Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
 

Posts de julho 2012

Túnel do Tempo: Há 12 anos, Rubinho vencia pela 1º vez na Fórmula-1

30 de julho de 2012 0

Na seção “Túnel do Tempo” do Almanaque Esportivo desta semana, vamos rever a primeira vitória de Rubens Barrichello na Fórmula-1: o GP da Alemanha de 2000. Há exatos 12 anos, Rubinho em sua primeira temporada pela Ferrari conseguia uma vitória improvável na saudosa pista de Hockenheim, ainda em seu traçado original.

Rubinho, que até a temporada 2000 tinha como melhores resultados dois segundos lugares (GP do Canadá 1995, GP de Mônaco 1996), e outros quatro terceiros (GP do Pacífico 1994; San Marino, França e Europa, todos no ano de 1999, fazia um início regular na Ferrari, muito atrás do companheiro Michael Schumacher e com dificuldades de andar próximo às McLaren Mika Hakkinen e David Coulthard. Segundo no GP da Austrália, Mônaco e Canadá, tinha sido 3º na Espanha, França e Áustria.  Obrigado ao leitor Gabriel Fiúza que me apontou a falha de levantamento.

No treino de classificação, diversos problemas deixaram o brasileiro em 18º lugar. Um início nada auspicioso para Rubinho… A corrida, com o tempo bastante nublado na área da Floresta Negra, já começava com problemas:  Schumacher e Giancarlo Fisichella se tocaram na primeira curva, batendo com força e abandonando a corrida, para decepção dos milhares de alemães que lotavam o autódromo torcendo pelo seu ídolo.

Faltando 17 voltas, com Hakkinen e Coulthard liderando com folgas, o incidente com o insano que invadiu a pista e ocasionou um novo safety-car. Este incidente foi citado semana passada aqui no Almanaque Esportivo: F-1 Bizarro: os 3 malucos que invadiram a pista durante as corridas!

Isto atrapalhou a corrida da McLaren, que perdeu tempo ao trocar os pneus de Hakkinen e Coulthard ao mesmo tempo, derrubando o escocês para o fim do pelotão. Só que a corrida maluca não havia se encerrado, e na saída do safety-car para os boxes, retornando à corrida, o francês Jean Alesi e o brasileiro Pedro Paulo Diniz batem violentamente, causando nova entrada.

Com poucas voltas e pista molhada em alguns setores, muitos pilotos foram para os boxes colocar pneus de chuva. Rubens Barrichello, Heinz-Harald Frentzen, David Coulthard e Ricardo Zonta, que não haviam parado e se seguravam com pneus de pista seca no asfalto molhado, estavam entre os primeiros, com Hakkinen em 5º lugar.

Frentzen quebrou, Zonta foi punido e depois bateu e Hakkinen encostou, indo para o 2º lugar. Nas voltas finais, Rubinho torcia para que a chuva não ocorresse, senão teria que parar ou perderia a vantagem. Com muito cuidado na pista molhada e de pneus slicks, o brasileiro conseguiu chegar à linha de chegada em primeiro lugar.

A emotiva narração de Galvão Bueno, do qual eu não sou muito fã, é lendária:

Barrichello comemora ao lado de Coulthard sua 1º vitória - Foto: AFP

Esta corrida foi marcada por alguns recordes:

  • Barrichello se tornou o piloto com mais GP’s antes de conquistar a primeira vitória: 123 largadas. Marca só quebrada pelo australiano Mark Webber (130 GP’s) em 2009 também no GP da Alemanha.
  • Seu 18º lugar na largada antes de obter a vitória era (e é ainda) a 3º melhor marca da história, superado apenas pelo 22º lugar do inglês John Watson no GP dos EUA em 1983 e pelo 19º lugar do norte-americano Bill Vukovich no GP dos EUA de 1954.
  • Foi a primeira vitória do Brasil desde o distante ano de 1993, no GP da Austrália e obtida por Ayrton Senna.
  • Rubens Barrichello encerrou sua carreira de 19 anos na Fórmula-1 em 2011 com: 322 GP’s, 11 vitórias, 14 pole-positions e 17 melhores voltas.

Superação Olímpica - As melhores histórias do esporte em Jogos Olímpicos

27 de julho de 2012 0

Agora um especial com posts com histórias muito especiais sobre os Jogos Olímpicos, de verão e de inverno. Vale a pena ler sobre histórias familiares. De vida. De morte. De superação pessoal. E até mesmo de muita sorte.

