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Posts de julho 2012

"Categorias de base do Grêmio: A continuidade política é o maior problema!" - CONTRAPONTO

09 de julho de 2012 4

O amigo Paulo Deitos, ex-diretor das categorias de base do Grêmio, enviou o contraponto do texto da semana passada “Categorias de base do Grêmio: A continuidade política é o maior problema!”. Vou reproduzir na totalidade, sem nenhum ajuste. Ele não questiona o texto inteiro, apenas a análise da gestão de Duda Kroeff. Vamos à ela?

“Vou te dar o contraponto desde a parte do texto: Mas este trabalho foi abreviado por uma reviravolta política: depois de 4 anos, o grupo de Paulo Odone acabou derrotado por Duda Kroeff, apoiado pelo lendário ex-presidente Fábio Koff.”

Primeiramente e para ficar bem claro que, quem quis deixar o Grêmio, foi Rodrigo Caetano e não o Grêmio que o mandou embora, isso foi a versão do próprio.

Em segundo lugar, a base não foi entregue ao Paulo Autuori, pois EU PAULO ROBERTO DEITOS, era Diretor antes de ele chegar e o nosso trabalho( que Autuori chancelou e colaborou posteriormente) já estava em andamento e nadica de nada foi modificado. A primeira coisa que fiz como Diretor, foi avaliar o pessoal e com quem eu poderia contar(com conhecimentos práticos e teóricos). Após uma  análise do quadro de pessoal, senti a necessidade de dois profissionais, um para a parte administrativa e outro para o futebol, pois era minha intenção realizar uma mudança de rumo, baseado numa idéia de Categorias de base, igual ou aproximada, com a que estava sendo usada pelas principais equipes de futebol mundial.

Primeiramente contratei Mauro Rocha(este, nem conhecia pessoalmente Paulo Autuori) e foi solicitado a indicação de  um profissional ao treinador que estaria chegando em pouco tempo(Paulo Autuori) e este, indicou, Edson Aguiar, numa entrevista só deu para perceber que estávamos diante de um profissional extremamente capacitado e com o perfil correto para o trabalho que queríamos desenvolver.

Porque solicitamos a indicação do profissional ao Paulo Autuori?  Simples, porque dentro do trabalho que estavamos planejando, estava a total integração Profissional/base e achamos importante ter alguém que tivesse bom trânsito com quem iria treinar o profissional.

Elaboramos, a partir deste momento, um detalhado Planejamento Estratégico, afim de pôr em prática o que imaginavamos  ser um trabalho consistente e profícuo. Ai, sim, com a chegada de Paulo Autuori, começamos a construir as pontes que antes não existiam entre BASE e o Profissional.

Estas pontes, apesar do excelente trabalho que vinha desenvolvendo Rodrigo Caetano, até nossa chegada, estavam somente com os pilares em andamento e não existia a ligação, fato inclusive que motivou a saída de Julinho Camargo, pois este achava que tão cedo não teria vez como treinador do profissional e sentiu-se desprestigiado com a escolha de Marcelo Rospide para a interinidade e achou que era o momento de sair, que tinha ganho muita coisa como treinador e queria uma oportunidade de seguir carreira em alguma equipe profissional.  Pergunta: Que culpa teve quem assumiu a base por encontrar estas disputas de beleza?

O chamado “LEGADO AUTUORI”, não foi um fracasso, ao menos para nós que estávamos na base, pelo contrário, as equipes técnicas da base nunca tiveram tanto intercâmbio e tanto conhecimento teórico e prático como neste período. Autuori e Aguiar mostraram e deixaram registrados, centenas de práticas de um dia a dia do futebol, metodologias de treinamento, vídeos, palestras e mais uma dezena de ferramentas que, fizeram com que todas as categorias, tivessem naquele ano de 2009, um desempenho e vitórias(tanto esportivas como de aprendizado) muito acima do que realizaram neste período, qualquer outra categoria  de base no Brasil.

