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Posts de março 2008

Cadê o apito??????

10 de março de 2008 0

Quem me indicou esta foi a minha irmã Ana Carolina. Ela estava vendo o programa dominical Fantástico, mostrando os gols da rodada, quando o lance abaixo aconteceu.

Reparem no instante de tempo 03min15s, quando começa a mostrar imagens do jogo Castanhal x São Raimundo, pelo Campeonato Paraense 2008. Olhem só o lance bizarro e inusitado que ocorre com o juiz: ele perde o apito!

Postado por Alexandre Perin

Batida na entrada dos boxes...

08 de março de 2008 0

Pode alguém bater na entrada dos boxes, liderando a corrida? Se o alguém for David Coulthard, pode. No GP da Austrália de 1995, última corrida daquela temporada, com o título já decidido em favor de Michael Schumacher sobre Damon Hill, Coulthard liderava com folga. Ele foi entrar nos boxes e…

O pior que o brasileiro Roberto Moreno, com a bizarra Forti Corse, fez a mesma coisa. Tá certo que sempre foi temível a entrada dos boxes em Adelaide, mas nada justifica. Veja a barbeiragem do bom Moreno, sempre em carro ruins:

Postado por Alexandre Perin

O lance mais bizarro: bola entra, depois zagueiro pega com a mão e juiz não marca nada!

07 de março de 2008 2

Lembram do juiz Evandro Rogério Roman, do meu post de fevereiro sobre uma roubalheira no Campeonato Paranaense? Ele roubou (para mim), escandalosamente o Engenheiro Beltrão contra o Londrina, este juiz europeu se superou, no lance que vou mostrar abaixo.

Na temporada de 1993 , no jogo Dundee United 4×0 Partick Thistle pelo Campeonato Escocês da Segunda Divisão, o juiz Leslie Mottrim simplesmente não viu o lance abaixo, no instante de tempo 01min15s do vídeo abaixo.

Paddy Connolly, do Dundee, chutou forte e fez o gol, com a bola batendo na barra de armação do gol e saindo. O defensor do Thistle pegou a bola com a mão, esperando a saída de jogo pelo meio-campo. Se bizarramente o juiz não deu o gol, deveria ter dado penalidade máxima pelo toque de mão deliberado na sequência do lance.
Porém inacreditavelmente o árbitro não viu o gol, e NÃO DEU O PÊNALTI DEPOIS!

Preciso dizer mais?

A lenda do esporte nacional: gafes históricas de Galvão Bueno na Fórmula-1

06 de março de 2008 1

Eu e amigos estávamos no final de semana na casa do grande amigo Alexandre Limeira (P.S. IRON!!!), e vimos alguns vídeos dos micos do Galvão Bueno.

A maioria não sabe, mas eu e outro grupo de amigos participamos ativamente do histórico blog “Eu Odeio o Galvão Bueno”, no ano de 2002. A idéia começou com uma reação do Gabriel Câmara, um flamenguista do Rio de Janeiro com a enésima fala do Galvão antes da Copa, e todo mundo se animou.

Ninguém aguentava mais as papagaiadas do narrador oficial da Globo e ele começou se superando no jogo de abertura da Copa do Mundo, França 0×1 Senegal.

O Gabriel criou o blog, o pessoal se organizou e ficou realmente bom. Mandamos para os amigos e estes trataram de espalhar. O efeito foi instantâneo. Em menos de uma semana, já estávamos em coluna do Jornal O Globo, no Estado de São Paulo, na Folha e em muitos outros lugares. Até o Galvão entrevistaram falando do site, hahahahaha

Tínhamos milhares de acessos diários (tivemos que trocar 2x de hospedagem, estourou o limite de tráfego), quase todo mundo (inclusive eu) demos entrevistas para meios de comunicação.

Era a salvação da lavoura naqueles jogos de frio polar em Porto Alegre, no meio da madrugada, vendo Eslovênia e Paraguai (este foi tétrico). Ria de morrer, tinha gente que ficava online dando refresh. Era só publicarmos algo que em menos de um minuto já tinhamos alguns comentários.

Pois bem, para homenagear a mala-mor da imprensa esportiva brasileira, vejam o vídeo abaixo. Decisão do Mundial de 1983 na Fórmula 1, Galvão Bueno comete um erro bizarro e não vê o Alain Prost saindo do carro depois de uma parada nos boxes, deixando o título nas mãos do genial Nélson Piquet.

