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Posts com a tag "Literatura Infantojuvenil"

Para você, qual é o maior tesouro?

09 de agosto de 2017 0
Divulgação, MercadoLivros

Divulgação, MercadoLivros

O que nos encanta? O que tem valor para nós? Qual é a importância que damos à amizade? No livro “O Maior Tesouro”, o autor e ilustrador mexicano Ricardo Herrera nos apresenta Aitor, um duende que, junto com o amigo Tonho, o cisne, aventura-se na busca do maior tesouro do mundo. A história ganha um novo sentido quando eles se deparam com Bárbara, a baleia, e sua amiga Ana, a tartaruga. A magia do mundo de fantasia que une duendes e animais é o pano de fundo para esse conto que fala de respeito e amizade.

O livro conta que chega o dia em que os habitantes do país dos duendes devem escolher um novo rei. Aitor deseja obter o trono, e junto com seu amigo, o cisne Tonho, vai procurar o maior tesouro. A viagem destes dois amigos se torna uma incrível aventura, na qual Aitor está convencido de que o maior tesouro está no mar, mas não se trata de ouro, joias ou relíquias submersas, é algo mais importante, intimamente relacionado com amizade, respeito pela natureza e proteção dos animais e seus habitats.

O livro está à venda, nas edições em português ou espanhol, pelo site da editora: http://mercadolivros.net.br/omaiortesouro/

“O Maior Tesouro”, texto e ilustrações de Ricardo Herrera. Editora MercadoLivros, 20 páginas, R$ 30,00.

A lenda de Abelardo

07 de agosto de 2017 0
Divulgação, SM

Divulgação, SM

Abelardo tem dez anos e vive em um feudo em plena Idade Média. Gosta de desenhar dragões nas paredes do castelo e, mesmo que lhe digam o contrário, tem certeza de que eles existem. Assim como acredita que o pai, que partira anos antes para as Cruzadas, voltará para casa. Eis que um dia um intrigante mapa, indicando um local onde viveriam as criaturas aladas, cai em suas mãos. O garoto, corajoso, parte em busca dessa terra desconhecida, embarcando em uma viagem fantástica, repleta de espantos e surpresas, que confundirá os limites entre desejo e realidade.

“A Lenda de Abelardo”, nova narrativa de aventura e fantasia de Dionisio Jacob, tem tudo para agradar aos pré-adolescentes. A rica ambientação de época, baseada em pesquisa histórica sobre costumes e contexto sociocultural, e o inventivo mundo imaginário, rico em detalhes e coerência interna, combinam-se perfeitamente numa trama que, além de entreter combinando humor, emoções e sagacidade, chama atenção para questões atuais, como preservação ambiental e biodiversidade.

As vinhetas em preto e branco, feitas pelo ilustrador Rogério Coelho, inserem novos elementos na narrativa, contribuindo para o enriquecimento da leitura e instigando a imaginação.

“A Lenda de Abelardo”, de Dionisio Jacob, com ilustrações de Rogério Coelho. Coleção Barco a Vapor — Série Laranja, Editora SM264 páginas, R$ 42,00.

Arte e manhas do jabuti

04 de agosto de 2017 0
Divulgação

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No livro “Arte e Manhas do Jabuti”, o escritor maranhense Wilson Marques revisita a Amazônia — reduto do povo guajajara, um dos maiores grupos indígenas do Brasil, que integra a grande família linguística tupi-guarani — e recria algumas histórias do esperto quelônio, ainda correntes no caudaloso rio da tradição oral do Maranhão.

A aposta do Jabuti com o Gambá, conto que inaugura a coletânea, traz a onça como adversário. O desafio é entrar e sair de uma árvore mágica, que abre e fecha sob o comando do Jabuti.

O segundo conto, “O Jabuti e o Veado”, é clássico e figura em diversas coletâneas em versões muito parecidas. Em ambos, o Veado é derrotado pelo lento Jabuti, que espalha outros de sua espécie pelo trajeto.

