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Porque no Rio-SP ingresso em final = confusão

28 de maio de 2009 1

Filas quilométricas no Pacaembu...

Em todo e qualquer jogo decisivo, sobretudo em São Paulo e Rio de Janeiro, as cenas são as mesmas: confusão, filas imensas, torcedores irritados e cambistas beneficiados.

A última baderna ocorreu na final do Campeonato Paulista entre Corinthians e Santos. Torcedores se amontoam em quilométricas linhas humanas em torno dos estádios. Derrames de ingressos desviados, falsos, esquemas entre cambistas, funcionários do clube e outros `intere$$ados`.

No dia do jogo mais confusão. Modernidade zero, facilidade em `contornar` a fiscalização, descaso das autoridades e pouco interesse dos clubes. Este tem sido uma constante nesta realidade.

Vejam um relato de torcedor:  “Um policial civil comprou para mim na bilheteria do Pacaembu. Pedi para ele comprar porque ele não pega fila. Quero que alguém da BWA [empresa responsável pela comercialização] venha aqui me explicar o que acontece“, esbravejou o corintiano Nivaldo Esteves antes da final do Paulistão 2009.

Até Orlando Silva, Ministro dos Esportes, se irritou: “Isso é muito grave. É preciso um inquérito policial, porque fraude é crime. Por isso as pessoas com ingressos falsificados devem colaborar e fazer a reclamação”

Enquanto houver desinteresse dos clubes, a confusão continuará. Sorte dos colorados e gremistas, que não se incomodam no Beira-Rio e Olímpico em jogos decisivos.

E azar de quem não tenta resolver o problema, nem cobra solução para isto…

Postado por Perin, que não se incomoda para ir ao estádio…

Comentários (1)

  • Ed diz: 28 de maio de 2009

    Mas tu querias o quê?

    Só a imprensa do centro geográfico do país ainda alardeia a mentira de que lá o futebol é mais desenvolvido.

    Eles falam pouco dos times do RS, daí vem a surpresa de ver um Inter avassalador. A surpresa, neste caso, vem da ignorância.

    Amo o Brasil e sei que o RS tem muitos problemas, mas em termos de desenvolvimento não dá para nos comparar a paulistas e cariocas. Estamos muito à frente.

    O futebol, neste caso, é apenas um terreno representativo desta diferença!

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