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Posts do dia 23 maio 2008

"Barras", parte IV: Música pop no futebol baiano

23 de maio de 2008 3

Como minha veia clássica não poderia deixar de estar presente, termino com uma contribuição do amigo de longa data Mauro Amoedo, torcedor do Vitória. E outro agradecimento à amiga Márcia Simões, aqui do ClicRBS, que me ajudou em boa parte da pesquisa.

AMIGOS PARA SIEMPRE – JOSÉ CARRERAS & SARAH BRIGHTMANN

Vitória para sempre – Vitória, Brasil.

Postado por Perin, saudando um novo momento no Brasil

SÉRIE COMPLETA – ‘AS BARRAS: UM NOVO JEITO DE TORCER’

Dia 15: “Barras”, parte I – Um novo jeito de torcer

Dia 22: “Barras”, parte II – O resto do Brasil se rende

Dia 23: “Barras”, parte III – A globalização via internet

Dia 23: “Barras”, parte IV – Música pop no futebol baiano

"Barras", parte III - A globalização via internet

23 de maio de 2008 2

Ontem falei das músicas das torcidas de Rio-SP imitando as gaúchas. Mas isto não é mérito de ninguém, nós também copiamos, e escandalosamente. E não vejo problema nisto, o que é legal tem que ser copiado! A colorada Popular copiou um grito de torcida do obscuro time israelense Ashdod. Reparem as duas versões:

Ashdod, Israel – A original:



Internacional, Brasil – A cópia:


Os tricolores copiaram algumas do Boca Juniors, aqui dos vizinhos argentinos. Escute a original e a adaptada e vejam as semelhanças:

Boca Juniors, Argentina – A original:

Grêmio, Brasil – A cópia:

A mais copiada deve ser Pasos Al Costado, da banda de rock argentino Turf. Originalmente do Newell`s Old Boys, tem cópias de San Lorenzo, Racing Club, Boca Juniors, River Plate e… Internacional!

Newell`s Old Boys – A original:

Internacional, Brasil – A cópia:

SÉRIE COMPLETA – ‘AS BARRAS: UM NOVO JEITO DE TORCER’

Dia 15: “Barras”, parte I – Um novo jeito de torcer

Dia 22: “Barras”, parte II – O resto do Brasil se rende

Dia 23: “Barras”, parte III – A globalização via internet

Dia 23: “Barras”, parte IV – Música pop no futebol baiano

Especial 02: O Rei de Mônaco, Ayrton Senna

23 de maio de 2008 0

O GP de Mônaco é disputado nas ruas do Principado. Comandado pela família Grimaldi há séculos, Montecarlo é um paraíso fiscal hoje sob comando do príncipe Albert, um notório esportista. Porém seu pai, o finado rei Rainier, teve de ceder sua coroa, ao menos de maneira figurativa, para um certo brasileiro.

De talentos especiais para voar nas ruas estreitas, Ayrton Senna já causou furor em 1984, quando pilotando um tétrico Toleman sob um dilúvio torrencial, estava em segundo lugar e passaria Alain Prost se a corrida não tivesse sido encerrada antes do horário. A pontuação foi dada pela metade e, ironia do destino, Prost perdeu o título daquele ano por mísero meio-ponto para Niki Lauda.

Senna tornou-se o primeiro brasileiro a vencer em Mônaco, em 1987. Mais do que isto, ganhou lá por seis vezes, se tornando o maior vencedor da pista em todos os tempos. A vitória de 1987 foi ainda a primeira corrida que um carro com suspensão ativa venceu.

No ano seguinte, com quase um minuto de vantagem sobre o rival Alain Prost, Senna bateu sozinho na entrada do túnel e abandonou a corrida. Este incidente marcou para sempre o piloto brasileiro, que disse ter tirado lições de sua desconcentração naquela corrida. Deve ter mesmo surtido efeito, pois entre 89 e 93 Senna ganhou simplesmente cinco corridas consecutivas, igualando e depois superando o recorde de Graham Hill. Ficam agora dois momentos especiais nesta trajetória

A fantástica %22flying lap%22, que lhe deu a pole em 1991:

O duelo com Nigel Mansell no finalzinho do GP de 1992:

Amanhã: Bandini, a maior tragédia de Mônaco

Postado por Perin, lembrando de tempos felizes que não voltam