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Posts de maio 2011

Spa-Francorchamps: Acidente grave causa lesões em piloto britânico

11 de maio de 2011 1

Um violento acidente causou lesões no piloto britânico Joey Foster em treinos preparatórios para os 1.000km de Spa Francorchamps, na Bélgica. O piloto perdeu o controle de sua na lendária Eau Rouge, decolou na zebra, bateu na proteção de pneus  e foi parar do lado de fora da pista. Foster, de 28 anos,  sofreu lesões na coluna, fraturando uma vértebra, mas não corre risco de vida. Ele está sendo tratado em um hospital belga.

O acidente é bem parecido com os ocorridos em 1999 envolvendo o canadense Jacques Villeneuve e o brasileiro Ricardo Zonta:

O primeiro deles foi com Jacques Villeneuve, que perdeu o controle do carro na segunda perna da curva e bateu violentamente na barreira de pneus. O treino foi interrompido e Villeneuve nada sentiu.

Porém logo após o reinício do treino, foi a vez do brasileiro Ricardo Zonta, também da BAR, bater na mesma curva, saindo quase do mesmo jeito. O acidente foi mais violento, mas Zonta igualmente não se machucou. Vejam a cena:

Gre-Nal 386: O herói inusitado, o vilão de sempre e o Grêmio bem perto do título

08 de maio de 2011 9

Repetindo 2010, o Grêmio é o virtual bicampeão estadual após o primeiro jogo das finais do Gauchão. Com o brilho de Júnior Viçosa, que marcou duas vezes em duas falhas grotescas de Renan, o Tricolor venceu por 3×2 o Internacional em pleno Beira-Rio e pode perder no jogo de volta por 1×0 ou 2×1 para ser campeão. O Colorado já começa a partida precisando fazer dois gols, e tentar levantar a taça no Olímpico, algo que não ocorre desde 1982.

Mais do que isto, o chamado “Gre-Nal Farrapo”, com os dois times vindo de traumáticas eliminações na Copa Libertadores, deixou claro que o time do Grêmio hoje tem muito mais atitude. Está menos desorganizado tecnica e taticamente, mesmo com uma infindável série de desfalques que ainda aumentou hoje. Renato está muito perto do seu primeiro título com o Grêmio. No jogo de hoje, mudou completamente a escalação do clássico de domingo passado e se deu bem: jogou no 4-2-2-2 com Escudero no meio e Leandro no ataque, enquanto Falcão mais uma vez adotou o 4-2-3-1 trocando o meia Oscar pelo atacante Rafael Sobis, que jogou recuado.

O treinador gremista venceu o duelo tático e conseguiu impor mais vibração em sua equipe. O Grêmio foi rápido na frente, se impôs ofensivamente e teve Rochemback, Viçosa e Leandro como destaques individuais. Na finalíssima domingo, Renato não terá Escudero (expulso), Fernando (suspenso) e Rodolfo (lesionado), voltando Adílson, Lúcio e provavelmente William Magrão. No Tricolor, a satisfação de ter tido mais oportunidades de gol, dominar a maioria do jogo (algo que não ocorreu na final do 2º turno) e obter uma excelente vantagem. Já o Inter não terá o suspenso Tinga, substituído naturalmente pelo retorno do suspenso Guiñazu.

Já Falcão, há um mês no cargo, recebe críticas por praticamente manter a espinha dorsal do time de Celso Roth, com os mesmos defeitos defensivos e ofensivos. Impactante a apatia absoluta do Inter no segundo tempo, outro gol na saída de bola do intervalo. E os velhos problemas de sempre: defesa muito mal, jogadores em fase técnica sofrível e questionamentos no gol, aonde Renan teve novas falhas em jogo decisivo e pode estar encerrando seu ciclo no Internacional.

O jogo começou com o Grêmio melhor e assustando Renan em duas conclusões, mas na primeira estocada colorada, Rafael Sobis ajeitou para Andrezinho chutar seco e marcar 1×0. Um minuto depois, em erro de Bolívar na saída de bola, Douglas deixou Viçosa sozinho e este perdeu para Renan, um gol incrível desperdiçado pelo Grêmio. Dez minutos depois, em lance muito parecido, Andrezinho desperdiçou o 2×0 em uma grande defesa de Marcelo Grohe. De novo, Viçosa errou chance clara em jogadaça de Mário Fernandes aos 30 minutos.

