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Posts com a tag "Literatura Infantojuvenil"

Não façam isso com a Carlota!

20 de março de 2015 0
Divulgação, FTD

Divulgação, FTD

A sugestão desta sexta-feira traz um tema muito atual, já enfocado pelo blog, mas nunca é demais se o objetivo for pelo menos diminuir bastante essa praga chamada bullying.

Pode ser uma brincadeira para quem o pratica, mas não tem graça nenhuma para a vítima, que geralmente tem sua autoestima jogada lá no porão. Isso quando as consequências não são ainda mais desastrosas.

No livro “Carlota Bolota”, de Cristina Porto, a personagem narra sua vida desde o nascimento, marcada pelos episódios de bullying devido à obesidade. A discriminação começa na própria casa, pelo apelido colocado pelo irmão. A história chega ao seu apogeu quando Carlota torna-se craque de um time de futebol.

Só para lembrar: 7 de abril é o Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência na Escola. Essa data foi escolhida porque foi em 7 de abril de 2011 que ocorreu um dos mais marcantes atentados dentro de uma escola brasileira. O ex-aluno Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, invadiu a Escola Municipal Tasso da Silveira, no bairro do Realengo, Rio de Janeiro. Armado, começou a disparar contra os alunos dentro de uma das salas de aula. No ataque, matou doze estudantes com idade entre 12 e 15 anos, além de ter deixado outros 20 feridos. O atirador, que havia sido vítima de bullying quando era aluno daquela escola em sua adolescência, cometeu suicídio logo após a ação, em episódio que ficou conhecido no País como o Massacre do Realengo.

“Carlota Bolota”, de Cristina Porto com ilustrações de Bruna Assis Brasil. Editora FTD, 40 páginas, R$ 36,90.

O importante estímulo à literatura infantojuvenil

19 de março de 2015 0
Antonio Luiz Rios. Foto: Divulgação

Antonio Luiz Rios. Foto: Divulgação

Antonio Luiz Rios,
diretor-superintendente da Editora FTD

O Brasil tem mais de 50 milhões de alunos matriculados na educação básica. São cerca de 7,5 milhões na educação infantil, 29,06 milhões no ensino fundamental, 8,3 milhões no ensino médio e cerca de cinco milhões em cursos de suplementação e profissionalizantes. Dentre os requisitos para a excelência de sua escolaridade, uma prioridade nacional, incluiu-se o acesso ao livro, ferramenta imprescindível para a apropriação de cultura e conhecimento geral e didático.

Uma informação positiva é que o mercado editorial de nosso país produz obras de qualidade para todos os segmentos de alunos da educação básica. Há livros apropriados para as crianças que frequentam as creches, até os alunos do último ano do ensino médio, passando pelos matriculados no fundamental. Daí a importância dos programas governamentais de aquisição e distribuição de livros aos estudantes das escolas públicas, oferecendo-lhes um instrumento decisivo para a sua formação.

Por outro lado, precisamos avançar muito no tocante ao hábito de leitura, estimulando-o cada vez mais — e além das salas de aula —, de modo que se constitua, como em várias nações, num fator decisivo para a transformação positiva da sociedade e do País. Nesse sentido, é prioritário estimular a leitura desde a infância, pois ao perceber o encanto do universo do livro e descobrir todas as portas que ele abre, o indivíduo dificilmente deixará de ser um leitor ao longo de toda a sua vida.

Portanto, para conquistarmos a meta tão almejada de que o Brasil seja um país de leitores, não há outro caminho senão despertar nas crianças e adolescentes o gosto pela leitura. Significativa contribuição para isso foi o fato de o livro do ano na categoria ficção do Prêmio Jabuti 2014, o mais importante do mercado editorial brasileiro, ter sido Breve História de um Pequeno Amor, de Marina Colasanti. Tal conquista para uma obra infantojuvenil chama a atenção de todos para esse segmento da literatura.

Ao fazermos uma reflexão sobre a relevância da leitura para o público infantojuvenil, é pertinente lembrarmos o 25º aniversário da Convenção sobre os Direitos da Criança, celebrado dia 20 de novembro, em Nova York, pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Na ocasião, o comitê responsável pelo monitoramento desse programa ressaltou a importância da participação ativa das crianças nas discussões que afetem suas vidas.

“As crianças podem ser agentes ativos da mudança em suas famílias, escolas, comunidades e países, uma vez que suas percepções são diferenciadas em relação às visões dos adultos”, diz um dos trechos da declaração oficial comemorativa ao jubileu de prata. Por isso, a participação das camadas mais jovens deve ser efetiva e interpretada como um direito, que avançou bastante desde a adoção da convenção, que conta com a assinatura de 194 países.

