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Posts na categoria "fantasia"

Você tem medo de bruxas?

26 de outubro de 2017 0
Divulgação

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Como muita gente sabe, no dia 31 de outubro, nos Estados Unidos, é comemorado o Halloween, ou o Dia das Bruxas. É um evento tipicamente americano, mas que não está mais restrito ao território do Tio Sam, sendo realizados eventos semelhantes em vários países, inclusive no Brasil. Alguns dirão que é o “imperialismo americano” dominando. De qualquer forma, se existem pessoas que gostam, quem é que pode julgar?

Para essa turma que gosta de sair por aí usando nariz de bruxa e um chapéu pontudo e perguntando “trick or treating?” (no Brasil, adaptado como “doces ou travessuras?”, uma dica legal para a criançada é o livro “Bruxa, Bruxa, Venha à Minha Festa”, de Arden Druce.

A obra conta que uma garota pede que toda sorte de seres assustadores compareça à sua festa. E lá vão: bruxa, gato, espantalho, coruja, árvore, duende, dragão, pirata, tubarão, cobra, unicórnio, fantasma, babuíno, lobo e, epa!, Chapeuzinho Vermelho? Uma história de medo que mostra como a imaginação das crianças as faz capazes de se deliciar com a ideia do medo.

“Bruxa, Bruxa, Venha à Minha Festa”, de Arden Druce, com ilustrações de Pat Ludlow e tradução de Gilda de Aquino. Editora Brinque-Book, 36 páginas, R$ 41,30.

 

 

Prepare-se para prender a respiração em "Sombras e Assombros"

24 de outubro de 2017 0
Divulgação, FTD

Divulgação, FTD

Como diz Rosana Rios, escritora de livro para crianças e jovens no texto de apresentação, “não há fascínio maior, para quem a aprecia a leitura, que ser apanhado de surpresa”. E é isso que acontece no livro “Sombras e Assombros”, de Lia Neiva.

A obra apresenta personagens e situações em que o mistério está presente e que não se enquadram no que se convencionou chamar de realidade. São seis contos em que eventos fantásticos emergem do cotidiano.

Enrede-se nesse estranho universo recheado de objetos singulares, destinos inusitados e seres estranhos.

“Sombras e Assombros”, de Lia Neiva. Editora FTD, 128 páginas, R$ 50,00.

Trilogia de Murilo Rubião tem dois livros indicados para o Prêmio Jabuti 2017

09 de outubro de 2017 0

 

Duas obras da trilogia de contos do escritor Murilo Rubião – um dos principais representantes da literatura fantástica no Brasil – estão entre as selecionadas para concorrer ao Prêmio Jabuti 2017. O livro “O Edifício” está concorrendo na categoria ilustração de livro infantil ou juvenil, com o trabalho do ilustrador Nelson Cruz. Nessa mesma categoria, o ilustrador Odilon Menezes concorre com a obra “Teleco, o Coelhinho”. Os dois livros fazem parte da trilogia lançada pela Editora Positivo em 2016, para comemorar o centenário de nascimento de Murilo Rubião. As capas dos livros estão na galeria acima. Para vê-las em tamanho maior, é só clicar nelas.

Os contos “Bárbara”, “O Edifício” e “Teleco, o Coelhinho” foram lançados em edições especiais e com a participação de grandes ilustradores brasileiros – entre eles Nelson Cruz e Odilon Menezes – cujos trabalhos interagem com o texto. Entre os diferenciais das publicações está justamente o formato, com ilustração e projeto gráfico que contribuem para ampliar ainda mais o peso da obra e aproximar as novas gerações do trabalho de Rubião e do gênero ficção fantástica.

Sobre os livros

“O Edifício”– trabalho que remete ao mito de Sísifo, é uma alegoria à condição humana e um conto extremamente angustiante no qual a vida parece suspensa. Segundo o escritor Nelson de Oliveira, que responde pelo prefácio da obra, a narrativa transparente, sem exageros retóricos, mostra que, para o autor, o enredo é tão importante quanto a linguagem. Ilustrado por Nelson Cruz em tinta acrílica e caneta nanquim, tem 48 páginas e custa R$ 41,90.

“Teleco, o Coelhinho” – este conto fala das questões da existência humana e da metamorfose, no sentido de tentativa de adaptação do mundo. Como explica Nilma Lacerda, que apresenta o livro, a obra mostra “as transformações contínuas de humor, de um corpo que em certas ocasiões parece não caber no eu que o abriga”. Com ilustrações de Odilon Moraes, em lápis, nanquim e Ecoline, tem 48 páginas e custa R$ 41,90.