O tradicionalíssimo conto da festa no céu reaparece sob o título “O Jabuti vai à festa do Urubu”. O grande achado dessa versão é que nela figura, além do Jabuti, o Sapo, situação bastante incomum.

No conto seguinte, “O Jabuti e a Onça”, esta é a adversária do Jabuti no clássico duelo da esperteza contra a força bruta.

“O Jabuti, a Onça e os Anajás” dialoga com o conto “O Cágado e a fruta”, colhido em Sergipe por Sílvio Romero, com diferenças sutis. Mais uma vez, a esperteza do Jabuti engana a Onça, que quer devorá-lo.

No último conto, “O casamento do Jabuti com a Mucura”, repete-se o clássico duelo da esperteza contra a força bruta.

“Arte e Manhas do Jabuti”, de Wilson Marques, com ilustrações de Taisa Borges. Autêntica Editora, 48 páginas, R$ 39,80.

Quem matou o Saci?

02 de agosto de 2017 0
Escarlate, divulgação

Escarlate, divulgação

O livro “Quem Matou o Saci?”, de Alexandre de Castro Gomes, conta que a detetive Billy Conrado e o detetive Joaquim de Jeremias colhem pistas e não poupam esforços para solucionar o misterioso assassinato de um conhecidíssimo personagem do folclore brasileiro. Quem teria motivos para matar o Saci Perereira? Muitos personagens são suspeitos, mas quem seria o verdadeiro culpado? De forma bem-humorada e original, o autor cria uma história de detetive instigante ao mesmo tempo em que faz um surpreendente passeio pelo folclore brasileiro.

Como sugestão aos professores, esta história permite trabalhar temas como folclore, suspense e humor. A obra apresenta diversos personagens do folclore brasileiro. Os alunos estão familiarizados com todos eles? Quais outros personagens eles conhecem (por exemplo, o Curupira ou a Mula sem Cabeça) e como eles poderiam ser incluídos na história? A exemplo das fichas de cada suspeito contidas no livro, peça para os alunos criarem fichas para esses outros personagens.

Repare com os alunos que o livro conta a história de três maneiras: pelas fichas, pela narração de Jeremias e pelo depoimento dos suspeitos. De que maneira eles diferenciam-se entre si (note, por exemplo, o uso de fontes diferentes)? Qual o efeito desses recursos na visão dos alunos? Eles agregam à narrativa? A história seria diferente ou teria menos impacto se esses recursos não fossem utilizados?

“Quem Matou  o Saci?”, de Alexandre de Castro Gomes, com ilustrações de Cris Alhadeff. Editora Escarlate, 112 páginas, R$ 35,00.

Vamos aprender o ABC dos Abraços!

26 de junho de 2017 0
Divulgação, Global

Divulgação, Global

Toda criança gosta de fazer (muitas) perguntas. Quer saber por que isto e por que aquilo. Pouco depois, junto ao porquê, ela pergunta sobre o como. Age assim estabelecendo relações com os objetos e com os seres vivos ao seu redor.

Em “ABC dos Abraços”, de Sérgio Capparelli, essa criança é Bia. Ela aplica uma gramática pessoal para entender o mundo, com um ABC sem pé, nem cabeça, em que o grande pode ser pequeno e o tombo, uma razão a mais para se pôr de pé.

São 33 poemas: alguns bem curtinhos, outros curtos, alguns médios, outros maiores. Os temas apresentam-se diversos e tratados de forma coerente com o universo infantil — família, escola, animais, tempo, medos, atitudes, comportamento, sentimentos, entre outros. A menina Bia, presente em muitos versos, cria um elo afetivo com o leitor.

É importante que a escola dê continuidade ao contato da criança com o texto poético, uma vez que cantigas de roda, canções de ninar, trava-línguas e adivinhas são manifestações poéticas orais associadas à sonoridade, ao ritmo, à descoberta do jogo das palavras, e desde cedo fazem parte do repertório infantil.