Pois bem, para que as crianças e jovens participem de modo efetivo como agentes das transformações que os beneficiem, precisam apoderar-se, cada vez mais, do conhecimento que os livros lhes proporcionam. Este é um caminho eficaz para a solução dos problemas que ainda afetam a infância no mundo todo, a melhoria da qualidade da vida e o avanço da sociedade global.

Solidariedade e superação em "Kamazu"

18 de março de 2015 0
Divulgação, Mundo Mirim

Divulgação, Mundo Mirim

Em reconto de uma tradicional lenda angolana (“O Rapaz e o Rio”), a escritora e ilustradora Carla Caruso apresenta em sua obra intitulada “Kamazu” valores éticos e morais para crianças. Baseando-se na história original e acrescentando elementos característicos da cultura angolana, a autora conta a história de um jovem escravo chamado Kamazu, que vê a sua vida mudar após receber conselhos de uma velha escrava e os seres da floresta.

O enredo apresenta a vida difícil que o personagem central se encontrava, até o dia em que, por meio de um sonho, o rio o presenteou com uma caixa de ervas medicinais e uma pedra mágica, retirada dos olhos de um peixe. O simples presente e a solidariedade de Kamazu foram suficientes para a grande mudança que aconteceria em sua vida.

Com ilustrações feitas à base de uma técnica de pintura e colagem, as cores e formas peculiares que compõem o livro contribuem para formar uma narrativa envolvente, resultado de uma grande pesquisa feita pela autora sobre a cultura angolana.

“O que você fizer, faça-o bem-feito: um homem deve ter aspirações, deve subir até onde puder chegar.”

Os valores morais e éticos que se escondem na história de Kamazu proporcionam a discussão de diversos contextos que contribuem para a formação das crianças. Publicação da Editora Mundo Mirim, esta obra aborda assuntos importantes, como respeito aos mais velhos, reconhecimento, relação do homem com a natureza e até mesmo a busca de sua identidade. Tudo isso mesclado a uma narrativa linear e um enredo cativante.

“Kamazu”, texto e ilustrações de Carla Caruso. Editora Mirim, 32 páginas, R$ 34,90.

O Domingo Trocado

16 de março de 2015 0
Divulgação, Brinque-Book

Divulgação, Brinque-Book

Jonas, personagem do livro “O Domingo Trocado”, de Ruth Löbner, é filho de pais separados. De segunda a sexta, o garoto mora com Ana, sua mãe. Nos fins de semana, troca de casa para morar com Pedro, seu pai, que é um grande atrapalhado!

Nos dias em que passam juntos, tudo dá errado. Depois de mais um sábado cheio de trapalhadas, Jonas tem uma ótima ideia: trocar de papel com seu pai. “Eu faço as coisas que você faz normalmente e você, as minhas. Hoje eu sou o pai e você é o filho! O que acha? Eu dou conta, pode ter certeza!”, diz. Pedro topa o desafio, e tudo funciona perfeitamente até irem ao parque para tomar sorvete e viverem algo inesperado.

A narrativa do livro permite trabalhar temas como relacionamento familiar e cotidiano. É possível explorar a obra demonstrando que existem diferentes tipos de famílias e que a diversidade é perfeitamente normal, sendo o afeto, o amor, o cuidado, o carinho e o respeito os sentimentos mais importantes em todos os lares.

“O Domingo Trocado”, de Ruth Löbner, com ilustrações de SaBine Büchner e tradução de Hedi Gnädinger. Editora Brinque-Book, 64 páginas, R$ 24,20.

O que é que o corpo humano tem?

13 de março de 2015 0

 

O que é que o corpo humano tem

Divulgação, Boa Nova

Elas são cheias de curiosidade e algumas vezes fazem perguntas que nem os adultos conseguem responder. Na fase do crescimento, elas querem saber um pouco sobre tudo, principalmente sobre si mesmas e seus corpos. No livro “O que É que o Corpo Humano Tem?” – publicado pela Editora Boa Nova – a autora Danielle V. M. Carvalho dá uma força para os pais em algumas questões importantes no desenvolvimento dos pequenos.

“– Miga, eles são muito diferentes de nós, você não acha? – perguntou Flor.

– Muito mesmo, a começar pelo tamanho! Os humanos são gigantescos!

Isso porque este é um filhote! – comentou Miga.”

A publicação conta a história de duas formiguinhas, Miga e Flor, que saíram de seu formigueiro para fazer um trabalho de escola e estudar os humanos. De maneira divertida, Danielle explora os cincos sentidos: o olfato, a visão, o tato, a audição e o paladar, explicando o bem que o homem pode fazer a si mesmo e aos outros ao usá-los.

“– Aquelas duas bolinhas são os olhos, com elas os humanos
podem enxergar a beleza da natureza, podem ver as cores
das flores, o sol, a lua, as estrelas e as formigas.”