Sem medo de errar afirmo que, os “profissionais” que saíram naquele período não estavam preparados para desenvolver o trabalho que estávamos propondo. Não possuíam as características de trabalho em grupo que se exigiria a partir daquele momento.

Apesar de Dassler Marques, defender minha participação e até a elogiar nas CB, comete uma série de equívocos na análise sobre as mesmas nos dois textos(links) postados por ti. Entre estes estão:

Eu nunca fui da turma do Odone e provavelmente nunca o serei, já que não gosto da forma autoritária que ele sempre dirigiu e dirige o clube. Julinho Camargo, não foi demitido e sim pediu para sair no momento que soube que Rospide iria assumir interinamente o profissional até a chega de Autuori.(já expliquei acima). A previsão relatada de Dassler quanto ao futuro de jogadores não se confirmou, já que Saimon continua no Grêmio, Fernando é o jogador mais valorizado do plantel e quem sabe a salvação financeira do clube(alguém vai ter que pagar a elevada conta da folha de pagamento atual).

Por favor, não se pode desprestigiar dois campeonatos Brasileiros Sub-20(2008-2009) e achar que o campeonato é de baixo nível,  só para reforçar uma tese. Engraçado, os elogios ao Julinho Camargo se baseiam em quase sua totalidade aos campeonatos vencidos e muito pouco sobre a formação de jogadores. Do time de 2008, treinado por Julinho, não ficou um único jogador no profissional com potencial para ser titular absoluto e ou ser vendido para gerar grande caixa ao clube. No entanto, Dassler, acerta em cheio na análise que, o que atrapalha a formação de jogadores na base é sim a influência política e de terceiros(empresários).

A maior prova que o trabalho estava sendo um sucesso, é que, depois dos inúmeros títulos ganhos em 2009, todos eles passando por vitórias sobre o Internacional(algumas em semi-finais), rolaram muito mais cabeças no co-irmão que as que rolaram na reformulação vencedora das CB em 2009 do Grêmio .Existem outros fatos  e informações que teriam que ser desmentidos…Estou a disposição do amigo e do Dassler, se quiserem, a mostrar para vocês como foi construído todo o acima relatado, mas isso, só pessoalmente.

Corinthians 2012 - Porque venceu? Lições a serem aprendidas

05 de julho de 2012 16

O título do Corinthians em 2012 da Taça Libertadores da América, obsessão corinthiana desde sempre, é talvez o mais merecido (se é que este conceito existe) da última década na competição. A equipe do Parque São Jorge acertou praticamente tudo nos últimos 18 meses e foi justamente coroada como “Campeã da América”.

Corinthians, o merecido campeão da América 2012 - Foto: Victor R. Caivano, AP

Além de fatores aleatórios como “sorte de campeão”, como no lance de Diego Souza nas quartas-de-final contra o Vasco da Gama, o Corinthians agiu corretamente em todos os setores. Desde a permanência de Tite após dois fracassos consecutivos, passando pela montagem do time campeão brasileiro e da Libertadores, até a organização técnica da equipe, com uma defesa forte, meio-campo equilibrado e ataque eficiente.

Vale ressaltar um breve resumo de tudo que o Corinthians fez e que levou ao momento de catarse

  • Em 2011, o Corinthians foi eliminado da Copa Libertadores ainda na fase preliminar, depois de ter perdido o título brasileiro para o Fluminense pouco menos de 2 meses antes.
  • As torcidas organizadas invadem o CT do Corinthians e depredam carros particulares.
  • Muito acima do peso, Ronaldo anuncia a aposentadoria e Roberto Carlos vai para o futebol russo.
  • A demissão de Tite era certa, mas o presidente Andrés Sánchez deixou claro: ele não sai.
  • Respaldado, ainda com um elenco deficiente, Tite começa um trabalho de longo prazo.
  • O elenco é reformulado, a prospecção no interior de São Paulo funciona. A defesa se consolida com a contratação de Leandro Castán, uma barganha do Corinthians.
  • Os volantes viram destaque: Ralf e Paulinho se tornam esteios do meio-campo e superam e muito o rendimento dos 3 jogadores do setor que haviam sido negociados recentemente: Cristian, Elias e Jucilei.
  • Jogadores multicampeões vieram para dar experiência e tranquilidade à uma equipe fadada a momentos de tensão: Danilo, Alex e Émerson.
  • Organização fora de campo, passando por um apaziguamento político do clube.
  • Time montado de trás para a frente, com uma defesa quase inexpugnável.
  • Eventuais problemas, como o fraco goleiro Júlio César, foram rapidamente sanados. Seu substituto Cássio alternou momentos irregulares, mas nos lances decisivos fez a diferença.
  • O Corinthians fez a 2º melhor campanha geral na primeira fase.
  • Depois eliminou o atual campeão Santos
  • Na final, bateu o maior vencedor das últimas décadas, Boca Juniors, inapelavelmente

