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Posts na categoria "fantasia"

Viagem pelo mundo das águas encantadas

03 de maio de 2017 0
Divulgação, Gaia

Divulgação, Gaia

Vamos viajar? No livro “Águas Encantadas”, a autora e ilustradora Maté nos conta três lendas de terras muito longínquas. As águas, doces ou salgadas, escondem criaturas maravilhosas: uma menina-sereia, uma ilha-crocodilo e um dragão chinês.

A primeira história, ambientada no Ártico, é sobre Sedna, a menina-sereia do povo inuit, criadora de todos os seres marinhos. A segunda, uma lenda tradicional do Timor Leste, conta como a amizade pura e destemida entre um garoto e um crocodilo é recompensada. Na terceira narrativa, vinda da China, um menino-dragão salva seu povo da seca e de um imperador tirano.

Nesse livro, o leitor mergulha nessas águas, que o esperam ao fio das palavras, e nas imagens que vão simplesmente brotando do papel. Maté, além de narrar essas histórias maravilhosas, também nos presenteia com ilustrações coloridas e únicas, que aguçam a percepção visual dos pequenos leitores.

“Águas Encantadas”, texto e ilustrações de Maté. Editora Gaia, 40 páginas, R$ 42,00.

Que preço você pagaria para esquecer algo?

11 de abril de 2017 0
Divulgação, Pavana

Divulgação, Pavana

Contado a partir de quatro pontos de vista e com uma narrativa não linear, o livro “A Garota que não Queria Lembrar”, de Maggie Lehrman, traz a história de jovens que têm que lidar com a verdade por trás da morte de um dos amigos e com as consequências da magia hekamista que os envolve desde crianças. As hekamistas são bruxas que podem preparar feitiços para ajudar quem está passando por dificuldades. Porém, a magia têm consequências claras e um tanto imprevisíveis. Um feitiço desenvolvido para melhorar o desempenho em atividades físicas, por exemplo, pode prejudicar a parte acadêmica. A vida, é claro, funciona de forma semelhante e é precisamente nesse ponto que o livro se aproxima da realidade de forma poética e fascinante.

Após a morte do namorado, Ari recorre a um feitiço para apagar Win da memória. Mas esquecer o rapaz não é tão simples, ainda mais depois que Ari percebe que entre seus amigos, seu namorado e até ela mesma há segredos demais.

O romance navega entre passado e presente em uma narrativa que mistura amor, mistério e drama e, aos poucos, o livro vai desmanchando os estereótipos que, a princípio, o leitor possa ter criado.

Além disso, a obra se vale da premissa de que quanto mais poderoso o feitiço, piores os seus efeitos colaterais, para ressaltar, sem moralismo, que não há atalhos para superar as grandes dores da vida, não há solução milagrosa sem consequências, às vezes bem piores do que a dor original, para todos os envolvidos.

“A Garota que não Queria Lembrar”, de Maggie Lehrman, com tradução de Guilherme Miranda. Editora Pavana, 352 páginas, R$ 42,50.

Livro trata do tamanho da imaginação

04 de abril de 2017 0

Divulgação, Paulinas

Depois de uma longa temporada na Inglaterra, o escritor e ilustrador , autor de “No Mundo do Faz de Conta”, “Ki-som-será?”, “Brinconto” e “O Reizinho Comilão”, todos publicados pela Paulinas Editora, está de volta ao Brasil e lança mais um livro infantil.

“Cabe…”, que é parte da coleção “Criantiva”, é um convite à diversão, à criatividade e ao lúdico. Com texto descontraído, as crianças descobrem que na barriga de um gatinho guloso cabe tudo o que a imaginação quiser. As ilustrações são divertidas e misturam imagens reais com desenhos e traços feitos à mão, técnicas de recorte e colagem.

, que é conhecido por aproximar as histórias das crianças de maneira bem lúdica, afirma que “a literatura infantil, bem como o teatro, tem a fantasia como mola e motor da existência. É a fantasia que põe a literatura infantil em movimento. Sem fantasia não há literatura infantil, não há criação”.