Quando parecia diminuir a pressão, o Grêmio empatou: Rochemback lançou e Viçosa, aproveitando saída errada de Renan, fez 1×1. Logo depois, Kléber recebeu livre e chutou para fora, perdendo a chance do 2×1 antes do segundo tempo.

Vestiário é o momento do time entrar ligado, marcando em cima no segundo tempo. Desde que não seja o Internacional… Quarta, o Peñarol empatou com 15 segundos de jogo, e hoje o Grêmio virou aos 39 segundos: Leandro entrou a dribles, tabelou com Viçosa e chutou cruzado para deixar o Tricolor em ótima vantagem. Aí ocorreu uma pane geral em todo o Internacional: Bolívar cometeu diversos erros, Nei foi driblado várias vezes e o Grêmio brincou de perder gols, com Escudero, Leandro e Viçosa.

Viçosa silencia Beira-Rio novamente - Foto: Ricardo Duarte (grupoRBS)

De tão mal, Falcão tirou o apático D’Alessandro e o quase nulo Sobis, colocando Cavenaghi e Oscar. Fora dois chutes isolados deste último, só deu Tricolor. Mas o Colorado tem um atacante em fase iluminada. Em sua primeira conclusão real no jogo, Kléber lançou no segundo poste e Leandro Damião marcou, contando com um leve desvio de Gílson, 2×2 aos 38 minutos. Porém, em um lance de desatenção colorada, Renan saiu mal e Viçosa, em gol idêntico ao do primeiro tempo, tocou de cabeça por cobertura para fazer o 3×2 e, com as mãos, fazer o gesto de silenciar a torcida colorada.

Resultado que deixa o Grêmio com uma mão e meia na taça. O quarto título gaúcho em seis anos.
Em frangalhos, o Inter é cobrado tecnica, tatica e animicamente. Improvável reação no Olímpico, aonde o Inter não ganha o Estadual há 29 anos.
Nas últimas três decisões entre Grêmio e Internacional, o Tricolor foi campeão em todas: 1999, 2006 e 2010.

E o 37º título está bem pertinho.

Especial Gre-Nal no Almanaque Esportivo: Os clássicos de 1996 a 2010:

2007:

2008:

2009:


2010
2011

GAUCHÃO - A evolução, década a década, das conquistas da Dupla Gre-Nal

06 de maio de 2011 4

Ao longo das décadas, Grêmio e Internacional alternaram seu predomínio no futebol gaúcho. São 39 títulos estaduais para o Internacional, contra 36 do Grêmio. Mas como foi a evolução desta disputa? Quando cada time abriu vantagem? E quando ocorreram as “viradas”?

Mais antigo, o Tricolor iniciou a disputa na frente e chegou a abrir uma boa vantagem. Depois, com o “Rolo Compressor” dos anos 40, o Colorado reverteu a diferença. O levantamento foi feito pelo Anderson Poester para seu blog, POESTER ESPORTE.

Anos 20
De 1921 a 1926 – Grêmio 3×0 Internacional
1927 – Grêmio 3×1 Internacional

Anos 30
De 1931 a 1932 – Grêmio 5×1 Internacional (maior diferença de títulos a favor do Grêmio: 4 estaduais)
1934 – Grêmio 5×2 Internacional

Anos 40
De 1940 a 1945 – Grêmio 5×8 Internacional (Internacional assume a hegemonia a partir de 1943)
1946 – Grêmio 6×8 Internacional
1947 e 1948 – Grêmio 6×10 Internacional
1949 – Grêmio 7×10 Internacional

Anos 50
De 1950 a 1953 – Grêmio 7×14 Internacional
1955 – Grêmio 7×15 Internacional (maior diferença de títulos da história: 8 títulos a favor do Internacional)
De 1956 a 1959 – Grêmio 11×15 Internacional

Anos 60
1960 – Grêmio 12×15 Internacional
1961 – Grêmio 12×16 Internacional
De 1962 a 1968 – Grêmio 19×16 Internacional (Grêmio passa Internacional em 1966)
1969 – Grêmio 19×17 Internacional

Anos 70
De 1970 a 1976 – Grêmio 19×24 Internacional (Internacional volta a assumir a ponta em 1972)
1977 – Grêmio 20×24 Internacional
1978 – Grêmio 20×25 Internacional
1979 – Grêmio 21×25 Internacional

