Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts com a tag "Literatura Infantojuvenil"

Tito quer saber!

24 de junho de 2015 0
Divulgação

Divulgação

Em 2016, haverá Olimpíadas, desta vez no Brasil. E um jeito gostoso de apresentar esse assunto para as crianças é o livro “Tito Quer Saber!”, de Lucia Seixas, que conta as aventuras de um menino muito curioso que adorava fazer perguntas.

Certa vez, na escola, Tito interessou-se pelas Olimpíadas da Antiguidade e não queria mais saber de outro assunto. Ao conhecer o pequeno Zib, vindo do planeta mais antigo do universo, Tito vive um dia delicioso ao lado de Coroebus, o cozinheiro que foi o primeiro campeão olímpico do mundo! E encontra um amigo muito especial, tão curioso quanto ele!

“Tito Quer Saber!” propõe às crianças uma divertida reflexão sobre o valor dos alimentos naturais, que garantem a nossa saúde, e traz ainda informações curiosas sobre os jogos olímpicos da Antiguidade. Por isso torna-se uma ótima leitura para introduzir as crianças no universo das Olimpíadas Modernas que, pela primeira vez, serão realizadas em nosso país.

“Tito Quer Saber!”, de Lucia Seixas, com ilustrações de Fran Junqueira. Matrix Editora, 48 páginas, R$ 24,00.

O Pavoroso Gargalhão

23 de junho de 2015 0
Divulgação

Divulgação

Para quem gosta de histórias com bichos esquisitos, “O Pavoroso Gargalhão”, de Stella Carr, é uma boa sugestão. Aliás, até a forma como a criatura surgiu é esquisita… eu conto.

Dona Maricota estava lavando a louça na cozinha. Mas, em vez de usar detergente de boa qualidade, os chamados biodegradáveis, desses que não poluem porque a espuma se desmancha na água, usou outro comum.

Daí a espumarada toda entrou pelo buraco da pia e foi rolando pelo encanamento até parar debaixo da padaria, onde seu Juvenal, o padeiro, atirou pelo esgoto um resto de farinha velha e bolorenta, em vez de jogar dentro do saco de lixo. O monte de espuma se misturou com a farinha e a massa ensaboada foi seguindo pelos canos da cidade.

A estranha criatura atravessou os esgotos da cidade, impressionou os moradores do vilarejo vizinho e bagunçou certos contos de fada. Mas será que o pavoroso é tão mau assim? Onde ele estará agora?

“O Pavoroso Gargalhão”, de Stella Carr, com ilustrações de Laurent Cardon. Editora FTD, 64 páginas, R$ 37,00.

O Fantasma da Alameda Santos

22 de junho de 2015 0

Divulgação, Global

O Pancho deu o aviso. Desde cedinho ele olhava para o céu e latia de maneira estranha – um presságio, algo de ruim aconteceria em breve. Trata-se de mais uma missão para Gordo e seus amigos, que, desta vez, precisarão desvendar um mistério do além. Em “O Fantasma da Alameda Santos”, o autor João Carlos Marinho nos presenteia com mais uma obra da Turma do Gordo, que já desvendou diversos casos desde a publicação de sua primeira história, “O Gênio do Crime”, em 1969.

Dessa vez, Gordo se muda para um casarão na Alameda Santos, e descobre que Marta, uma jovem que morava ali, morreu misteriosamente. Agora, o fantasma da garota está preso em seu quarto, e a turma do gordo se engaja para descobrir a verdadeira história por trás desse assassinato.

Nesta obra, João Carlos Marinho se mostra um autor atemporal e, mais uma vez, justifica o porquê de suas obras encantarem tantas gerações. Ainda sob o seu estilo de escrita único, apresenta o cotidiano atual dos pré-adolescentes, com uso das novas tecnologias por meio de smartphones e redes sociais.

“O Fantasma da Alameda Santos”, de João Carlos Marinho, com ilustrações de Mauricio Negro. Global Editora, 96 páginas, preço não divulgado.

