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Posts na categoria "poesia"

Com licença, posso entrar?

14 de agosto de 2017 0
Divulgação, Autografia

Divulgação, Autografia

“Com Licença, Posso Entrar?”, da jornalista gaúcha Ju Farias, fala sobre o amor em tempos de dor. São 80 páginas de crônicas e outras histórias sobre um novo jeito de ver a vida. “Desejo que as pessoas reflitam sobre elas mesmas sem medo do que descobrirão”, diz a autora, que é sucesso de público em portais nacionais como A Soma de Todos os Afetos e O Segredo.

O livro conta histórias sobre sentimentos humanos, alguns bons e outros nem tanto. “Aprendi que só evoluímos quando entendemos quem somos e aceitamos nossa imperfeição. Essa é a forma mais bonita de compreender melhor as voltas que o mundo dá e desviar da rota sempre que a dor for maior que o amor“, completou.

Lançado pela Editora Autografia, “Com Licença, Posso Entrar?” surgiu da ideia de reunir algumas das crônicas de maior sucesso da jornalista. Com cerca de dois milhões de acessos na internet, a autora diz que a intenção é sempre chegar mais perto do leitor.

“Tem muita gente que me segue e que acaba virando meu amigo. Se o que escrevo faz a diferença na vida dessas pessoas, quero trazê-las para perto de mim. É dessa forma que conheço as mais variadas histórias de gente como a gente e são elas que me inspiram para novas viagens”, conclui.

A obra está disponível no portal da Editora Autografia e também nas livrarias Cultura, Saraiva, Cia dos Livros e Amazon.

“Com Licença, Posso Entrar?”, de Ju Farias. Editora Autografia, 124 páginas, R$ 38,00

Livro de poemas "Noite Grande" será lançado nesta sexta-feira em Joinville

10 de agosto de 2017 0
Divulgação

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Quem aprecia livros de poemas já pode colocar na agenda: está marcado para esta sexta-feira, dia 11, o lançamento do primeiro livro de poemas do escritor Luis Gustavo Cardoso. A obra, intitulada “Noite Grande” reúne poemas que enfrentam problemas fundamentais do homem, como vida e morte, natureza e cultura, a presença e a distância dos afetos. O livro procura o estrato mais sincero dessas afeições, admitindo suas inevitáveis contradições. O lançamento está marcado para acontecer entre 17h e 19h na Livraria A Página, que fica na rua Dr. João Colin, 475, esquina com a rua Lages.

O autor Luis Gustavo Cardoso nasceu em Franca, interior de São Paulo, mas mora em Joinville há três anos. Além de escritor, é também músico e professor universitário da área do Direito. “Noite Grande” foi produzido em parceria com a Editora Areia, com o patrocínio do Mecenato Municipal de Apoio à Cultura, edição 2016.

SERVIÇO

O QUÊ: lançamento do livro “Noite Grande”, de Luis Gustavo Cardoso.
QUANDO: sexta-feira, dia 11 de agosto, das 17h às 19h.
ONDE: Livraria A Página, rua Dr. João Colin, 475, esquina com a rua Lages.
CONTATO: (47) 98804-8933 | (47) 99646-8084.

Tão afetuoso quanto colo de avó

12 de maio de 2017 0
Divulgação, Brinque-Book

Divulgação, Brinque-Book

Tem avó que a gente conhece, tem avó que a gente não chega a conhecer. Tem avó de sangue, tem avó por adoção. De um jeito ou de outro, nossas avós estão sempre com a gente: é delas que vem nosso jeito especial ou aquele ditado que ninguém da família esquece.

No livro “Colo de Avó”, a autora Roseana Murray e a ilustradora Elisabeth Teixeira fazem uma divertida e poética homenagem a todos os tipos de avós! Os poemas deste livro exploram, de modo singelo e afetuoso, a figura da avó e a presença que ela tem na vida das crianças.