Ao estudar o corpo humano, as duas aprendem que há pessoas que não ouvem, enxergam ou falam, mas que mesmo assim conseguem se comunicar, sorrir e amar, em sua maneira especial. Elas mostram também a importância de tomar muito cuidado com as palavras para não magoar os outros.

As crianças irão se divertir com as explicações de Miga e Flor e também aprenderão com elas alguns conceitos, como escovar os dentes todos os dias e cuidar do meio ambiente. Com uma linguagem bastante didática e, ao mesmo tempo, de fácil compreensão, a autora ensina valores e bons hábitos que contribuirão para formar adultos conscientes.

“O que É que o Corpo Humano Tem?”, de Danielle M. V. Carvalho. Editora Boa Nova, 36 páginas, R$ 9,90.

O Coração de meu João

10 de março de 2015 0
Divulgação

Divulgação

Com 34 páginas, “O Coração de meu João” é aquele tipo de livro que encanta a qualquer um. Escrito por Héricka Medeiros, a obra infantojuvenil conta a história de uma menina de quatro anos chamada Rosa que aos poucos amolece o coração do seu João, um senhor sério, carrancudo e de poucos amigos.

A cada página, o leitor vai se encantar com o poder que essa garotinha tem de fazer as pessoas sorrirem, ou melhor, o seu João sorrir. Esta história mostra que por trás de uma aparente indiferença pode existir um coração solitário, que só espera um olhar verdadeiro de criança para reaprender a amar.

“Essa história é baseada em fatos reais. Quando uma história é baseada em fatos reais, quer dizer que ela aconteceu mesmo quase do mesmo jeito que a gente está contando. E quer dizer também que é uma história bonita, bem bonita, que merece ser contada e ouvida por muita gente.”

“O Coração de meu João”, de Héricka Medeiros, com ilustrações de José Paschoal. Editora Pandorga, 34 páginas, R$ 29,90.

Assassinato na Literatura Infantil

06 de março de 2015 0
assassinato na literatura infantil

Divulgação, Global

O livro “Assassinato na Literatura Infantil – Uma Aventura da Turma do Gordo”, de João Carlos Marinho, conta que a mãe do Gordo funda uma Sociedade Cultural com sede no bairro de Vila Madalena, que é uma região intelectual da cidade de São Paulo, e oferece o troféu Visconde de Sabugosa para o escritor que fizer o melhor livro infantil. Além do troféu, o vencedor (ou vencedora) receberá cem mil dólares oferecidos pelo pai do gordo.

Um júri de seis intelectuais vai decidir entre os cinco escritores finalistas quem levará o troféu e o dinheiro. A decisão será tomada publicamente no palco da Sociedade Cultural, onde cada jurado dará o seu voto numa cerimônia muito chique, na frente de um grande público. A mãe do Gordo, como presidente da Sociedade Cultural, é a mestre de cerimônias, fazendo as apresentações ao microfone.

Se houvesse só a votação e a entrega do prêmio, o tempo ia ficar muito curto. Então, na primeira parte do espetáculo, são passados no telão cinco pequenos filmes de dez minutos cada um contando um pouco da vida de cada escritor finalista. Aí tem um intervalo, o público vai para o salão de festas, toma vinho branco gelado, come salgadinhos, faz conversinha de festa, e depois volta para a plateia.

Dona Celeste anuncia que a votação vai começar e ela começa. Os cinco escritores finalistas, cada um com a sua torcida e suas faixas de “já ganhou” na plateia, estão muito nervosos.

Agora, pelo título, o mais distraído leitor já adivinhou que alguém vai levar um tiro na cabeça.

“Assassinato na Literatura Infantil – Uma Aventura da Turma do Gordo”, de João Carlos Marinho, com ilustrações de Camila Mesquita. Global Editora, 128 páginas, R$ 35,00.

O Ratinho do Violão

03 de março de 2015 0
Divulgação, Geração Editorial

Divulgação, Geração Editorial

A história de Chiquinho, personagem de “O Ratinho do Violão”, livro da escritora mineira Marta Reis, é uma história que se repete com milhares de crianças e adolescentes pelo mundo: os traumas e sofrimentos causados pelo bullying.

De origem inglesa, bully, o termo bullying significa valentão ou brigão. Ainda sem uma denominação equivalente em português, a palavra é usada para falar de opressão, tirania e humilhação contra o outro, principalmente na infância e na adolescência, mas há também casos de bullying na fase adulta.

“Leciono há mais de vinte anos, para adolescentes entre 11 e 15 anos. Como se sabe, esta é a idade mais difícil, já que são muitas as mudanças pelas quais estes meninos e meninas estão passando. A prática do bullying costuma ser muito acentuada nesta idade”, afirma Marta.

