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Posts na categoria "Contos"

Viagem pelo mundo das águas encantadas

03 de maio de 2017 0
Divulgação, Gaia

Divulgação, Gaia

Vamos viajar? No livro “Águas Encantadas”, a autora e ilustradora Maté nos conta três lendas de terras muito longínquas. As águas, doces ou salgadas, escondem criaturas maravilhosas: uma menina-sereia, uma ilha-crocodilo e um dragão chinês.

A primeira história, ambientada no Ártico, é sobre Sedna, a menina-sereia do povo inuit, criadora de todos os seres marinhos. A segunda, uma lenda tradicional do Timor Leste, conta como a amizade pura e destemida entre um garoto e um crocodilo é recompensada. Na terceira narrativa, vinda da China, um menino-dragão salva seu povo da seca e de um imperador tirano.

Nesse livro, o leitor mergulha nessas águas, que o esperam ao fio das palavras, e nas imagens que vão simplesmente brotando do papel. Maté, além de narrar essas histórias maravilhosas, também nos presenteia com ilustrações coloridas e únicas, que aguçam a percepção visual dos pequenos leitores.

“Águas Encantadas”, texto e ilustrações de Maté. Editora Gaia, 40 páginas, R$ 42,00.

O Guardião da Floresta e Outras Histórias que Você já Conhece

22 de fevereiro de 2017 0
Divulgação, Brinque-Book

Divulgação, Brinque-Book

O Blog do Aldo sugere para hoje um livro que traz várias histórias que você já conhece… mas será que é assim mesmo que você se lembrava?

No belo livro “O Guardião da Floresta e Outras Histórias que Você já Conhece”, de  Heloisa Prieto, a autora e a ilustradora Laurabeatriz propõem novas leituras de contos clássicos como “Chapeuzinho Vermelho, “Os Três Porquinhos” e o “Gato de Botas”, entre outros. Leitores jovens, ou nem tanto, irão se surpreender com as versões aqui apresentadas, que mantêm o espírito das histórias tradicionais ao mesmo tempo em que atualizam seus contextos.

Na  sala de aula, estes contos permitem trabalhar temas como clássico recontado, imaginação e humor. Junto aos alunos, a sugestão é o professora (ou a professora) se ater ao título do livro. Que histórias são essas que os alunos “já conhecem”? Eles conseguem identificar as diferenças entre as versões tradicionais dos contos e aquelas apresentadas no livro? O que pensam sobre as alterações feitas pela autora? Conhecem também outras versões das mesmas histórias?

“O Guardião da Floresta e Outras Histórias que Você já Conhece”, de  Heloisa Prieto, com ilustrações de Laurabeatriz. Editora Brinque-Book, 72 páginas, R$ 39,90.

Contos africanos de Mandela para as crianças

25 de janeiro de 2017 0
Divulgação, Martins Fontes

Divulgação, Martins Fontes

Todos conhecem Nelson Mandela pela sua luta contra a segregação racial na África do Sul. Em 1962, ele chegou a ser preso por viajar ilegalmente ao exterior e incentivar greves. Mandela foi solto somente em 1990 e três anos depois dividiu o Prêmio Nobel da Paz com o presidente Frederik de Klerk, que foi um dos responsáveis pela libertação de Mandela. Talvez o que poucos conheçam é o lado literário do líder sul-africano, mostrado no livro “Meus Contos Africanos”.

Do berço da humanidade surge o caleidoscópio de um livro que retrata a África em sua miríade de facetas e cores: o brilho ofuscante do quente sol africano, o tom azul das montanhas no horizonte, o repouso misericordioso oferecido pela água e pela mata, os estratagemas e a malícia das criaturas, tanto animais como humanas, que povoam esse vasto continente selvagem, e sua generosidade humana, seus grandes corações e seu riso sempre presente.

No livro, são encontrados contos tão antigos quanto a África, contados ao redor de fogueiras no final do dia desde tempos imemoráveis, contos herdados dos povos san e khoi, originalmente caçadores e criadores de animais pioneiros, deixados à imaginação daqueles que vieram do mar em grandes embarcações de velas ondeantes. A obra traz ainda ricas ilustrações que complementam cada um dos contos.

