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Ronaldinho e Dunga: Um pirralho e um veterano

14 de setembro de 2007 5

Continuando a série dos Gre-Nais marcantes, chegamos ao ano de 1999. Novamente, a gangorra se invertia no dia 20 de junho. Se o Grêmio tinha sofrido por dois anos sem sequer chegar a uma decisão, o Internacional começava a declinar após a traumática eliminação na Copa do Brasil perante o Juventude. Depois de dois anos sem perder clássicos, o time de Paulo Autuori chegava em desvantagem na finalíssima do Campeonato Gaúcho. Havia vencido o primeiro jogo no Beira-Rio por 1×0 e perdido o segundo no Olímpico por 2×0, precisando vencer na partida decisiva na casa do rival. Já o Grêmio, então treinado por Celso Roth, garantiria o título com um simples empate.

Todos os olhos estavam em atletas radicalmente diferentes. De um lado, o veterano Dunga, capitão do Tetra na Seleção Brasileira e contratado por um milionário salário no Internacional. Do outro, uma jovem promessa de 19 anos chamada Ronaldinho. De atuações fulgurantes, o garoto iniciava a trajetória de sucesso que lhe faria conquistar um título europeu pelo Barcelona, um título mundial pelo Brasil e dois títulos de %22Melhor Jogador do Mundo%22, escolhido na eleição da FIFA.

E foi Ronaldinho quem brilhou naquela tarde. No finalzinho do primeiro tempo, o jovem astro tricolor deu uma janelinha em Anderson e tocou na saída de André, fazendo o único gol da decisão e garantindo o título estadual ao tricolor.

No segundo tempo, o show. Ronaldinho humilhou Dunga com um elástico e um balãozinho. O nascimento de uma lenda. O ocaso de um campeão. Depois deste dia, sob os holofotes da mídia nacional, Ronaldinho virou o xodó do Brasil. Dois dias depois, ele foi convocado para a Seleção Brasileira no lugar do punido Edílson, para um lugar de onde nunca mais saiu.

Estreou com um gol antológico contra a Venezuela na Copa América da qual saiu campeão, se afirmou na Copa das Confederações do mesmo ano. Depois disto, a saída traumática para o PSG, a glória absoluta no Barcelona e os sucessos e fracassos pelo Brasil. Porém estávamos em 1999. E nesta época, Ronaldinho era de um time: o Grêmio. E fazia a diferença!

Aos 19 anos, Ronaldinho brilha na final do Campeonato Gaúcho de 1999

Ronaldo de Assis Moreira, muito prazer:

Postado por Alexandre Perin

Comentários (5)

  • Henrique diz: 14 de setembro de 2007

    Gostei muito dos teu primeiros posts (não deixei de ler nenhum deles), pensei que este iria ser um dos melhores blogs aqui, principalmente no quesito sobre o futebol, mas pelo jeito tu insiste em exaltar o grêmio nas ultimas postagens.
    “Gamarra, André e Leandro destoavam da mediocridade colorada”
    “Enquanto o Inter terminou em um modesto 9ºlugar”
    “Naquele tempo, o melhor time do Brasil era gaúcho. E azul.”
    “Já o Inter fazia atuação medíocre”

  • Henrique diz: 14 de setembro de 2007

    Tu estas falando de paixão, sendo gremista ou colorado mais cuidado nas palavras!

  • Érico Ferreiera diz: 14 de setembro de 2007

    Uma pequena ressalva: O Grêmio chegou nesse grenal campeão da Copa Sul, portanto já tinha ido a uma decisão de campeonato em 1999, não ficando dois anos sem disputar título.

    Em temo: Sensacionais teus vídeos e recordações sobre SPA e Grenal.

    Abç.

  • Colorado diz: 15 de setembro de 2007

    Essa imagem era o símbolo de alegria para os gremistas e o de tristeza para os colorados. Isso até 17/12/06. Por que depois disso, a imagem que todos nós guardamos do Ronaldinho é aquela “cara de cachorro que caiu da mudança” depois de perder o mundial para o Inter e ver um show de Pato, o Pelé do século XXI .

  • Gabriel diz: 15 de setembro de 2007

    “É facil destacar um grande grenal para os azuis, dificil é encontrar entre tantos vencidos pelo INTERNACIONAL aquele de que mais gosto”

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