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Posts na categoria "Biografias"

A vida e os desafios de Francisco

16 de abril de 2013 0

No dia 13 de março de 2013, às 19 horas, na Capela Sistina, o mundo inteiro parou para ver o início do 266º pontificado da história da Igreja Católica. O até então cardeal Jorge Mario Bergoglio, arcebispo de Buenos Aires, respeitou e acolheu a vontade pelos coirmãos e se tornou o papa Francisco.

Mas quem é esse papa? Quais são suas origens e história? Por que o nome Francisco? Quais serão seus desafios? Estas, entre outras questões, serão respondidas no livro "Papa Francisco – a Vida e os Desafios", escrito pelo italiano Saverio Gaeta, que traz a trajetória do papa desde sua infância, e uma síntese dos principais obstáculos que o aguardam.

Além de responder às diversas dúvidas dos fiéis, Saverio destaca em sua obra como foi a descoberta da vocação do novo papa. “Na manhã de 21 de setembro, tradicional dia da Festa do Aluno, decidira dar um salto na igreja, onde encontrou o padre Duarte, um sacerdote que nunca vira antes, mas que lhe transmitiu a sensação de uma grande espiritualidade. Confessou-se a ele, e naquele momento percebeu no coração o chamado a se tornar sacerdote”.

A obra é dividida em três partes. A primeira apresenta sua biografia, passando desde suas raízes até os primeiros passos de seu pontificado. Já a segunda traz uma síntese de seus pensamentos, suas ideias em dez palavras e o futuro da igreja e do mundo.

Por fim, a terceira parte aborda quais os desafios a serem enfrentados, como os escândalos à reforma da cúria e até mesmo a “coabitação” com o seu antecessor. O leitor ainda encontrará um apêndice, com um histórico de papas e antipapas da igreja, além da bibliografia utilizada pelo autor para compor o livro.

"Papa Francisco – a Vida e os Desafios", de Saverio Gaeta. Editora Paulus, 72 páginas, R$ 15,00.

Getúlio, um presidente de muitas faces

25 de maio de 2012 0

Antes dele, o Brasil era um país em estágio pré-industrial; em poucos anos, a era Vargas construiu uma indústria siderúrgica imensa, revolucionou a infraestrutura de transportes e energia, lançou as bases da indústria petrolífera e incorporou o proletariado na vida nacional. Houve, no entanto, um preço a pagar por isso, e os efeitos dessa dívida são sentidos até hoje.

Pela pouca clareza das suas convicções ideológicas e caráter reservado da sua vida pessoal, Getúlio Vargas, a figura dominante da política brasileira no século 20, vinha sendo considerado uma esfinge que ainda não encontrara o seu Édipo. Com este livro, isso mudou.

"Getúlio Vargas: a Esfinge dos Pampas", de Richard Bourne, pode ser considerada a biografia mais imparcial, bem escrita e profunda, tanto na análise política quanto na psicológica, do homem que governou o Brasil por mais tempo e mais o influenciou, para o bem e para o mal, o conceituado brasilianista inglês Richard Bourne decifrou o sorriso enigmático do presidente que chegou ao poder por meio de uma revolução, mas esmagou várias revoluções; que fortaleceu a classe trabalhadora, mas enfraqueceu a democracia; que lutou pelo bem–estar social, mas atentou contra liberdades individuais; industrializou o país e defendeu os direitos dos cidadãos, mas também dotou de poder quase ilimitado as Forças Armadas, assim criando, inadvertidamente, um monstro que acabou por devorá-lo em 1954, e ao Brasil, em 1964.

Sopesando a contribuição de Getúlio Vargas à nação brasileira, o professor Bourne conclui que o fiel da balança pende a favor desse gigante de 1,60 m de altura. “Fisicamente diminuto”, escreveu o jornal inglês "Manchester Guardian" sobre Getúlio, “a sua estatura moral o habilitou a governar um país tão grande quanto a Europa durante tantos anos. Suas reformas sociais e econômicas foram sem precedentes no Brasil. Até 1930, o Brasil tinha sido um país; Vargas transformou-o numa nação.”

"Getúlio Vargas: a Esfinge dos Pampas", de Richard Bourne, com tradução de Paulo Schmidt e Sonia Augusto. Geração Editorial, 320 páginas mais caderno de fotos com 24 páginas, R$ 39,90.

