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Posts com a tag "Literatura Infantojuvenil"

Livro com a Turma da Mônica apresenta Chico Xavier às crianças

24 de março de 2017 1
Divulgação, Boa Nova

Divulgação, Boa Nova

Comemorando o mês de aniversário de Francisco Cândido Xavier, depois de mais de 100 mil exemplares vendidos da obra “Meu Pequeno Evangelho”, a Editora Boa Nova acaba de lançar um novo livro infantil de Luis Hu Rivas e Ala Mitchell em parceria com o desenhista Mauricio de Sousa. Na obra, “Chico Xavier e seus Ensinamentos”, os personagens da Turma da Mônica conhecem exemplos incríveis vindos de Chico Xavier.

Enquanto Mônica e seus amigos se recordam de diversos momentos que já viveram juntos, André, primo do Cascão, leva 25 dos melhores ensinamentos de Chico Xavier aos pequenos, além de histórias inéditas de pessoas que conviveram diretamente com Chico. Dentre elas, estão lições de amor, solidariedade, humildade, disciplina e paciência com o próximo, como esta abaixo.

— Certa vez, Chico Xavier afirmou: “Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um de nós pode começar agora e fazer um novo fim.” Ou seja, crianças, diante de uma situação difícil, não adianta lamentar, temos que reparar.

O livro também ensina aos pequenos leitores sobre a importância de amar ao próximo, sem esperar nada em troca. Ao ouvir que Chico Xavier vendeu milhões de livros e doou todo o dinheiro para instituições de caridade, o Cebolinha se surpreende com tamanha atitude.

— Nossa! — disse Cebolinha, espantado. — Mas ele podelia ter ficado lico!

André lembrou que Chico Xavier gostava de escrever por amor, e uma vez falou: “Ame sempre, porque isso faz bem a você; não por esperar algo em troca”.

“Chico Xavier e seus Ensinamentos” tem até participações de Emmanuel, o Guia Espiritual do médium, e mostra como, em pequenas situações do dia a dia, Chico Xavier conseguia oferecer grandes lições de amor, agora contadas em histórias com os personagens mais queridos do Brasil.

“Chico Xavier e seus Ensinamentos”, de Luis Hu Rivas, Mauricio de Sousa e Ala Mitchell. Editora Boa Nova, 64 páginas, R$ 31,90.

Docol publica o "Almanaque da Água"

20 de março de 2017 0
Almanaque da Água

Divulgação, Docol

Olá, galerinha. Começando mais uma semana, o Blog do Aldo traz uma sugestão que não está à venda, mas que é muito legal. Aproveitando que 22 de março é o Dia Mundial da Água, a Docol, empresa joinvilense que produz metais sanitários e soluções para o consumo deste bem tão importante, editou o “Almanaque da Água”.

A publicação apresenta 60 curiosidades, dicas, fatos históricos, números, datas e dados para conhecer esse recurso tão essencial à vida e saber preservá-lo. Aliás, turminha, preservação é a palavra-chave para todo mundo não ter de passar pelo aperto da escassez desse líquido tão essencial à vida. Você já pensou como seria a vida se a água acabasse? Pois saiba que em pouco tempo, se a água sumisse da Terra, toda forma de vida também se extinguiria.

Por isso a conscientização é tão importante, afinal, não há como fabricar água. Ou você pensa que dá para ir no mercado da esquina e dizer para o atendente: “Moço, preciso de duas moléculas de hidrogênio e uma de oxigênio para minha mãe fazer uma água bem fresquinha”. Esqueça! Água não é igual a bolo, que basta reunir alguns ingredientes e dali alguns minutos está pronto.

A boa notícia é que você pode ajudar a preservar a água. Por exemplo: na hora de escovar os dentes, desligue a torneira até que você precise enxaguar a boca. Outra dica: na hora do banho, nada de cantar as músicas do CD inteiro do seu artista preferido. Enquanto se ensaboa e passa o xampu, desligue o chuveiro. Ah, banho rápido não significa só olhar para o chuveiro e dizer “oi, amiguinho!” Faça a coisa certa, cara!

