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Posts de janeiro 2008

Mais um blog em destaque

31 de janeiro de 2008 0

Além do INFOSFERA, citado no post de ontem, mais um blog em destaque aqui no Almanaque Esportivo: Futebol Acima de Tudo

É de minha irascível amiga Luciane Castro, lá no Ole Ole, no qual minha sarcástica amiga são-paulina dispara seus Tomahawk Cruise contra quem ela achar melhor, falando sempre sobre futebol e mais em especial sobre o futebol brasileiro.

Postado por Alexandre Perin

Infosfera e o Almanaque

30 de janeiro de 2008 1

Um dos blogs mais bacanas aqui no ClicRBS é o INFOSFERA. Nele, os nerds, atualizados e muito inteligentes jornalistas André Crespani e Guilherme Neves mantém os internautas do ClicRBS informados sobre as novidades tecnológicas do momento.

Em um dos posts de hoje, o Guilherme Neves comentou meu texto de terça-feira sobre a Fórmula-1 e a Tecnologia, a relação intrínseca entre a excelência no mundo automobilístico (a Fórmula 1, categoria máxima do esporte auto-motor) e o que existe de mais avançado na tecnologia computacional.

P.S. Olhem que absurdo o post sobre o Word e os homossexuais… Barbaridade. Este bug só existe no Office 2000 e deve ter sido alguma caca criada na tradução de inglês para português… Eita Microsoft… A sorte deles é que nenhuma entidade ativista entrou com ação contra a empresa.

Postado por Alexandre Perin

Informática na Fórmula 1 2008

29 de janeiro de 2008 0

Este texto não é meu, mas achei bem interessante. É sobre o impacto das mudanças impostas pela FIA para a temporada 2008 de Fórmula 1 (com o objetivo de reduzir custos). Por ser da minha área profissional, achei legal ver que vão ser intensificados os gastos em TI para redução de preços no desenvolvimento dos carros.

Parece besteira e alienado da realidade, mas lembremos que, assim como as guerras, o esporte é uma das principais alavancas de desenvolvimento tecnológico (freios a disco, refrigeração a ar, etc, foram desenvolvidos primeiramente em corridas e só depois em carros de passeio).

%22Ao mesmo tempo em que as novas diretrizes da FIA exigem mais dos pilotos nas pistas, equipes também vão precisar ainda mais de recursos da tecnologia da informação.

Por Luiza Dalmazo, do COMPUTEWORLD


Que a Fórmula 1 é um dos esportes que mais usa recursos tecnológicos para ser realizada não é novidade. O que muitos não sabem é que mais do que a tecnologia propriamente dita dos carros e para a comunicação com a equipe nos chamados %22boxes%22, estão recursos que se valem da TI.

As novas regras impostas pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo) para a temporada 2008, inclusive, restringem o uso de tecnologias mecânicas durante as corridas e exigem a necessidade de criação de softwares e investimentos em TI para manter os avanços. E isso faz com que a TI se envolva ainda mais na rotina das equipes.

O propósito dessas novas regras é aumentar a competitividades das equipes, incentivar as ultrapassagens e expor mais a responsabilidade e demonstração de talento dos pilotos.

Entretanto, o nível de avanço dos testes de carros nos %22túneis de vento%22, que existem para que se teste o máximo nível de precisão dos carros com o mínimo de arrasto, faz com que os carros sejam tão bons em aerodinâmica que poucas ultrapassagens são vistas atualmente.

%22Em uma competição em que todas as equipes têm os mesmos pneus, motores e tudo mais, o maior diferencial é justamente a aerodinâmica%22, afirma o especialista em F1, Lívio Oricchio.

Diante disso, a FIA proibiu os testes nesses túneis e esse é um dos primeiros exemplos de como a TI poderá atuar a favor das equipes. Até hoje, poucos softwares simuladores desses túneis de vento haviam sido desenvolvidos, porque o número de variáveis dessas situações é tão grande que os modelos matemáticos não conseguem atingir a precisão de um teste real. %22E mesmo na prática, cada equipe tem três turnos de oito horas cada para realização de testes e ganho de segundos nas corridas%22, explica.

Agora, entretanto, como os testes foram proibidos, as equipes estão sem alternativas e irão investir forte nesses softwares simuladores. O consultor sênior da Altran – consultoria em tecnologia e inovação – Olivier Guillaud, membro da equipe ING Renault F1, explica que com as novas exigências, boa parte dos profissionais terão de se dedicar à análise de dados.