A vida de Lennon em quadrinhos

03 de abril de 2012 0

Santa Catarina e o Brasil estão em polvorosa com os shows que Paul McCartney fará por estas bandas. Ele fez parte da que é considerada uma das maiores bandas de rock de todos os tempos, junto com Ringo Starr, George Harrison e John Lennon. E é sobre este último a dica de leitura de hoje, com o livro em formato de história em quadrinhos "John Lennon - um Tiro na Porta de Casa", de Pol.

A vida de John Winston Lennon foi se fazendo "no caminho", como a de todo grande roqueiro. A infância e Adolescência foram curiosas bússolas que o orientaram, sem medos, nem preconceitos, pela vertiginosa estrada do sucesso. Porém, essa vertigem foi um sinal de como terminariam seus dias? Dificilmente se pode afirmar isso, mas o final violento não deixa de ser sugestivo.

Esta biografia revela, com absoluta fidelidade aos fatos, os segredos de uma personalidade singular e intensa, feita de puro talento, que tombou fatalmente ferida em um dia de 1980. Lennon, hoje, é uma lenda tão presente quanto os incontáveis sucessos de sua vida. Um mito que já era venerado muito antes de se ouvirem os tiros fatais.

"John Lennon - um Tiro na Porta de Casa", de Pol, com tradução de Sandra Martha Dolinsky. Coleção "Figuras do Rock em Quadrinhos", Vergara & Riba Editoras, 64 páginas, R$ 34,90.

O retrato de um tirano

07 de março de 2012 1

Em 1963, na rua São Bento, em São Paulo, o então jovem escritor Fernando Jorge encontrou um amigo - o também escritor e político Israel Dias Novaes, diretor do Banespa e do jornal "Correio Paulistano".

Os dois foram juntos a um café de esquina, onde Israel, conhecedor da predileção de Fernando por história, recomendou-lhe certo livro que lera recentemente. Tratava-se de uma biografia de Adolf Hitler, recém-publicada no Brasil, escrita por um autor alemão chamado Herman Zumerman (não Hermann Zummerman, na grafia alemã correta). O título dessa obra era "Hitler – Anatomia de uma Tirania".

Animado, Novaes elogiou o livro, por sua clareza de estilo e abrangência da pesquisa realizada, mas, sobretudo, pela tradução ímpar, creditada a certo Raul Rodrigues. Ao ouvir isso, Fernando Jorge caiu na gargalhada e, diante da perplexidade do amigo, soltou esta bomba: — Herman Zumerman sou eu!

O livro, na verdade, fora escrito em português pelo próprio Fernando e publicado sob pseudônimo, por imposição de seu editor, o judeu búlgaro Eli Behar. No meio editorial brasileiro de então, autores estrangeiros vendiam mais que os nacionais, de modo que Herman Zumerman, o crítico Alfred Belsen e o tradutor Raul Rodrigues haviam sido todos inventados por Behar, numa época sem internet, em que tais imposturas passavam facilmente por verdades.

Esta é a nova edição corrigida e atualizada — inclusive no subtítulo — de uma das primeiras biografias de Hitler escritas por autor brasileiro. Fernando Jorge a produziu, em 1962, enquanto o mundo acompanhava o julgamento de Adolf Eichmann, um dos principais carrascos nazistas, e a lançou em 1963, dez anos antes da primeira grande biografia alemã do Führer, de autoria do historiador Joachim Fest.

Desde o suicídio em 1945, num abrigo subterrâneo localizado sob as ruínas de Berlim, cuja destruição (e a de boa parte da Europa) ele mesmo havia causado, o ditador alemão Adolf Hitler tem sido um enigma do mal. Seu maquiavelismo político, sua delirante obsessão pela superioridade racial, seu ódio excessivo — e até hoje inexplicável — pelos judeus, tudo isso aliado a um desprezo pela vida humana nunca antes visto, fazem dele o homem mais abominável que já comandou uma superpotência. Após seduzir a nação alemã, ele causou a Segunda Guerra Mundial e promoveu o Holocausto, deixando um saldo de milhões de mortos e um legado sinistro aos populistas e demagogos das gerações seguintes.