Como falei, o “Almanaque da Água” não está à venda, mas você tem um chance de conseguir um exemplar porque a Docol vai distribuir para as crianças que visitarem a empresa com suas escolas no decorrer do ano. O material também será distribuído a clientes, jornalistas, arquitetos e outros parceiros da Docol.

A publicação teve criação de Tatiana Engelbrecht e Daniel Almeida, direção de arte de Cinthia Behr e Daniel Almeida, textos de Rogério Trentini e ilustrações de Bárbara Malagoli.

Poesia em quatro atos

17 de março de 2017 0

 

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Divulgação

Nesta semana em que celebramos o Dia Nacional da Poesia (14 de março), o Blog do Aldo traz conteúdo de Marta Morais da Costa abordando quatro obras bem interessantes para trabalhar com as crianças, dentro ou fora da sala de aula. Para ver as capas dos livros em tamanho maior, é só clicar na galeria acima.

Marta Morais da Costa *

Crianças gostam de jogos verbais que brinquem com sonoridades e ritmos. A atração que exercem sobre os pequenos revela-se nas parlendas, nos trava-línguas e na poesia. O corpo das crianças é demonstração concreta desse prazer. O movimento da dança, o olhar fixo e brilhante, a boca sempre pronta a emitir sons cantarolados e a sorrir expõem claramente o quanto a provocação dos textos poéticos encontra seus interlocutores mais apropriados.

A poesia para crianças atende aos mais diferentes objetivos, desde os fins escolares pedagógicos ao mais descompromissado poema lúdico; dos textos cívicos à poesia do cotidiano. Um projeto destinado à formação de leitores de literatura não pode ignorar a edição de obras poéticas. A Editora Positivo criou uma série especial para estas obras, denominada “De Fio a Pavio”. O nome traz na marca da rima a evocação de poesia. Também o sentido dos substantivos (fio e pavio) aponta para a transformação da matéria prima em possibilidade de luz, de iluminação. Os títulos editados atendem a diversidade, não apenas de autores ou assuntos, mas a diversidade de modos de tratar o fato poético e suas funções junto ao público leitor. Das publicações dessa série foram selecionados alguns exemplos, sem demérito aos não mencionados.

O primeiro livro escolhido foi “Viva Voz!” (R$39,80), de Léo Cunha, com ilustrações de Flávio Fargas. O poema inicial já define uma proposta de leitura:

Leia este livro em viva voz,
deixe o estilo pra depois,
deixe a timidez na gaveta.

Solte a garganta sem medo,
que poesia é sopro e vento,
não é só papel e caneta. (p.5)

Para demonstrar a viva voz dos textos, os poemas curtos são rimados, geralmente em versos curtos de sete sílabas poéticas, que é o verso mais popular e musical da língua portuguesa. E os assuntos tratam de curativos e machucados de lobos e pinguins, de ioiô e dominós, de mistério, bagunça e piada. O que sobressai nas provocações dos poemas é um convite para a brincadeira com sons e palavras e, acima de tudo, propõe o diálogo do poeta com a criança, inteligente, alegre e livre. Livre até para apontar defeitos no adulto: “Só gente grande consegue/ mentir sem piscar o olho.” (p.8)

Retomando a tradição das adivinhas, Adriano Messias escreveu “Que Bicho Está no Verso?” (R$ 39,80), com ilustrações de Cris Eich. Desfilam nesse livro 15 animais, apresentados por uma quadrinha enigmática, cuja resposta aparece na página seguinte, no verso dos versos. E as apresentações se fazem por meio de imagens coloridas, de referências a situações do cotidiano infantil. A linguagem prima pela simplicidade e extrema oralidade, demonstrando que a poesia está em todo lugar e sua expressão verbal busca qualquer leitor, sem erudições.

Nunca usou sapatinhos
e nunca teve chulé.
São mesmo muitos pezinhos.
Que bicho será que é?

