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Posts de maio 2008

GP de Mônaco - Hamilton brilha na "Côte d'Azur"

27 de maio de 2008 0

Mônaco é sempre bacana. Ainda mais com chuva, algo que ocorreu em 1996 e 1997 pela última vez. A corrida deste ano foi a loteria de sempre, e contou com todos os ingredientes de um GP bacana: erros, grandes desempenho, barbeiragens, azares, sortes, alternâncias entre chuva e pista seca, etc. Méritos para Lewis Hamilton e Felipe Massa, que aproveitaram os erros de Kimi Raikkonen e mudaram a tabela de classificação.

Agora Hamilton é o líder, enquanto Massa está somente um ponto atrás do companheiro de Ferrari, atual campeão e principal adversário na disputa pelo título. E o melhor de tudo isto é que as chances de todos estes fatores aleatórios acontecerem no próximo GP, na seletiva, tradicional, bela e absolutamente imprevisível pista de Montreal no GP do Canadá, é muito grande.

A temporada 2008 consegue estar ainda mais legal que a de 2007, e olha que ano passado foi um espetáculo! Conforme prometido, aí vai a 2° edição dos “prêmio especiais” para os destaques (ou fiascos) do final de semana.

Troféu “Fiofó de Ouro” (para o sortudo do GP): Lewis Hamilton. Além de ter sido um dos melhores pilotos da corrida, ainda teve muita sorte. Bateu no início da prova, teve um pneu furado mas nem assim deixou de vencer a corrida!

Troféu “PENFCMBF” (para quem falou demais): Para a revista italiana “Autosprint“, que fez editorial e capa com Kimi Raikkonen, desprezando totalmente as chances de Felipe Massa em Mônaco. Deu no que deu, Kimi só fez bobagens e Felipe foi quase perfeito, perdendo o segundo lugar graças a um erro grosseiro de estratégia da Ferrari.

Troféu “Chris Amon” (para o azarado do final de semana): indiscutivelmente vai para o jovem alemão Adrian Sutil, que fazia corrida esplendorosa pela ridícula Force India e estava no ótimo 4° lugar quando foi abalroado de maneira grotesca pelo campeão mundial Raikkonen. Sutil teve de abandonar e saiu do carro aos prantos, em uma cena marcante. Mas ano que vem ele já deve estar em um carro melhor.

Troféu “Jim Clark” (para o melhor piloto da corrida): Este eu fiquei na dúvida. Resolvi dividir o prêmio entre Sutil, pela bela corrida que fez até ser atingido pela desgovernada Ferrari de Kimi, e Robert Kubica, em mais um passeio sobre Nick Heidfeld. O polonês está com mais do que o dobro de pontos do finlandês Heikki Kovalainen, que pilota uma poderosa McLaren.

Troféu “Rouge & Blanc” (para o piloto mais combativo do GP): Fernando Alonso. Como sempre dando um show em uma Renault visivelmente inferior à suas ambições.

Troféu “DMPFTA“: Estava muito perto de dar para Nelsinho Piquet, por mais um final de semana desastroso. Mas aí o Raikkonen faz aquela barbeiragem e resolve meu problema, levando o “Didi Mocó Prize For Technical Achievments“. Menção (des)honrosa para a Ferrari, que cometeu três erros grosseiros: pneus de Kimi antes da prova, uma parada bizarra de Massa com erro de estratégia e o último pit stop muito lento.

Postado por Perin, aguardando a ilha de Notredame

O resultado do jogo de 200 milhões de reais

26 de maio de 2008 0

Não tive tempo de comentar antes, mas domingo postei sobre o “Jogo de 200 milhões de reais“, no qual citei a final dos play-offs da Segunda Divisão Inglesa e sobre o valor absurdo que o time vencedor teria se subisse para a Premiership na temporada 2008/09.