Para os professores e as professoras, a sugestão é ler o texto junto aos alunos e dialogar com eles: o que a figura da avó representa para eles (aconchego ou diversão, por exemplo)? Que atividades eles normalmente realizam com suas avós? Os textos apresentados os fazem se lembrar de suas próprias avós, ou talvez de algum outro membro da família? Os textos deste livro são poemas. Discuta com os alunos em que consiste essa forma e no que ela difere de textos em prosa, por exemplo.

“Colo de Avó”, de Roseana Murray, com ilustrações de Elisabeth Teixeira. Editora Brinque-Book, 36 páginas, R$ 35,00.

Poesia africana em "Os Ângulos da Casa"

10 de maio de 2017 0
Divulgação, Penalux

Divulgação, Penalux

Nesta quarta-feira, o Blog do Aldo pede uma licencinha para a galerinha para dar uma sugestão para os crescidos (eles merecem, e devem, ler, né?). Vamos lá?!

O livro “Os Ângulos da Casa” marca a estreia da poeta moçambicana Hirondina Joshua no Brasil. Publicada pela Editora Penalux e com a apresentação do escritor Mia Couto, a obra dialoga com diversos temas complexos, como sexualidade, afetividade e erotismo.

A “Casa”, destacada na poesia, é representada pela escritora como o espaço psíquico, o interior e os sentimentos e os ângulos a maneira de pensar, de observar, o ponto de vista.

Para o escritor moçambicano Mia Couto, um dos autores atuais mais representativos na literatura africana, o estilo surrealista de Hirondina convida os leitores a um grande passeio poético. “Trata-se de uma visita a um cotidiano que sendo familiar nos é estranho, porque nele se fala o idioma a que ela chama de ‘a língua dos céus‘”.

Para os editores Tonho França e Wilson Gorj, o valor da obra se encaixa no propósito de investir na literatura de língua lusófona. “Essa é a segunda publicação oriundo do continente africano. A primeira foi o Gociante Patissa, autor de Angola. Nosso próximo passo é publicar um autor de Portugal. Algo que deve ocorrer em breve”, revela.

“Os Ângulos da Casa”, de Hirondina Joshua. Editora Penalux, 84 páginas, R$ 34,00.

Livro mostra como nasce a poesia

25 de abril de 2017 0
Divulgação, Penalux

Divulgação, Penalux

A poesia nasce de qualquer coisa. Pode ser da observação, da doença, da alegria, da calmaria, do inusitado, do estudo e do impensável. É o que afirma o escritor Severino Antônio em seu novo livro, “Nascentes”.

Publicado pela Editora Penalux, a obra pretende mostrar a origem desse gênero literário, ou seja, onde realmente nascem os poemas. Para o autor, o livro tem o objetivo de apresentar o brotar da poesia e as nascentes do fazer poético.

Segundo o escritor Tarcísio Bregalda, autor do prefácio, os poemas de Severino parecem de nascimento fácil, como se fossem água brotando daquela mina d’água da infância. Ao mesmo tempo, são textos pensados, escritos e reescritos, o que permite a sensação de que eles podem emergir e varar os séculos.

Para os editores Tonho França e Wilson Gorj, o autor de “Nascentes” é um dos maiores nomes atuais quando se trata de pedagogia infantil no Brasil, além de ser um dos melhores poetas brasileiros vivos. “Sua obra é bastante valorizada pelos cultos de educação e poesia“.

“Nascentes”, de Severino Antônio. Editora Penalux, 90 páginas, R$ 40,00.

A poesia e o lúdico de mãos dadas no livro em "Cada Coisa que Parece"

05 de abril de 2017 0
Divulgação, Cortez

Divulgação, Cortez

Vinte oito poemas compõem o livro “Cada Coisa que Parece”, do escritor e ilustrador catarinense Sérgio Meurer, publicado pela Cortez Editora. De maneira lúdica e poética, as poesias do  livro abordam vários temas, em torno de um eixo em comum: as relações de analogia — entre palavras, formas, sons, narrativas etc.