É marcante neste livro a associação da poesia à natureza, criando um ambiente de leitura que aproxima texto e leitor, dada a reconhecida atração do público infantil por animais e plantas. Desta forma, o livro une a curiosidade, o conhecimento e a ligação dos leitores infantis com sua realidade e interesses.

Marcos Bagno escreveu “O Tempo Escapou do Relógio e Outros Poemas” (R$ 35,50), livro que Marilda Castanha ilustrou magistralmente. São poemas direcionados a leitores mais amadurecidos. Por isso, têm maior extensão, metáforas mais complexas e profundidade de pensamento. Sua inspiração são cantigas de roda, parlendas e adivinhas e uma variedade de recursos poéticos que fazem da palavra — desenhada, sonora, lúdica — a matéria-prima do fazer poético. São poemas que investem em assuntos e situações desafiadores, como “Dia dos Pais”, em que o menino homenageia seus dois pais, Pedro e João. Ou “Algazarra” em que a base é a montagem/desmontagem de palavras, para iluminar com novos sentidos cada vocábulo: “Algazarra é um tipo de alga?”; “Poesia é que tipo de pó?”; “Amargar é sofrer por amar?”. Ou o poema-título em que o tempo ao fugir revoluciona o universo. Enfim, o jogo de palavras, a inovação e a provocação constituem o modo de apresentar a poesia para os leitores em formação.

Em “Estações da Poesia” (R$ 39,80), o poeta Luís Dill e as aquarelas de Rubens Matuck constroem pra os leitores infantis uma natureza poética entrevista nas quatro estações do ano. São poemas curtos, em três versos, de tradição japonesa e denominados haicais. O tratamento dado à natureza é delicado, metafórico, colorido e extremamente musical. Sem seguir à risca o molde dos poemas japoneses em relação ao tamanho dos versos, nem por isso os textos de Luís Dill perdem sua natureza de fotografias poéticas.

Telefone sem fio:
brisa que enche a luva
vira vento de chuva
………………..

Gato de rua
na poça d’água
bebe a lua

São fragmentos de realidade que encantam os olhos, a imaginação e o pensamento. É força da poesia infantil a conquistar novos leitores e a dar continuidade à tradição poética milenar. Do fio das palavras à iluminação da sensibilidade e da apropriação do mundo.

* Marta Morais da Costa é consultora de literatura da Editora Positivo, mestre e doutora em literatura brasileira pela USP. Professora aposentada da UFPR e da PUCPR. pesquisadora da cátedra de leitura Unesco-PUC-Rio. Membro da Academia Paranaense de Letras. Autora de “Mapa do Mundo” (2006), “Palcos e Jornais” (2009), “Sempreviva” (2009) e “Hoje Tem Espetáculo? Tem, sim, Senhor!” (2016) entre outros. 

A Arca de Noé em 3D

14 de março de 2017 0
Fotos Divulgação

Divulgação

arca de noé2

Divulgação

Todo mundo conhece a história da Arca de Noé, em que cada casal de animais entrou no grande barco para se salvar do dilúvio que estava por vir.

O Blog do Aldo traz hoje essa história na publicação “A Arca de Noé”, de Francesca Crespi. A obra das Edições Paulinas tem um diferencial: as imagens são em 3D, tornando o livro interativo, bem ao gosto da criançada.

Este livro traz seis ilustrações em 3D. As páginas têm recursos interativos, para puxar, abrir e mexer, que encantam a todos. No final, surge um lindo arco-íris, enquanto os animais desembarcam da Arca, de dois em dois.

“A Arca de Noé”, de Francesca Crespi. Edições Paulinas, 10 páginas (capa dura e miolo acartonado), R$ 27,50.

Ler é uma grande onda, Cara! É isso aí, Bro!

13 de março de 2017 0
Olha a onda

Divulgação, Brinque-Book

Numa manhã ensolarada, dois amigos, Cara e Bro, personagens do livro “Olha a Onda!”, de Kwame Alexander, vão à praia com ideias bem diferentes sobre o que fazer lá. Cara quer surfar com seu amigo Bro, mas, para seu espanto, Bro está tão entretido com um livro que prefere terminar a leitura primeiro. Porém, durante o caminho, o entusiasmo e o envolvimento de Bro com o livro instigam Cara a ponto de ele querer ler também.

