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Posts com a tag "Literatura Infantojuvenil"

Turma da Mônica ensina e aprende o Evangelho

01 de dezembro de 2014 0
Divulgação, Boa Nova

Divulgação, Boa Nova

Em mais de 50 anos de carreira, Mauricio de Sousa viu os personagens da Turma da Mônica repetirem o enorme sucesso que fazem nos quadrinhos há mais de quatro gerações em livros para os mais diversos públicos. Agora, sua biblioteca aumenta com “Meu Pequeno Evangelho”, da Editora Boa Nova.

Neste livro, a Turma da Mônica recebe a visita de André, um primo do Seu Antenor (o pai do Cascão) que é espírita. Em meio à curiosidade das crianças, o livro, escrito pelos autores Luis Hu Rivas e Alã Mitchell, apresenta conceitos do Evangelho que todos podem usar no dia a dia, independentemente da religião que praticam.

“Meu Pequeno Evangelho” traz lindas mensagens de amor, caridade e humildade, contadas de forma divertida, com os personagens mais queridos do Brasil. Ensinamentos sobre felicidade, humildade, pureza, paz, misericórdia, amor, perdão etc. são passados um a um, sempre baseados em situações vividas pelos personagens e que são contadas a André.

Em “Meu Pequeno Evangelho” estão reunidos todos os ensinamentos de Jesus contidos no Evangelho segundo o espiritismo, o livro mais difundido da doutrina, com mais de 30 milhões de exemplares vendidos no mundo todo.

Com os personagens mais conhecidos do Brasil, a obra ensina a importância de praticar o bem e a caridade, de respeitar o próximo e a natureza, de se conhecer e de compartilhar seus “tesouros” sempre que for possível, principalmente os conhecimentos e boas atitudes, que são os mais valiosos.

“Meu Pequeno Evangelho”, de Luis Hu Rivas e Alã Mitchell, com ilustrações de Mauricio de Sousa. Editora Boa Nova, 64 páginas, R$ 29,90.

O pássaro do tempo

26 de novembro de 2014 0
Divulgação, Autêntica

Divulgação, Autêntica

Uma casa que mais se parece com uma nuvem cinza de onde saem músicas, luzes, vultos e sombras estranhas; um relógio cuco movido ao som do piano, fazendo o tempo andar para trás e sugando a vida de crianças. É nesse cenário inusitado que se passa “O Pássaro do Tempo”, de Ana Lasevicius, com ilustrações de Sônia Magalhães, lançamento da Autêntica Editora. A narrativa mexe com o imaginário infantil nessa história de uma garotinha fantasiosa e sua relação com uma vizinha misteriosa e assustadora.

Levada pelos boatos da vizinhança, a pequena protagonista morre de medo de se encontrar com dona Isaurinha, pois acredita que ela rouba o futuro das crianças todas as vezes que toca piano e o cuco aparece para sugá-lo. A vizinha nunca recebe visitas, nem visita ninguém da rua. Parece morar no bairro desde sempre, pois não se tem informações de quando chegou lá. Segundo a garotada da rua, ela tem no mínimo trezentos anos. As crianças mais velhas contam histórias aterrorizantes, que fazem as menores saírem correndo toda vez que dona Isaurinha dobra a esquina. Será que ela realmente rouba o tempo das crianças? Qual seria sua idade real? Ninguém sabe.

Certo dia, quando sua avó fica doente e sua mãe precisa levá-la ao pronto-socorro, a menina tem de ficar com dona Isaurinha. O medo é enorme: o que vai acontecer? Será que ela vai ser sugada pelo cuco quando a a velha tocar aquela estranha melodia ao piano? O encaminhamento e o desfecho da história são surpreendentes.

Segundo a autora, dona Isaurinha realmente existiu, e seu pavor pelo relógio cuco era real. “Juntei as duas coisas e o resultado está aí”, conta Ana Lasevicius. As ilustrações de Sônia Magalhães, colagens de tecidos, papéis, resíduos de impressos e imagens antigas, complementam o texto.

Os jovens leitores certamente vão se identificar com os medos e a rica imaginação da protagonista desse envolvente e cativante livro.

“O Pássaro do Tempo”, de Ana Lasevicius, com ilustrações de Sônia Magalhães. Autêntica Editora, 32 páginas, R$ 34,00.