Existe contraponto para isto? Evidentemente que não.

Há meses falei repeti: estou torcendo contra, mas ninguém mais tem merecido que o Corinthians ganhar esta Libertadores.

Quer você, colorado ou gremista, tenha gostado disto ou não, o fato é:

O Corinthians mereceu

Categorias de base do Grêmio: A continuidade política é o maior problema!

05 de julho de 2012 11

Assisti as finais da Copa FGF Sub-17 e a primeira partida das finais do Estadual gaúcho de juniores. Todas encerradas com vitórias do Internacional, duas delas com placar elástico. Saltaram aos olhos a disparidade técnica entre os dois times, e as redes sociais foram inundadas de fortes críticas aos resultados gremistas.
Sobretudo no time de juniores, a diferença foi oceânica, mas cabe aqui algumas ressalvas: o Inter tinha dois jogadores do profissional, Fred e Maurides. O Grêmio perdeu o técnico Jorge Parraga para os profissionais do Barueri há cerca de 20 dias e estava de treinador interino. Ocorreu ainda um erro claro de arbitragem contra o Tricolor. Porém, a unânime opinião foi de que o Inter foi muito superior ao Grêmio em todos os setores.

Juniores do Grêmio- Foto: Divulgação Grêmio.net

Cabe o questionamento: o que está ocorrendo na Azenha? Seria uma involução? Não tomemos opiniões precipitadas.
O sinal que os dois clubes estão em estágios diferentes é evidente. Desde 2005, faço um levantamento de títulos das categorias de base da Dupla Gre-Nal, incluindo torneios relevantes no exterior. São 30 títulos do Grêmio (20 estaduais) e 69 títulos do Internacional (40 estaduais). É muito, especialmente porque os dois clubes hoje tem estruturas semelhantes para seus garotos.
Meu diagnóstico sobre isto pode ser resumido em um aspecto: falta de continuidade política no Grêmio. Desde 1999, nenhum grupo político gremista ficou mais do que 4 anos. E o tempo é indispensável no planejamento de categorias de base.
Naquele tempo, o Tricolor tinha uma estrutura de categorias de base invejada em todo o país, enquanto o Internacional estava atirado no lixo. Em 2000, as categorias de base coloradas dormiam em alojamentos lastimáveis, mais parecidos com cortiços dentro do Beira-Rio. E olha que isto era um avanço: em 1996, o histórico presidente Fernando Carvalho assumiu como dirigente da base após ver 3 times do Inter (em um deles, seu filho jogava) usarem o mesmo uniforme em Gre-Nais de base no mesmo dia, enquanto o rival utilizava três jogos completos de fardamento.
E o que mudou no Beira-Rio desde então? A partir de 2002, o mesmo movimento político gerencia o Internacional. Implantou-se uma política de continuidade nas categorias de base, e profissionais de extrema qualidade permanecem desde então. É o nítido caso do Coordenador-Técnico Ademir Calovi, enquanto outros funcionários da área, como Jorge Macedo só saíram por propostas vantajosas financeiramente (e este já voltou!). Os treinadores seguem uma nítida hierarquia: vão subindo de categoria caso mostrem bons resultados. Nomes como Osmar Loss, Marcelo Estigarribia e André Jardine trilharam um longo caminho até os juniores.
Alguns, como Estigarribia, não foram bem nos juniores e deixaram o clube, mas ainda assim trilharam um caminho de sucesso. O ex-goleiro Clemer, uma lenda do clube, é uma exceção: entrou direto nos juvenis. Mas um ótimo trabalho de 18 meses gerou 4 títulos em 5 competições. Clemer tem o elenco na mão (aliás, uma ótima geração) e está sendo observado pela diretoria do clube.
Outro aspecto a ser ressaltado é a respeito da impecável rede de olheiros colorada. Muitos jogadores chegaram ao clube ainda na base, mas próximos do time profissional, como o volante Sandro e o promissor meia Fred. Sobretudo em MG e PR, os colorados possuem um histórico de ótimas contratações.