Os Mafagafos ensinam que música e diversão são coisas sérias

22 de setembro de 2017 0

Mafagafa

Mafagafo

Olá, galerinha. Todo mundo está acostumado a ver dicas de leitura no blog, certo? Pois hoje vou fazer um pouco diferente e vou sugerir um CD com músicas para a criançada. Digo “um pouco diferente” porque só muda o formato, mas o conteúdo e o objetivo são os mesmos: histórias cantadas para a turminha se divertir e aprender, claro.

Estou falando do álbum “Mafagafolândia”. Trata-se de um projeto destinado a crianças de zero a quatro anos, composto de dez faixas. As gravações ocorreram nos estúdios Machine e S de Samba, a produção musical e os arranjos ficaram por conta de Pedro Caldas, a produção executiva foi comandada por Lia Vicente e Simone Rodrigues e a mixagem e a masterização foram feitas por Antonio Arruda.

O projeto que teve início em 2011 é feito em família e com muito amor. À frente está o casal Lia Vicente e Pedro Caldas. “Quando engravidamos do Francisco, nosso primeiro filho, decidimos oferecer a ele uma experiência musical rica, com experimentações em casa, além de ritmos e texturas sonoras que estimulassem seu interesse pelo assunto. Foi assim que começamos a interpretar canções de domínio público e compor algumas próprias também0″, explica Lia.  “Depois de quatro anos, tivemos o Joaquim, nosso segundo filho, e nesse momento o Francisco já começou a fazer algumas participações especiais em nossas produções, compondo com o pai e interpretando na voz e xilofone”, complementa.

O repertório é composto por canções autorais, exceções feitas a “Pela Estrada” e “Tem Gato na Tuba” (Braguinha) e “O Sapo não Lava o Pé” (domínio público). Os ritmos presentes são os mais variados para apresentar diferentes estilos musicais às crianças, entre eles baião, reggae, blues, bluegrass e MPB, além é claro da exploração com grande variedade de instrumentos musicais.

“Nesse disco mesclamos algumas composições do Braguinha com composições próprias que foram cuidadosamente pensadas para a primeira infância. Buscamos a maior diversidade de ritmos e instrumentos possível para compor um leque bastante completo de iniciação musical”, diz Pedro Caldas.

A gravação contou com os seguintes músicos: Lia Vicente (voz), Renato Raiz (voz e percussão), Pedro Caldas (guitarras, baixo, teclado e programação), o músico Wagner Andrade (guitarra) participou das canções “Tem Gato na Tuba” e “O Tobias é Legal” e o Edu Santana (teclado) participou de “O Tobias É Legal”. Além, é claro da participação do pequeno Francisco nas especialíssimas “Melô do Xilo” e “Pão”.

A carro-chefe “Mafagafolândia” ganhou versão em videoclipe, que já está disponível para visualização no canal da banda no Youtube, com ilustração de  Marcelo Rampazzo e roteiro e animação de Tiago Hillesheim.

As apresentações foram planejadas para terem bastante interação com o público, com mescla de pequenas histórias na introdução de cada música, tendo assim um contexto e instigando a curiosidade das crianças. O figurino faz conexão com os personagens do clipe por meio de suas cores, discretamente aplicadas em seus elementos e adereços.

“A intenção é que as crianças abram um horizonte de possibilidades, divirtam-se e troquem carinho e ternura familiar por meio da música“, finaliza Lia Vicente.

Confira:

Site oficial: www.osmafagafos.com.br.
Link do videoclipe “Mafagafolândia”: https://youtu.be/MYZm-aR2IJU
Fanpage: @OsMafagafos

Faixa a faixa:

1 – Mafagafolândia – 02’55” (Lia Vicente e Pedro Caldas);
2 – Redondo – 03’25” (Lia Vicente e Pedro Caldas);
3 – Chapeuzinho Vermelho (Pela Estrada) – 01’38” (Braguinha);
4 – O Sapo não Lava o Pé – 02’21” (Domínio Público);
5 – Tem Gato na Tuba – 02’03” (Braguinha);
6 – Melô do Xilofone – 0’54”(Pedro Caldas);
7 – Pão – 02’22” (Lia Vicente e Pedro Caldas);
8 – O Tobias é Legal – 01’25” (Lia Vicente e Pedro Caldas);
9 – Passarinho – 02’47”(Lia Vicente e Pedro Caldas);
10 – Chuva – 03’09”(Renato Raiz e Lia Vicente)

A lenda de Abelardo

07 de agosto de 2017 0
Divulgação, SM

Divulgação, SM

Abelardo tem dez anos e vive em um feudo em plena Idade Média. Gosta de desenhar dragões nas paredes do castelo e, mesmo que lhe digam o contrário, tem certeza de que eles existem. Assim como acredita que o pai, que partira anos antes para as Cruzadas, voltará para casa. Eis que um dia um intrigante mapa, indicando um local onde viveriam as criaturas aladas, cai em suas mãos. O garoto, corajoso, parte em busca dessa terra desconhecida, embarcando em uma viagem fantástica, repleta de espantos e surpresas, que confundirá os limites entre desejo e realidade.