Sua leitura permite potencializar a observação de semelhanças e contrastes, elementos fundamentais da poesia. Assim, trata-se de um livro de poemas infantil sobre a criatividade e sobre a própria percepção poética. A relação marcante entre poemas e ilustrações é também uma característica evidente do livro, permitindo a apreciação criativa tanto do texto quanto das imagens.

Há muitas referências a vários temas: artes, ciências, mitologia, com riquíssimo e vasto conteúdo, podendo ser apreciado em várias fases da  infância e inclusive pelo público adulto. “Cada Coisa que Parece” venceu, anos atrás, o Prêmio Adolfo Aizen de literatura infantil e serviu de base para o encontro Entre Formas e Rimas, realizado pelo autor em escolas e instituições de vários Estados brasileiros.

“Cada Coisa que Parece”, textos e ilustrações de Sérgio Meurer. Cortez Editora, 44 páginas, R$ 38,00.

 

Poesia em quatro atos

17 de março de 2017 0

 

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Nesta semana em que celebramos o Dia Nacional da Poesia (14 de março), o Blog do Aldo traz conteúdo de Marta Morais da Costa abordando quatro obras bem interessantes para trabalhar com as crianças, dentro ou fora da sala de aula. Para ver as capas dos livros em tamanho maior, é só clicar na galeria acima.

Marta Morais da Costa *

Crianças gostam de jogos verbais que brinquem com sonoridades e ritmos. A atração que exercem sobre os pequenos revela-se nas parlendas, nos trava-línguas e na poesia. O corpo das crianças é demonstração concreta desse prazer. O movimento da dança, o olhar fixo e brilhante, a boca sempre pronta a emitir sons cantarolados e a sorrir expõem claramente o quanto a provocação dos textos poéticos encontra seus interlocutores mais apropriados.

A poesia para crianças atende aos mais diferentes objetivos, desde os fins escolares pedagógicos ao mais descompromissado poema lúdico; dos textos cívicos à poesia do cotidiano. Um projeto destinado à formação de leitores de literatura não pode ignorar a edição de obras poéticas. A Editora Positivo criou uma série especial para estas obras, denominada “De Fio a Pavio”. O nome traz na marca da rima a evocação de poesia. Também o sentido dos substantivos (fio e pavio) aponta para a transformação da matéria prima em possibilidade de luz, de iluminação. Os títulos editados atendem a diversidade, não apenas de autores ou assuntos, mas a diversidade de modos de tratar o fato poético e suas funções junto ao público leitor. Das publicações dessa série foram selecionados alguns exemplos, sem demérito aos não mencionados.

O primeiro livro escolhido foi “Viva Voz!” (R$39,80), de Léo Cunha, com ilustrações de Flávio Fargas. O poema inicial já define uma proposta de leitura:

Leia este livro em viva voz,
deixe o estilo pra depois,
deixe a timidez na gaveta.

Solte a garganta sem medo,
que poesia é sopro e vento,
não é só papel e caneta. (p.5)

Para demonstrar a viva voz dos textos, os poemas curtos são rimados, geralmente em versos curtos de sete sílabas poéticas, que é o verso mais popular e musical da língua portuguesa. E os assuntos tratam de curativos e machucados de lobos e pinguins, de ioiô e dominós, de mistério, bagunça e piada. O que sobressai nas provocações dos poemas é um convite para a brincadeira com sons e palavras e, acima de tudo, propõe o diálogo do poeta com a criança, inteligente, alegre e livre. Livre até para apontar defeitos no adulto: “Só gente grande consegue/ mentir sem piscar o olho.” (p.8)

Retomando a tradição das adivinhas, Adriano Messias escreveu “Que Bicho Está no Verso?” (R$ 39,80), com ilustrações de Cris Eich. Desfilam nesse livro 15 animais, apresentados por uma quadrinha enigmática, cuja resposta aparece na página seguinte, no verso dos versos. E as apresentações se fazem por meio de imagens coloridas, de referências a situações do cotidiano infantil. A linguagem prima pela simplicidade e extrema oralidade, demonstrando que a poesia está em todo lugar e sua expressão verbal busca qualquer leitor, sem erudições.

