Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts de setembro 2008

Que susto, hein Sir Alex Ferguson?

24 de setembro de 2008 1

Chelsea vs. Manchester United, “showdown” em Stamford Bridge no último domingo pelo Campeonato Inglês 2008/09. O jogo seguia extremamente tenso para Alex Ferguson, o legendário treinador dos “Red Devils“. De tão compenetrado na partida, Sir Alex (justiça seja feita: o banco inteiro) não percebeu quando o auxiliar Mike Phelan pegou um balão, que voava a esmo no gramado, pisou em cima e estourou.

Olhem o resultado:

 

O jogo, que terminou em 1×1, foi o primeiro clássico do técnico brasileiro Luiz Felipe Scolari no comando do Chelsea. O sul-coreano Ji-Park Sung abriu o marcador para o Manchester, mas o marfinês Salomon Kalou empatou no final do jogo para o time da casa. Os “Blues” mantiveram uma invencibilidade de quatro anos em casa pelo Campeonato Inglês, e de dois anos em todas as competições.

Postado por Perin, que fica compenetrado que nem Sir Alex

Uma volta virtual nas ruas de Cingapura!

24 de setembro de 2008 2

Traçado virtual do GP de Cingapura

Bem bacana o que a Red Bull Racing fez para o GP de Cingapura. A primeira prova de Fórmula-1 a ser disputada à noite pode ter ainda chuva. Como rigorosamente ninguém conhece a pista de rua asiática, exceto por simuladores, a RBR produziu e divulgou uma “volta virtual” na pista, comentada pelo australiano Mark Webber:


Pista que, aliás, lembra muito os traçados de Detroit e Phoenix, circuitos de rua utilizados pela Fórmula-1 no final dos anos 80 e início dos anos 90 nos Estados Unidos.

O traçado parece ser muito travado, ótimo para a Ferrari que dominou em Mônaco e Valencia. Porém se estiver frio ou chovendo, a McLaren terá vantagens…

Postado por Perin, ansioso para o final de semana

Segurança na F-1, I: A GPDA e sua fundação

23 de setembro de 2008 0

O acidente fatal de Jo Schlesser, em Rouen 1968

A GPDA (“Grand Prix Drivers Association”) foi criada em 1961 para defender os interesses dos pilotos, especialmente com relação aos seus direitos por maior segurança.


Naquela época, ser piloto não era só se preocupar com contratos comerciais, exposição de “bom moço” na mídia e correr. Vimos há cerca de quatro meses atrás o bicampeão mundial Fernando Alonso reclamar do aumento das taxas de “superlicença”, como se fosse fazer muita diferença para eles. Felipe Massa saiu da GPDA logo depois. Dinheiro, meramente dinheiro e uma guerra por poder.

Isto vai contra os ideais de fundação da GPDA, há mais de 40 anos. Naquela época, a Fórmula-1 se tornava uma categoria cada dia mais rentável financeiramente e todo mundo queria seu quinhão: construtores, montadoras, administradores dos autódromos, televisão

Só que necessidades mínimas eram relegadas, a vida humana valia muito pouco, quase nada. O resultado: um em cada sete pilotos morreu nas pistas nos anos 60 e 70. Vejam uma volta em Nurbugring em 1967 e reparem que aventura era correr naqueles tempos:


Isto sem contar a questão dos carros, extremamente velozes e frágeis. Neste aspecto de segurança, o elo mais fraco sempre foi um: o piloto. 

Nos anos 60 a escalada de mortes levou lendas como Wolfgang von Trips e Jim Clark, além de talentos como os irmãos mexicanos Pedro e Ricardo Rodríguez, o norte-americano Peter Revson, o inglês John Taylor, o italiano Lorenzo Bandini e o austríaco Jochen Rindt. E foi neste período que a GPDA causou muitos problemas para os administradores de autódromos, a FIA, os construtores e os interesses comerciais.

