Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts com a tag "Literatura Infantojuvenil"

Poemas de Victor Hugo para crianças

06 de agosto de 2014 0
Divulgação, Gaivota

Divulgação, Gaivota

CANTOS PARA OS MEUS NETOS”, de Victor Hugo, reúne oito poemas do escritor francês retratando o universo infantil. No primeiro deles, o leitor poderá acompanhar um diálogo de três crianças, de cinco, seis e sete anos, discutindo sobre os animais de um zoológico. Em outro, acompanhará a relação entre um neto e um avô, transmitindo a infância com a imagem da felicidade.

Tratando de aspectos comuns ao universo infantil da época, os poemas advêm da convivência de Victor Hugo com seus dois netos. Mas, ao contrário do que se pode pensar, as crianças dos dias de hoje conseguem se identificar com o texto, pois tratam de temas frequentes, como as dúvidas frente às pequenas coisas da vida. Um exemplo disso é o poema “Deus faz as perguntas e as crianças respondem”.

“Os dois bichos mais engraçados desse mundo,

O gato e o rato, se odeiam. Mas por quê?

Explique-me isso, Jane. E sem saber por quê,

Frente à sombra e ao espaço misterioso,

Jane começou a rir.”

A linguagem poética transporta os leitores para um cenário lúdico, onde o romantismo é recriado por Laurent Cardon em tons pastel. Além da versão em português, a segunda parte do livro também traz os poemas originais, em francês, e uma análise de cada um deles.

CANTOS PARA OS MEUS NETOS”, de Victor Hugo, com tradução e organização de Marie-Hélène C. Torres e ilustrações de Laurent Cardon. Editora Gaivota, 40 páginas, R$ 36,50.

Bibiana, a menina reclamona

05 de agosto de 2014 0
Divulgação, Mundo Mirim

Divulgação, Mundo Mirim

Você conhece alguém que reclama de tudo? Se está frio, quer calor; se está calor, quer frio; o bolo é de chocolate, mas a pessoa quer de morango; se é de morango, por que não fizeram de chocolate? A sugestão de hoje, “A MENINA RECLAMONA”, de Marilu Rodrigues, traz uma personagem assim.

Bibiana é uma menina que, de tanto reclamar das coisas, acaba ganhando o apelido de “Reclamona”. Só que algo estranho acontece e ela acaba percebendo, ainda que de um jeito um pouco desastrado, as consequências de suas reclamações.

Para os professores, o livro permite trabalhar com temas como convivência, respeito, solidariedade, amizade, relações familiares.

“A MENINA RECLAMONA”, de Marilu Rodrigues, com Ilustrações de Lúcia Brandão. Editora Mundo Mirim, 32 páginas, R$ 29,90.

Meu primeiro dia de aula

04 de agosto de 2014 0
Divulgação, Volta e Meia

Divulgação, Volta e Meia

Você se lembra como foi o seu primeiro dia aula? Ou até mesmo se recorda o que você estava sentindo às vésperas de sentar pela primeira vez num banco escolar? “MEU PRIMEIRO DIA DE AULA”, de Rafael Alvarenga, é a sugestão de hoje e trata dessa data toda especial e importante para todos.

Esse dia é tão, mas tão importante que ficamos ansiosos, com o coração batendo forte. Uns ficam tão ansiosos que não param de falar; outros querem sair correndo; outros, ficam tímidos e mesmo assustados, até com vontade de chorar! Mas, conversando, a gente quebra essa ansiedade e tudo acontece com naturalidade, beleza e alegria. Não é, Paulinha?

MEU PRIMEIRO DIA DE AULA”, de Rafael Alvarenga, com ilustrações de Rafael Hildebrand. Editora Volta e Meia, 20 páginas, R$ 21,00.

As histórias de Balbino, homem do mar

29 de julho de 2014 0
Divulgação, Global

Divulgação, Global

Um dos maiores contistas brasileiros, Orígenes Lessa foi um escritor incansável. Em seus 83 anos de vida, publicou cerca de setenta livros, entre romances, contos, ensaios, infantojuvenis e outros gêneros. Produziu também roteiros para cinema e televisão, textos teatrais, adaptações de clássicos, reportagens, textos de campanhas publicitárias, entrevistas e conferências. O livro “BALBINO, HOMEM DO MAR”, que a Global Editora acaba de relançar, é o sétimo livro de contos do autor.

Com coordenação de André Seffrin e texto de apresentação de Eliezer Moreira, o livro reúne 21 contos que trazem histórias narradas de diferentes lugares – bairros do Rio de Janeiro e de São Paulo, outras cidades do País e até do exterior –, refletindo em grande parte a vida do autor, que viajou tanto. Um incidente diplomático num país latino-americano, uma garçonete inesquecível que atende num restaurante mexicano nos Estados Unidos, um motorista de táxi numa ilha do Caribe que divulga aos passageiros os serviços das prostitutas locais, entre tantas outras histórias.

