Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts na categoria "Romance"

O vermelho amargo da infância de Bartolomeu Campos de Queirós

23 de maio de 2017 0
Divulgação, Global

Divulgação, Global

As marcas da infância permanecem no adulto e podem iluminar sua vida ou ser um fardo pesado de conviver. Em “Vermelho Amargo”, prosa poética de cunho autobiográfico, o escritor Bartolomeu Campos de Queirós narra as difíceis memórias afetivas de sua dolorosa infância. Ele, muito cedo, teve que aprender a lidar com a madrasta enquanto ainda sofria com a morte prematura da mãe. “Havia na cidade a madrasta, a faca, o tomate e o fantasma. A mãe morta ressuscitava das louças, das flores, dos armários, das cadeiras, das panelas, das manchas dos retratos retirados das paredes, das gargantas das galinhas.”

O escritor revisita, em sua narrativa memorialista, não só seus sentimentos e suas atitudes, mas também dos cinco irmãos, do pai e da madrasta. A mãe, sem dúvida, é a presença mais constante no texto. De extrema delicadeza, contrapõe-se à figura nada terna da madrasta.

O romance foi vencedor in memoriam da categoria melhor livro do ano do Prêmio São Paulo de Literatura 2012, promovido pela Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo. Um livro curto, mas denso para ler com o coração. Como o próprio autor coloca na epígrafe: Foi preciso deitar o vermelho sobre papel branco para bem aliviar o seu amargor.

“Vermelho Amargo”, de Bartolomeu Campos de Queirós. Global Editora, 72 páginas, R$ 42,00.

Autor de "Hugo Cabret" lança romance que discute os limites entre ficção e realidade

16 de maio de 2017 0
Divulgação, SM

Divulgação, SM

Em 1766, um navio naufraga durante a encenação de uma peça, deixando como únicos sobreviventes Billy Marvel e seu cão. O garoto se tornará o primeiro de uma família de atores brilhantes, que encantará as plateias do Teatro Real de Londres por várias gerações até o ano de 1900, quando seu tataraneto, o jovem Leo Marvel, é expulso dos palcos…

Quase um século depois, em 1990, outro jovem chega sozinho a Londres, fugindo do colégio interno. Joseph Jervis vai atrás de um tio desconhecido e acaba se deparando com um homem excêntrico, que vive numa casa congelada no tempo.

Se à primeira vista as duas narrativas — a primeira (com quase quatrocentas páginas) em imagens, a segunda em texto — parecem desconexas, aos poucos as relações vão ficando evidentes, propondo ao leitor uma reflexão sobre como podem ser tênues as relações entre ficção e realidade.
Com o mesmo poder de sedução de seus livros anteriores — “A Invenção de Hugo Cabret” e “Sem Fôlego”, best-sellers premiados de grande sucesso mundial —, “Os Marvels”, de Brian Selznick,  envolve o leitor pelo enredo intrigante e pelo ritmo de aventura. Mas também, e sobretudo, por ser uma história capaz de emocionar profundamente — sem recorrer à pieguice ou apelos fáceis —, pois aborda de modo natural e delicado as relações afetivas, tanto as de amizade como as familiares (inclusive as homoafetivas).

Para completar, as magníficas ilustrações a lápis, plenas de detalhes e baseadas em sólida pesquisa histórica e museológica, reproduzem fielmente elementos arquitetônicos, decorativos, teatrais e náuticos, bem como vestuários e contextos urbanos, constituindo uma rica narrativa visual que, unida à excitante história, compõe uma obra completa e sutil, com diferentes camadas de leitura.

Uma curiosidade: a história do livro foi fortemente inspirada na Dennis Severs’ House, uma espécie de museu em Londres, que recria o que seria a vida de uma família do século 18. Na verdade, tanto a casa como a história são criações do artista Dennis Severs, que, por meio de sons, cheiros, disposição de objetos etc., conseguiu criar um ambiente em que os visitantes têm a impressão de que a família habita realmente a residência.

“Os Marvels”, texto e ilustrações de Brian Selznick, com tradução de Santiago Nazarian. Edições SM, 672 páginas, R$ 43,40.

Não é possível fugir do passado

02 de maio de 2017 0
um verão para recomeçar

Divulgação, Novo Conceito

Voltar ao passado nunca parece uma boa ideia, ainda mais quando esse passado representa tudo o que se quer esquecer. O livro “Um Verão para Recomeçar”, primeiro romance da norte-americana Morgan Matson publicado no Brasil, traz ao leitor uma emocionante história sobre superação e amadurecimento.

