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Posts do dia 20 novembro 2009

Seleção com as revelações do Brasileirão 2009

20 de novembro de 2009 37

Final de ano, início das tradicionais listas de fim da temporada 2009 no futebol brasileiro. No Campeonato Brasileiro marcado por veteranos de grande talento como Petkovic, e de jogadores já manjados no cenário nacional como os são-paulinos Miranda e Hernanes e o atleticano Diego Tardelli, também é legal mostrar uma lista com as revelações da temporada brasileira.

EDITADO: após muitos comentários, algumas considerações: Douglas Costa não merece. Não fez NENHUM gol em 2009, não pode ir pra lista nenhuma. Confesso que tinha esquecido do Fernandinho, do Barueri. Então tiro o Neymar, que foi muito irregular. E perguntaram do Sandro. O Sandro jogou ano passado várias vezes. Revelação em 2008, em 2009 não. Finalizando, esqueceram que a seleção é das revelações, portanto nada de Victor, Réver, etc.

O goleiro poderia ser Glédson, um dos poucos a se salvar no Náutico, mas eu prefiro o goleiro Felipe, do Santos, que depois de um início de carreira muito ruim (doping, falhas grosseiras, empréstimos), se firmou na temporada após a lesão de Fábio Costa e tem agradado.

Na zaga, o gremista Mário Fernandes é jogador de Seleção Brasileira. Mesmo improvisado na lateral-direita, joga muita bola. Rafael Tolói, mesmo com alguns erros e expulsões bobas, tem muito potencial. Ao seu lado, pensei muito e fiz sorteio pra cima: Fabrício do Flamengo me pareceu com menos erros que Wellington do Botafogo. Diego Renan é quase uma unanimidade na lat-esquerda, mas o flamenguista Éverton merecia ser citado.

No meio-campo, um volantão (Uélliton) do Vitória, a não-tão-jovem revelação Léo Gago, grande destaque do movediço Avaí. Como armadores, Giuliano jogaria pela direita e Paulo Henrique, do Santos, na esquerda.

Léo Gago, destaque do Avaí no Campeonato Brasileiro

Léo Gago, um dos melhores volantes do Brasileirão  e na lista de revelações do Brasileirão – Série A 2009 (foto: Flávio Neves)

No ataque faltaram grandes nomes, sem sombra de dúvidas. Nomes do porte de Keirrison em 2008, Éder Luís e Guilherme em 2007, Soares em 2006 ou  Rafael Sóbis em 2005.  Com um pouco de esforço, o santista Neymar e Muriqui, do Avaí merecem entrar nesta lista, sobretudo o segundo. Mas o colorado Marquinhos está próximo deste bloco, merecendo ao menos ser citado, assim como Wallyson, do Atlético-PR. 

O treinador é quase uma obviedade: Silas, do Avaí. E o árbitro foi, para mim, o paulista Sálvio Spínola, que manteve uma boa regularidade neste ano catastrófico de arbitragens no futebol brasileiro.

Mandem suas opiniões!

Felipe (Santos)
Mário Fernandes (Grêmio), Rafael Tolói (Goiás), Fabrício (Flamengo) e Diego Renan (Cruzeiro)
Uélliton (Vitória), Léo Gago (Avaí), Giuliano (Internacional) e Paulo Henrique (Santos)
Neymar (Santos)
Fernandinho (Barueri) e Muriqui (Avaí)

Treinador: Silas

Melhor árbitro: Sálvio Spínola Filho (SP-FIFA)


F-1 2010: Kimi Raikkonen em um 'ano sabático'

20 de novembro de 2009 1

O finlandês Kimi Raikkonen confirmou nesta sexta-feira que não irá disputar a temporada 2010 da Fórmula-1. Campeão mundial em 2007, o ex-piloto da Ferrari disse que irá correr algumas provas de rali e que não sentará em cockpit algum no próximo ano.

Ele informou que só correria se fosse pela McLaren, equipe pela qual conquistou seus primeiros resultados expressivos. A ida do campeão mundial Jenson Button para a escuderia de Woking acabou com estes planos, e Kimi resolveu tirar o chamado “ano sabático“, na prática umas ‘férias forçadas’ por falta de melhores opções.

Não é a primeira vez que pilotos campeões mundiais fazem isto, de ficarem um ano ou mais fora da categoria. Porém não é muito comum voltarem. A primeira vez que eu me recordo foi do austríaco Niki Lauda. Campeão em 1975 e 1977, Lauda não disputou as temporadas de 1980 e 1981.

O australiano Alan Jones, campeão em 1980, também teve indas e vindas. Ficou fora em 1982 e 1984, correu só uma em 1983, correu algumas provas em 1985 e 1986. O francês Alain Prost, campeão mundial em 1985, 1986 e 1989, ficou de fora em 1992 antes de retornar e ser campeão uma última vez.

O mesmo ocorreu com o inglês Nigel Mansell, que ficou de fora em 1993 após ser campeão mundial em 1992, retornando para algumas provas em 1994 e 1995.

Se lembrarem de mais alguns casos de campeões mundiais depois forçados a ficar uma ou mais temporadas de fora e ainda retornarem à categoria, mandem para cá!