Vários contos de “Balbino, Homem do Mar” foram considerados obras-primas quando publicados e se tornaram clássicos. Entre eles, se destacam o conto-título, adaptado para o cinema e que, como escreve na apresentação Eliezer Moreira, “espelha a leveza do livro, o humor e o lirismo de Orígenes Lessa”; além de “As Cores”, que integra uma antologia recente dos 100 melhores contos da literatura brasileira, “Tio Pedro”, “O Natal de Tia Calu”, “Madrugada”, e ainda o precioso e cômico “Sete-Garfos”.

“BALBINO, HOMEM DO MAR”, de Orígenes Lessa. Global Editora, 272 páginas, R$ 42,00.

Minha avó dizia...

28 de julho de 2014 0

capa_final.indd

Quem nunca ouviu alguma das seguintes frases: “Não pode comer bolo quente porque dá dor de barriga”; “Misturar manga com leite faz mal”; “Se engolir o chiclete ele gruda na parede do estômago”? Difícil passar a infância sem ter recebido alguma dessas dicas da vovó. E é sobre isso que o livro “MINHA AVÓ DIZIA” fala.

A obra reúne expressões e crenças populares conhecidas e cristalizadas nos hábitos e nos costumes do povo brasileiro. A autora Débora Slikta propõe ao leitor descobrir o que é verdade e o que é mentira em ditos, explicando suas origens e fundamentos.

“Não coma sorvete no frio que dá resfriado” – O sorvete em si NÃO faz mal. Os resfriados e gripes são causados por vírus. O que acontece é que algumas pessoas têm mais propensão a ficarem doentes devido a mudanças bruscas de temperatura. Esse choque térmico pode ser provocado se você estiver com o corpo quente e tomar algo gelado, como um sorvete.

Publicação da Editora Mundo Mirim, o livro é composto por frases (uma a cada duas páginas) que complementam a sentença-título “Minha avó dizia”. Essas frases ditas em expressões ou crenças populares são sempre seguidas de uma explicação científica, história ou prática. As ilustrações, provocativas, retratam com humor as situações propostas.

“MINHA AVÓ DIZIA”, de Débora Slikta. Editora Mundo Mirim, 32 páginas, R$ 29,90.

O que eu vi por aí

24 de julho de 2014 0
Divulgação, Biruta

Divulgação, Biruta

“Aí, eu vi o sol que acordava lá onde o céu faz uma curva. Abria seu olho enorme para ver se ainda restavam algumas sombras da noite nos passos da madrugada”.

Essa é a história de uma criança sonhadora passeando pelo mundo. Aquilo que seus olhos enxergam pode se transformar em um cenário magnífico, onde as ondas do mar são leões com jubas brancas e os raios de sol são as pernas finas e compridas de uma aranha dourada.

Em “O que eu vi por aí”, indicado para crianças a partir de oito anos, o autor Cyro de Mattos aproxima os pequenos (e grandes) leitores de um universo mágico e divertido, com direito às ilustrações vivas e coloridas da polonesa Marta Ignerska. Cada página traz um novo ângulo de visão, onde o texto se mistura com a arte e conduz o leitor como se fosse o guia de um city tour.

“O que eu vi por aí”, de Cyro de Mattos, com ilustrações de Marta Ignerska. Editora Biruta, 44 páginas, R$ 35,00.

Quem conta um conto aumenta um ponto

23 de julho de 2014 0
Divulgação, Autêntica

Divulgação, Autêntica

Provérbios, também conhecidos como ditados populares, resumem a sabedoria de um povo. Baseados no senso comum, eles são por vezes engraçados, outras vezes são maliciosos, doutrinários, literais ou metafóricos, mas são, decididamente, conhecidos por todos aqueles que partilham da mesma tradição oral, propagada por gerações por meio da fala, de pai para filho, de pessoa para pessoa. “Quem Conta um Conto Aumenta um Ponto: Histórias Criadas a Partir de Ditados Populares”, escrito por Bel Assunção Azevedo e ilustrado por Sônia Magalhães, apresenta alguns ditados como ponto de partida para poemas e pequenos contos que brincam com seus significados.

A obra desperta a atenção para questões e temas da realidade a partir de um rico material, acessível à maioria das pessoas – os provérbios populares. Faz isso, porém, de forma divertida e leve, brindando o leitor com um repertório que ele já conhece e, ao mesmo tempo, convidando-o para uma imersão em novas histórias, em que contos e poemas são mesclados aos ditados para brincar com seus significados e, ao mesmo tempo, “concretizá-los” em situações verossímeis.

