemplares vendidos da obra “Meu Pequeno Evangelho”, a Editora Boa Nova acaba de lançar um novo livro infantil de Luis Hu Rivas e Ala Mitchell em parceria com o desenhista Mauricio de Sousa. Na obra, “Chico Xavier e seus Ensinamentos”, os personagens da Turma da Mônica conhecem exemplos incríveis vindos de Chico Xavier.

Enquanto Mônica e seus amigos se recordam de diversos momentos que já viveram juntos, André, primo do Cascão, leva 25 dos melhores ensinamentos de Chico Xavier aos pequenos, além de histórias inéditas de pessoas que conviveram diretamente com Chico. Dentre elas, estão lições de amor, solidariedade, humildade, disciplina e paciência com o próximo, como esta abaixo.

— Certa vez, Chico Xavier afirmou: “Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um de nós pode começar agora e fazer um novo fim.” Ou seja, crianças, diante de uma situação difícil, não adianta lamentar, temos que reparar.

O livro também ensina aos pequenos leitores sobre a importância de amar ao próximo, sem esperar nada em troca. Ao ouvir que Chico Xavier vendeu milhões de livros e doou todo o dinheiro para instituições de caridade, o Cebolinha se surpreende com tamanha atitude.

— Nossa! — disse Cebolinha, espantado. — Mas ele podelia ter ficado lico!

André lembrou que Chico Xavier gostava de escrever por amor, e uma vez falou: “Ame sempre, porque isso faz bem a você; não por esperar algo em troca”.

“Chico Xavier e seus Ensinamentos” tem até participações de Emmanuel, o Guia Espiritual do médium, e mostra como, em pequenas situações do dia a dia, Chico Xavier conseguia oferecer grandes lições de amor, agora contadas em histórias com os personagens mais queridos do Brasil.

“Chico Xavier e seus Ensinamentos”, de Luis Hu Rivas, Mauricio de Sousa e Ala Mitchell. Editora Boa Nova, 64 páginas, R$ 31,90.

Conheça as viagens do pãozinho até chegar a sua mesa

23 de março de 2017 0
Divulgação, Cortez

Divulgação, Cortez

Eu não conheço alguém que nunca tenha comido um pãozinho. Você conhece? Difícil, não é mesmo? Mas agora responda: quem conhece a trajetória desse alimento tão presente nas nossas mesas? A dica de hoje, “As Viagens de um Pãozinho”, escrito e ilustrado pelo manezinho Sérgio Meurer, conta isso para nós.

Aliás, o livro é uma delícia, como o próprio título sugere.  A obra tem como personagem principal um simpático pãozinho, apresentando toda a sua trajetória do campo de trigo à mesa da casa e um pouco mais, com final surpresa. A narrativa é leve, com o texto em versos com rimas, tendo como tema um objeto tão presente no cotidiano. “As pequenas coisas do dia a dia passam por grandes histórias” — assim é a jornada do pãozinho, sugerindo também a importância das coisas cotidianas. As ilustrações combinam perfeitamente  com o texto — são também leves, com predomínio de suaves cores quentes, que remetem ao calor do pãozinho quando sai do forno.

O personagem é capaz de nos cativar não apenas pelo sabor, mas também pela personalidade de uma história que vai além das padarias… Um “prato feito” para que os educadores trabalhem com as crianças as tradições, os hábitos alimentares, os sentidos, além da importância do pão na vida de todos.

O livro foi selecionado no PNLD 2013 — Obras complementares, tendo alcançado milhares de leitores em várias regiões do Brasil. Além do prazer da leitura, o livro é indicado para enfatizar a noção de processo, da importância das coisas do dia a dia, de  hábitos alimentares, com referências também à arte e possibilitando boas análises de imagem. Indicado especialmente para a faixa de sete e oito anos, a fruição da leitura é possível para todas as idades.

“As Viagens de um Pãozinho”, texto e ilustrações de Sérgio Meurer. Cortez Editora, 36 páginas, R$ 36,00.

Um Conto às Avessas de A Bela e a Fera

22 de março de 2017 0
Divulgação, Novo Século

Divulgação, Novo Século

No momento em que chega às telas dos cinemas brasileiros a nova versão de “A Bela e a Fera”, a Editora Novo Século lança o livro “Um Conto às avessas de A Bela e a Fera”, escrito pela autora Liz Braswell, que traz novos caminhos para a trama. A obra é uma saborosa e encantadora releitura, que inaugura uma série de livros para o público jovem adulto que reconta os clássicos Disney de um jeito jamais imaginado.

