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Posts com a tag "scipione"

Um amor bem colorido

02 de abril de 2012 0

Muitas vezes, nos apaixonamos por alguém ou por algo, que essa relação pode mudar completamente o dia a dia. São novos horizontes que se abrem, o pensamento se volta quase todos para o objeto ou pessoa, e a vida fica mais colorida.

E vida colorida é o que terá a menina personagem do livro "Meu Primeiro Amor", de Júlio Emílio Braz. A garotinha não tem nome, mas isso não importa, afinal, poderia ser Maria José, Débora ou Marcela, que a história não ia mudar nada porque pode acontecer com qualquer pessoa.

A obra traz o relato poético da garotinha que, ao ganhar uma caixa de lápis de cor, descobre a paixão pela arte de desenhar. Para algumas crianças, esse primeiro contato é mesmo inesquecível, pois com ele costuma vir a descoberta da imaginação e de suas inúmeras possibilidades.

"Meu Primeiro Amor", de Júlio Emílio Braz, com ilustrações de Salmo Dansa. Editora Scipione, 24 páginas, R$ 33,50.

Aventuras de Alice no subterrâneo

29 de fevereiro de 2012 0

Quem gosta da personagem Alice, vai gostar também de "Aventuras de Alice no Subterrâneo", de Lewis Carroll, com edição da Scipione. O livro é uma recriação em português do manuscrito feitor por Charles Lutwidge Dodgson para a garota Alice Liddell. O reverendo anglicano tinha na época 30 anos e era professor do Christ College, em Oxford, Inglaterra.

No verão de 1862, ele fez uma série de excursões de barco pelo rio Tâmisa, em companhia de seu colega, o reverendo Duckworth, e de três meninas, de treze, dez e oito anos, filhas do reitor. Durante um desses passeios, ele criou a história narrada neste livro para divertir as três irmãs, Lorina, Alice e Edith Liddell. A história agradou particularmente a Alice, a irmã do meio, por ser ela a homônima da personagem, uma menina tão viva e curiosa como ela mesma.

Nos dias seguintes, Alice sempre pedia para o reverendo escrever a história para ela. O professor atendeu ao pedido e colocou no papel, com imenso capricho e letra bem desenhada, as aventuras que criara no dia 4 de julho.

Esse livro foi a base para o texto das famosas "Aventuras de Alice no País das Maravilhas". O manuscrito foi lido na época por amigos do autor, que sugeriram sua publicação. Dodgson acabou por se convencer de que o livro poderia ser bem aceito como obra impressa e preparou o texto para edição, aumentando e modificando, aqui e ali, o original feito para Alice Liddell. Para a versão definitiva, publicada em 1865, adotou, no entanto, o pseudônimo de Lewis Carroll, com o qual se tornou conhecido e admirado muito rapidamente, pois o livro teve enorme e imediato sucesso.

"Aventuras de Alice no Subterrâneo", de Lewis Carroll, com tradução de Adriana Peliano e Myriam Ávila. Editora Scipione, 96 páginas, R$ 39,90.

Raquel parece que tem o rei na barriga

23 de janeiro de 2012 0

Você deve conhecer alguém como a personagem Raquel, do livro "Com o Rei na Barriga", de Regina Drummond. Ela é linda e meiga, mas também esnobe e mandona.

Cheia de vontades, ela trata todos com arrogância, como se o mundo tivesse obrigação de servi-la. Enfim, como a galerinha diz, a garota é uma mala sem alça com as rodinhas quebradas. Para a menina, o mundo gira em torno do umbigo dela e ela se sente a princesinha que deve ser amada e servida por todos.

Porém, como o mundo é "redondo" e dá voltas, um acontecimento inesperado faz a menina cair na real e mudar de comportamento.

"Com o Rei na Barriga", de Regina Drummond, com ilustrações de Dorotéia Vale. Coleção Dó-ré-mi-fá, Editora Scipione, 32 páginas, R$ 23,90.

Ouvindo o barulho do tempo

09 de janeiro de 2012 0

Você já reparou que o tempo passa e na maioria das vezes nem nos damos conta? Por incrível que pareça, pa noção de tempo muda conforme a situação que estamos vivendo: por exemplo, quando estamos fazendo uma prova daquelas bem difíceis, quando mais precisamos de tempo, parece que ele voa num avião a jato. Já em outros casos, quando queremos que ele passe bem depressa, dá a impressão de que o relógio tem pernas de tartaruga, de tão lento.

A sugestão de hoje do Blog do Aldo trata dessa coisa, o tempo, sobre a qual poucas vezes temos controle. A história fala de um jeito mais poético sobre a noção de tempo do menino Fabiano, que acredita que, às vezes, ter febre pode ser uma coisa boa. Ao menos para Fabiano. O menino, personagem do livro "O Barulho do Tempo", de Vivina de Assis Viana, gosta de segurar o relógio quando está com o termômetro embaixo do braço.