 

Vulgar, o Viking, e o Show de Talentos Tenebroso

24 de novembro de 2014 0
Divulgação, Brinque-Book

Divulgação, Brinque-Book

Com o objetivo de amenizar o longo inverno que teriam pela frente, o rei Olaf de Lorota anuncia a seus súditos a decisão de promover um show de talentos. Vulgar sabe que é a sua hora de brilhar. Ele apresentará sua música de “sovaco” ou fará algum malabarismo com cocô de alce? Não! Ele atuará como um lendário viking, com lutas, dragões, gigantes e todas aquelas coisas. E ele vai vencer! Não vai?

O livro “Vulgar, o Viking, e o Show de Talentos Tenebroso”, de Odin Barba-Ruiva, permite trabalhar temas como humor, artes e cooperação. Pode-se, por meio da leitura da obra, levantar uma discussão sobre os talentos inerentes a cada indivíduo. É possível desenvolver uma especialidade em algo, ou já nascemos com predisposição a fazer melhor algumas coisas do que outras?

“Vulgar, o Viking, e o Show de Talentos Tenebroso”, de Odin Barba-Ruiva, com ilustrações de Sarah Horne e tradução de Alexandre Boide. Editora Escarlate, 96 páginas, R$ 19,90.

Flora Hen, uma heroína

21 de novembro de 2014 0
Divulgação, Geração

Divulgação, Geração

Prepare-se, leitor, para se comover, chorar e, fechada a última página, voltar à primeira, cheio de vontade de ler de novo e pensar no quão bela e difícil é a vida nessa terra. Mas também como é enriquecedor tirar lições valiosas das coisas que acontecem e poder seguir em frente, confortado pela esperança. Ainda que com lágrimas no rosto.

Alguns livros marcam seu tempo e seguem vida afora emocionando gerações inteiras. É o caso de “O Pequeno Príncipe”, de Antoine de Saint-Exupéry, escrito há 71 anos, o terceiro livro mais traduzido depois da Bíblia. Ou de “Fernão Capelo Gaivota”, de Richard Bach, de 1970. O primeiro, escrito originalmente para crianças, encanta também adultos por seu conteúdo filosófico e poético. O segundo, ao tratar da liberdade, tocou com delicadeza em tema central de nossa existência.

“Leafie” (derivado de Leaf, “folha”), “A Galinha que Sonhava que Podia Voar”, título do original coreano, ou “Sprout” (broto), na versão inglesa, ganhou entre nós o título de “Flora Hen”. Flora é uma galinha poedeira, condenada a apenas botar ovos que jamais chocará e que sonha, na verdade, não só com a liberdade (voar), mas também em chocar um ovo, ser mãe.

De seu posto no galinheiro, ela olha com inveja todos os demais bichos da granja, até que, enfraquecida, ela é retirada de sua gaiola para ser descartada — para morrer. Mas não é isso o que acontece: ela cai no mundo, enfrenta a indiferença ou a hostilidade dos outros bichos,torna-se mãe do ovo de outra e, de peripécia em peripécia, corajosa como só ela, nos encanta com sua coragem e suas fantásticas lições de vida.

Talvez não exista um livro em que uma personagem tão doce e carismática fosse um animal tão prosaico quanto uma galinha. Daí que o mistério deste livro reside no fato de que sua autora, Hwang Sun-mi, conseguiu colocar na personagem tanta doçura e grandeza que o resultado não poderia ser outro: 2 milhões de exemplares vendidos só na Coreia!

Ali, Flora se tornou heroína nacional. Conquistou crianças e adultos, confortou deprimidos, levantou o ânimo de fracassados, reaproximou enamorados e animou empreendedores que o consideraram tão estimulante quanto “A Arte da Guerra”, de Sun Tzu. A vida pode ser dura e cruel e há sempre uma doninha — ou um leão ou a máquina urbana neurótica — prontos para nos engolir. No entanto…

Mas sempre há um “no entanto”. Flora se rebela contra a tradição, a indiferença pelo sofrimento alheio, o egoísmo, a violência dos predadores, o medo, os preconceitos e condicionamentos da vida em sociedade. Ela enfrenta o mundo cruel, luta por sua liberdade, briga para superar-se, defende seu bebezinho das durezas da vida. E vence? Bom, para isso você precisa ler o livro. Ele tem ressonância universal e uma personagem inesquecível, capaz de lhe ensinar muitas coisas em poucas palavras, tocando sua mente e seu coração. Se chorar muito ao final, não se envergonhe. É por meio da catarse, já pregavam os gregos, que purgamos nossos defeitos e podemos seguir em frente, transformados, pelos insuspeitos e perigosos caminhos da vida.

