Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros
Capa ZH ZH Blogs Assine agora

Posts de abril 2008

Celso Juarez Roth: teu passado te condena!

08 de abril de 2008 10

Sei que o nobre colunista Wianey Carlet tem muitos anos de experiência, conhece futebol e é convicto em suas opiniões. Concordo muitas vezes, quando critica a zaga colorada por erros de posicionamento, por afirmar que Júlio dos Santos e Roger não jogam bem juntos e deixam o Grêmio muito faceiro. Também concordo que um time com dois volantes, um meia marcador e um meia ofensivo consiste em uma das melhores táticas possíveis, além de concordar que o 3-5-2 só funciona bem com alas que fechem para o meio.

Porém democraticamente tenho direito de protestar contra a defesa do colunista, na minha opinião em demasia,  dos erros bizarros do atual técnico gremista Celso Roth. Eles se repetem, sistematicamente e dez anos em times grande não mudaram sua forma de pensar.

Há tempos atrás, o Wianey disse que Roth jamais escalou três ou quatro volantes em um só jogo. Isto não procede, pois em sua primeira passagem pelo Inter ele escalou QUATRO volantes contra o São Luiz de Ijuí em 1998: André; Denílson, Lúcio, Espínola e Alexandre (Celso Vieira); Ânderson, Odair, Enciso e Marcelo; Paulo Diniz e Christian.

Não satisfeito, repetiu nos dois jogos seguintes, de novo contra o São Luiz e contra o Veranópolis nas semifinais do Gauchão daquele ano. Até o final da competição, o Inter sempre jogou com ao menos três volantes, dois deles bastante limitados no passe.

Sei que Wianey irá dizer que Marcelo Rosa, um bom jogador, não era volante. Discordo e a maioria também, para mim era um belo segundo volante que não conseguiu mais sucesso na carreira por falta de dedicação maior aos treinamentos.

Além disto, Wianey disse que ele é coerente em suas idéias e prima por times equilibrados e taticamente coerentes. O erro feito por Roth no final de semana, mudar em demasia esquema e time sob pressão após um resultado ruim, já aconteceu dezenas de vezes no passado.

De acordo com Wianey, Roth não atua sem dois atacantes, porém os fatos abaixo são indiscutíveis. Na época, o Colorado tinha Fabiano, Daniel Carvalho, Fernando Baiano, Mahicon Librelato e Leandrão como opções ofensivas e várias vezes jogou com apenas um atacante de ofício.

Na última passagem pelo Inter em 2002, ele obteve vários bons resultados jogando com dois volantes, dois meias e dois atacantes (os excelentes Mahicon Librelato e Fernando Baiano, com Daniel Carvalho no banco). Então ocorreu um desastre: o Internacional levou 4×2 do Figueirense, então lanterna, em casa.

O que era para ser um simples tropeço por displicência mudou o campeonato colorado. De postulante à classificação, o Inter despencou para a zona de rebaixamento, cada dia mais concreto. Somente gols de Librelato e Baiano em uma tarde calorenta de Belém acabaram com o pesadelo dois meses depois.

Dito e feito, o que fez Roth para os jogos seguintes ao jogo contra o Figueira naquele ano: um 4-4-2 com três volantes (os pavorosos Cleitão, Claiton e Márcio), com o fim-de-carreira Carlos Miguel como único armador. No ataque, o meia-atacante Cleiton Xavier (justo dizer: em ótima fase) e um centroavante (Baiano ou Librelato). É claro que foi ruim, o Inter empatou em 1×1 com um péssimo Vasco e ganhou chorado de 1×0 de um Bahia ainda pior. O que fez Roth no jogo seguinte, contra o Paraná?

Um 3-5-2 que não tinha sido sequer treinado com QUATRO volantes no meio-campo, um deles improvisado de lateral-direito (Márcio) e mais o lateral-esquerdo Cássio, C.Xavier de novo no ataque e Librelato.

Foi um fiasco, o Inter perdeu de virada por 2×1 em casa e começou a desandar. No jogo seguinte, um 4-4-2 mais adequado e um empate em 1×1 com o Gama em Brasília. Depois de sequências de empates, derrotas e só uma vitória no 4-4-2, Roth perdeu o Gre-Nal para o bom Grêmio de Tite por 1×0.