Um livro para meninas corajosas

18 de junho de 2015 0
Divulgação, Thomas Nelson Brasil

Divulgação, Thomas Nelson Brasil

Muitas vezes, a coragem parece ser característica distante. Pensá-la em indivíduos que marcaram momentos históricos ou em heróis de livros e filmes é mais simples e aceitável do que quando tentamos enxergá-la em nosso interior. No entanto, a coragem não significa ausência de medo, mas, sim, capacidade de enfrentar situações difíceis ainda que despertem um frio na barriga.

O livro infantojuvenil “Meninas Corajosas”, da Editora Thomas Nelson Brasil, mostra como, com esperança, graça, glória, fé e honra, garotas comuns com personalidades distintas e que enfrentam problemas diversos, como dislexia, divórcio dos pais e bullying, são consideradas corajosas ao lidar com essas situações sem esmorecer.

A obra contempla o cotidiano das meninas com os amigos e a família em ambientes diversos, perpassado por situações protagonizadas por mulheres simbólicas.

Descobrindo particularidades de Eva, Sara, Ester, Débora, Rute, Maria e tantas outras figuras femininas da história, as cinco garotas percebem como é importante reconhecer e aceitar a própria personalidade e ter coragem para enfrentar as adversidades mantendo valores e respeitando sua identidade sem desvio de caráter.

Além de aprendizado e diversão, o livro traz um teste para a leitora descobrir de qual das Meninas Corajosas mais sua personalidade se aproxima.

“Meninas Corajosas”, com ilustrações de Olga Ivanov e Aleksey Ivanov. Editora Thomas Nelson Brasil, 208 páginas, R$ 39,90.

Memória das Palavras Indígenas

17 de junho de 2015 0
Aldo Brasil

Aldo Brasil

Abacaxi, Açaí, e Anhembi,
Caju, Caramuru e Curumim,
Ibiúna, Iguaçu e Ipiranga,
Mandioca, Maracujá e Muriçoca,
Paca, Pacaembu e Pindorama.
Você sabia que todas essas palavras são de origem indígena?

O Brasil é o país que abriga a maior diversidade linguística no contexto sul-americano. Conhecer a riqueza e a variedade das línguas faladas hoje é um passo importante para reconhecer a diversidade cultural que marca a sociedade brasileira. Em “Memórias das Palavras Indígenas”, Luís Donisete Benzi Grupioni apresenta ao leitor palavras de origem indígena que fazem parte do nosso vocabulário, que usamos no dia a dia para designar a fauna, a flora, os lugares, os alimentos e outras coisas.

No Brasil, além do idioma oficial, o português, e outros estrangeiros, são também faladas mais de 180 línguas indígenas. Ainda que muita gente pense que todos os índios falam a mesma língua e que todos eles se entendem, isso não é verdade. Guarani, ianomâmi, bororo e diversas outras tribos não falam a mesma língua.

Essa diversidade de línguas faladas pelos índios já foi maior no passado: estima-se que na época da conquista fossem faladas aqui mais de 1.200 línguas pelos povos indígenas que habitavam aquilo que viria a ser o Brasil. No processo de colonização, muitas línguas deixaram de existir, assim como os povos que as falavam. A obra também apresenta diversas informações sobre a realidade atual do índio no Brasil.

“Memória das Palavras Indígenas”, de Luís Donisete Benzi Grupioni, com ilustrações de Walther Moreira Santos. Global Editora, 68 páginas, preço não divulgado.

Se o Sapatinho Servir

16 de junho de 2015 0
Divulgação

Divulgação

Apontada como a herdeira de Meg Cabot pela imprensa, a autora Sarah Mlynowski se diverte com o leitor na série juvenil “Era Outra Vez” com princesas, príncipes, vilões e finais um pouquinho diferentes do convencional.

Abby e Jonah, personagens do livro “Se o Sapatinho Servir”, são irmãos e descobriram como entrar no mundo dos contos de fadas – e alterar os rumos de suas histórias! Desta vez, eles acabam no armário de casacos de um fabuloso castelo, bem na hora do baile, e lá está Cinderela.