“Flora Hen”, de Hwang Sun-mi, com ilustrações de Yasmin Mundaca e tradução de Lidia Luther. Geração Editorial, 148 páginas, R$ 29,90.

O Galo Cantou por Engano

17 de novembro de 2014 0
Reprodução, Aldo Brasil

Reprodução, Aldo Brasil

A sugestão desta segunda-feira, para começar bem a semana, mostra que a poesia envolve o inusitado do cotidiano.

O livro “O Galo Cantou por Engano” conta que um eclipse de sol abre cortinas para o jogo, para o humor e para o olhar que confunde até um galo que canta, cocoricando alto, outro bom-dia, no mesmo dia, digo, na mesma noite, nem sabemos mais o que era…

Um conto poético e encantador, “declamado” pela escritora peruana naturalizada brasileira Gloria Kirinus e “desenhado” pela ilustradora Cris Eich.

“O Galo Cantou por Engano”, de Gloria Kirinus, com ilustrações de Cris Eich. Editora DCL, 32 páginas, R$ 27,00.

A Grande Corrida, uma fábula indonésia

14 de novembro de 2014 0
Divulgação, Caramelo

Divulgação, Caramelo

Kanchil é um cervo-rato, uma espécie de mamífero não muito grande, porém bastante veloz, encontrada nas florestas tropicais do Sudeste asiático. E é dessa região, mais especificamente da Indonésia, que vem a fábula que inspirou o livro “A Grande Corrida”, do autor Nathan Kumar Scott e do ilustrador Jagdish Chitara, lançamento da Caramelo, selo editorial infantil da Saraiva.

O personagem Kanchil sempre se gabou de sua velocidade. Certo dia, ele decide organizar uma corrida e desafia todos os animais da floresta a vencê-lo, para assim comprovar sua superioridade. A arara Kakatua anuncia o evento e, quando chega o grande dia, todos os bichos comparecem, porém apenas para assistir, pois ninguém queria ser humilhado. O único corajoso o suficiente para enfrentar o ágil cervo foi Pelan, o caracol.

O livro reconta a fábula “A Lebre e a Tartaruga” por meio do cervo e do caracol, animais típicos da Indonésia, mas, nesta versão, com um final inusitado e divertido.

“A Grande Corrida”, de Nathan Kumar Scott e ilustrações de Jagdish Chitara. Editora Caramelo, 32 páginas, R$ 40,00.

Um lugar ruim pra cachorro!

06 de novembro de 2014 0
Divulgação, Escarlate

Divulgação, Escarlate

Após ter de deixar para trás a fazenda do avô e também o cachorro Sortudo, Mateus não está muito feliz com a nova vida em Vancouver, no Canadá. Em seu novo prédio há o aviso: “Proibida a entrada de animais”. Então, o menino cria um cachorro imaginário, Fred. Agora, na companhia de Fred, eles devem encontrar uma solução para trazer Sortudo de volta.

O livro “Ruim pra Cachorro!”, de Irene N. Watts, toca em temas comuns aos jovens leitores, como solidão, a adaptação a grandes mudanças no estilo de vida e como fazer novos amigos. A obra trabalha ainda com recursos que as crianças utilizam para lidar com as dificuldades, como amigos imaginários.

Esta história permite trabalhar temas como cotidiano, imaginação e convivência social. O livro perfeito para leitores a partir de oito anos que estão prontos para se aventurar por textos mais longos que o dos livros ilustrados.

“Ruim pra Cachorro!”, de Irene N. Watts, com ilustrações de Kathryn E. Shoemaker e tradução de Alexandre Boide e Claudia Affonso. Editora Escarlate, 128 páginas, R$ 26,50 (versão impressa) e R$ 19,90 (versão digital).

O menino e o mundo

03 de novembro de 2014 0
Divulgação, Caramelo

Divulgação, Caramelo

Sofrendo com a ausência do pai, que partiu à procura de trabalho na cidade grande para sustentar a família, um menino também decide deixar sua aldeia para tentar reencontrá-lo. Em seu percurso, no entanto, ele acaba descobrindo um mundo dominado por fábricas, máquinas e grandes arranha-céus, e cuja maior parte da população é explorada em extensas linhas de produção, com uma intensa jornada de trabalho. Dotado de um forte tom político, a obra ressalta os problemas da sociedade moderna vistos pelos olhos de uma criança.