Segundo ele, cada carro possui cerca de duzentos sensores e será fundamental estudar as informações e correlacionar fatos, o que antes não era especialidade dos engenheiros da F1.

Além disso, o profissional diz que agora as equipes precisarão aprender a coletar e analisar dados, em tempo real, durante os períodos de testes oficiais e treinos. Só assim poderão usar estas informações para aumentar o desempenho de seus pilotos.

O acumulo desses dados, entretanto, vai exigir que as equipes invistam em data centers de alta capacidade e, além disso, em supercomputadores. A BMW-Sauber, por exemplo, revelou ainda no ano passado a adoção de um supercomputador, batizado de Albert 2.

A equipe suíça adotou o equipamento para desenvolver os complexos componentes de aerodinâmica para o seu carro da temporada. Usando um processo chamado Computational Fluid Dynamics (CFD), a equipe po

Postado por Alexandre Perin

Hoje é dia de me exibir...

28 de janeiro de 2008 0

Fiz post domingo desancando o Liverpool e sua aquisição pelo grupo de investidores norte-americano.

Hoje saiu no Trivela, uma matéria sobre o mesmo assunto… hehehehe

Postado por Alexandre Perin

Que moral, heinhô...

28 de janeiro de 2008 3

Show de bola, o competentíssimo Diogo Olivier da Zero Hora postou uma matéria neste domingo na zerohora.com falando sobre o mesmo assunto que eu discuti no início da semana: a excelência da Dupla Gre-Nal nas categorias de base.

Não estou dizendo que ele copiou meu texto ou se inspirou nele. Ele provavelmente nem leu meu singelo blog. Mas é bacana este tipo de coisa, afinal o assunto estava %22picando%22, pronto para ser chutado.

Matéria na ZeroHora.com, assinada pelo Diogo Olivier
Post aqui no Almanaque Esportivo na terça-feira passada

Postado por Alexandre Perin

Lembram do juizinho paranaense???? Evandro Rogério Roman

27 de janeiro de 2008 3

Lembram do post sobre uma das mais calamitosas e vergonhosas arbitragens da história do futebol brasileiro? Evandro Rogério Roman, do Paraná, no jogo Londrina 2×1 Engenheiro Beltrão pelo Paranaense 2008?

Ela foi quase nível Manuel Serapião Filho no jogo Paysandu x ABC, decisão da Segunda Divisão de 1991 (até hoje a torcida abcdista chora pela arbitragem que tirou a chance do clube potiguar de subir para a Primeira Divisão)?

Como prêmio, disseram alguns dos meus leitores, ele vai apitar o Atlético-PR x Coritiba neste final de semana… Por isto que eu digo que a Federação Paranaense é uma das mais corruptas do futebol brasileiro…

Postado por Alexandre Perin

O outro lado dos multimilionários donos de clube

27 de janeiro de 2008 1

Você já pensou na situação: hoje seu clube está na Bolsa de Valores. Amanhã, um bilionário qualquer vai lá e compra todas as ações e se torna o único dono de sua equipe.

Pois bem, isto tem acontecido frequentemente no futebol europeu, particularmente na Itália e na Inglaterra. Nestes países, os principais clubes possuem um único dono, responsável pelas finanças, investimentos e muitas vezes, pelas contratações de suas equipes. Na Alemanha e na Espanha prevalece o modelo brasileiro, de presidentes eleitos por sócios ou por juntas de dirigentes/conselheiros/acionistas.

Recentemente, a maioria dos grandes clubes ingleses mudou de dono. Chelsea, Liverpool e Manchester United, além dos medianos Manchester City e West Ham United, foram adquiridos por magnatas ou grupos de investimento. O Manchester United deixou de estar na Bolsa de Valores ao ser comprado por um bilionário norte-americano.

Na Itália, Fiorentina, Napoli, Parma e Lazio faliram por causa de dirigentes corruptos e agora pertencem a novos donos (ou a torcida, no caso da Fiorentina). A Roma penou, mas manteve seu presidente Franco Sensi e hoje caminha por águas serenas. Os gigantes Milan (financeira Fininvest), Inter (petrolífera Saras) e Juventus (montadora Fiat) não possuem preocupações financeiras mais sérias…

E qual é o outro lado? Se o West Ham foi comprado por um bilionário islandês, de reconhecida idoneidade, o Man City foi comprado por um milionário tão corrupto que foi expulso e condenado na Tailândia.