No conto, Bela é uma garota inteligente, engenhosa e inquieta, que anseia escapar de seu modesto e provinciano vilarejo. Quer explorar o mundo, apesar de seu pai relutar em deixar sua casinha para o caso de a mãe de Bela retornar — mãe da qual ela mal se lembra.

Um dia, os desejos da garota por novas aventuras acabam por se realizar — mas não da maneira que ela imaginava. Agora, ela é cativa de uma terrível fera, dentro de um castelo enfeitiçado.

Quando Bela toca a rosa encantada da Fera, intrigantes imagens inundam a mente da jovem — da mãe que ela acreditava que nunca mais veria. Ainda mais estranho que isso, ela descobre que sua mãe é ninguém menos que a bela Feiticeira que amaldiçoou a Fera, seu castelo e todos os seus habitantes. Chocados e confusos, Bela e Fera devem se unir para desvendar um assombroso mistério sobre suas famílias.

“Um Conto às avessas de A Bela e a Fera”, de Liz Braswell, com tradução de Marcia Men. Editora Novo Século, 320 páginas, R$ 39,90.

A história de Pedro Coelho

21 de março de 2017 0
Divulgação, Barbatana

Divulgação, Barbatana

Em tradução da escritora Rosana Rios, a Edições Barbatana lança o grande clássico da escritora britânica Beatrix Potter (1866-1943), “A História de Pedro Coelho”, sucesso publicado originalmente em 1902. A pré-venda acontece no site da editora (http://www.edicoesbarbatana.com.br/pd-426f70) até 29 de março, para entrega a partir de 18 de abril, Dia Nacional do Livro Infantil.

Beatrix Potter é um dos maiores nomes da literatura infantil mundial. Nesta edição, o livro é publicado do modo como a autora o imaginou, com as aquarelas em página inteira dialogando pausadamente com os textos, em formato pequeno para caber nas mãos das crianças — o que, por si só, é uma novidade, porque não há atualmente edições brasileiras com esta característica fundamental. A publicação de “A História de Pedro Coelho” dá sequência à celebração dos 150 anos de nascimento de Beatrix Potter, iniciada pela Barbatana em 2016 com a publicação de “A História do Esquilo Nutkin.

A edição trará exemplares numerados e ilustrações de capa diferentes. Os livros adquiridos na pré-venda serão autografados por Rosana Rios.

“A História de Pedro Coelho”, de Beatrix Potter, com tradução de Rosana Rios. Edições Barbatana, 64 páginas, R$ 30,00.

Docol publica o "Almanaque da Água"

20 de março de 2017 0
Almanaque da Água

Divulgação, Docol

Olá, galerinha. Começando mais uma semana, o Blog do Aldo traz uma sugestão que não está à venda, mas que é muito legal. Aproveitando que 22 de março é o Dia Mundial da Água, a Docol, empresa joinvilense que produz metais sanitários e soluções para o consumo deste bem tão importante, editou o “Almanaque da Água”.

A publicação apresenta 60 curiosidades, dicas, fatos históricos, números, datas e dados para conhecer esse recurso tão essencial à vida e saber preservá-lo. Aliás, turminha, preservação é a palavra-chave para todo mundo não ter de passar pelo aperto da escassez desse líquido tão essencial à vida. Você já pensou como seria a vida se a água acabasse? Pois saiba que em pouco tempo, se a água sumisse da Terra, toda forma de vida também se extinguiria.

Por isso a conscientização é tão importante, afinal, não há como fabricar água. Ou você pensa que dá para ir no mercado da esquina e dizer para o atendente: “Moço, preciso de duas moléculas de hidrogênio e uma de oxigênio para minha mãe fazer uma água bem fresquinha”. Esqueça! Água não é igual a bolo, que basta reunir alguns ingredientes e dali alguns minutos está pronto.

A boa notícia é que você pode ajudar a preservar a água. Por exemplo: na hora de escovar os dentes, desligue a torneira até que você precise enxaguar a boca. Outra dica: na hora do banho, nada de cantar as músicas do CD inteiro do seu artista preferido. Enquanto se ensaboa e passa o xampu, desligue o chuveiro. Ah, banho rápido não significa só olhar para o chuveiro e dizer “oi, amiguinho!” Faça a coisa certa, cara!

Como falei, o “Almanaque da Água” não está à venda, mas você tem um chance de conseguir um exemplar porque a Docol vai distribuir para as crianças que visitarem a empresa com suas escolas no decorrer do ano. O material também será distribuído a clientes, jornalistas, arquitetos e outros parceiros da Docol.

A publicação teve criação de Tatiana Engelbrecht e Daniel Almeida, direção de arte de Cinthia Behr e Daniel Almeida, textos de Rogério Trentini e ilustrações de Bárbara Malagoli.

