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Gols inesquecíveis nos momentos finais, Brasil I

16 de dezembro de 2008 6

Anderson acaba de fazer o gol heróico nos Aflitos em 2005.../Valdir Friolin, Zero Hora
Anderson marcando o histórico gol da “Batalha dos Aflitos”

Depois de mostrar na semana passada, dois posts ((Parte I e Parte II) com momentos finais de partidas envolvendo times e seleções internacionais, chegou a hora de mostrar o melhor e mais dramático do futebol nacional.

São diversos lances, divididos em duas séries, com um gol de cada dos principais times do futebol brasileiro nos últimos anos.

Começamos hoje com uma sequência que possui:

1º) Anderson – Náutico 0×1 Grêmio – Segunda Divisão 2005
2º) Careca – Guarani (2)1×1 (2) São Paulo -  Primeira Divisão 1986
3º) Romário – Palmeiras 3×4 Vasco da Gama – Copa Mercosul 2000
4º) Nunes – Flamengo 3×2 Atlético-MG – Campeonato Brasileiro 1980
5º) Euller – Palmeiras 4×2 Flamengo – Copa do Brasil 1999


1º) Anderson – Náutico 0×1 Grêmio
Descrição: 60 do 2° tempo, decisão da Segunda Divisão de 2005 – Grêmio com 3 jogadores a menos, Náutico perde 2 pênaltis e Anderson faz um golaço na célebre “Batalha dos Aflitos“:




2º) Careca, Guarani 3×3 São Paulo
14 do 2°tempo da prorrogação, final do Campeonato Brasileiro de 1986  – 1×1 no tempo normal, 2×2 no tempo-extra na melhor final de Brasileiro da história:


3º) Romário, Palmeiras 3×4 Vasco da Gama
47 do 2° tempo, final da Copa Mercosul 2000 – O Vasco perdia por 3×0 e virou com 1 jogador a menos fora de casa e foi campeão:


4º) Nunes – Flamengo 3×2 Atlético-MG
37 do 2º tempo, final do Campeonato Brasileiro 1980 – O Fla precisava vencer, o empate dava o título ao Galo. Aí o tosco Nunes acabou com tudo:

5º) Euller, Palmeiras 4×2 Flamengo
48 do 2° tempo, quartas-de-final da Copa do Brasil 1999 – Palmeiras precisava fazer 3 gols em 10 minutos para se classificar. E fez:

Amanhã: mais cinco gols dramáticos do futebol brasileiro

Comentários (6)

  • Daniel Machado diz: 17 de dezembro de 2008

    Perin, o que ocorreu com o ranking que tinhas publicado?

    Um abraço.

  • Juliano diz: 17 de dezembro de 2008

    Tiago, nao quero entrar no merito de valor de competicoes. Acho infantiloide essa discussao de quem é melhor que quem. Apenas chamei atencao para a leve parcialidade do Perin, cujo blog julgo excelente. Tao zeloso pelo nome historico da Copa Intercontinental e tao relapso pelo nome da Serie B. Um abraço.

  • Érico Ferreira diz: 17 de dezembro de 2008

    Faltou aquele Grêmio x Portuguesa, 4×2 em 1998, quando o Grêmio se classificou para a 2ª fase do brasileiro. Precisava ganhar e dependia de 5 resultados paralelos. Os 5 resultados aconteceram e o Grêmio empatava em 2×2 até instantes finais do jogo.

  • Tiago diz: 17 de dezembro de 2008

    Juliano, realmente a CBF parou de usar números ordinais (1a divisão, 2a divisão…) e começou a usar letras (Série A, B…). Porém, diferente do que ocorre entre intercontinental e mundial, série B e segundona se equivalem. Se serve de consolo, o gremio teve o “prazer” de disputar as duas: Segunda divisão em 1992, e série B em 2004. Não me entenda mal, a intercontinental tem seu valor, afinal era a maior competição da época. Só que ela NÃO era mundial e NÃO era da FIFA! Saudações Coloradas!

  • Leonardo Xavier diz: 17 de dezembro de 2008

    Perin,li q torçes p/ o Inter,mas acho palhaçada o cara vr no teu espaço e escrever sobre isso!Apresentas fatos históricos d tds esportes com imagens e fotos,raro na imprensa ter um arquivo assim.Torço p/ Grêmio e cada dia q passa,fk melhor teu blog.Acompanho tds esportes dsd 84,com 9 anos.Peço q continues contando a história.Acho legal quando escreve o comentário final.Então imito o mestre: “Postado por qm preserva a história e a verdade do esporte às 06:23″…rsrsrs Abraços!

  • Juliano diz: 17 de dezembro de 2008

    Só pra tu ver um exemplo de parcialidade velada. Quando é Copa Intercontinental, o Perin chama de Copa Intercontinental, quando é série B, o Perin chama de segunda divisão…

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