Anos 80
1980 – Grêmio 22×25 Internacional
De 1981 a 1984 – Grêmio 22×29 Internacional
De 1985 a 1989 – Grêmio 27×29 Internacional

Anos 90
1990 – Grêmio 28×29 Internacional
De 1991 a 1992 – Grêmio 28×31 Internacional
1993 – Grêmio 29×31 Internacional
1994 – Grêmio 29×32 Internacional
De 1995 a 1996 – Grêmio 31×32 Internacional
1997 – Grêmio 31×33 Internacional
1999 – Grêmio 32×33 Internacional

Anos 2000
2001 – Grêmio 33×33 Internacional (Grêmio empata)
De 2002 a 2005 – Grêmio 33×37 Internacional (maior diferença nos últimos 30 anos: 4 títulos a favor do Internacional)
De 2006 a 2007 – Grêmio 35×37 Internacional
De 2008 a 2009 – Grêmio 35×39 Internacional (maior diferença nos últimos 30 anos: 4 títulos a favor do Internacional)

Anos 2010

2010 – Grêmio 36×39 Internacional

Inter, campeão gaúcho em 2009; Grêmio campeão em 2010 - Arte sobre fotos de Daniel Marenco e Fernando Gomes (grupoRBS)

Períodos de Hegemonia

Internacional
1943 a 1964 – 22 anos
1972 a 2000 – 29 anos
2002 a 2010 – 9 anos
Total: 60 anos

Empate: 6 anos (1919, 1920,1942, 1965, 1971 e 2001)

Grêmio
1921 a 1941 – 21 anos*
1966 a 1970 – 5 anos (último período de hegemonia gremista)
Total: 26 anos
* Não foi disputado nos anos de 1923 e 1924

Por décadas – (quem venceu mais na década)

Internacional
décadas de 40, 50, 70 e 2000

Grêmio
décadas de 20, 30, 60, 80

Empate

90

Especial Gre-Nal no Almanaque Esportivo: Os clássicos de 1996 a 2010:

2007:

2008:

2009:


2010
2011

OPINIÃO: Lento e ineficaz, Inter repete erros na política de futebol

05 de maio de 2011 15

Com um elenco de muito boa qualidade, reservas de bom nível e muito dinheiro em caixa, fica difícil entender os problemas recentes no futebol do Internacional. O desastre no Mundial de Clubes contra o Mazembe, antecipado na má-campanha do Brasileirão, e que se repetiram ontem na eliminação perante ao Peñarol em pleno Beira-Rio, incomodam  uma torcida acostumada aos títulos na última década.

Acredito que boa parte dos problemas passe por uma concepção equivocada na idéia de jogo e na montagem do elenco colorado. A política de futebol do Internacional estabelece que um time representativo da mesma fica com a posse de bola muito mais do que o adversário. Sendo assim, a maioria dos jogadores contratados para o meio-campo e laterais são de ótimo passe, assim como os volantes.

Isto garante à qualquer time colorado, excetuando-se os do 1º semestre de 2009 e o de 2006, o controle das ações do jogo. O velocíssimo time de Tite no 1º semestre de 2009 (que fez mais de 80 gols nos primeiros seis meses do ano), no qual brilhavam Taison e Nilmar, é um contra-exemplo. Assim como o time campeão da América e do Mundo, que marcou vários dos gols mais importantes da história do clube em jogadas de contra-ataque.

Todavia, nos últimos dois anos o Internacional padeceu de problemas crônicos e, até agora, insolúveis. Foi assim no segundo semestre de 2009, no segundo semestre de 2010 e nesta presente temporada. São eles:

Problema 1: É um dos times mais lentos do futebol brasileiro.

Se colocarmos duas tartarugas a serem monitoradas pelo time do Inter, as duas fogem. Kléber é lento, Bolívar é lento, Sorondo é lento, Índio é lento, Rodrigo é lento, Wílson Matias é muito lento, Guiñazu é lento, D’Alessandro é lento, Andrezinho é muito lento, Rafael Sóbis é lento.

Bolatti, por característica da função, é lento. Nei é rápido, mas não faz nada.  Sobram apenas Oscar e Leandro Damião como jogadores velozes. Pouco, muito pouco. Isto sem contar os quatro zagueiros colorados, todos com idade acima de 30 anos. Em 2010, Fabiano Eller saiu mas Rodrigo veio e pouco mudou na defesa do Inter, vulnerável à ataques.