“A Lenda de Abelardo”, nova narrativa de aventura e fantasia de Dionisio Jacob, tem tudo para agradar aos pré-adolescentes. A rica ambientação de época, baseada em pesquisa histórica sobre costumes e contexto sociocultural, e o inventivo mundo imaginário, rico em detalhes e coerência interna, combinam-se perfeitamente numa trama que, além de entreter combinando humor, emoções e sagacidade, chama atenção para questões atuais, como preservação ambiental e biodiversidade.

As vinhetas em preto e branco, feitas pelo ilustrador Rogério Coelho, inserem novos elementos na narrativa, contribuindo para o enriquecimento da leitura e instigando a imaginação.

“A Lenda de Abelardo”, de Dionisio Jacob, com ilustrações de Rogério Coelho. Coleção Barco a Vapor — Série Laranja, Editora SM264 páginas, R$ 42,00.

Fenômeno da literatura de fantasia argentina chega ao Brasil com livro sobre bruxas

01 de agosto de 2017 0
Divulgação, Planeta

Divulgação, Planeta

Chega ao Brasil o primeiro volume da pentalogia “Bruxas”, série best-seller da Argentina. Escrito pela “rainha do gênero de fantasia”, segundo o jornal “Clarín”, Tiffany Calligaris virou uma febre entre os jovens do país. Influenciada pela autora J.K. Rowlling, a escritora fez uma pesquisa de campo em Salém para criar o enredo que envolve bruxas  e outros seres míticos.

O livro “Bruxas: Laços de Magia” conta a história de Madison Ashford, estudante  de design em Boston, que leva uma vida sossegada até o aparecimento de um novo aluno da faculdade, Michael Darmoon.  O jovem e suas duas primas, também recém-chegadas à cidade, parecem ser envoltos em uma aura misteriosa.

Na presença de Michael e suas exóticas primas, nascidos em Salém, situações bizarras começam a ocorrer no campus e Madison vira alvo de alguns desses acontecimentos: lâmpadas estouram quando ela e o garoto se esbarram nos corredores, sonhos enigmáticos passam a ocupar as noites da jovem e um gato preto surge nos momentos mais inesperados.

Como tais acontecimentos bizarros conectam todos os personagens? Como os episódios acontecidos em Salém, palco principal do julgamento das bruxas em 1692, podem reverberar na atualidade? Essas só algumas das questões que Madison precisa desvendar no primeiro livro da pentalogia “Bruxas”.

“Bruxas: Laços de Magia”, de Tiffany Calligaris. Editora Planeta, 320 páginas, R$ 39,90.

Viagem pelo mundo das águas encantadas

03 de maio de 2017 0
Divulgação, Gaia

Divulgação, Gaia

Vamos viajar? No livro “Águas Encantadas”, a autora e ilustradora Maté nos conta três lendas de terras muito longínquas. As águas, doces ou salgadas, escondem criaturas maravilhosas: uma menina-sereia, uma ilha-crocodilo e um dragão chinês.

A primeira história, ambientada no Ártico, é sobre Sedna, a menina-sereia do povo inuit, criadora de todos os seres marinhos. A segunda, uma lenda tradicional do Timor Leste, conta como a amizade pura e destemida entre um garoto e um crocodilo é recompensada. Na terceira narrativa, vinda da China, um menino-dragão salva seu povo da seca e de um imperador tirano.

Nesse livro, o leitor mergulha nessas águas, que o esperam ao fio das palavras, e nas imagens que vão simplesmente brotando do papel. Maté, além de narrar essas histórias maravilhosas, também nos presenteia com ilustrações coloridas e únicas, que aguçam a percepção visual dos pequenos leitores.

“Águas Encantadas”, texto e ilustrações de Maté. Editora Gaia, 40 páginas, R$ 42,00.

Que preço você pagaria para esquecer algo?