O livro tem 25 capítulos, cada um com uma história. Logo no título, a autora apresenta ao leitor qual o provérbio será central no poema ou conto. São eles: “água mole em pedra dura tanto bate até que fura”, “quem senta na garupa não pega na rédea”, “quando rico mata pobre o defunto é que vai preso”, “em boca fechada não entra mosca”, “por fora bela viola, por dentro pão bolorento”, “quem não tem cão caça com gato”, “de grão em grão a galinha enche o papo”, “nem tudo o que reluz é ouro”, “quem tudo quer tudo perde”, “pimenta no olho do outro é colírio”, “quem disso uso, disso cuida”, “quem conta um conto aumenta um ponto”, “quem canta seus males espanta”, “quem fala o que quer ouve o que não quer”, “o apressado come cru”, “mais vale um pássaro na mão do que dois voando”, “devagar se vai longe”, “macaco velho não bota a mão em cumbuca”, “a união faz a força”, “quem semeia vento colhe tempestade”, “quem nunca comeu melado, quando come, se lambuza”, “em terra de cego quem tem olho é rei”, “casa de ferreiro, espeto de pau”, “quem entra na chuva, é pra se molhar” e, finalmente, “o pior cego é aquele que não quer ver”. No conto que dá título ao livro, a escritora narra a história de um boato espalhado em um pequeno povoado de que uma professora e um morador estariam de caso, talvez namorando, talvez noivos. Cada um que decide contar a história aumenta um detalhe – e, no final, o leitor descobre que, na realidade, não era nada daquilo que haviam espalhado.

Assim, com textos curtos, alegres, fluentes e agradáveis, Bel Assunção Azevedo resgata uma importante parte da cultura popular para apresentá-la novamente na realidade dos contos ou na métrica dos poemas, contribuindo para a divulgação da tradição oral e, principalmente, convidando o leitor para o divertimento e a reflexão por meio da literatura.

“Quem Conta um Conto Aumenta um Ponto: Histórias Criadas a Partir de Ditados Populares”, de Bel Assunção Azevedo, com ilustrações de Sônia Magalhães. Autêntica Editora, 80 páginas, R$ 34,00.

Deus tem mais de um nome

21 de julho de 2014 0
Vale das Letras, Divulgação

Vale das Letras, Divulgação

A coleção “Deus Tem mais de um Nome”, da Editora Mundo Mirim,é composta de cinco livros que explicam os aspectos que caracterizam as diferentes religiões. São elas: cristianismo, budismo, judaísmo, islamismo e hinduísmo.

Pela comparação, as crianças perceberão o que há de comum em todas elas. O texto, em primeira pessoa, faz do narrador um amigo que conta sua experiência pessoal de fé. Os livros valorizam a diversidade e ajuda os pequenos a conhecerem e a respeitarem as várias religiões e culturas, questões fundamentais na sociedade pluralizada em que vivemos.

Vale das Letras, Divulgação

Vale das Letras, Divulgação

Hinduísmo: este livro, que tem 32 páginas, ajudará a entender melhor sobre o hinduísmo. Seus costumes e aspectos diferentes do que somos acostumados a ver todos os dias. Aumentará por parte das crianças o respeito às pessoas que o praticam.

Vale das Letras, Divulgação

Vale das Letras, Divulgação

Budismo: zen, nirvana… são palavras que se costuma ouvir, mas muita gente não sabe da origem budista dessas expressões. Nesse livro de Maria Rius, budistas explicam sua fé, seus rituais e a cultura que surgiu a partir de suas crenças. O leitor poderá identificar e apreciar também valores universais cultivados pelo Budismo, como o amor pela natureza e o cuidado com as plantas e animais. O livro apresenta curiosidades como no que os budistas acreditam e como eles expressam a fé.

Vale das Letras, Divulgação

Vale das Letras, Divulgação

Judaísmo: você sabe o que é uma sinagoga? Qual é a saudação mais comum entre os judeus? No livro, é explicado aos jovens leitores, como se estivesse falando com seus filhos, que significado tem para seu povo crer e ser praticante desta religião.

Vale das Letras, Divulgação

Vale das Letras, Divulgação

Cristianismo: o cristianismo tem como modelo e ponto supremo de referência a pessoa de Jesus de Nazaré. Para Jesus, a pessoa mais religiosa não é a que multiplica gestos religiosos externos, orações e ritos, mas sim aquela que tem atitude acolhedora, aberta a Deus e a todas as pessoas. Nessa obra, o narrador explica a fé cristã, suas origens e o que é ser cristão hoje.