Naqueles tempos, exxistiam verdadeiras pocilgas chamadas de “autódromos“, sem proteção para os pilotos, equipes treinadas de fiscais de prova, equipamentos mínimos de incêndio e de resgate.

Corridas em Nurburgring (Alemanha, 23 km)e Spa-Francorchamps (Bélgica, 14 km) eram verdadeiras “pistas da morte” e a GPDA liderou boicotes em 1969 em Spa (que depois reduziu seu traçado para 8km) e Nurburgring (a partir de 1976 e que só voltou a ter corridas nos anos 90 e 2000, já com 4km de traçado).

A entidade ganhou força nos anos 70, exigindo mudanças radicais em Nurbugring, que removeu “saltos” que faziam os carros decolarem, além de outras pistas inseguras como Rouen, Bremgarten, Casablanca e Avus.

Em Zolder no GP da Bélgica de 1973, Emerson Fittipaldi, Jackie Stewart e François Cevért reclamam do asfalto, que estava se desmanchando depois de um recapeamento mal-feito. Os organizadores fazem uma nova capa no asfalto, a pista aguenta o tranco no sábado e é liberada para a corrida. Vejam as imagens:

Um piloto da época se tornaria o ícone desta luta. O escocês Jackie Stewart começaria sua saga a partir de um grave acidente, em 1966 no antigo traçado de Spa-Francorchamps. Isto veremos na semana que vem…

SÉRIE COMPLETA

Segurança na F-1, I: GPDA e sua fundação

Segurança na F-1, II: Stewart, o pioneiro e líder

Segurança na F-1, III: O mestre Stewart e o aprendiz Cevért

Segurança na F-1, IV: O horror de Montjuich, 1975

Segurança na F-1, V: Lauda e os quatro salvadores

Segurança na F-1, VI: o corajoso Hailwood no inferno de Kyalami

Segurança na F-1, VII: o herói eterno David Purley

Simplesmente Nélson Piquet...

22 de setembro de 2008 0

O tricampeão mundial de Fórmula-1 Nélson Piquet sempre foi famoso por detestar badalações, falar o que pensa. Assim criou amizades e inimigos. E Néson era muito engraçado, temos alguns exemplos disto nos vídeos abaixo:

GP dos Estados Unidos, Piquet faz “chifrinhos” no odiado Jean-Marie Balestre, então presidente da FIA:


GP da Itália, 1991, Piquet provoca Alain Prost a respeito de seu notável narigão:


E nem falando do sério acidente de 1992 em Indianápolis, Piquet perde o bom humor:

E como isto é genético, olha o Pedrinho Piquet, cinco anos, falando do pai e do presidente Lula:

Nélson Piquet. Tricampeão Mundial de Fórmula-1. Brasileiro.

 

Postado por Perin, saudando Piquezão!

Especial Gre-Nal: os clássicos de 1996 a 2008

22 de setembro de 2008 5

Foto do último Gre-Nal pelo Brasileiro, 1x1 no Olímpico/Daniel Marenco, Zero Hora

Em semana de duelo entre os arquirrivais Grêmio e Internacional, nada melhor que relembrar a história do clássico mais acirrado do Brasil.

Confiram os principais textos publicados aqui no Almanaque Esportivo a respeito do maior clássico da Região Sul:

Especial Gre-Nal – Os clássicos de 1996 a 2008:

2007:
Paulo Nunes, Dinho e um tal Felipão? Deu a lógica! – Brasileirão 1996
Uh, Fabiano: O Gre-Nal do 5×2 – Brasileirão 1997
Ronaldinho e Dunga: Um pirralho e um veterano – Gauchão 1999
Daniel Carvalho e o fim do sofrimento – Gauchão 2003
Fernandão e o gol 1000 – Brasileirão 2004
Quem ri por último, ri melhor – Brasileirão 2007

2008:
Muitos erros do Alício Pena Júnior – Brasileirão 2008
Pênalti sobre Nilmar – Brasileirão 2008

Juízes bizarros: "O gol que jamais foi"

22 de setembro de 2008 0

O lance mais incrível no futebol mundial deste final de semana aconteceu na Segunda Divisão Inglesa. No jogo Watford 2×2 Reading, o primeiro gol dos visitantes, quando o jogo estava 0×0, foi marcado em um erro inacreditável do bandeirinha Nigel Bannister, corroborado pelo árbitro Stuart Attwell.

