Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts com a tag "Literatura Infantojuvenil"

O Ratinho do Violão

03 de março de 2015 0
Divulgação, Geração Editorial

Divulgação, Geração Editorial

A história de Chiquinho, personagem de “O Ratinho do Violão”, livro da escritora mineira Marta Reis, é uma história que se repete com milhares de crianças e adolescentes pelo mundo: os traumas e sofrimentos causados pelo bullying.

De origem inglesa, bully, o termo bullying significa valentão ou brigão. Ainda sem uma denominação equivalente em português, a palavra é usada para falar de opressão, tirania e humilhação contra o outro, principalmente na infância e na adolescência, mas há também casos de bullying na fase adulta.

“Leciono há mais de vinte anos, para adolescentes entre 11 e 15 anos. Como se sabe, esta é a idade mais difícil, já que são muitas as mudanças pelas quais estes meninos e meninas estão passando. A prática do bullying costuma ser muito acentuada nesta idade”, afirma Marta.

A autora conta que, ao escrever o livro, não se baseou em um caso específico, mas em várias situações que presencia todos os dias em escolas: as questões do bullying e da inclusão. “Chiquinho tem dificuldade de locomoção e, para ir para a sala de aula, tinha que subir uma escada. Pense bem: se fosse uma escola mais bem adaptada, teria uma rampa para alunos iguais a ele, ou, então, uma sala no andar de baixo”, diz a autora.

Chiquinho é um menino muito bacana, do bem, que toca violão, mas que tem dificuldade de locomoção e, por este motivo, acaba sofrendo uma série de assédios por parte dos colegas. Após um episódio em que ele cai na escada e fica muito envergonhado e com medo pela zombaria dos colegas, ele começa a se isolar até se transformar em um ratinho e passa a viver dentro de seu violão.

“O Ratinho do Violão” é um texto sensível, lúdico, que envolve o leitor na trama psicológica vivida pelo personagem. O livro, ilustrado por Thais Linhares, tem leitores de um público diverso e vem emocionando crianças e adultos. Marta afirma que o livro pode ajudar na formação de pessoas mais conscientes que saibam tratar o outro com mais respeito e generosidade. “Afinal de contas respeito e generosidade são pilares fundamentais para a construção de uma sociedade melhor e mais justa para todos”, finaliza.

“O Ratinho do Violão”, de Marta Reis, com ilustrações de Thais Linhares. Geração Editorial, 32 páginas, R$ 29,90.

Os Construtores de Montanhas

25 de fevereiro de 2015 0
Divulgação, Mundo Mirim

Divulgação, Mundo Mirim

Será mesmo verdade que onde vemos simples cordilheiras, montes e montanhas estão ocultos gigantes adormecidos? Será mesmo verdade que, em tempos remotos, os gigantes eram responsáveis pelas construções das montanhas? E, se for verdade, o que terá acontecido por aqueles gigantes construtores de montanhas?

Ganhador do Prêmio Lazarillo, o livro “Os Construtores de Montanhas”, escrito pelo renomado autor espanhol Alberto Pérez, é composto por uma linda fábula que conta a história de gigantes contratados por reis para construírem montanhas, colinas e cordilheiras.

“Os gigantes eram como eu e você, multiplicando,
 claro, nossos tamanhos por cem ou por mil. Quando
 erguiam um braço, cobriam o sol. Com um
 passo, atravessavam o mar. Se um pelo caísse de
 suas sobrancelhas, era como se um tronco
 desabasse do céu.” Página 9

O livro exibe uma narrativa linear, em que o autor começa avisando o leitor que está “recontando” a lenda dos gigantes construtores de montanhas. E, para dar mais crédito à sua história, Pérez se apressa a informar que encontrou essa história em um livro na biblioteca de um certo sábio conhecido como “bruxo Frestin”: “E que todos os livros de lá dizem a verdade, como bem sabem os leitores de qualquer idade”.

O enredo ainda tem uma reviravolta quando, num belo dia, o trabalho dos gigantes acaba sendo desprezado por causa dos novos interesses e ambições dos governantes. E como será que os gigantes construtores de montanhas irão reagir a essa novidade? É isso que os pequenos leitores encontrarão nessa obra que é publicação da Editora Mundo Mirim.

“Os Construtores de Montanhas”, de Alberto Pérez, com ilustrações de Jorge del Corral e tradução de Tino Freitas. Editora Mundo Mirim, 32 páginas, R$ 29,90.

A Bicicleta Epiplética

18 de fevereiro de 2015 0
Divulgação, Cosac Naify

Divulgação, Cosac Naify

Em “A Bicicleta Epiplética”, primeiro livro de Edward Gorey lançado no Brasil, a história começa no momento em que não é mais terça-feira, mas ainda não é quarta – uma boa amostra do clima de absurdo que permeia toda a obra.

