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Posts com a tag "Literatura Infantojuvenil"

Se o Sapatinho Servir

16 de junho de 2015 0
Divulgação

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Apontada como a herdeira de Meg Cabot pela imprensa, a autora Sarah Mlynowski se diverte com o leitor na série juvenil “Era Outra Vez” com princesas, príncipes, vilões e finais um pouquinho diferentes do convencional.

Abby e Jonah, personagens do livro “Se o Sapatinho Servir”, são irmãos e descobriram como entrar no mundo dos contos de fadas – e alterar os rumos de suas histórias! Desta vez, eles acabam no armário de casacos de um fabuloso castelo, bem na hora do baile, e lá está Cinderela.

Tudo acontece como deveria ser: o príncipe resgata o sapatinho de cristal para seguir à procura da moça que o encantou, mas… Cinderela torce o pé – culpa de Abby e Jonah – e ele fica muito inchado. De jeito nenhum o sapatinho vai servir agora! Para piorar, a fada madrinha se recusa a ajudá-la e diz que Cinderela precisa assumir algumas responsabilidades se quer mesmo ter um final feliz.

Mais uma vez, Jonah e Abby terão que consertar a história: decidem ajudar a gata borralheira a encontrar um emprego, e assim garantir a bênção da fada madrinha e a mão do belo príncipe em casamento.

“Se o Sapatinho Servir”, de Sarah Mlynowski, com tradução de Alda Maria. Série “Era Outra Vez”, Editora Galera Júnior, 176 páginas, R$ 22,00.

O clássico Rapunzel em imagens

12 de junho de 2015 0

Rapunzel

“Chapeuzinho Vermelho”, “Cinderela”, “Branca de Neve”, “A Bela Adormecida”… quem nunca ouviu falar desses contos? Os Irmãos Grimm dedicaram suas vidas ao registro de várias histórias infantis. Eles se depararam com o fantástico e o mítico em narrativas comuns do período medieval e acabaram por organizar alguns dos textos que se tornaram clássicos da literatura infantojuvenil no mundo todo.

A brasileira Thais Linhares, nascida no Rio de Janeiro, decidiu adaptar uma das histórias mais conhecidas dos irmãos alemães. Em “Rapunzel”, publicação da Editora Mundo Mirim, Thais conta, por meio de um livro só com imagens, este clássico do gênero de contos de fadas.

A ilustradora optou por fazer uma adaptação da história original, que apresenta o drama de um casal que queria muito um filho. Ao engravidar, a esposa começou a ter vontade de comer repolhos que cresciam em uma horta ao lado da casa em que morava. O marido apanhou vários desses vegetais para a mulher, até que a dona da propriedade – uma bruxa – descobriu o furto e cobrou um preço terrível: o filho que nascesse seria doado a ela. Veio ao mundo uma linda menina, chamada Rapunzel, a qual foi criada pela bruxa em uma alta torre, bem longe do mundo.

Este conto infantil bastante popular traz, por causa das presenças de Rapunzel – a protagonista que se tornará princesa – e do corajoso príncipe, uma narrativa de coragem, sofrimento, abnegação e triunfo.

As ilustrações de Thais Linhares são bem claras e delicadas, despertando a imaginação do pequeno leitor. Na adaptação brasileira, a ilustradora ainda optou por retratar a “bruxa” como uma espécie de “maga vegetariana”, sem dar peso às imagens.

“Rapunzel” é uma forma diferente e encantadora de conhecer a história da menina do cabelo comprido. O livro ainda retrata a “travessia” dos percalços da vida, mostrando um processo de amadurecimento pessoal, para que as pessoas alcancem seus objetivos.

“Rapunzel”, dos Irmãos Grimm, adaptada e ilustrada por Thais Linhares. Editora Mundo Mirim, 32 páginas, R$ 34,90.

O príncipe-sapo Fritz em terras joinvilenses

08 de junho de 2015 0
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Lançado em 2007 pela Editora Letradágua, o primeiro livro infantil do escritor Jura Arruda (foto) chegou às livrarias e logo caiu nas graças das crianças. Descoberto pelos professores, tem sido trabalhado em salas de aula de forma multidisciplinar, com abordagens de temas como geografia, biologia, história e artes.

Jura Arruda é convidado com frequência a dar palestras e conversar com alunos sobre o livro, o mercado editorial e a vida de escritor.