11 de abril de 2017 0
Divulgação, Pavana

Divulgação, Pavana

Contado a partir de quatro pontos de vista e com uma narrativa não linear, o livro “A Garota que não Queria Lembrar”, de Maggie Lehrman, traz a história de jovens que têm que lidar com a verdade por trás da morte de um dos amigos e com as consequências da magia hekamista que os envolve desde crianças. As hekamistas são bruxas que podem preparar feitiços para ajudar quem está passando por dificuldades. Porém, a magia têm consequências claras e um tanto imprevisíveis. Um feitiço desenvolvido para melhorar o desempenho em atividades físicas, por exemplo, pode prejudicar a parte acadêmica. A vida, é claro, funciona de forma semelhante e é precisamente nesse ponto que o livro se aproxima da realidade de forma poética e fascinante.

Após a morte do namorado, Ari recorre a um feitiço para apagar Win da memória. Mas esquecer o rapaz não é tão simples, ainda mais depois que Ari percebe que entre seus amigos, seu namorado e até ela mesma há segredos demais.

O romance navega entre passado e presente em uma narrativa que mistura amor, mistério e drama e, aos poucos, o livro vai desmanchando os estereótipos que, a princípio, o leitor possa ter criado.

Além disso, a obra se vale da premissa de que quanto mais poderoso o feitiço, piores os seus efeitos colaterais, para ressaltar, sem moralismo, que não há atalhos para superar as grandes dores da vida, não há solução milagrosa sem consequências, às vezes bem piores do que a dor original, para todos os envolvidos.

“A Garota que não Queria Lembrar”, de Maggie Lehrman, com tradução de Guilherme Miranda. Editora Pavana, 352 páginas, R$ 42,50.

Livro trata do tamanho da imaginação

04 de abril de 2017 0

Divulgação, Paulinas

Depois de uma longa temporada na Inglaterra, o escritor e ilustrador , autor de “No Mundo do Faz de Conta”, “Ki-som-será?”, “Brinconto” e “O Reizinho Comilão”, todos publicados pela Paulinas Editora, está de volta ao Brasil e lança mais um livro infantil.

“Cabe…”, que é parte da coleção “Criantiva”, é um convite à diversão, à criatividade e ao lúdico. Com texto descontraído, as crianças descobrem que na barriga de um gatinho guloso cabe tudo o que a imaginação quiser. As ilustrações são divertidas e misturam imagens reais com desenhos e traços feitos à mão, técnicas de recorte e colagem.

, que é conhecido por aproximar as histórias das crianças de maneira bem lúdica, afirma que “a literatura infantil, bem como o teatro, tem a fantasia como mola e motor da existência. É a fantasia que põe a literatura infantil em movimento. Sem fantasia não há literatura infantil, não há criação”.

O livro “Cabe…” já está à venda em todas as livrarias Paulinas, pelo telefone 0800 701-0081 e pelo site www.paulinas.com.br.

“Cabe”, texto e ilustrações de Fê. Editora Paulinas, 34 páginas, R$ 34,50.

Livro explora o rico imaginário de uma menina solitária

23 de fevereiro de 2017 0
Divulgação, SM

Divulgação, SM

Cleo, a menina que dá título ao livro de Sassafras De Bruyn, sente-se como um peixe fora d’água, sem lugar no mundo. Embora seja apenas uma garota, está sempre sozinha e sofre com a sobrecarga das exigências externas. Para piorar, seus óculos são alvo de piada na escola.

Por isso, um dia ela resolve embarcar num veleiro rumo ao horizonte infinito. Lá a paisagem é bela e alegre de dia; de noite, as estrelas podem ser recolhidas e guardadas, pois trazem sorte. Tanta sorte que Cleo até encontrará um companheiro de jornada além de Amadeus, seu gato. Juntos, eles farão coisas incríveis como dormir em nuvens macias, combater monstros marinhos, conhecer a gruta das sereias, ganhando força para enfrentar o mundo inteiro.

Nesse livro sobre solidão infantil, a superação de problemas se dá via fantasia e amizade — solução de conflito típica da literatura infantil e que aqui ganha força nas ilustrações sofisticadas da jovem Sassafras De Bruyn. Feitas em aquarela, elas criam um efeito impactante na reunião de elementos surreais, na perspectiva opressiva ou de amplitude, no uso das cores e nos criativos cenários fantasiosos, reverberando os sentimentos de Cleo com sutileza e emoção.

Além de ampliar a percepção estética, a obra estimula a criatividade e favorece a imaginação. Para completar, propicia boas reflexões sobre bullying, sobrecarga de atividades e angústia infantil — assuntos atuais e sempre importantes de se abordar com as crianças.

“Cleo”, texto e ilustrações de Sassafras De Bruyn e tradução de Cristiano Zwiesele do Amaral. Coleção Tatu-bola, Editora SM, 32 páginas, R$ 42,00.