“ABC dos Abraços”, de Sérgio Capparelli, com ilustrações de Cris Eich. Global Editora, 48 páginas, R$ 45,00.

Autora-ilustradora Marilda Castanha conversa com jovens leitores no 19º Salão FNLIJ

22 de junho de 2017 0
Divulgação, Positivo

Divulgação, Positivo

Marilda conversará com os leitores no dia 27. Foto: Divulgação/Positivo

Marilda conversará com os leitores no dia 27. Foto: Divulgação/Positivo

De 21 a 28 de junho, a Editora Positivo participa do 19º Salão da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) para Crianças e Jovens e leva um presente para os novos leitores: uma conversa com a ilustradora Marilda Castanha, autora do livro “Sem Fim”, premiado no Nami Concours, na Coreia do Sul. Esse encontro, que também marca o lançamento do livro no Brasil, acontece às 15 horas do dia 27, no espaço Biblioteca FNLIJ Criança.

Marilda Castanha representa o Brasil este ano no Nami Concours, concurso que destaca os maiores expoentes dos picture books — livros de imagens — do mundo. Sua obra “Sem Fim”, publicada pela Editora Positivo, foi a única selecionada no evento, cuja exposição dos livros premiados abriu na primeira semana de maio e prossegue até a próxima edição do concurso.

Reconhecida na categoria Purple Island, a obra concorreu com outros 1.777 artistas de 89 nações. O livro ficou entre os 150 selecionados de 43 países e ainda integra o catálogo que marca a terceira edição do evento. O local onde está sendo realizada a mostra, a ilha de Nami, fica a cerca de uma hora da capital sul coreana Seul e é um destino ecológico e cultural do país asiático. Além disso, “Sem Fim” faz parte da exposição bienal internacional que integra o concurso: o Nambook Festival, dedicado aos livros ilustrados para crianças. Nela, as ilustrações premiadas são transformadas em ambientes interativos nas salas, cabines e corredores da Biblioteca de Nami.

Considerada uma obra interacionista, “Sem Fim” traz a convivência entre um homem e uma árvore, descrita apenas por ilustrações feitas com tinta acrílica e máscara de aquarela. No livro, que integra a coleção “História à Vista”, a autora promove indagações sobre harmonia e renovação, o real e o imaginário, e provoca reflexões sobre as possíveis transformações que podem surgir por meio da relação entre o ser humano e o meio ambiente.

“Sem Fim” é um trabalho que reúne a paixão da autora pelas suas “árvores inventadas” ao ser humano, bem como a um elemento silencioso: a caixa, que nada mais é do que uma bela metáfora para a consciência. O livro levou dois anos para ser finalizado e mostra a força de Marilda Castanha no desenho, com a cor amarela e os tons terra que lhe são peculiares. Ele também estampa a capa do catálogo da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) para a Feira de Bolonha 2017 e, recentemente, recebeu o Selo de Altamente Recomendável pela entidade, além de integrar a lista dos “30 melhores livros infantis do ano 2017” na seleção da revista “Crescer”.

O livro “Sem Fim” (60 páginas, R$ 54,90) pode ser encontrado em livrarias de todo o Brasil e no site www.editorapositivo.com.br.  Além de promover o encontro da autora-ilustradora com os jovens leitores, a Editora Positivo participa do Salão no estande de número 34.

Baleia Rosa, uma corrente do bem

19 de junho de 2017 0
Divulgação, Buzz

Divulgação, Buzz

Muito provavelmente, você já ouviu falar em Baleia Azul, o jogo que ficou famoso no mundo todo por propor aos participantes desafios que vão desde realizar pequenas mutilações no corpo até cometer suicídio. Mas que tal uma corrente do bem, que, ao contrário, propõe uma série de tarefas para espalhar atitudes inspiradoras e benéficas? Esta é, exatamente, a Baleia Rosa, um movimento que ganhou fama na internet e é tema do mais novo lançamento da Buzz Editora: “Baleia Rosa — Você Está Espalhando o Bem?”.