Vejam o vídeo e de brinde outro com mais um momento antologico de Galvão, confundindo os pilotos finlandeses:

Meus palpites furados, update

06 de março de 2008 1

Meus palpites furados, update

Manchester United x Lyon – 1 acerto
Real Madrid x Roma
Barcelona x Celtic – 2 acertos
Chelsea x Olympiacos – 3 acertos
Porto x Schalke
Milan x Arsenal
Fenerbahce x Sevilla
Liverpool x Internazionale – Adiado para a próxima semana

Postado por Alexandre Perin

Avaí x Figueira: a visão de um observador neutro

03 de março de 2008 14

Antes de mais nada, ressalto que moro no Rio Grande do Sul e acompanho à distância o futebol catarinense. Posso afirmar, com isenção total, que não tenho nenhum pré-conceito com relação a nada no futebol catarinense. Há anos observo a organização e o bom futebol do Figueirense com relação à decadência técnica e organizacional do Avaí, os dois maiores e vencedores clubes do estado.

Avaí: o caos absoluto

Atualmente o Figueirense tem 14 títulos, contra 13 do Avaí (Editado: corrigi os dados, estavam errados no RSSSF). A diferença é a distribuição das conquistas ao longos dos últimos 20 anos. Desde o último título estadual do Avaí em 1997 no time que tinha o centroavante André Jacaré, o time da Ressacada só afundou. Só foi vice-campeão em 1999, e amarga apenas três títulos estaduais em 25 anos: 1975, 1988 e 1997.

Na Série B, o Avaí  bateu na trave da ascensão à Série A duas vezes, ambas de forma dramática: em 2001 e 2004. Em 2001, um empate em 2×2 com o arquirrival Figueirense na penúltima rodada do quadrangular final deixou a situação difícil. No jogo derradeiro, o time não suportou a pressão do alçapão da Curuzu e levou 4×0 do Paysandu em Belém.

Já em 2004 a vaga foi perdida no saldo de gols ao levar um gol do Fortaleza (lembro bem, cabeçada do zagueiro tricolor Ronaldo Angelim quase no final da partida), perdendo por dois gols de diferença e dando adeus ao sonho da Primeira Divisão.

Em sérias dificuldades financeiras, o time foi mal nas últimas duas Série B e escapou por pouco do rebaixamento para a inglória Terceirona. Este ano no estadual, ficou muito perto de garantir o título do Primeiro Turno, mas um jogo desastrado em casa contra a Chapecoense na quarta retrasada, e outro contra o rival Criciúma no domingo deixou como resultado o título para o… Figueirense! Apenas a repetição do que tem acontecido nos últimos anos, para desespero da torcida do Avaí.

Figueirense: do ocaso à redenção

O Figueirense não mudou muito entre 1974 e 2001, período no qual conquistou somente dois títulos e passou por sérias crises financeiras. Sem opções, no início desta década a diretoria alvinegra terceirizou o futebol e entregou a decisão do negócio a uma empresa terceira, comandada por empresários de futebol. Seu primeiro gestor foi o ex-jornalista Oswaldo Paschoal, que fez carreira na Rede Bandeirantes.

O que diferenciou esta iniciativa das outras que foram executadas em todo o Brasil foram dois aspectos, no meu ponto de vista. O primeiro que o Figueirense é o clube de maior torcida dentre todos que implantaram este modelo (o segundo é o Paraná Clube). E o segundo: o clube passou a investir fortemente em infra-estrutura, criando campos de treinamento e investindo nas categorias de base.

Aos poucos o time do continente foi revelando e negociando jogadores jovens para o futebol europeu. Com forte ascendência italiana e alemã, o futebol catarinense tem muitos jogadores com duplo passaporte, o que facilitou as negociações para o exterior. Em especial o lateral-esquerdo Filipe, hoje no Deportivo La Coruña, foi vendido ao Real Madrid B. As médias de público são muito boas no Orlando Scarpelli, que foi aos poucos sendo reformado.