“Meus Contos Africanos”, de Nelson Mandela. Editora Martins Fontes, 156 páginas, R$ 65,00.

Contos do sertão das Arábias

10 de janeiro de 2017 0
Divulgação, Escarlate

Divulgação, Escarlate

Revisitando contos das “Mil e uma Noites”, o autor e ilustrador Fábio Sombra cria, no livro “Sertão das Arábias”, uma obra original e inusitada, na qual personagens tipicamente brasileiros revivem, à sua maneira e com muito humor, algumas das histórias narradas por Sherazade.

Divirta-se com as sete viagens do vaqueiro Sibá Romão, encante-se com o menino Raimundim e sua lamparina velha e conheça um gari chamado Vavá, que, sem querer, descobre um tesouro imenso guardado por um bando de cangaceiros.

O autor compõe sua obra num gênero literário conhecido como cordel ou literatura de cordel. Para os professores, a sugestão é, junto aos alunos, estudar as características e origens deste gênero. O autor usa o cordel para criar novas histórias baseado nos contos das “Mil e uma noites”: debata com os alunos o que esses dois elementos podem ter em comum, como a origem na tradição oral e se são essas semelhanças que permitem que eles se combinem com eficiência para criar uma nova obra.

“Sertão das Arábias”, texto e ilustrações de Fábio Sombra. Editora Escarlate, 120 páginas, R$29,00.

Somos todos bichos metropolitanos

05 de dezembro de 2016 0
Divulgação, Penalux

Divulgação, Penalux

Mostrar ao leitor o “bicho” que cada ser humano carrega dentro de si. Essa é a intenção do escritor Anchieta Mendes com o seu livro “Bicho Metropolitano”. A obra traz para literatura o cotidiano das pessoas mostrando o lado animal do ser humano de uma forma coloquial, de ângulos irônicos e, ao mesmo tempo, cômicos.

Ao todo, a obra reúne quatorze contos com narrativas simples. Segundo o autor, uma boa história não precisa ser apresentada por meio de vários caminhos tortuosos. “Por exemplo, o simples caminhar mostra como as pernas e os braços fazem parte do equilíbrio, e a cabeça focada no alvo, ou seja, a história”, comenta.

O conto que empresta o nome ao livro fala sobre um rapaz que há 18 anos hibernou e nunca mais saiu de casa com medo da vida e dos outros. A sua vida se resume ao quarto na companhia de duas tias, uma cega e outra surda e muda. Ele surpreende a todos quando resolve namorar sem sair de casa.

Entre os outros, o leitor encontrará histórias como “Uma visão”, que apresenta as vidas de três irmãs que têm como único elo um gato. De maneira cômica e ao mesmo tempo trágica, o “Velório doutro mundo” traz uma enfermeira que trabalha para uma funerária e precisa resgatar o corpo de um dos pacientes morto que foi levado pelas águas da chuva durante um dilúvio angustiante.

O “Amor em três dimensões” mostra a vida solitária de uma mãe/avó que recebe a visita do filho e da neta num quarto entregue à velhice. Já em “O zumbi”, a narrativa reflete como as aparências enganam, principalmente diante de um crime coletivo sem medidas.

Anchieta comenta que a intenção da obra era retratar a realidade do homem de maneira cômica e também irônica. “Quis revelar um pouco do que vivemos: os encontros e desencontros da vida, as mentiras, os erros que cometemos, os pecados aflorados e os medos do mundo”, finaliza.

“Bicho Metropolitano”, de Anchieta Mendes. Editora Penalux, 142 páginas, R$ 34,00.

Editora Positivo lança trilogia no centenário do escritor Murilo Rubião

29 de novembro de 2016 0
Divulgação, Positivo

Divulgação, Positivo

O centenário de nascimento do escritor mineiro Murilo Rubião − um dos principais representantes da literatura fantástica no Brasil − inspira o lançamento de uma trilogia ilustrada pela Editora Positivo. Os contos “Bárbara”, “O Edifício” e “Teleco, o Coelhinho” saem em edições especiais e com a participação de grandes ilustradores brasileiros, cujos trabalhos interagem com o texto.