Tudo acontece como deveria ser: o príncipe resgata o sapatinho de cristal para seguir à procura da moça que o encantou, mas… Cinderela torce o pé – culpa de Abby e Jonah – e ele fica muito inchado. De jeito nenhum o sapatinho vai servir agora! Para piorar, a fada madrinha se recusa a ajudá-la e diz que Cinderela precisa assumir algumas responsabilidades se quer mesmo ter um final feliz.

Mais uma vez, Jonah e Abby terão que consertar a história: decidem ajudar a gata borralheira a encontrar um emprego, e assim garantir a bênção da fada madrinha e a mão do belo príncipe em casamento.

“Se o Sapatinho Servir”, de Sarah Mlynowski, com tradução de Alda Maria. Série “Era Outra Vez”, Editora Galera Júnior, 176 páginas, R$ 22,00.

O clássico Rapunzel em imagens

12 de junho de 2015 0

Rapunzel

“Chapeuzinho Vermelho”, “Cinderela”, “Branca de Neve”, “A Bela Adormecida”… quem nunca ouviu falar desses contos? Os Irmãos Grimm dedicaram suas vidas ao registro de várias histórias infantis. Eles se depararam com o fantástico e o mítico em narrativas comuns do período medieval e acabaram por organizar alguns dos textos que se tornaram clássicos da literatura infantojuvenil no mundo todo.

A brasileira Thais Linhares, nascida no Rio de Janeiro, decidiu adaptar uma das histórias mais conhecidas dos irmãos alemães. Em “Rapunzel”, publicação da Editora Mundo Mirim, Thais conta, por meio de um livro só com imagens, este clássico do gênero de contos de fadas.

A ilustradora optou por fazer uma adaptação da história original, que apresenta o drama de um casal que queria muito um filho. Ao engravidar, a esposa começou a ter vontade de comer repolhos que cresciam em uma horta ao lado da casa em que morava. O marido apanhou vários desses vegetais para a mulher, até que a dona da propriedade – uma bruxa – descobriu o furto e cobrou um preço terrível: o filho que nascesse seria doado a ela. Veio ao mundo uma linda menina, chamada Rapunzel, a qual foi criada pela bruxa em uma alta torre, bem longe do mundo.

Este conto infantil bastante popular traz, por causa das presenças de Rapunzel – a protagonista que se tornará princesa – e do corajoso príncipe, uma narrativa de coragem, sofrimento, abnegação e triunfo.

As ilustrações de Thais Linhares são bem claras e delicadas, despertando a imaginação do pequeno leitor. Na adaptação brasileira, a ilustradora ainda optou por retratar a “bruxa” como uma espécie de “maga vegetariana”, sem dar peso às imagens.

“Rapunzel” é uma forma diferente e encantadora de conhecer a história da menina do cabelo comprido. O livro ainda retrata a “travessia” dos percalços da vida, mostrando um processo de amadurecimento pessoal, para que as pessoas alcancem seus objetivos.

“Rapunzel”, dos Irmãos Grimm, adaptada e ilustrada por Thais Linhares. Editora Mundo Mirim, 32 páginas, R$ 34,90.

O príncipe-sapo Fritz em terras joinvilenses

08 de junho de 2015 0
Divulgação

Divulgação

Divulgação

Divulgação

Lançado em 2007 pela Editora Letradágua, o primeiro livro infantil do escritor Jura Arruda (foto) chegou às livrarias e logo caiu nas graças das crianças. Descoberto pelos professores, tem sido trabalhado em salas de aula de forma multidisciplinar, com abordagens de temas como geografia, biologia, história e artes.

Jura Arruda é convidado com frequência a dar palestras e conversar com alunos sobre o livro, o mercado editorial e a vida de escritor.

“Fritz, um Sapo nas Terras do Príncipe” (80 páginas, ilustrações de Nei Ramos e preço médio de R$ 25,00) está em sua segunda edição, e agora ganha companhia de “Fritz, Olha o Trem!”, segundo livro da série que será lançado em setembro.

Após oito anos do lançamento do primeiro livro, a mídia (impressa, eletrônica e digital) deu grande destaque à obra e ao trabalho de Jura Arruda.