Pois bem, na decisão em Wembley para 84 mil torcedores (recorde da partida), o Hull City venceu por 1×0 o Bristol City, gol do veteraníssimo (39 anos) centroavante Dean Windass (apontado por mim, antes do jogo, como um dos principais jogadores). O Bristol se atirou para o ataque, mas foi o Hull que desperdiçou mais chances de ampliar o marcador em contra-ataques. O Stoke City e o campeão Wolverhampton Wanderes foram os outros times a subir para a Primeira Divisão inglesa.

E na decisão dos play-offs da Terceira Divisão, o Doncaster Rovers venceu o favorito Leeds United também por 1×0 e se juntou ao Swansea e ao Nottingham Forest. O time de Doncaster conseguiu sua terceira promoção em cinco anos e deixou o gigante time de Elland Road mais uma temporada na inglória Terceirona.

Uma das maiores torcidas da Inglaterra, o Leeds agora terá sua tarefa facilitada por não ter mais a companhia do também vitorioso Nottingham (o 1º time campeão europeu a parar na Terceira Divisão nacional) e por não começar a competição com -15 pontos por causa de falência financeira.

Postado por Perin, que gosta de jogos bizarros há décadas…

ESPECIAL GUGA: Um mito brasileiro no tênis

26 de maio de 2008 1

Confesso que me emocionei quando desci para o almoço dominical e vi o momento final da carreira de Gustavo Kuerten nas quadras de tênis. Eu e meu pai vimos o game final e ambos deixaram lágrimas descerem antes do cappelletti dominical.

Os 20 títulos de simples, incluindo um tricampeonato em Roland Garros e uma Masters Cup em Lisboa, e oito de duplas dizem o que ele foi dentro das quadras. Nada que eu possa falar da carreira de Guga será melhor que o especial feito pelo ClicEsportes de SC em sua homenagem.

Então prefiro citar minhas impressões pessoais. Queria deixar isto para 8 de junho de 2008, quando se completariam 11 anos do primeiro título, mas hoje foi forte… Comparo muito Guga com Émerson Fittipaldi pois eles foram pioneiros. Do nada, saiu do Tênis um ídolo eterno do esporte brasileiro. Em mais um esporte sem nenhum apoio governamental (e nada mudou pois há pouco tempo atrás a Argentina chegou a ter 10 no top 100 e nós só tínhamos dois, Guga e Fernando Meligeni).

Eu já gostava de tênis quando era criança (cresci vendo lendas como Stefan Edberg, Mats Wilander e Ivan Lendl). Mas a impressão que o manezinho da Ilha me fez em 1997 foi fundamental para mudar esta relação. Aquela sequência de vitórias incríveis de um azarão (2º pior ranking, 66º lugar, a ganhar um Grand Slam) mandou os brasileiros esquecerem um medíocre “Torneio de Paris” com o time de Zagallo para vibrar, em transmissões da extinta Rede Manchete, das quadras de Paris. Uma vitória absurda sobre o mestre do saibro, o austríaco Thomas Muster, deixou claro seu cartaz, com direito a quatro dropshots:

Cheguei a matar aula para acompanhar no scoreboard do site oficial de Roland Garros, o duelo contra o russo Kafelnikov pelas quartas-de-final (que durou dois dias, pois choveu e adiou). A final contra o espanhol Sergi Brugera foi, digamos, fácil, um 3×0 com muita vibração minha em casa.

Incrível: um tenista com uma roupa bizarra, um sorriso aberto e um golpe de esquerda fenomenal assombrava o mundo no templo do saibro. Pela primeira vez, um brasileiro ganhava em Roland Garros. Ao final do jogo, uma humilde reverência ao lendário Bjorn Borg, ídolo de Guga. Já o argentino Guilhermo Villas, outro mito do tênis, soprou ao ouvido do brazuca: “Aproveita, porque vai chover mulher agora”…