Nunca usou sapatinhos
e nunca teve chulé.
São mesmo muitos pezinhos.
Que bicho será que é?

É marcante neste livro a associação da poesia à natureza, criando um ambiente de leitura que aproxima texto e leitor, dada a reconhecida atração do público infantil por animais e plantas. Desta forma, o livro une a curiosidade, o conhecimento e a ligação dos leitores infantis com sua realidade e interesses.

Marcos Bagno escreveu “O Tempo Escapou do Relógio e Outros Poemas” (R$ 35,50), livro que Marilda Castanha ilustrou magistralmente. São poemas direcionados a leitores mais amadurecidos. Por isso, têm maior extensão, metáforas mais complexas e profundidade de pensamento. Sua inspiração são cantigas de roda, parlendas e adivinhas e uma variedade de recursos poéticos que fazem da palavra — desenhada, sonora, lúdica — a matéria-prima do fazer poético. São poemas que investem em assuntos e situações desafiadores, como “Dia dos Pais”, em que o menino homenageia seus dois pais, Pedro e João. Ou “Algazarra” em que a base é a montagem/desmontagem de palavras, para iluminar com novos sentidos cada vocábulo: “Algazarra é um tipo de alga?”; “Poesia é que tipo de pó?”; “Amargar é sofrer por amar?”. Ou o poema-título em que o tempo ao fugir revoluciona o universo. Enfim, o jogo de palavras, a inovação e a provocação constituem o modo de apresentar a poesia para os leitores em formação.

Em “Estações da Poesia” (R$ 39,80), o poeta Luís Dill e as aquarelas de Rubens Matuck constroem pra os leitores infantis uma natureza poética entrevista nas quatro estações do ano. São poemas curtos, em três versos, de tradição japonesa e denominados haicais. O tratamento dado à natureza é delicado, metafórico, colorido e extremamente musical. Sem seguir à risca o molde dos poemas japoneses em relação ao tamanho dos versos, nem por isso os textos de Luís Dill perdem sua natureza de fotografias poéticas.

Telefone sem fio:
brisa que enche a luva
vira vento de chuva
………………..

Gato de rua
na poça d’água
bebe a lua

São fragmentos de realidade que encantam os olhos, a imaginação e o pensamento. É força da poesia infantil a conquistar novos leitores e a dar continuidade à tradição poética milenar. Do fio das palavras à iluminação da sensibilidade e da apropriação do mundo.

* Marta Morais da Costa é consultora de literatura da Editora Positivo, mestre e doutora em literatura brasileira pela USP. Professora aposentada da UFPR e da PUCPR. pesquisadora da cátedra de leitura Unesco-PUC-Rio. Membro da Academia Paranaense de Letras. Autora de “Mapa do Mundo” (2006), “Palcos e Jornais” (2009), “Sempreviva” (2009) e “Hoje Tem Espetáculo? Tem, sim, Senhor!” (2016) entre outros. 

David Bowie em gravidade zero

15 de março de 2017 0
Gravidade Zero

Divulgação, Penalux

“Gravidade Zero” é o novo livro de poemas do escritor Alexandre Guarnieri, ganhador do Prêmio Jabuti em 2015. A nova obra, publicada pela Editora Penalux, é um tributo ao cantor consagrado David Bowie, que deu vida ao astronauta Major Tom nas canções “Space Oddity”, “Ashes to Ashes” e “Hallo Spaceboy”.

Segundo o escritor, o livro conta sobre um astronauta perdido que decide escrever poemas sobre o que pode testemunhar em sua viagem pelo espaço e o sentido da vida que deixou para trás na Terra.

— Minha inspiração veio das sessões de cinema de ficção científica e audições das músicas de Bowie, falecido há um ano, e de outros artistas — diz.