O livro “Cabe…” já está à venda em todas as livrarias Paulinas, pelo telefone 0800 701-0081 e pelo site www.paulinas.com.br.

“Cabe”, texto e ilustrações de Fê. Editora Paulinas, 34 páginas, R$ 34,50.

Livro explora o rico imaginário de uma menina solitária

23 de fevereiro de 2017 0
Divulgação, SM

Divulgação, SM

Cleo, a menina que dá título ao livro de Sassafras De Bruyn, sente-se como um peixe fora d’água, sem lugar no mundo. Embora seja apenas uma garota, está sempre sozinha e sofre com a sobrecarga das exigências externas. Para piorar, seus óculos são alvo de piada na escola.

Por isso, um dia ela resolve embarcar num veleiro rumo ao horizonte infinito. Lá a paisagem é bela e alegre de dia; de noite, as estrelas podem ser recolhidas e guardadas, pois trazem sorte. Tanta sorte que Cleo até encontrará um companheiro de jornada além de Amadeus, seu gato. Juntos, eles farão coisas incríveis como dormir em nuvens macias, combater monstros marinhos, conhecer a gruta das sereias, ganhando força para enfrentar o mundo inteiro.

Nesse livro sobre solidão infantil, a superação de problemas se dá via fantasia e amizade — solução de conflito típica da literatura infantil e que aqui ganha força nas ilustrações sofisticadas da jovem Sassafras De Bruyn. Feitas em aquarela, elas criam um efeito impactante na reunião de elementos surreais, na perspectiva opressiva ou de amplitude, no uso das cores e nos criativos cenários fantasiosos, reverberando os sentimentos de Cleo com sutileza e emoção.

Além de ampliar a percepção estética, a obra estimula a criatividade e favorece a imaginação. Para completar, propicia boas reflexões sobre bullying, sobrecarga de atividades e angústia infantil — assuntos atuais e sempre importantes de se abordar com as crianças.

“Cleo”, texto e ilustrações de Sassafras De Bruyn e tradução de Cristiano Zwiesele do Amaral. Coleção Tatu-bola, Editora SM, 32 páginas, R$ 42,00.

O amigo invisível de Amanda

02 de fevereiro de 2017 0
Divulgação, Brinque-Book

Divulgação, Brinque-Book

Todas (ou quase todas) as crianças têm uns seres que só elas conseguem ver e conversar. A sugestão de hoje do Blog do Aldo também tem uma personagem que “convive” com eles. “Os Imaginários”, escrito pelo renomado autor britânico A. F. Harrold, poeta e mestre das palavras para crianças e jovens, é um livro que, desde a primeira página, cativa os leitores sobre essa história tão comum que é ter um amigo invisível.

Apenas Amanda conseguia ver seu amigo imaginário, Rodger, até o sinistro sr. Tordo bater à sua porta. O sr. Tordo caça imaginários. Será que os dois amigos sobreviverão a essa aventura?

Para os professores, esta história permite trabalhar temas como amizade, imaginação/amigo imaginário e identidade. O livro permite abordar diversos temas em sala de aula, por exemplo: boa parte das brincadeiras de Amanda e Rodger envolve usar a imaginação para criar aventuras.

Discuta com os alunos se eles também tinham brincadeiras assim e faça uma lista relacionando-as. A amizade também tem papel importante na narrativa: o livro contrapõe constantemente a amizade de Amanda e Rodger com seus amigos da escola, Vicente e Júlia. Converse com os alunos sobre como essas duas amizades se opõem e o que significa ser um bom amigo. Peça que eles escrevam uma redação sobre o tema.

“Os Imaginários”, de A. F. Harrold, com ilustrações de Emily Gravett e tradução de Alexandre Boide. Editora Escarlate, 240 páginas, R$ 44,00.

Como foi a vida de Alice e seus descendentes depois do País das Maravilhas?

12 de janeiro de 2017 0
Divulgação, Novo Conceito

Divulgação, Novo Conceito

Grandes títulos da literatura são capazes de encantar e marcar gerações. A jornada de uma garota que perseguiu um coelho e encontrou um mundo mágico é uma dessas histórias que faz o leitor embarcar em uma viagem por lugares extraordinários.