CURTAM OS JOGOS OLÍMPICOS DE LONDRES!!!

Confiram:

O bizarro nas Olimpíadas: "Jamaica abaixo de Zero", "Mr. Magoo" e o "Homem-Enguia"

27 de julho de 2012 1

F-1 Bizarro: os 3 malucos que invadiram a pista durante as corridas!

23 de julho de 2012 1

Cornelius Horan invadindo o GP da Inglaterra de 2003 - Captura de TV

Vou contar agora casos inacreditáveis que colocaram os invasores, pilotos e fiscais de pista em desespero durante provas da Fórmula-1 nos últimos 15 anos. São três pessoas que invadem a pista durante provas e deixam todos em pânico até que são impedidas pelos comissários. Em resumo: três idiotas.

2000 – GP DA ALEMANHA – HOCKENHEIM

Na lendária pista de Hockenheim, ainda em seu antigo traçado, Um empregado demitido da Mercedes-Benz invadiu a pista na parte mais veloz do circuito e cruzou a mesma sob o olhar atônito dos fiscais de pista que tentavam impedi-lo. Com uma faixa dizendo que a montadora havia lhe demitido depois de 20 anos de serviço, este homem obrigou a entrada de um safety-car até que fosse imobilizado pelos fiscais.  A corrida ficou marcada por um fortíssimo acidente entre o brasileiro Pedro Paulo Diniz e o francês Jean Alesi e, claro, pela primeira vitória de Rubens Barrichello na Fórmula-1, a primeira em sete anos do Brasil na categoria.

2000 – GP DA INGLATERRA – SILVERSTONE

O demente padre irlandês Cornelius Neil Horan invadiu a pista em um setor de alta velocidade na 11º volta. Ao contrário do alemão invasor de três anos antes, Horan entrou no meio da pista com banners escrito “Leia a Bíblia” e “A Bíblia está sempre com a razão”. Horan correu sério risco de ser atropelado e causar um incidente de graves proporções, pois andava na contra-mão da pista em direção à curva, aonde a visibilidade dos pilotos seria menor. Ele foi imobilizado por um fiscal de pista antes que o pior ocorresse:

Este ex-padre (excomungado pela Igreja Católica), faria bem pior no ano seguinte: invadiria a prova de 42km da Maratona de Atenas e derrubou o brasileiro Vanderlei Cordeiro de Lima, que então liderava faltando poucos quilômetros. Vanderlei terminou com o bronze e posteriormente foi agraciado com a medalha “Pierre de Coubertin“, a honraria máxima do esporte mundial. Assim como em 2000, Hakkinen liderava mas perdeu a distância por causa do safety-car. Rubinho, em uma de suas melhores corridas na carreira, venceu novamente.

2004 – GP DA ESPANHA – BARCELONA

Nesta corrida o invasor foi um velho conhecido. O mundialmente conhecido e insano”Jimmy Jump” invadiu a volta de apresentação do GP da Espanha com sua habitual indumentária ‘promovendo’ a liberdade da Catalunha. Jimmy foi derrubado e retirado pelos fiscais de pista antes que os pilotos ficassem sabendo. A corrida, que não foi afetada pelo incidente, foi vencida por Michael Schumacher.

OBS: obviamente não citei o incidente do GP da África do Sul em 1977, Kyalami, no qual um fiscal de pista morreu atropelado pelo britânico Tom Pryce, igualmente morto no acidente. São casos diferentes, apesar do equívoco em estar dentro da pista ter sido idêntico.

As maiores transferências da história do RS - Corrigidas pela inflação!

16 de julho de 2012 19

A venda de Oscar pelo valor de 25 milhões de euros do Internacional para o Chelsea foi expressiva, mas não foi recorde. Pelo valor divulgado nesta tarde na imprensa brasileira, o jogador renderá 62,1 milhões de reais, divididos em partes iguais por Internacional e o próprio atleta. Será a 3º maior transferência de todos os tempos no futebol do Rio Grande do Sul, já com valores corrigidos.