Dicas de questões que os professores podem tratar com os alunos: no início da história, Cara trata a leitura como algo chato e entediante. Os alunos se sentem ou já se sentiram assim? O que os fez mudar de ideia, ou o que poderia convencê-los do contrário, caso ainda não gostem de ler? Que indicativos a narrativa dá de que a leitura é uma atividade divertida e prazerosa? Apesar de nunca ser mencionado explicitamente, Bro está lendo um livro muito famoso (“Moby Dick”, de Herman Melville), que os alunos talvez reconheçam. Quais pistas o autor e o ilustrador deixam para que o leitor identifique a obra?

Neste livro, ficção e realidade se misturam perfeitamente, numa divertida homenagem ao prazer da leitura e à imaginação. Esta divertida história permite trabalhar temas como incentivo à leitura, imaginação e amizade.

“Olha a Onda!”, de Kwame Alexander, com ilustrações de Daniel Miyares e tradução de Gilda de Aquino. Editora Brinque-Book, 28 páginas, R$ 35,00.

Por enquanto, dê uma forcinha para a Menina Distraída

10 de março de 2017 0

 

Muita gente conhece a jornalista e escritora Vanessa Bencz, criadora das histórias da Menina Distraída que falam, basicamente, das venturas e desventuras da vida de um adolescente. Temas como o bullying e superação são comuns. Agora, Vanessa “Menina Distraída” Bencz está numa nova empreitada para fazer circular o livro “Por Enquanto” via financiamento coletivo pelo site Catarse.me. As doações começam de R$ 10 e, conforme aumenta o valor, há um mimo diferente. Os brindes vão desde nome no livro como agradecimento a caneca e camiseta. Confira as imagens na galeria acima. Para ampliar as fotos, é só clicar nelas. Para doar, basta entrar na página do projeto no Catarse.me: https://www.catarse.me/porenquanto. O projeto pode receber apoios até o dia 17 de abril.

O livro fala sobre cicatrizes e superação. A cada cinco estudantes brasileiros, um já se cortou de forma proposital. Automutilação é um problema de saúde pública. Jovens têm testado seus limites físicos e emocionais porque se sentem desamparados em um mundo que evolui muito rápido. O resultado disso? As estatísticas mostram que o número de suicídio entre jovens de dez e 14 anos aumentou 40% nos últimos dezanos. Porém, esses números jamais representarão o sofrimento real dessas pessoas e de suas famílias.

Foi pensando nestas estatísticas que Vanessa Bencz Yasmin Moraes — jornalista e ilustradora, respectivamente — se juntaram para lançar a história em quadrinhos “Por Enquanto”. Trata-se do spin-off da história em quadrinhos “A Menina Distraída”, financiada pelo Catarse.me em 2014 e que focava no tema bullying.

Em “Por Enquanto”, a protagonista Ana, de 16 anos, usa um canivete para lidar com suas dores. Ela sofre abuso dentro de casa, tira notas baixas, é excluída, não tem amigos e apela para um método nada convencional de administrar seu sofrimento.

É preciso, urgentemente, falar sobre automutilação nas escolas. Vanessa e Yasmin, que são de Joinville, querem oferecer às escolas brasileiras uma ferramenta para isso. Elas acreditam profundamente que a informação é uma ferramenta — sobretudo se esta informação for transmitida por meio de uma história em quadrinhos que fale a linguagem dos jovens.

Futebol também é assunto de menina, sim!

03 de março de 2017 0
Café com leite

Divulgação, Mundo Mirim

Às vezes, achamos que temos uma determinada opinião ou fazemos alguma coisa simplesmente porque seguimos o que a sociedade impõe como verdade. Refletir sobre os fatos e comportamentos nos leva a questionar e rever nossas crenças. O livro “Café com Leite”, de Ilan Brenman, pode estimular a discussão sobre a igualdade e o respeito entre os sexos e incentivar a perseverança em busca do sonho, apesar dos obstáculos.