A autora conta que, ao escrever o livro, não se baseou em um caso específico, mas em várias situações que presencia todos os dias em escolas: as questões do bullying e da inclusão. “Chiquinho tem dificuldade de locomoção e, para ir para a sala de aula, tinha que subir uma escada. Pense bem: se fosse uma escola mais bem adaptada, teria uma rampa para alunos iguais a ele, ou, então, uma sala no andar de baixo”, diz a autora.

Chiquinho é um menino muito bacana, do bem, que toca violão, mas que tem dificuldade de locomoção e, por este motivo, acaba sofrendo uma série de assédios por parte dos colegas. Após um episódio em que ele cai na escada e fica muito envergonhado e com medo pela zombaria dos colegas, ele começa a se isolar até se transformar em um ratinho e passa a viver dentro de seu violão.

“O Ratinho do Violão” é um texto sensível, lúdico, que envolve o leitor na trama psicológica vivida pelo personagem. O livro, ilustrado por Thais Linhares, tem leitores de um público diverso e vem emocionando crianças e adultos. Marta afirma que o livro pode ajudar na formação de pessoas mais conscientes que saibam tratar o outro com mais respeito e generosidade. “Afinal de contas respeito e generosidade são pilares fundamentais para a construção de uma sociedade melhor e mais justa para todos”, finaliza.

“O Ratinho do Violão”, de Marta Reis, com ilustrações de Thais Linhares. Geração Editorial, 32 páginas, R$ 29,90.

Os Construtores de Montanhas

25 de fevereiro de 2015 0
Divulgação, Mundo Mirim

Divulgação, Mundo Mirim

Será mesmo verdade que onde vemos simples cordilheiras, montes e montanhas estão ocultos gigantes adormecidos? Será mesmo verdade que, em tempos remotos, os gigantes eram responsáveis pelas construções das montanhas? E, se for verdade, o que terá acontecido por aqueles gigantes construtores de montanhas?

Ganhador do Prêmio Lazarillo, o livro “Os Construtores de Montanhas”, escrito pelo renomado autor espanhol Alberto Pérez, é composto por uma linda fábula que conta a história de gigantes contratados por reis para construírem montanhas, colinas e cordilheiras.

“Os gigantes eram como eu e você, multiplicando,
 claro, nossos tamanhos por cem ou por mil. Quando
 erguiam um braço, cobriam o sol. Com um
 passo, atravessavam o mar. Se um pelo caísse de
 suas sobrancelhas, era como se um tronco
 desabasse do céu.” Página 9

O livro exibe uma narrativa linear, em que o autor começa avisando o leitor que está “recontando” a lenda dos gigantes construtores de montanhas. E, para dar mais crédito à sua história, Pérez se apressa a informar que encontrou essa história em um livro na biblioteca de um certo sábio conhecido como “bruxo Frestin”: “E que todos os livros de lá dizem a verdade, como bem sabem os leitores de qualquer idade”.

O enredo ainda tem uma reviravolta quando, num belo dia, o trabalho dos gigantes acaba sendo desprezado por causa dos novos interesses e ambições dos governantes. E como será que os gigantes construtores de montanhas irão reagir a essa novidade? É isso que os pequenos leitores encontrarão nessa obra que é publicação da Editora Mundo Mirim.

“Os Construtores de Montanhas”, de Alberto Pérez, com ilustrações de Jorge del Corral e tradução de Tino Freitas. Editora Mundo Mirim, 32 páginas, R$ 29,90.

A Bicicleta Epiplética

18 de fevereiro de 2015 0
Divulgação, Cosac Naify

Divulgação, Cosac Naify

Em “A Bicicleta Epiplética”, primeiro livro de Edward Gorey lançado no Brasil, a história começa no momento em que não é mais terça-feira, mas ainda não é quarta – uma boa amostra do clima de absurdo que permeia toda a obra.

A partir daí, o leitor acompanha a aventura (ou desventura?) dos irmãos Embley e Yewbert, que, no melhor estilo “Alice no País das Maravilhas”, são guiados por uma bicicleta epiplética por campos de rabanete que não têm rabanetes, um grande celeiro tão escuro que não é possível ouvir nada, e uma tempestade tão forte que leva consigo os catorze pares de sapatos amarelos de Embley e o colete de oncinha de Yewbert.

O traço fino e detalhista de Gorey dá o tom macabro das ilustrações, que se diferenciam radicalmente do que comumente se vê nos livros infantis. O livro original foi escrito a mão pelo próprio Gorey, e a Cosac Naify tomou o cuidado de desenvolver, especialmente para a edição brasileira, uma fonte que imita a letra do autor com perfeição. Assim, a Cosac Naify convida crianças e adultos a conhecerem esse autor excêntrico, mundialmente aplaudido, em um lançamento que vai dar o que falar.

“A Bicicleta Epiplética”, texto e ilustrações de Edward Gorey e tradução de Alexandre Barbosa de Souza e Eduardo Verderame. Editora Cosac Naify, 64 páginas, R$ 35,00.