Este lance lembrou uma partida citada aqui no Almanaque Esportivo em março. Jogo nos anos 80 do Campeonato Escocês, no qual o juiz deu gol em um lance igualmente ridículo e inaceitável.

A jogada: em um bate-rebate na área após cobrança de escanteio, Noel Hunt cruzou em cima da linha para colocar a bola em jogo, antes que finalmente a jogada terminasse em um tiro de meta. Porém o bandeirinha assinalou gol, corroborado pelo juiz instantes depois. Em desespero, os jogadores do Watford foram para cima do bandeirinha, enquanto os do Reading constrangidamente não comemoraram o gol.

Vejam o lance:



The Ghost Goal Watford Linesman RefereeEstes juízes…

O ex-árbitro Graham Poll (ele mesmo participante de uma polêmica em 2006 ao dar 3 amarelos para um mesmo jogador da Croácia na partida contra a Austrália), criticou também a atitude do time do Reading, que teve espírito esportivo e se beneficiou de um lance absurdo: “No Japão aconteceu algo semelhante, e como resultado o outro time levou um gol de propósito. Todos os jogadores em campo sabiam que não tinha sido gol, seria muito legal um pouco de espírito esportivo de assumir isto e o Reading ceder propositadamente um gol“.

O Watford virou a partida com gols de Tommy Smith e John-Joe O`Toole, mas Stephen Hunt empatou no final do jogo, fechando o placar em 2×2. 

A partida provavelmente será repetida pela Federação Inglesa.

Postado por Perin, que odeia juiz burro e arrogante

Brasileiro 2008 vs. 2007 - Comparativo estatístico

21 de setembro de 2008 0

Tabela do Brasileirão 2007, 26° rodada/Arquivo Pessoal

Veja agora um grande comparativo entre o Brasileirão 2008 com o Brasileiro 2007. Muito tem se falado sobre este Brasileirão ser o mais equilibrado dos últimos anos. Porém isto é verdade, analisando-se friamente os números ao invés de um mero “achômetro“?

A análise com relação à esta mesma 26° rodada em 2007 indica que sim. O São Paulo liderava com nove pontos de vantagem, contra apenas um do Grêmio. A diferença entre o líder e o primeiro fora da zona Libertadores era de 16 pontos em 2007 e de 7 pontos agora.

A diferença entre o líder São Paulo e o lanterna América-RN em 2007 era de abissais 46 pontos contra 26 pontos neste ano (Grêmio e Ipatinga). Até mesmo na zona de rebaixamento, a distância entre o lanterna e o primeiro não-rebaixado diminuiu de absurdos 20 pontos em 2007 para míseros 3 pontos em 2008. A média de gols caiu bastante e o número de empates subiu.

Evidentemente São Paulo e América-RN eram extremos realmente diferenciados dos demais times, mas talvez justamente isto seja a síntese desta discrepância entre as duas temporadas no Campeonato Brasileiro.

Em 2008 os times estão mais equilibrados, ninguém está garantido (apesar de Grêmio e Palmeiras dificilmente saírem do G4 e o Ipatinga escapar do rebaixamento).

Com relação à dupla Gre-Nal, o Tricolor está disparadamente melhor em todos os critérios. Ano passado estava bem na disputa pela última vaga na Libertadores, enquanto este ano lidera isoladamente a competição e tem o segundo melhor ataque, a melhor defesa e o melhor saldo.

Já o Colorado segue a mediocridade de 2007, com uma leve melhora apesar de estar no meio da tabela. Se está uma posição pior (10° para 11°), em compensação tem mais pontos e quatro pontos do G4, contra sete no ano passado. O ataque piorou, mas a defesa melhorou.