Ana, a protagonista da história, era uma menina que gostava de brincar com bonecas, de pular corda e amarelinha. Mas também era apaixonada por futebol. Só que os meninos não deixavam a garota jogar. Descubra, nesta sensível obra, que a vida às vezes pode nos surpreender quando menos esperamos.

“Café com Leite”, de Ilan Brenman, com ilustração de Bruna Assis Brasil. Editora Mundo Mirim, 32 páginas, R$ 29,90.

O garoto do sonho de Maria Clara

01 de março de 2017 0
Divulgação, Astral Cultural

Divulgação, Astral Cultural

Propulsor do “amor infinito”, criador de conteúdo e escritor paulistano, Erick Mafra lança em livro a história completa do “O Garoto do Sonho”, pela Editora Astral Cultural. Na pré-venda, a obra já alcançou o 2º lugar de vendas da Saraiva.

Erick Mafra começou como fenômeno teen, depois se tornou blogueiro e, após um ano e meio sabático sem redes sociais, tornou-se autor. Essas novas escolhas foram feitas para transmitir a sua forma infinita de amar e para que a comunicação com o público realmente acontecesse e trouxesse a real intimidade na vivência, transformando todos os corações em um só.

A história fictícia contada em “O Garoto do Sonho” se trata do conjunto das publicações sobre a personagem Maria Clara, que no primeiro momento foi divulgada de forma fracionada nas redes sociais do autor. A protagonista é uma garota comum, que vai à escola, tem amigos e família, e não imagina o quanto a vida poderia ser diferente e mais feliz.

Após a personagem presenciar um acidente e o julgamento das pessoas sobre a situação, começou a questionar a razão da vida e da existência. Pronto, já estava tomada de dúvidas. Entrou em uma busca por si mesma e, durante um sonho, conheceu Eryn, que parecia ter as repostas às suas perguntas.

O novo amigo de Maria Clara é de outro planeta e vivencia um conceito diferente, uma “Nova cultura”, que mostra uma nova visão de mundo. As convicções de Eryn e de seus três amigos fazem com que todos sintam o “amor de Deus”, algo que  faz com que as pessoas sintam e vivenciem sob a luz da verdade.

“Todos compartilham o mesmo céu, Clara. Mas às vezes esquecem disso” – dizia Eryn.

A personagem, após conhecer Eryn e os amigos dele, passou a alcançar o que almejava, a ficar tranquila, ser verdadeira e estar em paz consigo mesma. A intenção do autor com essa obra é cultivar o amor, mostrar que a “nova cultura” pode mudar o modo de ver as situações e acabar com esta forma automatizada de existir. Erick quer que as pessoas atendam o chamado do coração.

Esta leitura é muito especial, pois é uma busca do conhecimento de si mesmo, uma intenção pura de compartilhar um jeito novo de existir e descobrir que as pessoas são incríveis. Elas apenas não sabem.

“O Garoto do Sonho”, de Erick Mafra. Editora Astral Cultural, 128 páginas, R$ 34,90.

Imagens que falam mil idiomas: ilustradora brasileira de livros infantojuvenis é destaque em concurso internacional

24 de fevereiro de 2017 0
Divulgação, Positivo

Divulgação, Positivo

A convivência entre um homem e uma árvore é o fio condutor da obra “Sem Fim”, livro de imagens de Marilda Castanha publicado pela Editora Positivo. O trabalho é o único representante brasileiro selecionado e premiado no Nami Concours deste ano, realizado na Coreia do Sul e que, a cada dois anos, seleciona e premia os maiores expoentes dos picture books (os livros de imagens) do mundo. Um convite da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) para a autora também fez com que uma das ilustrações da obra fosse capa do catálogo da entidade para a Feira de Bolonha 2017.