O poeta diz que o caso de Major Tom é extremo porque ele parte numa viagem espacial e não está certo quanto ao seu destino, sua missão. Ele conta que ficou tão imerso nas músicas de Bowie que, no final do livro, indica as músicas que mais o inspiraram na escrita dos poemas e na ambiência do tema.

— Sinto que “Gravidade Zero” é a conclusão de uma trilogia composta por “Casa de Máquinas” e “Corpo de Festim”. Da máquina ao homem. E de volta à máquina para lançar o homem o mais longe possível, para além de toda a familiaridade, sozinho — comenta.

“Gravidade Zero”, de Alexandre Guarnieri. Editora Penalux, 150 páginas, R$ 45,00.

O cotidiano retratado em poesia

07 de março de 2017 2
Divulgação

Fotos: Divulgação

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O autor Jean Marcel Kreuzberg

Alô, pessoal de São Bento do Sul e arredores. A sugestão de hoje é sob medida para vocês. No dia 9 de março, quinta-feira, o autor Jean Marcel Kreuzberg, que atua no Corpo de Bombeiros Militar, estará realizando o lançamento de seu primeiro livro, publicado pela Editora Ixtlan. O lançamento será na Livraria Cedro Rosa, no calçadão do Centro de São Bento do Sul, das 16h às 20h.

Na obra “Palavras por Demais” está escrito um pouco do sentimento do mundo transmitido por meio de imagens ou histórias, cada qual inspiradas no seu próprio meio contado, algumas de maneira mais alegres ou incentivadoras, outras um tanto não muito alegres, mas sempre com o objetivo de tentar demonstrar a realidade de um mundo que ao mesmo tempo se mostra simples e inocente, também um pouco voraz e até injusto, se assim podemos julgar o mundo com as próprias palavras.

O livro  conta com 64 poesias que falam sobre questões da vida, em muitas vezes citando Deus, questões do tempo (passado, presente e futuro), fatores da natureza, períodos do dia (noite, madrugada, manhã e tarde), dentre outros diversos temas. Com títulos requintados, algumas das poesias são homenagens; outras, inspiradas em sonhos, ideias surgidas por meio de leituras de outras obras, inspirações em títulos de músicas, dentre tantos outros, que trazem uma boa palavra amiga para diversas situações da vida. Quem ler poderá se identificar com alguma das poesias. O livro poderá ser comprado pelo site www.editoraixtlan.com, e em breve estará nas livrarias locais.

“Palavras por Demais”, de Jean Marcel Kreuzberg. Editora Ixtlan, 138 páginas, R$ 34,00.

A realidade do sertão em forma de contos

08 de novembro de 2016 0
Divulgação, Penalux

Divulgação, Penalux

Composto por treze narrativas curtas ambientadas no semiárido baiano, o romancista Carlos Barbosa lança seu primeiro livro de contos intitulado “O Chão que em mim se Move”. Editado pela Penalux, a obra aborda temas comuns à realidade do sertão como seca, migração, disputas familiares e políticas, violência e miséria.

Os contos foram escritos ao longo de doze anos, entre 2000 e 2012. Alguns são narrados em primeira pessoa, como “Era uma Vez o Bendiá”, que mostra memórias de infância de um narrador não identificado. Todas as histórias apresentam forte interação entre os desdobramentos do cenário e as situações vivenciadas pelas pessoas que moram no sertão.

Com esse livro, Carlos quer levar aos leitores sensações de emoção, alumbramento, revelação, inquietação e dor. “O livro deve ser um mar revolto para quem o ler. Só assim faz sentido sua existência”, explica.

Para os editores Tonho França e Wilson Gorj, o livro de contos do autor baiano traz um conjunto de narrativas que se mostram coesas tanto no teor quanto na qualidade.  “Carlos Barbosa é um escritor que tem pleno domínio do seu ofício. Em sua escrita, ele alinha com maestria, simplicidade e profundidade”.

“O Chão que em mim se Move”, de Carlos Barbosa. Editora Penalux, 128 páginas, R$ 34,00.