Apesar das suspeitas, o russo Roman Abramovich, dono do Chelsea, é tão podre de rico que fica difícil quaisquer acusações (hoje ele é um dos 10 seres humanos mais ricos do planeta). Isto sem contar a MSI, dos mafiosos russos, georgianos e iranianos no Corinthians e sua tentativa frustrada de assumir o West Ham…

Lembram da Hicks, Muse, Tate & Furst? A HTMF era a parceira de Corinthians e Cruzeiro no início deste milênio, e deixou o futebol brasileiro pouco depois do início de suas operações. Pois bem, o fundo norte-americano de investimentos se dividiu e uma parte (Hicks) capitaneou a compra do controle acionário do Liverpool.

O que aconteceu? O grupo deu um passo maior que a perna e se complicou muito financeiramente. Quase foi obrigado a vender para honrar um empréstimo com um banco. Somente esta semana conseguiu garantias financeiras para seguir os planos de investir no time e expandir o novo estádio do Liverpool.

O poderoso clube inglês tem sofrido na atual temporada graças às muitas intervenções da diretoria, que inclusive já admitiu ter sondado Jurgen Klinsmann para assumir o controle no lugar do técnico Rafa Benítez. Isto irritou bastante a torcida dos %22Reds%22, assim como o grupo de jogadores. O resultado desta baderna política é a irregular campanha do Liverpool, atual vice-campeão europeu, na Liga dos Campeões, e sua medíocre campanha no Inglês: sexto colocado quase 20 pontos atrás dos líderes.

Claro que a maior parte dos presidentes que compraram clubes fizeram algo de especial. O Chelsea estava falido até Ken Bates comprar por 1 libra, e era um clube de porte médio quando foi comprado por Abramovich. Times pequenos como o Reading, Fulham e Wigan (e o Watford, de Sir Elton John) são hoje conhecidos por donos que investiram muita grana em times modestos, que hoje se firmam na zona intermediária.

Confesso não ter opinião formada. Não me atrai a idéia de um clube sem grana para investir e atolado em dívidas. Porém, também detesto a idéia de ter o controle de um time com milhões de torc

Postado por Alexandre Perin

Higuita voltou!

26 de janeiro de 2008 3

René Higuita, o polêmico, maluco, comprometido mas inesquecível goleiro colombiano, está retornando aos gramados. Isto foi informado na coluna %22Bola Dividida%22, do amigo Mário Marcos de Souza na ZH de quinta-feira. O baixo goleiro colombiano surgiu para o futebol atuando pelo Nacional de Medellín no final dos anos 80.

Adorava sair driblando atacantes e jogar adiantado, quase como zagueiro. Higuita levou muitos gols por bobagens assim, mas também ficou marcado por lances memoráveis. No final de carreira, se envolveu com o narcotráfico (como quase todos os jogadores famosos da Colômbia) e ficou mais de um ano suspenso por doping. Depois foi preso por envolvimento com tráfico de drogas. Mas, como Sílvio Caldas e Romário que sempre adiavam suas aposentadorias, ELE VOLTOU!

Com sua cabeleira e bigode inconfundíveis, Higuita capitaneou o Nacional campeão da Libertadores de 1989 (o primeiro título continental colombiano). E, com uma antológica atuação na final da Copa Intercontinental contra o Milan (sim, AQUELE Milan), segurou o empate até os 14 minutos do segundo tempo da prorrogação, quando o volante Alberigo Evani marcou um golaço de bicicleta e garantiu a suadíssima vitória italiana por 1×0.

Se vocês acham isto pouco, olhem o time do Milan: Baresi, Maldini, Costacurta, Donadoni, Ancelotti, Rikjaard, Van Basten e só não tinha o Gullit porque este estava machucado…

Depois disto, Higuita ficou famoso pela parte negativa: nas oitavas-de-final da Copa do Mundo de 1990, ele tentou sair driblando o craque camaronês Roger Milla quando a Colômbia vencia Camarões por 1×0. Porém Higuita perdeu a bola, levou o gol e levou o jogo para a prorrogação. Na prorrogação, Milla fez outro e garantiu a classificação camaronesa para as quartas-de-final do Mundial. Higuita voltou para casa, ridicularizado e execrado. Vejam o vídeo do lance:

Na Copa de 1994, o goleiro não aprontou nada na pavorosa campanha colombiana, eliminado ainda na primeira fase. Deixou isto para um amistoso contra a Inglaterra em Wembley, empate em 1×1. Quase ao final da partida, o maluco fez uma defesa acrobática, que ele apelidou de %22Defesa Escorpião%22. Confiram a bizarrice da defesa:

A história dele ainda se confunde com a história do Grêmio. Na Libertadores 1995, ele era o goleiro titular do Nacional de Medellín, derrotado na decisão pelo tricolor gaúcho. Na final, Higuita teve atuação ruim, falhando de forma grotesca no terceiro gol tricolor, marcado por Paulo Nunes. No jogo de volta, um empate em 1×1 e Higuita viu Adílson se tornar o %22Capitão América%22 ao levantar a taça.