Entre os diferenciais das publicações está justamente o formato, no qual, dentro de uma conceituação atual, ilustração e projeto gráfico contribuem para ampliar ainda mais o peso da obra. Dessa forma, a editora pretende aproximar as novas gerações da escrita de Rubião e estimular o interesse não só por este autor, mas também pelo gênero ficção fantástica, que costuma ter uma ótima aceitação entre o público jovem e adolescente.

O projeto partiu do mineiro Nelson Cruz. Um dos mais reconhecidos ilustradores do País, Cruz detém, entre outras premiações, a da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ), a da Câmara Brasileira do Livro (Jabuti),  a da Biblioteca Nacional (Prêmio Glória Pondé), e a do Centre International d’Études en Littérature de Jeunesse (Cielj), da França (Octogones). Foi ele quem sugeriu a publicação de três livros ilustrados e também a participação dos outros artistas: a mineira Marilda Castanha e o paulista Odilon Moraes.

Os três tiveram a liberdade de escolher o conto conforme identificação pessoal, conteúdo que foi devidamente aprovado pela Editora Positivo, que avaliou a adequação de leitura das obras e também as recomendou para uso no ensino fundamental.  Vendidos separadamente ao preço de R$ 39,80, os livros destacam-se, ainda, pelo acabamento em costura e pela riqueza das ilustrações em técnicas que passam pelo trabalho manual com nanquim, giz, aquarela, tinta acrílica, gesso, entre outros.

Rubião, o precursor da literatura fantástica no Brasil

Divulgação, Positivo

Divulgação, Positivo

Como explica o escritor Nelson de Oliveira, que prefacia o livro “O Edifício”, “no Brasil, grandes autores fizeram ficção fantástica, mas esporadicamente. Pouquíssimos foram os que se dedicaram exclusivamente a esse gênero. Murilo Rubião foi um deles. Não só isso. Foi um dos maiores. Um precursor. Sua obra ficcional − apenas trinta e três contos curtos − iluminou o caminho para a sua geração e as seguintes.”

Nascido em Minas Gerais em 1916, Murilo Rubião formou-se em Direito e exerceu diversas atividades. Começou a carreira literária escrevendo poemas, mas logo acabou enveredando para o gênero que o consagrou: o conto fantástico. Mágico das palavras, o autor retira de sua cartola um cotidiano revestido de simbologia apetitosa. Personagens podem surgir e desaparecer sem maiores explicações. Situações aparentemente absurdas são moldadas por uma linguagem que harmoniza o natural com o sobrenatural. Nesse contexto, valores da sociedade são colocados frequentemente à prova.

O escritor Mário de Andrade afirmou, em 1943, que Rubião “possui o mesmo dom de um Kafka. A gente não se preocupa mais, é preso pelo conto, vai lendo e aceitando o irreal como se fosse real, sem nenhuma reação mais”. Apesar do reconhecimento de sua obra (ainda em vida) por boa parte do meio literário, o autor nunca se mostrou satisfeito com o resultado de sua escrita. Em entrevistas, revelou que essa insatisfação o levava à reescrita constante dos contos, lapidando a linguagem até a exaustão, em busca de uma prosa límpida.

Seu primeiro livro, “O Ex-mágico”, foi publicado em 1947. Depois, vieram “A Estrela Vermelha” (1953), “Os Dragões e Outros Contos” (1965), “O Pirotécnico Zacarias e o Convidado” (1974), “A Casa do Girassol Vermelho” (1978) e “O Homem de Boné Cinzento e Outras Histórias” (1990). Teve parte da obra traduzida para outros idiomas. Após a sua morte, em 1991, diversas antologias de contos seus foram publicadas no País.

Os livros

Divulgação, Positivo

Divulgação, Positivo

“O Edifício” – trabalho que remete ao mito de Sísifo, é uma alegoria à condição humana e um conto extremamente angustiante no qual a vida parece suspensa. Segundo o escritor Nelson de Oliveira, que responde pelo prefácio da obra, a narrativa transparente, sem exageros retóricos, mostra que, para o autor, o enredo é tão importante quanto a linguagem. Ilustrado por Nelson Cruz em tinta acrílica e caneta nanquim, tem 48 páginas.