Oscar é a 3º maior transferência da história - Foto: Ricardo Duarte/RBS

Meu critério de “corte” foram vendas que, com seus números corrigidos, superaram 10 milhões de reais. A lista começa com a mais antiga de todas. Falcão foi vendido para a Roma por módicos US$ 1,7 milhões, ou algo em torno de 91 milhões de cruzeiros da época.Todos os valores de época foram atualizados pelo índice do IPC-A, do IBGE.

Antes de Oscar, outro a entrar no rol das grandes negociações da história em 2012 foi o lateral-direito Mário Fernandes, negociado para o CSKA Moscou em maio. São 16 colorados e 12 gremistas ao longo de 32 anos de levantamento.

Nos 10 primeiros: 4 gremistas e seis colorados, incluindo os cinco primeiros: Alexandre Pato, Fábio Rochemback, Oscar, Nilmar e Lúcio. Se Rochemback e Scheidt estão fácil na lista de piores contratações européias de todos os tempos, os outros tiveram períodos de grande sucesso, sobretudo Lúcio, uma lenda no futebol europeu e mundial.

Dos 16 colorados, todos foram formados no Beira-Rio à exceção de Giuliano (que jogou profissionalmente no Paraná), e Oscar (formado no São Paulo). Já no caso do Grêmio, são 2 que jogaram fora profissionalmente de maneira regular: Paulo Nunes (Flamengo) e Réver (Paulista-SP).

OBS: CLIQUEM NA IMAGEM PARA VER EM TAMANHO COMPLETO

Maiores Transferências do Futebol do RS - Corrigidas pela inflação! - Arquivo Pessoal

POR POSIÇÃO

  • Goleiros (1); Laterais (1); Zagueiros (4); Volantes (5); Meias (9); Atacantes (8)

POR DESTINO

  • Alemanha, Espanha, Portugal e Rússia (4); França, Inglaterra e Ucrânia (3); Itália (2) ; Escócia (1)

VEJA TAMBÉM

Gustavo Kuerten entra para o 'Hall da Fama' do Tênis, confira o ESPECIAL GUGA

14 de julho de 2012 2

Gustavo Kuerten, o maior tenista masculino da história do país está entrando neste sábado no Hall da Fama do Tênis Mundial. Tricampeão de Roland Garros. Número 1 do mundo em 2000. E um dos principais símbolos do esporte brasileiro.

Guga no Internacional Tennis Hall of Fame & Museum Foto: Kate Whitney Lucey / Divulgação

Guga no Internacional Tennis Hall of Fame & Museum Foto: Kate Whitney Lucey / Divulgação

Nascido na individualidade, sem um projeto organizado, sem apoio governamental ou das Federações. Que ralou muito mas conseguiu chegar no topo.

Guga, com seu carisma incomparável, é o símbolo do esporte brasileiro: que só depende de si mesmo, pois as políticas educacionais e esportivas estão muito longe de gerar um projeto permanente.

No dia em que Kuerten é imortalizado ao lado de outros monstros sagrados do tênis mundial, vale a pena rever o especial feito em maio de 2009, na época de sua aposentadoria, para o grande tenista catarinense:

  • ESPECIAL GUGA: Um mito brasileiro no tênis
  • ESPECIAL GUGA: O bi em Roland Garros
  • ESPECIAL GUGA: Líder do ranking da ATP!
  • ESPECIAL GUGA: O início do fim
  • Postado por Perin, que saúda o grande GUGA!

    Italiano comemora antes da hora e perde corrida: confira outras histórias semelhantes!

    12 de julho de 2012 0

    O motociclista italiano Ricardo Russo se superou neste último final de semana e jogou fora uma vitória provável no Campeonato Italiano de Velocidade. No GP de Mugello, categoria Superbikes até 600cc, Russo vencia no início da última volta de forma apertada. Achando que era a bandeirada final, diminuiu a velocidade e passou a comemorar efusivamente a “conquista”.

