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Posts do dia 20 fevereiro 2009

Lista do Grêmio: mística da camisa 16 de volta!

20 de fevereiro de 2009 13

A mística camisa 16, de Jardel na conquista da Libertadores 1995/Coleção Grêmio Gianfranco

O Grêmio divulgou hoje a lista oficial de 25 jogadores na primeira fase da Taça Libertadores 2009, de novo apostando na mística da camisa 16. Na terça-feira, fiz uma previsão com 25 atletas aqui no Almanaque Esportivo. Comparando com a lista divulgada, percebo que errei em três atletas.

Errei ao achar que o 3º goleiro seria Matheus, ao invés do escolhido Alessandro. Errei Reinaldo ao invés de Perea, já que o colombiano vai ficar mais tempo machucado. E também errei ao apostar no Tiago Dutra ao invés de Júlio César (que começou jogando um jogo e mostrou mais futebol que Tiago). No resto era isto mesmo, sem maiores surpresas.

A prova que a superstição é algo muito forte no Olímpico: a nova estrela gremista Máxi López ficou com a camisa 16. A mesma do ídolo Jardel na Libertadores 1995, artilheiro da competição e símbolo da maior conquista tricolor nos últimos 20 anos. Em 2007 o centroavante Tuta também foi apresentado com a 16, lembram?

Goleiros – (1) Victor, (12) Marcelo Grohe e (22)Alessandro
Zagueiros – (3) Léo, (5) Réver, (4) Rafael Marques, (15) Willian Thiego, (14) Heverton
Laterais – (2) Ruy, (6) Fábio Santos, (13) Jadílson
Volantes – (11) Adilson, (24) Julio Cesar, (17) Orteman, (21) Diogo, (18) Makelele
Meias – (8) Souza, (10) Tcheco, (25) Maylson, (19) Douglas Costa
Atacantes – (20) Herrera, (16) Maxi López, (7) Jonas, (23) Reinaldo e (9) Alex Mineiro

Postado por Perin, direto do túnel do tempo…

Campanha contra a proibição de games violentos!

20 de fevereiro de 2009 6

Realidade x Ficção: Deputados não falem do que não sabem!/Arte Online RBS

Estou entrando na campanha do amigo Diego Guichard, um dos maiores incentivadores de games do Brasil e pai do blog “Canal dos Games”. Existe um projeto de lei, do deputado Kalil Sehbe (que deveria achar outro assunto mais importante) que defende o fim de games violentos.

O Diego tem seus argumentos, muito válidos, como geração de divisas, receita e empregos, diversão, desenvolvimento de uma indústria altamente lucrativa e com forte presença no mercado de informática do Rio Grande do Sul. Eu tenho mais alguns.

Uma das minhas maiores diversões, após dias altamente cansativos na área de Infra-Estrutura do grupo RBS é jogar no computador. Faço isto desde 1987 quando ganhei meu Atari (e não peguei um avião e saí explodindo postos de gasolina e barcos nos rios de Roraima, por influência de “River Raid”). Não me torno mais violento por virar Call of Duty 5 ou jogar GTA IV.

Da mesma maneira, não saio matando todo mundo na rua por ver na TV um filme como o monumental O Poderoso Chefão”. Isto sem falar no livro mais vendido e lido de todos os tempos, há séculos em primeiro lugar nos rankings e que vive entupido de assassinatos e traições…

É apenas meu lazer, gosto dele tanto quanto de ouvir música ou ler um bom livro. E eu leio muito…

Deputado Kalil: vai ser igual para tudo? Ou seja, quando no colégio mostrarem Branca de Neve e os Sete Anões, da Disney, não poderei mostrar para menores (afinal, Madrasta tentando assassinar Branca de Neve, Dragão levando espada no coração é muito violento)? Enquanto isto, o belo filme Cidade de Deus vai para o Oscar e é endeusado por toda a mídia cultural do Brasil…

Ah, Harry Potter então, nem pensar. E aquelas músicas obscenas, bagaceiras e ridículas que entopem as rádios? Vai ser igual ou já tem um projeto proibindo isto porque “incentiva a pornalização da sociedade?

Estamos no mundo do falso moralismo. Realmente deve ser por causa do Counter Strike que vivemos em clima de guerra civil no Morro dos Macacos no Rio de Janeiro. Assim como deve ser graças ao livro de Roberto Saviano, “Gomorra“, que todos os jovens italianos querem virar mafiosos, né?

O fato é que a sociedade exige de seus governantes resposta para a escalada da violência e eles resolvem achar bodes expiatórios.

De vez em sempre acham.

E

Postado por Perin, irritadíssimo com o excesso de leis do país