Qual foi a solução mágica? O incrível 3-5-2 de volta (sem ninguém com cérebro para ser líbero) com um volante nanico de zagueiro, três volantes de novo, meias no ataque e somente um atacante.

Clemer; Alexandre, Luiz Alberto e Ronaldo; Luisinho Netto, Cleitão (Márcio), Claiton, Cleiton Xavier (Daniel Carvalho) e Cássio; Fabiano Costa (Geninho) e Fernando Baiano. Técnico: Celso Roth.

Evidentemente, deu tudo errado, o Inter levou uma surra do Atlético-MG e a derrota por um placar apertado de 3×2 foi enganosa. No jogo final, mudou de novo de esquema, levou 1×0 do Coritiba em pleno Beira-Rio e finalmente Roth foi demitido.

Esse é Celso Roth. Odiado por colorados, gremistas e todos aqueles que gostam de futebol bem jogado e lógica nas coisas que executamos na vida. Que sim já escalou times desequilibrados taticamente em vários jogos sequenciais, com três a quatro volantes, sem dois atacantes, mudando de formação e esquema jogo após jogo por opção técnica e todos os erros que vimos no domingo, pelo Grêmio contra o Juventude.

P.S. Todos os dados acima apresentados são facilmente comprováveis por uma simples pesquisa de arquivo. Me baseei em informações de cunho pessoal.

Mais um da série: gols bizarros

07 de abril de 2008 2

Esta é de fazer o “Major Galopante” Férenc Puskas dar cambalhotas no túmulo. Um dos gols contra mais bizarros da história aconteceu neste domingo, na Copa da Hungria entre DSVC e Fehérvár .

41 do segundo tempo e o jogo estava 2×1 para o DSVC. Pênalti para o time da casa, e o lance abaixo acontece.



O pior é que o jogo de ida tinha sido 2×1 para o Fehérvár, e antes do gol contra o duelo ia para as penalidades. Com o 2×2, o time visitante se classificou para a fase seguinte da Copa da Hungria… Que lamentável…

Postado por Alexandre Perin

Isto sim é uma BATIDA de respeito!

05 de abril de 2008 0

Quando era criança, achava pilotos de F-1 eram “Super-Homens“… Afinal, eu via acidentes como o de Andrea de Cesaris com sua Ligier em Osterreiching, 1985, e o cara saia do carro dando tchauzinho para a torcida e pensava, em minha infância inocente: “Pode bater que ninguém morre“. Relembrem:

Afinal, o acidente do italiano Elio de Angelis de 1986 foi sem imagens em um treino privado na temível Mistral em Paul Ricard, França. E Martin Donnelly, o inglês que foi jogado no meio da pista de Jerez de la Frontera em 1990, na Espanha e ainda sobreviveu, foi a prova inegável disto.

Porém um final de semana de 1994 em Ímola, uma curva chamada Tamburello e muita coisa mudou nesta crença… Mas de vez em quando ela volta, felizmente para retornar a um tempo de inocência já perdida há muito…

Vejam o acidente de sexta-feira no treino classificatório da NASCAR no Texas, Estados Unidos. O piloto Michael McDowell bateu assim e o resultado final vemos no instante 02min45s.

Salvo pelo SAFER, o novo sistema de segurança implantado nos ovais que absorve o impacto, idéia que começou aqui no Brasil, no hoje demolido oval de Jacarepaguá.

Isto após as trágicas mortes de Adam Petty (o neto herdeiro da dinastia Petty na NASCAR), de Eddie Irvin e do lendário Dale Earnhardt (maior piloto da categoria em todos os tempos), que faleceu em um acidente idiota na última volta da Daytona 500, a principal corrida da categoria.

Felizmente, McDowell saiu dando tchauzinho para a galera, aliviada, no Texas. E eu voltei a acreditar em, ao menos de vez em quando, nos meus heróis de infância…

Vejam o vídeo:

Coulthard vs. Bernoldi em Montecarlo: Davi contra Golias...

05 de abril de 2008 1

Um dos lances mais divertidos dos últimos anos na F-1 aconteceu no GP de Mônaco de 2001. O pole-position David Coulthard deixou o motor morrer antes da volta de apresentação e foi para o último lugar. Começou uma corrida de recuperação e encostou atrás do brasileiro Enrique Bernoldi, com a pavorosa Arrows, na oitava volta. Por longas 36 voltas, Coulthard tentou de todas as maneiras passar o brasileiro nas estreitas ruas do principado, sem nenhum sucesso.