Premiada na categoria Purple Island, no Nami Concours, a obra concorreu na Ásia com outros 1.777 artistas de 89 nações. Ficou entre os 150 selecionados de 43 países. Com esse resultado, o livro integrará o catálogo que marca esta edição do evento e fará parte da uma exposição internacional que ocorrerá por ocasião do Nambook Festival, na Coreia do Sul, em maio.

De acordo com Marilda, são as seleções, os prêmios e o retorno dos leitores que sempre a encorajam a continuar criando as próprias histórias. “Como autora e ilustradora, a expectativa que tenho para o livro é que ele possa não só atrair leitores, mas também provar que a convivência harmônica entre um homem e uma árvore não é apenas uma utopia ou um simples sonho”, destaca. Para Marilda, ver sua obra rodando o mundo é algo que a deixa muito feliz: “Sinal de que a imagem não precisa de tradução”.

Linguagem universal

Nesta obra que integra a coleção “História à Vista”, a autora promove indagações sobre harmonia e renovação, o real e o imaginário, e provoca reflexões sobre as possíveis transformações que podem surgir por meio da relação entre o ser humano e a natureza. O livro, que levou dois anos para ter corpo, mostra a força de Marilda Castanha no desenho – a alegria, os amarelos e os tons terra que lhe são peculiares. Elaborado todo em tinta acrílicamáscara de aquarela, página a página, “Sem Fim” é um trabalho que reúne a paixão da autora pelas suas “árvores inventadas” ao ser humano, bem como a um elemento silencioso: a caixa, que nada mais é do que uma bela metáfora para a consciência.

Ao contrário do que parece, escrever um livro sem texto não é fácil. “Escrever com imagens é transformar cada elemento plástico (cor, luz, sombra) em elementos significativos, pois tudo se torna condutor da narrativa”, explica Marilda, ao citar a importância da harmonia com o projeto gráfico, o papel, os espaços em branco, as margens e a própria área para a costura do livro. Além disso, segundo ela, a imagem é uma linguagem universal, carregada de valores culturais e de identidade.

A autora observa que compor um livro de imagens requer muito trabalho e pesquisa, uma vez que a narrativa visual tem uma gramática própria. “É que as vírgulas, os parágrafos, as exclamações, elementos que estão presentes na narrativa escrita e oral, também existem sutilmente no livro de imagens. A virada de página, por exemplo, pode indicar uma vírgula ou um novo parágrafo”, explicita. Recentemente, Marilda participou de outro projeto importante da Editora Positivo – a ilustração do conto “Bárbara”, que integra uma trilogia em homenagem ao centenário de Murilo Rubião.

O livro “Sem Fim” (60 páginas, R$ 54,90) é considerado uma obra interacionista e pode ser encontrado em livrarias de todo o Brasil ou no site da editora: www.editorapositivo.com.br.

Procure e ache nas histórias bíblicas os primeiros cristãos

21 de fevereiro de 2017 0
Divulgação, SBB

Divulgação, SBB

O blog tem hoje uma dica que, além de ensinar a palavra de Deus, é interativa. O livro “Procure e Ache nas Histórias Bíblicas — os Primeiros Cristãos”, da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) conta passagens e, ao mesmo tempo, pede que os pequenos leitores procure a figura imagem destacada.

Na história contada pelo livro, Pedrinho está prestes a embarcar em mais uma viagem no tempo para acompanhar alguns dos acontecimentos mais impressionantes e emocionantes da Bíblia. Para isso, ele precisa da companhia de alguém muito esperto. Por quê?

Bom, para começar, ele é esquecido e precisa da sua ajuda para encontrar os muitos tesouros que um dia descobriu nestas páginas e que fazem parte da história — pessoas com as quais conversou, animais com os quais brincou, coisas estranhas e intrigantes.

Você é bom em procurar e achar coisas escondidas? Se for, junte-se a Pedrinho nessa viagem pelas histórias bíblicas.

“Procure e Ache nas Histórias Bíblicas — os Primeiros Cristãos”, da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), 16 páginas, R$ 11,50.