Taylor Edwards é uma adolescente comum, que foge de tudo que lhe aflige e preocupa. Com uma família não muito próxima — todos estão ocupados demais com seus afazeres — e milhares de dilemas, ela vê a sua vida virar do avesso quando no dia de seu aniversário recebe uma terrível notícia: seu pai está com câncer e não tem muito tempo de vida. Com o objetivo de se reaproximar, a família decide passar o verão na antiga casa do lago Phoenix, a qual havia anos não visitavam.

Um verão que tinha tudo para ser apenas uma viagem em família se transforma numa intrigante volta ao passado de Taylor repleta de lembranças e pessoas que a protagonista jurava ter deixado para trás, como a sua ex-melhor amiga Lucy, e Henry Crosby, seu primeiro amor que agora está mais bonito do que antes.

Cercada de angústias e vivendo em um carrossel de emoções, Taylor recebe uma segunda chance para refazer laços familiares e até, quem sabe, poder reviver um grande amor. Um Verão para Recomeçar”, publicado pela Editora Novo Conceito, é um notável romance sobre esperança, amor e superação.

“Um Verão para Recomeçar”, de Morgan Matson. Editora Novo Conceito, 352 páginas, R$ 39,90.

Que preço você pagaria para esquecer algo?

11 de abril de 2017 0
Divulgação, Pavana

Divulgação, Pavana

Contado a partir de quatro pontos de vista e com uma narrativa não linear, o livro “A Garota que não Queria Lembrar”, de Maggie Lehrman, traz a história de jovens que têm que lidar com a verdade por trás da morte de um dos amigos e com as consequências da magia hekamista que os envolve desde crianças. As hekamistas são bruxas que podem preparar feitiços para ajudar quem está passando por dificuldades. Porém, a magia têm consequências claras e um tanto imprevisíveis. Um feitiço desenvolvido para melhorar o desempenho em atividades físicas, por exemplo, pode prejudicar a parte acadêmica. A vida, é claro, funciona de forma semelhante e é precisamente nesse ponto que o livro se aproxima da realidade de forma poética e fascinante.

Após a morte do namorado, Ari recorre a um feitiço para apagar Win da memória. Mas esquecer o rapaz não é tão simples, ainda mais depois que Ari percebe que entre seus amigos, seu namorado e até ela mesma há segredos demais.

O romance navega entre passado e presente em uma narrativa que mistura amor, mistério e drama e, aos poucos, o livro vai desmanchando os estereótipos que, a princípio, o leitor possa ter criado.

Além disso, a obra se vale da premissa de que quanto mais poderoso o feitiço, piores os seus efeitos colaterais, para ressaltar, sem moralismo, que não há atalhos para superar as grandes dores da vida, não há solução milagrosa sem consequências, às vezes bem piores do que a dor original, para todos os envolvidos.

“A Garota que não Queria Lembrar”, de Maggie Lehrman, com tradução de Guilherme Miranda. Editora Pavana, 352 páginas, R$ 42,50.

Um Conto às Avessas de A Bela e a Fera

22 de março de 2017 0
Divulgação, Novo Século

Divulgação, Novo Século

No momento em que chega às telas dos cinemas brasileiros a nova versão de “A Bela e a Fera”, a Editora Novo Século lança o livro “Um Conto às avessas de A Bela e a Fera”, escrito pela autora Liz Braswell, que traz novos caminhos para a trama. A obra é uma saborosa e encantadora releitura, que inaugura uma série de livros para o público jovem adulto que reconta os clássicos Disney de um jeito jamais imaginado.

No conto, Bela é uma garota inteligente, engenhosa e inquieta, que anseia escapar de seu modesto e provinciano vilarejo. Quer explorar o mundo, apesar de seu pai relutar em deixar sua casinha para o caso de a mãe de Bela retornar — mãe da qual ela mal se lembra.

Um dia, os desejos da garota por novas aventuras acabam por se realizar — mas não da maneira que ela imaginava. Agora, ela é cativa de uma terrível fera, dentro de um castelo enfeitiçado.

Quando Bela toca a rosa encantada da Fera, intrigantes imagens inundam a mente da jovem — da mãe que ela acreditava que nunca mais veria. Ainda mais estranho que isso, ela descobre que sua mãe é ninguém menos que a bela Feiticeira que amaldiçoou a Fera, seu castelo e todos os seus habitantes. Chocados e confusos, Bela e Fera devem se unir para desvendar um assombroso mistério sobre suas famílias.

“Um Conto às avessas de A Bela e a Fera”, de Liz Braswell, com tradução de Marcia Men. Editora Novo Século, 320 páginas, R$ 39,90.

Aborto é tema de livro de estreia de joinvilense

06 de março de 2017 0
Divulgação

Divulgação

O aborto é um tema que sempre divide opiniões e gera polêmica. E é justamente sobre isso que o joinvilense João Borges decidiu abordar em seu primeiro livro, “Nove Meses e Quarenta Minutos” (Manuscritos Editora, 128 páginas, R$ 10). A obra será lançada no dia 8 de março, às 19h, na Livrarias Curitiba do Shopping Mueller, com sessão de autógrafos do autor.