Amanhã: o bicampeonato em Roland Garros

  • ESPECIAL GUGA: Um mito brasileiro no tênis
  • ESPECIAL GUGA: O bi em Roland Garros
  • ESPECIAL GUGA: Líder do ranking da ATP!
  • ESPECIAL GUGA: O início do fim
  • Postado por Alexandre Perin

    Especial 04: as grandes barbeiragens em Mônaco

    24 de maio de 2008 0

    Para descontrair antes da corrida, uma sequência de papagaiadas cometidas nas ruas do principado de Mônaco. Tem batida para todos os gostos: envolvendo campeões mundiais, em treino, sozinho, com um monte de carros, etc…

    A mais clássica de todas. A batida em 1989 entre Nélson Piquet e Andrea de Cesaris no Loews, a curva de 180°da F-1. Só faltou o Piquet e o De Cesaris descerem do carro e caírem no soco..

    Acho que o Piquet fez o que todo mundo sempre quis fazer com o De Cesaris: avacalhar uma corrida dele do mesmo jeito que ele fazia com os outros. Parece uma discussão de trânsito e não uma corrida de Fórmula-1… E uma dúzia de carros esperando para poderem passar…

    Esta do péssimo brasileiro Ricardo Rosset eu não conhecia. Nos treinos classificatórios do GP de 1998, ele vai dar meia-volta depois de rodar sozinho e faz esta bisonhice… Reparem que, depois disto, ele ficou fora dos 107% e não largou na corrida.

    Neste mesmo dia, ele cometeu outro erro inacreditável: passou reto em uma curva, colocou a ré e… não tirou! Foi voltando, voltando, voltando até “lembrar” de colocar o “morto”, a primeira marcha e aí sim andar para FRENTE. Acho que ele queria dar a volta inteira em marcha ré…

    Batida na clássica Saint-Devôte, largada do GP de 1980. O irlandês Derek Daly decola após um acidente causado pelo então novato Alain Prost.

    Outro pile-up, desta vez na Mirabeau causado pelo horrível holandês Chrjstian Albers em 2005


    Résumé Monaco 2005 por Atsam

    E assim encerra-se mais uma série especial, agora sobre o GP de Mônaco de Fórmula-1. Espero que tenham gostado!

    Postado por Perin, cansado mas feliz de escrever sobre F-1

    "Barras": Especial sobre as torcidas no Brasil

    24 de maio de 2008 2

    Barras - Novo fenômeno no Brasil

    E assim se encerra a série de matérias sobre o novo momento nos estádios brasileiros: as transformações envolvendo as torcidas organizadas. E como este movimento começou no futebol gaúcho.

    O instante no qual que as torcidas modificaram seu jeito de cantar e, principalmente, suas letras.

    Que deixaram de torcer para si próprias (no caso, as organizadas) e lembraram que antes de mais nada, torcem para um time. O seu, o meu, o nosso!

    Fica claro que estamos em um fenômeno positivo nas arquibancadas.

    Sempre acreditei que violência, mesmo verbal, gera mais violência.

    Mas também acreditei, e continuo acreditando, que músicas positivas deixam o clima mais saudável nos estádios brasileiros.

    SÉRIE COMPLETA – ‘AS BARRAS: UM NOVO JEITO DE TORCER’

    Especial 03: Bandini, a maior tragédia de Mônaco

    24 de maio de 2008 0

    A morte do italiano Lorenzo Bandini em 1967 é a maior tragédia já ocorrida no circuito de Montecarlo. A maior esperança italiana de ser novamente campeã mundial desde a trágica perda de Alberto Ascari (também piloto da Ferrari e igualmente morto em um acidente), era líder do campeonato no momento de sua morte.

    Bandini estava em segundo lugar na volta 82 do GP de Mônaco de 1967 quando bateu na entrada do Túnel e seu carro explodiu. A causa foi um choque com as inúteis proteções de feno e um poste ao lado da pista, comuns à época. Altamente incendiável, o feno alastrou o incêndio ainda mais, dificultando o resgate do piloto.