A partir daí, o leitor acompanha a aventura (ou desventura?) dos irmãos Embley e Yewbert, que, no melhor estilo “Alice no País das Maravilhas”, são guiados por uma bicicleta epiplética por campos de rabanete que não têm rabanetes, um grande celeiro tão escuro que não é possível ouvir nada, e uma tempestade tão forte que leva consigo os catorze pares de sapatos amarelos de Embley e o colete de oncinha de Yewbert.

O traço fino e detalhista de Gorey dá o tom macabro das ilustrações, que se diferenciam radicalmente do que comumente se vê nos livros infantis. O livro original foi escrito a mão pelo próprio Gorey, e a Cosac Naify tomou o cuidado de desenvolver, especialmente para a edição brasileira, uma fonte que imita a letra do autor com perfeição. Assim, a Cosac Naify convida crianças e adultos a conhecerem esse autor excêntrico, mundialmente aplaudido, em um lançamento que vai dar o que falar.

“A Bicicleta Epiplética”, texto e ilustrações de Edward Gorey e tradução de Alexandre Barbosa de Souza e Eduardo Verderame. Editora Cosac Naify, 64 páginas, R$ 35,00.

Girafas não sabem dançar

17 de fevereiro de 2015 0
Divulgação, Companhia das Letrinhas

Divulgação, Companhia das Letrinhas

“Girafas não Sabem Dançar”, de Giles Andreae, é um livro-brinquedo permeado de dobraduras e figuras que se movimentam por puxadores que, com certeza, irá envolver as crianças com a narrativa.

Ao abrir a primeira página, uma enorme dobradura se ergue, dando vida a Geraldo, uma girafa muito atrapalhada que gostaria de saber dançar para ir ao Baile da Selva.

Nesse evento anual, todos os bichos se reúnem para dançar vários estilos: do rock até chá-chá-chá. Um conselho do grilo irá mudar a vida de Geraldo. O que será que é? Será que ele conseguirá dançar? Giles Andreae, um artista britânico, ganhou notoriedade na literatura mundial com a publicação deste livro.

“Girafas não Sabem Dançar”, de Giles Andreae, com ilustrações de Guy Parker-Rees e tradução de Eduardo Brandão. Editora Companhia das Letrinhas, 16 páginas, R$ 46,00.

A droga da obediência

13 de fevereiro de 2015 0
Divulgação

Divulgação

Para fechar a semana, a sugestão é um livro de Pedro Bandeira que “fez a cabeça” de muitos adolescentes da década de 1990 no Brasil.

Escrito em 1983, “A Droga da Obediência” é o primeiro livro da “Aventura dos Karas”, um grupo de adolescentes que estudava no Colégio Elite, em São Paulo. Magrí, Crânio, Calú, Miguel e Chumbinho vão investigar os misteriosos desaparecimentos de alunos dos colégios de São Paulo, até chegarem ao Doutor Q. I., criador de uma droga que tinha o poder de tornar todas as pessoas obedientes e sem personalidade.

O trama do livro envolve os melhores elementos das histórias policiais: mistérios, aventuras, perseguições, investigações. A linguagem dinâmica, estruturada em diálogos curtos e com um narrador envolvente, colabora para aumentar o suspense da trama.

Veja um trecho do livro:

“O instinto alerta de Miguel acordou-o com o primeiro ruído vindo do telhado. O líder dos Karas rolou para a escuridão do forro e esperou. Um sujeito estranho, de óculos e gordas bochechas, apareceu sob as telhas de vidro, iluminado pelo luar” (p. 57).

“A Droga da Obediência”, de Pedro Bandeira, com ilustrações de Hector Gomez. Série “Os Karas”, Editora Moderna, 192 páginas, R$ 41,00.

O Urubu-rei e Outros Contos do Brasil

30 de janeiro de 2015 0
Divulgação, Volta e Meia

Divulgação, Volta e Meia

O cordelista e pesquisador da cultura popular brasileira Marco Haurélio, na tentativa bem-sucedida de reunir contos populares recolhidos diretamente da memória coletiva do brasileiro, deu origem ao livro “O Urubu-rei e Outros Contos do Brasil”, que chega agora pela Volta e Meia – selo infantil da Editora Nova Alexandria. São 22 histórias apuradas entre 2005 e 2010, em um trabalho minucioso, que procura manter não só a essência como também a oralidade de tais narrativas.

A maior parte dos envolvidos no projeto é do interior da Bahia, onde a caatinga abraça o cerrado. As primeiras narrações se situam nos domínios da fábula, pois pertencem ao tempo em que os bichos falavam. Outras histórias têm base no conhecimento religioso, como em Adão e Eva, versão paralela ao relato bíblico do Gênesis. Neste, explica como surgiu o pomo de Adão, o gorgomilo, a origem da agricultura e do extrativismo vegetal.