Enquanto isto, neste período o Grêmio viu suas categorias de base serem vergonhosamente sucateadas na gestão José Alberto Guerreiro e sofreu com a penúria financeira com Flávio Obino, chegando ao fundo do poço.
A partir de 2005, surgiu o trabalho de Rodrigo Caetano, um ex-meia com carreira precocemente abreviada e que estudou para se tornar um executivo de futebol. Começou na base do Grêmio e, com forte apoio do presidente Paulo Odone, reformulou das cinzas para um nível bastante aceitável, sobretudo em infraestrutura e organização. Seu trabalho foi tão bom que rapidamente ele subiu ao grupo profissional do Grêmio, com resultados igualmente qualificados.
Mas este trabalho foi abreviado por uma reviravolta política: depois de 4 anos, o grupo de Paulo Odone acabou derrotado por Duda Kroeff, apoiado pelo lendário ex-presidente Fábio Koff. Imediatamente, Rodrigo Caetano deixou o Grêmio. Alguns meses depois, chegou o técnico Paulo Autuori com poderes totais na base. Dois nomes externos ao clube, mas das relações do treinador assumiram o comando do futebol de base: Edson Aguiar e Mauro Rocha. O ótimo trabalho do diretor Paulo Deitos foi descartado e os resultados foram catastróficos. sobretudo em 2010. Pessoas com décadas de trabalho ao clube, e bons relacionamentos com os empresários foram afastadas, e bons valores acabaram nos rivais.
Em 2011, adivinhem o que ocorreu? Mais uma inversão política. Desta vez, corretamente o clube abandonou todo o péssimo trabalho do “Legado Autuori” e começou o processo de reconstrução, com novos nomes e retornos de ex-profissionais. Um trabalho que começa a dar frutos. Só que os percalços prosseguem: causou surpresa esta semana a escolha de Marcelo Mabília como técnico dos juniores, já que ele tem uma relação muito próxima com o empresário Jorge Machado. E este é amigo do atual gerente de futebol Paulo Pelaipe, com diversos jogadores no elenco profissional.
Isto aliado à imprevisível eleição presidencial do Grêmio em setembro pode causar uma nova descontinuidade na política de futebol. É improvável não ocorrer mudanças radicais nas categorias de base caso o grupo do presidente Fábio Koff assuma o comando do Tricolor. Haverá um rompimento das idéias.
O Grêmio precisa de um pacto buscando um planejamento estratégico a longo prazo nas categorias de base.
Isto deveria envolver todos os setores do clube, tal qual ocorreu na construção da Arena.
Um trabalho costurado politicamente, mas envolvendo profissionais realmente especializados no assunto.
Porém… Haverá humildade?
Ou a ‘fogueira de vaidades’ do Grêmio irá derrubar os planos de um futuro alvissareiro na base gremista?
OBS: Agradecimentos aos textos de Dassler Marques no Olheiros.Net
LEITURA COMPLEMENTAR
Decadência na Azenha, por Dassler Marques – http://olheiros.net/artigo/ler/2290
O fim da Era Autuori na base, por Dassler Marques – http://www.olheiros.net/artigo/ler/2940

Seleção Olímpica 2012 - Meu palpite dos 18 convocados de Mano Menezes

04 de julho de 2012 1

Analisando as últimas convocações, não acredito que a lista final do técnico Mano Menezes de 18 jogadores para os Jogos Olímpicos de 2012 seja muito diferente da que eu vou apresentar abaixo. Será mais uma tentativa de buscar a medalha de ouro olímpica, inédito no futebol brasileiro. Até hoje, o máximo que o Brasil obteve foram duas medalhas de prata, em 1984 (Los Angeles) e 1988 (Seul). Em 1996 (Atlanta) e 2008 (Beijing), o Brasil ficou com a medalha de bronze.