Observando o objeto, algo intriga o menino: como o tempo passa, os ponteiros andam e a gente não vê? O livro conta uma história delicada que propõe uma interessante reflexão sobre a passagem do tempo.

"O Barulho do Tempo", de Vivina de Assis Viana, com ilustrações de Miss Móes. Coleção Dó-ré-mi-fá, Editora Scipione, 32 páginas, R$ 22,90.

O preconceito parte de onde menos se espera

24 de outubro de 2011 0

Um menino tem um pai muito severo, que lhe conta histórias de homens de sua terra, homens “cabras-machos” e valentes. Porém, o garoto não quer saber dessa história de valentões de peixeira na cintura...

Para desespero do pai turrão, o grande sonho do menino era se tornar... bailarino! Para alcançar o objetivo, o rapazinho vai ter de enfrentar o preconceito do próprio pai, que diz que dançar não é "coisa de homem". Mas a determinação do guri fará com que enfrente até mesmo a severidade do pai para realizar o seu objetivo.

Num estilo que se assemelha ao cordel, "Tal Pai, tal Filho?", de Georgina Martins, aborda o tema do preconceito e da intolerância de uma maneira delicada e muito sensível. A obra, da coleção "Dó, ré, mi, fá", também serve como reflexão sobre a "intromissão" de pais que querem que os filhos sejam iguaizinhos a eles até na escolha da profissão.

"Tal Pai, tal Filho?", de Georgina Martins, com ilustrações de Sergio Serrano. Coleção Dó-ré-mi-fá. Editora Scipione, 32 páginas, R$ 23,90.

Viagem ao centro da Terra

23 de agosto de 2011 0

A sugestão de hoje é um clássico da literatura mundial: "Viagem ao Centro da Terra", escrita originalmente por Júlio Verne. Nesta edição da coleção "Reencontro Infantil", da Editora Scipione, a história tem adaptação feita por Lúcia Tulchinski.

A história começa quando o professor Otto Lidenbrock, respeitado cientista alemão, encontra um misterioso pergaminho em um livro antigo. Isso ocorreu no dia 24 de maio de 1863, em Hamburgo, Alemanha.

Depois de decifrar a enigmática mensagem contida no precioso documento, o professor convoca o sobrinho e assistente Axel para uma fantástica viagem ao centro da Terra, revivendo, assim, a mesma aventura Arne Saknussemm, um importante alquimista do século 16.

O autor Júlio Verne nasceu em Nantes, França, em 1828. Estudou Direito, mas nunca exerceu a profissão. Desde muito jovem, manifestou inclinação para a carreira literária. Trabalhou com Alexandre Dumas e escreveudiversas peças teatrais. Alguns anos mais tarde, começou a escrever romances. Seu primeiro livro foi "Cinco Semanas em um Balão", publicado em 1863. Entre suas obras mais conhecidas estão "Vinte Mil Léguas Submarinas" (1870), "A Volta ao Mundo em Oitenta Dias" (1873) e "Viagem ao Centro da Terra" (1864). Júlio Verne morreu na cidade francesa de Amiens, em 1905.

"Viagem ao Centro da Terra", de Júlio Verne, com adaptação de Lúcia Tulchinski e ilustrações de Cláudia Ramos. Coleção Reencontro Infantil, Editora Scipione, 48 páginas, R$ 31,50.


Tino, um garoto consumista

04 de julho de 2011 0

A dica de hoje, "Um Garoto Consumista na Roça", de Júlio Emílio Braz, conta a história , de Tino, um típico garoto consumista de classe média. Ele estuda em colégio particular, tem celular, roupas de grife, enfim, tudo do bom e do melhor que uma criança pode querer. A mãe dele, Maria Inês, é diretora de marketing de uma grande agência de publicidade, apesar das mordomias ao filho, não tem muito tempo para ele porque só pensa em trabalhar. O pai de Tino se chama Caio e é fotógrafo de moda e militante de causas ecológicas.

Maria Inês planeja uma viagem romântica com o namorado Leo, também diretor da agência. O único "problema" é Tino, que desta vez deveria passar as férias com a mãe. Ela recorre ao ex-marido, ele resiste, mas acaba cedendo por causa das ameaças dela e por achar que o menino não vai ficar feliz de passar as férias no casarão dos avós no interior de Minas Gerais.

Sem opção, Tino prepara a mala com o que considera "básico" para viajar ao "fim do mundo": roupas e acessórios chiques e de marca, jogos eletrônicos, livros, gibis, CD player... Ao chegar à cidade interiorana de Bom Jesus de Camanducaia, o menino conhece os avós paternos, além de uma infinidade de tios e primos. Todos reparam no seu jeito de ser, de vestir-se...