Resultado das páginas de Facebook, Twitter e Instagram @eusoubaleiarosa, o livro é de autoria dos amigos Ana Paula Hoppe e Rafael Tiltscher. Interativo, reúne 50 desafios lúdicos e práticos — como caça-palavras, listas e frases — para reforçar a autoestima, a alegria de viver e o sentimento de pertencimento dentro de cada leitor. Mas cuidado, porque a obra tem uma regra: “Divirta-se sempre com segurança”.

“Estamos vivendo uma época de muita descrença, ódio, negatividade, impaciência, indiferença, incertezas. Falta esperança nas pessoas”, afirma Rafael Tiltscher. “Então, decidimos criar um antídoto ao caos e à maldade que estão instalados no mundo. Com simples tarefas, queremos provar que todos nós somos poderosas ferramentas para reverter este quadro. Acreditamos que todos temos a capacidade de ajudar outras pessoas e construir o bem”, acrescenta.

Por acreditar que o bem deve ser partilhado, o livro convida o leitor para, além de realizar os desafios, compartilhar alguns deles no app Baleia Rosa — Oficial, por meio do QR code presente em algumas das páginas. “Fazer o bem é uma lição simples. Aprendemos desde criança com nossos pais o mantra ‘fazer o bem sem ver a quem’, mas, ultimamente, esse valor parece ter sido engolido pela individualidade do ser humano. Precisamos resgatar e praticar o bem para salvar a humanidade”, finaliza Ana Paula Hoppe.

“Baleia Rosa — Você Está Espalhando o Bem?”, de Ana Paula Hoppe e Rafael Tiltscher. Buzz Editora160 páginas, R$ 29,90.

 

Cultura oral africana em "Contos do Baobá"

07 de junho de 2017 0
Divulgação, Global

Divulgação, Global

“No começo dos tempos, o céu ficava muito perto da Terra, tão pertinho que as mulheres deviam tomar cuidado para não encostar nele quando manejavam seus pilões. E à noite, quando o firmamento se iluminava, elas se armavam de longas varas e pescavam umas estrelas para suas crianças brincarem.” 

Assim começa a história chamada “Por que os Pescadores Gostam do Vento?”, uma das quatro narrativas que compõem os “Contos do Baobá — 4 Contos da África Ocidental”, um livro inspirado no repertório dos griots, os verdadeiros guardiões da cultura oral africana.

A obra reúne quatro contos da África Ocidental adaptados e ilustrados por Maté. Em “Contos do Baobá”, as histórias — “A Lebre, o Rinoceronte e o Hipopótamo”, “Anansi e o Presente de Deus”, “Por que os Pescadores Gostam do Vento?” e “O Camaleão e o Chimpanzé” — são protagonizadas por personagens marcantes das narrativas tradicionais africanas.

O livro apresenta ainda, antes das histórias, o griot, poeta, músico e guardião de histórias transmitidas oralmente geração após geração e explica por que todo griot precisa de um baobá, árvore gigante quase mágica.

Ao longo das páginas, surgem várias figuras de animais cujos traços de personalidade divertem e encantam grandes e pequenos. A lebre preguiçosa conseguirá pagar o que deve ao rinoceronte e ao hipopótamo? A inteligência de Anansi, a aranha, bastará para desvendar a charada de Deus? E o pacato camaleão, saberá se safar das artimanhas do chimpanzé? Quem quiser saber a resposta, que sente à sombra do baobá e ouça com atenção as palavras do griot.

“Contos do Baobá — 4 Contos da África Ocidental”, adaptação e ilustrações de Maté. Global Editora, 40 páginas, R$ 39,00.