Dentro de campo, o clube seguiu uma linha contínua de trabalho e obteve bons resultados. Em 2001, retornou à Primeira Divisão do Brasileiro e passou a empilhar títulos estaduais (foram quatro em seis anos e o time já está na final do Catarinense 2008(EDITADO:

Postado por Alexandre Perin

Atlético-PR: a evolução de um clube

02 de março de 2008 11

No final da década de 90, o Atlético-PR se tornou o primeiro clube brasileiro de grande torcida a se profissionalizar. Equipes de executivos e técnicos nas áreas de esporte, marketing, planejamento e administração guiaram o clube da capital paranaense para a construção de um estádio com modelo novo no futebol brasileiro, um Centro de Treinamento de padrão internacional (o belíssimo CT do Caju, que eu conheço) e aspectos pioneiros nas terras do então país tetracampeão mundial.

Conceitos como %27Planejamento Estratégico%27, %27metas%27, %27transparência no balanço financeiro%27, %27organização e alocação de recursos de forma auto-sustentável%27 se tornaram comuns no dicionário do torcedor rubro-negro. Um oásis na bagunça administrativa e modelos retrógrados no futebol brasileiro.

Os resultados foram rápidos: em 1999 foi inaugurada, ainda incompleta, a Arena da Baixada. No ano seguinte, o time chegou às quartas-de-final do Brasileirão. Em 2001, o título máximo: campeão brasileiro!

A péssima campanha na Libertadores 2002 balançou a estrutura de futebol, que se mostrou perdida nos anos de 2002 e 2003. Percebi muitas mudanças de treinador, jogadores e uma falta de organização de futebol, que cometeu erros de times que estavam em um estágio abaixo no aspecto organizacional.

Em 2004, nova reorganização e o time que tinha Washington como destaque principal foi vice-campeão brasileiro, perdendo o título em uma decisão apertada contra o Santos.

No ano seguinte, com um time desacreditado e quase eliminado na primeira fase, acabou chegando à final da Libertadores (lembrando o Grêmio 2007). Porém, prejudicado por não atuar em seus domínios no jogo de ida e tendo de jogar no campo neutro de Porto Alegre, o Furacão (apelido do time) foi impiedosamente surrado pelo São Paulo na finalíssima do Morumbi por 4×0, perdendo a chance de se sagrar campeão continental.

Nas últimas três temporadas, entretanto, o Atlético-PR tem se notabilizado por campanhas medianas no Campeonato Brasileiro e uma alta rotatividade de jogadores. O time não criou uma unidade, mudou muito de treinador e várias vezes namorou a zona de rebaixamento.

A visão geral é que o Atlético-PR continuou seu processo de amadurecimento como instituição de grande nível organizacional para os próximos anos. Porém o clube teve tido dificuldades de manter uma política coesa dentro de campo e problemas típicos dos times brasileiros: pouca capacidade de endividamento.

A contratação de Ney Franco no terço final da temporada 2007 mudou o panorama atual. Metódico e organizado, o treinador campeão da Copa do Brasil pelo Flamengo em 2007, Mineiro pelo Ipatinga em 2005 e da Série C em 2006, se encaixou perfeitamente na política do clube, que fez campanha de recuperação no Brasileiro 2007 e terminou em uma posição digna.

O elenco ainda sofre com forte rotação de atletas, mas a linha de futebol tem sido coerente e o Atlético-PR faz excepcional campanha no Paranaense, além de estar invicto na Arena da Baixada desde agosto de 2007.

Foram 12 vitórias seguidas no estadual, recorde do clube em toda a história. Na Copa do Brasil, o Furacão tem sido apontado como um dos principais favoritos, ao lado de Palmeiras, Corinthians e da dupla Gre-Nal. No elenco não existem grandes estrelas, mas um futebol organizado de alta velocidade e muita aplicação tática.

Postado por Alexandre Perin

A história de um gol contra

01 de março de 2008 1

Dica enviada pelo meu amigo Luís Felipe dos Santos, também conhecido como %22Pai da Morgana%22. Vejam o vídeo dos gols contra no instante de tempo 00min19s. Nele Jaime Pollock marca um antológico gol contra, cabeceando para ele mesmo

A temporada era 1997/98 e o gol rebaixou seu time, o Manchester City, para a Terceira Divisão Inglesa. De quebra, salvou o Queens Park Rangers da inglória League One.

Por causa disto, a torcida do Q.P.R (que nunca ganhou nada, mas tem quase 120 anos e hoje é de Flavio Briatore e Bernie Ecclestone, os milionários da F-1), considerou o jogador como sendo a personalidade mais importante dos últimos dois anos, batendo Jesus Cristo e Sir Alex Ferguson.

Nada mais britânico que o senso de humor dos londrinos…De novo, o histórico golaço…contra!

Postado por Alexandre Perin