Problema 2: É um time extremamente ineficiente no ataque.

Virou rotina em jogos do Internacional ficar o tempo todo com a posse de bola, com passes infrutíferos na intermediária e ao redor da área, sem conclusões ou chegadas em triangulação. A verticalidade da equipe praticamente não existe, os contra-ataques normalmente não resultam em nada devido às características dos atletas envolvidos.

Na prática, em jogos que as individualidades ou uma bola parada não resolvem a favor do Colorado, o que ocorre é uma sucessão de passes inúteis até que o adversário roube a bola e parta para o gol vermelho.  Contra o EMELEC, contra o Grêmio domingo e ontem ficou clara a dificuldade do Inter em entrar na área de adversários em jogadas trabalhadas, verticais pelo meio-campo. Exatamente o que ocorreu apenas duas vezes ontem, nas melhores chances coloradas: o gol de Oscar e o chute de Kléber do lado da trave.

Isto sem contar dois defeitos anímicos, sob os quais repousa a responsabilidade (ou a inexistência desta) dos líderes do elenco em campo. O primeiro é de que o Inter faz um gol e automaticamente diminui o ritmo. O segundo é uma tendência a recuar sempre que acossado, incapaz de reagir agressivamente e contragolpear o rival. Talvez pelo primeiro problema lá de cima, a lentidão geral do time.

Agora com muito tempo para treinar (são apenas 2 jogos nos próximos 17 dias), Falcão poderá impor suas idéias no time. A verticalidade e maior potencial ofensivo.

Por enquanto, o time é exatamente o mesmo dos tempos de Celso Roth: lento, burocrático, estéril.

GRÊMIO: em 1989 e 1992 reverteu desvantagens perdendo a primeira em casa!

03 de maio de 2011 10

Se vencer a Universidad Catolica e obtiver a classificação para as quarta-de-final em pleno Chile, o Grêmio terá obtido uma façanha. Será a terceira vez que o Tricolor conseguirá reverter uma desvantagem no jogo de ida em pleno estádio Olímpico. Nas duas vezes anterior, o placar obtido no jogo de volta é favorável ao Grêmio.

Em 1989 pela Supercopa, e em 1992 pela Copa do Brasil, o time gremista foi derrotado em casa mas conseguiu se recuperar fora de casa vencendo o rival. Ao longo da história de mata-matas do Grêmio em competições nacionais e internacionais, A informação é do leitor  sempre atento João Renato Alves.

A primeira classificação veio na extinta Supercopa dos Campeões da Libertadores. No dia 24 de outubro, o Grêmio perdeu em Porto Alegre para o Estudiantes por 1×0. O gol foi marcado por Cariaga. No dia 1º de novembro, o Tricolor arrasou o time argentino com gols de Paulo Egídio e Cuca (2x), se classificando para as semifinais (melhor campanha gremista em todos os tempos). Se isto ocorrer contra a Catolica, o Tricolor se classifica.

A segunda classificação heróica veio em 1992, na Copa do Brasil segunda fase. O Tricolor pegou o Paraná, clube sensação do futebol brasileiro e que tinha apenas três anos de vida e já era campeão estadual. O jogo de ida foi histórico: em três participações, o Grêmio continuava invicto na Copa do Brasil após 26 jogos.

Mas no dia 18 de setembro acabou a longa sequência, com um gol de Serginho e derrota de 1×0 em favor do Paraná. Na semana seguinte, dia 23 de outubro, Luís Américo colocou o Paraná na frente, mas na etapa complementar a virada gremista ocorreu com gols de Caio e Carlinhos, final Grêmio 2×1. Se o placar se repetir amanhã, deixa o Grêmio ao menos com a disputa de pênaltis.

O curioso é que nesta competição, o Grêmio passou de fase e pegou o Internacional, possível adversário nas quartas-de-final desta Libertadores de 2011.

F-1: Bruno Senna desce a Eau Rouge com um celular na mão no sentido inverso!

03 de maio de 2011 2

O que vocês acham da ação promocional da Lotus Renault com o brasileiro Bruno Senna? O R30, carro usado nesta temporada, fez um trecho promocional na lindíssima pista de Spa-Francorchamps, subindo a lendária Eau Rouge. E, depois de um 180°, Bruno Senna desceu a Eau Rouge, sempre segurando um blackberry na mão.

Vejam as sensacionais imagens:

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