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Posts do dia 28 maio 2008

Sempre ele, nosso ídolo máximo Galvão!

28 de maio de 2008 1

Galvão Bueno, sempre `profético`, aprontando mais uma das suas. No GP do Japão de 1993, após uma quebra de câmbio de Michael Schumacher (então na Benetton), o narrador oficial da Rede Globo disparou:

“…fizeram a opção deles… O inglês, o novo dono da Benetton, Walkinshaw, mais o Flavio Briatore, fizeram a opção… Não quiseram mais o Piquet e o Moreno… Olha, com o Schumacher e com o Brundle, eles vão gastar dinheiro, viu… Porque o que eles batem não é fácil, o que eles estouram de motor…”

Schumacher, na trágica temporada seguinte, de 1994, foi campeão mundial pela primeira vez. Ele seria mais seis vezes campeão do mundo e se tornaria o maior vencedor da história da Fórmula-1, com sete títulos e 91 vitórias, além de três vice-campeonatos e 31 recordes na categorias.

Outra besteira de Galvão em corrida de F-1 aconteceu neste mesmo ano. A Rede Globo vive fazendo besteira em treinos (acho que em 1999 simplesmente não mostrou a volta da pole-position de Jacques Villeneuve), mas Galvão prefere ficar xingando a geração do conteúdo da FOA.

Uma mais antiga eu já postei aqui… Galvão e Alain Prost na decisão de 1983 e confundindo os finlandeses, hehehe

Postado por Perin, morrendo de rir

O sucesso dos desconhecidos na Europa

28 de maio de 2008 0

Fred, Juca, Marcos Camozatto. Só os colorados, e mesmo assim somente os mais atentos, conhecem estes jogadores. Todos eles foram campeões nacionais na atual temporada européia, e em países tradicionais como a Bélgica e a Sérvia.

Vendidos no meio do ano passado para o Standárd Liége, da Bélgica, o zagueiro Fred (que nunca jogou no profissional) e o lateral-direito Camozatto (de poucas partidas no time de cima) foram campeões belgas, o primeiro como reserva (jogou 11 jogos na temporada), e o segundo como titular (31 partidas.

Foi o primeiro título do Standárd Liége em 25 anos! O time vermelho e branco, treinado pelo monumental ex-goleiro belga Michel Preud`homme (melhor goleiro das Copas de 1990 e 1994), vai disputar a Liga dos Campeões na próxima temporada. No time belga ainda o zagueiro Dante, ex-Juventude, e o atacante Igor, que foi para a Bélgica ainda com 17 anos.

Juca obteve ainda mais destaque atuando pelo tradicional Partizan Belgrad, da Sérvia. Foi campeão da Sérvia e também da Copa da Sérvia. O volante, sobrinho de Paulo César Carpegianni, que começou no Internacional e jogou ainda no Botafogo e Fluminense, foi eleito o melhor jogador do último Campeonato Sérvio.

O volante de 27 anos também fez o gol mais bonito da temporada, de empate no clássico contra o multicampeão Estrela Vermelha (jogo no qual atuou com o braço quebrado). Ao final da partida, por mais de 10 minutos, a torcida do Partizan gritava alucinadamente: “Juca, Juca, Juca“.  A única coisa que Juca não pode fazer em solo sérvio é usar qualquer camisa de cor vermelha… Corre o risco de apanhar na rua, já que é imensa a rivalidade com o Crvena Zvedza (nome oficial do Estrela Vermelha).

Do lado tricolor, o zagueiro Adriano há muitos anos joga no futebol italiano, alternando períodos na Atalanta e no Palermo. Já recentemente o atacante Guilherme foi parar no Omonia Nicosia, do Chipre aonde joga ao lado do também ex-gremista Magno.

O atacante Aloísio, de passagens fracassadas no time principal, foi jogar na Suíça, no Chiassio. Lembram do zagueiro Éder, que surgiu bem em 1997)? Ele foi rebaixado pelo Boavista em Portugal. O time está em péssima fase, mas já disputou Liga dos Campeões antes e Éder sempre foi um dos principais jogadores.

Bem mais conhecido, Carlos Eduardo foi vice-campeão da Segunda Divisão alemã no Hoffenheim. Porém isto não é nada em comparação com Anderson. O herói da “Batalha dos Aflitos” foi campeão europeu e inglês pelo Manchester United, tendo sido titular por grande parte da temporada.

P.S. Agradecimento especial ao grande amigo Guilherme Boeira, colaborador tradicional nestas pesquisas “alternativas” sobre jogadores e times obscuros…

Postado por Perin, caçando jogador até no Chipre

ESPECIAL GUGA: Líder do ranking da ATP!

28 de maio de 2008 1

No final do ano de 2000, Gustavo Kuerten precisava ganhar a Masters Cup (torneio que reúne os oito melhores tenistas da temporada) em Lisboa para terminar a temporada em alta. Mais do que isto, vencendo o torneio sairia líder dos dois rankings, de entradas e de semanas da ATP. Seria a coroação final de um ano especial, no qual Guga conquistou o bicampeonato de Roland Garros.

Porém Guga perdeu feio na primeira rodada da fase de grupos para André Agassi (outro tenista carismático, e certamente ainda mais talentoso que o brasileiro), mas reagiu batendo Magnus Norman e Yevgeny Kafelnikov (algoz de Guga nas quartas-de-final dos Jogos Olímpicos de Sydney naquele mesmo ano).

Por ter perdido na estréia, Kuerten precisaria vencer a Masters Cup para ser, pela primeira vez na carreira, o líder do ranking da ATP. Mas para isto teria que bater no sábado Pete Sampras e no domingo André Agassi. Sabe quantas vezes alguém fez isso em um mesmo torneio? Pois é, como devem imaginar, jamais ninguém conseguiu esta façanha antes!

Na semifinal Guga superou pela primeira vez o lendário Pete Sampras (dando o troco do roubo em Miami). Na finalíssima, Guga bateu Agassi e conquistou o título. Foi a primeira vez que um brasileiro terminou o ranking de entradas como número 1 do mundo. O mundo estava a seus pés.

Guga ficaria 43 semanas em primeiro lugar no ranking (8 semanas entre dezembro e janeiro, mais cinco entre fevereiro e março e depois 30 semanas consecutivas entre abril e novembro), período no qual conquistaria o Tricampeonato em Roland Garros e mais os títulos de Buenos Aires, Acapulco, Monte Carlo, Stuttgart e Cincinnati.

Roland Garros 2001 foi dramático. Depois de surpreendentes vitórias fáceis sobre a legião argentina com Guilhermo Coria e Agustín Calieri, Guga penou contra o norte-americano Michael Russel, 136 do ranking. Chegou a salvar um match point quando o jogo estava 0×2, virando a partida. Depois nas quartas-de-final, adivinhem: pela terceira vez, na mesma fase, o russo Kafelnikov. E Guga ganhou apertado, depois vencendo fácil nas semis o espanhol Juan Carlos Ferrero. Na decisão, Guga saiu perdendo mas depois virou e venceu o também espanhol Alex Corretja, velho rival no saibro, por 3 a 1. Era o tricampeonato na lendária quadra Philippe Chatrier.

Postado por Perin, lembrando daquela noite em Lisboa

  • ESPECIAL GUGA: Um mito brasileiro no tênis
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