“Fritz, um Sapo nas Terras do Príncipe” (80 páginas, ilustrações de Nei Ramos e preço médio de R$ 25,00) está em sua segunda edição, e agora ganha companhia de “Fritz, Olha o Trem!”, segundo livro da série que será lançado em setembro.

Após oito anos do lançamento do primeiro livro, a mídia (impressa, eletrônica e digital) deu grande destaque à obra e ao trabalho de Jura Arruda.

ATENDENDO A PEDIDOS

Nas visitas às escolas, o escritor ouviu com frequência pedidos para a publicação de um novo livro e que o Fritz ganhasse uma namorada. Se, no primeiro, Fritz viajou da Alemanha ao Brasil de navio, agora, a história se passa no dia da inauguração da estação ferroviária de Joinville, quando conhece Futrika, “dona dos olhos arregalados mais bonitos que Fritz já viu”.

Como no primeiro livro, o pano de fundo da história de Fritz apresenta um dos momentos marcantes da cidade, permitindo aos jovens leitores o contato com a história local, em uma narração simples e divertida. “Fritz, Olha o Trem!” leva o selo da recém-criada Editora Areia.

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Assista ao book trailer do livro “Fritz, um Sapo nas Terras do Príncipe” clicando abaixo.

O Nascimento dos Andes

05 de junho de 2015 0
Divulgação, Mundo Mirim

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Como parte da série “Lendas do Mundo”, publicada pela Editora Mundo Mirim, a obra “O Nascimento dos Andes e Outras Lendas Pré-colombianas”, de Eraldo Miranda, reconta três narrativas lendárias que fazem parte da história da literatura oral das civilizações pré-colombianas: os astecas, os incas e os maias.

A rica e fascinante cultura dessas civilizações, que foram dizimadas pelos conquistadores espanhóis, dá base para a estrutura dessa interessante obra. Explicadas de uma forma didática, as lendas levantam questões sobre meio ambiente, cultura popular, ética, folclore e muito mais, sempre bem regadas por aventuras, mistérios e moralidade. O livro ainda conta com as ilustrações do espanhol Oriol San Julián, que ajudam a contar as histórias propostas pelo autor.

A lenda inca “O Nascimento dos Andes” explica simbolicamente o surgimento da Cordilheira dos Andes a partir da história de dois irmãos órfãos, que recebiam ajuda dos animais da floresta para os protegerem de uma velha bruxa que os perseguia.

O mito de origem maia “O Rei dos Gigantes”, por sua vez, simboliza o surgimento da constelação das Plêiades, simbolizadas pela história de uma família que buscava derrotar um rei gigante ganancioso.

Por fim, o autor explica a lenda asteca “A Caixa de Huemac”, que conta sobre os riscos da ganância e da cobiça vividas por um feiticeiro e um trapeiro que desejavam alcançar o poder por meio dos tesouros de um grande mágico chamado Huemac.

O livro é uma oportunidade única para as crianças conhecerem as histórias dessas civilizações. Por meio de ilustrações e um texto de fácil entendimento, a obra é uma ferramenta ideal para o ensino de história de uma forma divertida e instigante. Os pequenos leitores conhecerão os antigos povos que habitaram o continente americano.

“O Nascimento dos Andes e Outras Lendas Pré-colombianas”, de Eraldo Miranda, com ilustrações de Oriol San Julián. Série “Lendas do Mundo”, Editora Mundo Mirim, 40 páginas, R$ 34,90.

A cidade perdida

02 de junho de 2015 0
Aldo Brasil

Aldo Brasil

A história do livro “A Cidade Perdida”, de Álvaro Cardoso Gomes e Milton M. Azevedo, se passa no ano de 1939. Espiões nazistas, de um lado, e um membro do serviço secreto britânico e alguns brasileiros, de outro, chegam à Amazônia para investigar a história de uma suposta cidade perdida.

Os dois grupos acabam presos, em plena floresta, por um maluco, o Conselheiro, e por indígenas. O lugar onde vivem é um labirinto de cavernas, como uma cidade subterrânea. Ali, guardam uma pedra poderosa, um meteorito com poderes mágicos e rico em urânio.