    Com muitas queimaduras, ele foi levado ao hospital em Lyon mas não resistiu depois de três dias internado. Sua morte causou problemas judiciais para a Ferrari, já que a Justiça Italiana exigiu explicações do construtor. O mesmo aconteceu com o Principado de Mônaco, que processou os responsáveis pelo GP sobre a demora no resgate, mas acabou arquivando o caso.

    Depois disto, a Ferrari só foi ter um novo piloto italiano em 1984, com Michele Alboreto, por pouco tempo, o mesmo acontecendo com o italiano Ivan Capelli.

    Bandini correu 42 provas, com uma vitória (GP da Áustria de 1964), 8 pódiuns e 1 pole position.

    Postado por Perin, lembrando dos heróis das pistas

    Hoje: o jogo de 200 milhões de reais

    24 de maio de 2008 0

    O jogo mais valioso do planeta será nesta semana. Seria a final da Liga dos Campeões da Europa entre Manchester United e Chelsea?

    Que nada, a partida será entre os obscuros Bristol City e Hull, decisão da Segunda Divisão Inglesa neste domingo. Dois times, o West Brommich Albion e o Stoke City, já garantiram sua vaga na divisão de elite. Mas Bristol e Hull, jogando partida única no estádio de Wembley, querem literalmente “acertar na loteria“. Um deles irá conseguir.

    Alguns analistas consideram que a partida de play-off final da Segunda Divisão Inglesa vale 60 milhões de libras, aproximadamente 197 milhões de reais. Esta seria a diferença entre permanecer na Segundona e subir à Primeira Divisão…

    Eu não sou tão otimista, mas ninguém considera que este jogo vale menos de 40 milhões de libras, cerca 131 milhões de reais. A promoção no futebol inglês é diferente do rebaixamento. Em cada divisão, caem três times e sobem outros. Os que caem são os três últimos da tabela na primeira e na segunda, quatro na terceira e na quarta divisões.

    Dos que sobem, dois sobem diretamente e um vem através dos play-offs. São jogos de ida e volta entre o 3°, o 4°, o 5° e o 6° colocados após turno e returno, que se enfrentam em cruzamento olímpico até somente sobrar um time. Isto vale para todas as divisões até a 5° (a Conference).

    O Bristol City pode ser considerado o favorito, mas o Hull vive um ótimo momento. O time titular do Bristol é menos talentoso, mas superior taticamente e melhor organizado, dependente do oportunismo de Lee Trundle (que marcou época no Swansea City). Já o Hull depende muito dos atacantes Dean Windass e Frazier Campbell, destaques na temporada.

    Na terceirona, o Doncaster enfrentará o gigante Leeds United no próximo sábado em Wembley. Atormentado por uma abissal crise financeira, o Leeds caiu para a terceira divisão e começou a temporada com -15 pontos. Se recuperou, alternou bons e maus momentos, viu o bicampeão europeu Nottingham Forest subir direto junto com o Swansea City mas está na decisão contra o Doncaster, que na última rodada jogou fora a vaga direta, perdendo para o Nottingham.

    Ano que vem outro fato importante: dois times galeses estarão disputando a Segunda Divisão Inglesa. Isto porque o Swansea City se juntou ao Cardiff City, atual vice-campeão da Copa da Inglaterra. Um time de País de Gales na bilionária Premiership? Isto não está tão longe de acontecer…

    Postado por Perin, querendo ganhar 1/1000 do valor da manchete

    "Barras", parte IV: Música pop no futebol baiano

    23 de maio de 2008 3

    Como minha veia clássica não poderia deixar de estar presente, termino com uma contribuição do amigo de longa data Mauro Amoedo, torcedor do Vitória. E outro agradecimento à amiga Márcia Simões, aqui do ClicRBS, que me ajudou em boa parte da pesquisa.

    AMIGOS PARA SIEMPRE – JOSÉ CARRERAS & SARAH BRIGHTMANN

    Vitória para sempre – Vitória, Brasil.