Após conhecer a história de um casal de amigos, João decidiu falar a respeito da difícil decisão de abortar legalmente no Brasil. A história virou um romance fictício, onde a mãe enfrenta altos riscos na gestação. Amanda, a protagonista, e o marido, precisam decidir se levam a gestação adiante e como assumir os riscos, independente da decisão tomada. A intenção do autor, que é formado em ciências econômicas, é levantar uma reflexão sobre a decisão livre e responsável dos pais. “A história deles é a história de muitas famílias, tenho convicção de que existem muitas pessoas precisam conhecer o exemplo deles”, explica João.

A história contada no livro é da personagem Amanda, uma jovem que viveu intensamente todos os sentimentos próprios da infância e juventude. Na fase adulta, ela descobre que todos os dramas, angústias e tristezas que vivera eram apenas preparação para algo muito maior que viria. Ela seria mãe, porém teria uma gestação de altíssimo risco. Ela e o marido precisavam decidir sobre o futuro daquela gestação. Abortar? Levar a gestação à frente? Como assumir os riscos, independentemente da decisão a ser tomada?

Serviço
O quê: lançamento do livro “Nove Meses e Quarenta Minutos”, de João Borges.
Quando: dia 8 de março de 2017, às 19h.
Onde: Livrarias Curitiba do Shopping Mueller, em Joinville.
Quanto:
o acesso ao evento é gratuito. O preço do livro não foi divulgado.

O garoto do sonho de Maria Clara

01 de março de 2017 0
Divulgação, Astral Cultural

Divulgação, Astral Cultural

Propulsor do “amor infinito”, criador de conteúdo e escritor paulistano, Erick Mafra lança em livro a história completa do “O Garoto do Sonho”, pela Editora Astral Cultural. Na pré-venda, a obra já alcançou o 2º lugar de vendas da Saraiva.

Erick Mafra começou como fenômeno teen, depois se tornou blogueiro e, após um ano e meio sabático sem redes sociais, tornou-se autor. Essas novas escolhas foram feitas para transmitir a sua forma infinita de amar e para que a comunicação com o público realmente acontecesse e trouxesse a real intimidade na vivência, transformando todos os corações em um só.

A história fictícia contada em “O Garoto do Sonho” se trata do conjunto das publicações sobre a personagem Maria Clara, que no primeiro momento foi divulgada de forma fracionada nas redes sociais do autor. A protagonista é uma garota comum, que vai à escola, tem amigos e família, e não imagina o quanto a vida poderia ser diferente e mais feliz.

Após a personagem presenciar um acidente e o julgamento das pessoas sobre a situação, começou a questionar a razão da vida e da existência. Pronto, já estava tomada de dúvidas. Entrou em uma busca por si mesma e, durante um sonho, conheceu Eryn, que parecia ter as repostas às suas perguntas.

O novo amigo de Maria Clara é de outro planeta e vivencia um conceito diferente, uma “Nova cultura”, que mostra uma nova visão de mundo. As convicções de Eryn e de seus três amigos fazem com que todos sintam o “amor de Deus”, algo que  faz com que as pessoas sintam e vivenciem sob a luz da verdade.

“Todos compartilham o mesmo céu, Clara. Mas às vezes esquecem disso” – dizia Eryn.

A personagem, após conhecer Eryn e os amigos dele, passou a alcançar o que almejava, a ficar tranquila, ser verdadeira e estar em paz consigo mesma. A intenção do autor com essa obra é cultivar o amor, mostrar que a “nova cultura” pode mudar o modo de ver as situações e acabar com esta forma automatizada de existir. Erick quer que as pessoas atendam o chamado do coração.

Esta leitura é muito especial, pois é uma busca do conhecimento de si mesmo, uma intenção pura de compartilhar um jeito novo de existir e descobrir que as pessoas são incríveis. Elas apenas não sabem.

“O Garoto do Sonho”, de Erick Mafra. Editora Astral Cultural, 128 páginas, R$ 34,90.

Os perigos de uma alma vingativa

03 de fevereiro de 2017 0
Divulgação, Novo Conceito

Divulgação, Novo Conceito

Quando drama e vingança se chocam, o resultado é uma história intrigante e misteriosa, que irá tirar o fôlego do leitor a cada página. Fogo contra Fogo, da americana Jenny Han, é o último livro da trilogia “Olho por Olho”, publicado pela Editora Novo Conceito.

Na obra, as protagonistas Mary, Kat e Lillia terão que aprender a lidar com o sentimento de culpa após os episódios dramáticos do último livro – Dente por Dente. Divididas entre o desejo de vingança e remorso, será que elas serão capazes de superar uma tragédia irreparável?

