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Posts do dia 3 agosto 2008

03 de agosto: As lágrimas de Misha em Moscou`80

03 de agosto de 2008 2

Misha: o inesquecível mascote Olímpico! Ele entrou para a história há exatos 28 anos, quando “chorou” na Cerimônia de Encerramento das Olimpíadas de 1980, em imagens mostradas para todo o mundo. O simpático ursinho, o mais bonito e bem utilizado mascote de uma Olimpíada, virou febre em todo o mundo durante e depois da disputa, e é dele a imagem mais marcante daquela competição.

No dia 3 de agosto de 1980 se encerravam os Jogos Olímpicos de Moscou, a competição mais esvaziada de todos os tempos. Ela foi boicotada pelos Estados Unidos, em represália à invasão do Afeganistão no ano anterior. Outros  países aliados como a Grã-Bretanha, a Alemanha Ocidental, Argentina, Canadá e Japão ficaram de fora. Outros, como Austrália e Dinamarca, viram seus atletas defenderem a bandeira olímpica. Já a Espanha e Portugal disputaram o torneio defendendo a bandeira de seus comitês olímpicos.

Com tantos desfalques, o quadro de medalhas se alterou significativamente. Italianos e franceses conquistaram muitas medalhas, mais que nas competições anteriores. Obviamente a União Soviética foi a campeã disparada no Quadro de Medalhas. Em segundo lugar, a Alemanha Oriental e em terceiro lugar a surpreendente Bulgária.

O Brasil foi muito mal: só conquistou duas medalhas de ouro no Iatismo com Marcos Soares e Eduardo Penido na Classe 470, e Lars Bjorkstrom e Alexander Welter na Tornado. Nenhuma de prata e o bronze veio com João do Pulo no salto triplo e com a natação masculina, no 4×200 livre. 

Na Olimpíada seguinte, nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, o bloco soviético boicotaria a competição. Seria o último grande ato de hostilidades entre Estados Unidos e União Soviética na “Guerra Fria”.

Mas nada disto abalaria a cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos de Moscou. A tocha olímpica foi apagada. E Misha chorou…

Postado por Perin, que não viu esta Olimpíada nem a seguinte

Massa repete azar de Hill com a Arrows em 1997

03 de agosto de 2008 2

O inacreditável azar do brasileiro Felipe Massa no GP da Hungria de hoje remete há onze anos atrás. Curiosamente, os dois incidentes ocorreram quando só restavam três voltas.

Em 1997, o inglês Damon Hill corria pela péssima Arrows-Yamaha, e teve problemas com o câmbio com o carro faltando três voltas. Teria sido a primeira vitória da equipe em quase 20 temporadas, e mais de 200 GP`s sem triunfos (a equipe correria até 2002 sem conquistar vitórias).

Também teria sido a primeira, e única, vitória da Yamaha na F-1, assim como a primeira vitória dos pneus Bridgestone em seu retorno à categoria (hoje é o único fornecedor). E tudo culpa de uma peça que custa menos de 3 reais!

Hoje foi a vez de Massa perder a liderança isolada do campeonato, a segunda colocação na classificação de pilotos, a quarta vitória do ano com um motor estourado faltando… três voltas! Muito AZAR!

Hill era o campeão mundial, mas havia sido sumariamente dispensado por Frank Williams e corria pela equipe de Tom Walkinshaw. O carro era muito ruim e até aquela corrida, Hill tinha como melhor posição de largada um nono lugar, e sua melhor posição de chegada era uma sexta posição no GP da Inglaterra.

Porém já no treino oficial, ele havia se superado: largou em 3° lugar, somente atrás dos protagonistas da temporada, o alemão Michael Schumacher e o canadense Jacques Villeneuve. Seu companheiro de equipe, o brasileiro Pedro Paulo Diniz, largou quase dois segundos atrás de Hill. Algo havia de diferente, de especial naquele final de semana para Damon.

Na corrida, todos imaginavam os pilotos da primeira fila disparando e Hill segurando pelotão, já que ultrapassar em Hungaroring é quase impossível. Pois bem, Villeneuve largou muito mal e caiu para quinto, e Hill subiu para a segunda colocação, atrás de Schumacher. Porém as Ferraris tinham sérios problemas com seus pneus Goodyear (Irvine parou na sétima volta para trocar!), e Hill ficou próximo ao alemão durante as primeiras voltas.

Na nona volta, o inglês foi para cima e passou a Ferrari de Schumacher, assumindo a liderança. Chegou a ter 36 segundos de vantagem sobre Villeneuve, que recuperou posições e estava em segundo faltando menos de dez voltas. Com problemas nos pneus, o alemão se arrastou a prova inteira, terminando em quarto lugar e levando sufoco de seu irmão, Ralf Schumacher com a Jordan.

Então o desastre: faltando três voltas, Hill começou a ter problemas com o câmbio e o acelerador eletrônico. Faltando duas voltas, Villeneuve tirava mais de 10 segundos por volta enquanto o campeão mundial mal conseguia engatar as marchas. Na última volta, o canadense ultrapassou o inglês, seu ex-companheiro de equipe na temporada anterior. Foi a segunda vitória de Villeneuve no ano, e Hill se contentou com o pódio. Mais uma volta, e Johnny Herbert, que vinha em terceiro lugar com a Sauber, passaria a Arrows.

Mesmo assim, Hill era o herói do dia. A Arrows não chegava no pódio desde o GP da Austrália em 1995 com Gianni Morbidelli, e não chegava em segundo lugar desde o longínquo ano de 1985, (com o belga Thierry Boutsen no GP de San Marino em Ímola).

Todos em Hungaroring tinham uma certeza. Naquele dia, nin

Postado por Perin, dizendo que Massa já levou o

Hakkinen quebrou na última volta em 2001

03 de agosto de 2008 0

No GP da Espanha de 2001, o finlandês Mika Hakkinen deu o mesmo azar que Felipe Massa. Liderando com enorme folga, o bicampeão mundial teve o motor estourado na ÚLTIMA VOLTA.

De bandeja, o alemão Michael Schumacher venceu a corrida que parecia perdida em Barcelona. Hakkinen começou a ter problemas no início da última volta, andou algumas curvas com o carro muito lento. Na metade da volta, o motor estourou de vez e Hakkinen sequer conseguiu se arrastar até o final da volta.

 

Postado por Perin, dizendo que se Massa for bicampeão tá bom