Essa é a história de “O Menino e o Mundo”, novo livro da Caramelo – selo infantil da Saraiva, nascido a partir da animação homônima criada e dirigida por Alê Abreu. Para estimular a imaginação das crianças, o livro reconta a trajetória do garoto em busca do pai apenas por meio de ilustrações. Devido à extensão da narrativa, a obra foi divida em dois volumes.

A produção do filme levou quatro anos para ficar pronta e circulou por mais de cinquenta festivais de cinema em todo o mundo. Foi agraciado com dupla vitória em Annecy (prêmios de júri e público), na França, o mais importante festival de animação do mundo. Além desse, conquistou outras diversas premiações, como o Grande Prêmio da Monstra – Festival de Cinema de Animação de Lisboa, tornando-se o longa-metragem brasileiro de animação mais premiado de todos os tempos.

“O Menino e o Mundo”, de Alê Abreu. Editora Caramelo, 48 páginas, R$ 40,00.

 

Bafafá na Terra de Nefertiti

30 de outubro de 2014 0
Divulgação, Autêntica

Divulgação, Autêntica

Quem nunca sonhou, na infância, em ser um detetive e solucionar casos importantes? Essa é a proposta da coleção “Você é o Detetive!”, lançada no Brasil pela Autêntica Editora. Em cada livro, três grandes enigmas, cada um com 11 suspeitos e um culpado, que instigam os jovens leitores a usar o raciocínio lógico e a observação para desvendar os mistérios e encontrar os criminosos.

Em “Bafafá na Terra de Nefertiti”, três delitos foram cometidos em terras egípcias, no Templo de Sortudor. O primeiro desafio do leitor é descobrir o responsável por um ato de vandalismo que desfigurou um afresco de 2.500 anos. O desafio seguinte é investigar o desaparecimento do professor e arqueólogo Nan Pollion no sarcófago do faraó Ameiassoquet. Por fim, ele deve encontrar o autor da sabotagem na gravação do filme “As Harpas do Faraó”: a película foi picotada, e importantes cenas sumiram.

Ilustrados pelo próprio autor, o francês Pronto, cada exemplar traz três estimulantes histórias adaptadas, na medida do possível, à realidade brasileira nos nomes dos personagens e suas cidades. Isso amplia a identificação do leitor e mantém o humor original com trocadilhos e jogos de palavras que dialogam o tempo todo com a ilustração na apresentação das pistas.

“Bafafá na Terra de Nefertiti”, texto e ilustrações de Pronto, com tradução de Vera Chacham. Coleção “Você é o Detetive!”, Autêntica Editora, 64 páginas, R$ 32,00.

Três Tigres Tristes

29 de outubro de 2014 0
Reprodução, Aldo Brasil

Reprodução, Aldo Brasil

“Um tigre, dois tigres, três tigres! Três tigres tristes listrados dos trópicos trafegavam num trator, enquanto traçavam três travessas com trocentos trigos trazidos de Trieste por triunfantes trovadores de trava-línguas!”

Fernando Vilela e Nina Barbieri escreveram juntos o divertido livro “Três Tigres Tristes”. A ideia nasceu quando brincavam de falar rápido o famoso trava-língua dos tigres. Depois, resolveram continuar a história nos almoços diários. Para ilustrar o livro, Fernando usou lápis para desenhar, carimbo de borracha para fazer os coqueiros e o computador para colorir. O livro faz parte da série “Ler e Ouvir”, em que cada volume tem dentro um código QR. Esse recurso permite que se ouça a história nos smartphones que contem com esse programa.

Os trava-línguas fazem parte das manifestações orais da cultura popular. O que faz as crianças repeti-los é o desafio de reproduzi-los sem erros. Entra aqui também a questão do ritmo, pois elas começam a perceber que, quanto mais rápido tentam dizer, maior é a chance de não concluir o trava-línguas com perfeição. Esse tipo de narrativa pode ser um bom recurso para trabalhar a leitura oral. Depois de Três tigres tristes, que tal pedir às crianças que pesquisem e tentem falar outros trava-línguas? E, por que não, que criem novos trava-línguas, aperfeiçoando assim a capacidade cognitiva e aguçando a criatividade?

“Três Tigres Tristes”, de Fernando Vilela e Nina Barbieri. Coleção “Ler e Ouvir”, Editora Brinque-Book, 24 páginas, R$ 29,60.