Sem nada diminuir da monstruosidade de Hitler, a biografia tecida por Fernando Jorge procura preservar-lhe a dimensão humana, buscando nas deformidades do seu caráter a verdadeira origem da selvageria nazista. Entre outros fatos pouco conhecidos da vida dele, somos informados de que Adolf se apaixonou quando adolescente, mas não se atreveu a cortejar a amada devido à sua timidez excessiva, anormal e até inviril. O que era Hitler, afinal de contas? Um psicopata? Um homossexual enrustido? Um neurastênico? Um mero oportunista ou um crente sincero na doutrina antissemita? Ou ambas as coisas? Uma das causas do seu monumental complexo de inferioridade poderia ter sido uma deficiência física? Qual?

Reconstituindo a trajetória do menino pobre maltratado pelo pai e mimado pela mãe, do artista frustrado, do vagabundo ressentido e morador de rua em Viena, passando por sua carreira de soldado destemido na Primeira Guerra Mundial, depois pela de orador popular, político demagogo, líder do Partido Nazista, até se tornar chanceler e, por fim, chefe supremo do Estado alemão, perseguidor das minorias e flagelo de toda a Europa, Fernando Jorge mais uma vez oferece a beleza de sua prosa e a abrangência de sua erudição, tintas multicoloridas com que pintou este retrato fidedigno e irretocável da maior de todas as tiranias.

"Hitler: Retrato de uma Tirania", de Fernando Jorge. Geração Editorial, 328 páginas, preço não divulgado.

Michael Jackson, o menino que nunca quis crescer

05 de março de 2012 0

Michael Jackson fez o possível para que sua vida transcorresse como uma doce fantasia. No entanto, sua infância e juventude deram sinais de que o gênero que marcaria sua existência seria a tragédia. E assim foi.

Ele foi vítima de um fogo cruzado do qual participaram, especialmente, a figura ameaçadora do pai e seus próprios dilemas sobre sua identidade racial e sexual. Só se sentia feliz quando compunha os temas que o coroaram com o rei do pop.

Fora desses momentos - que resultaram em sucessos impressionantes -, mal suportava viver em um corpo cada vez mais anestesiado. O livro "Michael Jackson - um Thriller em Preto e Branco", de Diego Agrimbau e Horacio Lalia, é uma história em quadrinhos que relata, em um cenário de ficção, os fatos mais marcantes da vida do astro, com cuidadoso rigor documental, com passagens da vida de Michael, discografia e endereços eletrônicos relacionados ao artista.

A obra, ao contrário do que possa sugerir o subtítulo, é supercolorida e é um livro para descobrir o homem por trás da estrela, o menino que nunca quis crescer.

"Michael Jackson - um Thriller em Preto e Branco", de Diego Agrimbau, com ilustrações de Horacio Lalia. Editora Vergara & Riba (V&R), 64 páginas, R$ 34,90.

A história de Chica da Silva para o público teen

21 de fevereiro de 2012 0

O personagem João da Silva Oliveira tem muito em comum com uma das figuras mais populares do País. Proveniente de família humilde, ele, por ser pobre e negro, sofre muito preconceito dos demais colegas. Em "Chica da Silva", lançamento da Paulus, o leitor vai descobrir as semelhanças entre os dois e conhecer, de forma leve e divertida, um pouco mais da história dessa grandiosa brasileira.

Escrita por João Pedro Roriz, a obra tem uma proposta diferente: contar a história da ex-escrava por meio de uma situação paralela. “Lembrei dos meninos que conheci em comunidades carentes nos trabalhos voluntários que eu realizava. Pensei em fazer uma correlação entre os problemas vividos por Chica da Silva e as crianças humildes e marginalizadas do dia de hoje”, explica o autor.

O livro, narrado em primeira pessoa, conta a história de João, órfão de pai, criado pela mãe e pela avó, que vivia matando aula na escola para fazer o que mais gostava: jogar futebol. Porém, ele não levava o menor jeito com a bola, e seu desempenho, assim como a sua cor de pele, rendia piadinhas dos colegas da escola, fato que o deixava muito incomodado.

“Vó, eu estou muito triste – eu disse quase chorando. — Os meus amigos me ofendem por causa da cor da minha pele. Se eu tivesse uma tonelada de dinheiro, eles me respeitariam mais!”, relata o personagem durante trecho do livro.

A partir daí, o enredo ganha um clima envolvente pelo diálogo entre o menino e sua avó, que tenta confortá-lo motivando-o a acreditar em si mesmo e a superar sua insegurança. Para isso, ela usa como exemplo a vida de Chica da Silva, escrava que sofria preconceito por ter conseguido alcançar um bom lugar na sociedade.