    Postado por Perin, saudando um novo momento no Brasil

    SÉRIE COMPLETA – ‘AS BARRAS: UM NOVO JEITO DE TORCER’

    Dia 15: “Barras”, parte I – Um novo jeito de torcer

    Dia 22: “Barras”, parte II – O resto do Brasil se rende

    Dia 23: “Barras”, parte III – A globalização via internet

    Dia 23: “Barras”, parte IV – Música pop no futebol baiano

    "Barras", parte III - A globalização via internet

    23 de maio de 2008 2

    Ontem falei das músicas das torcidas de Rio-SP imitando as gaúchas. Mas isto não é mérito de ninguém, nós também copiamos, e escandalosamente. E não vejo problema nisto, o que é legal tem que ser copiado! A colorada Popular copiou um grito de torcida do obscuro time israelense Ashdod. Reparem as duas versões:

    Ashdod, Israel – A original:



    Internacional, Brasil – A cópia:


    Os tricolores copiaram algumas do Boca Juniors, aqui dos vizinhos argentinos. Escute a original e a adaptada e vejam as semelhanças:

    Boca Juniors, Argentina – A original:

    Grêmio, Brasil – A cópia:

    A mais copiada deve ser Pasos Al Costado, da banda de rock argentino Turf. Originalmente do Newell`s Old Boys, tem cópias de San Lorenzo, Racing Club, Boca Juniors, River Plate e… Internacional!

    Newell`s Old Boys – A original:

    Internacional, Brasil – A cópia:

    SÉRIE COMPLETA – ‘AS BARRAS: UM NOVO JEITO DE TORCER’

    Dia 15: “Barras”, parte I – Um novo jeito de torcer

    Dia 22: “Barras”, parte II – O resto do Brasil se rende

    Dia 23: “Barras”, parte III – A globalização via internet

    Dia 23: “Barras”, parte IV – Música pop no futebol baiano

    Especial 02: O Rei de Mônaco, Ayrton Senna

    23 de maio de 2008 0

    O GP de Mônaco é disputado nas ruas do Principado. Comandado pela família Grimaldi há séculos, Montecarlo é um paraíso fiscal hoje sob comando do príncipe Albert, um notório esportista. Porém seu pai, o finado rei Rainier, teve de ceder sua coroa, ao menos de maneira figurativa, para um certo brasileiro.

    De talentos especiais para voar nas ruas estreitas, Ayrton Senna já causou furor em 1984, quando pilotando um tétrico Toleman sob um dilúvio torrencial, estava em segundo lugar e passaria Alain Prost se a corrida não tivesse sido encerrada antes do horário. A pontuação foi dada pela metade e, ironia do destino, Prost perdeu o título daquele ano por mísero meio-ponto para Niki Lauda.

    Senna tornou-se o primeiro brasileiro a vencer em Mônaco, em 1987. Mais do que isto, ganhou lá por seis vezes, se tornando o maior vencedor da pista em todos os tempos. A vitória de 1987 foi ainda a primeira corrida que um carro com suspensão ativa venceu.

    No ano seguinte, com quase um minuto de vantagem sobre o rival Alain Prost, Senna bateu sozinho na entrada do túnel e abandonou a corrida. Este incidente marcou para sempre o piloto brasileiro, que disse ter tirado lições de sua desconcentração naquela corrida. Deve ter mesmo surtido efeito, pois entre 89 e 93 Senna ganhou simplesmente cinco corridas consecutivas, igualando e depois superando o recorde de Graham Hill. Ficam agora dois momentos especiais nesta trajetória

    A fantástica %22flying lap%22, que lhe deu a pole em 1991:

    O duelo com Nigel Mansell no finalzinho do GP de 1992:

    Amanhã: Bandini, a maior tragédia de Mônaco

    Postado por Perin, lembrando de tempos felizes que não voltam