Poesia em quatro atos

17 de março de 2017 0

 

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Divulgação

Nesta semana em que celebramos o Dia Nacional da Poesia (14 de março), o Blog do Aldo traz conteúdo de Marta Morais da Costa abordando quatro obras bem interessantes para trabalhar com as crianças, dentro ou fora da sala de aula. Para ver as capas dos livros em tamanho maior, é só clicar na galeria acima.

Marta Morais da Costa *

Crianças gostam de jogos verbais que brinquem com sonoridades e ritmos. A atração que exercem sobre os pequenos revela-se nas parlendas, nos trava-línguas e na poesia. O corpo das crianças é demonstração concreta desse prazer. O movimento da dança, o olhar fixo e brilhante, a boca sempre pronta a emitir sons cantarolados e a sorrir expõem claramente o quanto a provocação dos textos poéticos encontra seus interlocutores mais apropriados.

A poesia para crianças atende aos mais diferentes objetivos, desde os fins escolares pedagógicos ao mais descompromissado poema lúdico; dos textos cívicos à poesia do cotidiano. Um projeto destinado à formação de leitores de literatura não pode ignorar a edição de obras poéticas. A Editora Positivo criou uma série especial para estas obras, denominada “De Fio a Pavio”. O nome traz na marca da rima a evocação de poesia. Também o sentido dos substantivos (fio e pavio) aponta para a transformação da matéria prima em possibilidade de luz, de iluminação. Os títulos editados atendem a diversidade, não apenas de autores ou assuntos, mas a diversidade de modos de tratar o fato poético e suas funções junto ao público leitor. Das publicações dessa série foram selecionados alguns exemplos, sem demérito aos não mencionados.

O primeiro livro escolhido foi “Viva Voz!” (R$39,80), de Léo Cunha, com ilustrações de Flávio Fargas. O poema inicial já define uma proposta de leitura:

Leia este livro em viva voz,
deixe o estilo pra depois,
deixe a timidez na gaveta.

Solte a garganta sem medo,
que poesia é sopro e vento,
não é só papel e caneta. (p.5)

Para demonstrar a viva voz dos textos, os poemas curtos são rimados, geralmente em versos curtos de sete sílabas poéticas, que é o verso mais popular e musical da língua portuguesa. E os assuntos tratam de curativos e machucados de lobos e pinguins, de ioiô e dominós, de mistério, bagunça e piada. O que sobressai nas provocações dos poemas é um convite para a brincadeira com sons e palavras e, acima de tudo, propõe o diálogo do poeta com a criança, inteligente, alegre e livre. Livre até para apontar defeitos no adulto: “Só gente grande consegue/ mentir sem piscar o olho.” (p.8)

Retomando a tradição das adivinhas, Adriano Messias escreveu “Que Bicho Está no Verso?” (R$ 39,80), com ilustrações de Cris Eich. Desfilam nesse livro 15 animais, apresentados por uma quadrinha enigmática, cuja resposta aparece na página seguinte, no verso dos versos. E as apresentações se fazem por meio de imagens coloridas, de referências a situações do cotidiano infantil. A linguagem prima pela simplicidade e extrema oralidade, demonstrando que a poesia está em todo lugar e sua expressão verbal busca qualquer leitor, sem erudições.

Nunca usou sapatinhos
e nunca teve chulé.
São mesmo muitos pezinhos.
Que bicho será que é?

É marcante neste livro a associação da poesia à natureza, criando um ambiente de leitura que aproxima texto e leitor, dada a reconhecida atração do público infantil por animais e plantas. Desta forma, o livro une a curiosidade, o conhecimento e a ligação dos leitores infantis com sua realidade e interesses.

Marcos Bagno escreveu “O Tempo Escapou do Relógio e Outros Poemas” (R$ 35,50), livro que Marilda Castanha ilustrou magistralmente. São poemas direcionados a leitores mais amadurecidos. Por isso, têm maior extensão, metáforas mais complexas e profundidade de pensamento. Sua inspiração são cantigas de roda, parlendas e adivinhas e uma variedade de recursos poéticos que fazem da palavra — desenhada, sonora, lúdica — a matéria-prima do fazer poético. São poemas que investem em assuntos e situações desafiadores, como “Dia dos Pais”, em que o menino homenageia seus dois pais, Pedro e João. Ou “Algazarra” em que a base é a montagem/desmontagem de palavras, para iluminar com novos sentidos cada vocábulo: “Algazarra é um tipo de alga?”; “Poesia é que tipo de pó?”; “Amargar é sofrer por amar?”. Ou o poema-título em que o tempo ao fugir revoluciona o universo. Enfim, o jogo de palavras, a inovação e a provocação constituem o modo de apresentar a poesia para os leitores em formação.