“Bárbara” – uma obra que relata, por meio do fantástico, a soberba e o vazio. É a história de uma mulher que não se sacia e tem desejos sem fim, e de seu companheiro que, com um amor descomunal, não se limita a satisfazer as vontades da esposa. Na visão de Mariana Ianelli, que prefacia o livro, também pode ser considerado “uma história de sombras ou A fábula de um amor louco”. Ilustrado por Marilda Castanha, em técnica mista, tem 48 páginas.

“Teleco, o Coelhinho” – este conto fala das questões da existência humana e da metamorfose, no sentido de tentativa de adaptação do mundo. Como explica Nilma Lacerda, que apresenta o livro, a obra mostra “as transformações contínuas de humor, de um corpo que em certas ocasiões parece não caber no eu que o abriga”. Com ilustrações de Odilon Moraes, em lápis, nanquim e Ecoline, tem 48 páginas.

A realidade do sertão em forma de contos

08 de novembro de 2016 0
Divulgação, Penalux

Divulgação, Penalux

Composto por treze narrativas curtas ambientadas no semiárido baiano, o romancista Carlos Barbosa lança seu primeiro livro de contos intitulado “O Chão que em mim se Move”. Editado pela Penalux, a obra aborda temas comuns à realidade do sertão como seca, migração, disputas familiares e políticas, violência e miséria.

Os contos foram escritos ao longo de doze anos, entre 2000 e 2012. Alguns são narrados em primeira pessoa, como “Era uma Vez o Bendiá”, que mostra memórias de infância de um narrador não identificado. Todas as histórias apresentam forte interação entre os desdobramentos do cenário e as situações vivenciadas pelas pessoas que moram no sertão.

Com esse livro, Carlos quer levar aos leitores sensações de emoção, alumbramento, revelação, inquietação e dor. “O livro deve ser um mar revolto para quem o ler. Só assim faz sentido sua existência”, explica.

Para os editores Tonho França e Wilson Gorj, o livro de contos do autor baiano traz um conjunto de narrativas que se mostram coesas tanto no teor quanto na qualidade.  “Carlos Barbosa é um escritor que tem pleno domínio do seu ofício. Em sua escrita, ele alinha com maestria, simplicidade e profundidade”.

“O Chão que em mim se Move”, de Carlos Barbosa. Editora Penalux, 128 páginas, R$ 34,00.

O Coco que Guardava a Noite

15 de julho de 2016 0
O coco que guardava a noite

Divulgação, Mundo Mirim

Para encerrar a semana, o blog indica um livro para ser lido, principalmente, de quem gosta de uma boa lenda.

“O Coco que Guardava a Noite”, de Eliane Potiguara, conta que no princípio do mundo não havia noite nem lua. Boiuna, a Grande Serpente, põe o índio Aruanã à prova e entrega a ele o coco que guarda a noite. Será que ele vai obedecer às ordens da serpente e não abrir o fruto antes da hora? Por que a noite ficava confinada dentro de um coco?

Nesse reconto originário de uma lenda carajá, os personagens precisam enfrentar o mistério da descoberta da noite, e, para isso, seguem um caminho mágico, de realidades e fantasias dessa cultura indígena.

Os mitos sempre nos ajudaram a entender dimensões profundas da existência humana, tanto pessoal quanto coletiva. Este mito, com versões diversas – mas que neste livro se fundamenta basicamente a um reconto da etnia carajá – vai tratar de uma ideia fundante para explicar a separação do mundo em dois períodos: dia e noite.

“O Coco que Guardava a Noite”, de Eliane Potiguara, com ilustrações de Suryara Bernardi. Editora Mundo Mirim, 32 páginas, R$ 29,90.