Os contos de fadas também se fazem presentes, a exemplo de “O Cavalo Encantado” e de “Maria Borralheira”, uma versão muito bem “abrasileirada”, se assim podemos dizer, do clássico Cinderela, dos irmãos Grimm. O autor considera que, “dentre tantas pedras preciosas do nosso garimpo”, “O Urubu-Rei”, a versão baiana do Rei Lear, é a mais valiosa delas.

“O nosso conto, no entanto, ameniza o lado trágico da peça de Shakespeare, pois traz um príncipe enfeitiçado numa ave de rapina das regiões tropicais, o urubu-rei (Sarcoramphus papa), que vem a ser o salvador da heroína, expulsa e condenada à morte pelo pai por sua sinceridade no relato de um sonho”, diz ele.

Para dar um “empurrãozinho”, o Vocabulário tira a dúvida no caso de expressões como “de bucho”, que significa grávida; “tirar tirão”, que na verdade nada mais é que divertir-se à custa do outro. E sinônimos como “Cão”, referência ao diabo; “Manga”, que, em vez da fruta, refere-se ao pasto, entre outros.

Se essa obra, que une tantas outras em um projeto único – em número e qualidade –, é importante e essencial para o público infantil, deve também ser tratada como obrigatória para todos aqueles que desejam conhecer mais da cultura brasileira. São 87 páginas de uma leitura curiosa e instigante, que por muitas vezes permite ouvir a voz e sentir a velocidade no discurso de cada narrador, já que Haurélio preocupou-se muito com essas características.

“O Urubu-rei e Outros Contos do Brasil”, de Marco Haurélio. Editora Volta e Meia, 96 páginas, R$ 25,00.

O Portal de Magmund

27 de janeiro de 2015 0
Divulgação, Gutenberg

Divulgação, Gutenberg

Magia, fantasmas, bruxas, gnomos e muita aventura permeiam o romance juvenil “O Portal de Magmund”, de Marcos Baccarini. Com uma narrativa ágil e pontuada por elementos fantásticos, a obra promete conquistar os leitores pré-adolescentes, fãs de histórias como “Percy Jackson” e “As Crônicas de Nárnia”.

A obra já começa com um mistério: o desaparecimento do totem sagrado da cidade de ValaMares. Para complicar, o sumiço é acompanhado por uma preocupante lenda, que prenuncia a chegada do Duocáptero, um temível dragão de duas cabeças que virá de um mundo chamado Magmund, deixando pânico e destruição em seu rastro de fogo.

A missão de evitar o desastre iminente e fechar o portal entre os dois mundos ficará a cargo de quatro garotos, um cão, uma coruja e mais alguns convidados inesperados, que se juntarão à tarefa por vontade própria – ou não. Enquanto os adultos e investigadores buscam descobrir se as lendas e os mitos sobre portais e ladrões de relíquias são verdadeiros, Krigo, Petronius, Rita e Valentina aceitam o desafio de desvendar os antigos mistérios entre ValaMares e Magmund por conta própria – ou, de repente, com a ajuda de alguns dons inesperados que por acaso possam se revelar neles.

Marcos Baccarini tem um jeito clássico de contar histórias, ressaltando as virtudes dos personagens, que precisarão a todo instante se unir para enfrentar os perigos. O Portal de Magmund é o livro de estreia do autor e promete encantar meninos e meninas que gostam de uma boa aventura.

“O Portal de Magmund”, de Marcos Baccarini, com ilustrações de Mirella Spinelli. Editora Gutenberg, 384 páginas, R$ 34,90.

A loucura do suricato

23 de janeiro de 2015 0
Divulgação, WMF Martins Fontes

Divulgação, WMF Martins Fontes

A sugestão de hoje traz um bichinho que não é muito comum nas histórias contadas para as crianças, mas que vem ganhando espaço. Nos últimos tempos, os suricatos chegaram com tudo ao conhecimento e às histórias das crianças brasileiras.

Mimi, Squima e Sonhinho adoram ouvir histórias dos tempos gloriosos do seu Tio. Só não sabem muito bem se acreditam nele. Mas então encontram um objeto misterioso enterrado na areia e, por sua vez, acabam se envolvendo numa aventura arriscada!

O livro “A Loucura do Suricato”, de Yan Whybrow, conta a história de um grupo de suricatos que entra em contato pela primeira vez com seres humanos. Com muito humor, o autor mostra a visão que esses animais têm dos homens, e vice-versa.

“A Loucura do Suricato”, de Yan Whybrow, com ilustrações de Sam Hearn e tradução de Monica Staehl. Editora WMF Martins Fontes, 184 páginas, R$ 29,90.