“O povo inventava histórias para justificar a ascensão de Chica da Silva. Afinal, a negra fora filha de uma africana e conquistara o posto mais cobiçado entre as mulheres brancas do Tejuco: ser companheira de um rico contratador de diamantes. Chamaram-na de prostituta e feiticeira, mas o mais provável é que João Fernandes a amasse”, narra a avó ao neto.

O texto conta detalhadamente cada passo da brasileira e retrata o cenário político e econômico da época, além de destacar como viviam os escravos e a situação das mulheres negras naquele tempo. Com essa proposta, o leitor vai conhecer a instigante trajetória de Chica da Silva e saber como a sua história ajudou João a dar um grande passo rumo ao seu sonho de ser jogador de futebol.

Da coleção "Mistura Brasileira", o livro "Chica da Silva" também conta com belíssimas ilustrações que traduzem fielmente cada passagem. Ao final do livro, há um rico glossário para os mais novos poderem compreender algumas palavras e expressões, como "concubina", que quer dizer companheira, parceira ou amante.

"Chica da Silva", de João Pedro Roriz, com ilustrações de Carol Roscito. Coleção "Mistura Brasileira", Editora Paulus, 40 páginas, R$ 25,00.

O "x" da questão de Eike Batista

13 de fevereiro de 2012 0

O oitavo homem mais rico do mundo, de acordo com o ranking anual divulgado pela revista americana "Forbes", prova que suas qualidades vão além das fronteiras do mundo dos negócios. Ao lançar "O X da Questão", Eike Batista narra sua trajetória de sucesso e dá uma aula de empreendedorismo.

Entre os atrativos da obra está a rara oportunidade de obter conselhos profissionais de quem realmente entende do assunto. Ter uma “consultoria” de Eike Batista agora é um luxo acessível para os milhares de admiradores deste que é considerado um dos homens mais bem-sucedidos ao redor do globo.

O “X” presente no nome de cada uma de suas empresas é símbolo da multiplicação de riqueza, ousadia, criatividade e capacidade de execução. Da venda de seguros de porta em porta na Alemanha, da mochila nas costas atrás do sonho dourado nos garimpos da Amazônia ao êxito das aberturas de capital em série, tudo em Eike é superlativo, único e surpreendente.

Em "O X da Questão", o maior empreendedor brasileiro narra com sinceridade ímpar suas aventuras de desbravador, desde os maiores sucessos até as experiências que não deram certo e os erros cometidos no curso de projetos vitoriosos. Há lugar também para o que ele qualifica como estresses que o fizeram crescer, a começar pela asma na infância.

Eike Batista expõe ainda o arsenal teórico que está na origem de tantos negócios bem-sucedidos e que é hoje uma cartilha no Grupo EBX: a Visão 360 graus, bússola que norteia as ações do grupo e permite que cada empresa seja uma peça num grande mosaico integrado. O livro abre as portas para quem deseja conhecer em detalhes a saga empresarial do homem que ajudou a colocar o Brasil no mapa-múndi dos negócios e que entende que o lucro se mede em números, mas que o valor de uma empresa se reflete no bem-estar da comunidade em que atua.

O livro "O X da Questão" (GMT, 160 páginas, R$ 29,90) e sua versão em e-book (Sextante/Primeira Pessoa, R$ 19,90) podem ser comprados nas lojas físicas das Livrarias Catarinense e Curitiba em Santa Catarina e no site www.livrariascatarinense.com.br.

Três anjos mulatos brasileiros

08 de fevereiro de 2012 0

A genialidade de três dos maiores artistas brasileiros de todos os tempos – Aleijadinho, Mestre Valentim e padre José Maurício - foi o mote de inspiração para o artista contemporâneo Rui de Oliveira, que reuniu biografias de cada um destes mestres absolutos em "Três Anjos Mulatos do Brasil", que acaba de ser lançado pela Editora FTD.

Após um minucioso trabalho de pesquisa e apuração, Rui retrata, por meio de palavras e riquíssimas ilustrações, a trajetória de dois artistas plásticos e um músico que possuíam algo em comum - o fato de serem mulatos. Os três “anjos” brilharam em uma época em que o País ainda era uma colônia inexpressiva no ponto de vista cultural e buscava afirmação como nação.

Para as ilustrações – que são um espetáculo à parte - o autor pensou em cada detalhe. Realizou diversos estudos como o de mãos, para ilustrar Valentim, e de reza, para retratar a nora de Aleijadinho empunhando um terço. Rui ainda pesquisou pinturas com músicos como Wolfgang Amadeus Mozart para reconstruir cenários; mobílias características do barroco e desenhos de negros do período colonial. Ao final da obra, o autor comenta algumas técnicas usadas em determinadas páginas.