Mais patético que as reclamações de Coulthard e de Ron Dennis, chefão da McLaren (que foi até a posição de Tom Walkinshaw, dono da Arrows, para reclamar não sei do quê) eram os ineptos fiscais de pista monegascos.

Eles olhavam uma McLaren atrás de uma Arrows e burramente acenavam bandeira azul, de retardatário (olhem o instante 02min57s). Um piloto apenas limitado, Bernoldi teve seu momento de glória na F-1, segurando a então imbatível McLaren por 36 voltas e com uma grande exposição na transmissão da corrida.

O momento mais especial foi quando o líder Michael Schumacher foi dar uma volta nos dois e Bernoldi, muito inteligentemente, conseguiu dar a posição sem atrapalhar o alemão, e ainda continuou segurando o escocês, enfurecido com o tempo perdido (olhem o instante 05min45s). Bernoldi só perdeu a posição na parada dos boxes, e Coulthard terminou na honrosa 5° colocação.

Vejam o vídeo:

Postado por Alexandre Perin, que prefere a F-1 de 2007/08

Lembram do Álvaro? No time do Beckham!

04 de abril de 2008 0

Vocês lembram do Álvaro? Aquele pavoroso volante do Internacional que jogou muitas vezes em 2004, chegando inclusive a ser titular no time do Muricy Ramalho. E %27inteligentemente%27 orientado a fazer marcação individual em Cárlos Tévez, com resultados trágicos para o Inter. E que em 2006 também teve oportunidades com o Abelão?

Pois bem, lá estou eu, altas horas da madrugada de férias. Mudo de canal, estou na ESPN Internacional e tá transmitindo %22Los Angeles Galaxy vs. San José Earthquakes%22, pela Major League Soccer (Campeonato Norte-Americano de futebol).

Quando eu levanto a cabeça, vejo quem… o Álvaro! Lá ele está sendo conhecido como %22Pires%22, e assinou com o time há pouco tempo (no final de março).

Até que jogou bem… E perdeu um gol INACREDITÁVEL em uma falta cobrada com maestria pelo %22dead-ball legend%22 David Beckham

Quem te viu, quem te vê… De banco do Inter B para o Spartak Nalchik (Russia). E agora para o milionário time de Los Angeles..

Bem, depois que eu vi o pavoroso Wéderson, lateral-esquerdo do Internacional (veio emprestado do Americano no Brasileiro de 2001), disputar uma partida de quartas-de-final de Liga dos Campeões pelo Fenerbahce e jogando muito bem contra o Joe Cole, do Chelsea, qualquer coisa é possível…

Postado por Alexandre Perin, de férias e insone

Senna revoltado com direção de prova - GP DO JAPÃO DE 1990

03 de abril de 2008 4

Uma cena que pouca gente conhece envolvendo Nélson Piquet e Ayrton Senna na Fórmula-1. Eu mesmo só soube semana passada, por indicação do editor do ClicRBS Juliano Schüler.

Este é o briefing do GP do Japão de 1990, o primeiro após a corrida complicada de 1989, quando Senna foi desclassificado e perdeu o título por ‘cortar a chincana’ após o choque proposital de Alain Prost no GP do Japão.

Durante o transcurso da reunião, que acontece sempre antes de cada GP, Senna fica revoltado com os diretores japoneses, submissos às pressões da FIA e sai da reunião revoltado.

Pior: depois disto, o presidente da FIA Jean-Marie Balestre (ex-nazista e que morreu esta semana) exige que o pole-position (Senna) largue na parte suja da pista, beneficiando o segundo colocado Alain Prost. O resto é história: Prost consegue mais tração e sai na frente, e na primeira curva Senna bate de propósito em Prost e se sagra bicampeão mundial de Fórmula-1.

Vou traduzir o diálogo:

Diretor de Prova: - A corrida terá 53 voltas. Quem passar reto na chincana tem de voltar pelo traçado original.

Nélson Piquet: - Porquê não fica assim a medida de segurança: Se você passar reto, um fiscal de pista te interrompe. Caso não tenha tráfego, você fica livre para seguir pela chincana e retornar ao traçado. Pois dar meia-volta e entrar na contra-mão, com carros vindo na outra direção, é muito mais perigoso. Se outro carro vier e também errar a freada, vai bater em você.

Diretor de Prova: - OK, todos concordam?