    Porém a corrida não havia se encerrado! Ele demorou quase toda a volta para perceber, voltar a acelerar. Russo acabou na deprimente 14º colocação. Vejam o vídeo:

    • Outros casos históricos me vieram na cabeça. O primeiro foi do piloto sueco Bjorn Wirdheim, que em 2008 perdeu a 2º bateria da GP2 em Mônaco por comemorar antes da linha de chegada, vencida pelo dinamarquês Nicolas Kiesa. Leiam o que escrevi em 2008: Oie, eu sou muito burro e perdi a corrida!!!
    • Temos ainda a célebre última vitória de Nélson Piquet na Fórmula-1, GP do Canadá de 1991 em Montreal. O inglês Nigel Mansell comemorava, acenava para a torcida e isto aconteceu: GP do Canadá: a última vitória de Nélson Piquet
    • Khalid Askri, goleiro do FAR Rabat, foi eliminado da Copa do Marrocos por comemorar um pênalti antes da hora. Também comentei isto aqui no Almanaque: Pênalti inacreditável: goleirão achou que tinha defendido, mas…
    • Bem semelhante à anterior, em um campeonato amador de futebol da Itália, o goleiro Angeli saiu comemorando uma defesa. Mas a bola não tinha parado ainda… MONDO BIZARRO: Pênaltis inacreditáveis na Itália e na Islândia!
    • Outra história que eu lembrei ocorreu nos Jogos Olímpicos de Inverno em 2006, na cidade italiana de Turim. A norte-americana Lindsey Jacobellis vencia com folga a competição de snowboarder. No último salto, foi fazer pose e acabou se desequilibrando e caindo. A suíça Tanja Frieden, que estava muito longe, acabou levando o ouro, e Jacobellis ficou com a prata. Vejam o vídeo ao vivo do erro patético da snowboarder:
    • A mais estúpida de todos foi a derrota do colombiano Alex Kuyavian no Campeonato Mundial de Patinação, prova dos 10 km de velocidade. Ele vencia com larga vantagem quando passou a comemorar com uma reta de antecipação. Se desconcentrou e desacelerou de tal maneira que acabou ultrapassado pelo sul-coreano Lee Sang Cheol. Vejam o vídeo:

    PESQUISA: Todos os estrangeiros campeões ou vice da Libertadores jogando no Brasil

    12 de julho de 2012 2

    Depois do post falando sobre  Brasileiros no exterior: quais venceram a Libertadores e Liga dos Campeões!, resolvi inverter. Pesquisei quais jogadores estrangeiros foram campeões da Copa Libertadores da América jogando por clubes brasileiros. A lista, ao contrário do que eu pensava, não é muito extensa. O último a entrar foi o reserva, e quase nunca acionado, Luís Ramirez, peruano e campeão pelo Corinthians na semana passada.

    O primeiro  estrangeiro campeão foi uma surpresa para mim. Achava que tinha sido o argentino Perfumo pelo Cruzeiro em 1976, mas depois vi que o defensor tinha sido adversário do Cruzeiro na final, jogando pelo River Plate.

    Sendo assim, a primazia coube ao capitão gremista Hugo de León, campeão da América em 1983. Apenas dez anos depois, o também uruguaio Matosas (reserva), foi campeão. Depois tivemos dois títulos de Arce e Rivarola, os únicos estrangeiros bicampeões por clubes brasileiros (no Grêmio em 1995 e Palmeiras em 1999).

    O recorde eu imaginava: o Inter de 2010 com 5 estrangeiros campeões da América, dois deles titulares e outros dois que começaram titulares, mas terminaram no banco. Curiosidade: o Santos jamais foi campeão ou vice-campeão da Libertadores com um atleta estrangeiro no grupo.

    ESTRANGEIROS CAMPEÕES DA LIBERTADORES POR TIMES BRASILEIROS

    • 1983 – De León (URU) – Grêmio
    • 1993 – Matosas (URU) – São Paulo
    • 1995 – Arce (PAR), Rivarola (PAR) – Grêmio
    • 1999 – Arce (PAR), Rivarola (PAR) – Palmeiras
    • 2005 – Lugano (URU) – São Paulo
    • 2006 – Rentería (COL) – Internacional
    • 2010 – Bruno Silva (URU), Sorondo (URU), Pato Abbondanzieri (ARG), Guiñazu (ARG), D’Alessandro (ARG) – Internacional
    • 2012 – Luís Ramirez (PER) – Corinthians
    • Total: 12 jogadores campeões. Arce e Rivarola foram campeões 2 vezes.