Para mim, os três jogadores acima de 23 anos estão praticamente garantidos: o lateral-esquerdo Marcelo e os zagueiros Thiago Silva e David Luiz. Por ser um grupo muito restrito, de apenas 18 jogadores, o treinador tem que levar atletas o mais polivalente possíveis. O técnico Mano Menezes vai divulgar a lista final de jogadores amanhã, dia 5 de julho, às 15h (de Brasília), em evento no Hotel Sheraton, Rio de Janeiro.

Mano Menezes, sob pressão para as Olimpíadas - Foto: Rafael Ribeiro / CBF

GOLEIROS

  • Rafael (Santos) – As boas atuações na ronda de amistosos tiraram as chances de Jefferson ir para Londres.
  • Neto (Fiorentina) – É reserva em Florença, mas tem algumas convocações.

LATERAIS

  • Danilo (Porto) – Titular de Mano nos últimos amistosos, não fez bons jogos. Corre risco de perder para Rafael, do Manchester United.
  • Marcelo (Real Madrid) – Um dos jogadores acima de 23 anos. Joga muito, mas tem temperamento explosivo.

ZAGUEIROS

  • Thiago Silva (Milan) – Simplesmente o melhor do mundo, será o esteio de qualidade e capitão do time.
  • David Luiz (Chelsea) – Apesar da irregularidade, é melhor que o convalescente Dedé. Em forma, o vascaíno provavelmente seria convocado.
  • Juan (Internazionale) – Palpite que ganhará a vaga de Bruno Uvini porque pode também jogar na lateral-esquerda.

VOLANTES

  • Sandro (Tottenham Hotspur) – Titular nos últimos jogos, dificilmente perderá a vaga.
  • Rômulo (Spartak Moscou) – O ex-vascaíno se afirmou na ronda de amistosos na América do Norte e parece ter assegurado a vaga olímpica.
  • Casemiro (São Paulo) / Fernando (Grêmio) – O são-paulino era favorito, mas a má-fase em 2012 pode pesar contra si. Já o gremista mostra justamente o oposto: vive ótima fase e pode roubar a vaga.

MEIAS

  • Giuliano (Dnipro) – O ex-colorado é polivalente, pode jogar em 3 das 4 funções do meio-campo e é um ótimo definidor. Nome certo.
  • Oscar (Internacional) – O colorado foi um dos melhores, senão o melhor jogador na última sequência de jogos da Seleção. Será titular.
  • Paulo Henrique Ganso (Santos) – Eterna promessa, o santista vive uma fase tenebrosa, longe do potencial apresentado em 2010. Mas será convocado.
  • Lucas (São Paulo) – Em boa fase no Tricolor, Lucas é mais um que preza pela polivalência, podendo facilmente jogar no meio ou no ataque, substituindo Neymar.

ATACANTES

  • Neymar (Santos) – Grande jogador brasileiro da atualidade, único com status de superestrela internacional atuando no futebol nacional, é a referência técnica do time. Candidato à estrela dos Jogos Olímpicos.
  • Leandro Damião (Internacional) – Mesmo após uma péssima série de amistosos, com nenhum gol marcado em quatro jogos, segue marcando gols regularmente no clube.
  • Alexandre Pato (Milan) – Sem lesões, o milanista tem grandes chances de assumir a titularidade, até porque consegue jogar nas duas funções do ataque.
  • Wellington Nem (Fluminense) – Por ser um jogador baseado na velocidade, tem ótimas chances de ser um dos convocados, como opção de contra-ataque.

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