Pilotos: – Sim

Neste instante, Senna se levanta revoltado, falando diretamente para o Diretor de Prova.

Senna: – Não aceito isto. Não aceito isto, só pode ser piada. O que aconteceu ano passado foi uma piada. Esta mesma situação. Ele acabou de provar isto. Eu não falei nada, e vocês todos viram outra pessoa (Piquet), levantando exatamente este assunto e todos concordaram. Ano passado foi muito ruim para mim.

Furioso, Senna sai da reunião…

Vejam a cena desconhecida por muitos, inclusive por mim:

PARA RELEMBRAR A HISTÓRIA

A batida de Prost em Senna, Japão 1989:

O troco de Senna em Prost, Japão 1990:

Liga dos Campeões: as quartas-de-final, parte II!

02 de abril de 2008 0

Hoje falamos dos jogos desta quarta-feira da Liga dos Campeões da Europa, quartas-de-final. Nada menos que três ingleses estão envolvidos, e a outra equipe é a maior surpresa da competição. Arsenal e Liverpool fazem a %22Batalha da Inglaterra%22, enquanto o renovado Chelsea enfrenta a zebra turca Fenerbahce. Os vencedores se enfrentam nas semifinais da Liga.

CHELSEA X FENERBAHCE

Em teoria, Chelsea fácil. Bem, em teoria o Chelsea não teria sido eliminado pelo Barnsley na Copa da Inglaterra e o bicampeão da Copa da UEFA Sevilla não teria perdido para o atual campeão turco. Teoria em futebol é algo tão relativo quanto a teoria de Einstein.

Comandado pela lenda brasileira Zico, e com o craque Alex como maestro do meio-campo, o Fenerbahce joga um futebol ofensivo, de marcação pressão adiantada. Deixa muitos espaços para ataques de velocidade atrás da fraca zaga, que conta com o veteraníssimo Roberto Carlos (sim, ELE), o instável Edu Dracena e o bom uruguaio Lugano. Além da dupla brazuca Alex-Deivid (ex-Corinthians e Santos), a outra arma turca é o temível alçapão do Surku Saracoglu com a fantástica torcida de Istambul.

E o Chelsea? Sem o desgaste de José Mourinho, o time de Londres faz boa temporada. Se recuperou no Inglês e está em segundo lugar. O técnico israelense Avram Grant faz ótimo trabalho, conduzindo bem as questões de sobreposição entre Frank Lampard e Michael Ballack; Andriy Shevchenko e Didier Drogba. O time tem jogado mais ofensivamente e mostrado grande capacidade de reação, como no clássico de domingo passado contra o Arsenal, quando virou no final do jogo. Para mim é o favorito nominal, porém…

Palpite: Chelsea
%22Key-Player%22 Chelsea: Didier Drogba
%22Key-Player%22 Fenerbahce: Alex

LIVERPOOOL X ARSENAL

O jogo mais imprevisível. De um lado, um Arsenal superior mas que não vive bom momento na temporada nacional. Paradoxalmente, eliminou o campeão europeu e mundial Milan na rodada anterior. De outro, um Liverpool que faz péssima temporada no Campeonato Inglês (a despeito de uma reação nos últimos jogos), mas tem um retrospecto fantástico na Liga dos Campeões (um título e um vice-campeonato nos últimos três anos).

O Liverpool tem Steven Gerrard, e só por isto já seria um fator diferenciado. O capitão e craque do time de Merseyside faz a diferença em qualquer momento, sendo autor de quase duas dezenas de gols decisivos em uma década jogando no time. A zaga vive um bom momento depois de uma instabilidade inicial na temporada, e o ataque tem contado com o talento de Fernando Torres. O astro espanhol, enfim em um time de ponta, mostra qualidade ainda maior que nos tempos de Atlético de Madrid e é o artilheiro do ano.

Já o Arsenal é uma incógnita. O time liderava frouxo o Inglês, mas empatou quatro jogos consecutivos, antes de perder para o Chelsea e vencer o Bolton, ambos em viradas, e viu a liderança ir para o espaço. Perdeu o brasileiro-croata Eduardo da Silva, que quebrou a perna no infame carrinho cometido por Martin Taylor, e tem tido dificuldade para marcar gols.