Inspirada pelo clássico de Lewis Carroll, a americana A.G. Howard criou um universo protagonizado pela tataraneta da famosa Alice, com um toque sombrio e intrigante. “Sussurros do País das Maravilhas”, obra aclamada pelos fãs nas redes sociais, chega ao Brasil pela Editora Novo Conceito em 2017.

A história é um spin-offda trilogia de Howard, intitulada “O Lado Mais Sombrio”. Spin-off é um termo utilizado para designar aquilo que foi derivado de algo já desenvolvido ou pesquisado anteriormente. Dividido em três contos, “Sussurros do País das Maravilhas” é permeado por mistérios e histórias inéditas. Neles, os protagonistas da trilogia original – Alyssa, Morfeu e Alisson – relatam mais das aventuras que viveram no País das Maravilhas. São histórias que irão encantar ainda mais os fãs da atmosfera densa que a autora criou.

Ao conhecer esta história, o leitor descobrirá uma versão intrigante do famoso País das Maravilhas, com personagens marcantes e inesquecíveis. Com uma narrativa envolvente, a autora descreve um mundo mágico, capaz de levar a todos para cenários inimagináveis, típicos das mentes inquietantes das “Alices” de várias gerações.

“Sussurros do País das Maravilhas”, de A.G. Howard. Editora Novo Conceito, 272 páginas, R$ 39,90.

"A Volta ao Mundo em 80 Dias" em versão integral

11 de janeiro de 2017 0
Divulgação, Via Leitura

Divulgação, Via Leitura

A Edipro, editora dos clássicos, lança a versão integral da melhor e mais impressionante obra de Júlio Verne, pai do gênero de ficção científica.  “A Volta ao Mundo em 80 Dias” é um clássico para todas as idades, um divertido romance de aventura que encantou a mundo.

Como completar em 80 dias uma volta na Terra na época de 1872? Por parecer impossível, uma aposta de 100 milhões de libras levou o personagem metódico, o lorde inglês Phileas Fogg, e seu valete, Passepartout, embarcarem nesta jornada. Só que a partida dos cavalheiros coincide com um roubo no banco e faz com que um detetive siga-os pensando que são os ladrões.

As estratégias de Fogg levam a dupla a enfrentar fanáticos religiosos no interior da Índia, tormentas marítimas a caminho do Japão e até tribos indígenas nos Estados Unidos e, ainda, o lorde inglês, encontra o amor de sua vida.

O livro mais conhecido do autor é um registro bem feito da geografia – por meio de maravilhosas descrições das paisagens e cidades ao redor do globo – e da mecânica – explorando, em detalhes, o funcionamento dos vários meios de transporte utilizados pelos personagens.
Considerada uma das maiores obras da literatura mundial, inspirou diversas adaptações ao cinema e ao teatro.

Júlio Verne (1828 – 1905) é o escritor francês ao qual muitos críticos creditam a criação do gênero de ficção científica. Filho mais velho de um advogado de Nantes – interior da França –, começou a sua carreira literária influenciado pelas obras de Alexandre Dumas e de Victor Hugo. Pesquisador voraz e dono de uma fértil imaginação, logo alcançou a fama com suas descrições de viagens e construtos fantasiosos. Em suas obras, chegou a predizer avanços científicos que se tornariam reais apenas décadas após a sua morte, como o submarino moderno, que aparece em “Vinte Mil Léguas Submarinas”, e a viagem espacial de Da Terra à Lua.

“A Volta ao Mundo em 80 Dias”, de Júlio Verne, com tradução de Daniel Aveline. Editora Via Leitura, 224 páginas, R$ 45,00.

Anabela vai ao resgate

02 de janeiro de 2017 0
Divulgação, CMS

Divulgação, CMS

Depois de uma folguinha, é hora de voltar com os posts para a galerinha. E o primeiro livro do ano é “Anabela Vai ao Resgate!”, de Kate Pankhurst. O livro conta que Anabela é a fadinha mais ocupada da Vila Mágica. Ela consegue consertar qualquer coisa! Por sorte, sempre carrega uma bolsinha especial e a varinha mágica.