Estes lances podem resumir a síntese do goleiro colombiano René Higuita, uma mistura de louco com frangueiro com carismático. Uma das personagens do século XX no futebol mundial.

Arbitragem absurda de Evandro Rogério Roman em jogo do Paranaense

25 de janeiro de 2008 13

Olha, uma das arbitragens mais vergonhosas da história do futebol mundial. No corrupto futebol paranaense, dos investigadíssimos Onaireves Moura (ex-deputado cassado, ex-presidente da Federação Paranaense e atualmente preso), Mario Celso Petraglia (presidente do Atlético-PR e que chegou a ser expulso do futebol por corrupção em 1997) e Giovanni Gionédis (o desequilibrado presidente do Coritiba), olhem só a ROUBALHEIRA protagonizada pelo árbitro Evandro Rogério Roman (sim, o tiozinho dos pênaltis no Brasileiro) no jogo Londrina 2×1 Engenheiro Beltrão (EDITADO: Obrigado, Augusto, eu tinha entendido errado), pelo Campeonato Paranaense de 2008.

O narrador da TV Rural vai se irritando gradativamente com os erros grosseiros, crassos, vergonhosos. Um gol do Londrina é claramente irregular, um gol do Eng. Beltrão é muito mal anulado, o juiz não dá dois pênaltis clamorosos, além de um monte de faltas claras e impedimentos vergonhosos contra o Engenheiro Beltrão marcados pelo trio de arbitragem.

Chegou ao ponto de um jogador, de frente, cometer a falta em outro que tava correndo bem atrás, é mole?

VERGONHA

Postado por Alexandre Perin

Categorias de base: uma excelência gaúcha

22 de janeiro de 2008 0

A dupla Gre-Nal descobriu há alguns anos que o %22Mapa da Mina%22 ou a %22Galinha dos Ovos de Ouro%22 para sair do atoleiro financeiro de décadas de incompetência só sairá das categorias de base.

Os dois principais times do Rio Grande do Sul se tornaram referências, ao lado de São Paulo e Cruzeiro, na formação de atletas. O Atlético-PR é pioneiro neste trabalho especial com jovens e lançou a maioria das idéias no futebol brasileiro, mas nos últimos anos tem mais em quantidade do que em qualidade. Já o Fluminense é o clube carioca melhor estruturado, com seu centro de treinamento modelo em Xerém. O resultado veio em nomes como Arouca, Marcelo,  

Muito atrasado e ainda sem frutos de um trabalho organizado, o Atlético-MG finalmente preparou seu CT em Belo Horizonte, assim como o Santos e o organizadíssimo Figueirense, que possui uma infra-estrutura muito superior a todos os demais times na Região Sul. Goiás, Paraná e Vitória seguem seu trabalho de garimpagem de talentos em suas respectivas regiões.

O Internacional percebeu antes este caminho, que começou a gerar frutos nas milionárias vendas de Lúcio e Fábio Rochemback. Depois se seguiram dezenas de títulos de torneios importantes no Brasil e no exterior e, mais do que isto, a revelação de quase uma dezena de grandes jogadores: Daniel Carvalho, Nilmar, Rafael Sobis, Alexandre Pato já brilharam ou ainda curtem o sucesso na Europa. No time atual, o goleiro Renan, o volante Edinho e o zagueiro Sidnei são os destaques, mas promessas como Tales, Guto, Sandro, Válter, Paulinho, Lucas Roggia e Felipe só aguardam a vez de brilhar.

Mais atrasado depois da demolição da estrutura de base feita pelo nefasto presidente José Alberto Guerreiro, o Grêmio demorou mas hoje é um clube organizado. Especial foi o trabalho implantado por Rodrigo Caetano, ex-meia talentoso do Brasil de Farroupilha e que se mostra ainda mais competente administrando futebol.

Com o apoio gerencial do presidente Paulo Odone, rapidamente, o Tricolor lançou Anderson, Lucas, Cássio e Carlos Eduardo para o estrelato europeu!. Conseguiu muito dinheiro, enquanto garotos como Wágner, Héverton e Felipe Mattione começam a galgar espaços no grupo de cima. 

Postado por Alexandre Perin