O livro conta que a festa de Ano-novo terminou com uma tragédia irreparável, e Mary, Kat e Lillia podem não estar preparadas para o que está por vir. Após a morte de Rennie, Kat e Lillia tentam entender os acontecimentos fatais daquela noite. Ambas se culpam pela tragédia. Se Lillia não tivesse se apaixonado por Reevie. Se Kat não tivesse deixado Rennie ter partido sozinha. Se a vingança não tivesse ido longe demais, talvez as coisas seriam como antes. Agora, elas nunca mais serão as mesmas.

Apenas Mary sabe a verdade sobre aquela noite. Sobre o que ela realmente é. Também descobriu a verdade sobre Lillia e Reeve terem se apaixonado, sobre Reeve ser feliz quando tudo o que ele merece é o sofrimento, assim como ela ainda sofre.

Para Mary, as tentativas infantis de vingança ficaram no passado, ela está fora de controle e pretende sujar suas mãos de sangue, afinal, não tem mais nada a perder.

Muito solicitado pelos leitores nas redes sociais da editora, Fogo contra Fogo é uma continuação direta dos últimos dois livros da trilogia. Com acontecimentos sobrenaturais, reviravoltas impressionantes e revelações inesperadas, a obra é um desfecho emocionante para os fãs.

“Fogo Contra Fogo”, de Jenny Han. Editora Novo Conceito, 352 páginas, R$ 39,90.

Suspense alucinante em "Febre de Enxofre"

31 de janeiro de 2017 0
Divulgação, Penalux

Divulgação, Penalux

O que esperar de um convite que pode mudar sua vida? Sorte, armadilha ou simplesmente alucinações? Essa é uma questão que envolve o poeta desiludido Yuri Quirino, personagem do livro “Febre de Enxofre”, do escritor mineiro, radicado na Paraíba, Bruno Ribeiro.

O romance, publicado pela Editora Penalux, começa quando Yuri se despede da mulher amada e conhece Manuel di Paula, uma criatura estranha que oferece uma oportunidade peculiar de trabalho para ele: escrever sua biografia. Para produzi-la, Yuri precisa viajar até Buenos Aires (Argentina), a cidade natal de Manuel. Porém, ele termina entrando em uma voragem absurda de horror e perdição.

Elementos como o culto, o prosaico e o sagrado, a alucinação e a realidade, são pontos importantes das versões pós-moderna dos grandes mitos da literatura moderna: o vampirismo, traduzido com muita vitalidade na obra de Bruno Ribeiro.

Segundo o autor, o livro tende a se converter em um jogo de bonecas russas, ou espelhos confrontados, onde um e outro pisam na cauda do outro mutuamente. Ele comenta ainda que a obra brinca com o real e com o fictício, trazendo um mundo de imaginação e suspense para o leitor. “É um livro que assume riscos e cumpre com as expectativas que se propõe. Sem pudor”, ressalta.

“Febre de Enxofre”, de Bruno Ribeiro. Editora Penalux, 274 páginas, R$ 45,00.

Dois crimes, uma testemunha e muito suspense em "A Garota do Lago"

27 de janeiro de 2017 0
Divulgação, Faro

Divulgação, Faro

Becca Eckerley tinha a vida perfeita. Estudava para ser uma grande advogada numa das faculdades mais importantes do país, uma família feliz e unida, seus amigos eram leais, se dava bem com todos que a conheciam… Uma garota inteligente e amável que encantava a todos. Até que é encontrada morta.

Um crime brutal que abalou a pequena cidade de Summit Lake era o que a repórter investigativa Kelsey Castle precisava para afastar a mente de sua tragédia pessoal. O que ela não imaginava é que a vida dela e a morte dessa jovem estariam ligadas. E o que mais incomodava Kelsey eram as perguntas que ninguém conseguia responder: por que estão tentando manter tudo em sigilo? O que realmente aconteceu com essa garota? Como acontece um crime de ódio contra alguém sem inimigos? E por que Becca está morta e ela não?

A Faro Editorial lança neste mês o thriller “A Garota do Lago”, de Charlie Donlea, que arrebatou milhares de leitores nos Estados Unidos. Um livro de estreia que mereceu destaque de diversos autores consagrados, como Robert Dugoni e Emily Bleeker. Desde então, o autor tem sido considerado um dos autores mais promissores dos últimos tempos. Com uma narrativa eletrizante, mesclando flashes do passado e do presente, ele criou um romance assombroso sobre duas mulheres que foram vítimas de um crime, mas só uma sobreviveu para contar essa história.

“A Garota do Lago”, de Charlie Donlea. Faro Editorial, 296 páginas, 39,90.