Alguém sempre acaba precisando da ajuda da fada. E lá está ela ajudando as pessoas. Anabela salva duendes do afogamento, conserta uma ponte que está se partindo, além de auxiliar os elfos a prepararem o café da manhã de panquecas e mel. Até as joaninhas que colhem cenouras e ervilhas ganham uma mãozinha da amiga. Mas será que esta fadinha tão ocupada vai conseguir resolver todos os problemas em tempo?

O livro vem acompanhado de uma incrível varinha mágica destacável para que os pequenos possam ajudar Anabela em cada missão. Em formato de bolsa, a obra vai encantar as crianças. Outro livro da coleção “Anabela” é “Anabela Salva o Dia”, os dois publicados pela Editora CMS.

“Anabela Vai ao Resgate!”, de Kate Pankhurst. Coleção “Anabela”, Editora CMS, 14 páginas (capa dura), R$ 39,90.

Editora Positivo lança trilogia no centenário do escritor Murilo Rubião

29 de novembro de 2016 0
Divulgação, Positivo

Divulgação, Positivo

O centenário de nascimento do escritor mineiro Murilo Rubião − um dos principais representantes da literatura fantástica no Brasil − inspira o lançamento de uma trilogia ilustrada pela Editora Positivo. Os contos “Bárbara”, “O Edifício” e “Teleco, o Coelhinho” saem em edições especiais e com a participação de grandes ilustradores brasileiros, cujos trabalhos interagem com o texto.

Entre os diferenciais das publicações está justamente o formato, no qual, dentro de uma conceituação atual, ilustração e projeto gráfico contribuem para ampliar ainda mais o peso da obra. Dessa forma, a editora pretende aproximar as novas gerações da escrita de Rubião e estimular o interesse não só por este autor, mas também pelo gênero ficção fantástica, que costuma ter uma ótima aceitação entre o público jovem e adolescente.

O projeto partiu do mineiro Nelson Cruz. Um dos mais reconhecidos ilustradores do País, Cruz detém, entre outras premiações, a da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ), a da Câmara Brasileira do Livro (Jabuti),  a da Biblioteca Nacional (Prêmio Glória Pondé), e a do Centre International d’Études en Littérature de Jeunesse (Cielj), da França (Octogones). Foi ele quem sugeriu a publicação de três livros ilustrados e também a participação dos outros artistas: a mineira Marilda Castanha e o paulista Odilon Moraes.

Os três tiveram a liberdade de escolher o conto conforme identificação pessoal, conteúdo que foi devidamente aprovado pela Editora Positivo, que avaliou a adequação de leitura das obras e também as recomendou para uso no ensino fundamental.  Vendidos separadamente ao preço de R$ 39,80, os livros destacam-se, ainda, pelo acabamento em costura e pela riqueza das ilustrações em técnicas que passam pelo trabalho manual com nanquim, giz, aquarela, tinta acrílica, gesso, entre outros.

Rubião, o precursor da literatura fantástica no Brasil

Divulgação, Positivo

Divulgação, Positivo

Como explica o escritor Nelson de Oliveira, que prefacia o livro “O Edifício”, “no Brasil, grandes autores fizeram ficção fantástica, mas esporadicamente. Pouquíssimos foram os que se dedicaram exclusivamente a esse gênero. Murilo Rubião foi um deles. Não só isso. Foi um dos maiores. Um precursor. Sua obra ficcional − apenas trinta e três contos curtos − iluminou o caminho para a sua geração e as seguintes.”

Nascido em Minas Gerais em 1916, Murilo Rubião formou-se em Direito e exerceu diversas atividades. Começou a carreira literária escrevendo poemas, mas logo acabou enveredando para o gênero que o consagrou: o conto fantástico. Mágico das palavras, o autor retira de sua cartola um cotidiano revestido de simbologia apetitosa. Personagens podem surgir e desaparecer sem maiores explicações. Situações aparentemente absurdas são moldadas por uma linguagem que harmoniza o natural com o sobrenatural. Nesse contexto, valores da sociedade são colocados frequentemente à prova.