Padre José Maurício foi o mais importante músico do período colonial. Garoto prodígio, na infância, tocava cravo sem jamais ter estudado o instrumento. Compôs mais de quatrocentas músicas, algumas consideradas obras-primas, entre peças sinfônicas, aberturas, óperas, hinos e outros gêneros musicais.

Mestre Valentim foi também um dos maiores artistas do século 18. Com sua obra marcada pela escultura, entalhe, cinzelagem, ourivesaria, paisagismo, arquitetura, urbanismo e desenho, Valentim fez uso de temas exuberantes da fauna e da flora brasileiras.

O maior escultor do barroco brasileiro, Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, compõe o grupo dos três mulatos de Rui. Também arquiteto e entalhador, apesar da doença que comprometeu principalmente suas extremidades, deixou uma obra de extraordinária riqueza.

Por meio destes três personagens, Rui apresenta mais do que um livro de biografias, uma verdadeira obra de arte.

"Três Anjos Mulatos do Brasil", texto e ilustrações de Rui de Oliveira. Editora FTD, 56 páginas, R$ 39,70.

Rihanna, uma vida de sucesso

02 de fevereiro de 2012 1

Considerada uma das cantoras mais bem-sucedidas da atualidade, Robyn Rihanna Fenty, natural de Barbados, acaba de ganhar a primeira biografia em português. Lançado pela Matrix Editora, o livro “Rihanna – uma Vida de Sucesso”, de Sarah Oliver, conta a história da cantora, abordando desde a infância e início da carreira até os momentos menos conhecidos, como a difícil relação com o pai, as brigas em casa, as aventuras com os amigos e todos os altos e baixos da vida pessoal e profissional.

Rihanna sempre sonhou que um dia conseguiria ser uma cantora famosa em todo o mundo. Mas nunca imaginou que esse sonho se tornaria realidade tão cedo. Com apenas 16 anos, ela foi a cantora mais jovem a assinar um contrato com a gravadora Def Jam, depois de ter enviado a sua gravação demo para Jay-Z, presidente da companhia na época. Seu single de estreia, “Pon de Replay”, conquistou a 2ª posição nas paradas musicais dos Estados Unidos e do Reino Unido.

Depois disso, a jovem, que cantava desde os três anos de idade usando uma escova de cabelo como microfone, não parou mais de ficar nos topos das paradas mundiais. Rihanna voltou para o estúdio para gravar um novo álbum com o renomado produtor Ne-Yo. O resultado foi "A Girl Like me", disco de platina nos mercados americano e britânico, e um single – “S.O.S.” – que bateu todos os recordes de vendas até então. A turnê que se seguiu e outros três discos de platina confirmaram a posição de Rihanna como uma das artistas mais badaladas e bem-sucedidas do planeta.

A obra também aborda curiosidades sobre a vida de Rihanna, como os apelidos que ela tinha na infância (alguns mantidos até hoje), as travessuras que ela fazia para usar a maquiagem da mãe escondida e como conseguia ganhar dinheiro vendendo doces e acessórios para as colegas da escola.

“Rihanna – uma Vida de Sucesso”, de Sarah Oliver. Matrix Editora, 258 páginas, R$ 39,90.

Adele está na Curitiba

19 de janeiro de 2012 0

Os fãs da cantora britânica Adele já podem comprar a biografia da cantora, consagrada como a maior vendedora de música no planeta em 2011. "Adele" (Leya Editora, 212 páginas, R$ 29,90), escrita por Chas Newkey-Burden, descreve a história da jovem de apenas 23 anos que em quatro anos arrematou dois prêmios Grammy.

Ícone musical, dona de uma voz marcante e irretocável, Adele lançou dois álbuns de soul, mantém sua vida privada longe de escândalos e goza da fama de ser boa moça. Chas Newkey-Burden narra a história de Adele com a propriedade de quem é autora de biografias de estrelas como Michael Jackson, Justin Bieber e Stephanie Meyer.

A biografia "Adele", em pré-venda para o dia 27 de fevereiro, pode ser comprada pelo site www.livrariascuritiba.com.br.

"Adele", de Chas Newkey-Burden. Editora Leya, 212 páginas, R$ 29,90.