Para piorar, deve ser o time mais inexperiente dos quatro analisados hoje, apesar de ter muito talento. Sem sombra de dúvidas, o grande jogador segue sendo o jovem espanhol Cesc Fábergas, organizador do time atuando centralizado, além dos gols do tosco mas eficiente togolês Adebayor. Mas acho que a experiência vai imperar e o Liverpool chegará a mais

Postado por Alexandre Perin

Liga dos Campeões: as quartas-de-final, parte I!

01 de abril de 2008 1

As quartas-de-final da Liga dos Campeões da Europa começam nesta terça-feira. Confesso que estou meio irritado com a %27fortuna%27, pois o sorteio beneficiou os times que eu tenho menos simpatia contra adversários sem expressão.

E deixou, de novo, os times que eu gosto jogando contra si, além de confrontar dois favoritos. Na última vez falei em %22palpites furados%22, e alguns não entenderam que foi uma ironia pois eu tenho o histórico de errar. Vou repetir a dose, azar :-p

MANCHESTER UNITED X ROMA – Sacanagem!!!!!!! De novo os time que eu gosto na Europa jogando entre si. A Roma é um time de boa qualidade, excelente defesa, excepcional treinador. Tem dois problemas: o banco é apenas razoável.

Para piorar, o brasileiro Juan e o italiano Totti (os craques do time) estão fora por lesão e são dúvidas para o jogo de volta na Inglaterra. Porém nada é impossível para os %22giallorossi%22 do treinador Luciano Spaletti, que conta com grande momento dos brasileiros Mancini, Doni e Taddei e que derrotou o multicampeão Real Madrid na ida e na volta nas oitavas-de-final.

E o OUTRO problema: o adversário da Roma. Acho que ninguém queria pegar o Manchester United. O time vem simplesmente atropelando todo mundo na temporada. Reverteu cinco pontos negativos atrás do Arsenal para seis pontos à frente do Chelsea.

Se não bastassem fases esplendorosas de Wayne Rooney e Carlos Tévez, e de 461 minutos sem levar gol, eles tem Cristiano Ronaldo. Com impressionantes 35 gols na temporada, o meia português tem destruído qualquer adversário, incluindo ser o artilheiro da Liga dos Campeões e do Campeonato Inglês.

Para os ingleses, mais uma boa lembrança: levou 2×1 no jogo de ida ano passado contra a mesma Roma, mas na volta enfiou históricos 7×1 em Old Trafford. Simplesmente a pior derrota romana em todos os tempos.

Palpite: Manchester United.
%22Key-Player%22 Manchester United: Cristiano Ronaldo
%22Key-Player%22 Roma: Mancini

BARCELONA X SCHALKE 04. De um lado, o campeão europeu de duas temporadas atrás, que conta com jogadores do quilate de Messi, Ronaldinho, Eto%27o e Henry, além da promessa Bojan. Do outro, um time que jogou fora o Alemão do ano passado, tem um histórico incrível de %27amareladas%27 no final e não ganha um Campeonato Alemão há 50 anos. Em tese, o Barcelona é favorito disparado. Em tese…

O time catalão vive séria crise técnica desde dezembro de 2006. De lá para cá, o time já perdeu mais no Campeonato Espanhol que nos quatro anos anteriores. O Barça não tem aproveitado derrotas ridículas do Real Madrid, líder do Espanhol, e tem conseguido proezas ainda mais inacreditáveis, como levar 3×2 do Real Betis de virada no último final de semana. Já está em terceiro no Espanhol, perdeu Messi lesionado e não conta mais com Ronaldinho, brigado com o clube e a torcida, e que só aguarda o final da temporada para deixar o Camp Nou.

A sorte do Barcelona é que o Schalke 04 não engrena de jeito nenhum. Evidentemente focando a Liga dos Campeões, o time está no bloco de vice-líderes do Alemão, um pouco distante do Bayern de Munique. O Schalke alterna momentos ruins e jogos excelentes, como a eliminação do Porto na fase anterior. Os destaques individuais são os atacantes Kevin Kuranyi, da Alemanha; e Halil Altintop (não confundir com seu irmão gêmeo que joga no Bayern).

O lateral-direito Rafinha, da Seleção Olímpica e que foi convocado por Dunga recentemente, vive um grande momento e de seus pés partem as principais jogadas ofensivas. Mas, com tantos talentos individuais, é complicado não apostar em uma jogada individual de algum astro catalão e decidir o jogo.

Palpite:

Postado por Perin, torcendo para Roma e Man Utd ganharem!