Dois brasileiros perdidos no tempo

09 de janeiro de 2015 0
Divulgação, Autêntica

Divulgação, Autêntica

Quem nunca quis viajar no tempo? Pois agora vai dar para visitar a Roma imperial, a Grécia antiga ou mesmo a Bahia colonial. A escritora italiana Silvia La Regina, radicada há anos no Brasil e apaixonada por História, inventou um jeito bem divertido de viajar no tempo, por meio das aventuras de dois irmãos brasileiros de 15 anos que protagonizam um mergulho no passado. A coleção “Histórias Dentro da História”, da Autêntica Editora, estreia com “Perdidos no Tempo – Dois Brasileiros na Roma Antiga”, que vai levar o leitor à Roma do imperador Nero.

Apesar de gêmeos, Carlos e Ana são bem diferentes. Enquanto ela gosta de ciência e números e pretende se tornar física, ele, apaixonado por literatura e línguas, quer ser escritor e ter uma banda que cante em latim! Mesmo brigando e implicando muito um com o outro, os dois se amam, a ponto de Carlos, o narrador dessa fantástica história, ser cobaia e companheiro nas maluquices científicas de Ana.

Durante uma viagem à Itália para visitar um laboratório e assistir a uma experiência científica, os gêmeos sofrem um acidente e são transportados para o século 1º d.C., na Roma do imperador Nero. Lá, Carlos e Ana se metem em confusões com gladiadores, leões adestrados, labirintos e escravos gregos. Navegam nas ondas do tempo e, juntos, enfrentam todo tipo de situação e perigo. Ganham sua liberdade em troca de um celular, presenteado ao imperador, e, depois de uma viagem a Pompeia, conseguem voltar ao nosso tempo, trazendo uma lembrança bastante inusitada.

Segundo Silvia La Regina, os personagens nasceram quase por acaso e se completam, pois Carlos é tagarela e gosta de artes, e Ana é metida a durona e gosta de ciências. “Mas, ao mesmo tempo, Carlos tem um viés prático, enquanto Ana tem uma relação privilegiada com os animais, com o irracional, e, timidamente, encanta-se com as pessoas”, explica a autora. “Gosto que eles simbolizem a necessidade que temos do outro, a honestidade e a ternura para com todos os seres, sem pieguice.” É justamente isso o que o jovem leitor vai encontrar em “Perdidos no Tempo”.

As próximas aventuras de Carlos e Ana serão na Grécia e na Bahia do século 17. Como ficções inspiradas em fatos e dados reais, os livros da coleção “Histórias Dentro da História” levam o leitor a visitar o passado e a aprender sobre ele de uma maneira divertida, leve e prazerosa.

“Perdidos no Tempo – Dois Brasileiros na Roma Antiga”, de Silvia La Regina, com ilustrações de Christiane Costa. Coleção “Histórias Dentro da História”, Editora Autêntica, 80 páginas, R$ 36,00.

Em Busca do Unicórnio

08 de janeiro de 2015 0
Divulgação, Benvirá

Divulgação, Benvirá

Ambientado no século 15, “Em Busca do Unicórnio”, escrito por Juan Eslava Galán e publicado pela Editora Benvirá, selo de ficção e não ficção da Saraiva, conta a aventura de Juan de Olid – fiel escudeiro do condestável de Castela –, nomeado chefe de uma expedição enviada às terras africanas em busca do chifre de um unicórnio. O artefato, como se acreditava na época, era o único possível remédio contra a falta de virilidade do rei Henrique 4º de Castela.

De acordo com a lenda, o unicórnio é um animal muito agressivo e difícil de enfrentar, pois seu couro é duro e seu chifre transpassa qualquer armadura. A única coisa capaz de domá-lo é uma mulher ainda donzela. Juan de Olid tem então a difícil missão de coordenar um grupo de balesteiros até as terras africanas para conseguir o poderoso chifre e, ao mesmo tempo, proteger dos perigos da viagem, e dos desejos masculinos, dona Josefine, moça virgem que garantirá a calma do animal selvagem.

Narrada em primeira pessoa, a trama é rica em curiosas e inesperadas situações. Galán surpreende pela criteriosa fidelidade à ambientação histórica do século 15, tanto na representação do governo espanhol cristão quanto na descrição da descoberta de novas terras – e o choque do primeiro contato com seu povo e seus costumes.

Um destaque da edição brasileira é a tradução dos renomados Heloisa Jahn e José Viegas Filho, que conseguiram transpor com excelência para o português a rebuscada linguagem do original espanhol, mantendo o constante ritmo poético que dá força e encanto mítico à narrativa, criando uma deliciosa novela de aventuras, na qual coexistem a realidade, a fantasia, o humor e o drama.

“Em Busca do Unicórnio”, de Juan Eslava Galán, com tradução de Heloisa Jahn e José Viegas Filho. Editora Benvirá, 264 páginas, R$ 44,90.