O Conselheiro quer montar uma usina de refinamento de urânio para “dominar o mundo”. Os visitantes descobrem que o guru atua como líder de uma espécie de seita, que realiza até sacrifícios humanos – aos quais os visitantes são os próximos candidatos… Momentos de grande tensão e lutas tiram o fôlego do leitor do início ao fim.

“A Cidade Perdida”, de Álvaro Cardoso Gomes e Milton M. Azevedo, com ilustrações de Rogério Borges. Editora FTD, 264 páginas, R$ 36,00.

Cinderela Pop

01 de junho de 2015 0
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“Cinderela Pop” é uma versão estendida do superconto de Paula Pimenta no “Livro das Princesas”, cuja personagem é reinventada. O livro conta que Cintia é uma princesa dos dias atuais: antenada, com opiniões próprias, decidida e adora música.

Essa princesa pop morava com os pais em um castelo enorme, de onde via toda a cidade. Todas as noites, ela olhava pela janela, de onde ficava admirando a vista e sonhando… com um príncipe que ainda não conhecia.

Porém, um dia, o castelo de Cintia desmoronou e com ele tudo à sua volta. Desiludida, ela deixou de acreditar em romances e teve que reconstruir cada parte de sua vida, sem deixar o mínimo espaço para o amor.

Ela só não contava com um detalhe: havia mesmo um belo príncipe em sua história. E tudo o que ele mais queria era descongelar o coração da nossa gata (nada) borralheira.

“Cinderela Pop”, de Paula Pimenta. Editora Galera Record, 160 páginas, R$ 25,00.

Caça ao Mosquito – Uma Casa sem Dengue

29 de maio de 2015 0
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Ninguém se salva sozinho da dengue. O perigo de contrair a doença aumenta cada vez que chega o verão, mas ela precisa ser combatida, em conjunto, durante todo o ano. A melhor maneira de evitá-la ainda é a prevenção. Escrito por de Cecilia Reggiani Lopes e criativamente ilustrado por Dave Santana, realidade e ficção aliam-se para contar, de maneira divertida, como combater essa guerra em “Caça ao Mosquito – Uma Casa Sem Dengue”.

O livro conta que Armandinho, de apenas oito meses, é picado pelo mosquito da dengue. No posto de saúde, a mãe recebe orientações de como tratar a criança e um livrinho ensinando como prevenir a doença. A família descobre que a única arma contra a dengue é a prevenção.

Liderados pelo avô, os irmãos de Armandinho formam o “esquadrão da limpeza” e acabam com todos os focos de água parada na casa, locais onde o mosquito deposita seus ovos.

Felizes com os resultados, os garotos vão agora juntar-se aos amigos e vizinhos, pois descobriram que a luta contra a dengue só é eficaz se envolver toda a comunidade.

A obra, também considerada um material de apoio ao educador, tem o propósito de subsidiar o trabalho em sala de aula, de modo que o professor aborde o tema com os alunos e eles possam levar o conhecimento para casa, compartilhando-o com os seus pais e vizinhos.

“Caça ao Mosquito – Uma Casa Sem Dengue”, de Cecilia Reggiani Lopes, com ilustrações de Dave Santana. Global Editora, 32 páginas, preço não divulgado.

Lily na Passarela

27 de maio de 2015 0
Divulgação, Mundo Cristão

Divulgação, Mundo Cristão

Em “Lily na Passarela”, você vai descobrir os encantos dessa garota atrapalhada, mas sempre charmosa, em sua jornada para descobrir o que a beleza realmente é.

Nesta divertida história, após receber um elogio de uma profissional do mundo da moda, Lily não consegue deixar de pensar em sua aparência e em se tornar modelo. Obcecada por se sair bem no desfile, passa a comprar maquiagem e revistas de moda, tudo para não fazer feio. Mas quando o inesperado acontece poucos dias antes da apresentação, Lily aprende uma lição muito importante.

Escrito com uma linguagem agradável e bem-humorada, Nancy Rue, mestre em pedagogia e em língua inglesa, aborda a questão da beleza de forma leve e altamente ilustrativa, em um conteúdo biblicamente fundamentado. Por meio das experiências vividas por Lily, a escritora leva as meninas a descobrirem como permanecer em sintonia com a moda e com o atual momento sem perder Deus de vista. Maquiagem, postura e estilo fazem parte do enredo e são ensinados de forma sutil, adequada à linguagem das garotas dessa faixa etária.

