Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
 

1986: a melhor Copa do Mundo que eu vi

29 de maio de 2008 7

Descontando grandes partidas da Seleção Brasileira, desde 1970 nunca houve uma Copa como a de 1986 no México. De todos os Mundiais que eu vi, o melhor disparado.

Grandes Gênios… Grandes Craques

Jogos inesquecíveis, como a perda nos pênaltis do México perante os alemães, partindo os corações de cem mil mexicanos no Azteca. Ou o Brasil x França dos pênaltis perdidos pelos gênios Zico e Platini.

Craques, ou grandes jogadores em todos os times… O apogeu e a derrocada da “Dinamáquina” humilhando o bicampeão mundial Uruguai e batendo a vice-campeã mundial Alemanha Ocidental. E a surra imposta pela “Fúria” Espanhola sobre os mesmos dinamarqueses, uma semana depois.

Bélgica 3×2 União Soviética em um show do goleiro Pflaff e do atacante Enzo Scifo. A goleada Brasil 4×0 Polônia e o craque de uma copa Josimar.

Alemanha Ocidental 1×0 Marrocos (Matthäus 89`)
França 4×2 Bélgica (3º lugar)

Craques por seleção:

França: Platini, Tiganá, Fernandez, Bats, Giresse, Papin, Dominique Rocheateau

Bélgica: Scifo, Ceulemans, Gerets, Pfaff, van der Elst

Alemanha Ocidental: Matthaus, Briegel, Schumacher, Brehme, Rummenigge, Littbarski, Allofs, Berthold

Itália: Cabrini, Altobelli, Bruno Conti, Vierchowod, Vialli, o falecido Scirea…

Espanha: Butragueño, Michel, Goikoetxea, Salinas, Camacho

México: Hugo Sanchez

Paraguai: Romerito, Fernandez

Dinamarca: Laudrup, Morten Olsen, Elkjaer-Larsen, Jesper Olsen

Inglaterra: Lineker, Hoodle, Robson, Peter Reid, Peter Beardsley, Peter Shilton,

Argentina: Valdano, Maradona, Burruchaga, Ruggeri

União Soviética: Dassajev, Zavarov(lembram dele, o pequenino Zavarov?), Kuznetsov

Hungria: Esterházy

Brasil: Branco, Carlos, Falcão, Zico, Sócrates, Careca, Muller, Edinho, Júlio César, Josimar

Argélia: Madjer

Irlanda do Norte: Pat Jennings, velhusco!

Uruguai: Alzamendi, Don Enzo Francescoli.

Escócia
: Os agora treinadores George Strachan, Graeme Sounness,

Bulgária: Yordanov, Kostadinov, Mikhailov

Valia ou não valia a pena?

A Copa de “la mano de Dios”. De Platini, da Dinamarca. Do apaixonado povo mexicano. A última do grande Scirea. Craques surgindo, como Scifo, Laudrup, Julio César, Branco.

Lendas se despedindo, como Platini, Zico, Boniek, Schumacher, Briegel, Valdano, Conti, Altobelli, Cabrini, Falcão, Sócrates…

Enfim, inesquecível…

Postado por Perin

Comentários (7)

  • edgard diz: 29 de maio de 2008

    tu é novo hein, guri?

  • Carlos Henrique diz: 29 de maio de 2008

    Concordo, Alexandre! A Copa de 1986 deixou saudades! Copa das inovações táticas (Dinamarca), dos roubos (Argentina), dos gênios (Zico, Platini, …), dos aprendizes (Laudrup, Papin, …). Enfim, eu que acompanhei até a de 82 me rendi à beleza da do México!

    Tenho a música e até propagandas da Globo aqui gravados!

  • Juliano diz: 29 de maio de 2008

    E o Arakén, o showman?
    E a música da seleção? Mexe, mexe, mexe, coração. Vamos que vamos que essa bola vai rolar. Mexe, mexe, mexe, coração, tanta emoção vai ser difícil segurar.
    O goleiro do Marrocos fechou absurdamente o gol naquele jogo contra a Alemanha.
    Foi a Copa que revelou o Silvio Luis como narrador de TV. Ele narrava no SBT se não me engano.
    O titular da Grobo era o fantástico Osmar Santos. E pensar que hoje temos que aguentar o Gavião.
    Que saudade…

  • Marcos Fernando Leal diz: 29 de maio de 2008

    Concordo contigo, Alexandre.
    Essa foi a melhor Copa que assisti. Era enorme a quantidade de craques do futebol mundial participando daquela Copa.

    A Argentina, para mim, foi a melhor Argentina de todos os tempos. Um dos meus times de botão homenageia aquela maravilhosa seleção.

    Abraço.

  • Marcos Leal diz: 29 de maio de 2008

    Disparada a melhor que vi, também.

    Um dos meus times de botão homenageia a melhor Argentina de todas as Copas: a de 1986.

    Abraço.

  • RODRIGO diz: 2 de junho de 2008

    acrescent:
    uruguai: rubem paz

    argélia: belloumi

    hungria: detari

    escócia: jonhson

  • Fabrício Pinho diz: 2 de junho de 2008

    Pô, Perin! Tu esqueceu o Butragueño? O homem que acabou com a Dinamáquina!

    Um abraço

Envie seu Comentário