    Os vice-campeões são praticamente o mesmo número. Os primeiros foram os uruguaios Pedro Rocha e Forlán, vice-campeões em 1974 pelo São Paulo. Como curiosidade, Matosas que foi campeão em 1993 e vice-campeão em 1994, assim como Arce e Asprilla em 1999 e 2000; e Lugano em 2005 e 2006
    ESTRANGEIROS VICE-CAMPEÕES DA LIBERTADORES POR TIMES BRASILEIROS

    • 1974 – Pedro Rocha (URU), Forlán (URU) – São Paulo
    • 1980 – Benítez (PAR) – Internacional
    • 1984 – De León (URU) – Grêmio
    • 1994 – Matosas (URU) – São Paulo
    • 2000 – Arce (PAR), Asprilla (COL) – Palmeiras
    • 2006 – Lugano (URU) – São Paulo
    • 2007 – Saja (ARG), Schiavi (ARG), Gavilán (PAR) – Grêmio
    • 2008 – Darío Conca (ARG) – Fluminense
    • 2009 – Sorín (ARG) – Cruzeiro
    • TOTAL: 13 jogadores vice-campeões

    LEITURA COMPLEMENTAR

    PESQUISA: Brasileiros no exterior que venceram a Libertadores e Liga dos Campeões!

    10 de julho de 2012 5

    Quais atletas brasileiros conquistaram os títulos continentais da América e da Europa jogando por equipes de outros países? Por sugestão do leitor André Soares Ribeiro (que por sua vez contou com informações de Rafael Maranhão, Manoel Junqueira, Heitor e dados do comentarista esportivo Paulo Vinícius Coelho), que fez o levantamento abaixo dos jogadores campeões na Liga dos Campeões da Europa, fiz o levantamento de atletas campeões na Copa Libertadores da América jogando em times do exterior.

    Vários dos atletas na listagem da Libertadores tiveram passagens formidáveis no futebol gaúcho: Jair, Manga, Iarley, Salvador. Outro deles, João Cardoso, que jogou no Grêmio com um destaque apenas fugaz, se tornou uma lenda no futebol argentino nos anos 60.
    Brasileiros campeões e vice da Libertadores por times estrangeiros
    CAMPEÕES

    • 1982 – Jair – Peñarol (URU)
    • 1971 – Manga – Nacional (URU)
    • 1967 – João Cardoso – Racing Club (ARG)
    • 1960 – Salvador – Peñarol (URU)

    VICE-CAMPEÕES

    • 2004 – Iarley – Boca Juniors (ARG)
    • 1997 – Julinho – Sporting Cristal (PER)
    • 1969 – Manga – Nacional (URU)
    • 1963 – Orlando Peçanha – Boca Juniors (ARG)

    Brasileiros campeões e vice da Copa dos Campeões/Liga dos Campeões da Europa por times estrangeiros
    CAMPEÕES

    • 1960 – Canário, Didi – Real Madrid-ESP
    • 1963 – Dino Sani e Mazola Altafini e Germano – Milan-IT
    • 1964 – Jair da Costa – Internazionale-ITA
    • 1965 – Jair da Costa – Internazionale-ITA
    • 1969 – Sormani – Milan-ITA
    • 1987 – Juari, Casagrande, Celso, Paulo Ricardo e Elói – Porto-POR
    • 1997 – Júlio César – Borussia Dortmund-ALE
    • 1998 – Roberto Carlos, Zé Roberto e Sávio – Real Madrid-ESP
    • 2000 – Roberto Carlos, Júlio César e Sávio – Real Madrid-ESP
    • 2001 – Élber, Paulo Sérgio – Bayern de Munique-ALE
    • 2002 – Roberto Carlos, Flávio Conceição e Sávio – Real Madrid-ESP
    • 2003 – Dida, Serginho, Roque Júnior e Rivaldo – Milan-ITA
    • 2004 – Carlos Alberto, Derlei, Deco e Bruno Moraes – Porto-POR (obrigado Diego Zanini e Fábio pelas correções)
    • 2006 – Edmílson, Belletti, Ronaldinho Gaúcho, Sylvinho, Thiago Motta e Deco – Barcelona-ESP
    • 2007 – Dida, Serginho, Cafu, Kaká e Ricardo Oliveira – Milan-ITA
    • 2008 – Anderson – Manchester United-ING
    • 2009 – Sylvinho, Daniel Alves – Barcelona-ESP
    • 2010 – Júlio César, Lúcio, Maicon, Thiago Motta e Mancini – Internazionale-ITA
    • 2011 – Daniel Alves, Maxwell, Adriano e Thiago Alcântara – Barcelona-ESP
    • 2012 – David Luiz, Ramires e Alex – Chelsea-ING
      Total: 50 jogadores, com Roberto Carlos e Sávio sendo tricampeões europeus, sempre pelo Real Madrid (valeu, André!)