Islamismo: você já ouviu falar em Alá? Sabe o que é uma mesquita? Vários são os elementos da cultura muçulmana apresentados nesse livro. O narrador mostra ao leitor o Islã e os aspectos mais importantes da sua fé: o livro sagrado (o Corão), os costumes, as festas e os sacramentos.

Budismo: zen, nirvana… são palavras que se costuma ouvir, mas muita gente não sabe da origem budista dessas expressões. Nesse livro, budistas explicam sua fé, seus rituais e a cultura que surgiu a partir de suas crenças. O leitor poderá identificar e apreciar também valores universais cultivados pelo Budismo, como o amor pela natureza e o cuidado com as plantas e animais. O livro apresenta curiosidades como no que os budistas acreditam e como eles expressam a fé.

Coleção “Deus Tem mais de um Nome” (cinco livros), Editora Mundo Mirim, R$ 27,90 cada.

 

Bear e Raven na cidade das charadas

15 de julho de 2014 0
Divulgação, Nemo

Divulgação, Nemo

“BEAR: VOLUME 1″, de Bianca Pinheiro, narra a trajetória da pequena Raven, que, em busca de seus pais e de sua casa, encontra em uma caverna seu grande companheiro de jornada: Dimas, um urso rabugento, mas de bom coração.

Empolgada na perseguição de uma linda borboleta, a garotinha acaba se perdendo dos pais e vai parar em uma floresta. Sem saber o caminho de volta para casa, depara-se com um urso pançudo de cor marrom meio alaranjado que topa ajudá-la na empreitada.

Raven é uma criança muito especial, que se expressa por meio de desenhos cheios de vida e magia. São eles que ajudam os dois a enfrentarem juntos muitas aventuras na cidade das charadas. Os amigos vão buscar um oráculo, tentam sair da cidade, são presos e falam até com o rei para tentar resolver o enigma do portão de saída. Ao final deste primeiro volume de aventuras, a menina é presenteada com uma surpresa, mas sua jornada não acaba por aí.

Segundo Bianca Pinheiro, a história é muito mais sobre a relação de amizade desses novos companheiros e de como eles vão se aproximar, do que sobre o objetivo final. ”Esse primeiro volume serve para apresentar alguns dos personagens e mostrar para você uma prévia de como será essa aventura. Ora, Dimas e Raven não param quietos! E nem é culpa deles!”

Com uma linguagem descontraída e desenhos alegres, essa nova HQ irá fisgar crianças, adolescentes e adultos para um mundo da imaginação muito mais verossímil do que se pode imaginar.

“BEAR: VOLUME 1″, de Bianca Pinheiro. Editora Nemo, 64 páginas, R$ 34,00.

Gol, o grande momento do futebol

14 de julho de 2014 0
Global, Divulgação

Global, Divulgação

“Torcida amiga, boa tarde! Vamos iniciar mais uma tarde esportiva. Esse futebol que é a alegria do povo. Futebol arte. Futebol glória. E é gol. Gol gol gol gol goooooool finalmente, é gol.”

Assim começa essa história. É GOL – TORCIDA AMIGA, BOA TARDE!”, de Ignácio de Loyola Brandão, ilustrado por Orlando Pedroso, que a Global Editora leva às livrarias depois de 32 anos da publicação da primeira edição com novo formato e projeto gráfico, narra a emoção de uma partida de futebol.

Para quem acompanha um jogo, o que conta mais: a forma como o locutor o descreve, o que realmente está ocorrendo dentro do campo ou o que ficamos imaginando que poderia ter de fato acontecido? Diferentes versões de uma mesma história: quem vê o gol e quem faz o gol.

De forma descontraída, Loyola nos apresenta uma partida daquele futebol que emociona, envolve e empolga qualquer torcedor. Essa narrativa traz a surpreendente atuação de Cacalo, atacante que surge como uma estrela numa partida decisiva para mudar a história de um jogo aparentemente definido e sem muita emoção. O texto, escrito no estilo ágil e leve, tão característico de Loyola, aliado às lindas ilustrações artisticamente produzidas por Orlando, envolve e conduz o leitor ao momento daquela emocionante partida de futebol.

“É o futebol, torcida amiga! O futebol que é caprichoso, voluntarioso. Que faz e desfaz ídolos. Que traz glória e tristeza. Este é o futebol que nós amamos. O futebol que é arte, que é emoção, que é luta, que é paixão de um povo.”

É GOL – TORCIDA AMIGA, BOA TARDE!”, de Ignácio de Loyola Brandão, ilustrado por Orlando Pedroso. Global Editora, 64 páginas, R$ 39,00.