Dani Garcia vai lançar novo livro infantil

12 de julho de 2016 0
Divulgação

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Dani Garcia, jornalista e escritora de literatura infantil de Balneário Piçarras, prepara o lançamento do seu quinto livro infantil: “Os Contos de Fada Envelhecem?”.  O livro tem 20 páginas, projeto gráfico do jornalista Luiz Garcia e ilustrações do jovem Fábio Henschel Sabel, de apenas 15 anos, aluno da EEB Alexandre Guilherme Figueredo. O lançamento dos livros acontecerá em agosto em todas as escolas municipais de Balneário Piçarras, com os livros sendo distribuídos gratuitamente aos alunos dos segundos anos. Na próxima semana, o livro também começará a ser vendido nas principais livrarias e papelarias de Penha e Balneário Piçarras.

A primeira apresentação do livro às crianças já tem local definido: o Centro Educacional de Ensino Fundamental – Cief, onde o ilustrador foi revelado. Fabio venceu diversos concursos literários e de desenho, e numa das visitas à escola a escritora Dani Garcia decidiu convidá-lo para ilustrar seu novo livro. “Escolhi o Cief para lançar o livro porque o ilustrador estudou lá todo o ensino fundamental e onde pôde desenvolver seu talento artístico. A ideia é que a história de Fabio inspire outros alunos a também acreditarem em seus talentos e que as escolas possam ser celeiros de jovens destaques na literatura, seja escrevendo ou ilustrando livros”, afirmou a escritora.

Ela lembra que há cinco anos aposta no talento dos jovens para divulgar seus livros. “Todos os meus livros foram ilustrados por jovens das escolas locais”. Um deles, Guilherme Roemers, de 16 anos, já ilustrou três livros da escritora e já foi chamado para ilustrar outros dois livros de escritores infantojuvenis da cidade, além de um encarte de CD de música. “Depois do empurrão, a ideia é que possam ganhar voo”, completa Dani Garcia.

O livro

Com desenhos cativantes e um enredo simples em forma de poesia, o livro conta a história de personagens de contos de fada que envelheceram. “Você já imaginou o Lobo Mau comendo papinha de mingau? E a Branca de Neve de cadeira de rodas, bem velhinha? Será mesmo que os personagens de contos de fada podem envelhecer? Será que as crianças do futuro vão gostar de ler historinhas infantis, mesmo com os personagens já tão velhinhos? No livro, o pequeno leitor vai saber como a Dona Coruja ajudou os contos de fada da floresta a manterem a mente jovem, apesar do corpo já velho, e como as crianças podem continuar lendo muito e tornando os contos de fada eternos”, destacou a escritora.

Para a produção de mil exemplares do livro, Dani Garcia contou com o financiamento do Edital Ivone Pires de Apoio à Cultura 2016, por meio da Fundação Municipal de Cultura de Balneário Piçarras. Como contrapartida, a escritora vai destinar 700 livros para distribuição gratuita nas escolas do município. Os demais livros serão vendidos pela autora nas livrarias, papelarias da região e em eventos literários ao preço de R$ 15,00. A autora também visita as escolas da região e o contato é pelo e-mail danig30@gmail.com.

O Soldado que Assustou a Morte

06 de julho de 2016 0
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A sugestão de hoje é para aquela galerinha a partir dos nove a dez anos de idade. Não que isso seja regra, afinal, ler é bom em qualquer tempo. O livro “O Soldado que Assustou a Morte” é composto de duas partes.

Na primeira, o violeiro e pesquisador da cultura popular brasileira Fábio Sombra, autor da obra, se baseia em um conto de fadas russo para narrar a história de um homem que consegue enganar a morte, porém seus atos provocam efeito contrário ao que esperava. Narradas na forma de literatura de cordel, as estrofes são compostas por sextilhas, e cada verso possui métrica de sete sílabas.

Na segunda parte do livro, a história é reescrita em forma de teatro e mantém as rimas e a característica do cordel. É um livro “dois em um”, perfeito para ensinarbrincando — literatura popular às crianças. Como eixos temáticos, pais e professores podem explorar assuntos como folclore, cultura popular, literatura de cordel, justiça, teatro, lendas.

“O Soldado que Assustou a Morte”, de Fábio Sombra. Editora Mundo Mirim, 48 páginas, R$ 29,90.