Dos tios, o único que se aproxima de Tino é Milton, que estuda oceanografia no Rio de Janeiro e também está no lugar passando as férias. Solidário ao sobrinho, ele lhe diz palavras de incentivo e o aconselha a dar mais valor à qualidade dos produtos do que às marcas. Apesar de tentar se enturmar, Tino só consegue mesmo a simpatia da prima Emilene e uma aproximação com o primo Miguel, que, como ele, também gosta de ler.

Mesmo a contragosto, Tino acaba vivendo muitas aventuras em meio à natureza. Certo dia, o pai resolve reunir os sobrinhos para descerem de bote o rio das Onças. Tino ignora as gozações dos primos e decide levar seus equipamentos e roupas especiais para a empreitada: bússola, binóculos, calça e anoraque de náilon, filtro de água... Ocorre um acidente e o bote "naufraga", ocasião em que seus apetrechos se mostram bastante úteis e ajudam a todos.

Mais enturmado e aceito pelos primos, Tino aproveita o restante das férias e volta para sua casa no Rio com a certeza de que vai sentir muitas saudades daquele "bando de caipiras".

"Um Garoto Consumista na Roça", de Júlio Emílio Braz, com ilustrações de Roberto Negreiros. Coleção Diálogo, Editora Scipione, 96 páginas, preço não divulgado.

Motim na baía dos Ossos

12 de maio de 2011 0

Para quem gosta de história com piratas, "Motim na Baía dos Ossos", de Mark Burgess, com tradução e adaptação de Aristides Caruso, é um prato cheio.

Max e Mini, os dois personagens principais, queriam apenas passar um dia tranquilo na praia, sem compromisso. Mas seus planos acabam mudando radicalmente. São levados de volta no tempo e forçados a trabalhar em um navio chamado Bezerro Desmamado, onde enfrentam inúmeras dificuldades, como um motim da tripulação. Abandonados à própria sorte em uma ilha deserta, suas aventuras ainda estavam longe de ter fim.

O livro, integrante da coleção "Salve-se Quem Puder", conta uma emocionante história de aventuras, com muitos piratas, conspirações e arcas recheadas de ouro e pedras preciosoas. Por toda a obra há diversos desafios à observação, intereressantes quebra-cabeças para você resolver antes de continuar a leitura. Se precisar de uma ajudinha, recorra às pistas da página 43; se quiser, confirme as respostas nas páginas 44 a 48.

"Motim na Baía dos Ossos", de Mark Burgess, com tradução e adaptação de Aristides Caruso. Editora Scipione, 144 páginas, R$ 24,90.

Edla van Steen reconta "O Médico e o Monstro"

02 de maio de 2011 0

Em, "O Médico e o Monstro", de Robert Louis Stevenson, que a catarinense Edla van Steen adapta em edição da série "Reencontro Literatura", da Scipione, o dr. Henry Jekyll, em suas pesquisas, descobre uma poção capaz de realizar o desdobramento da personalidade em seus lados positivo e negativo, psicológica e fisicamente. Jekyll, sob a ação dessa poção, transforma-se em um indivíduo de aparência repugnante, que atende por Mr. Hyde.

A obra original, de 1886, nasceu de um pesadelo. A intenção do escritor escocês era compor uma simples história de terror. Porém, sua mulher percebeu que o tema possibilitava uma visão aprofundada dos conflitos da alma humana.

Assim, a obra acabou adquirindo um grande valor alegórico ao evidenciar as forças do bem do do mal presentes em nossa natureza. Sem dúvida, é um exemplo da originalidade da narrativa de Stevenson, determinada pelo equilíbrio entre a extraordinária fantasia e o estilo claro e preciso.

"O Médico e o Monstro", de Robert Louis Stevenson, adaptada e traduzida por Edla van Steen e ilustrada por Wanduyr Duran e Sylvia Wanderley. Coleção "Reencontro Literatura", Editora Scipione, 76 páginas, preço não divulgado.

De onde pode brotar a violência

06 de dezembro de 2010 0

Você já parou para pensar que um simples gesto ou uma palavra dita ou entendida em outro contexto podem gerar situações extremamente violentas? Um olhar torto que gera um sorriso irônico, que provoca uma palavra ruim, que cria uma discussão, que acaba em tapa, que gera um murro, que provoca duas cabeçadas, que fazem uma faca sair do casaco... Viu só como tudo vira uma avalanche de atos violentos?

O livro "Violência e Não-violência", dos franceses Brigitte Labbé e Michel Puech e com ilustrações de Jacques Azam, é integrante da coleção "Cara ou Coroa" e apresenta diversas situações que, de algum modo, propõem questionamentos sobre valores humanos básicos, como a oposição entre violência e não-violência.

As situações são acompanhadas de comentários que auxiliam a criança a fazer uma reflexão importante sobre as manifestações da violência em nosso mundo e o real significado de uma atitude de não-violência.

"Violência e Não-violência", de Brigitte Labbé e Michel Puech, com ilustrações de Jacques Azam e tradução de Adilson Miguel. Coleção "Cara ou Coroa", Editora Scipione, 40 páginas, R$ 16,90.