Plataforma Dentro da História permite criar seus próprios personagens

06 de junho de 2017 0
Divulgação, Dentro da História

Divulgação, Dentro da História

Dentro da História, plataforma que permite criar conteúdos personalizados com a singularidade dos desejos e sonhos de cada criança, lançou novas opções de cores de pele, olhos, roupas e acessórios, para proporcionar uma identificação cada vez mais significativa e emotiva dos pequenos por meio da magia dos livros.

A novidade se deu por dois bons motivos. O primeiro foram os inúmeros pedidos de pais, tios, avós que queriam tornar os personagens cada vez mais parecidos com suas crianças. O segundo motivo partiu da Dentro da História, que deseja promover por meio de suas histórias a pluralidade, tornando os avatares cada vez mais parecidos com as crianças, gerando uma conscientização sobre a diversidade do gênero, étnica, características físicas e psicológicas de cada pessoa.

Segundo Diego Moraes, cofundador e CCO (chief children officer) do Dentro da História, a editora busca cada dia mais desenvolver formas e métodos para que a educação infantil seja um grande colaborador da inclusão. “Em uma sociedade na qual as pessoas se expressam de forma tão única, o respeito à singularidade e à tolerância de cada indivíduo se torna fator de extrema importância para ser abordado e posicionado dentro dos livros”, argumenta o executivo.

A interação com o livro começa por meio do site www.dentrodahistoria.com.br, com a criação do personagem personalizado da criança, que é feita por meio da seleção de características, como olhos, pele, cabelo, roupas e acessórios. Após essa etapa, o desenho personalizado é inserido em um roteiro único, em português, inglês ou espanhol, e depois enviado para impressão. Com o processo de criação finalizado, será enviado um livro de capa dura e material resistente para o endereço indicado.

Dentro da História é uma editora que oferece uma plataforma online de personalização de livros e gibis. Criada pelos empreendedores brasileiros Flávio Aguiar, André Campelo e Diego Moraes, tem foco no público infantojuvenil. A plataforma permite criar conteúdos personalizados, que unem o universo lúdico dos personagens infantis com a singularidade dos desejos e sonhos de cada criança. A empresa formalizou sua primeira parceria com a Mauricio de Sousa Produções para personalização de livros infantis com a Turma da Mônica. Com navegação intuitiva, a própria criança pode criar seu avatar no site, que gera um roteiro exclusivo com os personagens do gibi. Com a história pronta, é possível enviar o material para impressão e receber o livro em casa.

Para mais informações acesse: www.dentrodahistoria.com.br ou fanpage: www.facebook.com/dentrodahistoria.

A vida de lobos-marinhos, leões-marinhos, focas e morsas

31 de maio de 2017 0
Divulgação, Gaia

Divulgação, Gaia

O livro “A Vida de Lobos-marinhos, Leões-marinhos, Focas e Morsas”, de Fernando Siqueira Alvarenga, conta mais uma história da blogueira Sandrinha, a sardinha viajante que adora viajar pelo oceano para observar como vivem as outras espécies e postar todas as descobertas em seu blog. Desta vez, a pesquisa é sobre A vida de lobos-marinhos, leões-marinhos, focas e morsas.

Essas espécies são chamadas de pinípedes — mamíferos aquáticos que possuem nadadeiras no lugar das patas. Essas nadadeiras permitem que eles se locomovam tanto na água, quanto na terra.

Sob a coordenação de Bianca Encarnação, editora-chefe da revista “Ciência Hoje das Crianças”, editada pelo Instituto Ciência Hoje, a coleção “Bichos do Mar” é escrita por especialistas, com a supervisão do coordenador científico Otto Bismarck Fazzano Gadig, doutor em ciências biológicas pela Universidade Estadual Paulista (Unesp).

“A Vida de Lobos-marinhos, Leões-marinhos, Focas e Morsas”, de Fernando Siqueira Alvarenga, com ilustrações de Orlando Pedroso. Coleção Bichos do Mar, Editora Gaia, 32 páginas, R$ 42,00.