Confira um comparativo entre as temporadas 2007 e 2008:

Líder: São Paulo com 57 pontos em 2007, Grêmio com 50 em 2008
Último no G-4: Botafogo (42 pts) em 2007, Flamengo (43 pts) em 2008
Último da Sul-Americana: Goiás (33 pts) em 2007, Atlético-MG (33 pontos) em 2008
Primeiro rebaixado: Paraná (31 pontos) em 2007, Vasco da Gama (26 pts) em 2008
Lanterna: América-RN (11 pontos) em 2007, Ipatinga (24 pontos) em 2008

Comparativo Grêmio: 5° para 1° na classificação geral; 41 para 50 pontos; 12 para 14 vitórias; 5 para 8 empates; e de 9 para apenas 4 derrotas. O ataque subiu de 28 para 41 gols e a defesa melhorou de 26 gols sofridos para apenas 18.

Comparativo Internacional: 10° para 11° na classificação geral; 35 para 39 pontos; 10 pa

Postado por Perin, em mais uma análise estatística

Superação Olímpica: a maratonista suíça Gabrielle

20 de setembro de 2008 0

Gabrielle Andersen, quase desmaiando em 1984

Gabrielle Andersen foi simplesmente a última colocada na primeira maratona feminina da história, nos Jogos Olímpicos de Los Angeles em 1984. A suíça porém é mais famosa que qualquer um das três medalhistas.

Chegando ao Coliseu, Andersen estava em péssimas condições. Mal conseguia andar, câimbras fortes e dores por todo o corpo. Porém ela não aceitou a ajuda médica, que ocasionaria sua desclasificação na prova.

Aos 39 anos, a atleta sofria com os efeitos do calor californiano devastador, mas não desistiu. Andava torta, mas recusava a ajuda médica. Demorou quase 15 minutos para completar o final da prova.

Quase desmaiando, Andersen conseguiu seu objetivo: chegar à linha de chegada. A sua imagem de superação é a mais marcante de todos os Jogos de Los Angeles, em 1984:

Por causa deste exemplo, a Federação Internacional de Atletismo criou o artigo “Andersen-Scheiss“, que permite um atleta receber atendimento médico sem ser desclassificado.

Postado por Perin, que não viu os Jogos de 1984

Randy Mamola: o maluco genial das motos!

19 de setembro de 2008 4

Randy Mamola no meio da corrida, empinando!/Don Morley

Entre os malucos pilotos das corridas de moto (e todos são doidos, na minha opinião!), existia um mais surtado que todos juntos. Também um dos mais talentosos, daqueles que levavam milhares aos autódromos. Lendas como Gilles Villeneuve e sua mítica Ferrari 27 na Fórmula-1. E pilotos como RANDY MAMOLA.

Eu comecei a gostar de corridas ainda criança, e a motovelocidade me chamou atenção pela primeira vez quando tivemos o GP Brasil em 1987. Na época, os pilotos mais famosos eram Wayne Gardner, Eddie Lawson e Randy Mamola, todos disputando o título na última prova.

Pelo estilo corajoso, talentoso e agressivo, quase beirando o irresponsável, Mamola se tornou um ídolo entre os jovens, inclusive eu. O norte-americano se tornou uma lenda do motociclismo mundial, mesmo sem ter sido uma única vez campeão do mundo!

Ele foi quatro vezes vice-campeão (1980, 1981, 1984 e 1987) e venceu 13 corridas em sua carreira. Foi vendo Mamola que eu presenciei um dos instantes mais incríveis da história da MotoGP, categoria 500cc. Na pista italiana de Misano em 1985, Mamola perdeu o controle de sua moto e isto ocorreu:

Este momento é considerado a manobra mais espetacular da história deste esporte. Preciso dizer mais? Evidentemente que sim! Mamola não foi só isto!

