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Posts do dia 9 junho 2008

Euro`2008: A unida Alemanha de 1996

09 de junho de 2008 1

Em 1996, Ocidente e Oriente estavam unidos, gerando a atual República da Alemanha. O time alemão treinado por Berti Vogts, que havia caído nas quartas-de-final da Copa do Mundo de 1994, chegava com força na Eurocopa da Inglaterra.

A competição prometeu muito, com jovens talentos brilhando em quase todos os times. Mas dentro de campo, o futebol foi bastante pobre, em uma competição tecnicamente inferior às duas seguintes, 2000 e 2004. Em seu favor, lindíssimos estádios ingleses, com clubes ascendentes que começavam a dominar o futebol europeu.

Pela primeira vez com 16 países, a Euro começou com jogos ruins em quase todos os grupos. A exceção foi no grupo da Inglaterra. Favoritos, os anfitriões buscavam repetir o sucesso de 30 anos antes quando conquistaram a Copa do Mundo em casa. Em seu favor, um jogador extraordinário chamado Paul Gascoigne e ainda o matador Alan Shearer, sucessor de Gary Lineker no “English Team”. Isto sem contar o espírito da torcida inglesa, embalada no megahit “Three Lions: Football is Coming Home“, da banda Lightning Seeds.

Porém a sempre pragmática Alemanha tinha em seu favor jogadores de qualidade como Lothar Matthaus, Thomas Hassler, Andreas Möller e Jurgen Klinsmann. Porém ninguém jogou mais que o líbero alemão Mathias Sammer. O ruivo comandava a saída de bola da Alemanha e era ainda o primeiro organizador de jogadas ofensivas. E, de quebra, fez gols decisivos. A Alemanha passou tranquila da primeira fase, em primeiro lugar. Nas quartas-de-final, superou a estreante Croácia com um gol de Sammer depois de Klinsmann fazer 1×0 e Suker empatar.

Nas semis, Alemanha x Inglaterra em Wembley, repetição da final de 1966. Aos três minutos de jogo Shearer fez 1×0, mas os alemães empataram rapidamente com Stefan Kuntz, oito minutos depois. O jogo seguiu travado até a prorrogação, com a estreante “morte súbita“.

Então veio o drama: o meia inglês Darren Anderton acertou o poste de Andreas Koepke, depois Kuntz teve um gol anulado por falta de ataque, e ainda na prorrogação Paul Gascoigne perdeu uma chance clara. Na disputa de pênaltis, depois de todos converterem em 5×5, Gareth Southgate errou, Möller converteu e a Alemanha estava na final da Euro`96! Seu adversário? A República Tcheca.

Tá, e os tchecos? Se a Alemanha estava unificada, a República Tcheca era uma das duas repúblicas que outrora formavam a Tchecoslováquia (a outra, claro, a Eslováquia). Detentores da maior parte da economia, da população e do talento no futebol, os tchecos tinham jogadores do quilate de Karel Poborsky, Patrik Berger e um jovem Pavel Nédved. Contra si, a fragilidade da zaga e do goleiro Petr Kouba, nem sombra da genialidade de seu homônimo Petr Cech na atualidade

Depois de levarem um passeio dos alemães na primeira rodada, os tchecos superaram a Itália no segundo jogo. Na última rodada, em um dramático 3×3 contra a eliminada Rússia, quando venciam por 2×0, deixaram a virada dos russos aos 42 mi

Postado por Perin, lembrando que secou muito os alemães

Regras de arbitragem: gol legal da Holanda na Euro

09 de junho de 2008 3

Muito se discutiu sobre o gol em “completo impedimento” de Ruud Van Nistelrooy na partida Holanda 3×0 Itália, abertura da Eurocopa 2008 para estes dois países. O atacante holandês fez o gol dois metros na frente do antepenúltimo adversário. O penúltimo era o goleiro Gianluigi Buffon. Já o zagueiro Christian Panucci estava fora de campo, logo depois da linha do gol. Gol irregular? Negativo.

Palavras de Bernardo Garcia em uma lista de amigos:”Um jogador da Itália que cruzou a linha de fundo EM JOGADA LÍCITA E CORRENTE DO JOGO dava condição (Panucci). Pela regra, este jogador é considerado como estando em cima da linha.

Um jogador só é considerado fora da partida momentaneamente se sair por contusão, p ex, ou se for chutado para fora de campo e o juiz vir o lance (considerar faltoso, obviamente). Este jogador apenas disputou a bola e o juiz não viu nada demais (pelo que se depreende da ação dele – e acho que ninguém considerou falta aquela disputa ali).”

Sendo assim, o gol foi regular. (EDITADO: o leitor Fernando lembrou outra situação que seria permitida caso a regra não fosse esta. Bastaria um goleiro ficar dentro do gol que deixaria o atacante quase sempre impedido).

Postado por Alexandre Perin

Saretta dispara: `OUT` é o cacete!

09 de junho de 2008 0

Procurando os vídeos sobre o Guga, achei alguns curiosos de tênis. Um deles é de uma escandalosa reclamação do brasileiro Flávio Saretta contra o juiz de linha em jogo contra Tommy Robredo no US Open de 2004. Depois de duas decisões que considerou erradas, Saretta desferiu um sonoro “OUT É O CACETE“:

Outro momento bacana, menos engraçado mas mais emocionante, é do francês Richard Gasquet. No US Open de 2005, ele conseguiu salvar um match point com uma cãimbra fenomenal contra o antipático australiano Leyton Hewitt. Depois de cinco sets, perdendo por 5×3, Gasquet mal consegue correr em quadra, mas ainda assim consegue uma jogada monumental e ganha o ponto.

Postado por Perin, gritando `Uh! Sharapova!