Indicado para toda menina que quer brilhar, aprender a realçar sua verdadeira beleza, aumentar sua autoestima e ser o tipo de garota que agrada a Deus, “Lily na Passarela” é uma leitura indispensável.

“Lily na Passarela”, de Nancy Rue, com tradução de Susana Klassen. Editora Mundo Cristão, 144 páginas, R$ 24,90.

João e o Pé de Feijão em cordel

21 de maio de 2015 0
Divulgação, Mundo Mirim

Divulgação, Mundo Mirim

Quem não conhece a história do menino João e seus mágicos feijões que o levaram em uma aventura na terra dos gigantes? Publicação da Editora Mundo Mirim, a obra “João e o Pé de Feijão em Cordel”, de César Obeid, é uma releitura do famoso conto de fadas inglês, só que, desta vez, em um formato muito popular na cultura brasileira, o cordel.

Construído em versos bem rimados – característica fundamental dos cordelistas –, o livro reconta a já conhecida trajetória do menino João. O pequeno vive uma situação financeira muito difícil ao lado de sua mãe, e quando resolve vender o único bem de sua família, uma vaca magra, ele vê a sua vida mudar completamente, pois, ao invés de conseguir o dinheiro, ele acaba trocando sua vaca por cinco feijões mágicos, que, segundo a promessa de um velho vendedor, eles cresceriam até o céu.

A literatura de cordel é um estilo de narrativa que trabalha muito bem as rimas, próprio da cultura brasileira e muito popular em terras nordestinas. Nesta publicação da Editora Mundo Mirim, o leitor ainda pode encontrar uma adaptação do conto para o teatro. O autor César Obeid fez questão de preservar a oralidade do estilo de cordel para reescrever a peça e assinalar pequenas rubricas que dão dicas às crianças de como pode ser realizada cada cena.

A obra conta também com belíssimas ilustrações feitas por Eduardo Ver e uma didática introdução sobre a história da literatura de cordel no Brasil. O autor conversa com seus leitores a respeito da origem, os novos formatos em que estão sendo produzidos e até mesmo sobre o milenar processo de xilogravura em que são feitas as artes dos folhetos, além de sugerir que as crianças experimentem produzir versos para aprender mais e se divertir com essa popular técnica.

“João e o Pé de Feijão em Cordel”, de César Obeid, com ilustrações de Eduardo Ver. Editora Mundo Mirim, 40 páginas, R$ 29,90.

A Biblioteca Mágica de Bibbi Bokken

20 de maio de 2015 0
Divulgação, Seguinte

Divulgação, Seguinte

Nils tem doze anos e acaba de voltar das férias escolares de verão, passadas em companhia de sua prima Berit, na cidade de Fjærland, interior da Noruega. Para não deixar de se falar, os dois decidem escrever um diário e remetê-lo de uma cidade a outra pelo correio.

Já de início, porém, parece haver algo de misterioso no diário de Nils e Berit. Ao comprá-lo numa livraria, Nils conhece uma mulher estranha, alguém que ele e Berit haviam visto de passagem durante as férias. A mulher faz questão de ajudar Nils a comprar o diário – uma esquisitice que ele não deixa de contar à prima já em sua primeira “carta”.

Em Fjærland, Berit se põe a segui-la. Diante da casa da mulher, Berit “furta” um pequeno envelope da caixa de correio. Dentro, encontra uma carta vinda da Itália, endereçada a uma certa Bibbi, que menciona um sebo em Roma. O estabelecimento guardaria não apenas livros raros, mas também livros ainda não escritos. E um desses livros se refere a uma certa “biblioteca mágica”.

Toda essa história, Berit conta a Nils em sua primeira carta. A aventura mal começou, mas o leitor já se vê mergulhado num grande mistério. Quem é Bibbi e que biblioteca mágica é essa? É um caso para os pequenos detetives Nils e Berit investigarem a fundo – e tudo aquilo de que o leitor precisa para se divertir pelas páginas restantes. Em “A Biblioteca Mágica de Bibbi Bokken”, de Jostein Gaarder e Klaus Hagerup, o grande herói é o livro e sua história, numa trama cheia de suspense e aventura.

“A Biblioteca Mágica de Bibbi Bokken”, de Jostein Gaarder e Klaus Hagerup, com tradução de Sonali Bertuol. Editora Seguinte, 180 páginas, R$ 38,50.