Em “Estações da Poesia” (R$ 39,80), o poeta Luís Dill e as aquarelas de Rubens Matuck constroem pra os leitores infantis uma natureza poética entrevista nas quatro estações do ano. São poemas curtos, em três versos, de tradição japonesa e denominados haicais. O tratamento dado à natureza é delicado, metafórico, colorido e extremamente musical. Sem seguir à risca o molde dos poemas japoneses em relação ao tamanho dos versos, nem por isso os textos de Luís Dill perdem sua natureza de fotografias poéticas.

Telefone sem fio:
brisa que enche a luva
vira vento de chuva
………………..

Gato de rua
na poça d’água
bebe a lua

São fragmentos de realidade que encantam os olhos, a imaginação e o pensamento. É força da poesia infantil a conquistar novos leitores e a dar continuidade à tradição poética milenar. Do fio das palavras à iluminação da sensibilidade e da apropriação do mundo.

* Marta Morais da Costa é consultora de literatura da Editora Positivo, mestre e doutora em literatura brasileira pela USP. Professora aposentada da UFPR e da PUCPR. pesquisadora da cátedra de leitura Unesco-PUC-Rio. Membro da Academia Paranaense de Letras. Autora de “Mapa do Mundo” (2006), “Palcos e Jornais” (2009), “Sempreviva” (2009) e “Hoje Tem Espetáculo? Tem, sim, Senhor!” (2016) entre outros. 

Ex-jogador Reinaldo lança livro em Joinville

16 de março de 2017 0
Divulgação, Letramento

Divulgação, Letramento

Os fãs de futebol têm encontro marcado nesta sexta-feira, dia 17, na Livrarias Curitiba do Shopping Mueller, em Joinville. O rei e eterno ídolo do Galo Mineiro, José Reinaldo de Lima, estará na cidade para lançar o livro “Punho Cerrado, a História do Rei”, escrito pelo filho dele, Philipe Van R. Lima, com prefácio do jornalista Chico Pinheiro. A sessão de autógrafos começa às 19h30. A torcida do Atlético Mineiro na cidade, a Galoville, irá fazer a recepção do ídolo em Joinville.

Além de relatar e emocionar — tanto a quem viveu o que é narrado quanto aos que ouviram contar sobre o craque —, o livro, da Editora Letramento, é uma deliciosa viagem a um dos momentos mais extraordinários do Galo. Um time que tinha, além de Reinaldo, Cerezo, Marcelo Oliveira, Paulo Isidoro, Éder Aleixo, Luizinho e João Leite, entre tantos outros.

SERVIÇO

  • O QUÊ: lançamento do livro “Punho Cerrado, a História do Rei”, de Philipe Van R. Lima.
  • QUANDO: sexta-feira, dia 17, às 19h30.
  • ONDE: Livrarias Curitiba do Shopping Mueller (rua Senador Felipe Schmidt, esquina com a rua Pedro Lobo — Centro).
  • QUANTO: o acesso ao evento é de graça. O livro, que tem 308 páginas, custa R$ 49,90.

David Bowie em gravidade zero

15 de março de 2017 0
Gravidade Zero

Divulgação, Penalux

“Gravidade Zero” é o novo livro de poemas do escritor Alexandre Guarnieri, ganhador do Prêmio Jabuti em 2015. A nova obra, publicada pela Editora Penalux, é um tributo ao cantor consagrado David Bowie, que deu vida ao astronauta Major Tom nas canções “Space Oddity”, “Ashes to Ashes” e “Hallo Spaceboy”.

Segundo o escritor, o livro conta sobre um astronauta perdido que decide escrever poemas sobre o que pode testemunhar em sua viagem pelo espaço e o sentido da vida que deixou para trás na Terra.

— Minha inspiração veio das sessões de cinema de ficção científica e audições das músicas de Bowie, falecido há um ano, e de outros artistas — diz.

O poeta diz que o caso de Major Tom é extremo porque ele parte numa viagem espacial e não está certo quanto ao seu destino, sua missão. Ele conta que ficou tão imerso nas músicas de Bowie que, no final do livro, indica as músicas que mais o inspiraram na escrita dos poemas e na ambiência do tema.

— Sinto que “Gravidade Zero” é a conclusão de uma trilogia composta por “Casa de Máquinas” e “Corpo de Festim”. Da máquina ao homem. E de volta à máquina para lançar o homem o mais longe possível, para além de toda a familiaridade, sozinho — comenta.

“Gravidade Zero”, de Alexandre Guarnieri. Editora Penalux, 150 páginas, R$ 45,00.