    VICE-CAMPEÕES

    • 1957 – Julinho – Fiorentina-ITA
    • 1961 – Evaristo de Macedo – Barcelona-ESP
    • 1962 – Canário – Real Madrid-ESP
    • 1972 – Jair da Costa – Internazionale-ITA
    • 1973 – Mazola Altafini – Juventus-ITA
    • 1984 – Falcão e Toninho Cerezzo – Roma-ITA
    • 1992 – Toninho Cerezzo – Sampdoria-ITA
    • 1988 – Elzo,Chiquinho, Wando, Mozer – Benfica-POR
    • 1990 – Aldair, Ricardo Gomes e Valdo – Benfica-POR
    • 1991 – Mozer – Olympique Marseille-FRA
    • 1994 – Romário – Barcelona-ESP
    • 1999 – Élber – Bayern de Munique-ALE
    • 2001 – Fábio Aurélio – Valencia-ESP
    • 2002 – Zé Roberto, Lúcio – Bayer Leverkusen-ALE
    • 2005 – Dida, Cafu, Serginho e Kaká – Milan-ITA
    • 2006 – Gilberto Silva – Arsenal-ING
    • 2007 – Fábio Aurélio – Liverpool-ING
    • 2008 – Alex, Belletti – Chelsea-ING
    • 2009 – Anderson, Rodrigo Possebom, Rafael e Fábio – Manchester United-ING
    • 2010 – Breno – Bayern de Munique-ALE
    • 2011 – Anderson, Rafael e Fábio – Manchester United-ING
    • 2012 – Rafinha e Luiz Gustavo – Bayern de Munique-ALE
      Total: 34 jogadores , com Anderson, Rafael e Fábio duas vezes vice pelo Manchester United, enquanto Mozer e Toninho Cerezzo, atuando por dois times diferentes, também terminaram em segundo lugar.

    LEITURA COMPLEMENTAR

    Os maiores tenistas de todos os tempos - Títulos no Masculino

    10 de julho de 2012 1

    Neste último domingo, o lendário Roger Federer bateu o escocês Andy Murray e conquistou o heptacampeonato na centenária quadra de Wimbledon. Por sugestão do amigo Daniel Machado, resolvi atualizar um post de 2008 sobre o assunto, no qual dissequei estatísticas sobre este tema: os maiores vencedores da história do Tênis. Vamos à elas?

    Roger Federer beija, pela sétima vez, o troféu em Wimbledon

    Roger Federer beija, pela sétima vez, o troféu em Wimbledon

    Lembrando que são 4 os títulos de ‘Grand Slam’: Aberto da Austrália, Torneio de Roland Garros, Torneio de  Wimbledon e Aberto dos Estados Unidos.

    • RECORDE TÍTULOS NOS QUATRO ‘GRAND SLAM’

    Em setembro de 2008, quando do post original, a situação era distinta. Hoje, Roger Federer é o recordista de todos os tempos em títulos de Grand Slam: são 17 conquistas, três a mais que o norte-americano Pete Sampras, e cinco sobre Rod Emerson, australiano que jogou nos anos 60. O rival Rafael Nadal já tem 11 conquistas, enquanto Novak Djokovic tem ‘meras’ 5 conquistas. Mas é o mais novo deles…

    • RECORDE DE TÍTULOS EM UM ÚNICO ‘GRAND SLAM’

    Com a vitória de domingo, Federer chegou a sete conquistas em Wimbledon, empatando com Sampras. Federer também é o líder de conquistas na Austrália (4) e Estados Unidos (5). Já Nadal estava empatado em seis conquistas com Bjorn Borg em Roland Garros, mas superou a lenda sueca nesta temporada ao obter seu sétimo troféu.

    • RECORDES DE TÍTULOS NA CARREIRA

    O primeiro é o australiano Rod Laver, com 185 conquistas(mas só 40 na Era Profissional). Bem atrás, o norte-americano Jimmy Connors com 148 (109 pela ATP) e o tchecoslovaco naturalizado norte-americano Ivan Lendl, com 144 conquistas (94 da ATP). Para título de comparação, Federer tem 75 títulos, Nadal 50 e Djokovic 30 títulos.