Sabem aquelas comemorações teatrais de Valentino Rossi, a lenda do motociclismo da atualidade? Pois bem, foi Mamola que começou com isto, jogando luvas e capacete para a torcida após cada vitória!

No ano seguinte, Mamola era o segundo colocado no GP da França em Le Mans. Longe do líder Eddie Lawson e igualmente longe do terceiro colocado, Mamola simplesmente foi para fora da pista em uma sequência do asfalto e empinou a moto ao contrário! Reparem na foto que a pista está lá atrás e ele tá pertinho dos fiscais! DEMÊNCIA! Depois ele voltou para a corrida, como se nada tinha acontecido!

As câmeras de TV não registraram o momento, mas um fotógrafo sim, e entregou a imagem para Mamola na semana seguinte. Ele adorou a imagem, mas o dono de equipe, o legendário Kenny Roberts, não curtiu nenhum pouco. Mamola foi sumariamente dispensado, mas depois acabou sendo readmitido.

Por estas e outras, que só haverá um único: “Randy Mamola”.

Postado por Perin, que adorava este maluco!!!!

Inter chega aos 100 gols em 2008, Grêmio tem 96

19 de setembro de 2008 4

Alex marcando no Engenhão contra o Botafogo/Fernando Soutello, AE

INTERNACIONAL

O gol de Alex, o primeiro na vitória de 2×1 sobre o Botafogo no Rio de Janeiro, foi o centésimo gol colorado na temporada 2008. Em 56 jogos foram 101 gols, média de 1,80 gols por jogo.

O mais curioso é que Alex, o maior artilheiro do time na temporada com 23 gols, foi justamente o primeiro a marcar: ele marcou o gol da vitória de 1×0 sobre o Stuttgart lá em janeiro, pela Copa Dubai. O mais surpreendente ainda é que ambos os gols foram parecidos: um jogador cruzou da linha de fundo com o goleiro saindo do gol e Alex, sem marcação nenhuma, apenas escorou para o fundo das redes.

Depois de Alex, o segundo maior artilheiro colorado neste ano é Nilmar com 14 gols. Com algumas lesões na temporada, o “Garoto de Ouro” do Beira-Rio demorou para engrenar e só começou a marcar com regularidade depois das primeiras rodadas do Campeonato Brasileiro, competição na qual já marcou 11 gols. Após o atacante, o terceiro maior goleador é o zagueiro Índio, que já fez 8 gols no ano.

Até o momento, 22 jogadores marcaram gols pelo Internacional (Fernandão, Iarley, Gil, Sidnei, Bustos e Wellington Monteiro já não estão mais no grupo principal). Até o veterano goleiro Clemer já marcou este ano, no massacre de 8×1 sobre o Juventude na conquista do Gauchão 2008.


GRÊMIO

Enquanto isto, o Grêmio tem 96 gols em 52 jogos na temporada 2008, média de 1,84 gols por partida (EDITADO: para quem vê pelo em ovo, apenas esqueci). O Tricolor gaúcho disputou quatro jogos a menos, e o artilheiro da temporada é o colombiano Perea com 16 gols. Em segundo lugar, o meia Roger, que já deixou o clube e marcou 11 vezes.

Mas esta posição rapidamente deve ser superada por Reinaldo, atacante reserva que tem mantido uma ótima média de gols na temporada e já marcou 10 vezes, mesmo tendo sido afastado por longos períodos com lesões sucessivas.

No Tricolor vale destacar ainda o volante William Magrão, que descobriu seu faro de goleador na temporada e já fez 9 gols. No time do Olímpico, 22 jogadores já marcaram nesta temporada (Jonas, Tadeu, Júlio dos Santos, Rodrigo Mendes e Peter já saíram do Olímpico).

A maior goleada gremista do ano foi emblemática: 7×1 sobre o Figueirense em pleno Orlando Scarpelli, jogo que colocou o Grêmio pela primeira vez na liderança do Brasileirão 2008, posição que ocupa há 12 rodadas.

Postado por Perin, especialista em números