ATENDENDO A PEDIDOS

Nas visitas às escolas, o escritor ouviu com frequência pedidos para a publicação de um novo livro e que o Fritz ganhasse uma namorada. Se, no primeiro, Fritz viajou da Alemanha ao Brasil de navio, agora, a história se passa no dia da inauguração da estação ferroviária de Joinville, quando conhece Futrika, “dona dos olhos arregalados mais bonitos que Fritz já viu”.

Como no primeiro livro, o pano de fundo da história de Fritz apresenta um dos momentos marcantes da cidade, permitindo aos jovens leitores o contato com a história local, em uma narração simples e divertida. “Fritz, Olha o Trem!” leva o selo da recém-criada Editora Areia.

Divulgação

Divulgação

Assista ao book trailer do livro “Fritz, um Sapo nas Terras do Príncipe” clicando abaixo.

O Nascimento dos Andes

05 de junho de 2015 0
Divulgação, Mundo Mirim

Divulgação, Mundo Mirim

Como parte da série “Lendas do Mundo”, publicada pela Editora Mundo Mirim, a obra “O Nascimento dos Andes e Outras Lendas Pré-colombianas”, de Eraldo Miranda, reconta três narrativas lendárias que fazem parte da história da literatura oral das civilizações pré-colombianas: os astecas, os incas e os maias.

A rica e fascinante cultura dessas civilizações, que foram dizimadas pelos conquistadores espanhóis, dá base para a estrutura dessa interessante obra. Explicadas de uma forma didática, as lendas levantam questões sobre meio ambiente, cultura popular, ética, folclore e muito mais, sempre bem regadas por aventuras, mistérios e moralidade. O livro ainda conta com as ilustrações do espanhol Oriol San Julián, que ajudam a contar as histórias propostas pelo autor.

A lenda inca “O Nascimento dos Andes” explica simbolicamente o surgimento da Cordilheira dos Andes a partir da história de dois irmãos órfãos, que recebiam ajuda dos animais da floresta para os protegerem de uma velha bruxa que os perseguia.

O mito de origem maia “O Rei dos Gigantes”, por sua vez, simboliza o surgimento da constelação das Plêiades, simbolizadas pela história de uma família que buscava derrotar um rei gigante ganancioso.

Por fim, o autor explica a lenda asteca “A Caixa de Huemac”, que conta sobre os riscos da ganância e da cobiça vividas por um feiticeiro e um trapeiro que desejavam alcançar o poder por meio dos tesouros de um grande mágico chamado Huemac.

O livro é uma oportunidade única para as crianças conhecerem as histórias dessas civilizações. Por meio de ilustrações e um texto de fácil entendimento, a obra é uma ferramenta ideal para o ensino de história de uma forma divertida e instigante. Os pequenos leitores conhecerão os antigos povos que habitaram o continente americano.

“O Nascimento dos Andes e Outras Lendas Pré-colombianas”, de Eraldo Miranda, com ilustrações de Oriol San Julián. Série “Lendas do Mundo”, Editora Mundo Mirim, 40 páginas, R$ 34,90.

A cidade perdida

02 de junho de 2015 0
Aldo Brasil

Aldo Brasil

A história do livro “A Cidade Perdida”, de Álvaro Cardoso Gomes e Milton M. Azevedo, se passa no ano de 1939. Espiões nazistas, de um lado, e um membro do serviço secreto britânico e alguns brasileiros, de outro, chegam à Amazônia para investigar a história de uma suposta cidade perdida.

Os dois grupos acabam presos, em plena floresta, por um maluco, o Conselheiro, e por indígenas. O lugar onde vivem é um labirinto de cavernas, como uma cidade subterrânea. Ali, guardam uma pedra poderosa, um meteorito com poderes mágicos e rico em urânio.

O Conselheiro quer montar uma usina de refinamento de urânio para “dominar o mundo”. Os visitantes descobrem que o guru atua como líder de uma espécie de seita, que realiza até sacrifícios humanos – aos quais os visitantes são os próximos candidatos… Momentos de grande tensão e lutas tiram o fôlego do leitor do início ao fim.

“A Cidade Perdida”, de Álvaro Cardoso Gomes e Milton M. Azevedo, com ilustrações de Rogério Borges. Editora FTD, 264 páginas, R$ 36,00.