O escritor Mário de Andrade afirmou, em 1943, que Rubião “possui o mesmo dom de um Kafka. A gente não se preocupa mais, é preso pelo conto, vai lendo e aceitando o irreal como se fosse real, sem nenhuma reação mais”. Apesar do reconhecimento de sua obra (ainda em vida) por boa parte do meio literário, o autor nunca se mostrou satisfeito com o resultado de sua escrita. Em entrevistas, revelou que essa insatisfação o levava à reescrita constante dos contos, lapidando a linguagem até a exaustão, em busca de uma prosa límpida.

Seu primeiro livro, “O Ex-mágico”, foi publicado em 1947. Depois, vieram “A Estrela Vermelha” (1953), “Os Dragões e Outros Contos” (1965), “O Pirotécnico Zacarias e o Convidado” (1974), “A Casa do Girassol Vermelho” (1978) e “O Homem de Boné Cinzento e Outras Histórias” (1990). Teve parte da obra traduzida para outros idiomas. Após a sua morte, em 1991, diversas antologias de contos seus foram publicadas no País.

Os livros

Divulgação, Positivo

Divulgação, Positivo

“O Edifício” – trabalho que remete ao mito de Sísifo, é uma alegoria à condição humana e um conto extremamente angustiante no qual a vida parece suspensa. Segundo o escritor Nelson de Oliveira, que responde pelo prefácio da obra, a narrativa transparente, sem exageros retóricos, mostra que, para o autor, o enredo é tão importante quanto a linguagem. Ilustrado por Nelson Cruz em tinta acrílica e caneta nanquim, tem 48 páginas.

“Bárbara” – uma obra que relata, por meio do fantástico, a soberba e o vazio. É a história de uma mulher que não se sacia e tem desejos sem fim, e de seu companheiro que, com um amor descomunal, não se limita a satisfazer as vontades da esposa. Na visão de Mariana Ianelli, que prefacia o livro, também pode ser considerado “uma história de sombras ou A fábula de um amor louco”. Ilustrado por Marilda Castanha, em técnica mista, tem 48 páginas.

“Teleco, o Coelhinho” – este conto fala das questões da existência humana e da metamorfose, no sentido de tentativa de adaptação do mundo. Como explica Nilma Lacerda, que apresenta o livro, a obra mostra “as transformações contínuas de humor, de um corpo que em certas ocasiões parece não caber no eu que o abriga”. Com ilustrações de Odilon Moraes, em lápis, nanquim e Ecoline, tem 48 páginas.

A riqueza do folclore brasileiro em "Viva o Boi-bumbá"

31 de outubro de 2016 0
Divulgação, FTD

Divulgação, FTD

O folclore brasileiro é riquíssimo em lendas, contos e personagens envolvidos em histórias cheias de aventuras, crenças e lendas. E um dos personagens é o Boi-bumbá, protagonista do livro “Viva o Boi-bumbá”, de Rogério Andrade Barbosa.

A lenda do Boi-bumbá conta a história de um menino que está retornando com sua família da festa do boi em Parintins, uma das mais importantes da região Norte do Brasil. O menino está maravilhado com a festa que acabara de acompanhar, um espetáculo de luzes, cores e sons.

Ele recorda também outras lendas comuns da região Norte do Brasil: Cobra Grande, Iara, Curupira, Boto Tucuxi e pede para a mãe contar novamente a história do Boi-bumbá. A mãe, então, atende ao pedido do filho e conta essa famosa lenda.

O Boi-bumbá é tão querido, que Parintins construiu um bumbódromo para 35 mil pessoas assistirem às encenações.

“Viva o Boi-bumbá”, de Rogério Andrade Barbosa, com ilustrações de Graça Lima. Coleção BrincanteEditora FTD, 32 páginas, R$ 38,60.